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18/12 - União Europeia se compromete a cortar emissões de carros em 37,5% até 2030
Metas para cortar emissões do setor de transporte têm o objetivo de ajudar o bloco a reduzir no geral as suas emissões de gases do efeito estufa em 40%. Congestionamento próximo da cidade de Irschenberg, na Alemanha, em julho deste ano. União Europeia quer reduzir emissões de poluentes dos carros em 30% até 2030. Michaela Rehle/Reuters/Arquivo A União Europeia (UE) assumiu nesta segunda-feira (17) um compromisso para corte de emissões de dióxido de carbono de carros e vans, resolvendo as diferenças entre países produtores de carros e parlamentares de maior consciência ambiental. "Chegamos a um compromisso para cortar emissões de carros em 37,5% e de vans em 31% até 2030”, disse Miguel Arias Cañete, responsável pelo setor de energia do bloco. O bloco estava dividido há meses sobre a extensão dos cortes de emissões de carros e vans. A Alemanha, com o maior setor automotivo, havia alertado que metas duras poderiam prejudicar a indústria e custar empregos. Representantes de integrantes do Parlamento Europeu tiveram diversas rodadas de negociações com a Comissão Europeia para achar um denominador comum, segundo diplomatas. O órgão executivo do bloco havia proposto inicialmente um declínio de 30 por cento até 2030, sobre os níveis de 2021. Dificuldades para acordo A Alemanha apoiou esse plano, mas a pressão de diversos países, incluindo Holanda e França, subiu a meta para carros para 35%. Também há uma meta intermediária para 2025. Em outubro, os parlamentares europeus haviam votado a favor de uma redução de 40% até 2030 e uma meta intermediária de 20% até 2025. Diplomatas do bloco disseram que as metas continuaram um problema. As metas para cortar emissões do setor de transporte têm o objetivo de ajudar o bloco a reduzir no geral as suas emissões de gases do efeito estufa em 40% até 2030. Países do bloco estão separadamente avaliando o quanto as emissões de caminhões devem ser cortadas, com debate previsto para quinta-feira.
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18/12 - A bota criada a partir de fungo e suor para ajudar na exploração de Marte
Designers criam bota espacial feita a partir de biomaterial que pode ser usado no desenvolvimento de colônia no planeta vermelho. O exterior da bota é feito de micélio, enquanto o interior é um material à base de micélio com algodão e linho GEORGE ELLSWORTH, CASKIA/GROWING A MARSBOOT/via BBC Em 2016, a designer Liz Ciokajlo recebeu um convite do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMa) para dar uma repaginada na Moon Boot (bota lunar, em tradução livre), modelo de bota de neve acolchoada inspirada nos calçados usados pelos astronautas da missão Apollo. Lançada em 1972, no auge dos programas espaciais para a Lua, a Moon Boot é um ícone da chamada "era do plástico" do século 20 - e os curadores do museu queriam dar a ela uma nova abordagem. Ciokajlo começou então a releitura do modelo original. Ela sabia que para representar a era pós-plástico o biomaterial era a melhor opção, mas também queria se inspirar em um "destino" diferente. A obsessão espacial da nossa geração não é mais a Lua, ela pensou, mas o Planeta Vermelho. E Marte permite que você realmente pense fora da caixa. "Marte sempre foi um planeta onde você pode sonhar", diz Ciokajlo. "É um lugar em que você pode repensar como viver na Terra." A tarefa levou a designer a um biomaterial surpreendente que já havia atraído a atenção de engenheiros, que buscam inovação na área de materiais de construção, e de grandes agências espaciais, como a Nasa (americana) e a ESA (europeia). O design final da bota - alta, robusta e feminina - pode ser fabricado a bordo de uma espaçonave, a partir de suor humano e esporos de fungos, ideal para uma viagem de sete meses a Marte com pouca bagagem para despachar. O biomaterial mágico em questão é o micélio, a parte vegetativa de um fungo. Se você imaginar que os cogumelos são os "frutos" do fungo, o micélio pode ser considerado a raiz ou o caule. Ele parece um emaranhado de linhas brancas, chamadas hifas, que se comunicam com o solo e outras superfícies em que o fungo cresce. O conjunto de hifas é chamado de micélio, que constitui a maior parte do fungo. O micélio tem propriedades surpreendentes. É ótimo para reciclagem, pois se alimenta de um substrato (como serragem ou resíduos agrícolas) para criar mais material e tem potencial de crescimento quase ilimitado nas condições certas. Ele consegue suportar mais pressão do que o concreto convencional sem quebrar. É um conhecido isolante, além de ser resistente ao fogo. E pode até mesmo fornecer proteção contra radiação em missões espaciais. Na Terra, o micélio é usado atualmente para criar couro, materiais de construção e embalagens, mas no espaço ele se destaca pelo potencial arquitetônico, afirma o artista e engenheiro Maurizio Montalti, que trabalhou em parceria com Ciokajlo na releitura da bota. "Você conta com a capacidade das células se replicarem, criando assim mais material em pouco tempo", explica. Para a nova versão do calçado, Ciokajlo queria usar o corpo humano como fonte de matéria-prima e decidiu empregar o suor. Reutilizar a transpiração não é algo inteiramente novo no âmbito da exploração espacial (a Estação Espacial Internacional reaproveita atualmente a urina e o suor dos astronautas como água potável), mas sem dúvida é uma abordagem inovadora para o calçado. Ela acredita que isso pode fazer os astronautas se sentirem mais perto de casa durante a longa jornada até Marte. As aventuras do micélio no espaço vão além da inovação do material. Em suas pesquisas, Ciokajlo encontrou um romance feminista de 1893 que retratava Marte como um planeta onde os papéis de gênero eram invertidos - razão pela qual sua criação é uma bota para as mulheres. O livro levou a designer a imaginar uma sociedade em que os biomateriais proporcionam uma maneira diferente de interagir com o ambiente. Até mesmo o nome da bota, Caskia, é inspirado no romance: se refere à única região do planeta em que há igualdade entre homens e mulheres. O design ainda é hipotético, porque a bota enviada ao MoMa - e atualmente em exposição no Museu de Design de Londres - foi criada a partir de micélio, mas não de suor humano, já que o prazo era apertado demais. Mas tem respaldo científico. Os materiais à base de micélio podem tomar forma de várias maneiras. Se você tem resíduos sólidos (como serragem), pode esterilizá-los e adicionar o fungo para que comece a se propagar. Ao incubá-lo em condições controladas de temperatura e umidade, as hifas brancas venosas se compactam para criar um material sólido fibroso. É assim que a Nasa e a ESA esperam usar o micélio em suas bases em Marte. No caso da bota Caskia, um tipo especial de fungo (existem mais de cinco milhões de espécies) se alimentaria dos nutrientes diluídos no suor humano após as impurezas serem filtradas. O "material molhado", como Montalti chama, tomaria forma a partir de um molde feito diretamente nos pés do astronauta e que continuaria a ser "cultivado" pela produção de suor. Em ambos os métodos, o crescimento do fungo pode ser interrompido se aquecer até 70°C ou 80°C, o que significa usar um forno na Terra ou expor a cultura a altas temperaturas em Marte ou no espaço. Enquanto a maior parte da bota é feita de micélio, a sola branca é de plástico, feita individualmente em impressora 3D GEORGE ELLSWORTH, CASKIA/GROWING A MARSBOOT/via BBC O substrato precisaria possivelmente de um suplemento nutricional adicional para promover seu crescimento, reconhece Moltalti. A bota que eles criaram para o MoMA usou uma fórmula especial diluída. "Para cada uma das nossas inspirações culturais, há respaldo de cientistas", diz Ciokajlo. A ESA, agência espacial europeia, também está apostando no micélio. Em um projeto conjunto com Montalti e a Universidade de Utrecht, na Holanda, a agência está investigando se os fungos podem ser usados para construir prédios, como laboratórios e outras instalações, no espaço. O lançamento de uma instalação completamente pronta da Terra para Marte é caro, com custo de carga em torno de US$ 10 mil por pound (unidade de medida que equivale a 453,6 gramas). A mineração no planeta vermelho também é problemática e dispendiosa. Acrescente a isso a questão do gerenciamento do lixo no espaço, e a capacidade do micélio de se decompor e reciclar começa a parecer muito promissora. A equipe alcançou resultados provisórios em outubro, e Montalti conta que são animadores - a ESA ainda está checando os dados, por isso ainda não foram divulgados. O engenheiro sonha em combinar micélio com impressão 3D ou até mesmo manipulação genética para ter mais opções. Do outro lado do Atlântico, a Nasa também está estudando se suas missões a Marte poderiam desenvolver estruturas no próprio planeta. Os americanos estão considerando produzir na Terra uma cápsula de plástico flexível semeada com micélio e ativar o crescimento dos fungos uma vez em Marte. Dessa forma, uma película fina pode se tornar um teto ou uma parede grossa em questão de dias ou semanas. As construções poderiam ser flexíveis: o crescimento do fungo para quando a matéria-prima é consumida, a temperatura ideal é interrompida ou o micélio é eliminado pelo calor, mas os fungos adormecidos podem ser reativados para crescer, se reparos forem necessários. Um dos aspectos mais atraentes do micélio em relação à arquitetura espacial é a capacidade de certos fungos produzirem melanina, biomolécula que pode proteger os seres humanos da radiação cósmica. Montalti e a ESA testaram esta propriedade como parte do seu projeto. Em nosso planeta, muitos projetos usaram o micélio como componente estrutural. Por exemplo, uma parceria entre o Instituto de Tecnologia de Karlsruhe (KIT) e o Instituto Federal de Tecnologia da Suíça (ETH) utilizou a impressão 3D para criar uma estrutura capaz de suportar um telhado. Para muitos, o micélio é um ótimo exemplo de economia circular. O resíduo é usado como matéria-prima e o material final é potencialmente biodegradável, assim como a madeira. "Atualmente, nossos materiais vêm da extração", diz o arquiteto Adi Reza Nugroho, da empresa indonésia MycoTech, que forneceu o micélio para o projeto do ETH e do KIT. "Agora queremos ter um ciclo fechado." Se os experimentos da Nasa e da ESA forem bem-sucedidos, um pequeno grupo de esporos de fungos poderia ser o ponto de partida para uma colônia natural e viva em Marte. De um punhado de esporos, os fungos poderiam se replicar e se converter em dezenas de usos para os astronautas no planeta vermelho. Se Ciokajlo e Montalti levarem o projeto adiante, e estes seres humanos puderem contribuir com um pouco do seu suor, até as botas deles serão feitas de fungo.
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18/12 - PAT de Americana divulga 82 vagas de emprego; 45 são para auxiliar de limpeza
Interessados devem cadastrar o currículo no site da Prefeitura. PAT de Americana divulga 82 vagas de emprego; 45 são para auxiliar de limpeza. Gabriel Costa/G1 O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Americana (SP) está com 82 vagas de emprego disponíveis nesta terça-feira (10). Dessas, 45 são para auxiliar de limpeza e quatro são para pessoas com deficiência (PCD). Além disso, as ofertas são para todos os gêneros. Os interessados devem cadastrar o currículo no site da Prefeitura de Americana. O PAT fica localizado na Rua Anhanguera, nº 16, Centro. O atendimento é realizado de segunda a sexta, das 8h ao meio-dia, e das 13h às 16h. O PAT avisa que as vagas estão sujeitas a alterações. Para mais informações sobre as ocupações acesse o site do órgão. Confira a lista completa de vagas Atendente de farmácia (PCD) - 1 vaga Atendente de lavanderia - 1 vaga Atendente de locadora de veículos - 1 vaga Auxiliar de lavanderia - 1 vaga Auxiliar de limpeza - 45 vagas (72) Auxiliar de veterinário - 1 vaga Barman (também para mulheres) - 1 vaga Bombeiro (a) civil - 1 vaga Borracheiro (a) - 1 vaga Consultor (a) de vendas de veículos - 1 vaga Contramestre (a) de tecelagem - 1 vaga Costureira (o) - 1 vaga Encanador (a) industrial (temporária) - 2 vagas Engrupador (a) - 1 vaga Faxineiro (a) - 1 vaga Instrutor (a) de informática - 1 vaga (27) Mecânico (a) - 1 vaga Mecânico (a) de carretas - 1 vaga Motorista de caminhão - 1 vaga Operador (a) de caixa (PCD) - 1 vaga Operador (a) de manufatura - 1 vaga Panfleteiro (a) - 2 vagas Pintor de obras (PCD) - 2 vagas (82) Serralheiro (a) - 1 vaga Tapeceiro (a) de estofados - 2 vagas Técnico (a) de manutenção eletrônica - 1 vaga Tosador (a) - 1 vaga Urdidor (a) - 1 vaga (18) Vendedor (a) externo - 6 vagas Veja mais oportunidades na região no G1 Campinas
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18/12 - Bovespa sobe, apesar de cautela antes de Fed
No dia anterior, o Ibovespa caiu 0,2%, a 86.399 pontos. Vista da Bolsa de Valor de São Paulo (B3) nesta quarta-feira (3) CRIS FAGA/ESTADÃO CONTEÚDO O principal índice da bolsa brasileira, a B3, ensaiava uma melhora nesta terça-feira (18), em meio à cautela de investidores com o cenário externo, em particular as aguardadas sinalizações do banco central norte-americano na quarta-feira, após sua última reunião de política monetária em 2018. Às 10h26, o Ibovespa, índice de referência do mercado acionário brasileiro, subia 0,42%, a 86.761 pontos. Veja mais cotações. As ações da Petrobras eram destaque de queda na sessão, com a terceira queda seguida dos contratos futuros do petróleo, em meio a notícias de estoques crescentes e previsões de produção recorde nos Estados Unidos e na Rússia, além de uma forte queda nos mercados acionários globais. No exterior, preocupações com o crescimento global ditavam cautela aos negócios, com agentes esperando a reunião do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) e a sinalização para os próximos movimentos relacionados aos juros e suas implicações para a desaceleração econômica. No dia anterior, o Ibovespa caiu 0,2%, a 86.399 pontos.
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18/12 - PAT de Valinhos oferece 29 vagas de emprego em áreas diversas; veja lista
Interessados devem ir até a unidade com RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. PAT de Valinhos (SP) oferece 29 vagas de emprego em diferentes áreas de atuação. Claudio Barbisan/Divulgação O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Valinhos (SP) está com 29 vagas de emprego para moradores da cidade e da região nesta terça-feira (18). A lista inclui cinco oportunidades para pessoas com deficiência (PCD). As chances são para todos os gêneros. Os interessados devem ir até a unidade com RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. A unidade fica na Avenida dos Esportes, nº 303, no Centro. O atendimento funciona de segunda a sexta, das 8h às 16h. Confira a lista completa de vagas Ajudante de aplicador de resina - 2 vagas Ajudante de marceneiro - 1 vaga Analista de recursos humanos - 1 vaga Auxiliar administrativo (PCD) - 1 vaga Auxiliar de expedição (PCD) - 1 vaga Auxiliar contábil - 2 vagas Empacotador (a) (PCD) - 2 vagas Garçom (garçonete) - 2 vagas Marceneiro (a) - 1 vaga Motoboy (também para mulheres) - 2 vagas Operador (a) de torno - 2 vagas Soldador (a) - 1 vaga Vendedor (a) de serviços - 10 vagas Zelador (a) - 1 vaga Veja mais oportunidades na região no G1 Campinas
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18/12 - Termina nesta quinta o prazo para pagamento da 2ª parcela do 13º salário
Nesta segunda parcela, são descontados o Imposto de Renda e o INSS sobre o valor integral do 13º salário. Pagamento do 13º salário deve injetar mais de R$ 210 bilhões na economia em 2018 Reprodução Termina nesta quinta-feira (20) o prazo para que as empresas paguem aos seus funcionários a segunda parcela do 13º salário. A primeira parcela teve de ser paga até o dia 30 de novembro. Cada parcela representa metade do salário que o funcionário ganha. O pagamento do 13º salário é feito com base no salário de dezembro, exceto no caso de empregados que recebem salários variáveis, por meio de comissões ou porcentagens – nesse caso, o 13º deve perfazer a média anual de salários. Cabe ao empregador a decisão de pagar em uma ou duas parcelas. No caso de ser apenas em uma única vez, o pagamento deveria ter sido feito até o dia 30 de novembro. Empregadores que pagam a gratificação em uma única parcela em dezembro estão sujeitos a multa. Empresa que não paga 13º leva multa de R$ 170 por funcionário Quem não receber nem a primeira parcela nem a segunda parcela até a data limite deve procurar as Superintendências do Trabalho ou as Gerências do Trabalho para fazer a reclamação. Outra opção é buscar orientação no sindicato de cada categoria. Caso o empregador não respeite o prazo do pagamento, será autuado por um auditor-fiscal do Ministério do Trabalho no momento em que houver fiscalização, o que gerará uma multa. O Imposto de Renda e o desconto do INSS incidem sobre o 13º salário. Os descontos ocorrem sobre o valor integral do 13º salário na segunda parcela. O FGTS é devido tanto na primeira como na segunda parcela. O pagamento do 13° salário deve injetar R$ 211,2 bilhões na economia, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O número de pessoas com direito ao benefício soma 84,5 milhões, dos quais 57,6% são empregados formais (48,7 milhões de pessoas) e 42,4% (35,8 milhões) são aposentados e pensionistas da Previdência Social. O valor médio do 13º salário que será pago em 2018 é estimado em R$ 2.320. Quem tem direito Têm direito ao 13º salário todos os trabalhadores do serviço público e da iniciativa privada, urbano ou rural, avulso e doméstico, além dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) – neste último caso, o pagamento da 2ª parcela começou no dia 26 de novembro. O 13º salário tem natureza de gratificação natalina e está previsto na Lei 4.749/1965. Todo trabalhador que atuou por 15 dias ou mais durante o ano e que não tenha sido demitido por justa causa tem direito à gratificação. Os trabalhadores que possuem, por exemplo, menos de um ano na empresa têm direito ao 13º salário proporcional aos meses trabalhados por mais de 15 dias. Por exemplo, um empregado que trabalhou por seis meses e 15 dias deverá receber 7/12 de seu salário a título de 13º. As horas extras e o adicional noturno geram reflexos no 13º salário e devem incidir na base de cálculo dessas verbas. Gorjetas e comissões também devem entrar na base de cálculo do 13º salário, assim como adicionais de insalubridade e de periculosidade. Já as diárias de viagem só influem na base de cálculo do 13º se excederem 50% do salário recebido pelo empregado. As faltas não justificadas pelo empregado, ocorridas entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de cada ano, serão consideradas para desconto. Caso sejam superiores a 15 dias dentro do mesmo mês, o empregado perderá o direito a 1/12 do 13º salário. O empregado afastado por motivo de auxílio-doença recebe o 13º salário proporcional da empresa até os primeiros 15 dias de afastamento. Já a partir do 16º dia, a responsabilidade do pagamento fica a cargo do INSS. Funcionárias em licença-maternidade também recebem 13º salário. Dessa forma, o empregador efetuará o pagamento integral e/ou proporcional (quando admitidas no decorrer do ano) do 13º salário. O trabalhador temporário tem direito ao 13º salário proporcional aos meses trabalhados. O empregado despedido com justa causa não tem direito ao 13º salário proporcional. Se a rescisão do contrato for sem justa causa, o 13º deve ser pago de maneira proporcional, na base de 1/12 por mês, considerando-se como mês integral aquele que ultrapassar 15 dias de trabalho. Com a reforma trabalhista, é proibido que as convenções ou os acordos coletivos mexam no 13º salário. Para trabalhadores com contrato intermitente, o 13º é pago de forma proporcional, ao final da prestação de serviço. Os trabalhadores domésticos também recebem o 13º. Na segunda parcela, no pagamento dos outros 50% do salário, são acrescidas as médias das horas extras trabalhadas. Para o cálculo, deve-se dividir o total de horas extras pelos meses trabalhados no ano para se chegar à média de horas mensal. Depois calcula-se o valor da hora extra trabalhada dividindo pela jornada mensal prevista em contrato. Como a lei prevê que é preciso pagar um adicional de 50% sobre o valor da hora extra trabalhada, é necessário multiplicar esse valor por 1,5. Já o estagiário, como não é regido pela CLT e nem é considerado empregado, a lei que regula esse tipo de trabalho - 11.788/08 - não obriga o pagamento de 13º salário.
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18/12 - Fórum Econômico Mundial vê 2 séculos para fim de desigualdades de gênero no mercado de trabalho
Brasil caiu 5 posições e ficou em 95º lugar em ranking que disparidades em 149 países; países nórdicos ocupam as primeiras posições. As desigualdades salariais entre homens e mulheres diminuíram timidamente neste ano em comparação com 2017, e serão necessários mais de dois séculos para alcançar a igualdade no mundo do trabalho, avalia um relatório publicado pelo Fórum Econômico Mundial (WEF) nesta segunda-feira (17). O último estudo publicado pelo WEF mostra melhorias nos salários em relação ao ano passado, quando a diferença entre os dois gêneros foi ampliada pela primeira vez em 10 anos. No entanto, o relatório indica que a representação das mulheres na política está diminuindo, assim como o acesso à saúde e à educação. No ritmo atual, as desigualdades entre homens e mulheres na maioria das áreas não serão eliminadas antes de pelo menos 108 anos. E também levará 202 anos para reduzir a diferença no trabalho, destacou o WEF. O relatório anual sobre paridade examina a situação em 149 países em quatro setores: educação, saúde, política e o mundo do trabalho. O Brasil cai 5 posições no ranking de 2018 e ficou na 95ª posição. "O Brasil registrou uma reversão significativa no progresso em direção à paridade de gênero este ano", destacou o relatório. Initial plugin text Depois de anos de progresso constante em educação, saúde e representação política, o lugar das mulheres recuou nestas três áreas neste ano, informou o WEF. No mundo do trabalho, registrou-se algum avanço, mas não foi extraordinário. A diferença entre os funcionários ainda é de quase 51%. Quanto às mulheres em cargos de gerência, o número subiu para 34% no mundo. Mas o estudo mostra que agora há proporcionalmente menos mulheres do que homens no mercado de trabalho, especialmente por causa do impacto da automação de empregos tradicionalmente ocupados por mulheres. Paralelamente, as mulheres estão sub-representadas em setores de atividades em crescimento que precisam de habilidades e conhecimentos em ciência, tecnologia, engenharia e matemática. "As mulheres atualmente representam apenas 22% do efetivo especializado em inteligência artificial", lamentou o relatório. Entretanto, a situação de igualdade difere de acordo com países e regiões. Embora seja provável que os países da Europa Ocidental acabem com a diferença de gênero nos próximos 61 anos, no Oriente Médio e no Norte da África, serão necessários 153 anos, diz o WEF. Mais uma vez, os países nórdicos são aqueles que ocupam as primeiras posições do ranking. A maior paridade é encontrada na Islândia, Noruega, Suécia e Finlândia. Entre os países com as maiores diferenças entre homens e mulheres estão a Síria, o Iraque, o Paquistão e o Iêmen. Entre as 20 maiores economias do mundo, a França lidera a lista, no décimo segundo lugar, seguida pela Alemanha (14), Reino Unido (15), Canadá (16) e África do Sul (19). Os Estados Unidos continuam a retroceder, passando da posição 49 para a 51. O relatório revela "um declínio na paridade homem-mulher nos postos de ministros".
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18/12 - Dólar opera em queda, à espera do Fed
No dia anterior, a moeda norte-americana fechou em queda de 0,19%, vendida a R$ 3,8962. Sede do Federal Reserve em Washington, D.C, em imagem de arquivo REUTERS/Kevin Lamarque/ O dólar opera em queda nesta terça-feira (18), monitorando a trajetória externa em semana de expectativa pela decisão do Federal Reserve (banco central dos EUA) sobre a taxa de juros nos Estados Unidos. Às 9h56, a moeda norte-americana caía 0,04%, vendida a R$ 3,8946. Veja mais cotações. Na quarta-feira, o Federal Reserve (Fed) decide sobre a taxa de juros. Recentemente os membros do Fed sinalizaram um discurso mais ameno para a política monetária, indicando que os juros do país já estariam perto do nível neutro. O mercado monitora pistas sobre o rumo dos juros nos EUA porque, com taxas mais altas, o país atrairia recursos atualmente aplicados em outros mercados, motivando a tendência de alta do dólar sobre moedas como o real. O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 13,83 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de dezembro, no total de US$ 10,373 bilhões. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final da semana, terá feito a rolagem integral. No dia anterior, a moeda norte-americana fechou em queda de 0,19%, vendida a R$ 3,8962, após chegar a passar de R$ 3,92 na máxima do dia.
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18/12 - Copom diz que atual conjuntura pede flexibilidade e se abstém de sinalizar próximos passos
Na ata divulgada nesta terça-feira (18), comitê aponta para uma redução do risco de reformas não serem aprovadas e fala em continuidade da recuperação gradual da economia brasileira. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central não indicou na ata divulgada nesta terça-feira (18) quais os próximos passos do comitê para a taxa básica de juros, a Selic. Na ata da última reunião, o Copom informou que "a atual conjuntura recomenda manutenção de maior flexibilidade para condução da política monetária, o que implica abster-se de fornecer indicações sobre seus próximos passos". Em sua última reunião do ano, no dia 12 de dezembro, o Copom decidiu manter a Selic em 6,5% ao ano. No documento divulgado nesta terça-feira, o Copom afirma que os dados econômicos indicam continuidade do processo de “recuperação gradual da economia brasileira”. A ata aponta para fatores que tendem a reduzir a inflação, mas destaca que os riscos que envolvem uma alta da inflação permanecem relevantes e seguem com maior peso. Por outro lado, o comitê afirma que o risco de reformas e ajustes necessários para a economia brasileira "diminuiu". “Os membros do Comitê avaliaram que, desde sua última reunião, o risco de o nível de ociosidade elevado produzir trajetória prospectiva de inflação abaixo do esperado aumentou e o risco relacionado a uma frustração das expectativas de continuidade das reformas e ajustes necessários na economia brasileira diminuiu. Entretanto, o Comitê ressaltou que os riscos altistas para a inflação permanecem relevantes e seguem com maior peso em seu balanço de riscos”, afirma o documento. Como as decisões são tomadas A definição da taxa de juros pelo Banco Central tem como foco o cumprimento da meta de inflação, fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para 2018, a meta de inflação é de 4,5% e, para 2019, é de 4,25%. Quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas, o BC reduz os juros; quando estão acima da trajetória esperada, a taxa Selic é elevada. Neste ano, a inflação segue relativamente sob controle, tendo registrado deflação (queda de preços) em agosto. A previsão dos economistas para a inflação de 2018 está em 3,71% e em 4,07% em 2019, ou seja, ainda em linha com as metas de inflação.
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18/12 - Como Embraer foi da quase falência a acordo bilionário com a gigante americana Boeing
Pelo acordo, que ainda depende de aprovação do governo brasileiro, será criada uma nova empresa de aviação comercial, com participação de 80% da Boeing e 20% da Embraer. Jatos executivos Praetor 500 e 600, da Embraer Carlos Santos/G1 O anúncio nesta segunda-feira (17) da aprovação dos termos de uma parceria entre a Embraer e a gigante americana Boeing marca uma nova etapa na longa trajetória da empresa brasileira. Pelo acordo, que ainda depende de aprovação do governo brasileiro, será criada uma nova empresa de aviação comercial, com participação de 80% da Boeing e 20% da Embraer. Em comunicado, as empresas informaram que a americana pagará US$ 4,2 bilhões (cerca de R$ 16,4 bilhões) pela compra, US$ 400 milhões a mais do que o divulgado inicialmente. Embraer e Boeing fecham termos de parceria para criar duas empresas Negócio deve criar o maior grupo de aviação do mundo, diz Embraer Fundada em 1969 com apoio do governo brasileiro, a Embraer é a terceira maior exportadora do Brasil e modelo em inovação. Mas ao longo de quase cinco décadas, a empresa enfrentou altos e baixos e já esteve à beira da falência. Origens A Embraer tem suas origens no Centro Técnico Aeroespacial (CTA) e no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Em 1965, um grupo de técnicos formados pelo instituto, sob a liderança do engenheiro aeronáutico e então major da FAB (Força Aérea Brasileira) Ozires Silva, começou a trabalhar no projeto de um avião bimotor, turboélice e capaz de transportar cerca de 20 passageiros. Em 1968, essa aeronave, batizada de Bandeirante, fez seu primeiro voo. No ano seguinte, a Embraer foi criada para a produção em série do Bandeirante, inicialmente desenvolvido pelo CTA. Ozires Silva assumiu como primeiro presidente da empresa. Ao longo da década de 1970, a Embraer desenvolveu outros modelos de destaque, como o monomotor EMB-200 Ipanema, para pulverização agrícola, o EMB-326 Xavante, primeiro avião a jato produzido no país, fabricado sob licença da companhia italiana Aermacchi e usado no treinamento de pilotos militares, e o EMB-21 Xingu, primeiro turboélice pressurizado fabricado pela empresa para uso executivo. Nos anos 1980, ganharam notoriedade modelos como o EMB 120 Brasília, com capacidade para 30 passageiros, o EMB 312 Tucano, para a área de defesa, e o AMX, caça supersônico produzido em parceria com a Aermacchi entre 1985 e 1999. Recuperação da Embraer após a reestruturação foi impulsionada por projetos como o do jato comercial ERJ-145 para 50 passageiros Divulgação/Embraer Crise e privatização A partir do final da década de 1980, a Embraer foi atingida pela crise financeira que castigava a economia brasileira e quase chegou à falência. Depois de um longo processo, a empresa foi privatizada em dezembro de 1994, no fim do governo do presidente Itamar Franco, por R$ 154,1 milhões (em valores da época). O acordo de privatização garantiu ao governo a chamada "golden share", uma ação preferencial que dá direito a veto a decisões estratégicas, como a transferência de controle acionário. A recuperação da Embraer após a restruturação foi impulsionada por projetos como o do jato comercial ERJ-145, para 50 passageiros, e outros modelos da mesma família, e o programa de E-jets de aviões comerciais, focado no segmento de jatos de 70 a 120 assentos. Atualmente a Embraer está entre as maiores fabricantes de jatos de passageiros do mundo, é a terceira maior exportadora do Brasil e encabeça listas de empresas mais inovadoras do país. A empresa tem sede em São José dos Campos, unidades no país e no exterior e joint ventures na China e em Portugal. Embraer e Boeing fecham parceria que cria empresa de US$ 5,2 bilhões Namoro com a Boeing O namoro com a Boeing ganhou força há um ano, logo após o anúncio de que a europeia Airbus, concorrente da americana, havia comprado a divisão de jatos regionais da canadense Bombardier, principal concorrente da Embraer no segmento de mercado em que operam. Maior fabricante de aeronaves do mundo, a Boeing não tem uma linha de aeronaves de médio e pequeno porte, para voos regionais, e ficaria em desvantagem diante da Airbus. Com a parceria, a Boeing poderá acessar esse segmento, em que a Embraer é líder. A parceria entre Airbus e Bombardier também poderia representar um risco à Embraer, em um mercado cada vez mais disputado e em meio a avanços em outros países, como a China, no segmento de aviões de médio porte. "Está havendo mudança muito grande no perfil da indústria", disse à BBC News Brasil Glauco Arbix, professor da USP e co-coordenador do Observatório da Inovação do IEA (Instituto de Estudos Avançados). Arbix acredita que, do ponto de vista tecnológico, o Brasil não está preparado para os enormes desafios que a Embraer tem pela frente. "Os desafios tecnológicos da Embraer são muito grandes. A indústria aeronáutica está mudando muito profundamente e rapidamente", observa. Mas o professor afirma também que, com esse acordo, o Brasil fica desprovido de uma de suas empresas-chave. "A Embraer com certeza é a empresa mais avançada que o Brasil tem", ressalta. "Desse ponto de vista, eu acho que o Brasil perde com essa compra." Logo da Embraer no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Paulo Whitaker/Reuters Nova empresa A união da americana e da brasileira cria uma gigante global de aviação, com forte atuação tanto no segmento de longa distância quanto na aviação regional. Segundo comunicado das empresas, essa joint venture será liderada por uma equipe de executivos sediada no Brasil. O controle operacional e de gestão ficará com a Boeing. "A Embraer terá poder de decisão para alguns temas estratégicos, como a transferência das operações do Brasil", diz o texto. A brasileira poderá vender sua parte para a Boeing a qualquer momento. "Estamos confiantes que esta parceria será de grande valor para o Brasil e para a indústria aeroespacial brasileira como um todo. Esta aliança fortalecerá ambas as empresas no mercado global e está alinhada à nossa estratégia de crescimento sustentável de longo prazo", disse o presidente e CEO da Embraer, Paulo Cesar de Souza e Silva. As empresas também comunicaram um acordo sobre os termos de outra parceria para promover e desenvolver novos mercados para o avião multimissão KC-390. Nessa joint venture, a Embraer fica com o controle, com 51% de participação, e a Boeing, com 49%. Com a venda da divisão comercial, a Embraer vai manter o domínio apenas sobre as áreas de defesa, aviação executiva e serviços, além de projetos estratégicos já em curso. Além de ser aprovado pelo governo brasileiro, o acordo precisa ser ratificado pelo Conselho de Administração da Embraer passar pela aprovação de acionistas e autoridades regulatórias. O presidente eleito, Jair Bolsonaro, que toma posse em 1º de janeiro, já se manifestou favoravelmente à parceria. A expectativa é de que essa negociação seja concluída até o final de 2019.
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18/12 - Xi Jinping celebra 40 anos de reformas econômicas na China
Presidente da China defende implementação de reformas mas não fala em novas medidas; bolsas chinesas fecham em queda. China comemora 40 anos de reformas econômicas Jason Lee/Reuters A China celebrou nesta terça-feira (18) os 40 anos das reformas econômicas que transformaram o país na segunda maior economia do planeta, em um evento no qual o presidente Xi Jinping rejeitou qualquer interferência estrangeira no caminho escolhido pelo gigante asiático. "Ninguém pode ditar ao povo chinês o que deve, ou não deve, fazer", declarou Xi durante um discurso de quase uma hora e meia dedicado aos grandes avanços econômicos e sociais da China desde as reformas iniciadas em 1978. Embora tenha assegurado que o país seguirá no caminho reformista, o presidente chinês não anunciou nenhuma medida concreta e reivindicou a supremacia do Partido Comunista Chinês (PCC). Os índices acionários chineses fecharam em queda nesta terça-feira. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 1%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,8%. A declaração do presidente mais poderoso do país desde Mao Tsé-Tung (1949-1976) acontece no momento em que Pequim enfrenta uma grande pressão dos Estados Unidos para que estabeleça "mudanças estruturais" em sua economia. As duas maiores potências econômicas do planeta protagonizam uma grande disputa comercial há vários meses, com a aplicação mútua de tarifas. Durante o evento no Grande Salão do Povo de Pequim, Xi voltou a prometer que seu país continuará a abertura ao comércio e aos investimentos, com o ímpeto das reformas anunciadas em 18 de dezembro de 1978. "Mudaremos decididamente aquilo que pode ser reformado e não mudaremos, decididamente, o que não pode ser", disse. "Em um país como a China, com 5.000 anos de história e uma população de mais de 1,4 bilhão de pessoas, nenhum manual pode ser considerado como uma regra de ouro e tampouco há um professor que possa dar ordens ao povo", completou. Em 1976, após 10 anos de caos provocado pela Revolução Cultural e com a morte de seu "grande timoneiro", Mao Tsé-Tung, a China era um país extremamente pobre, com uma economia planejada e coletivista. Mas então aconteceu uma mudança histórica: a terceira sessão plenária do XI Congresso do Partido Comunista Chinês (PCC) ratificou a guinada para a "Reforma e Abertura", assim como uma "economia de mercado socialista", sob a liderança de Deng Xiaoping. Deng lançou as "quatro modernizações" que eram defendidas desde 1975 pelo primeiro-ministro de Mao, Zhou Enlai: Agricultura, Indústria, Ciências e Tecnologia e Defesa. A modernização parou por aí. O jovem Wei Jinsheng, que em dezembro de 1978 pediu uma "quinta modernização", a democracia, passou 18 meses na prisão pela ousadia. Uma década mais tarde, a violenta repressão das manifestações pró-democracia na Praça Tiananmen (Paz Celestial), em junho de 1989, confirmou a ausência de contestação possível ao sistema político e à supremacia do PCC. O quadro é claro: abertura e reformas econômicas, mas sob o rígido controle do Partido Comunista. Em busca da estabilidade Xi reivindicou o sucesso econômico da China nos últimos 40 anos graças ao modelo do "socialismo com características chinesas" dirigido pelo Partido Comunista. "A pobreza não é o socialismo", defendeu Xi, ao recordar que "740 milhões de pessoas" abandonaram a pobreza nas últimas quatro décadas. O presidente chinês reconheceu a necessidade de encontrar um equilíbrio entre reformas, desenvolvimento e estabilidade em um momento de desaceleração do crescimento do país. O PIB deve aumentar 6,6% em 2018, após um resultado de 6,9% ano passado, prevê Julian Evans-Pritchard, analista da Capital Economics. "A estabilização do crescimento em uma margem razoável em 2019 foi o ponto central da reunião do comitê político do PCC em Pequim de 13 de dezembro", destaca uma análise do banco HSBC. A economia chinesa arrasta elevados níveis de dívida, o que obrigou o governo a adotar uma política restritiva de crédito e a reduzir os investimentos em infraestruturas. Os sócios econômicos, especialmente EUA e países europeus, criticam a liberalização dos mercados, a qual consideram insuficiente. Pequim é acusado de prejudicar a concorrência ao subsidiar as empresas chinesas, com práticas comerciais "desleais" como as violações da propriedade industrial, ou transferência de tecnologia imposta às empresas estrangeiras. A guerra comercial com os Estados Unidos também pode afetar as exportações do país, que lidera esta estatística no mundo. Wu Qiang, analista político em Pequim, considera, no entanto, que o conflito pode representar uma oportunidade para as autoridades chinesas. "Se o Partido Comunista for suficientemente inteligente, poderia aproveitar para estimular uma segunda fase de reformas e de abertura, com mudanças no papel do partido e do Estado", explica.
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18/12 - Termina nesta terça as inscrições do concurso da PRF para 500 vagas
Candidatos devem ter graduação de nível superior em qualquer área e salário é de R$ 9.473,57. Ação da PRF que prendeu caminhoneiro transportando 600 mil carteiras de cigarro em caminhão roubado Divulgação/PRF Terminam nesta terça-feira (18) as inscrições para o concurso público da Polícia Rodoviária Federal (PRF). São oferecidas 500 vagas de policial rodoviário federal, com salário de R$ 9.473,57. Do total de vagas, 100 são reservadas para candidatos negros e 33 para pessoas com deficiência. Os candidatos devem ter graduação de nível superior em qualquer área e Carteira Nacional de Habilitação no mínimo de categoria "B" e que não possua observação de adaptação veicular ou restrição de locais e horário para dirigir. O policial rodoviário tem jornada de 40 horas semanais e realiza atividades de natureza policial envolvendo fiscalização, patrulhamento e policiamento ostensivo, atendimento e socorro às vítimas de acidentes rodoviários e demais atribuições relacionadas com a área operacional da PRF. As inscrições devem ser feitas pelo site da organizadora, a Cespe: http://www.cespe.unb.br/concursos/prf_18. A taxa é de R$ 150,00. Podem pedir isenção da taxa candidatos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), membros de família de baixa renda ou doadores de medula óssea em entidades reconhecidas pelo Ministério da Saúde. Locais das vagas Houve alteração na distribuição de vagas nos estados de Amazonas, Amapá, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rondônia e Roraima. Veja abaixo: Veja a distribuição das vagas por estados: Acre (17 vagas) Amapá (23 vagas) Amazonas (28 vagas) Bahia (17 vagas) Goiás (27 vagas) Maranhão (18 vagas) Mato Grosso (57 vagas) Mato Grosso do Sul (35 vagas) Minas Gerais (9 vagas) Pará (81 vagas) Piauí (22 vagas) Rio de Janeiro (10 vagas) Rio Grande do Sul (23 vagas) Rondônia (74 vagas) Roraima (15 vagas) São Paulo (19 vagas) Tocantins (25 vagas) A unidade de lotação do candidato estará vinculada à UF de vaga escolhida no momento da inscrição. O ocupante do cargo permanecerá preferencialmente no local de sua primeira lotação por um período mínimo de 3 anos, exercendo atividades de natureza operacional voltadas ao patrulhamento ostensivo e à fiscalização de trânsito, sendo sua remoção condicionada a concurso de remoção, permuta ou ao interesse da administração. Etapas do concurso O concurso terá duas etapas. A primeira etapa compreenderá as seguintes fases: prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, de responsabilidade do Cebraspe; prova discursiva, de caráter eliminatório e classificatório, de responsabilidade do Cebraspe; exame de capacidade física, de caráter eliminatório, de responsabilidade do Cebraspe; avaliação de saúde, de caráter eliminatório, de responsabilidade do Cebraspe; avaliação psicológica, de caráter eliminatório, de responsabilidade do Cebraspe; avaliação de títulos, de caráter classificatório, de responsabilidade do Cebraspe; investigação social, de caráter eliminatório, de responsabilidade da PRF A segunda etapa será o curso de formação profissional, a ser realizado em locais previamente indicados no edital de convocação. A prova objetiva e a prova discursiva terão a duração de 4 horas e 30 minutos e serão aplicadas na data provável de 3 de fevereiro de 2019, no turno da tarde. Na data provável de 30 de janeiro de 2019, será publicado no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/prf_18 o edital que informará a disponibilização da consulta aos locais e aos horários de realização das provas. A prova objetiva terá questões de língua portuguesa, raciocínio lógico-matemático, informática, noções de física, ética no serviço público, geopolítica brasileira, história da PRF, legislação de trânsito, noções de direito administrativo, noções de direito constitucional, noções de direito penal e de direito processual penal, legislação especial e direitos humanos e cidadania. Todas as fases da primeira etapa, a avaliação biopsicossocial dos candidatos que solicitarem concorrer às vagas reservadas às pessoas com deficiência e o procedimento de verificação da condição declarada para concorrer às vagas reservadas aos candidatos negros serão realizadas na capital da UF escolhida para lotação. O prazo de validade do concurso é de 30 dias, contados a partir da data de publicação da homologação do resultado final do curso de formação profissional, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período. Portanto, os candidatos aprovados deverão ser convocados para trabalhar dentro desse prazo. Últimos concursos Os últimos concursos da PRF para o cargo foram realizados em 2013 e 2009. O de 2013 ofereceu 1 mil vagas e foi organizado pelo então Cespe/UnB. O de 2009 ofereceu 750 vagas, mas acabou preenchendo 1.500 - esse concurso ficou suspenso por dois anos devido a irregularidades nas provas e impasses judiciais. Polícia Rodoviária Federal (PRF) Inscrições: de 03/12 a 18/12 Vagas: 500 Salário: R$ 9.473,57 Taxa: R$ 150 Prova: 03/02/19
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18/12 - Cresce o número de pequenos investidores no mercado de ações
Samy Dana comenta a volta da bolsa ao radar dos investidores pessoa física Juros baixos e bolsa em recuperação é um cenário que atrai novos investidores para o mercado de ações. Confira o meu comentário no vídeo acima.
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17/12 - Justiça suspende nomeação de amiga de presidente da banca em concurso na UFPB
MPF denunciou suspeita de favorecimento por amizade entre presidente da banca e aprovada. Concurso era para o Departamento de Gestão Pública do Centro de Ciências Sociais Aplicadas Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Kry Carneiro/G1 A Justiça Federal na Paraíba suspendeu liminarmente a nomeação de uma candidata que havia sido aprovada em um concurso público para o cargo de professora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), conforme divulgado nesta segunda-feira (17). A suspensão ocorreu a pedido do Ministério Público Federal, por uma amizade entre a presidente da banca examinadora do certame e a aprovada. O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da UFPB e, em nota, a universidade respondeu que "a gestão central da UFPB tem responsabilidade com a transparência pública e se compromete, portanto, em investigar, desvendar e desfazer quaisquer atos que impliquem em desacordo com os princípios da administração pública, como a impessoalidade nos concursos públicos". Na decisão, a juíza Cristina Maria Costa Garcez informa que o MPF apresentou evidências da amizade entre as duas, como agradecimentos com menções expressas nas teses de doutorado, da presidente da banca para a candidata e vice-versa. O concurso era direcionado para o Departamento de Gestão Pública do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), na área de Economia. Embora o MPF tenha solicitado a anulação do certame, a Justiça não concedeu. A magistrada também cita que o Ministério apontou que elas mantinham uma amizade em uma rede social, na qual trocavam felicitações, comentários, cumprimentos e outras comunicações que indicam afeição. No documento, a juíza pontua ainda que o MPF denunciou, além da amizade entre a candidata e a presidente, o favorecimento da aprovada, por meio da atribuição de notas mais altas nas provas didática e escrita. “[...] Muito particularmente no que diz respeito as notas atribuídas, sempre superiores quando comparada com as dos demais candidatos, inclusive, mais altas do que aquelas atribuídas pelos outros membros da mesma banca avaliadora. Daí surgiu a afirmação de favorecimento, subjetivamente falando”, explica na decisão a juíza. Apesar disso, a magistrada ressalta que no processo não está sendo posta em dúvida a honestidade e seriedade da presidente da banca. Contudo, afirma que, por se tratar de um concurso público, a suspeita sobre a atuação de quaisquer participantes, pode gerar dúvidas quanto à integridade do certame.
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17/12 - Após acordo, México anuncia reajuste do salário mínimo diário em 16,2%
Anúncio foi feito pela secretária do Trabalho e da Previdência Social, Luisa María Alcalde. O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, em imagem de arquivo Reuters/Edgard Garrido O governo do México, empresários e sindicatos chegaram a um acordo nesta segunda-feira (17) para aumentar em 16,2% o salário mínimo geral, que passa de 88,36 pesos por dia (R$ 17,14) para 102,68 (R$ 19,92) a partir de janeiro de 2019. O anúncio do acordo firmado pelo governo de Andrés Manuel López Obrador, que tomou posse no início do mês, foi feito pela secretária do Trabalho e da Previdência Social, Luisa María Alcalde. "Para 2019, o salário mínimo será fixado em 102,68 pesos e em 176,72 (R$ 34,16) na área livre da fronteira norte. É um aumento de 16,21% em relação a 2018", indicou a secretária. Em um evento que contou com a presença do presidente e representantes da indústria e dos sindicatos, Alcalde afirmou que o reajuste, maior do que os 10,4% do ano passado, é o início de um "caminho de recuperação progressivo, responsável e sustentável" do salário mínimo no México. A medida permitirá, segundo ela, quitar uma "dívida histórica" com os trabalhadores que recebem menos no país, fazendo com que eles recebam um salário digno e atinjam a linha de bem-estar do Conselho Nacional de Avaliação da Política de Desenvolvimento Social. A secretária também comemorou o rápido consenso entre as partes para chegar ao reajuste salarial, um tema que costuma ser motivos de disputas no México, especialmente devido aos efeitos que o aumento pode gerar sobre a inflação no país. Em uma breve mensagem no Twitter, a Confederação Patronal da República Mexicana (Coparmex) declarou apoio ao reajuste do salário mínimo no país - um dos mais baixos da América Latina - e disse que a decisão é o primeiro passo para uma mudança de cultura. Initial plugin text O México tem 124,7 milhões de habitantes, de acordo com as projeções demográficas para 2018 realizadas a partir do censo realizado em 2010. Há dois anos, 43,6% da população vivia em situação de pobreza.
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17/12 - Concurso da Novacap: Polícia Civil e Ministério Público do DF investigam participação de servidores em suposta fraude
Operação Cartas Marcadas cumpriu 10 mandados de busca e apreensão na sede da estatal. MPDF contabilizou 50 denúncias contra organização do certame. Entrada da sede da Novacap, no SIA, em Brasília Google/Reprodução Uma operação conjunta entre o Ministério Público e a Polícia Civil do Distrito Federal cumpriu 10 mandados de busca e apreensão na sede da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), nesta segunda-feira (17). A suspeita é de que servidores da estatal e membros da banca organizadora do concurso público estejam envolvidos em uma suposta fraude na aplicação das provas. O concurso, que abriu 96 vagas para novos servidores, foi adiado pela quarta vez neste domingo (16). Desde o lançamento do edital, o MP já recebeu 50 denúncias que apontam possíveis irregularidades. Para o promotor de Defesa do Patrimônio Público, Fábio Nascimento, a suspeita de fraude surgiu ainda na fase do pregão eletrônico para escolha da banca organizadora. Na seleção, a Inaz do Pará deu “o melhor lance, com menor preço”, sendo escolhida para segunda fase da avaliação. PCDF e Ministério Público apresentam balanço da operação Cartas Marcadas Marília Marques/G1 DF No entanto, o valor cobrado aos candidatos para a inscrição chamou a atenção dos órgãos públicos. “Considerando termo de referência, a Novacap sugeriu o valor de inscrição de R$ 118, mas a Inaz do Pará ofertou lance para que valor da inscrição fosse de R$ 6 ou R$ 7”, explica o promotor. “O valor é irrisório para um certame envolvendo mais de 70 mil candidatos.” Além disso, o Ministério Público e a Polícia Civil do DF investigam se houve falha ou uma suposta fraude de servidores da Novacap na segunda fase da licitação. As regras do processo obrigam que a Administração Pública avalie a capacidade técnica da empresa selecionada antes da assinatura do contrato. “Supõe-se que a Inaz deveria ser melhor avaliada e que a Novacap deveria ter verificado a capacidade de estrutura da empresa para organização do concurso”, afirma Nascimento. “Ao verificar que eles não teriam essa estrutura para um concurso público desse porte, a medida mais ajustada seria a desclassificação da empresa." Por causa das denúncias, o MP sugere que candidatos que “se sintam lesados” peçam o ressarcimento dos valores pagos. Esses pedidos devem ser feitos na Ouvidoria do Ministério Público. Candidatos foram pegos de surpresa com adiamento, mais uma vez, da prova da Novacap Arquivo pessoal Suspeitas Para a Polícia Civil, “não está descartada a participação de servidores ou membros da banca organizadora em eventuais fraudes”. A operação deflagrada nesta segunda não tem prazo para ser concluída. Segundo o delegado Adriano Valente são investigados os seguintes crimes: Organização criminosa, Tentativa de fraude a certame de interesse público Falsidade ideológica Apesar das investigações questionarem a lisura do concurso, a polícia informa que a eventual rescisão do contrato da Novacap com a banca organizadora “caberá somente à Administração Pública". Aviso da suspensão da prova da Novacap neste domingo (16), em Brasília Arquivo pessoal O outro lado Em nota, a Novacap informou que não foi comunicada oficialmente do adiamento do concurso. Diz ainda que vai adotar "todas as medidas e penalidades cabíveis" contra a empresa responsável pelo certame. "A Novacap repudia a atitude da empresa contratada por licitação e se solidariza com os 76.258 candidatos inscritos no certame e reitera que adotará as medidas legais cabíveis." Já a banca organizadora – Inaz do Pará – informou que a prova agendada para este domingo (16) "não seria mais aplicada". O comunicado não cita previsão de uma nova data para a avaliação. A empresa não se posicionou sobre as suspeitas de irregularidade no concurso. "A impossibilidade de aplicação das provas no referido dia se deu em virtude de problemas com alguns locais de prova em Planaltina e, para manter o sigilo do concurso, a banca está providenciando os ajustes e demais procedimentos preparatórios", diz o texto. A Inaz afirma, ainda, que "assim que tais questões forem elididas [eliminadas]", novas informações sobre o reagendamento da prova serão divulgadas. Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
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17/12 - Futuro ministro da Economia defende cortes no 'Sistema S'
Em evento no Rio de Janeiro, Paulo Guedes falou em 'passar a faca' no sistema, que engloba Sesi, Senai, Sesc, entre outros. Paulo Guedes defende cortes em instituições como Sesi, Senai e Sebrae Ao defender o corte de gastos públicos para ajustar as contas do governo, Guedes, o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu nesta segunda-feira (17), no Rio de Janeiro, cortes no chamado 'Sistema S', que engloba organizações do sistema produtivo, como Sesi, Senai e Sesc, entre outros. "Como é que você pode cortar isso, cortar aquilo e não cortar o Sistema S? Tem que meter a faca no Sistema S também", afirmou Guedes à GloboNews, em evento com empresários na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). As entidades desse sistema não são públicas, mas recebem repasses do governo. A fala do futuro ministro foi recebida com reação negativa da plateia, ao que ele seguiu: "Óóó! Vocês estão achando que a CUT perde o sindicato mas aqui fica tudo igual? O almoço é bom desse jeito, ninguém contribui?", questionou, sendo seguido por aplausos. Segundo ele, o corte pode chegar a 50% dos recursos. "Eu acho que a gente tem que cortar pouco para não doer muito. Se tivermos interlocutores inteligentes, preparados, que quiserem contribuir como o Eduardo Eugênio (presidente da Firjan), a gente corta 30%. Se não tiver, é 50%", disse ele. Firjan O presidente da Firjan, Eduardo Eugênio, que administra os recursos do Senai e do Sesi no Rio, comentou a declaração do futuro ministro. “Acho que todas as organizações e instituições no Brasil, privadas ou públicas, merecem uma revisita para melhorar seus custos. O ministro que diz ao mesmo que quer cortar nos orçamentos dos (sistema) ‘S’ diz que não quer prejudicar as coisas que dão certo, as escolas que estão funcionando e entregando mudança de vida para as pessoas”. Previdência, privatizações Guedes afirmou que as prioridades econômicas no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro serão acelerar privatizações e a reforma da Previdência. Segundo ele, o atual regime, de repartição, que segundo ele é uma "bomba" – mas ressaltou que antes de fazer o trânsito para o regime de capitalização é necessário "acertar o modelo que está aí", de acordo com a Reuters. Em relação à cessão onerosa do pré-sal, ele afirmou que "voltará ao ataque no ano que vem" no tema da cessão onerosa, ressaltando que se a investida for aprovada haverá repartição de recursos do leilão do excedente do pré-sal com Estados e municípios. Guedes também afirmou que a simplificação de impostos é outra prioridade no campo econômico e que é preciso pensar num programa de substituição tributária. Entenda o 'Sistema S' O sistema S reúne entidades empresariais voltadas para o treinamento profissional, assistência social, consultoria, pesquisa e assistência técnica – serviços considerados de interesse público. Atualmente, 9 entidades compõem o sistema. Todas têm seu nome iniciado com a letra "S": Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai); Serviço Social do Comércio (Sesc); Serviço Social da Indústria (Sesi); e Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (Senac). Existem ainda os seguintes: Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar); Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop); e Serviço Social de Transporte (Sest). Embora sejam privadas e administradas por federações e confederações patronais, essas entidades são mantidas por contribuições estipuladas em lei e administram recursos públicos. Em 2018, segundo a Receita Federal foram repassados R$ 17,08 bilhões. No ano passado, foram R$ 16,47 bilhões. Uma parte das contribuições e tributos que as empresas pagam sobre a folha de pagamento é repassado para as entidades do Sistema S. As alíquotas das contribuições variam em função do tipo do contribuinte. Os percentuais vão de 0,2% a 2,5%.
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17/12 - Apple contrata designer da Tesla e realimenta rumores sobre produzir carros
Empresa está trabalhando em sistema de veículos autônomos e diz que plano se limita a desenvolver softwares. Interior do Tesla Model 3 Divulgação A Apple contratou um dos principais designer da Tesla, Andrew Kim, segundo anúncio feito pelo próprio nesta segunda-feira (17) nas redes sociais, reaquecendo os rumores de que a empresa pode lançar um carro no futuro. Carro autônomo da Apple se envolve em acidente nos EUA Kim postou uma foto no Instagram no Apple Park, a sede da companhia em Cupertino, na Califórnia, e atualizou seu perfil no LinkedIN para acrescentar o novo emprego na Apple. Antes da Tesla, o novo funcionário da Apple trabalhou na Microsoft e atuou no design de interface para usuários do Windows 10 e na elaboração do Xbox One S. Já na companhia de Elon Musk, Kim contribuiu nos projetos dos modelos 3, S, X e E. A chegada de Kim à Apple ocorre depois da volta do então engenheiro-chefe de veículos da Tesla, Doug Field, à empresa. Anos antes, ele havia atuado como vice-presidente de hardware dos Macs. Segundo a emissora "CNBC", a contratação de empregados da Tesla pela Apple foi "habitual" em 2018, o que reacendeu os rumores de que a empresa hoje comandada por Tim Cook pode fabricar automóveis. A Apple não esconde estar trabalhando no desenvolvimento de um sistema para veículos autônomos. A empresa, porém, diz que seu interesse se limita ao software e que desistiu de criar um veículo próprio em 2016.
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17/12 - Movimento dos coletes amarelos já causou perdas de € 2 bilhões no comércio francês
Os cinco sábados consecutivos de manifestações dos coletes amarelos provocaram uma queda de 30% no volume de vendas. Manifestantes vestidos com coletes amarelos protestam em frente ao Arco do Triunfo AFP Os cinco sábados consecutivos de manifestações dos coletes amarelos provocaram uma queda de 30% no volume de vendas em dezembro, na França. Mais de 500 lojas tiveram vitrines quebradas, foram saqueadas, ou sofreram outros estragos durante os tumultos segundo Didier Kling, presidente da Câmara de Comércio e Indústria da região de Île de France, onde está localizada a capital, Paris. Diante da situação, os comerciantes franceses estão propensos a abrir as portas à noite para diminuir o prejuízo. “Temos que vender todas as mercadorias compradas que estão nas lojas. Somos favoráveis à abertura noturna, mas é preciso que haja aceitação da parte dos funcionários”, diz. Segundo Kling, abrir mais lojas no domingo, como já é o caso de várias butiques na capital, não seria a melhor solução nesse momento, já que a medida não permitiria compensar as perdas até o Natal. Os protestos dos últimos finais de semana geraram um prejuízo de mais de € 2 bilhões no setor, que não poderão mais ser recuperados até fim do ano, segundo o Conselho Nacional dos Centros Comerciais da França. De acordo com um comunicado divulgado nesta segunda-feira (17) houve uma queda de frequentação de 10% nos shoppings franceses em relação ao mesmo período do ano passado. Como o movimento dos 'coletes amarelos' juntou direita e esquerda contra Macron O órgão tomou como referência 280 dos 800 centros comerciais espalhados pelo país. “Este é o quinto fim de semana desde o início da crise dos coletes amarelos, o que causou um forte impacto nas atividades dos lojistas”, diz o representante do Conselho, Gontran Thüring. O setor, lembra, representa 5% do PIB e mais de 525 mil empregos locais, ou seja, que não podem ser “deslocalizados”. Mais imposto para comércio on-line Diante da situação, Thüring propõe, como medida extra, uma aceleração nos processos de autorização de abertura aos domingos. Ele ainda sugere que seja instaurado um “justo equilíbrio da pressão fiscal sobre todas as formas de comércio”, criando novas taxas para plataformas on-line como a Amazon, por exemplo. A mobilização dos coletes amarelos, lançada no dia 17 de novembro contra a alta dos impostos sobre os combustíveis e, de forma mais global, contra a queda do poder aquisitivo, diminuiu em relação aos fins de semana anteriores. No último sábado, cerca de 66 mil pessoas participaram dos protestos, contra 136 mil nos finais de semana anteriores. Manifestante vestido de Papai Noel chuta bomba de gás lacrimogêneo em Paris, França Gonzalo Fuentes/Reuters Initial plugin text
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17/12 - UE importa mais grãos do que exporta pela 1ª vez em mais de 10 anos
Saldo é resultado da seca afetou colheita de trigo, de uma forte competição com a Rússia para exportar e da importação recorde de milho.  A UE é um dos maiores exportadores mundiais de grãos, principalmente de trigo TVCA/ Reprodução A União Europeia se tornou importadora líquida de grãos pela primeira vez em mais de dez anos depois de uma seca que afetou a colheita de trigo, uma forte competição das exportações da Rússia e um ritmo recorde das importações de milho. Até 16 de dezembro, a UE importou 13,15 milhões de toneladas de grãos na temporada 2018/19, ante exportações de 12,64 milhões de toneladas em igual período do ciclo anterior, mostraram dados da Comissão Europeia divulgados nesta segunda-feira (17). A UE foi um importador líquido de grãos pela última vez na temporada 2007/08, quando a safra também foi danificada por uma seca, mostraram dados compilados pela Reuters. A UE é um dos maiores exportadores mundiais de grãos, principalmente de trigo, mercado em compete com os países da região do Mar Negro e os Estados Unidos. O bloco é tradicionalmente um importador líquido de milho. A balança nesta temporada foi alterada pela queda acentuada nos embarques de trigo, ligados à pequena colheita, prejudicada pelo tempo seco e quente durante o verão europeu, e grandes exportações russas, além de compras massivas de milho após uma pequena safra. As exportações de trigo europeu chegaram a 7,5 milhões de toneladas até o momento em 2018/19, 25% a menos que os 9,9 milhões em igual momento da temporada passada, mostraram os dados da Comissão, enquanto as importações de milho ficaram a 9,9 milhões de toneladas, alta de 41% ante os 7 milhões comprados há um ano.
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17/12 - Balança comercial registra superávit de US$ 2,8 bilhões na parcial de dezembro
Resultado foi divulgado pelo Ministério da Indústria e Comércio Exterior. Ao todo, nas duas primeiras semanas do mês, exportações somaram US$ 10,1 bi, e as importações, US$ 7,3 bi. O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) informou nesta segunda-feira (17) que a balança comercial registrou superávit de US$ 2,8 bilhões na parcial de dezembro. Ao todo, nas duas primeira semanas deste mês, as exportações somaram US$ 10,1 bilhões, e as importações, US$ 7,3 bilhões (veja no gráfico abaixo). Quando as exportações superam as importações, o resultado é de superávit. Quando acontece o contrário, o resultado é de déficit. No acumulado do ano, a balança também registra superávit, de US$ 54,4 bilhões. O valor representa uma queda de 13,6% em relação ao mesmo período de 2017, quando o saldo era de US$ 63,2 bilhões. A estimativa do governo é encerrar 2018 com um saldo positivo de cerca de US$ 50 bilhões, enquanto os analistas financeiros preveem superávit de US$ 58 bilhões. Segunda semana de dezembro Entre os dias 10 e 16 deste mês, a balança comercial teve saldo de US$ 918 milhões. As exportações somaram US$ 4,5 bilhões, com uma redução de 17,6% na comparação com a segunda semana de dezembro de 2017. O desempenho foi puxado principalmente pela queda nas vendas de manufaturados (-24,7%) e de semimanufaturados (-24,1%). Já as importações cresceram 15,8% e alcançaram US$ 3,6 bilhões, com diminuição nos gastos com adubos e fertilizantes, equipamentos eletroeletrônicos, equipamentos mecânicos, siderúrgicos e alumínio e obras.
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17/12 - Governo marca novo leilão do pré-sal para novembro de 2019
Informação foi dada nesta segunda (17) pelo secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Felix. Nova rodada sob regime de concessão também foi marcada para outubro. O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Felix, informou nesta segunda-feira (17) que o novo leilão do pré-sal foi marcado para 1º de novembro de 2019. Felix informou, também, que a nova rodada do regime de concessão para exploração de petróleo fora da área do pré-sal ficou para 2 de outubro do ano que vem. Mais cedo, nesta segunda, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou a 6ª Rodada de licitação do pré-sal e a 16ª Rodada sob o regime de concessão. O CNPE também autorizou a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a fazer os estudos para a 7ª e 8ª Rodada do pré-sal. Segundo o Ministério de Minas e Energia, para realização da 16ª Rodada de Licitações de blocos sob o regime de concessão serão selecionados blocos localizados nas bacias de Pernambuco-Paraíba, de Jacuípe, de Camamu-Almada, de Campos e de Santos. Serão contemplados 42 blocos, distribuídos em sete setores de cinco bacias sedimentares, com área total em oferta de 29.911,62 km². Já na 6ª Rodada do pré-sal serão ofertados cinco blocos: Sudoeste de Sagitário, Norte de Brava, Aram, Cruzeiro do Sul (antigo Sudeste de Lula, Sul e Sudoeste de Júpiter) e Bumerangue. 'Cessão onerosa' O leilão do pré-sal anunciado nesta segunda-feira não tem relação com o megaleilão de petróleo da chamada "cessão onerosa". Na semana passada, o Tribunal de Contas da União (TCU) pediu mais informações ao governo. Com o pedido, o TCU só voltará a analisar o caso após receber a documentação. O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia afirmou que espera entregar as informações solicitadas ainda este ano. Em 2010, a União e a Petrobras assinaram o acordo da "cessão onerosa", que permitiu à estatal a exploração de 5 bilhões de barris de petróleo na Bacia de Santos. À época, a Petrobras pagou R$ 74,8 bilhões. A estimativa do governo federal, porém, é que a área pode render mais 6 bilhões de barris, e, diante disso, a União quer fazer um megaleilão do volume excedente, o que poderia render até R$ 100 bilhões aos cofres públicos.
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17/12 - Mourão diz que acordo Boeing-Embraer é vital para empresa brasileira enfrentar concorrência
O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão Reprodução/GloboNews O vice-presidente eleito, Hamilton Mourão, disse ao blog que o acordo Boeing-Embraer, anunciado nesta segunda-feira (17), é “ótimo” para o Brasil e vital para a empresa brasileira enfrentar a concorrência internacional. “Acho ótimo para o Brasil e para Embraer, e é vital para ela enfrentar a concorrência internacional”, afirmou Mourão. Segundo ele, o governo Bolsonaro é favorável ao acordo e vai aguardar se a aprovação do negócio acontecerá ainda na administração Michel Temer ou se ficará para o presidente eleito, depois que ele tomar posse. "Depois que a Bombardier [concorrente da Embraer] se juntou à Airbus, a Embraer precisava buscar um novo parceiro para enfrentar a concorrência internacional", afirmou Mourão. Bolsonaro já havia dito que aprovava as negociações entre as duas empresas. "Esse acordo vai permitir que sejamos mais agressivos neste mercado no plano internacional", disse o vice-presidente eleito, destacando que a parte de defesa da Embraer seguirá nacional como defendem os militares. A intenção do governo brasileiro é manter a golden share nesta unidade da empresa brasileira, para ter poder de veto sobre sua estratégia. Editoria de Arte / G1
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17/12 - Agro na Globo mostrou a riqueza do campo brasileiro
Do tomate ao uso da tecnologia no cultivo de flores, Agro mostrou diversidade da produção no país. Agro na Globo mostrou a riqueza da produção no campo brasileiro Em 2018, o Agro na Globo mostrou a riqueza do campo brasileiro. As produções de tomate e mandioca, por exemplo, faturaram alto em 2017: R$ 14 e R$ 11 bilhões, respectivamente. Mostrou também que a produção brasileira com frequência é exportada e faz sucesso lá fora. A carne suína brasileira é exportada para 70 países e gera 600 mil empregos. Setenta por cento do rebanho está nas mãos dos produtores familiares. Já a produção de abacaxi no Brasil emprega 74 mil pessoas no campo e permite que o país exporte a fruta para 17 países. O campo brasileiro também tem outros produtos: a produção de flores gera 200 mil empregos seja no cultivo ou na produção de bens associados à cultura das flores como vasos, adubos, acessórios para plantio. Por ano, o faturamento dos produtores e do comércio cresce 8% e já ultrapassa a marca de R$ 7 bilhões. O rebanho de caprinos no Brasil chega a 9,7 milhões de animais. A cabra fornece diversos produtos: a carne e o leite movimentam R$ 900 milhões por ano. O leite está cada vez mais no cardápio das pessoas, já que é recomendado para quem tem intolerância à lactose. A presença feminina no campo também foi destaque. Hoje, nas fazendas, há mais mulheres com curso superior do que homens. As mulheres planejam e executam. Um terço das propriedades rurais está sob a direção feminina.
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17/12 - Louis Vuitton compra Copacabana Palace e demais hotéis da rede Belmond em transação de US$ 3,2 bilhões
De acordo com um comunicado, a transação deve ser concluída no primeiro semestre de 2019, pois está sujeita à aprovação dos acionistas da Belmond. Icônico Copacabana Palace, o mais tradicional do Rio de Janeiro, foi comprado pelo grupo Louis Vuitton Marcos Serra Lima/ G1 Com 95 anos recém-completados, o icônico Copacabana Palace, à beira da praia mais famosa do Brasil, terá novo dono a partir do ano que vem. O grupo francês Louis Vuitton anunciou a compra de toda a rede Belmond, dona do hotel carioca, em transação de US$ 3,2 bilhões, cerca de R$ 12 bilhões. O anúncio foi feito pela holding da Louis Vuitton na sexta-feira (14). De acordo com o comunicado, a transação deve ser concluída no primeiro semestre de 2019, pois está sujeita à aprovação dos acionistas da Belmond e à autorização pelas autoridades competentes em matéria de concorrência. Além do Copacabana Palace, o grupo Belmond possui outros 25 hotéis de luxo. Ele foi fundado há 40 anos com a aquisição do emblemático Hotel Cipriani, em Veneza. Fazem parte de sua rede o Hotel Splendido, em Portofino, também na Itália; o Grand Hotel Europe, em São Petersburgo, na Rússia; e o Maroma Resort & Spa, no México. No Brasil, além do hotel no Rio, possui também o Hotel das Cataratas, em Foz do Iguaçu. Além dos 26 hotéis, o Belmond possui ainda restaurantes e cruzeiros hoteleiros, ferroviários e fluviais. “Através desta aquisição, a Louis Vuitton aumentará significativamente sua presença no luxuoso mundo do hotel”, destacou o grupo francês em comunicado ao mercado. Procurada pelo G1, a assessoria do Copacabana Palace disse não ser prevista uma mudança de nome do tradicional hotel carioca. O início da operação pelo grupo francês também não está definido. “Estamos muito felizes com a notícia e por fazer parte do maior conglomerado de marcas de Luxo do mundo”, ressaltou a assessoria do Copacabana Palace. O Copacabana Palace começou a ser construído em 1919, a pedido do então presidente Epitácio Pessoa. Na época, o Rio ainda era a capital do Brasil, e Pessoa desejava que a cidade tivesse um grande hotel turístico. Copacabana Palace foi o primeiro grande edifício de Copacabana. Na foto, ele aparece antes da ampliação da Avenida Atlântica, ainda na década de 1920, cercado apenas de pequenas casas W.Kollien/Casa Editorial G. Ermakoff O objetivo principal da construção de um hotel monumental na orla carioca era hospedar os visitantes esperados para a Exposição do Centenário da Independência do Brasil, um evento de dimensões internacionais, realizado na esplanada do Castelo, em 1922. Coube ao empresário Octávio Guinle, primeiro proprietário do hotel, atender ao pedido presidencial. O estabelecimento foi inaugurado em agosto de 1923 e foi o primeiro grande edifício de Copacabana, cercado à época apenas por pequenas casas e mansões. Ao longo de seus quase 100 anos, o Copacabana Palace carrega a memória de ilustres personalidades. Passaram por seus salões e quartos os maiores artistas do mundo, como Ella Fitzgerald, Louis Armstrong, Madonna, Freddie Mercury, Paul McCartney e Rod Stewart. Teve até mesmo Janis Joplin nadando pelada em sua famosa piscina, pouco meses antes de morrer. Piscina semi olímpica do Belmond Copacabana Palace Marcos Serra Lima/ G1
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17/12 - Polícia Civil e Ministério Público do DF investigam fraude em concurso da Novacap
Concurso que abriu 96 vagas foi adiado pela 4ª vez no domingo. Operação Cartas Marcadas fez buscas na sede da Novacap, em Brasília. Candidatos foram pegos de surpresa com adiamento, mais uma vez, da prova da Novacap Arquivo pessoal A Polícia Civil e o Ministério Público do Distrito Federal (MPDF) realizaram nesta segunda-feira (17) buscas no prédio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). A ação é resultado da operação Cartas Marcadas que investiga uma possível fraude no concurso da estatal. O concurso, que abriu 96 vagas para novos servidores, foi adiado pela quarta vez neste domingo (16). De acordo com a investigação, há suspeitas de que a contratação da banca responsável pelo certame – Inaz do Pará – seria de fachada. Além disso, funcionários comissionados, que se inscreveram no concurso, teriam ajudado na escolha da banca e ficariam com a maioria das vagas. Computadores, celulares e documentos foram recolhidos e enviados para análise. A Novacap disse que está colaborando com as investigações e fornecendo todas as informações solicitadas. A companhia informou ainda que "é de interesse da Novacap que os fatos sejam esclarecidos". Aviso da suspensão da prova da Novacap neste domingo (16), em Brasília Arquivo pessoal Adiamento do concurso Após mais de 20 anos sem concurso, as provas foram adiadas pela 4ª vez no domingo (16). Cerca de 76 mil candidatos que fariam a prova foram pegos de surpresa porque o novo adiamento não foi informado. Em 7 de dezembro passado, dois dias antes da prova, a Novacap havia remarcado o certame para este domingo. Em nota, Companhia Urbanizadoras da Nova Capital do Brasil (Novacap) informou que não foi comunicada oficialmente do adiamento do concurso. O comunicado diz, ainda, que o órgão vai adotar "todas as medidas e penalidades cabíveis" contra a empresa responsável pelo certame. "A Novacap repudia a atitude da empresa contratada por licitação e se solidariza com os 76.258 candidatos inscritos no certame e reitera que adotará as medidas legais cabíveis." A banca organizadora – Inaz do Pará – informou que a prova agendada "não seria mais aplicada". O comunicado não cita previsão de uma nova data para a avaliação. "A impossibilidade de aplicação das provas no referido dia se deu em virtude de problemas com alguns locais de prova em Planaltina e, para manter o sigilo do concurso, a banca está providenciando os ajustes e demais procedimentos preparatórios", diz o texto. A Inaz afirma, ainda, que "assim que tais questões forem elididas [eliminadas]", novas informações sobre o reagendamento da prova serão divulgadas. Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
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17/12 - Sindicato dos Metalúrgicos afirma que acordo entre Boeing e Embraer afeta soberania nacional
Entidade avalia que que criação de nova empresa que envolve o cargueiro militar KC-390 "entrega um projeto brasileiro aos americanos". Fabricante brasileira garantiu que manterá a produção do cargueiro militar no Brasil. Sindicato dos Metalúrgicos diz que acordo afeta soberania nacional Anac/Divulgação O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos criticou o acordo entre Embraer e Boeing para criação de uma nova empresa na área da aviação comercial e outra para promover novos mercados para o avião cargueiro KC-390. Segundo o sindicato, o acordo afeta a soberania nacional "por entregar um projeto brasileiro [KC-390] aos americanos". O acordo ainda precisa ser aprovado pelo governo brasileiro, que é dono de uma "golden share" na companhia e, por isso, tem poder de veto em decisões estratégicas. A Embraer garantiu que manterá a produção do cargueiro militar no Brasil. (leia mais abaixo) As empresas anunciaram nesta segunda-feira (17) o acordo que prevê a criação de uma empresa de aviação comercial no Brasil. A Boeing terá 80% de participação na joint venture, ao fazer um pagamento de US$ 4,2 bilhões. Os 20% restantes serão da fabricante brasileira, que poderá vender sua parte para a norte-americana a qualquer momento, por meio de uma opção de venda. “Esse não é um acordo de cooperação, é uma venda. A porcentagem entregue da empresa para a Boeing é muito maior. Tiramos das mãos do Brasil a força intelectual de produção”, afirmou Hebert Carlos, diretor sindical na Embraer. O novo negócio está sendo chamado de 'JV Aviação Comercial' ou 'Nova Sociedade' e é avaliado em US$ 5,26 bilhões. Inicialmente, quando as duas empresas assinaram um memorando, o valor era estimado em US$ 4,75 bilhões. O sindicato também questiona o acordo para criação de uma nova empresa para promover e desenvolver novos mercados na área de defesa, envolvendo o avião militar multimissão KC-390. Em documento ao mercado, a Embraer afirma que a empresa irá atuar "a partir de oportunidades identificadas em conjunto, e desenvolvimento, fabricação e vendas do KC-390". De acordo com a parceria, a Embraer será a controladora do negócio, com 51% de participação, e a Boeing, os 49% restantes. Para o sindicato, o projeto é do governo brasileiro e está sendo entregue aos EUA. “Construímos um projeto de defesa de sucesso e estamos dando isso para o governo norte-americano. O KC-390 foi construído 80% com verba federal e estamos dando 49% disso para o exterior. A soberania nacional está afetada com isso. Os Estados Unidos não dão nada de graça para a gente, por que vamos fazer isso?”, disse Hebert. Caso a parceria seja aprovada no tempo previsto, a Embraer espera que a negociação seja concluída até o final de 2019. Parceria entre Boeing e Embraer prevê a criação de joint ventures de aviação comercial e defesa. Claudia Ferreira / G1 Por que Boeing e Embraer estão unindo forças A Boeing e a Embraer anunciaram no fim de 2016 que estudavam unir seus negócios. A expectativa era de que um acordo entre as duas poderia criar uma gigante global de aviação, com forte atuação nos segmentos de longa distância e na aviação regional, e capaz de fazer frente a uma união similar entre as maiores concorrentes, Airbus e Bombardier, que também se uniram. A americana e a brasileira tentam consolidar em um mesmo negócio duas operações fortes, uma em aviação de longa distância, outra para deslocamentos regionais. Enquanto a Boeing é a principal fabricante de aeronaves comerciais para voos longos, a Embraer lidera o mercado de jatos regionais, com aeronaves equipadas para voar distâncias menores. A Embraer foi privatizada em 1994, no fim do governo Itamar Franco, por R$ 154,1 milhões (valores da época), quando o governo obteve o poder de decisão sobre a companhia. Após concluída a transação, a joint venture será liderada por uma equipe de executivos no Brasil, incluindo um presidente e CEO. A Boeing terá o controle operacional e de gestão da nova empresa, que responderá diretamente a Dennis Muilenburg, presidente e CEO da Boeing. A Embraer terá poder de decisão para alguns temas estratégicos, como a transferência das operações do Brasil. A empresa espera que o resultado da operação, descontados os custos de separação, seja de aproximadamente US$ 3 bilhões. A expectativa é que a parceria só tenha efeitos no lucro por ação da Boeing após 2020. O negócio deve gerar sinergias anuais de cerca de US$ 150 milhões – antes de impostos – até o terceiro ano de operação. O que diz a Embraer? A fabricante brasileira informou em nota que os negócios de 'Defesa & Segurança' e de jatos executivos, dentre outros, não serão segregados para a nova sociedade e permanecerão sendo desenvolvidos e realizados pela Embraer. "A joint venture do KC-390 será dedicada à promoção e desenvolvimento de novos mercados a partir de oportunidades identificadas em conjunto e terá a Embraer como controladora", disse a companhia em nota. A empresa garantiu que os contratos já firmados são de responsabilidade integral da Embraer, que manterá a produção do KC-390 no Brasil.
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17/12 - Google investirá US$1 bi para estabelecer novo campus em Nova York
A gigante de tecnologia passa a compor a onda de empresas, como Amazon e Apple, que estão expandindo operações para outras cidades. Prédio do Google em Nova York. Empresa irá investir US$ 1 bilhão em nova unidade na cidade. REUTERS/Jeenah Moon O Google informou nesta segunda-feira (17) que vai investir mais de US$ 1 bilhão para estabelecer um novo campus em Nova York. Com o movimento, a gigante de tecnologia passa a compor a onda de empresas que estão expandindo operações para outras cidades. A Apple, na semana passada, que investirá US$ 1 bilhão para construir um novo campus em Austin, no Texas. No mês passado, a Amazon anunciou a criação de dois novos centros, na Virgínia e também em Nova York, iniciativa que deve gerar 25 mil empregos em cada uma das cidades. O campus de cerca de 518 mil metros quadrados incluirá propriedades arrendadas em Hudson Street e Washington Street, disse a empresa em seu site. O Google espera inaugurar o prédio em 2022. O movimento para investir em imóveis de primeira linha no lado oeste de Manhattan também ressalta a importância crescente de Nova York como um centro de inovação e uma incubadora para empresas de tecnologia. "Nosso investimento em Nova York é uma grande parte do nosso compromisso de crescer e investir em instalações, escritórios e empregos nos EUA. Na verdade, estamos crescendo mais rápido fora da região da Bay Area (em São Francisco) do que dentro dela", disse Ruth Porat, vice-presidente financeira do Google e da Alphabet, companhia mãe do Google. O primeiro escritório do Google em Nova York é um dos maiores prédios da cidade, comprado em 2010 por US$ 1,77 bilhão. Com os nos novos prédios, o Google disse que mais que dobrará o número de funcionários em Nova York nos próximos dez anos. Atualmente o Google tem mais de 7 mil funcionários na cidade.
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17/12 - Trump critica Fed por 'ainda considerar' uma elevação dos juros
BC dos EUA pode elevar taxa de juros mais uma vez nos próximos dias. Presidente critica a medida por enfraquecer o ritmo de crescimento da economia. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou mais uma vez o Federal Reserve – o Banco Central do país – nesta segunda-feira (17) por seu ciclo de elevações de juros, dias antes da reunião do banco central em que a expectativa é que a autoridade monetária faça mais um aumento na taxa de juros, de acordo com a Reuters. "É incrível que, com um dólar bem forte e praticamente nenhuma inflação, o mundo exterior explodindo ao nosso redor, Paris em chamas e com a China em desaceleração, o Fed ainda esteja considerando outro aumento de juros. Aceite a vitória!", escreveu Trump em uma publicação em sua conta no Twitter. Initial plugin text Há tempos o presidente dos EUA vem criticando a política de elevação de juros do Fed, por possivelmente enfraquecer o ritmo de crescimento da economia. Segundo ele, é necessária a flexibilidade de taxa de juros mais baixa para sustentar a economia dos EUA em meio à batalha comercial conta a China, e potencialmente contra outros países. Em outubro, ele acusou o presidente do Fed, Jerome Powell, de "ficar alegre ao aumentar as taxas de juros". "Cada vez que fazemos algo genial, ele sobe as taxas de juros", lamentou Trump em entrevista ao Wall Street Journal, em referência direta a Powell, que o próprio presidente nomeou para o Fed. "É quase como se ficasse contente em elevar as taxas de juros", declarou Trump, recordando que seu predecessor, Barack Obama, "teve taxas zero". Desde o final de 2015 e após quase dez anos de taxas praticamente nulas para sustentar um crescimento que não decolava, o Fed foi progressivamente aumentando os juros, hoje oscilando entre 2% e 2,25%. O objetivo das altas recentes é evitar o crescimento da inflação e o superaquecimento de uma economia fortemente estimulada pela redução de impostos adotada por Trump. Mas Trump, que se orgulha de sua "economia efervescente", avalia que a política monetária representa "o maior risco" diante de um "aumento das taxas demasiado rápido" por parte do Fed.
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17/12 - A economia americana continuará em festa em 2019?
PIB dos EUA deve crescer 3% em 2018, mas primeira economia do mundo começa a mostrar fragilidade e gerar incertezas. Donald Trump, presidente dos EUA, em reunião com governadores eleitos nos EUA Brendan Smialowski/AFP A primeira economia do mundo continuará em festa em 2019? À primeira vista, os Estados Unidos parecem estar em seu melhor momento no encerramento de 2018, mas o futuro vem carregado de incertezas. O crescimento será de cerda de 3% em 2018, o melhor desempenho desde a crise financeira há 10 anos, em particular, graças aos grandes cortes de impostos implementados pela administração de Donald Trump. Além disso, o país tem criado empregos, sua taxa de desemprego é de menos de 4% e os preços continuam sendo bons. Mas essa economia ideal, nem muito quente nem muito fria, começa a mostrar fragilidade e 2019 chegará com grande quantidade de incertezas. O comércio está em plena desaceleração, com crescimento esperado de somente 6,2% para o próximo ano, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). Além disso, as taxas de juros, o Brexit e os protestos dos "coletes amarelos" na França e na Itália preocupam. Guerra comercial As hostilidades comerciais impulsionadas pela Casa Branca representam um risco real para o crescimento dos Estados Unidos, e também para os outros países. Segundo o FMI, o PIB mundial poderia cair 0,75% devido ao aumento das tensões. Washington lançou uma guerra tarifária, que só cresceu nos últimos meses, com o objetivo de equilibrar o comércio, e especialmente contra as práticas de Pequim, a quem acusa de roubo de patentes, transferências forçadas de tecnologia e espionagem industrial. A trégua de 90 dias assinada entre Pequim e Washington não foi convincente e o impacto na economia é real, já que o déficit comercial - sobre o qual Trump mede o sucesso de sua política - está aumentando. Entenda a guerra comercial e seus possíveis impactos "A batalha comercial não agrega nada ao crescimento, por agora, e não é certo que faça isso em longo prazo", disse o economista Joel Naroff. "Obviamente, os chineses buscam diversificar suas cadeias de fornecimento para limitar sua dependência dos Estados Unidos e abrir outros mercados para seus produtos", diz. O efeito negativo poderia ser, portanto, durável para os Estados Unidos. Empresas americanas, como a MedSourceLabs, que faz negócios com a China para fabricar equipamentos médicos, temem: "a incerteza começa a se sentir nas relações diárias com nossos fornecedores" chineses, disse em entrevista à AFP seu CEO, Todd Fagley. "Nosso temor é que a cura seja pior que a doença", afirmou Jake Colvin, vice-presidente do Conselho Nacional de Comércio Exterior, o lobby dos exportadores. General Motors e Ford já chamaram atenção para o fato que as tarifas sobre o aço e o alumínio custariam para eles pelo menos 1 bilhão de dólares nesse ano, em um momento em que o ciclo de vendas de automóveis parece ter alcançado seu ponto máximo. Agricultores americanos também se veem afetados, ao se perceberem forçados a reduzir os preços ou armazenar seu cultivo de soja, que antes das hostilidades vendiam para China. Fragilidades internas Especialistas esperam uma desaceleração no próximo ano: Goldman Sachs Research estima um crescimento de 2,5%, similar à expectativa do Banco Central. A Oxford Economics aposta em uma alta de 2% no final de 2019. A administração Trump continua garantindo que espera que a tendência se mantenha a um ritmo igual ou superior a 3%. Mas a economia dos Estados Unidos não pode permanecer imune ao enfraquecimento do crescimento global mostrado pelo FMI. Jerome Powell, chefe do poderoso Banco Central Americano (Fed), começou no final de novembro a duvidar do ritmo da economia e da alta das taxas de juros. Trump critica Fed por 'ainda considerar' uma elevação dos juros O Fed, que, segundo o mercado, vai decidir por um leve aumento da taxa de juros em 19 de dezembro, poderia decidir também, no mesmo dia, desacelerar os aumentos no próximo ano. O mercado imobiliário americano está retrocedendo devido ao efeito das oito altas nas taxas de juros desde o final de 2015, que elevaram o custo dos empréstimos imobiliários para cerca de 5%, algo que não acontecia há dez anos. O consumo, 70% da economia dos Estados Unidos, está em seu apogeu, mas enfrenta a queda de Wall Street, onde o Dow Jones perdeu seus ganhos do ano em poucas semanas. A pesada dívida das empresas, assim como o déficit federal, também são fatores de risco. Apesar disso, Christine Lagarde, a diretora do FMI, disse recentemente que "não há elementos de uma recessão a curto prazo". No final do ano, os investidores e economistas esperam que a curva das taxas de juros seja invertida, quando a taxa da dívida em dois anos se transforme em mais alta do que a taxa a longo prazo. Historicamente, esse fenômeno precedeu em muitos trimestres a maioria das recessões dos Estados Unidos desde 1950.
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17/12 - Negócio com a Boeing deve criar o maior grupo de aviação do mundo, diz presidente da Embraer
Empresas aprovaram os termos de uma parceria que prevê a criação de nova empresa de aviação comercial avaliada em US$ 5,26 bilhões. Logo da Embraer no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Paulo Whitaker/Reuters O presidente e CEO da Embraer, Paulo Cesar de Souza e Silva, afirmou que a parceria com a fabricante de aeronaves norte-americana Boeing, cujos termos foram detalhados nesta segunda-feira (17), deve criar o maior grupo de aviação do mundo. "Acreditamos que o acordo vai acelerar o crescimento da empresa e que essa parceria criará o maior grupo de aviação do mundo", disse em teleconferência com investidores. Quando Boeing e Embraer anunciaram intenções de se unir, em 2016, a expectativa era de que pudessem criar um negócio capaz de fazer frente à união entre suas maiores concorrentes, a europeia Airbus e a canadense Bombardier, que uniram forças em 2017. Mais cedo, a Embraer informou que as duas empresas aprovaram os termos do acordo anunciado em julho do ano passado, que prevê a criação de uma nova empresa (joint venture) de aviação comercial no Brasil. As ações da companhia chegaram a subir mais de 7% na B3. Parceria entre Boeing e Embraer prevê a criação de joint ventures de aviação comercial e defesa. Claudia Ferreira / G1 Os benefícios gerados pela nova empresa serão divididos igualmente entre a Embraer e a Boeing. Já os custos serão assumidos separadamente, explicou a investidores o vice-presidente Executivo Financeiro e Relações com Investidores, Nelson Krahenbuhl Salgado. Detalhes do acordo A parceria firmada entre Boeing e Embraer prevê a criação de uma nova empresa (joint venture) de aviação comercial no Brasil. O negócio é avaliado em US$ 5,26 bilhões. Inicialmente, quando as duas empresas assinaram um memorando, o valor era estimado em US$ 4,75 bilhões. A JV Aviação Comercial terá participação de 80% da Boeing – que fará um aporte de US$ 4,2 bilhões no negócio –, e os 20% restantes serão da Embraer. A fabricante brasileira de aeronaves terá o direito de vender sua parte na empresa para a fabricante norte-americana a qualquer momento, por meio de uma opção de venda. O acordo ainda precisa ser aprovado pelo governo brasileiro, que é dono de uma "golden share" na companhia e tem poder de veto em decisões estratégicas, como a transferência de controle acionário da empresa. O acordo ainda precisa ser aprovado pelo governo brasileiro, que é dono de uma "golden share" na companhia e tem poder de veto em decisões estratégicas, como a transferência de controle acionário da empresa. Entenda Situação das gigantes aéreas Embraer, Boeing, Airbus e Bombardier Alexandre Mauro/G1
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17/12 - Análise do acordo entre Embraer e Boeing pode terminar no início do governo Bolsonaro, diz Mansueto
Empresas aprovaram termos de parceria que cria nova empresa de US$ 5,26 bilhões; acordo ainda precisa da aprovação do governo. O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, afirmou nesta segunda-feira (17) que a análise pelo governo do negócio entre as fabricantes de aeronaves Boeing e Embraer poderá terminar no início do mandato de Jair Bolsonaro, pois o processo pode se estender para além de duas semanas. "Você tem um trâmite burocrático porque eles têm que pedir um posicionamento do governo em relação à golden share. E aí o governo tem que analisar, isso não necessariamente é feito em uma semana, mas também não é um processo muito longo", disse. "O governo tem que analisar, tem que ver se tem alguma implicação para aquelas atribuições da golden share e depois o governo tem que se manifestar via Procuradoria-Geral da Fazenda e o ministro da Fazenda, que manda isso para o presidente", explicou. "Não sei se isso dá para ser feito em uma ou duas semanas. Então talvez seja um processo que tenha começado agora e termine no início do próximo governo", acrescentou Mansueto, que seguirá no mesmo cargo no governo Bolsonaro. A Embraer informou nesta segunda-feira (17) que aprovou junto à fabricante norte-americana de aeronaves Boeing os termos do acordo anunciado em julho do ano passado, que prevê a criação de uma nova empresa (joint venture) de aviação comercial no Brasil. O negócio é avaliado em US$ 5,26 bilhões. A Boeing terá 80% de participação na joint venture, ao fazer um pagamento de US$ 4,2 bilhões. Os 20% restantes serão da fabricante brasileira, que poderá vender sua parte para a norte-americana a qualquer momento, por meio de uma opção de venda. O acordo ainda precisa ser aprovado pelo governo brasileiro, que é dono de uma "golden share" na companhia e tem poder de veto em decisões estratégicas, como a transferência de controle acionário da empresa. Entenda Caso o governo aprove o negócio, o acordo ainda será submetido à aprovação dos acionistas, das autoridades regulatórias, "bem como a outras condições pertinentes à conclusão de uma transação deste tipo", informou a Embraer. Parceria entre Boeing e Embraer prevê a criação de joint ventures de aviação comercial e defesa. Claudia Ferreira / G1
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17/12 - GM inicia notificações de demissões e ofertas de realocação nos EUA
Montadora tem plano de fechar 5 fábricas na América do Norte e cortar até 15 mil empregos. Fábrica da GM em Flint, nos Estados Unidos Rebecca Cook/Reuters A General Motors disse na sexta-feira (14) que está começando a enviar notificações para as agências governamentais dos Estados Unidos sobre plano que envolve fechamento de algumas fábricas e milhares de cortes de postos de trabalho. A maior montadora de veículos dos Estados Unidos disse que 2.800 trabalhadores de quatro fábricas norte-americanas que serão desativadas em 2019 são elegíveis a novos empregos em outras unidades. A GM informou que possui atualmente 2.700 posições em aberto em sete fábricas em Indiana, Ohio, Kentucky, Michigan, Tennessee e Texas, com cerca de 1 mil dessas vagas abertas em uma fábrica de montagem em Flint, Michigan. A GM disse que mais de 1.100 funcionários norte-americanos de fábricas que perderam produção já se ofereceram para serem realocados em outra instalação da montadora nos EUA, enquanto 1.200 podem se aposentar. A montadora disse em novembro que vai fechar cinco fábricas norte-americanas no próximo ano e cortará até 15 mil empregos. A GM está descontinuando a produção de meia dúzia de modelos, citando demanda fraca por sedãs como uma das razões para a necessidade de reestruturação.
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17/12 - Novo governo deve aprovar acordo Embraer-Boeing
O acordo formalizado nesta segunda-feira (17) entre a Embraer e a Boeing deve ser aprovado sem sobressaltos pelo governo brasileiro, que tem poder de veto na negociação. O governo Michel Temer acompanhou todo o processo de negociação desde o início e sinalizou positivamente. E, no governo de transição, a equipe de presidente eleito Jair Bolsonaro já recebeu todas as informações sobre o andamento das negociações. Ainda na campanha eleitoral, Bolsonaro se posicionou favorável ao negócio. Depois de eleito, no dia primeiro de novembro, em entrevistas aos jornalistas, afirmou:" Fusão Embraer com a Boeing continua. Sem problema nenhum". O vice-presidente eleito, general Mourão, também já se posicionou sobre o negócio. No dia 13 de novembro, em vídeo conferência com investidores de Nova York, ele disse que a operação seria "muito boa" para a empresa brasileira. Editoria de Arte / G1
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17/12 - Bovespa termina o dia em queda
O Ibovespa, índice de referência do mercado acionário brasileiro, caiu 0,2%, a 86.399 pontos. Painel eletrônico na Bovespa, em São Paulo Paulo Whitaker/Reuters O principal índice da bolsa brasileira, a B3, fechou em queda nesta segunda-feira (17). A ação da Embraer, que chegou a subir mais de 7% durante o pregão, reduziu os ganhos e fechou em alta de quase 3%, após a companhia anunciar que aprovou os termos do acordo com a Boeing, que agora aguarda aprovação do governo para seguir adiante. O Ibovespa, índice de referência do mercado acionário brasileiro, caiu 0,2%, a 86.399 pontos. Veja mais cotações. No exterior, preocupações com o crescimento global ditavam cautela aos negócios, com agentes também esperando a reunião do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) e a sinalização para os próximos movimentos relacionados aos juros e suas implicações para a desaceleração econômica. Acordo entre Embraer e Boeing A Embraer subiu 2,94%, após anunciar que aprovou com a Boeing os termos da parceria de US$ 5,26 bilhões, que prevê a criação de uma nova empresa (joint venture) de aviação comercial. Mais cedo, chegou a subir mais de 7%. O acordo entre as fabricantes de avião prevê a criação de uma nova empresa de aviação comercial, com 80% da Boeing e 20% da Embraer. O negócio é avaliado em US$ 5,26 bilhões. A JV Aviação Comercial terá participação de 80% da Boeing – que fará um aporte de US$ 4,2 bilhões no negócio –, e os 20% restantes serão da Embraer. O acordo ainda precisa ser aprovado pelo governo brasileiro, que é dono de uma "golden share" na companhia e tem poder de veto em decisões estratégicas, como a transferência de controle acionário da empresa. Entenda Caso o governo aprove o negócio, o acordo ainda será submetido à aprovação dos acionistas, das autoridades regulatórias, "bem como a outras condições pertinentes à conclusão de uma transação deste tipo", informou a Embraer.
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17/12 - Nissan não chega a acordo para definir substituto de Carlos Ghosn
Conselho de administração do fabricante japonês de automóveis não conseguiu eleger um novo presidente para substituir executivo. Carlos Ghosn, ex-CEO da Nissan, preso no Japão Reuters O conselho de administração da montadora japonesa Nissan não conseguiu eleger um novo presidente para substituir Carlos Ghosn, detido no Japão desde 19 de novembro por fraude fiscal, anunciou a empresa. Nissan decidiu tirar Carlos Ghosn da presidência do conselho Mitsubishi também afastou o executivo do cargo Renault optou por manter Ghosn como presidente e diretor geral "O conselho aponta a continuição das discussões" do comitê de três membros encarregado de propor um nome "e reafirmou seus esforços para informar plenamente seus sócios da aliança, Renault e Mitsubishi Motors", afirma o comunicado publicado pela Nissan nesta segunda (17). A Nissan convocou o conselho de administração com o objetivo de nomear um substituto para Ghosn. Um mês depois da detenção por sonegação fiscal do homem forte da aliança, que está sendo investigado e continua preso, a situação entre os dois sócios está longe da unidade que desejam transmitir ao mercado. A Nissan, também acusada no caso como pessoa jurídica, recebeu uma carta da empresa francesa com o pedido de convocação de uma assembleia geral de acionistas o mais rápido possível. O diretor geral da Renault, Thierry Bolloré, considera que a "acusação cria riscos importantes para a Renault, como principal acionista da Nissan, e para a estabilidade de nossa aliança industrial". A assembleia geral permitira "falar de governança e de outros temas, como pessoas indicadas pela Renault no conselho de administração da Nissan e nos altos cargos", afirma a mensagem. A aliança entre Renault e Nissan também inclui a Mitsubishi Motors e representa o maior grupo automobilístico mundial. A Renault, que salvou a Nissan da falência, possui 43,4% da montadora japonesa, que por sua parte detém 15% da empresa francesa, mas sem direito a voto. Ao longo dos anos, os rancores foram se acumulando na montadora japonesa com o desequilíbrio. Embora alguns executivos tenham o objetivo de aproveitar a queda de Ghosn para revisar os termos da aliança, a Nissan e seu presidente executivo, Hiroto Saikawa, parecem enfraquecidos no momento, ainda mais levando em consideração que o grupo foi afetado por um escândalo relacionado à inspeção de veículos. "O caso Ghosn" revelou as carências de governança da empresa, com uma questão central: como foi possível a Nissan não descobrir ou denunciar antes os "atos graves" que agora atribuiu a Carlos Ghosn? O poderoso executivo brasileiro está sendo processado por ter ocultado das autoridades da Bolsa Japonesa quase 5 bilhões de ienes (cerca de 38 milhões de euros) de seus rendimentos durante cinco anos, de 2010 a 2015. Também é suspeito de ter feito o mesmo entre 2015 e 2018 por um valor de 4 bilhões de ienes (cerca de 31,1 milhões de euros). A Nissan também o acusa de usar ilicitamente residências de luxo pagas pela empresa em várias cidades. Uma delas, no Rio de Janeiro, é objeto de um processo. A montadora japonesa suspeita que a família Ghosn pode ter em sua posse documentos importantes. Quem é Carlos Ghosn? Conheça sua trajetória Saiba quem é e qual a trajetória de Carlos Ghosn Fernanda Garrafiel e Roberta Jaworski/G1 Initial plugin text
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17/12 - Embraer e Boeing fecham termos de parceria que cria negócio de US$ 5,26 bilhões
Acordo prevê a criação de uma nova empresa de aviação comercial, com 80% da Boeing e 20% da Embraer; acordo ainda precisa da aprovação do governo. Combinação de fotos com as marcas da Boeing e da Embraer. As marcas anunciaram nesta quinta (5/7) a criação de uma associação avaliada em US$ 4,75 bilhões Denis Balibouse/Reuters; Roosevelt Cassio/Reuters A Embraer informou nesta segunda-feira (17) que aprovou junto à fabricante norte-americana de aeronaves Boeing os termos do acordo anunciado em julho do ano passado, que prevê a criação de uma nova empresa (joint venture) de aviação comercial no Brasil. Por que as gigantes da aviação estão unindo forças Negócio deve criar o maior grupo de aviação do mundo, diz Embraer O novo negócio está sendo chamado de JV Aviação Comercial ou Nova Sociedade – este não será o nome da empresa após a conclusão de operação. O negócio é avaliado em US$ 5,26 bilhões. Inicialmente, quando as duas empresas assinaram um memorando, o valor era estimado em US$ 4,75 bilhões. Embraer e Boeing fecham parceria que cria empresa de US$ 5,2 bilhões Controle da Boeing A Boeing será controladora da empresa, com 80% de participação, ao fazer um pagamento de US$ 4,2 bilhões (o equivalente a R$ 16,4 bilhões), cerca de 10% maior que o inicialmente previsto. Este valor também supera em mais de 7% o valor de mercado da Embraer no fechamento do pregão da última sexta-feira (R$ 15,2 bilhões). O maior valor de mercado já registrado pela Embraer foi em novembro de 2015, quando a companhia atingiu R$ 22,39 bilhões, segundo dados da Economatica. Os 20% restantes serão da fabricante brasileira, que poderá vender sua parte para a norte-americana a qualquer momento, por meio de uma opção de venda. Parceria entre Boeing e Embraer prevê a criação de joint ventures de aviação comercial e defesa. Claudia Ferreira / G1 O acordo ainda precisa ser aprovado pelo governo brasileiro, que é dono de uma "golden share" na companhia e tem poder de veto em decisões estratégicas, como a transferência de controle acionário da empresa. Entenda Caso o governo aprove o negócio, o acordo ainda será submetido à aprovação dos acionistas, das autoridades regulatórias, "bem como a outras condições pertinentes à conclusão de uma transação deste tipo", informou a Embraer. O acordo foi divulgado uma semana depois de o Tribunal Regional Federal da 3ª região (TRF3) ter revogado liminar que impedia as empresas de seguirem com as negociações. As ações da Embraer no Ibovespa chegaram a subir mais de 7% após a divulgação dos termos do acordo. Veja as cotações. Negócio de aviação comercial A expectativa é que a parceria só tenha efeitos no lucro por ação da Boeing após 2020. O negócio deve gerar sinergias anuais de cerca de US$ 150 milhões – antes de impostos – até o terceiro ano de operação. Após concluída a transação, a joint venture será liderada por uma equipe de executivos no Brasil, incluindo um presidente e CEO. A Boeing terá o controle operacional e de gestão da nova empresa, que responderá diretamente a Dennis Muilenburg, presidente e CEO da Boeing. A Embraer terá poder de decisão para alguns temas estratégicos, como a transferência das operações do Brasil. A empresa espera que o resultado da operação, descontados os custos de separação, seja de aproximadamente US$ 3 bilhões. Em 2017, a área de aviação comercial da Embraer respondia por 57,6% da receita líquida da companhia, com US$ 10,7 bilhões de um total de US$ 18,7 bilhões. Situação das gigantes aéreas Embraer, Boeing, Airbus e Bombardier Alexandre Mauro/G1 Negócio da área de defesa As empresas também chegaram a um acordo sobre os termos de uma segunda joint venture para promover e desenvolver novos mercados na área de defesa, envolvendo o avião multimissão KC-390. De acordo com a parceria, a Embraer será a controladora neste negócio, com 51% de participação, e a Boeing, os 49% restantes. O valor total do negócio não foi informado. Caso a parceria seja aprovada no tempo previsto, a Embraer espera que a negociação seja concluída até o final de 2019. Por que Boeing e Embraer estão unindo forças A Boeing e a Embraer anunciaram no fim de 2016 que estudavam unir seus negócios. A expectativa era de que um acordo entre as duas poderia criar uma gigante global de aviação, com forte atuação nos segmentos de longa distância e na aviação regional, e capaz de fazer frente a uma união similar entre as maiores concorrentes, Airbus e Bombardier, que também se uniram. A americana e a brasileira tentam consolidar em um mesmo negócio duas operações fortes, uma em aviação de longa distância, outra para deslocamentos regionais. Enquanto a Boeing é a principal fabricante de aeronaves comerciais para voos longos, a Embraer lidera o mercado de jatos regionais, com aeronaves equipadas para voar distâncias menores. A Embraer foi privatizada em 1994, no fim do governo Itamar Franco, por R$ 154,1 milhões (valores da época), quando o governo obteve o poder de decisão sobre a companhia. A Embraer está avaliada atualmente na bolsa em cerca de US$ 3,9 bilhões, e a Boeing, em US$ 181 bilhões, segundo dados da Economatica. * Colaborou Darlan Alvarenga
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17/12 - Mercado aumenta previsão de crescimento da economia em 2019 e mantém a deste ano, informa BC
Dados estão no Boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central. Para 2018, a previsão de crescimento da economia é de 1,3%. Em 2019, previsão é de crescimento de 2,55%. Os economistas das instituições financeiras aumentaram a previsão de crescimento da economia em 2019 de 2,53% para 2,55%. Para 2018, o mercado financeiro manteve a previsão de crescimento da economia em 1,3%. As previsões constam no boletim de mercado, também conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Banco Central. O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras. Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, os economistas ouvidos pelo BC mantiveram a previsão de que o índice será de 3,71% este ano, e de 4,07% em 2019. A expectativa do mercado ainda segue pouco abaixo da meta de inflação, de 4,5% neste ano, e dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema. A meta terá sido cumprida se o IPCA ficar entre 3% e 6% em 2018. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic). Produto Interno Bruto Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, a previsão do mercado financeiro mantiveram a previsão de que a economia vai crescer 1,3%. O indicador vinha caindo. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Para o ano que vem, a expectativa do mercado financeiro para expansão da economia também cresceu de 2,53% para 2,55%. ESTIMATIVAS DO RELATÓRIO FOCUS Outras estimativas Taxa de juros - O mercado manteve estável, em 7,50% ao ano, a estimativa para a taxa básica de juros da economia, a Selic, ao final de 2019. Atualmente a taxa está em 6,5%. Dólar - A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 subiu para R$ 3,83 por dólar. Para o fechamento de 2019, ficou estável em R$ 3,80 por dólar. Balança comercial - Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2018 ficou estável em US$ 58 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit caiu de US$ 53,40 bilhões para US$ 52,82 bilhões. Investimento estrangeiro - A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, subiu de US$ 70 bilhões para US$ 72 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas avançou de US$ 77,20 bilhões para US$ 80 bilhões.
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17/12 - Dólar fecha em queda nesta segunda
A moeda norte-americana caiu 0,19%, vendida a R$ 3,8962. Notas de dólar em casa de câmbio em Jacarta, na Indonésia. Hafidz Mubarak/Reuters O dólar fechou em queda nesta segunda-feira (17), após chegar a passar de R$ 3,92 na máxima do dia, monitorando a trajetória externa em semana de expectativa pela decisão do Federal Reserve (Fed) sobre os juros nos Estados Unidos, e em dia de nova atuação do Banco Central no câmbio. A moeda norte-americana caiu 0,19%, vendida a R$ 3,8962. Veja mais cotações. Já o dólar turismo era vendido perto de R$ 4,06, sem considerar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Interferência do BC O Banco Central volta a realizar nesta segunda-feira mais um leilão de linha - venda com compromisso de recompra. O BC já realizou nesta sessão mais um leilão para rolagem do vencimento de dezembro de swaps cambiais tradicionais - equivalente à venda futura de dólares -, que totaliza US$ 10,373 bilhões. Vendeu nesta manhã oferta de até 13,83 mil contratos, já rolando US$ 7,607 bilhões. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até sexta-feira, terá feito a rolagem integral, destaca a Reuters. O maior fluxo de saída de recursos é comum no final do ano, quando muitas empresas remetem lucros e dividendos ao exterior, e já levou o BC a realizar quatro leilões novos de linha desde o final de novembro - o desta segunda-feira é o quinto -, além de promover a rolagem dos contratos que venciam no início deste mês. O fluxo de saída de recursos é comum no final do ano, quando muitas empresas remetem lucros e dividendos ao exterior, e já levou o BC a realizar quatro leilões novos de linha desde o final de novembro -o desta segunda-feira é o quinto -, além de promover a rolagem dos contratos que venciam no início deste mês. "Não descarto o BC fazer ainda novos leilões. Final do ano continua com perspectiva de saída de recursos", disse à Reuters o operador da Necton Corretora José Carlos Amado. Cenário externo Na quarta-feira, o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) deve elevar a taxa de juros, mas o mercado quer saber o que dirá o comunicado e também o presidente do Fed, Jerome Powell, depois de recentemente os membros do Fed terem sinalizado um discurso mais ameno para a política monetária, indicando que os juros do país já estariam perto do nível neutro, destaca a agência Reuters. Há preocupação com a desaceleração econômica global, sobretudo após a guerra comercial entre Estados Unidos e China, que já impactou os indicadores do país asiático, destaca a Reuters. Entenda a guerra comercial e seus possíveis impactos O mercado monitora pistas sobre o rumo dos juros nos EUA porque, com taxas mais altas, o país atrairia recursos atualmente aplicados em outros mercados, motivando assim uma tendência de alta do dólar sobre modas como o real. Educação Financeira: Quando é hora de comprar dólar?
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17/12 - Economia fica praticamente estável em outubro, indica BC
Índice de atividade econômica do BC foi criado para tentar antecipar resultado do PIB. Em outubro, o índice, conhecido como 'prévia do PIB', registrou alta de 0,02%. A economia brasileira ficou praticamente estável em outubro, na comparação com o mês de setembro, segundo números divulgados pelo Banco Central nesta sexta-feira (17). De acordo com a instituição, o chamado Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) registrou uma leve alta de 0,02% neste mês. O número foi calculado com "ajuste sazonal", uma "compensação" para comparar períodos diferentes de um ano. IBC-Br fica praticamente estável em outubro. E eu com isso? O IBC-Br, do Banco Central, é um indicador criado para tentar antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na parcial deste ano, informou o BC, foi registrada uma expansão de 1,40% no indicador do nível de atividade da economia brasileira (sem ajuste sazonal). Já no acumulado em 12 meses até outubro, houve uma expansão de 1,54% (também sem ajuste), segundo dados da instituição. PIB X IBC-Br O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2017, o PIB teve alta de 1%, após dois anos consecutivos de retração. O cálculo do IBC-Br, porém, é um pouco diferente do usado no PIB. O indicador do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos. Os resultados do IBC-Br nem sempre mostraram proximidade com os dados oficiais divulgados pelo IBGE. O próprio BC já informou que "há que se ter cuidado nas comparações trimestrais do IBC-Br e o PIB". Segundo a instituição, características conceituais e metodológicas do IBC-Br (entre as quais o processo de dessazonalização) podem ocasionar diferenças temporárias entre a sua evolução e a do PIB, "ensejando cautela em comparações nos horizontes mais curtos".
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