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17/06 - Subsídios a combustíveis fósseis somaram R$ 85 bilhões no Brasil em 2018, diz estudo
Segundo levantamento do Inesc, maior parte dos incentivos (73%) foi concedida ao consumo de produtos derivados de petróleo, carvão mineral e gás natural. Subsídios ao consumo de combustíveis somaram R$ 62,24 bilhões em 2018, segundo Inesc Marcelo D. Sants/Framephoto/Estadão Conteúdo O governo federal concedeu R$ 85,1 bilhões em subsídios à produção e ao consumo de combustíveis fósseis em 2018, segundo estudo do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), divulgado nesta segunda-feira (17). O levantamento considera petróleo, carvão mineral e gás natural. A cifra abrange recursos que saíram diretamente do Orçamento da União para incentivar o setor (R$ 11,8 bilhões, ou 14%) e também quantias que o governo deixou de arrecadar em impostos, devido a regimes de tributação especiais e programas de isenção. O valor equivale a mais de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) do país no ano passado (de R$ 6,8 bilhões), a 2,8 vezes o orçamento do Bolsa Família (R$ 30 bilhões) e 2 vezes o total de recursos disponíveis para o seguro-desemprego (R$ 40,6 bilhões). Dos R$ 85 bilhões em subsídios: R$ 62,24 bilhões foram para incentivar o consumo R$ 22,89 bilhões foram para a produção A grande maioria dos subsídios é voltada para o consumidor: R$ 62,24 bilhões (ou 73% do total). Consta nesse valor a redução das alíquotas do PIS/Cofins e da Cide para a compra de gasolina e diesel, equivalentes a perdas de R$ 2,88 bilhões e R$ 47,4 bilhões na arrecadação. Também entra na conta a subvenção ao preço do diesel anunciada pelo governo após a greve dos caminhoneiros, em maio do ano passado. À época, o governo baixou o preço do litro do combustível em R$ 0,16 o litro, mas bancou a diferença para evitar prejuízos aos produtores. A medida teria um custo total de R$ 9,5 bilhões aos cofres públicos, dos quais R$ 4,81 bilhões foram gastos em 2018, de acordo com o Inesc. O restante dos subsídios ao consumo corresponde às contribuições pagas pelos consumidores nas contas de luz para a compra de combustíveis para geração de energia. Já os subsídios à produção somaram R$ 22,89 bilhões (27% do total) no ano passado. Nessa conta, entram os regimes tributários especiais, com destaque para a suspensão de cobrança de impostos como Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e PIS/Cofins para empresas beneficiárias do Repetro. Também entram na conta os programas Reide, Reporto e outras isenções. "Os subsídios ao consumo de combustíveis fósseis, tanto para transporte como para geração de energia, representam uma grande despesa para os cofres públicos, distorcem o sistema de preços, não levam em conta os elevados custos ambientais e sociais associados ao seu uso e dificultam a busca de alternativas", diz em nota Alessandra Cardoso, assessora política do Inesc. Subsídios a combustíveis fósseis prejudicam expansão da energia verde O instituto aponta que há pouca transparência sobre quais são as empresas que recebem esses subsídios e quais os valores recebidos ou economizados por elas. A ONG propõe a criação de uma lei que torne essas informações públicas e o estabelecimento de uma metodologia de mensuração desses incentivos, por exemplo. Metodologia O cálculo para estimar os subsídios concedidos em 2018 foi feito a partir de uma metodologia desenvolvida pelas instituições Overseas Development Institute (ODI), em parceria com Oil Change International (OCI) e International Institute for Sustainable Development (IISD), com base em dados oficiais. Entre as fontes, estão estimativas de gasto tributário e relação anual de desonerações publicadas pela Receita Federal; dados obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação; a série histórica do volume das vendas de derivados de petróleo divulgada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP); a previsão de despesas em contas da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel); e a execução orçamentária para os gastos diretos do Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop). Veja o cada subsídio contribuiu para o número final de 2018, por modalidade: Subsídio a combustíveis fósseis em 2018 Divulgação/Inesc
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17/06 - Perícia nos diálogos do Telegram pode ser tecnicamente impossível, diz professor
Nos últimos dias, conversas atribuídas ao então juiz Sérgio Moro e procuradores da Operação Lava Jato dominaram o noticiário político do Brasil. A pedido do Fantástico, especialistas analisam a segurança do Telegram. Conheça a vida exótica do milionário russo que criou o aplicativo Telegram Nos últimos dias, conversas atribuídas ao então juiz Sérgio Moro e procuradores da Operação Lava Jato dominaram o noticiário político do Brasil. A comunicação teria ocorrido por um aplicativo de troca de mensagens – o Telegram – e publicada pelo site The Intercept. Segundo o site, elas mostrariam que o então juiz Sérgio Moro não foi imparcial ao julgar e condenar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Intercept diz que recebeu as mensagens de uma fonte anônima e que checou sua autenticidade. Moro denunciou no dia 4 de junho que foi vítima de um hacker. Deltan Dalagnoll denunciou em abril que também teve seu celular hackeado. Os dois questionam a autenticidade das mensagens alegando que elas podem ter sido adulteradas. Independentemente de como as mensagens foram obtidas, os usuários dos aplicativos se questionam: o Telegram é mais seguro – ou não? E quem é o exótico milionário russo que criou o aplicativo? Posando sem camisa no deserto, um homem quer mostrar saúde. Ele é o exótico bilionário russo Pavel Durov, de 34 anos. Faz 15 anos que Pavel não bebe álcool, não usa drogas, não ingere nada que tenha cafeína, não come carne. Mais recentemente, ele passou a comer... Nada. Diz que está vivendo só à base de água. Mas Pavel Durov não se resume a folclore e esquisitices. Ele é inimigo de um dos homens mais poderosos do mundo, o presidente russo, Vladimir Putin. Ele teve que fugir da Rússia. Passou anos vagando pelo planeta, no máximo cinco semanas em cada lugar. Só nos últimos tempos parou num endereço fixo: Dubai, nos Emirados Árabes. E, de lá, ele comanda seu império. Pavel fundou em 2006 a VK, que se tornou a rede social mais popular da Rússia. Grupos de oposição a Putin começaram a usar a VK pra se organizar. O governo foi pra cima. E apoiou um fundo de investimentos que, na marra, comprou a empresa de Pavel. Ele foi obrigado a aceitar a venda. A essas alturas, já tinha saído escondido da Rússia. Pegou o dinheiro, cerca de R$ 1,5 bilhão, em valores de hoje, e se instalou, primeiro, nos Estados Unidos. E foi de lá que ele anunciou que já vinha trabalhando em um novo projeto, o aplicativo de troca de mensagens Telegram. Pois é, o mesmo Telegram que, nos últimos dias, está no centro do noticiário político no Brasil. Isso porque teriam sido extraídas do Telegram as conversas que o site The Intercept publicou nesta semana. São mensagens que o site atribui ao então juiz Sérgio Moro, atual ministro da Justiça, e a procuradores da Operação Lava Jato. No domingo passado, o Intercept divulgou um primeiro bloco de trocas de mensagens atribuídas a Moro e a procuradores, incluindo o chefe da força-tarefa, Deltan Dallagnol. Segundo o site, os diálogos mostram que o então juiz Sérgio Moro teria orientado ações, o que é proibido pela Constituição, e teria cobrado novas operações dos procuradores. Moro também teria reclamado do tempo entre uma operação e outra. Em outro trecho da conversa, segundo o Intercept, Moro teria passado para Dallagnol pistas de uma transferência de propriedade para um dos filhos de Lula. Durante a semana, o Intercept publicou trechos completos desses diálogos. E, na sexta-feira, uma nova troca de mensagens. No diálogo, de acordo com o Intercept, no mesmo dia em que ouviu o ex-presidente Lula pela primeira vez, Moro teria sugerido ao Ministério Público a publicação de uma nota oficial contra a defesa do ex-presidente. Moro e os procuradores negam ter visto impropriedades nas mensagens publicadas domingo passado e não reconhecem a autenticidade das conversas que o Intercept divulgou. Acrescentam que sofreram uma "invasão criminosa" e que, se mensagens foram extraídas de seus telefones, elas podem ter sido adulteradas. Ainda nesta reportagem, especialistas vão explicar se isso é possível. E, caso seja, se há como provar a autenticidade e a integridade das conversas. O fundador do Telegram, Pavel Durov, sempre contou vantagem da segurança do aplicativo. Chegou a chamar o principal concorrente, o WhatsApp, de "porcaria". Questionado por que existe uma percepção de que o Telegram é mais seguro que o WhatsApp, o professor Marcos Simplicio, do Departamento de Engenharia da Computação da USP, responde: “Não tenho tanta certeza da percepção, porque na área técnica não se coloca tanto o Telegram como o mais seguro”. Pra comparar os aplicativos, vamos entender o que é uma mensagem ''criptografada" ou "encriptada". O professor da USP explica, com um exemplo de mensagem: ”Você manda o numero 1 2 3 4 5 6, quando ele tá encriptado o que vai acontecer é que ele vai ser um número maluco. 9 8 3 1 1 2”. Questionado se não fica só fora de ordem, ele diz: “Não é só fora de ordem. É embaralhado e substituído”. As mensagens normais do Telegram não são criptografadas de ponta a ponta. Elas saem "embaralhadas" do celular, mas depois são desembaralhadas nos servidores – que são os computadores de grande porte do aplicativo –, onde ficam armazenadas. “Privilegia essa questão de usabilidade. Usuários não vão perder as suas mensagens”, afirma Marcos Simplicio. Já no WhatsApp, as mensagens ficam guardadas só nos celulares dos usuários. E são criptografadas de ponta a ponta. “Qualquer pessoa que pegar no meio do caminho ela vai ver dados com aparência aleatória e não dá pra decifrar”, diz o professor da USP. Vamos supor que um criminoso invada uma conta de WhatsApp usando um outro celular ou um computador. Pode até entrar na conta, mas não vai conseguir "puxar" as mensagens antigas, porque elas estão guardadas só no celular do dono verdadeiro. Agora, se alguém invadir uma conta de Telegram, aí dá pra acessar as mensagens antigas, porque elas estão arquivadas num servidor. É só o invasor pedir o histórico que o servidor entrega. “Mesmo que o seu celular esteja desligado, mesmo que você não dê acesso direto a ele”, reforça Marcos Simplicio. Até existe um jeito de as mensagens do Telegram serem criptografadas de ponta a ponta. Mas, pra isso, é preciso entrar no chamado "chat secreto". “A pessoa tem que pensar: ‘Hoje eu vou mandar uma mensagem que eu preciso proteger, criar o tal do chat secreto pra fazer a proteção de fato, porque se não, ela vai ficar armazenada no servidor’”, diz o professor da USP. A gente já viu, então, que do WhatsApp não dá, mas do Telegram dá pra puxar mensagens antigas de uma conta invadida. Isso, é claro, se o verdadeiro dono da conta não tiver apagado as mensagens do celular, porque aí elas somem do servidor central também. Nesse caso que está acontecendo agora no Brasil, se o que, de fato, aconteceu foi uma invasão de conta, como é que essa invasão foi feita? Os especialistas têm algumas hipóteses mais prováveis. Primeira: o invasor usa o Telegram na versão pra computador, fornecendo o número da vítima. Aí... “O Telegram precisa saber que você é o dono do número do telefone. Pra isso, ele manda um código por SMS”, afirma Marcos Simplicio. Mas esse código SMS não tem nenhuma proteção, e pode ser interceptado no meio do caminho, por um invasor que consiga entrar no sistema da operadora. “O jeito mais fácil de capturar, de se passar por um usuário, é capturando esse código”, completa o professor da USP. Outra possibilidade: a chamada engenharia social. Começa quando o invasor descobre o número do celular da vítima. O especialista em segurança dá um exemplo de golpe. "Você postou um anúncio que tá vendendo alguma coisa. Em questão de minutos, você recebe uma ligação ou uma mensagem no seu telefone dizendo que, como eles estão tendo muita fraude, eles vão mandar uma mensagem com um código e você vai ter que informar esse código pra eles", afirma Roberto Rebouças, gerente-geral da Kaspersky Brasil. Ao mesmo tempo, de um computador, um invasor da mesma quadrilha está tentando entrar na conta do aplicativo de mensagens da vítima. E o aplicativo vai mandar um código pra fazer a autenticação. Quando o SMS do aplicativo chega, a vítima se confunde, pensa que aquela senha é a do site de anúncios, e acaba revelando pros criminosos o código que libera a invasão no aplicativo de mensagens. Seja qual for a origem das mensagens atribuídas a Moro e à Lava Jato, o ministro e os procuradores não reconhecem a autenticidade delas. E, segundo o professor da USP, vai ser quase tecnicamente impossível determinar de onde as mensagens realmente vieram, e se foram adulteradas. Isso tem a ver com a própria maneira como os aplicativos de mensagens são projetados. “Não dá pra provar que uma mensagem foi enviada de um certo celular. Então, tecnicamente, não dá pra dizer: 'Isso veio daqui, não teve alterações'. Não tem como”, diz Simplicio. “Dá pra fazer alterações nas mensagens, manipular a memória do celular pra dar a impressão de que veio de um outro usuário.” Em tese, haveria uma maneira de conferir a autenticidade das mensagens: compará-las àquelas que ainda estejam arquivadas nos celulares dos citados. O ministro Moro já declarou que não tinha mais Telegram ativo havia tempos. Os promotores, até o momento, nada falaram sobre isso. Mas, mesmo que eles deem seus celulares para exame, se houver discrepâncias entre as mensagens armazenadas e as publicadas no site, eles sempre poderão ser acusados de terem apagado certa quantidade ou trechos inteiros para inviabilizar a comparação. Uma perícia, portanto, que não seria à prova de questionamentos por uma das partes. O site Intercept Brasil nega com veemência que as mensagens que publica tenham origem num hacker. O site afirma que as recebeu de uma fonte e que checou a autenticidade, sem revelar como. Pra se proteger de ataques, a principal dica é ativar uma senha a mais no seu aplicativo de mensagens. “Uma segurança só e nenhuma é quase a mesma coisa. Você precisa ter vários níveis de segurança”, afirma Roberto Rebouças. Essa segundo nível de segurança pode ser acionado tanto no WhatsApp quanto no Telegram. Aí o acesso não vai depender só de um código mandado por SMS, mas de uma outra senha, que você mesmo criou. “Se você não entregar a senha, o sistema não vai te dar acesso às mensagens, à conta, nada do gênero”, diz Marcos Simplicio. Sobre o caso envolvendo as autoridades brasileiras, o Telegram disse que não há nenhum indício de invasão em seus servidores e que o mais provável é que tenham acontecido ataques diretamente aos celulares dos usuários. Também procuramos o criador do Telegram, Pavel Durov, pelo próprio aplicativo. Mas o misterioso bilionário russo, que vive em Dubai, não respondeu.
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16/06 - Substituto de Levy no BNDES será indicado por Paulo Guedes e deve ser da iniciativa privada
Presidente do banco pediu demissão neste domingo (16). No sábado (15), Bolsonaro disse que Levy estava com 'cabeça a prêmio' e que, se não demitisse diretor, seria demitido. Novo nome do BNDES virá da iniciativa privada, diz Paulo Guedes O substituto de Joaquim Levy no comando do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) será indicado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e deve ser da iniciativa privada, informaram integrantes da equipe econômica. Levy pediu demissão do cargo neste domingo (16), um dia após o presidente Jair Bolsonaro ter dito que ele estava com a "cabeça a prêmio". Veja a repercussão sobre o caso Entenda o pedido de demissão Bolsonaro disse na tarde deste sábado (15) que, se Levy não demitisse o diretor de Mercado de Capitais do BNDES, Marcos Barbosa Pinto, ele, Bolsonaro, demitiria Levy. Poucas horas depois, Marcos Pinto renunciou ao cargo. Segundo apurou a TV Globo, o próximo presidente do BNDES terá de focar os trabalhos nas seguintes áreas: programas de saneamento; infraestrutura; privatizações; reestruturação de estados e municípios. Ainda de acordo com integrantes do governo, o substituto de Joaquim Levy também deverá ter como objetivos devolver à União parte dos recursos emprestados ao BNDES, além de buscar investimentos no exterior. Embora a nomeação de Marcos Pinto tenha sido a "gota d´água' para Bolsonaro, integrantes da equipe econômica afirmam que o presidente estava insatisfeito com Joaquim Levy havia três meses. Isso porque, na avaliação desses integrantes, Levy não havia cumprido a promessa de campanha de Bolsonaro de "abrir a caixa-preta" do BNDES em relação a empréstimos para Venezuela e Cuba nem havia buscado investimento no exterior. Joaquim Levy pede demissão após criticar presidente Jair Bolsonaro Bolsonaro estava 'angustiado' Ao colunista do G1 e da GloboNews Gerson Camarotti, Paulo Guedes disse que Bolsonaro estava "angustiado". Acrescentou que entendia a "angústia" em razão de Levy ter escolhido "nomes ligados ao PT" para o banco. Marcos Pinto, cuja demissão foi cobrada por Bolsonaro, foi chefe de gabinete de Demian Fiocca na presidência do BNDES (2006-2007). Fiocca era considerado, no governo federal, um homem de confiança de Guido Mantega, ministro da Fazenda nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. "Ninguém fala em 'abrir a caixa-preta' e ainda nomeia um petista. Então, fica clara a compreensão da irritação do presidente", disse Guedes ao Blog do Camarotti. Segundo o colunista João Borges, Guedes e Bolsonaro conversaram neste sábado logo após o presidente ter dito que Levy estava com a "cabeça prêmio". A declaração fez os integrantes da equipe econômica considerarem "insustentável" a situação do agora ex-presidente do BNDES.
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16/06 - Veja concursos e seleções com editais publicados na Paraíba de 16 a 23 de junho
São seis editais com 541 vagas de emprego. Mais de 500 vagas de emprego são oferecidas em seis editais de concursos e seleções publicados na Paraíba nesta semana de 16 a 23 de junho. Confira. Arte/G1 Concurso da Prefeitura de Aroeiras Vagas: 158 Níveis: fundamental, médio e superior Salários: R$ 1.006 a R$ 9 mil Prazo de inscrição: até segunda-feira (17) Local de inscrição: site da organizadora, Contemax Taxas de inscrição: R$ 50 (nível fundamental), R$ 70 (médio) e R$ 95 (superior) Provas: 21 de julho Edital do concurso da Prefeitura de Aroeiras Concurso da Prefeitura de Damião Vagas: 35 Níveis: fundamental, médio e superior Salários: R$ 998 a R$ 2.647,07 Prazo de inscrição: até 26 de junho Local de inscrição: site da organizadora, Contemax Taxas de inscrição: R$ 50 (nível fundamental), R$ 70 (médio) e R$ 90 (superior) Provas: 14 de julho Edital do concurso da Prefeitura de Damião Concurso da Prefeitura de Princesa Isabel Vagas: 222 Níveis: fundamental, médio e técnico Salários: R$ 1.016 a R$ 2.455,35 Prazo de inscrição: até 28 de junho Local de inscrição: site da organizadora, Facet, ou sede da prefeitura Taxas de inscrição: R$ 80 (nível fundamental), R$ 100 (nível médio/técnico) e R$ 120 (nível superior) Provas: 28 de julho (níveis médio e superior) e 4 de agosto (nível fundamental) Edital do concurso da Prefeitura de Princesa Isabel CFO PM 2020 Vagas: 30 Níveis: médio Salário: R$ 7.253,26 Prazo de inscrição: 1ª a 30 de julho Local de inscrição: site da Polícia Militar da Paraíba Taxas de inscrição: R$ 50 Provas: Enem 2019 Edital do CFO da Polícia Militar da Paraíba Concurso da UFCG para técnico-administrativo Vagas: 86 Níveis: médio, técnico e superior Salários: R$ 1.945,07 a R$ 4.180,66 Prazo de inscrição: 1º a 23 de julho Local da inscrição: site da organizadora, Comprov Taxas de inscrição: R$ 48 (médio), R$ 65 (médio e técnico) e R$ 104 (superior) Provas: 15 de setembro Edital do concurso da UFCG para técnico-administrativo Curso de Formação de Oficiais (CFO) do Corpo de Bombeiros Vagas: 10 Níveis: médio Salário: até R$ 7.253,26 Prazo de inscrição: 3 de julho a 24 de julho Local de inscrição: site do Corpo de Bombeiros Taxas de inscrição: R$ 50 Provas: Enem 2019 Edital do CFO do Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba
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16/06 - Boeing reconhece erro e diz que levará tempo até reconquistar confiança
Dennis Muilenburg disse que fabricante norte-americana cometeu erro ao implementar um sistema defeituoso de aviso de cabine na aeronave 737 MAX após dois acidentes fatais. O modelo 737 MAX 8, da fabricante Boeing. Ted S. Warren/AP O presidente da Boeing disse neste domingo (16) que a fabricante norte-americana de aviões cometeu um erro ao implementar um sistema defeituoso de aviso de cabine na aeronave 737 MAX e previu que levará tempo para reconstruir a confiança dos clientes na sequência de dois acidentes fatais que deixaram mais de 300 mortos. O presidente-executivo da empresa, Dennis Muilenburg, disse que a Boeing falhou na comunicação com os reguladores e clientes, mas defendeu engenharia e design de software que estão no centro das investigações sobre os acidentes que levaram crise à companhia aérea multinacional. Muilenburg reconheceu que a empresa cometeu um erro ao não revelar o sistema de alerta defeituoso do cockpit de seu 737 MAX para reguladores e clientes, e disse que essa falha tem sido objeto de análise dos reguladores globais. Muilenburg, que está sob duras críticas a respeito do projeto do 737 MAX e da forma como a Boeing lidou com a crise, disse que "estamos vendo ao longo do tempo cada vez mais convergência entre os reguladores" sobre quando a aeronave deve retornar ao serviço. Ele disse esperar que o MAX retorne a operar ainda neste ano e que 90% dos seus clientes participem de sessões de simulação de voo com o software MCAS atualizado, já que a empresa trabalha para garantir um vôo de certificação junto aos reguladores em breve. Boeing sabia de falha no 737 MAX um ano antes de tragédia Boeing reconhece pela primeira vez defeitos no software do simulador de voo do 737 MAX A Boeing diz que seguiu procedimentos de engenharia ao projetar o 737 MAX. Questionado sobre como os procedimentos falharam na captura de falhas aparentes no software de controle do MCAS e na arquitetura de sensores, Muilenburg disse: "Claramente, podemos fazer melhorias, e entendemos isso e faremos essas melhorias". Em outubro de 2018, a queda da aeronave da Lion Air causou 189 mortes. E em março deste ano, avião da Ethiopian Airlines causou a morte de 157 pessoas.
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16/06 - Situação de Levy na presidência do BNDES tinha ficado insustentável
Gerson Camarotti comenta pedido de demissão de Joaquim Levy A situação de Joaquim Levy na presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ficou insustentável depois da declaração do presidente Jair Bolsonaro, que no sábado (15) afirmou que Levy estava com a "cabeça a prêmio". O que se viu foi uma espécie de fritura explícita, muito semelhante ao que aconteceu com Gustavo Bebbiano (primeiro ministro a deixar o governo), Ricardo Vélez Rodríguez (demitido do Ministério da Educação) e, na última semana, com o general Santos Cruz. Não era de agora que havia um incômodo entre Bolsonaro e Levy. Há três meses, o presidente pedia a cabeça de Levy. O ministro da Economia, Paulo Guedes, conseguiu segurar Levy no cargo por causa da reforma da Previdência, agenda prioritária do governo. No sábado (15), antes da decisão de Levy, Guedes deixou claro que o então presidente do BNDES não ficaria no governo. No sábado à noite, Guedes já havia admitido que entendia a "angústia" de Bolsonaro com Joaquim Levy. Bolsonaro, na campanha, tinha o discurso de fazer uma espécie de devassa, de "abrir a caixa-preta" do banco. Bolsonaro sempre demonstrou incômodo com os empréstimos feitos pelo banco, ainda em gestões passadas, a países como Cuba e Venezuela. Mas essa devassa não foi feita por Levy. Na equipe econômica também havia um incômodo em relação a Levy, que foi colocado no cargo por causa de sua boa relação internacional. A ideia era que ele conseguisse financiamentos para o Brasil. Outra questão que se esperava dele era que Levy priorizasse agendas de Paulo Guedes como, por exemplo, investimentos em saneamento e a reestruturação das contas públicas de estados e municípios, o que acabou não acontecendo. Paulo Guedes inclusive tinha indicado nomes para a equipe do banco, mas que não foram acolhidos por Joaquim Levy.
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16/06 - Veja a repercussão do pedido de demissão de Joaquim Levy da presidência do BNDES
Joaquim Levy apresentou carta de demissão ao ministro da Economia, Paulo Guedes, neste domingo (16), após declarações de Bolsonaro de insatisfação com o comando do banco. Joaquim Levy pediu demissão do BNDES na manhã deste domingo (16) Antonio Cruz/Agência Brasil Economistas e comentaristas da GloboNews analisaram na manhã deste domingo (16) o pedido de demissão do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, apresentado ao ministro da Economia, Paulo Guedes. O ministro aceitou o pedido de demissão. Para os economistas, a saída de Levy do comando do banco pode atingir negativamente o mercado a partir desta segunda-feira (17), provocando alta do dólar e queda da bolsa de valores. Entenda o que levou ao pedido de demissão do presidente do BNDES Repercussão O economista Maílson da Nobrega, ex-ministro da Fazenda, disse que com a saída de Levy o governo federal está perdendo um "profissional de alta qualidade", com vasta experiência no setor público e privado (veja o comentário completo no vídeo abaixo). Para Maílson a demissão de Levy gera insegurança no mercado e na equipe econômica do governo. Mercado financeiro na expectativa do anúncio do novo presidente do BNDES O economista-chefe da Necton Corretora, André Perfeito, disse que a saída de Joaquim Levy é negativa e causa insegurança no mercado financeiro (veja a análise completa no vídeo abaixo). André Perfeito prevê efeitos na bolsa de valores, que pode sofrer queda, e no dólar, que pode entrar em alta, durante a próxima semana. Ele acredita que o sucessor de Joaquim Levy no BNDES será nome de perfil técnico e liberal. Especialista comenta sobre o pedido de demissão de Joaquim Levy Segundo João Borges, comentarista de economia da GloboNews, o presidente Jair Bolsonaro nunca recebeu bem o nome de Joaquim Levy para o BNDES, que foi uma escolha pessoal do ministro da Economia, Paulo Guedes (assista o comentário no vídeo abaixo). Bolsonaro, segundo João Borges, se incomodava com a carreira pregressa de Levy – ele foi secretário do Tesouro e ministro da Fazenda em governos do PT. João Borges: Joaquim Levy sofreu resistências políticas de Bolsonaro desde o início A comentarista da GloboNews Miriam Leitão disse que a situação de Joaquim Levy no governo Bolsonaro "nunca foi muito confortável" (comentário no vídeo abaixo). Segundo Miriam Leitão, ele não queria que Levy fosse presidente do BNDES e foi difícil convencer Bolsonaro de que Joaquim era um bom nome. Miriam Leitão afirma que Bolsonaro entendia que não estava sendo obedecido porque a "caixa-preta" do BNDES ainda não foi aberta. Miriam Leitão comenta o pedido de demissão de Joaquim Levy De acordo com o comentarista da GloboNews Gerson Camarotti a situação de Levy ficou insustentável após das declarações de Bolsonaro na tarde deste sábado (15). Segundo Camarotti, existe uma "questão política muito forte" por trás da demissão de Joaquim Levy. Gerson Camarotti comenta o pedido de demissão de Joaquim Levy
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16/06 - Apesar do Brexit, Londres continua seduzindo os chamados 'super-ricos'
Regime fiscal britânico permite que estrangeiros com grandes fortunas não se tornem contribuintes no Reino Unido, apesar de residirem no país, o que tornou Londres atraente para os quase 5 mil super-ricos de todo o mundo que vivem nas ilhas britânicas. O edifício Shard, em Londres Jason Hawkes/Barcroft Media/Getty Images Um regime fiscal destinado a atrair grandes fortunas estrangeiras é um dos segredos que mantém Londres como uma das cidades favoritas dos super-ricos, apesar das incertezas do Brexit. A ampla oferta de luxo da capital britânica e as famosas escolas particulares do Reino Unido completam um pacote que seduz muitas famílias do Oriente Médio que enriqueceram com petróleo e empreendedores de todo o mundo. No ano passado, cerca de 400 pessoas se mudaram para a Grã-Bretanha com ativos pessoais de mais de US$ 30 milhões, conhecidas no jargão financeiro como "Ultra High-Net-Worth Individual" (UHNW), segundo um relatório do Credit Suisse. O enorme poder aquisitivo dos mais ricos fez o preço dos imóveis disparar em grandes áreas do centro de Londres, onde as propriedades atingem facilmente os 10 milhões de libras, até um recorde de 160 milhões de libras registrado em 2018. A inflação imobiliária é tão aguda que os ricos britânicos que tradicionalmente viviam em bairros como Chelsea e Kensington estão sendo deslocados para os subúrbios residenciais mais distantes do centro. De acordo com a lista dos mais ricos do Reino Unido publicada todos os anos pelo jornal "The Times", os indianos Sri e Gopi Hinduja lideram o "ranking" de milionários do país, com uma fortuna de 22 bilhões de libras. Nas primeiras posições aparecem também os suecos Kirsten e Jörn Rausing (12,256 bilhões de libras), o uzbeque Alisher Usmanov (11,330 bilhões de libras) e o russo Roman Abramovich (11,221 bilhões de libras). O regime fiscal britânico permite que estrangeiros com grandes fortunas não se tornem contribuintes no Reino Unido, apesar de residirem no país, o que tornou Londres um ecossistema especialmente atraente para os quase 5 mil super-ricos de todo o mundo que vivem nas ilhas britânicas. "Temos um sistema tributário projetado para encorajá-los a vir para cá e gastar seu dinheiro", disse à Agência Efe, Robert Palmer, diretor-executivo da organização Tax Justice UK. O polêmico status conhecido como "non-dom" (não domiciliado) permite aos estrangeiros manter seu domicílio oficial em outro país. "Isso significa que os ricos 'non-dom' não têm que pagar por seus lucros ou rendimentos obtidos fora do Reino Unido. A maioria deles não tem muitos lucros no país, vieram para gastar, portanto praticamente não pagam impostos aqui", afirmou Palmer. "Ao mesmo tempo, eles podem morar na cidade e adquirir propriedades, é um sistema muito atraente para aqueles com muitos recursos", acrescentou o responsável de uma organização dedicada a promover a redistribuição de riqueza e "serviços públicos sólidos". A pressão de vários setores levou o governo britânico a qualificar as vantagens fiscais para fortunas estrangeiras nos últimos anos. Limites temporários para o status de "non-dom" foram estabelecidos e taxas são cobradas para mantê-lo em alguns casos. "Mesmo assim, os milionários que podem ir para Londres pagam poucos impostos e desfrutam de todos os benefícios de viver em um país desenvolvido, com um governo forte que garante vantagens como o estado de direito e infraestrutura", ressaltou Palmer. Londres não só atrai os proprietários de grandes fortunas obtidas de forma legal, mas também mantém uma das redes de lavagem de dinheiro mais ativas do mundo, com vínculos nos setores financeiro e imobiliário, segundo a Transparency International UK. Mais de 100 bilhões de libras em "bens ilícitos" passam pelo Reino Unido a cada ano, de acordo com essa organização. Cerca de 4,4 bilhões de libras de origem suspeita foram investidos no mercado imobiliário do Reino Unido, disse o porta-voz da Transparency, alertando que esses números podem ser "apenas a ponta do iceberg" do problema do dinheiro sujo. A organização diz ter identificado 766 empresas baseadas no Reino Unido, envolvidas em 52 casos de lavagem de dinheiro e corrupção. A incerteza em que o Reino Unido está envolvido devido à sua saída da União Europeia (UE) não afetou as maiores fortunas agora, mas teve um impacto sobre milhares de estrangeiros abastados. Aproximadamente 80 mil estrangeiros com mais de um milhão de libras em ativos se mudaram para o Reino Unido desde a década de 1990, uma tendência que se reverteu nos últimos dois anos, após a vitória do Brexit no referendo de junho de 2016. Entre 2017 e 2018, o Reino Unido perdeu 7 mil dessas pessoas, descritas em termos financeiros como "High-Net-Worth Individual" (HNWI), segundo um relatório da consultoria New World Wealth. Além do Brexit, a consultoria cita as mudanças no modelo tributário britânico, bem como os altos níveis de "criminalidade" e "aumento das tensões religiosas" como outros fatores que colocam em risco o status de Londres como um ímã global para a riqueza.
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16/06 - Inscrição de processo seletivo com 1,2 mil vagas para Hospital Municipal de Cuiabá termina neste domingo
A prova objetiva está prevista para o dia 14 de julho. O resultado final do processo seletivo está previsto para o dia 8 de agosto. Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) - Dr. Leony Palma de Carvalho Vicente Aquino Termina neste domingo (16) o prazo para inscrição no processo seletivo da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá (MT) que oferece 1.892 vagas temporárias, sendo 1.248 para contratação imediata e 644 para cadastro de reserva em diversas funções níveis médio, médio técnico e superior. As remunerações vão de R$ 1.127,39 a R$ 5.522,02 e os classificados vão atuar no Hospital Municipal de Cuiabá - HMC- (Hospital Municipal Leony Palma de Carvalho), gerenciado pela Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP). Há vagas para recepcionista, motorista, porteiro, eletricista, vigia patrimonial, telefonista, pedreiro, técnico em contabilidade, técnico de enfermagem, técnico de farmácia, técnico de hemoterapia, técnico de higienização bucal e técnico de imobilização ortopédica (gesseiro), administrador, advogado, analista de rede, analista de sistemas, assistente social, cirurgião dentista, cirurgião dentista (bucomaxilo, facial e traumatologista), contador, enfermeiro assistencial, engenheiro clínico, estatístico, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, nutricionista, pedagogo hospitalar, psicólogo, psicólogo organizacional, secretário-executivo, técnico de nível superior (vigilância em saúde), tecnólogo em recursos humanos e terapeuta ocupacional, entre outras funções. Inscrições As inscrições devem ser feitas no site do organizador, o Instituto Selecon. O valor da taxa de inscrição é de R$ 60 para as funções de níveis médio e técnico e de R$ 70 para as de nível superior. O processo seletivo é composto por uma prova objetiva de conhecimentos gerais e específicos, de acordo com a função, e análise de títulos. A prova objetiva está prevista para o dia 14 de julho. O resultado final do processo seletivo está previsto para o dia 8 de agosto.
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16/06 - Apagão na Argentina e Uruguai não afetou o Brasil, diz Operador Nacional do Sistema
Procurada pelo G1, a entidade que controla as instalações de geração e transmissão de energia elétrica disse, às 10h30, que monitora a situação nos países vizinhos. O apagão que afetou milhões de pessoas na Argentina e no Uruguai na manhã deste domingo (16) não afetou o Brasil, segundo afirmou o Operador Nacional do Sistema (ONS) ao G1. Segundo a agência de notícias EFE, a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) e a empresa Rio Grande Energia, que compartilham os serviços de distribuição de energia em toda a Região Sul do Brasil, também informaram que o apagão nos países vizinhos "não teve reflexos" no território brasileiro. Entenda a causa do apagão na Argentina e no Uruguai Apagão de grandes proporções deixa Argentina e o Uruguai sem luz elétrica Mulher em sua casa durante apagão no Uruguai na manhã deste domingo, 16 Miguel Rojo/AFP Colapso do sistema Segundo o governo argentino, o apagão nos países vizinhos foi provocado por um "colapso" do sistema de distribuição de energia argentino, registrado às 7h07 deste domingo. O impacto teria chegado a todo o território da Argentina, mas o serviço começou a ser reestabelecido cerca de duas horas depois e, às 10h50, 75 mil clientes já tinham a oferta de energia normalizada, segundo a empresa Edesur. Do lado uruguaio, a empresa estatal Administração Nacional de Usinas e Transmissões Elétricas (UTE) afirmou que a falha foi detectada às 7h06 e afetou boa parte do país, sobretudo as cidades do litoral do Rio da Prata, que inclui a capital Montevidéu. Nos dois casos, as autoridades afirmam que a normalização deve duras "várias horas". Centro de Buenos Aires, capital argentina, durante apagão que afetou o país neste domingo, 16 Alejandro Pagni/AFP
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16/06 - Conheça as Yarang, indígenas Ikpeng que coletam sementes para reflorestar fazendas no Xingu
O Globo Rural acompanhou o 'trabalho de formiga' dessas mulheres, que abrem caminho no meio da floresta para catar sementes que vão recompor áreas desmatadas para o plantio de soja. Conheça as Yarang, indígenas que coletam sementes para reflorestar fazendas no Xingu As mulheres Ikpeng, do Parque Indígena do Xingu, em Mato Grosso, dominam um conhecimento ancestral sobre as árvores da floresta. Elas coletam sementes nativas e ajudam a recompor a natureza da região. A reportagem do Globo Rural passou quatro dias dentro do território indígena, na casa do Instituto Socioambiental (ISA), que comanda o projeto de reflorestamento, para encontrar essas mulheres. Ela vivem na aldeia Moygu, distante um quilômetro do local. Percebendo que o trabalho de coletar sementes nativas na floresta é semelhante ao das formigas, logo elas se denominaram Yarang, palavra que na língua ikpeng significa formiga cortadeira. Os caminhos das formigas são limpos, como estradas bem cuidadas, chegam a ter um quilômetro de extensão. As Yarang também têm seus caminhos e sabem que, para ser uma coletora de sementes da floresta, é preciso compreender os sinais da natureza. A manhã começa com a coleta da semente de amescla, na língua ikpeng, Txiworo. O espírito dono da árvore, é a abelha. Na floresta, vive o espírito de cada árvore. Toda árvore é sagrada, toda semente é sagrada porque é filha da árvore. Quando as mulheres Ikpeng entram na floresta para coletar sementes, elas entram com todo o respeito de quem chega em um lugar sagrado. Muitas vezes, na procura pelas sementes, encontram o espírito protetor ou da árvore ou da própria floresta, como a abelha, ou a lagarta. As Yarang caminham longos trajetos pela floresta até chegar à próxima árvore. Elas catam as sementes para vender para o Banco de Sementes, que vai reflorestar fazendas da região. Mas deixam sempre uma parte para os animais, coletadores de sementes e multiplicadores de florestas, como elas. Elas contam que, antes, colhiam todo tipo de sementes, mas passaram a se organizar para pegar apenas as espécies que forem encomendadas. Cada espécie tem seu jeito de crescer e espalha suas sementes. O leiteiro da mata exige prática e alta habilidade. “Tem semente que a gente cata no chão, mas nesse caso precisa subir, porque quando cai ela abre a casca dura e a semente voa, tem asas, começa a voar”, conta Magaro Ikpeng, uma das líderes das Yarang. Depois da coleta, as sementes vão para o beneficiamento. Para cada semente tem um tratamento específico. Raspar, tirar a película, descascar. Terminada essa tarefa, as líderes das Yarang, Magaro e Makawa, levam o material até a casa das sementes. Lá, elas são pesadas, registradas e armazenadas. Depois, seguem viagem pelo rio Xingu. São 5 horas de barco, mais 5 horas de carro, totalizando 10 horas de viagem até Canarana. As Yarang recebem 90% do que será pago pelo banco de sementes de Canarana, o resto fica para manter a Casa de Sementes dentro da terra indígena. "Com o dinheiro que a gente recebe pela venda das sementes, a gente compra coisas que precisa na casa: panelas, coisas para os maridos buscarem alimentos para nós, para pescaria, para caçada, remédios para os nossos filhos", conta Makaua Ikpeng. O boi que nunca veio Em outra aldeia dos Ikpeng, Arayo, as Yarang estão plantando sementes e reflorestando uma área degradada. Nada tem a ajuda de máquinas, tudo é manual. As Yarang misturam terra e as sementes para fazer a muvuca. Elas colocam os grãos na terra com cuidado e, depois, cobre com capim para proteger as sementes do calor excessivo. Elas estão há dois anos fazendo um trabalho persistente das formigas na região: arrancando capim braquiária e plantando no lugar não apenas árvores, mas uma floresta. A braquiária é uma espécie invasora e, onde tem esse capim, dificilmente cresce outra planta. "Aqui era roça, tinha plantio de banana e abacaxi. Aí vieram os brancos e falaram para a gente que iam trazer o boi. Para isso, precisava de comida para ele, então os brancos escolheram a área e plantaram capim. Mas nunca trouxeram o boi para comer esse capim", conta Kore Ikpeng, líder das Yarang. O território indígena do Xingu é uma olha de floresta cercado, principalmente, de campos de soja. Atualmente, a bacia do rio Xingu, no estado de Mato Grosso, tem mais de 6 milhões de hectares de florestas desmatadas, ou seja: 40 vezes o tamanho do município de São Paulo. Kore, líder das Yarang da aldeia Arayo diz que, quando era mais jovem, olhava a natureza imensa e pensava: nunca vai acabar. Com o passar do tempo, percebeu que vive numa ilha de floresta, que uma hora pode se esgotar. "A preocupação agora não é só com a gente, mas com as futuras gerações. A gente tem medo que eles passem fome." "A nossa forma de conhecer o meio ambiente é pelos sinais da natureza. Vê uma cigarra cantando, é porque vai chover. Vê uma borboleta, é porque vai acabar o período da chuva. Essas mudanças no clima fizeram com que as árvores ficassem irregulares: quando você vê muita floração, é sinal de que vai ter muita semente, mas essas sementes muitas vezes não viram fruta", conta o articulador indígena Oreme Ikpeng. Apesar de viverem no meio da floresta, os indígenas perceberam a necessidade de replantar mais árvores, coisas que os antigos jamais imaginariam necessário. O Instituto Socioambiental (ISA), que trabalha no Xingu há 25 anos, apoia os indígenas na resistência em manter a floresta viva. "Nós começamos esse trabalho para reflorestar a cabeceira do Xingu, porque as cabeceiras, os afluentes do Xingu, estão sendo desmatadas. Estão deixando ilhas de floresta na beira, é uma quantidade pequena de floresta na beira do rio. Não é floresta", diz Makaua. A grande preocupação dos indígenas é proteger as águas do rio Xingu. E para cuidar dessa imensidão, tudo começa na menor medida da vida, nas sementes. E quando elas passam seguindo viagem, é como se novas florestas estivessem viajando pelo rio Xingu. Na voz do cacique geral e pajé dos Ikpeng, Melobo Ikpeng, os mitos de criação do homem branco e dos indígenas estão vivos e fazem todo sentido. Ele conta que as árvores são parentes dos indígenas, que eles se originaram dos troncos das árvores. Os brancos, vieram da sucuri grande. A cobra era como a casa, a maloca, dos brancos. "Por isso a gente sempre pede: não desmatem a floresta, porque a floresta são nossos parentes, somos todos nós", diz Melobo.
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16/06 - Agricultores, ambientalistas e indígenas se unem para reflorestar fazendas em MT
Projeto do Instituto Socioambiental reúne grupo para recompor matas em região dominada pela soja. Coleta de sementes é feita por índios e pequenos produtores. Agricultores, ambientalistas e indígenas se unem para reflorestar fazendas em MT No Mato Grosso, a recuperação das matas ciliares de fazendas de soja é feita por meio de um projeto ambiental que conta com o esforço conjunto de agricultores, ambientalistas e índios. É uma parceria entre a agricultura moderna e o conhecimento tradicional indígena. Muita gente no estado quer que a natureza volte a ficar mais parecida com ela mesma. Higor Trovo é uma dessas pessoas. Há 10 anos, quando tinha 16, ele foi entrevistado pelo Globo Rural. Tinha feito um projeto e, com a ajuda da escola, reflorestava as margens do rio Queixada, que passava na fazenda do pai dele. "Criamos uma proteção para os animais e também para a nascente, que é um dos afluentes do Xingu. Vamos proteger a água, que é uma riqueza que nós temos e que a cada dia que passa está se tornando escassa", diz Higor. "Se isso acabar, a gente acaba junto." Para reflorestar a área, Higor e seu pai receberam ajuda do Instituto Socioambiental (ISA), que desde 1994 atua no Brasil. Na propriedade deles, foram plantados 4 hectares de matas ciliares em torno de uma das nascentes do rio Xingu. Existem outras 22 mil nascentes espalhadas pela bacia. A lei de preservação das matas ciliares ao longo de rios e cursos d’água existe há 40 anos. Mas ela em sempre foi cumprida e, agora, muitos produtores rurais começam a replantar áreas desmatadas ilegalmente. É um trabalho de formiga. O ISA, em parceria com produtores rurais, organizações de ensino, de pesquisa, pequenos e médios agricultores, indígenas e poder público, conseguiu reflorestar, em 12 anos de trabalho, uma área de 4 mil hectares. Não é nem 2% dos mais de 300 mil hectares de matas ciliares que precisam ser reflorestados na bacia do Xingu. O instituto refloresta, em média, 150 hectares por ano. "Em vista do que acontece no Brasil, é muito pouco devido ao passivo que se tem", diz Heber Alves, coordenador do ISA Canarana. Uma floresta demora muito tempo para virar floresta. Em uma fazenda em Vera Cruz do Xingu, no município de Canarana, na terra semeada há um ano há pequenos pés de ipê e paineira, que vão se transformar em grandes árvores, e sementes que ainda nem brotaram. A fazenda tem 43 mil hectares. Planta soja, cria gado e mantém uma floresta nativa. Ainda assim, foi preciso reflorestar as áreas vizinhas aos cursos d’água. Não basta conservar a mata, é preciso que a floresta esteja no lugar certo, onde ela é fundamental para garantir a continuidade da vida. "O que a gente está fazendo aqui junto com o ISA é muito importante, porque vai refletir não só aqui, mas na hora que cai no Xingu. E aí a gente pensa: Xingu, Mato Grosso, Pará… É muita responsabilidade cuidar de uma nascente", afirma Henrique Gonçalves, dono da fazenda. "A gente tira o nosso sustento da terra e a gente tem o dever de proteger a terra." Rede de Sementes e muvuca Para poder sustentar o reflorestamento nas áreas degradadas do Mato Grosso, o ISA criou em 2007 a Rede de Sementes do Xingu. É de lá que vieram 300 quilos de sementes que serão plantadas na fazenda Vera Cruz. Misturadas, essas sementes formam a chamada muvuca, prontas para serem lançadas à terra. A técnica criada pelo ISA, inspirada no manejo indígena, reduz o custo do replantio das árvores. As mesmas máquinas usadas no plantio da soja despejam a muvuca, com sementes de jatobá, carvoeiro, ipê, e outras 80 espécies. A soja demora no máximo 5 meses para chegar ao ponto de colheita. A floresta precisa de muito mais tempo. Até o jatobá se tornar uma grande árvore, terão se passado pelo menos 30 anos dessa espécie que pode durar alguns séculos. Um dos bichos dispersores da semente dura do jatobá é a anta, um dos muitos mamíferos em extinção. As árvores, as formigas, as abelhas, as aves, os mamíferos, mesmo sem planejar, trabalham todos juntos na tarefa de replantar a floresta. O homem precisa de estratégias e muitos parceiros para fazer trabalho semelhante. A rede de sementes do Xingu trabalha com mais de 600 coletores, entre indígenas e pequenos produtores rurais. Eles chegam a coletar mais de 150 espécies de sementes. "Recuperamos 6 mil hectares com mais de 200 toneladas de sementes. Isso é muito pouco perto do que essa região tem para recuperar", diz Bruna de Souza, diretora da Rede de Sementes do Xingu. "A devastação continua aqui na região. No último ano, foram mais de 5 mil hectares abertos." Sem a floresta, as sementes precisam ser encontradas. E, dependendo da dificuldade do beneficiamento, algumas podem ser muito caras. Como a da sucupira branca, que custa mais de R$ 600 o quilo. "Além de [a semente] ser difícil de achar, a matriz tem dificuldade no beneficiamento, é um trabalho artesanal", justifica Bruna. O preço das sementes varia de R$ 2 a R$ 600. O olho de boi, custa R$ 6 o quilo; o tento amarelo, R$ 24; a copaíba, R$ 49; o ipê, R$ 155 e o carvoeiro, R$ 200. O carvoeiro é uma árvore muito comum na região, nasce sozinha na natureza. Mas com a devastação, começa a ficar mais difícil a cada dia encontrar um carvoeiro e coletar a semente para fazer a muvuca. Por isso ela é tão cara.
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16/06 - Entenda o que levou ao pedido de demissão do presidente do BNDES
Joaquim Levy apresentou carta de demissão ao ministro da Economia, Paulo Guedes, que aceitou o pedido. Descontentamento do presidente Jair Bolsonaro com Levy gerou a crise. Joaquim Levy pede demissão da presidência do BNDES O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, entregou carta de demissão neste domingo (16) ao ministro da Economia, Paulo Guedes. O ministro aceitou a demissão. O pedido acontece um dia depois de o presidente Jair Bolsonaro ter afirmado a jornalistas que Joaquim Levy estava com a "cabeça a prêmio". Isso porque, Bolsonaro teria determinado a Levy que demitisse o diretor de Mercado de Capitais do BNDES, Marcos Barbosa Pinto. Bolsonaro chegou a afirmar que se Levy não demitisse Barbosa Pinto, seria ele, Levy, demitido. "Eu já estou por aqui com o Levy. Falei para ele: 'Demita esse cara na segunda-feira ou demito você sem passar pelo Paulo Guedes'", disse o presidente. Marcos Pinto, a quem Bolsonaro se referiu, foi chefe de gabinete de Demian Fiocca na presidência do BNDES (2006-2007). Fiocca era considerado, no governo federal, um homem de confiança de Guido Mantega, ministro da Fazenda nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Ainda na noite deste sábado, Marcos Pinto enviou carta de renúncia a Joaquim Levy. Na carta, Marcos Pinto afirmou que decidiu deixar o cargo em razão do "descontentamento manifestado" pelo presidente Jair Bolsonaro. Joaquim Levy teve participação em todos os governos federais desde o ano 2000 Segundo João Borges comentarista de economia da GloboNews, o presidente Jair Bolsonaro nunca recebeu bem o nome de Joaquim Levy para o BNDES (vídeo abaixo), que foi uma escolha pessoal do ministro da Economia, Paulo Guedes. Bolsonaro, segundo João Borges, se incomodava com a carreira pregressa de Levy – ele foi secretário do Tesouro e ministro da Fazenda em governos do PT. Por fim, Bolsonaro também estaria insatisfeito porque uma de suas promessas de campanha era "abrir a caixa-preta" do BNDES, o que Levy ainda não teria feito. Bolsonaro costuma dizer que houve problemas em empréstimos do BNDES para Cuba, Venezuela, e os chamados "campeões nacionais", como o empresário Joesley Batista, da J&F, envolvido em escândalos de corrupção. João Borges: Joaquim Levy sofreu resistências políticas de Bolsonaro desde o início Ordem cronológica dos fatos - Bolsonaro afirma na tarde deste sábado (15) que o presidente do BNDES, Joaquim Levy, estava com a "cabeça a prêmio" por, além de outros fatos, não ter demitido o diretor de Mercado de Capitais do BNDES, Marcos Barbosa Pinto; - Barbosa Pinto entrega carta de renúncia do cargo ao presidente do BNDES, Joaquim Levy. Ele afirmou na carta que decidiu deixar o cargo em razão do "descontentamento manifestado" pelo presidente Jair Bolsonaro; - Joaquim Levy pede demissão em carta enviada ao ministro da Economia, Paulo Guedes. O ministro aceitou o pedido de demissão. Repercussão A comentarista da GloboNews Miriam Leitão disse que a situação de Joaquim Levy no governo Bolsonaro "nunca foi muito confortável" (vídeo abaixo). Segundo Miriam Leitão, ele não queria que Levy fosse presidente do BNDES e foi difícil convencer Bolsonaro de que Joaquim era um bom nome. Miriam Leitão afirma que Bolsonaro entendia que não estava sendo obedecido porque a "caixa-preta" do BNDES ainda não foi aberta. Miriam Leitão comenta sobre pedido de demissão de Joaquim Levy O economista-chefe da Necton Corretora, André Perfeito, disse que a saída de Joaquim Levy é negativa e causa insegurança no mercado financeiro (vídeo abaixo). André Perfeito prevê efeitos na bolsa de valores, que pode sofrer queda, e no dólar, que pode entrar em alta, durante a próxima semana. Ele acredita que o sucessor de Joaquim Levy no BNDES será nome de perfil técnico e liberal. Especialista comenta sobre repercussão do pedido de demissão de Joaquim Levy O economista Maílson da Nobrega, ex-ministro da Fazenda, disse que com a saída de Levy o governo federal está perdendo um "profissional de alta qualidade", com vasta experiência no setor público e privado. Para Maílson a demissão de Levy gera insegurança no mercado e na equipe econômica do governo. Mercado financeiro na expectativa do anúncio do novo presidente do BNDES
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16/06 - Fazendas históricas no Rio voltam a produzir café e turismo aumenta
No passado, região de 'Mar de Morros' foi responsável por produzir 80% do café do mundo e começa a retomar o plantio. Empreendimentos se uniram em projeto para explorar o cultivo. Fazendas históricas no Rio voltam a produzir café e turismo aumenta Um projeto no sul do Rio de Janeiro está incentivando fazendas históricas a retomar a produção de café. As propriedades ficam na região conhecida como "Mar dos Morros'" que chegou a produzir 80% de todo o café do mundo no passado. Com um investimento inicial de R$ 20 mil, as propriedades que estavam trabalhando somente com o turismo, começam também a explorar o plantio do café. Leda Maria Barreto, analista do Sebrae, explica que o objetivo inicial é levar os visitantes a conhecer todo o ciclo de produção do café e, no final, apreciar a bebida extraída do cafezal que visitaram. O dinheiro foi usado para comprar mudas, fazer análises e adubação do solo, além de instalar o sistema de irrigação por gotejamento. A proposta é, a princípio, produzir apenas o suficiente para o consumo dos visitantes. Cinco fazendas fazem parte do roteiro e outras 10 têm o interesse de participar. Os cafezais plantados há dois anos estão dando a primeiras safra. Dona da Fazenda Aliança, em Barra do Piraí, Josefina Durini foi uma das primeiras a abraçar o projeto dos novos cafezais e está contente com o resultado. Ela diz que muitos grupos de turistas, dentre eles europeus, começaram a buscar informações sobre as visitações à fazenda. Como estavam focadas no turismo, as propriedades estão se adaptando à produção. A Fazenda União, em Rio das Flores, transformou uma quadra de tênis em terreiro para a secagem dos grãos. O dono da propriedade, Mario Vasconcellos, afirma que a procura por hospedagem aumentou em torno de 20%. Em dois hectares, foram plantadas nove mil mudas do catuaí, uma das variedades mais apreciadas nos cafés de seleção especial.
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16/06 - Saiba mais sobre o plantio conjunto de milho de milho com capim
Folheto da Embrapa traz informações sobre o assunto. Veja dicas para produzir silagem de qualidade para o gado O Globo Rural mostrou neste domingo (16) como fazer silagem de milho misturado com capim. Se você quer saber mais sobre esse assunto, a Embrapa tem o informativo "Cultivo simultâneo de capins com milho: produção de grãos, de forragem e de palhada para plantio direto". O material pode ser baixado de graça no site da Embrapa.
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16/06 - Plantio do trigo começa com atraso no Rio Grande do Sul
Solo encharcado devido a excesso de chuvas no estado também pode prejudicar a produção, apesar de aumento de área plantada. Plantio do trigo começa com atraso no Rio Grande do Sul O trigo está sofrendo com o excesso de chuva no Rio Grande do Sul. Além do atraso de duas semanas para o início do plantio, a expectativa é que a produção caia, influenciada pelo solo encharcado e pela baixa luminosidade na região. De acordo com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), existe a possibilidade de uma queda 7,45% em relação à última safra, apesar do aumento previsto de 4,12% no total de área plantada no estado. "O trigo, nesse início, ele gosta que tenhamos umidade e frio, mas depois ele quer um clima um pouco mais seco", explica Gustavo Basso, extensionista da Emater. Apesar da possível queda na produção, os produtores estão otimistas quanto ao valor para a venda. "O preço do trigo hoje, na semeadura, já está relativamente bom. Mas para o segundo semestre a gente crê que ele pode melhorar ainda mais, tendo em vista que os estoques internacionais estão mais baixos comparados com outros anos. O dólar também está bastante alto, o que acaba dificultando um pouco a importação desse cereal, o que pode vir a favorecer o trigo brasileiro", aponta Eduardo de Bortoli, agricultor.
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16/06 - Produtores de MT fornecem milho para a produção de etanol
Estado é responsável por 75% da produção nacional do combustível a partir do cereal. Combustível ajuda a regular mercado do grão. Produtores de MT fornecem milho para a produção de etanol Em Mato Grosso, a indústria do etanol ganhou um aliado: o milho. Por lá, produtores do grão têm vendido parte da safra para usinas. É o caso do produtor Leonildo Barei, de Sinop (MT). Ele espera colher entre 150 e 160 sacas de milho por hectare. Do total, 30% já foi vendido para uma empresa que produz etanol de milho. "Está estimulando o produtor a plantar seu milho e comercializar local. Está acima do preço mínimo, em pouco melhor, coisa que nós sempre tivemos dificuldade de ter um preço mínimo praticado em pico de colheita", afirma. A usina que comprou o milho de Barei ainda está sendo construída, mas já está fazendo estoque do grão. Lá, devem ser processados 3.600 toneladas de milho por dia. Cinco usinas de etanol de milho estão em funcionamento no Mato Grosso. A previsão é que o estado produza 1,1 bilhão de litros de etanol do cereal, o que representa 75% da produção nacional.
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16/06 - Produtores de São Paulo comemoram boa safra da cana
Apesar da chuva, rendimento deve subir quase 6% em 2019, na comparação com o ano passado. Produtores de São Paulo comemoram boa safra da cana A chuva atrasou o início da colheita da cana-de-açúcar no interior de São Paulo. Porém, a recuperação veio acompanhada de um aumento na produtividade. Segundo o Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), o rendimento aumentou 5,58% em maio, na comparação com ano anterior. "A chuva melhorou a produtividade. Principalmente chuva de março, abril, e estamos tendo 10% acima da produtividade do nosso canavial", disse Henrique Gatti, gerente agrícola. Uma usina de Batatais (SP) deve moer 4,1 milhões de toneladas de cana até dezembro. A maior parte vai para a produção de etanol. "Os preços do etanol estão melhores que o preço do açúcar por mais um ano. A gente tem um excedente de produção de açúcar nos outros países que tem pressionado o preço da commodities no mundo e no Brasil", falou Luiz Gustavo Diniz, gerente comercial da usina. As usinas do Centro-Sul devem moer este ano 566 milhões de toneladas de cana.
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16/06 - Embraer vai exibir KC-390 da FAB em salão aeronáutico em Paris
Governo encomendou, em 2014, 28 cargueiros do modelo da fabricante brasileira. Primeira aeronave da produção em série está na Paris Air Show, que começa nesta segunda (17). KC-390 é o maior avião já produzido no Brasil Embraer/Divulgação O maior avião já produzido no Brasil, o cargueiro militar KC-390, foi levado pela fabricante Embraer para o salão Aeronáutico Paris Air Show, um dos principais eventos do setor. O modelo levado à Europa é o primeiro de produção em série que será entregue à Força Aérea Brasileira (FAB) nas próximas semanas - a data ainda não foi definida. A feira começa nesta segunda-feira (17) e vai até domingo (23) no aeroporto de Le Bourget, onde estão previstas apresentações nos dois primeiros dias de feira. A aeronave militar, junto com o jato comercial E195-E2 e o novo executivo Praetor 600, são apostas de negócios da companhia neste ano no evento. O KC-390 é é um veículo de transporte tático para missões como transporte e lançamento de cargas e tropas, reabastecimento em voo, busca e salvamento e combate a incêndios florestais. O cargueiro é o quarto produzido pela Embraer em Gavião Peixoto (SP), sendo que os três primeiros foram usados nos testes . O certificado foi obtido na Agencia Nacional de Aviação Civil (Anac) em outubro de 2018. O avião ainda depende de certificação militar. A companhia tem um acordo para a produção seriada de 28 aeronaves para o governo. O contrato é de 2014, com valor estimado na época em R$ 7,2 bilhões. A nova frota vai substituir os atuais Hércules (C-130) utilizados pela FAB. Nova empresa O setor de Defesa da Embraer não integra a joint venture entre Boeing e Embraer para a criação de uma nova empresa , da qual a Boeing vai ser detentora de 80%. A nova companhia, Boeing Brasil Commercial vai atuar na aviação comercial. Em um outro negócio, as empresas vão aprofundar os laços para as vendas do cargueiro brasileiro. Elas vão identificar em conjunto as oportunidades para novos mercados de exportação ao KC.
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16/06 - Pequenas Empresas & Grandes Negócios: contatos de 16/06/2019
Veja como obter informações das empresas citadas no programa. Veja a reportagem: Espaço multiuso em SP une galeria de arte, salão de beleza, barbearia e café GALERIA RECORTE Rua Augusta, 829 – Consolação São Paulo / SP – CEP: 01305-100 Telefone: (11) 3368-9824 Facebook: https://www.facebook.com/galeriarecorte/ Instagram: https://www.instagram.com/galeriarecorte/ Veja a reportagem: Empresa júnior de estudantes universitários dá consultoria para negócios do mercado real Empresa Júnior Fundação Getulio Vargas R. Itapeva, 432 - Bela Vista São Paulo/SP - CEP: 01332-000 Telefone: (11) 3799-7712 E-mail: contato@ejfgv.com Site: http://ejfgv.com/ MCassavia Materiais para Construção Rua Quatá, 435, Vila Olímpia São Paulo/SP – CEP: 04546-042 Telefone :3841-9552 Email: contato@mcassavia.com.br Site: www.mcassavia.com.br VC no PEGN: Ex-corretor de imóveis investe em oficina de motos e fatura alto Octane Speedlab Rua Vieira de Morais 1642 ,Campo Belo São Paulo/SP – CEP: 04617-006 Telefone: 25063294 Site: www.octanespeedlab.com.br Email: contato@octanespeedlab.com.br PEGN.TEC: Saiba o que causa e como evitar a “frustração digital” em clientes SOFIST /Prevenção e Redução de Problemas em Produtos Digitais Av. Júlio Prestes, 470 - Taquaral - Campinas -SP Telefone: (19) 3291-5321 Site: https://www.sofist.com.br E-mail: negocios@sofist.com.br Instagram: https://www.instagram.com/vemprasofist/ Facebook: https://www.facebook.com/SofistIntelligentSoftwareTesting/ MAXMILHAS Site: https://www.maxmilhas.com.br/ E-mail: maxmilhas@nr-7comunicacao.com.br Instagram: https://www.instagram.com/maxmilhas/?hl=pt-br Facebook: https://www.facebook.com/MaxMilhas/ Veja a reportagem: Empresária cria cursos para ensinar mulheres a fazer reparos dentro de casa Se Vira, Mulher! LTDA Rua Artur de Azevedo, 1902 - Pinheiros (Salão Superior da Cervejaria Zuraffa) São Paulo/ SP – CEP: 01452-020 Telefone: (11) 996203573 Email: contato.seviramulher@gmail.com Site: www.seviramulher.com Veja a reportagem: Empreendedora cria loja que personalizada bichos de pelúcia Criamigos Loja de São Paulo: Jardim Sul Shopping – Rua Itacaiuna, 61, Bairro Vila Andrade São Paulo/SP – CEP: 05716-070 Telefone escritório: (54) 3286-5916 E-mail: contato@criamigos.com.br
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16/06 - Empreendedora cria loja que personaliza bichos de pelúcia
Veronicah Sella viu a ideia nos Estados Unidos e decidiu trazer para o Brasil. Loja já possui 12 franqueados e possui planos de expansão em São Paulo Empreendedora cria loja de personalização de bichos de pelúcia Já pensou em trabalhar personalizando ursinhos de pelúcia? Essa foi a ideia que a empreendedora Veronicah Sella teve. Ela vende bichos de pelúcia personalizados, com todos os detalhes escolhidos pelo cliente. “Nós somos uma oficina de urso de pelúcia. Aqui a gente dá vida pro seu novo amigo.”, diz ela. A Veronicah viu uma ideia parecida nos Estados Unidos, e resolveu, junto com uma sócia, trazer para o Brasil com um investimento inicial de R$ 800 mil. “Ficou dois anos em desenvolvimento de fornecedores, marca, análise de oportunidade", conta. O investimento e pesquisa deram resultado. Hoje a rede tem 12 lojas planejadas para encantar. "A visão é estimulada a todo momento, e o tato. A pessoa pode pegar e quanto mais pegar o urso, mais vinculo ta criando e ninguém desgruda mais.”, conta. É o próprio cliente quem monta veste e enfeita o bichinho de estimação, que tem até certidão de nascimento. O primeiro passo é escolher a pelúcia. Depois as crianças gravam a voz do novo amiguinho. Assim, o brinquedo ganha personalidade. O processo é cheio de rituais de afeto. Eles criam um vínculo entre a criança e o brinquedo, que sai da loja cheio de enfeites. A personalização cria valor. Na loja, um urso de pelúcia normal é vendido por R$ 65. Só que, em média, o consumidor gasta três vezes mais comprando acessórios pra deixar o produto com a cara dele. E tem um monte: sapato, roupa, mochila, casaco, patins, celular smoking, microfone e óculos escuros. São 50 tipos de acessórios, renovados a cada quatro meses, que garantem a recompra e a fidelização do cliente. “E criança está num mundo muito rápido, ele quer novidade. Então com uma roupinha nova, um sapato novo, se torna um brinquedo novo.”, explica a empresária. Para montar uma franquia é necessário o investimento de R$ 300 mil. O faturamento previsto é de R$ 80 mil por mês. A empresária Sandra Uriai abriu uma franquia no fim do ano passado. “Nós temos plano de expansão pra São Paulo, um plano grande agora de mais cinco lojas agora pro segundo semestre.”, declara. A marca aposta no mercado brasileiro, que possui 32 milhões de crianças de 5 a 14 anos. A expectativa é criar um 1,5 milhão de novos bichinhos pelúcia até o fim de 2020. Criamigos Loja de São Paulo: Jardim Sul Shopping – Rua Itacaiuna, 61, Bairro Vila Andrade, São Paulo/SP – CEP: 05716-070 Telefone: (54) 3286-5916 E-mail: contato@criamigos.com.br
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16/06 - Empresária cria cursos para ensinar mulheres a fazer reparos dentro de casa
Empresária fez a divulgação do negócio pelas redes sociais e começou o negócio sem capital. Atualmente o faturamento mensal da empresa é de R$ 15 mil. Empresária cria cursos para ensinar mulheres a fazer reparos dentro de casa Foi-se o tempo em que consertos e reparos dentro de casa era um bicho de sete cabeças para as mulheres. Hoje elas não só consertam como também empreendem na área de marcenaria, hidráulica, jardinagem e elétrica. A empresária Thaís Nobre desenvolveu um bom exemplo de negócio ao criar, em 2017, cursos para ensinar as mulheres a fazer pequenos reparos. “Sou engenheira de controle de automação. Aprendi um pouco de elétrica na faculdade, mas aprendi muito em reparos com meu pai também e quis viabilizar isso para outras mulheres”, conta Thaís. Ela fez divulgação em redes sociais e começou o negócio sem capital. “Não precisei tirar nada do bolso nas primeiras turmas. Abrimos inscrições com pagamento antecipado, e com esse dinheiro comprei material e ai fomos reinvestindo. Em torno de R$ 4,5 mil.” A aluna e empresária Rosângela Pinheiro já fez alguns cursos e abriu uma agência de recrutamento de mulheres que fazem reparos domésticos. “As mulheres estão com vontade de pôr a mão na massa, do que contratar profissional ou esperar o maridão fazer. A mulher fazendo se empoderou: 'eu fiz, com muito orgulho'.” Hoje ela oferece cinco cursos básicos, não profissionalizantes: elétrica, marcenaria, jardinagem, mecânica automotiva e hidráulica. As aulas duram de duas a quatro horas. O ticket médio é de R$ 150. Más há cursos gratuitos e com preços menores, quando são feitos em parceria com empresas. O faturamento mensal é de R$ 15 mil. "Nós temos planos de desenvolver cursos online e isso vai aumentar muito a nossa possibilidade de atendimento, e queremos ir para outras cidades e vai surpreender de novo na conta no final do ano”, planeja Thaís. Se Vira, Mulher! LTDA Rua Artur de Azevedo, 1902 - Pinheiros (Salão Superior da Cervejaria Zuraffa) São Paulo/ SP – CEP: 01452-020 Telefone: (11) 996203573 E-mail: contato.seviramulher@gmail.com Site: www.seviramulher.com
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16/06 - Saiba o que causa e como evitar a 'frustração digital' em clientes
É muito importante que o dono de um negócio digital conheça esse conceito. Empresário criou uma startup para ajudar outras empresas a evitar que um cliente, ou potencial cliente, sofra de 'frustração digital'. Saiba o que causa e como evitar a “frustração digital” em clientes A “frustação digital” ocorre quando o cliente fica insatisfeito com o serviço prestado pelo empreendimento virtual. E na internet é difícil o consumidor dar uma segunda chance para quem não entregou o prometido. Imagine que na frente de cada smartphone tem um cliente em potencial da sua empresa. Ele quer comprar um produto ou um serviço e você vai faturar mais. Só que podem acontecer problemas... Causa e efeito. Quando o consumidor se frustra, quem sofre é o empresário. Uma pesquisa feita por uma empresa de controle de qualidade de software mostrou um prejuízo global de US$ 1,7 trilhão devido a falhas em programas, em 2017. Bruno Abreu, empresário, diz que em toda frustração você deixa de aproveitar uma oportunidade de trazer mais receita para o negócio. E completa: “o que a gente observa é que ainda é um movimento reativo, ou seja, as empresas esperam algo ruim para fazer algo a respeito, para tomar alguma providência. ”, alerta. Bruno criou uma startup para mudar esse processo. O negócio ajuda empresas a evitar que um cliente, ou potencial cliente, sofra de “frustração digital”. “A gente identifica as oportunidades de melhoria, seja um problema, seja algo que já funciona legal, mas que poderia ser algo muito mais legal e a gente indica para o nosso parceiro o quê que ele pode fazer a respeito”, explica Bruno. A empresa do Bruno já identificou 80 mil falhas em empresas e os problemas mais comuns são funcionamento, portabilidade – quando um sistema não funciona em todos os tipos de dispositivos, experiência de uso, falhas de segurança, lentidão – um terço dos consumidores não volta a um site demorado, e falta de feedback ou retorno. E na maioria dos casos, a empresa não fica sabendo de nenhum desses problemas. “Poucos usuários reclamam quando eles têm uma experiência negativa em e-commerces. A pessoa simplesmente para de usar, abre uma outra janela do navegador da internet e acessa o site do concorrente”, conta Bruno. André Agra é diretor de operações de um site que já emitiu dois milhões e meio de passagens aéreas conectando quem quer viajar com quem quer vender milhas. “Nosso modelo de negócio nasce de uma frustração digital, onde o nosso fundador foi comprar uma passagem no site de uma companhia aérea e na página de pagamento o valor quintuplicou, então ele optou por comprar com milhas e daí que nasce a nossa empresa”, explica André Agra. A empresa virou líder no setor no Brasil ouvindo, com muita atenção, as reclamações dos brasileiros. Por exemplo, um botão diferente para fechar a compra deixava o cliente confuso. Nos sites, aplicativos e nas plataformas, qualquer serviço prestado no ambiente virtual é vivo: tem que evoluir sempre para não perder usuários. "Gasta-se muito para trazer um cliente para fazer a primeira compra dentro da plataforma. Então, a partir do momento em que ele vem, você tem que fideliza-lo", alerta Agra. A empresa do Bruno atende a empresas de todos os tamanhos e cobra de acordo com a complexidade do projeto. “Nunca vai dar pra fazer tudo. Frustração zero é muito difícil, mas pode-se sim, escolher coisas a serem feitas pra reduzir.”, afirma. Dois terços das falhas identificadas pela empresa do Bruno são consideradas críticas e de alto impacto para os negócios. SOFIST /Prevenção e Redução de Problemas em Produtos Digitais Av. Júlio Prestes, 470 - Taquaral - Campinas -SP Telefone: (19) 3291-5321 Site: https://www.sofist.com.br E-mail: negocios@sofist.com.br Instagram: https://www.instagram.com/vemprasofist/ Facebook: https://www.facebook.com/SofistIntelligentSoftwareTesting/ MAXMILHAS Site: https://www.maxmilhas.com.br/ E-mail: maxmilhas@nr-7comunicacao.com.br Instagram: https://www.instagram.com/maxmilhas/?hl=pt-br Facebook: https://www.facebook.com/MaxMilhas/
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16/06 - Empresa júnior de estudantes universitários dá consultoria para negócios do mercado real
A primeira empresa júnior, em São Paulo, já completou trinta anos. Hoje, o Movimento Empresa Júnior atua em mais de 800 universidades em todo o país. Empresa júnior de estudantes universitários dá consultoria para negócios do mercado real Carlos, de 20 anos. Ana, de 18 e Leonardo, de 20. Quem encontra com esses jovens não imagina do que eles são capazes. Eles fazem parte de um grupo que só no ano passado ajudou mais de 3 mil empresas a ganhar dinheiro – e algumas a sair do buraco. Eles são consultores de empresas e fazem parte do MEJ – Movimento Empresa Júnior, que atua em mais de 800 universidades em todo o país. “Empresa júnior é uma empresa feita por alunos de faculdades, que presta consultoria pra empresas normais, com clientes regulares, aplicando conhecimento que eles têm na faculdade em empresas", explica Leonardo Pasqualin, presidente da empresa júnior da FGV. A empresa júnior da Fundação Getúlio Vargas é a mais antiga do país. Surgiu em 1988, ano da promulgação da nova Constituição e de hiperinflação galopante. Carlos Costa, diretor comercial da empresa júnior da FGV-SP compara como eram feitas as pesquisas de mercado há trinta anos e agora. “As pessoas iam para as ruas fazer pesquisa, levava dias. Hoje em dia a gente coloca tudo no celular, num aplicativo, em questão de horas a gente tem todas as respostas que precisa”, explica. Uma consultoria da empresa júnior dura em média 42 dias e custa de 10 a 20 mil reais, metade do preço de mercado. Um depósito de construção precisava arrumar a casa. Pedro Cassavia, sócio do negócio, trabalhava na empresa júnior da FGV, na época, e prestou consultoria para o pai e para o irmão. A primeira orientação que o Pedro deu para o Lucca Cassavia foi: baixe o preço do cimento. “Qualquer reforma que você for fazer, vai ter que usar cimento. Vendendo cimento, você acaba vendendo tinta e produtos de hidráulica, por exemplo”, explica a estratégia estudante de administração / FGV-SP. “Baixamos a margem e ganhamos na quantidade. Dobrou a venda de cimento e de agregados”, conta Lucca Cassavia. A consultoria também orientou os empresários a fazer divulgação nas redes sociais, treinar e estimular os funcionários, além de abrir mais uma porta na loja. O resultado do trabalho foi imediato. "No mês seguinte ao que o projeto terminou, o faturamento da empresa subiu quase 15%. Foi muito bacana trazer inovação, tecnologia pra empresa.”, diz Pedro Cassavia. Ficou interessado, empresário? No site da Confederação Brasileira de Empresas Juniores você encontra todas as informações para contratar essas consultorias. Empresa Júnior Fundação Getulio Vargas R. Itapeva, 432 - Bela Vista São Paulo/SP - CEP: 01332-000 Telefone: (11) 3799-7712 E-mail: contato@ejfgv.com Site: http://ejfgv.com/ MCassavia Materiais para Construção Rua Quatá, 435, Vila Olímpia São Paulo/SP – CEP: 04546-042 Telefone :3841-9552 Email: contato@mcassavia.com.br Site: www.mcassavia.com.br
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16/06 - Espaço multiuso em SP une galeria de arte, salão de beleza, barbearia e café
A ideia é proporcionar uma nova experiência para o cliente. O layout do espaço foi pensado estrategicamente para gerar negócio. No local circulam 700 pessoas por dia. Espaço multiuso em SP une galeria de arte, salão de beleza, barbearia e café A rua Augusta, em São Paulo, tem vocação pra se reinventar. Nos anos 60 era point de ricos e famosos. Hoje, de descolados. A rua virou um espaço democrático. A arquiteta e artista plástica, Ana Gadelha abriu um espaço multiuso na rua. Ele é uma galeria de arte, salão de beleza, barbearia e café. A ideia foi importada de Londres e Nova York. “Trouxe isso pro Brasil, pensando o que poderia casar de serviço e formasse um conceito”, lembra Ana. O layout do espaço foi pensado estrategicamente para gerar negócio. Isso porque, para cortar o cabelo, o cliente passa obrigatoriamente pela galeria e esse pessoal acaba observando o trabalho do salão. "Como estamos desde 2014 com essa proposta, o público do salão também passou a ser consumidor de arte e fortaleceu isso durante os anos.” Ana investiu R$ 500 mil para montar o espaço. No local circulam 700 pessoas por dia. O serviço no salão e barbearia varia de R$ 90 a R$ 1 mil. Os artistas que expõem as colagens na galeria são escolhidos por curadores. O espaço cobra uma comissão sobre as vendas e há um giro interessante de obras de arte, que ocorre a cada 45 dias. A artista Juliana Coelho, que já teve obras expostas na galeria, acha a proposta interessante. “Tem uma circulação de público que não consigo alcançar. Se você não tem tempo de ir na exposição, não tem costume, indiretamente no espaço você vive essa experiência. É outro tipo de jeito de ter um trabalho numa exposição”. "Este é o segredo de nosso negócio, a troca de público que depois passa a ser a mesma coisa. Não estou vindo aqui só por conta do salão ou galeria, mas pelo conjunto da experiência”, completa Ana Gadelha. GALERIA RECORTE Rua Augusta, 829 – Consolação São Paulo / SP – CEP: 01305-100 Telefone: (11) 3368-9824 Facebook: https://www.facebook.com/galeriarecorte/ Instagram: https://www.instagram.com/galeriarecorte/
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16/06 - Após declarações de Bolsonaro, Joaquim Levy envia carta de demissão a Paulo Guedes
O presidente do BNDES, Joaquim Levy (esq.), e o ministro da Economia, Paulo Guedes (dir.) Marcelo Camargo/Agência Brasil O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, afirmou ao blog que enviou carta de demissão ao ministro da Economia, Paulo Guedes. "Falei há pouco com o Paulo Guedes. Está tudo bem, sem surpresas", disse Joaquim Levy ao blog. Segundo Levy, Guedes aceitou o pedido de demissão. O ministro confirmou que recebeu a carta de Levy (veja a mensagem ao final do post). Ele já está procurando um sucessor para Levy. Na tarde deste sábado (15), antes de embarcar para viagem ao Rio Grande do Sul (RS), o presidente Jair Bolsonaro afirmou a jornalistas que Joaquim Levy está com a "cabeça a prêmio". Bolsonaro deu a declaração no momento em que deixava o Palácio da Alvorada, em Brasília. Na entrevista, Bolsonaro, sem ser questionado, disse que mandou Joaquim Levy demitir o diretor de Mercado de Capitais do BNDES, Marcos Barbosa Pinto. O presidente afirmou, ainda, que se Barbosa não fosse demitido, ele, Bolsonaro, demitiria Levy. "Eu já estou por aqui com o Levy. Falei para ele: 'Demita esse cara na segunda-feira ou demito você sem passar pelo Paulo Guedes'", disse o presidente. Marcos Pinto, a quem Bolsonaro se referiu, foi chefe de gabinete de Demian Fiocca na presidência do BNDES (2006-2007). Fiocca era considerado, no governo federal, um homem de confiança de Guido Mantega, ministro da Fazenda nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Ainda na noite deste sábado, Marcos Pinto enviou carta de renúncia a Joaquim Levy. Na carta, Marcos Pinto afirmou que decidiu deixar o cargo em razão do "descontentamento manifestado" pelo presidente Jair Bolsonaro. Segundo o ministro da Economia, o fato de Levy ter optado por "nomes ligados ao PT" para cargos no banco desagradou Jair Bolsonaro. Joaquim Levy assumiu a presidência do banco em janeiro deste ano. Levy comandou o Ministério da Fazenda no segundo mandato de Dilma Rousseff e deixou o cargo após 11 meses. Joaquim Levy pede demissão após criticar presidente Jair Bolsonaro Mensagem de Joaquim Levy entregue a Paulo Guedes Solicitei ao ministro da Economia Paulo Guedes meu desligamento do BNDES. Minha expectativa é que ele aceda. Agradeço ao ministro o convite para servir ao País e desejo sucesso nas reformas. Agradeço também, por oportuno, a lealdade, dedicação e determinação da minha diretoria. E, especialmente, agradeço aos inúmeros funcionários do BNDES, que têm colaborado com energia e seriedade para transformar o banco, possibilitando que ele responda plenamente aos novos desafios do financiamento do desenvolvimento, atendendo às muitas necessidades da nossa população e confirmando sua vocação e longa tradição de excelência e responsabilidade. Joaquim Levy
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16/06 - Pecuarista não pode se descuidar da qualidade da água dos animais
Criações precisam ter acesso à água limpa e em abundância. Pecuarista não pode se descuidar da qualidade da água dos animais Reprodução/TV TEM Na propriedade de José Ricardo Vilkas, em Angatuba, a água que mata a sede das vacas leiteiras é retirada de um poço artesiano. A estrutura faz parte de um sistema que tem 300 metros de profundidade até o lençol freático. José Ricardo diz que a água dada aos animais precisa ter a mesma qualidade da que a pessoa beberia no dia a dia. Ele lembra que o leite é composto por mais de 90% de água e que a produção não pode ser comprometida por uma água de má qualidade. Para manter a qualidade da água, os bebedouros são limpos toda semana. Isso ajuda a evitar o acúmulo de limo e possíveis contaminações. Na propriedade de José Ricardo, o PH da água é de 8.8, ou seja, é uma água alcalina. Isso ajuda na digestão dos animais. Os bezerros são colocados em baias 24 horas depois do nascimento. O produtor explica que o leite não é suficiente e a água ajuda na hidratação e no desenvolvimento do animal. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 16/06/2019) Pecuarista não pode se descuidar da qualidade da água dos animais Na fazenda de José Antônio Moraes Pucci, a água vem de uma nascente e fica represada em um açude. Os animais têm livre acesso ao local durante todo o dia. O criador tem 350 cabeças de gado de corte e oitenta cavalos quarto de milha. Os animais ficam soltos nos mais de 600 hectares e encontram 8 açudes para matar a sede. José diz que fornecer água de qualidade traz muitos benefícios. A chuva se encarrega de limpar e renovar a água represada. Outro fator importante é a temperatura da água, que está sempre ao natural, nem quente, nem gelada. Em Cerquilho, visitamos uma fazenda com 450 cabeças de gado. O sistema utilizado é de semi-confinamento. A água está disponível num açúde e em alguns tanques, abastecidos com água tratada, a mesma que temos nas torneiras de casa. Os tanques são limpos toda semana. A água fica em temperatura ambiente. O produtor lembra que o consumo não diminui nem nos dias mais frios. Rafael Foltran Daniel, que além de criador é veterinário, destaca que boa alimentação e água em abundância ajudam a produzir uma carne macia. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes Sociais SAIBA MAIS
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16/06 - Aprenda a fazer um quibe assado
Receita fica muito saborosa e é bem fácil. Aprenda a fazer um quibe assado Reprodução/TV TEM O Nosso Campo mostra como fazer quibe pra toda a família. Mas não é o salgado frito como muita gente conhece. A dica é um quibe assado, fácil de preparar e delicioso. Ingredientes: 1 xícara de chá de hortelã picada ½ quilo de trigo para quibe (hidratado em 750ml de água fervente por 30 minutos) ½ quilo de carne moída (patinho, alcatra ou colchão mole) 1 cebola grande (picada em cubos bem pequenos) 1 colher de chá rasa de pimenta síria 1 pitada de pimenta do reino 1 colher de chá de sopa rasa de sal 150 gramas de manteiga sem sal (cerca de 3 colheres de sopa) 1/2 xícara de chá de nozes picadas 1 copo de requeijão Azeite 8 nozes (cortadas ao meio) para decorar Modo de preparo: Amasse a carne moída junto com o trigo para quibe. Coloque a pimenta , o sal e a cebola. Misture e acrescente as nozes e a manteiga. Inclua a hortelã e misture mais um pouco. Cubra o fundo de um refratário com metade da massa. Recheie com o requeijão e cubra com o restante da massa. Decore como quiser. Você pode colocar algumas nozes e regar com um pouco de azeite. Cubra com papel alumínio e leve para o forno por cerca de 30 minutos a 200 graus. Bom apetite! (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 16/06/2019) Aprenda a fazer um quibe assado Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes Sociais SAIBA MAIS
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16/06 - Procura por confinamento cresce com queda da qualidade da pastagem
Custos sobem nesta época, mas confinar o gado é a melhor saída para alguns criadores. Procura por confinamento cresce com queda da qualidade da pastagem Reprodução/TV TEM No final do outono, começo do inverno, a qualidade das pastagens cai muito. Na fazenda de Vangélio Mondeli, em Regionópolis (SP), as 1.500 cabeças de gado começaram a receber uma suplementação alimentar três vezes ao dia. Sem comida no campo, os animais preferem ficar perto dos cochos. Cada boi chega a comer 16 quilos de ração, o que é um gasto a mais para o criador, que calcula uma despesa adicional de R$ 5,50 em média, por dia, com cada animal. O criador explica que se os animais comerem menos ficam mais magros e vulneráveis às doenças. É nesta época que o confinamento vira uma alternativa para muito criadores. Na fazenda de Vangélio, os animais mais velhos são retirados do pasto e transferidos para as áreas de confinamento. Eles recebem muito mais ração e conseguem engordar mesmo com a chegada do inverno. Vangélio lembra que o confinamento é uma ferramenta fundamental para abater o gado mais cedo, encurtando o tempo de engorda e aumentando o lucro. Marco Bassan, que é gerente de rastreabilidade em uma fazenda de Guarantã (SP), conta que o melaço de soja é um importante composto para a alimentação do rebanho. Além de ser palatável, o benefício pode ser notado na aparência dos pelos dos animais. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 16/06/2019) Procura por confinamento cresce com queda da qualidade da pastagem A ração é preparada com todos os nutrientes que os animais precisam pra ganhar peso. Isso inclui minerais, milho moído, sementes de algodão e silagem de cana. O confinamento recebe 1150 animais de quatro raças diferentes. Cada curral fica com até 75 animais. Eles são monitorados, inclusive à noite. Um funcionário analisa os cochos para conferir se há muito ou pouca ração e se os animais comeram tudo. A informação é importante para saber a quantidade de alimento que será fornecida no dia seguinte. Cada animal come entre 10 e 14 quilos de ração por dia. Esses cuidados são necessários para que cada boi ultrapasse 520 quilos em menos tempo e que a engorda aconteça de maneira uniforme. O que levaria até 1 ano e meio, no confinamento, demora cerca de 90 dias. À procura por esse sistema de criação cresce a partir de junho. Neste período tem até fila de produtores interessados. Os currais são preparados para receber os rebanhos em fase de terminação. O confinamento de José Roberto Ribas tem capacidade para 3.000 animais. Para ele, transferir a criação dos pastos para às áreas de confinamento, nesta época do ano, é a garantia de bons negócios. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes Sociais SAIBA MAIS
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16/06 - Produtores de Porto Feliz lucram com uva fora de época
Safrinha já é tradicional no município. Produtores conseguem duas safras no ano. Produtores de Porto Feliz lucram com uva fora de época Reprodução/TV TEM Quando a safrinha começa, a família Rodrigues fica cheia de trabalho. Até dona Maria Geralda Silva deixa um pouquinho os afazeres de casa para ajudar. Os pés de uva foram podados em fevereiro para que fosse possível colher nesta época, quando normalmente não há muita oferta no mercado. A expectativa de José Nivaldo Rodrigues é colher 12 mil quilos de uva niágara até o fim do mês. Depois, já começa a preparação para a poda de agosto e a colheita de dezembro. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 16/06/2019) Produtores de Porto Feliz lucram com uva fora de época Cada quilo sai, em média, entre R$ 4,20 e R$ 5,00. A qualidade da fruta produzida em Porto Feliz se destaca. A uva é vendida para o consumo in natura e também para a produção de vinhos. A safrinha deve ser de 60 toneladas. Jefferson Castilho cresceu vendo a família plantar uva em Porto Feliz. Ele diz que colher no final de outono, começo do inverno, representa um ganho extra. Jefferson explica que atrasou bem a poda para os parreirais produzirem em junho e até em julho, que é quando tem menos fruta no mercado e dá para conseguir um preço melhor. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes Sociais SAIBA MAIS
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16/06 - Polícia mapeia propriedades para reduzir crimes na zona rural
Mapeamento deve aumentar agilidade no combate a crimes em sítios e fazendas. Polícia mapeia propriedades para reduzir crimes na zona rural Reprodução/TV TEM Humberto José da Silva cria gado de corte em Guapiaçu (SP). Ele e a filha conhecem cada animal da propriedade, mas há pouco tempo, quando chegavam para trabalhar, sentiram falta de 11 animais. Furtos assim são comuns em todo o Estado. O furto de gado, maquinário e defensivos agrícolas tira o sono de produtores rurais. Só nos primeiros 4 meses deste ano foram registrados 212 furtos e roubos em propriedades rurais na região de São José do Rio Preto. No mesmo período do ano passado, foram 187 casos, o que significa um crescimento de 13%. A Polícia Militar está mapeando as propriedades para conter esse tipo de crime. No trabalho, os policiais reúnem dados de proprietários e de todas as outras pessoas que moram nos locais. São registrados números de telefones e até a localização geográfica de cada sítio ou fazenda. A polícia vai contar também com os dados fornecidos pelas casas de agricultura dos municípios. O projeto, que vem sendo desenvolvido no Noroeste de São Paulo, é pioneiro. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 16/06/2019) Polícia mapeia propriedades para reduzir crimes na zona rural O tenente José Roberto Lopes Júnior diz que às vezes fica difícil para o policial sair do centro urbano e localizar a propriedade que é alvo de algum delito. O mapeamento deve facilitar o deslocamento da patrulha. Cada propriedade vai ganhar um número de identificação, que deverá ficar em local visível. Grupos de WhatsApp vão ser montados para facilitar a troca de informações entre vizinhos, caso alguém note algo suspeito. Até agora quase 100 propriedades em 96 municípios foram cadastradas. A Polícia Militar diz que até o final do ano o mapeamento deve atingir quase todas as propriedades, ajudando a tornar a zona rural mais segura. O produtor Eduardo Fernandes Gimenez está confiante e acredita que esse trabalho vai aumentar a rapidez dos atendimentos, criando a sensação de segurança. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes Sociais SAIBA MAIS
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16/06 - Concursos: 14 órgãos abrem inscrições na segunda para preencher mais de 1 mil vagas
Há oportunidades para profissionais de todos os níveis de escolaridade, com postos em 11 estados. Concursos abrem inscrições nesta segunda Divulgação Nesta segunda-feira (17), 14 concursos públicos abrem inscrições para preencher mais de 1 mil vagas. Há oportunidades para profissionais de todos os níveis de escolaridade, com postos em 11 estados. CONFIRA AQUI A LISTA COMPLETA DE CONCURSOS E OPORTUNIDADES Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso. Os salários chegam a R$ 9.600,92 na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), que está com 34 vagas abertas para profissionais de nível superior. As inscrições terminam no dia 21 de julho, e devem ser feitas no site da organizadora do concurso. Somente na Prefeitura de Campo Grande (MS), há 633 vagas. Os postos são para profissionais com ensino superior completo, e salários de até R$ 7.893,22. As inscrições terminam no dia 14 de julho. Veja mais informações no site da organizadora. Veja abaixo os concursos que abrem inscrições nesta segunda: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano Veja mais informações Prefeitura de Campo Grande (MS) Veja mais informações Prefeitura de Ingaí (MG) Veja mais informações Prefeitura de Piracicaba (SP) Veja mais informações Prefeitura de São Simão (SP) Veja mais informações Prefeitura de Teixeiras (MG) Veja mais informações Prefeitura de Vicência (PE) Veja mais informações Prefeitura de Vicentinópolis (GO) Veja mais informações Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Minas Gerais Veja mais informações Universidade Federal da Fronteira do Sul (UFFS) Veja mais informações Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) Veja mais informações Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Veja mais informações Universidade Federal de Sergipe (UFS) Veja mais informações Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) Veja mais informações
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16/06 - Warren Buffett: A filosofia de vida "invertida" do bilionário que impressiona Bill Gates
O co-fundador da Microsoft e o segundo homem mais rico do planeta admira não apenas a forma de fazer negócios do investidor Warren Buffett, mas sua maneira de encarar a vida "de cabeça para baixo". Mas, afinal, qual é a filosofia de Warren Buffett? Warren Buffett, apelidado de o "sábio de Omaha" AP Todo mundo já sabe: Bill Gates e Warren Buffett são bilionários de sucesso. Eles ocupam, respectivamente, o segundo e o terceiro lugares na lista das pessoas mais ricas do planeta, segundo a revista Forbes (o fundador da Amazon, Jeff Bezos, lidera o ranking). Se somássemos a fortuna de ambos, chegaria a US$ 179 bilhões (cerca de R$ 693 bilhões). Mas além dos números e dos negócios, eles também são amigos. Bill Gates, o cofundador da Microsoft e cocriador da Fundação Bill & Melinda Gates, a maior instituição de caridade privada do mundo, tem sido um admirador do investidor americano Warren Burrett há anos. Não apenas por sua capacidade de fazer negócios mas também por sua maneira de encarar a vida. "Toda vez que vejo Warren, fico surpreso com sua maneira incrível e perspicaz de ver o mundo de cabeça para baixo", escreveu Gates em seu blog Gates Notes. Filosofia de vida Conhecido como o "oráculo de Omaha", em referência à cidade natal, Warren Buffett é considerado um dos investidores mais bem sucedidos da história. Buffett dirige a Berkshire Hathaway, que administra mais de 60 empresas, incluindo a fabricante de baterias Duracell, a companhia de seguros Geico e a cadeia de restaurantes e sorvetes Dairy Queen (DQ), com presença em mais de 20 países. É nesta última empresa que Bill Gates se concentra para explicar a "filosofia de cabeça para baixo" de Warren Buffett. Um dos menus mais populares do Dairy Queen é o Blizzard, um sorvete macio e cremoso misturado com biscoitos, brownies ou outros doces, cuja particularidade é que é servido de cabeça para baixo. "É uma surpreendente obra de arte de fast-food que demonstra que cada ingrediente é tão espesso que desafia a gravidade", disse Gates. Bill Gates chamou Buffett de um dos homens mais pacientes com quem já conviveu Ruben Sprich/Reuters "Pensar diferente e celebrar uma filosofia de cabeça para baixo é o sistema DQ", definiu um dos executivos da empresa, e Gates disse que o mesmo poderia ser dito de seu dono, que ele define como "gênio". Segundo o cofundador da Microsoft, Buffett "pensa diferente, em quase tudo". "Para começar, ele atribui seu incrível sucesso a algo que qualquer um poderia fazer: 'Eu simplesmente sento no meu escritório e leio o dia todo'." Gates também chamou Buffett de um dos homens mais pacientes com quem já conviveu. "Em uma época em que a gratificação instantânea é desejada em todos os aspectos da vida, Warren é uma das pessoas mais pacientes que conheço, disposta a esperar para obter os resultados que deseja", escreveu. "Como ele disse certa vez: 'Alguém está sentado sob uma sombra hoje porque outra pessoa plantou uma árvore há muito tempo'", acrescentou Gates em seu blog, ao descrever sua visita em maio passado a Omaha, onde aconteceu a reunião anual de acionistas da Berkshire Hathaway. O evento é conhecido como o "Woodstock do capitalismo". Também é sabido que a dieta de Warren Buffett contraria a todas as recomendações nutricionais que um homem de 88 anos poderia receber, e inclui várias garrafas de refrigerante e refeições fast-food por dia. "Até sua dieta é estranhamente invertida. Em vez de terminar o dia com a sobremesa, assim é que gosta de começá-lo. Ele inclui (biscoitos) Oreo e sorvete no café da manhã", relatou Gates. Nem sempre funciona Embora Buffett represente uma referência entre os investidores globais e seus conselhos sejam altamente valorizados nos círculos financeiros, ele naturalmente não é bem-sucedido sempre em suas decisões. E não tem vergonha de reconhecer quando está errado. "Eu estava errado sobre o Google e a Amazon, tomei decisões ruins", disse na reunião de 2018 da Berkshire Hathaway, ao explicar por que não investiu nas empresas. "Acredito que o que Jeff Bezos fez é algo próximo de um milagre", continuou. Ele também reconheceu que tomou decisões financeiras baseadas em emoções que lhe custaram vários milhões. Buffett comprou a Berkshire Hathaway em 1962, quando era uma empresa têxtil que ia mal, e investiu mais dinheiro nela. Quando pensou que estava sendo enganado, assumiu o controle da companhia, demitiu os diretores e tentou manter o negócio por mais 20 anos. O bilionário disse que a decisão, baseada em suas emoções e não na razão, "foi um erro de US$ 200 bilhões". No entanto, vários analistas acreditam que o movimento que Buffett fez com a Berkshire Hathaway foi uma das operações de investimento mais bem-sucedidas dos últimos anos.
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16/06 - Diretor do BNDES renuncia após Bolsonaro dizer que presidente do banco está com 'cabeça a prêmio'
Bolsonaro disse neste sábado (15) que, se Joaquim Levy não demitisse Marcos Pinto, ele seria demitido. Segundo ministro da Economia, Paulo Guedes, presidente ficou 'angustiado' porque Levy escolheu 'nomes ligados ao PT' para a diretoria. O diretor de Mercado de Capitais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Marcos Barbosa Pinto, enviou neste sábado (15) uma carta de renúncia ao presidente da instituição, Joaquim Levy. Na carta, Marcos Pinto afirmou que decidiu deixar o cargo em razão do "descontentamento manifestado" pelo presidente Jair Bolsonaro. Neste sábado (15), Bolsonaro afirmou que Levy estava com a "cabeça a prêmio" e que, se não demitisse o diretor, ele seria demitido. "Escrevo para apresentar minha renúncia ao cargo de diretor do BNDES. É com pesar que entrego essa carta, logo após ter tomado posse, mas não quero continuar no cargo diante do descontentamento manifestado pelo presidente da República com minha nomeação", escreveu Marcos Pinto. "Tenho muito orgulho da carreira que construí ao longo dos anos, seja na academia, no governo ou no mercado financeiro. Dada minha experiência, achei que poderia contribuir para implementar as reformas econômicas de que o país precisa", acrescentou. Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente Bolsonaro ficou "angustiado" porque Levy optou por "nomes ligados ao PT" para cargos no banco. De acordo com o jornal "Valor Econômico", Marcos Pinto é mestre em direito pela Universidade de Yale (EUA) e doutor pela Universidade de São Paulo (USP). Marcos Pinto foi chefe de gabinete de Demian Fiocca na presidência do BNDES (2006-2007). Fiocca era considerado, no governo federal, um homem de confiança de Guido Mantega, ministro da Fazenda nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Marcos Pinto é também ex-diretor da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
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15/06 - Após declaração de Bolsonaro, equipe econômica considera situação de Levy 'insustentável'
Análise: "Bolsonaro nunca recebeu muito bem Joaquim Levy no BNDES", diz João Borges Diante da declaração do presidente Jair Bolsonaro de que o presidente do BNDES, Joaquim Levy, está com a "cabeça a prêmio", integrantes da equipe econômica disseram ao blog neste sábado (15) considerar que a situação de Levy é "insustentável". Assim que encerrou a entrevista coletiva, na portaria do Palácio da Alvorada, Bolsonaro telefonou para o ministro da Economia, Paulo Guedes, e relatou o que havia dito aos jornalistas. Segundo apurou o blog, Bolsonaro já avisou a assessores que, na segunda (17), conversará novamente com Guedes, indicando que a substituição de Levy é inevitável. Há algumas semanas, nos bastidores, já se falava na saída de Levy. Houve, até, sondagem a alguns nomes para substituí-lo. Joaquim Levy assumiu a presidência do BNDES em janeiro deste ano. Bolsonaro diz que presidente do BNDES está com a 'cabeça a prêmio' Indicação de Levy Bolsonaro sempre resistiu – e nunca absorveu – a indicação de Levy para o BNDES, uma escolha pessoal de Paulo Guedes Guedes. O presidente sempre se incomodou com o fato de Joaquim Levy ter sido secretário de Fazenda no governo de Sérgio Cabral (MDB-RJ) e ministro da Fazenda no governo Dilma Rousseff. Levy também foi secretário do Tesouro no governo Luiz Inácio Lula da Silva e integrou a equipe econômica do governo Fernando Henrique Cardoso. Bolsonaro também sempre cobrou de Joaquim Levy levar a público os detalhes de empréstimos do BNDES para a Venezuela e outros países nos governos do PT. Mas o desgaste de Levy não é somente na relação com o presidente Bolsonaro. Na equipe econômica, há também críticas a ele, por ter sido "dominado", nas palavras de algumas pessoas, pelo "espírito corporativo do BNDES".
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15/06 - Rondônia inicia vazio sanitário em mais de 300 mil hectares de área de soja
Plantio nas propriedades está proibido durante 90 dias. Só em Vilhena serão mais de 40 mil hectares no 'vazio'. Vazio sanitário terá duração de 90 dias em Rondônia Johny Goerend/Unsplash Começou neste sábado (15) o período do vazio sanitário nas propriedades produtoras de soja em Rondônia. Durante os próximos três meses, mais de 300 mil hectares de área não poderão receber qualquer plantio. Segundo o decreto do governo estadual, o vazio sanitário é realizado com objetivo de diminuir e controlar a ferrugem asiática, umas das principais pragas dessa lavoura. Essa ferrugem é causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi. Só em Vilhena (RO), considerada a capital rondoniense da soja, serão mais de 40 mil hectares de área que ficarão no vazio sanitário. Além da proibição do cultivo, o produtor de soja do estado deve eliminar todas as plantas voluntárias, como as tigueras. A eliminação pode ser feita tanto por meio mecânico quanto químico. Telmo Heuser é produtor de soja em Vilhena e afirma que está terminando a colheita do milho safrinha. "Após retirar o milho safrinha, vou ficar atento com as plantas voluntárias, pois ela pode hospedar o fungo da ferrugem asiática", diz. O vazio sanitário no estado tem duração de 90 dias, terminando assim só em 15 de setembro. Depois desse período, os produtores poderão fazer o plantio da soja correspondente a safra 2019/2020. Segundo a engenheira Sidcleia Mafra, da Agência de Defesa Agrosilvopastoril (Idaron), se os produtores não respeitarem o período do vazio sanitário podem ser multados de R$ 1.304,20 a R$ 6.521,00, dependendo da situação. Neste ano, a Idaron diz ter feito o monitoramento da ferrugem no período de plantio da safrinha. A ação teve o objetivo de verificar a incidência e o nível de ocorrência da praga por meio de coleta de material a campo e análise em laboratório. Após o vazio sanitário, em 15 de setembro, os produtores devem cadastrar as áreas produtoras de soja por meio do site www.idaron.ro.gov.br ou em uma unidade de atendimento da agência.
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15/06 - Especialistas ensinam técnicas para eficiência nutricional dos peixes de cativeiro, em RO
Ração representa cerca de 60% da produção. Temperatura da água também deve ser analisada antes da ração ser jogada aos peixes. Especialista fala sobre importância da correta alimentação aos peixes Rede Amazônica/Reprodução Embora a ração representa cerca de 60% do custo de produção de peixes em cativeiro, o ciclo nutricional na piscicultura é um importante aliado ao produtor de Rondônia. Segundo Maria Mirtes de Lima Pinheiro, engenheira de pesca, é essencial observar o hábito alimentar dos peixes que o piscicultor pretende criar. "Peixes onívoros, como o tambaqui, exigem menor percentual de proteína bruta, que é exatamente o ingrediente que encarece as rações. Já os peixes carnívoros, como pirarucu, são mais exigentes nutricionalmente. Exigem rações com maiores teores de proteína bruta e são as rações mais caras dentro do ciclo de produção", afirma. Em uma propriedade de Porto Velho, o Rondônia Rural foi conhecer sobre manejo e a correta nutrição dos peixes. A fazenda visitada tem piscicultura consorciada com a pecuária leiteira. O pasto, que se diferencia pela qualidade, recebe irrigação com água que sobra dos tanques. Parte 1: Acompanhe a série sobre piscicultura e veja a cotação agrícola O ciclo nutricional na piscicultura da propriedade é de responsabilidade do zootecnista Leandro Barbieri. Ele acompanha de perto os processos desenvolvidos no local, desde o armazenamento onde os sacos devem estar em tablado suspenso do chão, em local coberto e arejado, até a distribuição de comida nos tanques. Temperatura O pirarucu é a espécie dominante nas lâminas d'água da propriedade. Apesar da espécie ser nativa, exige cuidados bem especiais. Uma delas é saber a temperatura da água dos tanques antes de jogar a ração aos peixes. Engenheiro mede temperatura da água antes de tratar peixes Rede Amazônica/Reprodução "A temperatura mais baixa é no período da manhã. Onde não tem raios solares, daí essa temperatura baixa. Ao pirarucu a gente procura observar essa temperatura acima de 26°C. Acima disso a gente já joga ração. Abaixo de 26°C a gente diminui a quantidade de ração pra 50%. A superfície fica muito fria então ele procura não se alimentar muito. Então, pra não ter desperdício de ração, a gente diminui a quantidade", afirma. “Granolometria” Outro fator que o produtor deve levar em conta é a“granolometria”, isto é, o tamanho do pelete da ração. Ração tem tamanho para cada peixe, segundo especialistas Rede Amazônica/Reprodução Ela tem vários tamanhos, de 0,4 a 16 milímetros, por exemplo. O peixe vai crescendo e, conforme o seu crescimento, o tamanho da boca vai acompanhando esse desenvolvimento. "O piscicultor deve então oferecer para o peixe rações com tamanho compatível com o tamanho da boca dele, que é pra ele poder capturar esses peletes e poder se alimentar", diz Maria Mirtes. Biometria A engenheira de pesca ainda orienta os produtores sobre a importância de acompanhar o desenvolvimento dos peixes ainda dentro da água e os cuidados com o ganho de peso, a chamada biometria. Biometria"Biometria, como o nome está dizendo: Bio=vida, Metria=Medida. Ele vai medir o tamanho e o peso do peixe dentro do ciclo de produção. Essas biometrias devem ser regulares e aí o piscicultor determina se vai ser quinzenal, mensal, bimestral, mas regulares, que ele consiga acompanhar esse crescimento e ver se essa ração está sendo eficiente, se ela está oferecendo uma boa conversão alimentar", ressalta a engenheira de pesca. Conversão alimentar, segundo a especialista, é a quantidade de ração que o peixe consome para produzir um quilo de carne. Rondônia Rural explica importância de nutrição de peixes Rede Amazônica/Reprodução Mas se a ração representa cerca de 60% dos custos da piscicultura, muitas vezes o barato pode sair caro. "Às vezes, quando o piscicultor procura por uma ração mais barata, isso não implica num custo menor de produção. Porque se a ração for ruim, esse peixe não vai ter todos os nutrientes necessários para um bom crescimento e um bom rendimento no ciclo de produção. Ele demora mais pra crescer e pior ele pode influenciar na qualidade da água do meio ambiente", finaliza.
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15/06 - Bolsonaro diz que presidente do BNDES está com 'cabeça a prêmio'
Na opinião do presidente da República, Joaquim Levy não tem sido 'leal' a ele: 'Eu já estou por aqui com o Levy'. Bolsonaro disse que mandou demitir diretor. Bolsonaro diz que o presidente do BNDES está ‘com a cabeça a prêmio’ O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste sábado (15) que o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, está com a "cabeça a prêmio". Bolsonaro deu a declaração no momento em que deixava o Palácio da Alvorada, em Brasília, e se dirigia à Base Aérea para viajar para o Rio Grande do Sul. O presidente desceu do carro, conversou com algumas pessoas e concedeu entrevista a jornalistas. Na entrevista, Bolsonaro, sem ser questionado, disse que mandou Joaquim Levy demitir o diretor de Mercado de Capitais do BNDES, Marcos Barbosa Pinto. Acrescentou que, se Barbosa Pinto não for demitido, ele, Bolsonaro, demitirá Levy. "Eu já estou por aqui com o Levy. Falei para ele: 'Demita esse cara na segunda-feira ou demito você sem passar pelo Paulo Guedes'", disse o presidente. Em seguida, Bolsonaro acrescentou: "Governo tem que ser assim, quando bota gente suspeita em cargos importantes. E essa pessoa, como o Levy, vem há algum tempo não sendo leal àquilo que foi combinado e àquilo que conhece a meu respeito. Ele está com a cabeça a prêmio já tem algum tempo." Marcos Pinto, a quem Bolsonaro se referiu, foi chefe de gabinete de Demian Fiocca na presidência do BNDES (2006-2007). Fiocca era considerado, no governo federal, um homem de confiança de Guido Mantega, ministro da Fazenda nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Joaquim Levy (centro), numa cerimônia no Palácio do Planalto com o presidente Bolsonaro e o ministro Paulo Guedes Antonio Cruz/ Agência Brasil Levy no BNDES Joaquim Levy tomou posse em janeiro como presidente do BNDES. Ainda no ano passado, quando Levy foi escolhido para o cargo, Bolsonaro disse que quem havia "bancado" a indicação dele era Paulo Guedes, atual ministro da Economia. Levy comandou o Ministério da Fazenda no segundo mandato de Dilma Rousseff e deixou o cargo após 11 meses.
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15/06 - Índia vai aumentar tarifas alfandegárias sobre produtos dos EUA
O governo de Nova Delhi havia decidido em junho de 2018 aumentar as tarifas de uma série de produtos dos EUA - incluindo maçãs e amêndoas - depois da recusa de Washington de isentar a Índia de uma alta nas tarifas sobre o aço e o alumínio. A Índia vai aumentar, a partir de domingo (16), as tarifas sobre 29 produtos americanos, uma decisão anunciada no ano passado, mas que foi adiada várias vezes, informou a imprensa indiana neste sábado (15). O governo de Nova Delhi havia decidido em junho de 2018 aumentar as tarifas de uma série de produtos dos EUA - incluindo maçãs e amêndoas - depois da recusa de Washington de isentar a Índia de uma alta nas tarifas sobre o aço e o alumínio. Mas a aplicação desta medida foi adiada várias vezes, em razão de negociações entre os dois países. Mas a decisão de alguns dias atrás do presidente dos Estados Unidos Donald Trump de excluir a Índia da lista de países com status preferencial parece ter provocado a decisão do executivo de Nova Delhi. Os Estados Unidos exportaram para a Índia no valor de US$ 142,1 bilhões em 2018, segundo estimativas. Seu déficit comercial com esse país asiático foi de US$ 24,2 bilhões, segundo dados oficiais.
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15/06 - Tribunal argentino suspende processo arbitral contra a Petrobras
Segundo a estatal brasileira, o tribunal arbitral entendeu que a associação desistiu da arbitragem por não ter pago a taxa de arbitragem no prazo estabelecido. A Petrobras informou que o tribunal de arbitragem da Bolsa de Comércio de Buenos Aires reconheceu a desistência da arbitragem iniciada contra a companhia por Consumidores Financieros Asociación Civil para su Defensa. Segundo a estatal brasileira, o tribunal arbitral entendeu que a associação desistiu da arbitragem por não ter pago a taxa de arbitragem no prazo estabelecido. "A associação recorreu ao Judiciário argentino contra essa decisão. Se a decisão tornar-se definitiva, a arbitragem será extinta", disse a Petrobras em comunicado na sexta-feira à noite.
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