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21/08 - Câmara derruba MP que previa repasse de R$ 3,5 bilhões para a Eletrobras
Sem os recursos que iriam reembolsar a estatal por despesas de distribuidoras, governo pode ter prejudicados os planos de privatizar a empresa neste ano. A Câmara dos Deputados derrubou nesta terça-feira (20) a medida provisória que previa um aporte de R$ 3,5 bilhões para a Eletrobras a fim de compensar a estatal pelas despesas de distribuidoras de energia da estatal no passado. A proposta será arquivada. Os recursos seriam repassados até 2021. Sem a verba, os planos do governo de privatizar a empresa ainda neste ano podem ser prejudicados. Isso porque a empresa terá de assumir dívidas de subsidiárias, o que poderá afetar o preço de suas ações. Diante da derrubada, o líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), anunciou no plenário que o governo pretende enviar ao Legislativo um projeto de lei para tratar da questão. Editada pelo presidente Jair Bolsonaro em abril, a medida já perderia a validade nesta quarta-feira (21), quando iria expirar o prazo de 120 dias que o Congresso Nacional tinha para aprová-la. Mesmo que a medida tivesse sido aprovada pela Câmara, ainda teria de passar pelo Senado – e não haveria tempo hábil. Pela Constituição, as MPs entram em vigor assim que publicadas no "Diário Oficial", mas, para virarem lei em definitivo, têm de passar por votações nas duas casas. Após 45 dias de tramitação, a medida provisória passa a trancar a pauta e tem prioridade na fila de projetos. Como já iria caducar nesta quarta, os deputados entraram em acordo na reunião de líderes da Câmara para rejeitá-la e, assim, destravar a pauta. Os parlamentares derrubaram a MP na primeira etapa de votação – na qual se analisa somente se não fere nenhum princípio constitucional– e não chegaram a discutir o mérito. Controversa, a privatização da estatal já havia sido encaminhada ao Legislativo pelo ex-presidente Michel Temer em 2018. Mas o texto sofreu resistência e não avançou. A intenção do governo anterior era vender ações da empresa para diluir a fatia governamental na companhia para uma posição minoritária. Lucro da Eletrobras sobe 305% no segundo trimestre
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20/08 - Paulo Guedes se reúne com senadores e apresenta propostas do novo pacto federativo
Após encontro com ministro, líder do governo disse que flexibilização dos orçamentos públicos e transferência de receitas a estados e municípios são eixos principais da proposta; entenda. O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, durante reunião nesta terça-feira (20) Marcos Brandão/Senado Federal O ministro da Economia, Paulo Guedes, se reuniu nesta terça-feira (20) com alguns senadores para detalhar as propostas da pasta sobre o chamado novo pacto federativo. Na semana passada, os líderes partidários decidiram dar andamento a propostas que tratam do tema e já estão no Congresso. São propostas de emenda à Constituição (PECs) e projetos de lei. De acordo com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o Senado quer aprovar descentralização de recursos para ajudar estados e municípios. Após o encontro com Paulo Guedes, nesta terça-feira, o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), afirmou que o documento com detalhes das propostas será entregue pelo governo ao Congresso na próxima segunda-feira (26). Bezerra antecipou que o debate terá dois eixos principais: flexibilização dos orçamentos públicos; transferência de recursos da União a estados e municípios. Entre as propostas que compõem o novo pacto, estão: distribuição dos recursos da cessão onerosa do pré-sal (R$ 21 bilhões, sendo metade para estados e a outra metade para municípios); repasse de recursos do Fundo Social, referentes à exploração de petróleo, de forma progressiva (R$ 6 bilhões no próximo ano, chegando a R$ 32 bilhões no oitavo ano); extensão do prazo para o pagamento de precatórios de 2024 para 2028; regularização da chamada "securitização" de créditos aos estados; pagamento, pela União, de R$ 4 bilhões por compensações pela Lei Kandir e pelo Fex [fundo de exportação]. Segundo Bezerra Coelho, o governo exigirá como contrapartidas: "desjudicialização" de demandas dos estados contra a União no que diz respeito à Lei Kandir; revogação da PEC que obriga o governo a criar uma linha de financiamento para o pagamento dos precatórios. 'Cessão onerosa' Mais cedo, nesta terça-feira, Davi Alcolumbre afirmou que a proposta sobre a "cessão onerosa" poderá ser votada na Casa já na próxima semana. O acordo de cessão onerosa foi fechado pela Petrobras com a União em 2010 e permitiu à estatal explorar 5 bilhões de barris de petróleo em campos do pré-sal na Bacia de Santos (SP), sem licitação. Em troca, a empresa pagou R$ 74,8 bilhões. O governo estima, porém, que a área pode render mais 6 bilhões de barris e quer fazer um megaleilão, que pode render R$ 100 bilhões aos cofres públicos. Ainda segundo Davi Alcolumbre: o relator, Cid Gomes (PDT-CE), já finalizou o parecer sobre o tema; a distribuição dos recursos pela União será de 15% para estados e 15% para municípios; a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) pode analisar o texto na semana que vem; em seguida, o plenário votará o assunto; o projeto deve ser enviado à Câmara posteriormente. Repasse de R$ 500 bilhões Na apresentação aos senadores, o Ministério da Economia estimou em R$ 500 bilhões o repasse, em até 15 anos, para estados e municípios. Segundo Fernando Bezerra, essa é uma receita estimada a partir da projeção da exploração de petróleo. "O que o governo está admitindo partilhar, transferir, é receita nova. É tudo aquilo que vem através de royalties e de participação especial da exploração de petróleo", afirmou. Segundo o Ministério da Economia, desses R$ 500 bilhões: Destinação de R$ 10,9 bilhões para estados e R$ 10,9 bilhões para municípios por meio do acordo da cessão onerosa; Além disso, outros R$ 4 bilhões oriundos da cessão onerosa seriam repassados a estados e municípios somente uma vez como compensação pela Lei Kandir e pelo Fex. O Plano de Equilíbrio Fiscal permitiria empréstimos com aval da União à estados com nota de crédito com o Tesouro C (atualmente, são 14 estados). Um projeto de lei sobre o assunto já foi encaminhado pelo governo à Câmara. Os estados poderão contrair até R$ 10 bilhões em empréstimos com aval da União por ano. Plano de fortalecimento federativo (PFF): o governo começaria a dividir com estados e municípios parte dos recursos arrecadados com royalties e participações especiais da exploração do petróleo que hoje são devidos somente à União. O repasse começaria em 30% e subiria até 70% em 8 anos, crescendo 5 pontos percentuais a cada ano. Se os repasses forem iniciados em 2020, começariam com repasses extras aos demais entes de R$ 6 bilhões, com uma estimativa de crescimento até R$ 32 bilhões em 8 anos. O Fundeb acaba em 2020 e, atualmente, a suplementação que a União faz ao Fundo é de R$ 13,3 bilhões anuais. O governo garantiria a continuação desses R$ 13,3 bilhões anuais e acrescentaria mais R$ 6,5 bilhões anuais. Fundos de financiamento No encontro desta terça-feira, também foi discutida a possibilidade de reduzir o número de fundos de financiamento. O líder do governo afirmou que hoje existem 248 fundos e que a ideia de Guedes seria, por exemplo, reduzir o número a 80 ou 90 e uma parte ser transformada em transferência direta para estados e municípios. Outra possibilidade é que parte dos recursos dos fundos possa financiar o novo Fundeb (Fundo de Manutenção da Educação Básica). Bezerra, porém, afirmou que se tratou apenas de uma discussão e que "não há nenhuma proposta concreta" a ser apresentada em relação aos fundos.
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20/08 - Plantio irrigado aumenta mais de 200% em MT nos últimos nove anos, diz IBGE
São quase 80 mil hectares de irrigação em todo o estado, somente em 2019. Sema emitiu mais de 200 licenças para implantação de pivô em propriedades rurais em 9 anos. Plantio irrigado cresce mais de 200% em MT Reprodução/TVCA Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística apontam que plantio irrigado aumentou 214%, nos últimos 10 anos, no estado. Atualmente, a agricultura irrigada ocupa uma área de quase 80 mil hectares. Dividida em culturas a distribuição de áreas é a seguinte: Algodão - 5.944 ha Arroz - 4.360 ha Feijão - 65.864 ha Milho - 3.767 ha O gráfico abaixo representa a evolução da agricultura irrigada no estado, em hectares. Dados são referentes a julho deste ano. 
A Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) é a responsável por liberar as licenças de funcionamento para este tipo de sistema. Nos últimos nove anos liberou 227 licenças , mas apenas 198 estão vigentes. Desde 2014 as licenças vencem num prazo de seis anos. Depois disso, é preciso fazer a renovação de uso. 
 Entretanto, alguns fatores impedem que o plantio irrigado cresça ainda mais. Entre eles, a energia elétrica. Por isso, muitos produtores costumam fazer a irrigação de maneira alternada e controlada. Produtores investem em irrigação para driblar as condições climáticas Reprodução/TVCA Em uma propriedade rural de Campo Verde, a 139 km de Cuiabá, a irrigação é utilizada há dezessete anos. Porém, o pivô, equipamento usado para distribuição da água, é desligado entre os meses de junho e agosto para gerar economia na conta. Com essa atitude, o produtor deixa de cultivar a chamada terceira safra. Em compensação, chegar a economizar cerca de R$ 200 mil em energia elétrica. Em outra fazenda, também em Campo Verde, são mais de 300 hectares, onde são cultivados a soja, o milho e algodão. Entretanto, o plantio entre os meses de agosto e setembro, só é possível com a ajuda dos pivôs. Agricultores afirmam que irrigação permite mais produção com maior tranquilidade Reprodução/TVCA De acordo com o proprietário da fazenda, Sandro Gutierrez, a irrigação proporciona um certo conforto ao agricultor, porque não fica dependente apenas do período de chuva. "A gente tem o conforto de fazer uma programação de plantio e conseguir bom resultado na germinação. Possibilita também o plantio de três culturas no ano, sem preocupação com a umidade de solo e desenvolvimento da planta

", comentou ele. Dos dados da Agência Nacional de Águas (ANA) são diferentes do IBGE. Para a ANA, Mato Grosso ocupa a quinta posição na instalação de pivôs em lavouras. Ainda segunda a agência, nos últimos 17 anos o crescimento da área irrigada foi de 751% com mais de 113 mil hectares. E a tendência é que cresça ainda mais.
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20/08 - Autor da proposta de reforma tributária sugere troca de crédito tributário por títulos da dívida
Economista Bernard Appy fez apresentação aos deputados da comissão especial que analisa o tema. Segundo ele, mecanismo pode ser incluído na PEC em tramitação na Câmara. O economista Bernard Appy, autor do texto da reforma tributária, durante apresentação aos deputados da comissão especial que analisa o assunto na Câmara Pablo Valadares/Câmara dos Deputados O economista Bernard Appy, autor dos estudos que servem de base para a reforma tributária em análise na Câmara, apresentou nesta terça-feira (20) aos deputados da comissão especial sobre o tema uma proposta de troca dos créditos tributários de empresas por títulos da dívida pública. A troca dos créditos tributários não consta da proposta de emenda à Constituição (PEC) em tramitação na Câmara, apresentada pelo deputado Baleia Rossi (MDB-SP), mas, segundo o economista, poderá ser incluída. Os créditos são devidos a empresas – especialmente as exportadoras – tanto pelo governo federal (nos casos de PIS e Cofins) quanto pelos estados (ICMS). São decorrência de impostos pagos a mais. De acordo com o economista, os títulos públicos gerados pelos créditos tributários seriam corrigidos pela Selic (taxa básica de juros da economia), definida pelo Banco Central (atualmente, em 6% ao ano). Ele informou ainda que esses títulos teriam prazo de pagamento longo, já que tanto o governo federal quanto os estados enfrentam uma crise fiscal e não teriam condições de quitar esses débitos rapidamente. Os títulos poderiam, entretanto, ser negociados no mercado, de forma a que a empresa recupere mais rapidamente os valores em créditos tributários devidos pelo governo. "Hoje, no Brasil, empresa como [a de um] exportador vende com alíquota zero, exporta com alíquota zero, mas ele comprou insumos que vieram tributados. Então, ele acumulou um saldo credor do imposto que, em qualquer país que tenha um bom imposto sobre valor adicionado, o governo devolve rapidamente o dinheiro para essa empresa que exportou", declarou. Segundo ele, no Brasil, em razão da crise fiscal, "tanto estados quanto a União criam grandes dificuldades para devolver esse dinheiro para os exportadores, que estão acumulando saldos credores altíssimos". Na apresentação aos deputados, Appy estimou que empresas exportadoras acumulam atualmente cerca de R$ 100 bilhões em créditos tributários apenas com créditos de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, tributo estadual). De acordo com o economista, pela proposta, os títulos da dívida emitidos pelos estados contariam com garantia da União – ou seja, se eventualmente o estado não pagar, o governo federal assume a dívida. Entenda as três propostas principais da Reforma Tributária As propostas em discussão A proposta de reforma tributária começou a tramitar na Câmara em maio, quando a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou a admissibilidade da proposta, ou seja, deu aval à tramitação por entender que a reforma está de acordo com a Constituição. Depois, em junho, foi criada a comissão especial que analisa o tema. A principal mudança prevista na proposta, de autoria de Bernard Appy e apresentada pelo deputado Baleia Rossi (MDB-SP), é a substituição de cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) por um único, intitulado Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Proposta de reforma tributária começa a ser discutida no Senado Outra proposta de reforma tributária está em tramitação no Senado. Essa foi apresentada em julho pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), com base em um texto elaborado pelo ex-deputado Luiz Carlos Hauly. A proposta – que chegou a ser aprovada no ano passado por uma comissão especial da Câmara – prevê a substituição de nove impostos por um: o Imposto Sobre Operações de Bens e Serviços (IBS). O governo federal também apresentará uma proposta de reforma tributária, que englobaria, em um tributo sobre o consumo, somente impostos federais. A equipe econômica também estuda um tributo sobre pagamentos, nos moldes da extinta CPMF, para desonerar a folha das empresas.
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20/08 - Intel lança seu primeiro chip de inteligência artificial
Tecnologia é resultado de investimento de mais de US$ 120 milhões em startups israelenses. Intel anunciou novo chip, com suporte a inteligência artificial, em Israel REUTERS/Mike Blake A Intel lançou nesta terça-feira seu mais recente processador, que será o primeiro a usar inteligência artificial e é projetado para grandes centros de computação. O chip, desenvolvido em Haifa, Israel, é conhecido como Nervana NNP-I ou Springhill e é baseado em um processador Ice Lake de 10 nanômetros que permitirá lidar com altas cargas de trabalho usando quantidades mínimas de energia, disse a Intel. A Intel informou que seu primeiro produto de inteligência artificial vem depois de ter investido mais de US$ 120 milhões em três startups de IA em Israel. "Para chegar a uma situação futura de ter 'inteligência artificial em todos os lugares', temos que lidar com enormes quantidades de dados gerados e garantir que as organizações estejam equipadas com o que precisam para usar os dados e processá-los onde forem coletados", disse Naveen Rao, gerente geral do grupo de produtos de inteligência artificial da Intel. Ele disse que o novo chip ajudará os processadores Xeon da Intel em grandes empresas, à medida que a necessidade de complicados cálculos aumenta com cada vez mais implementações de inteligência artificial.
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20/08 - Bayer anuncia venda da unidade de saúde animal para a Elanco Animal Health por US$ 7,6 bilhões
Negócio com a empresa americana vai criar a segunda maior empresa do setor no mundo. Vacina Contra Fébre Aftosa em Quissamã ósa 04-11-11 Foto Adilson dos Santos (1) Adilson dos Santos/Divulgação Prefeitura de Quissamã A empresa americana Elanco Animal Health chegou a um acordo para adquirir a unidade de medicamentos veterinários da alemã Bayer nesta terça-feira (20), em um negócio que envolve dinheiro e ações e foi estimado em US$ 7,6 bilhões, criando a segunda maior empresa do setor. As duas companhias afirmaram que a Bayer receberá US$ 5,3 bilhões em dinheiro e US$ 2,3 bilhões em ações da Elanco, com um preço de US$ 33,60 por ação, valor da média de 30 dias em 6 de agosto. A Elanco disse que a quantia representa 68 milhões de ações, ou uma fatia de 18,2%, segundo dados da Refinitiv, mas o número de ações pode variar em até 7,5%, dependendo da performance da Elanco na data de conclusão. Pesquisadores do mercado esperam que o setor de saúde animal, de US$ 44 bilhões, cresça entre 5% e 6% ao ano, impulsionado por um aumento na pecuária e, mais importante, pelo crescimento no número de pessoas que desejam possuir animais de estimação e gastar mais com o bem-estar dos pets. A negociação acrescenta mais um nome à lista de ativos vendidos pela Bayer, à medida que a empresa alemã visa reduzir as dívidas provenientes da compra da fabricante de sementes Monsanto, ocorrida no ano passado por US$ 63 bilhões, além de se preparar para possíveis acordos jurídicos por conta do alegado efeito causador de câncer do pesticida Roundup.
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20/08 - Veja como se inscrever para mais de duas mil vagas de emprego em cidades da Grande São Paulo
Somente em Osasco são 1.439 vagas; há oportunidades em Diadema, Suzano, Santo André, Itaquaquecetuba, Caieiras e Guarulhos. Trabalhador segura carteira de trabalho. São mais de duas mil vagas disponíveis na Região Metropolitana Amanda Perobelli/Reuters Cidades da Grande São Paulo estão com mais de duas mil vagas de emprego disponíveis. De acordo com os Centros de Apoio ao Trabalhador (CAT) de cada município, são 1439 vagas em Osasco, 400 em São Bernardo do Campo, 173 em Mauá, 81 em Guarulhos, 657 em Caieiras, 36 em Itaquaquecetuba, 35 em Santo André, 6 em Suzano e 5 em Diadema. É importante ficar atento aos documentos obrigatórios para cada vaga de emprego e se o cargo exige experiência anterior. Veja abaixo a lista detalhada das vagas por município: Vagas em Osasco e Região Oeste Quantas vagas? A Secretaria de Desenvolvimento, Trabalho e Inclusão de Osasco mantém três unidades do Portal do Trabalhador, órgão que, além de promover a qualificação profissional por meio de cursos de formação inicial, capta e disponibiliza vagas de empregos para a população. Esse número varia diariamente já que as vagas são preenchidas e outras são captadas. Veja as vagas abaixo: Vagas do dia – 232 Vagas PCD – 139 Vagas da região oeste – 1.358 Em qual área? Essas vagas são nas áreas de Comércio, Serviços, Logística, Gastronomia, Tecnologia da Informação, Industrial, Administrativa, Gráfica e Comunicação. Para PCD há vagas na área de saúde. Onde o trabalhador deve comparecer? Para concorrer às vagas, o interessado deve comparecer a uma das unidades do Portal do Trabalhador, que estão localizados estrategicamente na região central, sul e norte da cidade. Centro – Rua Fiorino Beltrano, 300 - Osasco Sul – Avenida João de Andrade, 1778 – Jardim Santo Antônio Norte – Rua Dr. Miguel de Campos, s/nº - Bonança Quais documentos levar? RG CPF Carteira de Trabalho Vagas em Barueri Neste mês de agosto, até o dia 18/08, oferecemos 360 vagas de empregos. Em qual área? Desde auxiliar operacional até gerencial. Por exemplo: auxiliar de limpeza, portaria, vigilante, recepcionista, auxiliar administrativo, operador de telemarketing, Cozinheiro, Mecânico, Serralheiro, Garçom, pizzaiolo, Costureira, auxiliar de departamento pessoal, Assistente de qualidade, supervisor administrativo, Técnico ambiental, Técnico de Segurança do Trabalho, Gerente de restaurante, entre outros. Onde o trabalhador deve comparecer? Sempre convidamos o empregador para realizar seu processo seletivo dentro da Casa do trabalhador, pois disponibilizamos de 2 salas, uma com capacidade de 15 candidatos e outra com capacidade para 40 candidatos. Quando isso não é possível os candidatos são direcionados até a empresa. A Casa do Trabalhador fica na Av. Henriqueta Mendes Guerra, 550, Centro - Barueri, dentro do Ganha Tempo Municipal - setor amarelo. Quais documentos levar? Carta de encaminhamento disponibilizada pela Casa do Trabalhador RG CPF Carteira de trabalho Currículo atualizado Caneta azul ou preta Vagas em São Bernardo do Campo Em São Bernardo do Campo são 399 vagas e 1 vaga para deficiente. Veja abaixo as ocupações com mais vagas ofertadas: 47 - auxiliar de limpeza 34 - Auxiliar Operacional de Logística 48 - Porteiro 1 pessoa com deficiência: Recepcionista Atendente Quais requisitos para preencher uma vaga? Tempo de Experiência: 6 meses escolaridade: depende da vaga Ensino Fundamental Completo Ensino Médio Completo Ensino Superior Completo Onde o trabalhador deve comparecer? Endereço: Rua Marechal Deodoro n° 2.316, Centro - São Bernardo do Campo, Horário: das 8h ás 17h hs de segunda à quinta-feira e sexta-feira das 8:00 ás 15h. Quais documentos levar? Carteira de Trabalho RG CPF PIS O trabalhador também poderá se cadastrar pelo site assim que validar o acesso no posto pelo site: maisemprego.mte.gov.br/trabalhador e pelo do aplicativo SINE fácil. Vagas em Mauá O Centro Público de Trabalho e Renda (CPTR) de Mauá oferece 173 vagas de emprego nesta semana. As empresas contratantes estão localizadas em toda a região do Grande ABC e a maior parte dos postos de trabalho são para Técnico de Enfermagem, com experiência na função e Coren ativo. Veja as vagas abaixo: 10 - auxiliar de logística (PCD) 13 - Carpinteiro 3 - Instrutor de informática 5 - Operador de empilhadeira elétrica 8 - Operador de grua 18 - Pedreiro de alvenaria 10 - Ajudante de eletricista 5 - Auxiliar de linha de produção Onde o trabalhador deve comparecer? CPTR (Centro Público de Trabalho e Renda) - Rua Jundiaí, 63 - Matriz Quais documentos levar? RG CPF Carteira de Trabalho O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira das 7h às 16h, com distribuição de senha. Lembrando que todos os dias são abertas novas vagas e outras são fechadas, por isso é necessário que os interessados vão até o CPTR para mais informações e para realização de cadastro. CPTR (Centro Público de Trabalho e Renda) Móvel Na semana de 19 a 23 de agosto, a van do CPTR (Centro Público de Trabalho e Renda) levará o serviço de intermediação de mão de obra para Vila Carlina, Parque São Vicente, Jardim Zaíra e Jardim Sonia Maria. Amanhã (21), a van estará na rua Marechal Deodoro da Fonseca, 509-A, em frente a UBS Parque São Vicente; No dia 22 estará na Av. Castelo Branco 2982, no CRAS Zaíra, onde fará ação social com o Fundo Social de Solidariedade; No dia 23 de agosto, a van fecha a semana na rua Oscarito, 809, na antiga regional do Sonia Maria. O atendimento é feito das 9h às 16h (parada para o almoço das 12h às 13h) e não é necessário reservar horário de atendimento. Vagas em Itaquaquecetuba A quantidade de vagas varia de semana a semana. Nesta terça-feira (20), por exemplo, há 36 oportunidades em aberto, disponíveis no Posto de Atendimento ao Trabalhador - PAT Itaquaquecetuba. A maioria das vagas é para prestadores de serviços/atendimento. Onde o trabalhador deve comparecer? Posto de Atendimento ao Trabalhador - PAT Itaquaquecetuba (Rua Dom Thomaz Frey, 89, centro - 3ºsubsolo) - de segunda a sexta-feira, às 08:00h. Quais documentos levar? RG CPF CTPS Vagas ficam disponíveis até que sejam preenchidas ou até que seja atingido o número máximo de encaminhamentos para entrevistas solicitados pelo empregador. Vagas em Santo André Para concorrer à uma das 35 vagas disponíveis, o trabalhador deve comparecer ao CPETR (Centro Público de Emprego, Trabalho e Renda de Santo André), portando RG, CPF e carteira de trabalho. O horário de atendimento é de segunda à sexta das 08h às 16h. Veja o número de vagas disponíveis para cada cargo abaixo: 1 - Atendente de padaria 1 - Auxiliar administrativo 1 - Bombeiro hidráulico 4 - Consultor de vendas PCD 16 - Costureira em geral 1 - Costureira piloteira 4 - Instalador de rastreador veicular 1 - Montador de veículos (reparação) 1 - Oficial de manutenção predial 2 - Operador de caixa (PCD) 2 - Retificador 1 - Vendedor externo Vagas em Embu das Artes Hoje há 128 vagas abertas no município, tanto para ampla concorrência quanto exclusivas para pessoas com deficiência. Em qual área? Auxiliar de logística Auxiliar limpeza Auxiliar de estoque Marceneiro Tapeceiro Revisor têxtil Motorista de caminhão Auxiliar de controle de qualidade Churrasqueiro Corretor de imóveis Cozinheiro Operador de empilhadeira Engenheiro de meio ambiente Vendedor e recepcionista. Onde o trabalhador deve comparecer? Fábrica de Empregos - Rua Cerqueira César, 846 - Jardim Santa Tereza Novo, Quais documentos levar? RG CPF Carteira de Trabalho Para vagas PDC é necessário levar também o laudo Vagas para Suzano Para todas as vagas é necessário que o candidato esteja no perfil descrito e que compareça ao Centro Unificado de Serviços (Centrus), portando RG, CPF e Carteira de Trabalho. O Centrus fica na avenida Paulo Portela, 210 - Centro - Suzano/SP e funciona das 08h00 às 17h00. Informações: 4745-2264. 1 Vaga de assistente técnico Ensino Médio Completo Experiência mínima de 01 ano na função (Comprovada em carteira) Responsável por: desmontagem, montagem, limpeza e lavagem de veículos, remoção/substituição de vidros, troca de amortecedor (vidro), manutenção geral para remover barulhos, troca de peças e manta sinistrada. Salário: R$1.845,21 + Benefícios. Local de Trabalho: Suzano/SP 1 Vaga de montador de autos Ensino Fundamental Completo Experiência mínima de 01 ano na função (Comprovada em carteira) Responsável por: montagem e desmontagem de veículos, manta balística, vidros blindados, forros de porta, acabamento e manutenção de veículos blindados; montagem de partes externas/internas de veículos, instala sirenes, troca de peças danificadas. Salário: R$1.845,21 + Benefícios Local de Trabalho: Suzano/SP 1 Vaga de professor de inglês Ensino Médio Completo Experiência mínima de 06 meses na função (Sem comprovação em carteira) Ser capacitado para ministrar aulas de conversação somente em inglês. Residir em Suzano, Mogi das Cruzes ou Poá Local de Trabalho: Suzano/SP 1 Vaga de cabedeleiro Ensino Médio Completo Experiência mínima de 03 anos na função (Com comprovação em carteira) Possuir CNH Experiência em instalação, manutenção e reparo de máquinas e equipamentos industriais; trabalho em altura e espaço confinado; experiência em montagem de tubulação hidráulica, leitura e interpretação de desenho técnico. Salário: R$ 2.400,00 + Vale Transporte Local de Trabalho: Suzano/SP 1 Vaga de vendedor interno Ensino Médio Completo Experiência mínima de 06 meses na função (com comprovação em carteira) Experiência com vendas de auto peças em geral, via balcão e telefone. Residir em Suzano. Local de Trabalho: Suzano/SP 1 Vaga de vendedor externo Ensino Médio Completo Experiência mínima de 06 meses na função (Sem comprovação em carteira) Possuir CNH "B", Carro Próprio, Computador para relatórios. Conhecimentos mínimos em Excel. Residir em Suzano, Poá ou Ferraz de Vasconcelos. Local de Trabalho: Poá/SP Salário: R$ 1.800,00 + Benefícios. Vagas em Itapecerica da Serra Veja abaixo as vagas disponibilizadas pela Prefeitura de Itapecerica da Serra, através da Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social: 2 vagas - Auxiliar de limpeza Vaga masculina Acima de 35 anos Trabalhar em Clínica de Recuperação Experiência de 6 meses comprovada em CTPS Vaga aberta até: 29/08/2019 20 vagas - Agente de vendas de serviços Vaga feminina freelancer pessoas de 16 a 34 anos Trabalhar em divulgação dentro do shopping de Itapecerica da Serra Vagas para trabalho temporário de 30 dias. Aberta até: 29/08/2019 20 vagas - Meio oficial de marcenaria Experiência em carteira. 2 vagas - Marceneiro de móveis Para trabalhar com móveis em geral (lixar, polir, montar, Exigido experiência em carteira. Vaga aberta até: 29/08/2019 1 vaga - Impressor flexográfico Para trabalhar com impressor flexográfico no ramo de etiquetas adesivas (manuseio das máquinas Flex 160, tambor central, máquina com até 6 cores. Exigido experiência em máquina banda estreita, volume de produção maior em etiquetas térmicas para balança. Preferência por candidatos de Itapecerica da Serra e Zona Sul. Vaga aberta até: 29/08/2019 20 vagas - Tapeceiro de móveis Vaga para trabalhar em tapeçaria Exigido experiência em carteira Vaga aberta até: 29/08/2019 Importante: Para obter o encaminhamento das vagas o candidato deverá comparecer no Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT), de Itapecerica da Serra. Documentos necessários CTPS RG CPF Comprovante de endereço Onde o trabalhador deve comparecer? Endereço do PAT: Rua 13 de maio, Centro. Funcionamento das 8h às 16h30. Vagas em Guarulhos As vagas são oferecidas por empresas que cadastram suas necessidades na Secretaria Municipal do Trabalho. Para concorrer, os interessados devem comparecer a uma das cinco unidades do Ciet munidos de RG, CPF, comprovante de residência, carteira de trabalho, histórico escolar e currículo. Açougueiro (2) Ajudante de açougueiro (5) Atendente de lojas PCD (8) Atendente de lojas e mercado (3) Atendente de padaria (4) Auxiliar administrativo (10) Auxiliar de almoxarifado (1) Auxiliar de cozinha (1) Auxiliar de faturamento (1) Auxiliar de limpeza (3) Auxiliar de manutenção predial (2) Auxiliar de sushiman (1) Chefe de serviço de limpeza (1) Confeiteiro (1) Costureira em geral (1) Cozinheiro geral (1) Duteiro (1) Encarregado de frios (1) Encarregado de hortifruti granjeiros (1) Encarregado de padaria (1) Encarregado de supermercado (1) Fiscal de prevenção de perdas (8) Gerente de mercearia (1) Instrutor no ensino profissionalizante (1) Mecânico de manutenção de caminhão a diesel (1) Mecânico de manutenção de máquinas de construção e terraplanagem (1) Motorista carreteiro (4) Motorista de caminhão (2) Motorista particular (1) Operador de pá carregadora (1) Operador de pesagem de matéria prima (1) Operador de telemarketing ativo e receptivo (3) Padeiro (3) Selecionador de sucatas (1) Serralheiro (1) Supervisor de açougue (1) Endereços: Ciet Centro - Avenida Monteiro Lobato, 734 (sede da Secretaria do Trabalho) Ciet Vila Augusta - Rua Antônio Iervolino, 225 (Travessa da avenida Guarulhos) Ciet Cumbica - Avenida Atalaia do Norte, 544 (CEU Cumbica) Ciet Pimentas - Estrada do Capão Bonito, 65, Conjunto Marcos Freire Ciet Ponte Alta - Rua Pernambuco, 836, Jardim Ponte Alta I Vagas em Cotia No Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT), o trabalhador faz um cadastro e, de acordo com o seu perfil, ele é acionado para entrevistas para oportunidades anunciadas por empresas de Cotia e região. Unidades do PAT no município: PAT Cotia – Rua Monsenhor, 38 – Vila São Francisco PAT Caucaia do Alto – Avenida Luís, 624 – Caucaia. Quais documentos levar? Para se candidatar a uma das vagas é necessário se cadastrar diretamente no PAT levando documentos pessoais e currículo. Quem já possui cadastro deve mantê-lo atualizado para que o Departamento de Capacitação entre em contato.
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20/08 - Preços de frutas e hortaliças caem nas centrais de distribuição e Conab prevê custo menor aos consumidores
Pesquisa do governo levou em conta os 10 produtos de hortifrúti mais vendidos no país em julho. Participaram da pesquisa as Ceasas de São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Vitória, Curitiba, Goiânia, Brasília, Recife e Fortaleza Divulgação/Ceasa Os preços das frutas e hortaliças mais vendidas do país caíram em julho na comparação com junho, de acordo com levantamento divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgado nesta terça-feira (20). De acordo com a Conab, essa queda "pode se refletir também nas compras de varejo" nos próximos dias. O levantamento analisou o custo dos alimentos nas nove principais Centrais de Abastecimento (Ceasas) do país. Participaram da pesquisa os entrepostos de São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Vitória, Curitiba, Goiânia, Brasília, Recife e Fortaleza. Veja o preço médio das principais hortaliças: Tomate O grande destaque entre os produtos pesquisados foi o tomate, que chegou a cair quase 40% em Recife e cerca de 30% em Brasília, Goiânia e Vitória. No final do mês de julho e início de agosto, o calor fez aumentar a oferta do fruto nos mercados provocando queda de preços. Mesmo com a queda de preços na maioria dos mercados, batata, cenoura e tomate ainda estão mais caros do que os valores que apresentaram no mesmo período em 2018. Alface A alface apresentou queda de preço na maioria dos mercados analisados. Em São Paulo, o produto ficou 19% mais barato em um mês, com o quilo custando R$ 2,67. Curitiba registrou a maior baixa: 37,6%, com o valor de R$ 2,58 por quilo. As exceções ocorreram no Rio de Janeiro, que registrou um aumento de 2,99%, em Goiânia (+12,1%) e no Recife, cujo aumento foi de 36,89%, em função de chuvas intensas na região produtora. Batata No caso da batata, o maior destaque na queda de preços ocorreu em Curitiba, onde a Ceasa local registrou valor 22,19% mais barato. Na contramão, está o Rio de Janeiro, que teve elevação de 0,41%. Cebola A cebola registrou altas de preços significativas, próximas ou acima dos 30%, em todos os mercados analisados por causa de pouca disponibilidade do produto. Uma baixa no valor está na dependência do ritmo de colheita em São Paulo, que agora se intensifica. Essa oferta junto com as produções de Minas Gerais e de Goiás deverão ditar o preço nos próximos meses, de acordo com a Conab. Cenoura Com relação à cenoura, a safra de inverno deve intensificar a oferta às Ceasas e diminuir os preços em agosto, graças à região produtora de São Gotardo, em Minas Gerais, que envia grandes quantidades da hortaliça à maioria dos mercados consumidores do país. Na central de Brasília, ela registrou diminuição de 17,45% e em São Paulo chegou a 14,38%. Veja o preço médio das principais frutas: Banana A banana teve queda de preços na maioria das Ceasas, o que ocorreu em razão do aumento da oferta e da baixa qualidade do produto devido ao frio. A exceção foi a banana nanica, que finalizou o mês com tendência de alta nas cotações. Laranja A laranja também seguiu a baixa pelo terceiro mês consecutivo, mas de forma menos intensa que no mês anterior, além do aumento do volume comercializado na maioria das Ceasas. A colheita das laranjas rubi, hamlin, westin e baía praticamente acabou, e da laranja pera foi intensificada, direcionada tanto para as indústrias produtoras de suco quanto para o varejo. Maçã A maçã registrou comercialização estagnada em virtude do frio e das férias escolares, apesar de sua boa qualidade. Os produtores que armazenam os frutos nas câmaras frias seguraram a distribuição para que os preços não caíssem e prejudicassem a rentabilidade auferida. Mamão O mamão registrou alta de preços em todas as Ceasas, a maioria acima de dois dígitos por problemas de produção afetarem as duas principais variedades da fruta: formosa e papaya. O mamão papaya teve super valorização, com seu amadurecimento adiado por conta do frio. Com isso, várias frutas tiveram que ser colhidas com tamanho reduzido para suprir consumidores. O tipo formosa também teve alta de preços nas centrais atacadistas, mas em intensidade menor do que o papaya, por ter sido mais atacada por ácaros e manchas e por contar com mais zonas produtoras concorrentes entre si do que a outra espécie de mamão. Melancia A melancia sofreu novamente queda de preços nas roças, o que refletiu também nos entrepostos, em virtude da grande produção de Uruana, em Goiás, e da intensificação da colheita no Tocantins, que aumentou a oferta em todas as centrais atacadistas.
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20/08 - Petrobras obtém decisão favorável no Carf em processo de R$ 5,1 bilhões, diz empresa
Processo estava relacionado a cobrança de Cide-Importação. O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) decidiu a favor da Petrobras em um processo administrativo fiscal de R$ 5,1 bilhões sobre a cobrança de Cide-Importação, informou a empresa nesta terça-feira (20). Segundo comunicado da petroleira, a decisão é relacionada a tributos referentes a remessas enviadas ao exterior para o pagamento de contratos de afretamento em 2013. "A companhia entende que o julgamento não altera a classificação de expectativa de perda possível", afirmou a Petrobras.
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20/08 - Caixa lança linha de crédito atualizada pela inflação para compra da casa própria
Linha de crédito imobiliário foi lançada em ato no Planalto com a presença de Bolsonaro. Nova modalidade será facultativa e estará disponível a partir de 26 de agosto; veja taxas. Caixa anuncia mudanças no financiamento da casa própria A Caixa Econômica Federal lançou nesta terça-feira (21) uma linha de crédito imobiliário atualizada pela inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O lançamento aconteceu em uma cerimônia no Palácio do Planalto, da qual participaram o presidente Jair Bolsonaro, ministros e o presidente da Caixa, Pedro Guimarães. A linha anunciada nesta terça valerá para imóveis residenciais enquadrados no Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e no Sistema Financeiro Imobiliários (SFI). De acordo com a Caixa: a taxa mínima será de IPCA + 2,95% ao ano; a taxa máxima será de IPCA + 4,95% ao ano; as taxas valerão para novos contratos; as taxas entrarão em vigor a partir de 26 de agosto; a adesão à nova modalidade será facultativa, ou seja, o cliente poderá optar por aderir ou não ao formato; os contratos terão prazo máximo de 30 anos; o financiamento será de até 80% do valor do imóvel; a parcela vai ser recalculada mensalmente, de acordo com a inflação divulgada pelo IBGE (portanto, a parcela pode variar a cada mês); o consumidor que optar pela modalidade de correção pelo IPCA não poderá alterar o contrato para ter a correção pela Taxa Referencial; o banco disponibilizou R$ 10 bilhões para a nova linha de crédito. Atualmente, de acordo com a Caixa, a taxa mínima é composta pela Taxa Referencial + 8,5% ao ano; e a taxa máxima, por TR + 9,75%. Durante o evento no Palácio do Planalto, Pedro Guimarães afirmou que na condição atual a parcela de um imóvel de R$ 300 mil seria superior a R$ 3 mil. Com a nova modalidade, segundo ele, a parcela cairá para cerca de R$ 2 mil. Simulação da Caixa para imóvel de R$ 300 mil Expectativas com o anúncio De acordo com a Caixa, a expectativa é que a mudança anunciada nesta terça-feira reduza o custo de crédito imobiliário. Para analistas, porém, empréstimos para a compra da casa própria corrigidos pela inflação representam risco porque, se o IPCA aumentar no período do contrato, o custo do financiamento também aumentará. Segundo o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, a correção pela inflação visa dar mais transparência para o cliente que optar pelo crédito. Ele afirmou ainda que o custo também poderá aumentar se acompanhar a TR. Atualmente, há linhas de crédito com a correção vinculada à Taxa Referencial (definida pelo Banco Central), com diferentes sistemas de amortização.
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20/08 - Campos Neto nomeia servidor do Banco Central como presidente do novo Coaf
Ricardo Liáo é o atual diretor de Supervisão do Coaf. Órgão de controle foi reformulado e passará a se chamar Unidade de Inteligência Financeira. O economista e servidor do Banco Central, Ricardo Liáo, durante audiência na Câmara dos Deputados Antonio Araújo/Câmara dos Deputados O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, nomeou nesta terça-feira (20) Ricardo Liáo para a presidência da Unidade de Inteligência Financeira (UIF), o novo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). Liáo é servidor aposentado do Banco Central e deixa o cargo de diretor de Supervisão do Coaf para assumir a UIF. Entre 1998 e 2013, foi conselheiro do BC no Coaf. Entre 2013 e janeiro deste ano, foi secretário-executivo do conselho, e, desde então, diretor de Supervisão do órgão. Coaf agora é Unidade de Inteligência Financeira e já está sob chefia do BC Na mesma portaria em que foi oficializada a nomeação de Liáo, Campos Neto confirmou a dispensa de Roberto Leonel, presidente do Coaf e servidor da Receita Federal. Leonel foi nomeado presidente do Coaf pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. Medida provisória publicada nesta terça-feira no "Diário Oficial da União", além de transferir o órgão de controle da Economia para o Banco Central, mudou o nome da organização. O Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o Coaf, passa a se chamar Unidade de Inteligência Financeira (UIF). MP que transfere Coaf para o Banco Central é publicada no Diário Oficial da União A medida foi assinada pelo presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e por Campos Neto. O texto publicado revoga obrigação de que o conselho de combate à lavagem de dinheiro seja composto só por servidores públicos. Na semana passada, porém, Bolsonaro informou que iria transferir o Coaf para o Banco Central para tirar o órgão do "jogo político". Quando assumiu o mandato, em janeiro, Bolsonaro transferiu o Coaf do extinto Ministério da Fazenda para o Ministério da Justiça. Porém, ao analisar a MP que reestruturou o governo, em maio, o Congresso desfez a mudança, levando o Coaf para o Ministério da Economia. Nesta terça-feira, Moro comentou as mudanças e disse que foram feitas "pequenas mudanças" no Coaf, mas que, "no fundo", a estrutura do órgão segue a mesma. O ministro disse não ter receios de que o Coaf siga realizando o trabalho de prevenção e inteligência, "com independência, autonomia, embora agora vinculado ao Banco Central". "Preferia que o Coaf, como disse, estivesse aqui [no Ministério da Justiça]. Não estando aqui, no entanto, tenho certeza que está em boas mãos junto ao atual presidente do Banco Central, o senhor Roberto Campos", disse Moro. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta terça que a mudança no órgão de controle dará a "independência necessária da política" ao novo Coaf. A polêmica De acordo com o colunista do G1 e da GloboNews Valdo Cruz, aliados de Bolsonaro vinham pressionando o presidente a demitir o chefe do Coaf, Roberto Leonel. Isso porque Leonel, indicado para o cargo pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, criticou uma decisão do ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Em julho, Toffoli suspendeu investigações baseadas em dados compartilhados pelo Coaf sem autorização judicial. A decisão foi tomada atendendo a um pedido dos advogados do senador Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro. Segundo o Coaf, foram encontradas movimentações financeiras atípicas de Fabrício Queiroz, motorista de Flavio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro quando o senador era deputado estadual. Conforme o órgão, Queiroz movimentou de maneira atípica R$ 1,2 milhão entre 2016 e 2017.
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20/08 - China diz que população tem direito à opinião, após denúncias de Twitter e Facebook
Ministério das Relações Exteriores da China defendeu o direito do povo chinês e da mídia de fazer ouvir suas vozes sobre os protestos em Hong Kong. Ministro chinês afirma que população tem o direito a se expressar ao ser questionado por bloqueio de Twitter e Facebook glaborde7/Creative Commons A China disse nesta terça-feira (20) que tem o direito de divulgar opiniões, depois de Twitter e Facebook terem denunciado campanhas originadas no país que tentavam minar os protestos em Hong Kong. O território controlado pela China passa por uma forte onda de protestos O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang, recusou comentar diretamente as ações do Twitter e do Facebook, mas defendeu o direito do povo chinês e da mídia de fazer ouvir suas vozes sobre os protestos em Hong Kong. Chineses que vivem fora do país e estudantes "naturalmente têm o direito de expressar seu ponto de vista", disse ele em uma entrevista. O Twitter informou na segunda-feira (19) que baniu 936 contas e que as operações pareciam ser um esforço coordenado e apoiado pela China. O Facebook informou que removeu contas e páginas de uma pequena rede depois de um aviso do Twitter. O Facebook disse que uma investigação encontrou ligações das contas com indivíduos associados ao governo chinês. "O que está acontecendo em Hong Kong, e qual é a verdade, as pessoas naturalmente terão seu próprio julgamento. Por que a divulgação da China na mídia é negativa ou errada?" acrescentou. O Twitter e o Facebook são bloqueados pelo governo chinês no continente, mas são de livre acesso em Hong Kong, onde protestos mergulharam o território controlado pela China em sua mais séria crise em décadas. O mobiliário urbano de Hong Kong ganha novas funções nas mãos dos manifestantes: sinalizações de ruam servem para abafar efeito de bombas de gás lacrimogêneo Reuters/Thomas Peter Protestos em Hong Kong As manifestações populares começaram em 9 de junho depois que o governo local apresentou um projeto de lei — atualmente suspenso — que permitiria a extradição de cidadãos de Hong Kong para a China continental. O governo recuou do projeto, mas os manifestantes ampliaram a pauta de reivindicações e dizem que lutam contra a erosão do arranjo "um país, dois sistemas" — que confere certa autonomia a Hong Kong desde que a China retomou o território do Reino Unido em 1997. Os manifestantes querem barrar a influência de Pequim, que eles consideram crescente, e impedir a redução das liberdades dos cidadãos que vivem no território semiautônomo. Eles também passaram a pedir a renúncia da governante de Hong Kong, Carrie Lam, acusada de não defender os interesses internos. Apoiada pela China, ela diz que permanecerá no poder. Hong Kong tem dia de protestos contra projeto de extradições para a China Thomas Peter/Reuters
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20/08 - Novo Coaf terá 'independência necessária da política', diz Maia
Para presidente da Câmara, medida provisória que reestrutura o órgão evitará que conselho seja usado de 'forma indevida'. Coaf passará do Ministério da Economia para o Banco Central. Rodrigo Maia deu entrevista para a imprensa nesta terça-feira (20) na Câmara dos Deputados Fernanda Calgaro/G1 O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta terça-feira (20) que a nova organização do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) vai dar ao órgão a "independência necessária da política". O Coaf é uma unidade de inteligência financeira do governo federal que atua principalmente na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro (crime que consiste na prática de disfarçar dinheiro de origem ilícita). Coaf: saiba o que é e como funciona o Conselho de Controle de Atividades Financeiras A nova estrutura do Coaf foi estabelecida em medida provisória publicada nesta terça pelo governo. Entre as mudanças estão a transferência do conselho para o Banco Central (pertencia ao Ministério da Economia) e a alteração do nome para Unidade de Inteligência Financeira. A MP também revogou um dispositivo que obrigava que os integrantes do conselho fossem todos servidores públicos. Maia ressaltou que, na opinião dele, a nova configuração do órgão vai evitar o uso indevido do Coaf. “[É] Muito importante essa medida provisória porque, de fato, estabelece a independência necessária da política do Coaf. Os ruídos das últimas semanas em relação à ação de membros da Receita que estavam trabalhando no Coaf era perigoso para o governo. Então, estancou o risco de uma crise maior, onde o Coaf de alguma forma poderia estar sendo usado de forma indevida”, disse Maia. Logo no início do governo, o presidente Jair Bolsonaro editou a medida provisória da reforma administrativa, que redesenhava a estrutura dos ministérios. Uma das propostas da MP era levar o Coaf para o Ministério da Justiça. A mudança, no entanto, foi derrubada durante a tramitação da MP no Congresso. Nos últimos dias, Bolsonaro anunciou a ideia de transferir o Coaf para o Banco Central, a fim de, segundo o presidente, tirar o órgão do "jogo político". MP que transfere Coaf para o Banco Central é publicada no Diário Oficial da União Reunião com presidente do Banco Central Mais cedo, Maia se reuniu com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, na residência oficial da Presidência da Câmara. Segundo Maia, a intenção de Campos Neto foi abrir a oportunidade de trazer pessoas do mercado para trabalhar no Coaf, como um órgão técnico. "Não é para botar quadro político no Coaf. Ninguém tem essa pretensão", afirmou Maia. Na avaliação do deputado, o objetivo da MP é fortalecer a atuação do Coaf "com pessoas que entendam de circulação de moeda, de transação financeira no Brasil". "E, aí, tem no setor público, no Banco Central, e tem no mercado financeiro", completou o presidente da Câmara. Como será o funcionamento do novo Coaf? De acordo com a Subchefia de Assuntos Jurídicos da Presidência da República: a Unidade de Inteligência Financeira responderá à Diretoria Colegiada do Banco Central; o Ministério da Economia e o Ministério da Justiça e Segurança Pública prestarão "apoio administrativo" à unidade durante o período de transição; o Conselho Deliberativo continuará responsável por definir a diretrizes estratégicas do órgão e julgar processos administrativos sancionadores.
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20/08 - Itaú não descarta queda do PIB no terceiro trimestre
Segundo economista-chefe, dados ainda são preliminares, mas mostram fraqueza da economia brasileira no período. No segundo trimestre, banco estima alta de 0,5%. Economista-chefe do Itaú, Mario Mesquita Fabio Tito - G1 O economista-chefe do banco Itaú, Mario Mesquita, disse nesta terça-feira (20) que os indicadores já disponíveis sobre o desempenho da economia brasileira no terceiro trimestre indicam uma chance de queda do Produto Interno Bruto (PIB) no período. Segundo Mesquita, os dados são ainda preliminares, mas mostram um quadro de fraqueza na economia brasileira. “Os dados disponíveis do trimestre são 15% do total que é preciso para estimar o PIB. Não dá para descartar um número negativo no terceiro trimestre, mas é um dado bastante preliminar”, afirmou Mesquita. Para o segundo trimestre, o banco trabalha com a previsão de que a economia brasileira tenha crescido 0,5% – os dados oficiais serão divulgados no próximo dia 29 de agosto. A alta do período, segundo o banco, é explicada pela melhora da indústria de transformação e pelo desempenho do setor de serviços. Se a projeção do banco se confirmar para o período, a economia terá acelerado em relação ao observado nos primeiros três meses, quando a PIB encolheu 0,2%. O Itaú estima um avanço de 0,8% do PIB este ano e de 1,7% para 2020. Mundo em desaceleração O banco também projeta um quadro difícil para a economia mundial. Neste ano, a projeção do PIB mundial é de 3,2% e de 3% para 2020, abaixo dos 3,7% observados nos dois últimos anos. Nas últimas semanas, as principais bolsas de valores mundiais recuaram e o dólar se fortaleceu com o temor de uma recessão global. “A recessão no ano que vem pode acontecer, mas os Estados Unidos ainda têm um mercado de trabalho aquecido, e o consumidor americano deve seguir nas compras”, afirmou Mesquita. A projeção é de que a economia dos EUA cresça 2,2% este ano e 1,5% no ano que vem.
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20/08 - Guedes e Toffoli lançam plano para reduzir processos contra a Previdência Social
De acordo com o STF, 48% de processos novos na Justiça envolvem benefícios previdenciários e assistenciais. Entre outros, plano prevê resolução de conflitos por meio de conciliação. O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, lançaram nesta terça-feira (20), durante cerimônia em Brasília, uma estratégia nacional integrada para reduzir o número de processos judiciais contra a Previdência Social. De acordo com o STF, 48% dos processos novos na Justiça Federal envolvem benefícios previdenciários e assistenciais. E, segundo o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Renato Vieira, diariamente são protocoladas 7 mil novas ações contra o órgão, que atende trabalhadores do setor privado Entre as medidas, o plano prevê o fortalecimento da mediação e da conciliação entre as partes envolvidas nos processos judiciais. A intenção é a resolução de conflitos por meio da constituição de Câmaras de Conciliação Extrajudicial com foco em matéria previdenciária. "É importante procurar soluções para destravar o país", disse Dias Toffoli durante o lançamento. Além disso, também prevê a implementação de medidas de prevenção do litígio, o estímulo à resolução consensual das controvérsias, inclusive na esfera extrajudicial, e a agilização do processamento das ações previdenciárias. O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Conselho da Justiça Federal, João Otávio de Noronha, disse que atualmente há um excesso de judicialização de processos previdenciários, e avaliou como acertada a estratégia de buscar alternativas para reduzi-los. "Temos que trabalhar pela 'desjudicialização' por meio da mediação, da arbitragem. O que importa é que a gente crie caminhos. O Estado não aguenta mais suportar custos e demandas desnecessárias e aventureiras. Algo estranho acontece com tanta judicialização. É hora de uma ação responsável, de uma pacificação social", declarou Noronha. Também foi assinado um termo de cooperação técnica para Intercâmbio das Bases de Dados entre o Conselho Nacional de Justiça, o Ministério da Economia e o Instituto Nacional Seguro Social (INSS). De acordo com Dias Toffoli, a medida permitirá uma "desburocratização" e "maior eficiência" na tramitação de processos administrativos e judiciais. Veja outras medidas propostas Orientar e apoiar mecanismos que garantam, sempre que possível, soluções universais para reais causas da litigiosidade em matéria previdenciária. Buscar a colaboração, articulação e sistematização de soluções conjuntas e coordenadas para o enfrentamento da alta litigiosidade envolvendo questões previdenciárias. Construir diálogo interinstitucional para identificar potenciais pontos de conflitos e das reais causas da litigiosidade em matéria previdenciária. Orientar e apoiar mecanismos que garantam, sempre que possível, soluções universais para reais causas da litigiosidade em matéria previdenciária. Acompanhar e apoiar proposições legislativas que visem à redução de litigiosidade. Incrementar e apoiar medidas que assegurem maior efetividade aos direitos, em especial a concessão e revisão de benefícios previdenciários e assistenciais quando já pacificados. Ampliar e apoiar a edição de súmulas administrativas; Apoiar e implementar medidas que garantam melhorias na prestação do serviço à sociedade: maior acesso e agilidade; informatização e desenvolvimento de programas de qualificação para soluções preventivas e não judiciais.
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20/08 - BNDES prorroga prazo para renegociação de dívidas de crédito rural
Programa financia até 100% do valor com prazo de até 12 anos. Programa do BNDES tem capacidade de auxiliar na renegociação de até R$ 5 bilhões em dívidas rurais Marcos Santos/USP Imagens O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) prorrogou de 30 de setembro deste ano para 30 de dezembro de 2020 o prazo para agricultores e pecuaristas renegociarem dívidas de crédito rural contraídas até o dia 15 de agosto de 2019. VEJA todas as condições A medida faz parte do Programa BNDES Pro-CDD AGRO, que financia até 100% do valor, limitado a R$ 20 milhões por pessoa (física ou jurídica), com um prazo de até 12 anos, incluindo carência de até 3 anos. Também podem participar da renegociação os fornecedores de insumos agropecuários. Poderão ser renegociadas operações de crédito rural de custeio ou investimento; dívidas contraídas junto a fornecedores de insumos agropecuários ou a instituições financeiras, inclusive as decorrentes da emissão de Cédula de Produto Rural (CPR) e de Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA). As operações de financiamento poderão ser contratadas com 55 agentes financeiros credenciados para operar com recursos do BNDES. Entre eles, há bancos públicos, privados, bancos de cooperativa, cooperativas de crédito, bancos de montadoras, agências de fomento e bancos de desenvolvimento. Governo prorroga dívidas para produtores de arroz Os agentes financeiros credenciados já estão autorizados a receber as propostas de financiamento por parte dos produtores rurais desde a última quinta-feira (15). Os recursos podem ser contratados com base na Taxa de Longo Prazo (TLP). O custo final inclui a remuneração do BNDES, de 1,5% ao ano, e a dos agentes financeiros, limitado a 3% ao ano, totalizando uma taxa mensal final de aproximadamente 1%. O banco de fomento tem capacidade de refinanciar até R$ 5 bilhões.
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20/08 - Coaf é reformulado, mas compartilhamento de dados ainda é incerto
MP que transfere o Coaf para o Banco Central é publicada no Diário Oficial Enquanto o Coaf é reformulado, muda de nome para Unidade de Inteligência Financeira e é transferido para o Banco Central, o poder de atuação do conselho ainda não está totalmente definido. Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) lembram nos bastidores que o presidente do STF, Dias Toffoli, ainda não cumpriu a promessa de antecipar o julgamento do recurso que definirá como poder ser feito o compartilhamento de dados de órgãos de controle com o Ministério Público. Durante o recesso do Judiciário, Toffoli prometeu, na volta dos trabalhos, conversar com seus colegas e definir uma antecipação do julgamento, marcado inicialmente para o dia 21 de novembro. O presidente do STF suspendeu inquéritos e investigações em curso com base no compartilhamento de dados de órgãos de controle, como o Coaf, sem autorização judicial. Toffoli pretende antecipar julgamento sobre caso Coaf Toffoli tomou a decisão com base em pedido de advogados do senador Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente da República. Depois de várias críticas à medida, que segundo procuradores prejudica investigações de combate à corrupção e ao crime organizado, Toffoli disse que sua ideia era antecipar o julgamento do recurso que irá definir como o compartilhamento como ocorrer e que analisaria isso com os demais ministros. Segundo colegas de Toffoli, até agora eles não foram procurados para tratar do assunto. Por sinal, as críticas à decisão de Toffoli custaram ao presidente do antigo Coaf, Roberto Leonel, o posto que ocupa. Nos próximos dias, ele será substituído no comando do órgão, que passará a se chamar Unidade de Inteligência Financeira, por Ricardo Liao, diretor de Supervisão do conselho e funcionário de carreira do Banco Central. Sua saída foi cobrada nos bastidores pelo próprio presidente da República, Jair Bolsonaro. Para atender as pressões vindas do Palácio do Planalto e garantir uma atuação técnica do novo Coaf, o ministro da Economia, Paulo Guedes, acertou a transferência do órgão para a órbita do Banco Central. A partir de agora, as nomeações dos conselheiros da nova Unidade de Inteligência Financeira e de sua equipe técnica é de responsabilidade exclusiva do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. A Medida Provisória que fez a transferência permite a nomeação de conselheiros de fora dos quadros do Banco Central e de outros órgãos públicos, mas Campos Neto acertou com Bolsonaro que essas indicações serão técnicas e de pessoas com conhecimento na área de inteligência financeira.
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20/08 - Confiança do empresário industrial sobe em agosto pelo terceiro mês consecutivo, diz CNI
Índice é maior entre médias e grandes empresas. Para a entidade, maior confiança está relacionada a boas notícias como queda dos juros e aprovação da reforma da Previdência. Funcionária trabalha em linha de produção de indústria. Divulgação/Arquivo/Agência Brasil O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) subiu 2 pontos em agosto, chegando a 59,4. Foi a terceira alta consecutiva do indicador da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que mede a confiança do empresário da indústria. O índice foi divulgado nesta terça-feira (20). Para elaborar o índice, a CNI ouviu 2.451 empresas, entre os dias 1º e 13 de agosto. O indicador de confiança varia de 0 a 100, sendo que, quando está acima dos 50 pontos, mostra que os empresários estão confiantes. Segundo a CNI, empresários de todos os portes de empresas estão mais otimistas. Empresários de médias e grandes empresas estão mais otimistas que a média. Nas grandes empresas o índice foi de 59,7 pontos e nas médias 59,5 pontos. Já nas pequenas o índice foi de 58,8 pontos. De acordo com a pesquisa, houve melhora nas condições atuais dos negócios e também melhoraram as expectativas em relação ao desempenho da economia e das empresas nos próximos seis meses. O índice de expectativas subiu de 62,1 pontos em julho para 63,6 pontos em agosto. “Há uma sequência de boas notícias: a queda dos juros, a liberação do FGTS e aprovação em segundo turno da reforma da Previdência”, afirmou o economista da CNI, Marcelo Azevedo. O economista destacou ainda que o indicador antecipa tendências da economia. “Empresários confiantes estão mais propensos a aumentar a produção, o emprego e os investimentos, o que é fundamental para a recuperação da economia”, avaliou Azevedo.
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20/08 - CCJ do Senado começa debates sobre reforma da Previdência
Secretário de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, participou de audiência e espera que cronograma será cumprido. Votação final, no plenário, está programada para outubro. O secretário de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, fala na CCJ ao lado da presidente do colegiado, Simone Tebet. Ao lado dela, o relator da PEC, Tasso Jereissati Divulgação CCJ / Roberto Castello A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado começou nesta terça-feira (20) as discussões da reforma da previdência com a primeira audiência pública sobre o tema. A votação do texto na Câmara foi concluída no dia 7 de agosto. Na semana passada a CCJ divulgou um calendário com a expectativa para a votação da PEC na Casa. A previsão de votação em segundo turno, no plenário, é no dia 10 de outubro. Saiba o que diz o texto da reforma Saiba como será a tramitação no Senado Entre os convidados da audiência estava o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho. Na entrada da audiência, o secretário afirmou que “espera que seja cumprido” o cronograma divulgado pelo colegiado, de cerca de 60 dias de tramitação na Casa. Questionado sobre eventuais mudanças no texto, que o obrigaria a voltar para os deputados antes de ser promulgado, Marinho disse apenas que declarações de senadores indicam que as alterações virão por meio de uma PEC paralela. CCJ faz primeira audiência pública para discutir a reforma da Previdência Na audiência, Marinho afirmou aos senadores que o governo expressou sua posição sobre a inclusão de estados e municípios no texto inicial da PEC enviado à Câmara. “A decisão da Câmara [de retirar estados e municípios da PEC] foi uma decisão política, motivada principalmente porque boa parte das bancadas que apoiam governadores do Nordeste do país tinham uma posição divergente aqui na Casa”, disse. “E eu espero que, caso essa situação seja contemplada numa PEC paralela, os governadores possam convencer as suas respectivas bancadas a aprovarem o projeto e certamente facilitará sua aprovação", completou. Em sua apresentação, o secretário de Fazenda do Piauí e presidente do Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), Rafael Fonteles, também fez um apelo pela inclusão dos estados e municípios na reforma. Fonteles destacou que, diferentemente da União, os estados não têm mecanismos para financiar seus déficits, como a emissão de títulos públicos. Como exemplo, o presidente do Comsefaz citou o Piauí que, segundo ele, tem uma folha de aposentados anual de R$ 1,9 bilhão, mas só arrecada R$ 800 milhões com contribuições de servidores e do Estado. "Então sobra R$ 1,1 bilhão por ano para o Tesouro Estadual, que já entra com a contribuição patronal, para cumprir com a folha de aposentados. Para um estado que tem a receita corrente líquida de R$ 9 bilhões", afirmou Fonteles. Senadores A primeira audiência sobre a reforma da previdência contou com a fala de nove senadores inscritos. Em defesa da PEC, o líder do governo na Casa, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), afirmou que "o Estado brasileiro faliu" e chegou a lembrar um projeto, enviado este ano pelo governo e aprovado pelo Congresso, que autoriza crédito extra de R$ 248,9 bilhões para a União. Já o senador Izalci Lucas (PSDB-DF) defendeu que o Senado pode fazer eventuais ajustes, como a inclusão de estados e municípios, em uma PEC paralela, sem que a casa seja apenas uma "carimbadora" do texto enviado pela Câmara. Três senadores, porém, se manifestaram contrários ao texto e defenderam que o Senado altere a proposta. "Com todo respeito que a reforma merece, isso não é reforma. Isso chega perto de ser um confisco e o senado não pode de qualquer forma concordar com o que a Câmara votou", defendeu Renan Calheiros (MDB-AL). O senador Paulo Paim (PT-RS) também criticou a proposta e questionou "qual é a razão de estarmos [o Senado] aqui tantos e tantos anos" se a Casa não fará alterações no texto que veio dos deputados. Também participam da audiência: o ex-ministro da Economia e professor da Universidade de Brasília (UnB) Nelson Barbosa; representantes da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB); representantes da Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (Frentas); representantes do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate); representantes do Ministério Público do Rio de Janeiro. A previsão da comissão é fazer seis discussões sobre o assunto até quinta-feira (22), pela manhã e à tarde. Há um convite para que o secretário retorne à CCJ na quinta-feira. 'Bolsonaro pode ajudar ficando calado', diz Simone Tebet sobre votação da nova Previdência Segundo a senadora Simone Tebet (MDB-MS), presidente da CCJ, o relator da matéria no Senado, Tasso Jereissati (PSDB-CE), pode apresentar seu parecer ainda na sexta-feira (23), para que receba sugestões de modificações até o dia em que efetivamente fará a leitura do texto, no dia 28 de agosto. Os senadores também aprovaram um requerimento para que o Ministro da Economia, Paulo Guedes, participe de discussões sobre a PEC. A expectativa é que ele compareça no dia 10 de setembro, em sessão plenária especial para debater o texto. Prazos Inicialmente, líderes partidários chegaram a divulgar calendário com data prevista para o dia 2 de outubro. Porém, não houve acordo para que o prazo regimental fosse adiantado, desconsiderando segundas e sextas-feiras para a realização das discussões sobre a PEC em plenário. Em nota divulgada na semana passada, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), confirmou que a matéria poderá ser promulgada até o dia 10 de outubro. Por essa previsão, a tramitação da matéria no Senado duraria 63 dias – desde o dia 8 de agosto, quando chegou na Casa pelas mãos do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Por alterar a Constituição, o relatório precisa dos votos de, pelo menos, 49 dos 81 senadores, em dois turnos.
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20/08 - FMI enviará missão à Argentina em breve
Candidato de oposição disse que país nas atuais condições não pode pagar sua dívida. Alberto Fernández discursa após a votação nas eleições primárias na Argentina Agustin Marcarian/Reuters O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou nesta terça-feira (20) que uma equipe de analistas viajará "em breve" a Buenos Aires e que a instituição mantém um "diálogo contínuo com as autoridades" da Argentina, segundo a France Presse. "Estamos em diálogo contínuo com as autoridades enquanto trabalham em seus planos de políticas para abordar a difícil situação que o país enfrenta. Uma equipe do FMI viajará a Buenos Aires em breve", afirmou em um comunicado o porta-voz da instituição, Gerry Rice. No final de semana, o candidato de oposição à Presidência da Argentina, Alberto Fernández, disse que o país nas atuais condições não pode pagar a sua dívida e que está disposto a participar de uma renegociação com o Fundo Monetário Internacional (FMI). "Eu diria que há uma só realidade indiscutível, e é que a Argentina nestas condições não está podendo pagar as obrigações que assumiu”, declarou Fernández, grande favorito para vencer as eleições de outubro. “Eu não tenho problema em ajudar o presidente (Mauricio Macri) a renegociar no sentido que eu proponho, mas teria muito problema em ter que ir explicar ao Fundo o que não foi cumprido pelo presidente. Foi isso que expliquei ao presidente”, completou, de acordo com a Reuters. A Argentina fechou em 2018 um acordo stand-by com o FMI de US$ 57 bilhões, no qual o país se comprometeu a um forte ajuste fiscal, que, segundo Fernández, foi um acordo muito “nocivo”. Fernández, que há uma semana conseguiu ampla vantagem sobre Macri em eleições primárias, afirmou que sem o acordo o país teria cessado pagamentos. "Temos que entender que estamos praticamente em condições de default, e por isso os bônus argentinos valem o que valem, porque o mundo vê que não é possível pagar. É necessário agir com sensatez, e sensatez é que a Argentina deve cumprir as suas obrigações”, afirmou Fernández, que enfrenta Macri nas eleições gerais de outubro.
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20/08 - Bovespa fecha em queda e segue abaixo dos 100 mil pontos
Nesta terça-feira, o Ibovespa recuou 0,25%, a 99.222 pontos. A turbulência nos mercados internacionais O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, fechou em queda nesta terça-feira (20) e seguiu abaixo dos 100 mil pontos, com os investidores monitorando o ritmo da atividade global. O Ibovespa recuou 0,25%, a 99.222 pontos. Na mínima do dia, chegou a 98.002 pontos. Na máxima, foi a 99.664 pontos. Veja mais cotações. No dia anterior, o Ibovespa recuou 0,34%, a 99.468 pontos. Na semana, a bolsa acumula queda de 0,58%. Em 2019, no entanto, já subiu 12,90%. Economias fracas geram temor de recessão global O temor de que uma recessão econômica global esteja a caminho se refletiu em cautela por parte de investidores globais, com a situação política na Argentina agravando o problema para o Brasil, destacam analistas da corretora Mirae Asset. "As incertezas sobre a economia global crescem e com isto teremos que nos habituar com um período de volatilidade no mercado financeiro global e aqui não tem como ser diferente", afirmaram Fernando Bresciani e Pedro Galdi, em nota a clientes. Dados da B3 apontam forte saída do capital estrangeiro negociado no segmento Bovespa, com o saldo negativo em R$ 9,6 bilhões no mês até a última sexta-feira (16). O mercado também continuou monitorando a atuação dos bancos centrais para conter os riscos relacionados à desaceleração econômica global, apontou a corretora Coinvalores. Esse pano de fundo com medidas no radar favorece expectativas de fluxo para emergentes. Nesse sentido, a corretora destacou na pauta da semana atas de reuniões de política monetária dos BCs dos EUA (quarta) e da zona do euro (quinta), além do simpósio do Federal Reserve em Jackson Hole a partir de sexta, com autoridades de vários países. "Investidores esperam sinais mais claros sobre a atuação dos BCs nos próximos meses", afirmou em nota a clientes.
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20/08 - Metrô de SP abre 52 vagas para estágio
Período de inscrição vai de 30 de agosto a 13 de setembro. Vagas são para quem tem ensino superior ou curso técnico profissionalizante. Passageiros aguardam para embarcar no Metrô de SP Willian Moreira/Futura Press/Estadão Conteúdo O Metrô de São Paulo vai selecionar candidatos para 52 vagas de estágio. A seleção será feita pelo Instituto Via de Acesso. As inscrições poderão ser feitas de 30 de agosto a 13 de setembro somente pela internet no site do Instituto Via de Acesso e no site do Metrô-SP. Veja as vagas para estágio: Curso de nível superior Administração de Empresas - 4 Análise e Desenvolvimento de Sistemas - 1 Arquitetura e Urbanismo - 4 Artes Visuais - 1 Biblioteconomia - 1 Ciência da Computação - 1 Ciências Contábeis - 1 Ciências Econômicas - 1 Comunicação Social - Jornalismo - 2 Comunicação Social - Publicidade e Propaganda - 1 Comunicação Social - Relações Públicas -1 Design Gráfico - 1 Direito - 3 Educação Física - 3 Engenharia Civil - 2 Engenharia de Computação - 1 Engenharia de Produção - 1 Engenharia Elétrica - 2 Engenharia Eletrônica - 1 Engenharia Mecânica - 1 Matemática (Bacharelado) - 1 Nutrição - 1 Psicologia - 1 Secretariado - 5 Tecnologia em Redes de Computadores - 1 Curso de nível técnico profissionalizante Técnico em Administração - 3 Técnico em Edificações - 1 Técnico em Logística - 1 Técnico em Secretariado - 5
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20/08 - Lucro das 3 maiores estatais de capital aberto no 2º trimestre é o maior já registrado, diz Economatica
Petrobras, Banco do Brasil e Eletrobras lucraram, juntas, R$ 28,6 bilhões, com o resultado puxado pela venda de subsidiárias. Os lucros das 3 maiores estatais de capital aberto brasileiras (Petrobras, Banco do Brasil e Eletrobras) somaram, juntos, R$ 28,6 bilhões no 2º trimestre. Segundo levantamento da provedora de informações financeiras Economatica, trata-se do maior resultado já registrado na série que tem início em 1999, considerando valores ajustados pela inflação. Até então, o maior lucro trimestral registrado pelas 3 estatais tinha sido o do 3º trimestre de 2008, quando os ganhos alcançaram R$ 14,83 bilhões – o equivalente a R$ 27,02 bilhões em valores ajustados pelo IPCA. "De janeiro de 1999 até junho de 2019, são 82 trimestres. Neste período, as estatais tiveram prejuízo em 9 oportunidades, uma no quarto trimestre de 1999 e as outras 8 entre o terceiro trimestre de 2014 e o quarto trimestre de 2017", destaca a Economatica. O maior prejuízo das 3 empresas foi registrado no quarto trimestre de 2015, quando as perdas chegaram a R$ 51,9 bilhões em valores ajustados. Privatizações impulsionam lucros Os lucros das estatais foi impulsionado no 2º trimestre pela venda de subsidiárias. A Petrobras teve lucro líquido de R$ 18,9 bilhões, em resultado puxado pela venda da Transportadora Associada de Gás S.A. (TAG). Sem essa operação, o lucro líquido ajustado do período foi de R$ 5,2 bilhões. Segundo a Economatica, o lucro da Petrobras entre abril e junho é o maior de uma empresa de capital aberto para um segundo trimestre desde o ano de 1986 (início da série de dados de empresas de capital aberto), considerando também valores ajustados pelo IPCA. A Eletrobras (Centrais Elétricas Brasileiras) registrou lucro líquido de R$ 5,56 bilhões no 2º trimestre, alta de 305% na comparação com o mesmo período do ano passado, com o resultado sendo impulsionado pela privatização da Amazonas Energia. Já o Banco do Brasil registrou lucro líquido contábil de R$ 4,2 bilhões no 2º trimestre. O resultado representa um aumento de 34,2% na comparação com o mesmo período do ano passado.
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20/08 - Os chips que podem revolucionar a pesquisa médica e diminuir uso de animais de laboratório
A tecnologia substituirá os seres vivos, reduzindo a necessidade de animais de laboratório, inspirando curas para doenças raras e oferecendo até uma forma de ressuscitar espécies em extinção. Ken-Ichiro Kamei segura um dos seus 'corpos em um chip' Rachel Nuwer/BBC Quando Ken-Ichiro Kamei, engenheiro da Universidade de Kyoto, sai para beber com seus amigos, ele geralmente leva consigo um de seus "corpos em um chip". Quando o tema do trabalho inevitavelmente surge, ele pega o chip – que se parece a uma lâmina de laboratório, com minúsculos canais cobertos por uma camada de silicone – e declara: "Faço estes dispositivos para recriar humanos e animais". Reações de surpresa inevitavelmente surgem. "É como se eu fosse um mágico e meus amigos me pedissem para fazer truques", Kamei ri. Kamei está na vanguarda de um novo campo da biotecnologia que busca replicar órgãos, sistemas e corpos em formato de chips. Enquanto experimentos bioquímicos realizados em placas tradicionais são estáticos e isolados, os chips usados por Kamei têm um sistema de canais, válvulas e bombas que permitem interações mais complexas - a ponto de poderem imitar a fisiologia de um sistema vivo. Reconhecendo o potencial que tais chips têm de revolucionar a pesquisa médica, o Fórum Econômico Mundial apontou os "órgãos em chips" como uma das dez tecnologias emergentes mais importantes de 2016. Mas se chips especializados imitam determinados tecidos ou órgãos, Kamei e seus colegas pretendem imitar animais inteiros. "É bastante ambicioso", admite. 'Corpo em um chip' pode ajudar a salvar espécies. skeeze/Pixabay Kamei constrói seus próprios chips em laboratório, usando um cortador a laser e uma impressora 3D. Para operá-los, ele adiciona tecidos celulares em seis câmaras conectadas a microcanais. Em seguida, conecta microbombas pneumáticas a um controlador para criar um circuito. Isso permite a Kamei e a outros pesquisadores testar a eficácia e os efeitos colaterais de novos medicamentos, desenvolver a medicina personalizada com base nas células de indivíduos específicos e entender melhor a base de diversas doenças. Em um experimento, por exemplo, Kamei e seus colegas colocaram no chip células saudáveis do coração e células cancerosas do fígado. Eles então adicionaram doxorrubicina, uma droga de combate ao câncer conhecida por causar efeitos colaterais tóxicos no coração, mas cujo mecanismo de toxicidade era desconhecido. Os pesquisadores descobriram que a droga não causou diretamente o dano cardíaco; o subproduto metabolizado pelo fígado o fez. Abastecimento de células Tais experimentos requerem um amplo abastecimento de várias células. Isso não teria sido possível sem o trabalho de Shinya Yamanaka, pesquisador de células-tronco da Universidade de Kyoto que ganhou o Prêmio Nobel de Fisiologia/Medicina em 2012. A honraria foi concedida por sua criação das células-tronco pluripotentes induzidas (iPS, na sigla em inglês). "As células iPS podem se proliferar muitas e muitas vezes fora do corpo, enquanto outros tipos de células-tronco não podem", diz Kamei. "Além disso, as culturas celulares usadas anteriormente eram provenientes de apenas uma pessoa, o que não era útil para estudar doenças genéticas ou de outro indivíduo". Os 'corpos em um chip' não só têm o potencial de melhorar a medicina, como também podem ser ferramentas para a conservação animal Rachel Nuwer/BBC Como o próprio nome indica, as células iPS indiferenciadas podem ser induzidas a partir de praticamente qualquer tipo de célula no corpo. Os genes codificadores – ou "fatores Yamanaka" – reprogramam células em estado embrionário. Elas podem se tornar qualquer tipo de célula, incluindo espermatozoides e óvulos para tratamentos de fertilidade, ou quaisquer outras para testes farmacêuticos. Como a maioria das tecnologias biomédicas, as células iPS e os chips, como os usados por Kamei, foram criados tendo em mente os humanos, não os animais. Mas ambas as tecnologias têm potencial de contribuir para a conservação de espécies e do bem-estar animal. As células iPS poderiam ser usadas, por exemplo, para sintetizar carne em laboratório, aliviando o tratamento desumano dado ao gado e o impacto ao meio ambiente causado pela agricultura; ou para criar produtos a partir de espécies ameaçadas, satisfazendo a demanda do mercado sem matar animais selvagens. Como nos seres humanos, os chips também abrem uma porta para se estudar e entender melhor a vida selvagem - e, dessa forma, protegê-la. "Muitos cientistas estão entusiasmados com as possibilidades de essas tecnologias serem benéficas em um contexto mais amplo do que a aplicação médica em humanos", diz Oliver Ryder, diretor de conservação genética do Instituto de Pesquisa da Conservação de San Diego (EUA) e sócio de Kamei no projeto "corpo em um chip". "É muito bom que, dentro de um contexto de interesses compartilhados, essa pesquisa possa desempenhar um papel importante na conservação dos animais", acrescenta Ryder. Equipe checa a temperatura corporal de um coelho na preparação do animal para um teste de droga em um laboratório de Tianjin, na China. Os 'corpos em um chip', que imitam a fisiologia humana, podem testar os efeitos de novas drogas, substituindo animais de laboratório Reuters/Stringer Foi o bem-estar animal, e não a conservação, que originalmente levou Kamei a olhar para além da medicina humana. Enquanto estudava ratos de laboratório na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, ele simpatizou com os roedores. "Eu me perguntava por que precisávamos usar camundongos para estudar os humanos?", lembra. "Ficava intrigado pensando como poderia ajudar esses animais". Ele não está sozinho. Testes em animais estão saindo de moda em indústrias e universidades em todo o mundo. Em 2009, a União Europeia proibiu a prática em sua indústria de cosméticos e, em 2013, os legisladores ampliaram a norma para incluir todos os cosméticos vendidos na UE, independentemente de onde fossem produzidos. Chips com tecidos humanos podem reduzir a necessidade de testes em animais - um ganho duplo, já que ratos, coelhos e macacos nem sempre reagem a um medicamento ou produto da mesma maneira que as pessoas. Por causa disso, os chips que imitam o corpo humano, diz Kamei, são considerados "um dos principais candidatos como alternativas a testes em animais". Os humanos, claro, não são as únicas espécies que sofrem de doenças, e as células iPS e as tecnologias de chip podem acelerar o desenvolvimento de novos tratamentos médicos para os animais também. Um número significativamente menor de pessoas estuda doenças de animais em comparação com as humanas, e há menos recursos disponíveis para apoiar esses estudos. A versatilidade da vida selvagem dificulta ainda mais a criação de curas específicas para doenças. Além disso, as espécies ameaçadas tendem a ser escassas, e as leis muitas vezes proíbem capturá-las, mesmo que isso ajude cientistas a entender sua saúde e doenças. "Se pudermos criar órgãos de animais em extinção, poderemos entender como esses órgãos funcionam e como protegê-los de infecções", diz Miho Murayama, diretora do Centro de Pesquisa da Vida Selvagem da Universidade de Kyoto. "Isso seria muito útil, porque não podemos experimentar com eles como fazemos com ratos". Os cientistas que trabalham no Cazaquistão ainda têm dificuldade de entender por que 200 mil antílopes saiga - 60% da população mundial - repentinamente morreram de uma infecção bacteriana em 2015. Já pesquisadores da Tasmânia (Austrália) têm trabalhado há anos para tratar uma forma horrível e contagiosa de câncer do rosto que vem ameaçando a sobrevivência dos demônios da Tasmânia. Os gorilas são outro excelente exemplo: eles são notoriamente propensos a ataques cardíacos - mas ninguém sabe por quê, e ninguém foi capaz de dar uma solução para tal. "Se pudermos imitar os ataques cardíacos do gorila dentro do 'corpo em um chip', poderemos identificar que tipos de drogas e tratamentos poderão ajudá-los", diz Kamei. "Esse tipo de teste seria benéfico não apenas para animais em extinção, mas também para animais de estimação e gado". Possibilidades infinitas Oliver Ryder acrescenta que, além dos chips, as células iPS abrem um conjunto aparentemente infinito de possibilidades para a conservação de espécies. "Se a diversidade genética puder ser estocada e restaurada ao transformarmos as células em animais ou ao usarmos tecnologias celulares para restaurar a variação genética, haverá menos risco de extinção", diz ele. "É incrível poder investigar as possibilidades desse tipo de tecnologia". Ryder é um dos coordenadores no mais conhecido desses projetos: um esforço internacional para salvar o rinoceronte branco do norte - uma subespécie de rinoceronte branco reduzida a apenas dois indivíduos vivos no mundo. O plano é usar amostras congeladas de tecidos de indivíduos mortos para criar células iPS. Uma forma contagiosa e transmissível 'parasitária' de câncer pode extinguir diabo-da-tasmânia nas próximas décadas Getty Images As células iPS seriam, por sua vez, transformadas em óvulos e espermatozoides para gerar embriões viáveis e geneticamente diversificados que seriam implantados no rinocerontes brancos do sul. Embora seja um começo ambicioso, Ryder aponta que esta é a única esperança de salvar a subespécie da extinção. E, independentemente do sucesso do projeto, provavelmente ele abrirá caminho para esforços similares no futuro. Essa tecnologia, acrescenta Miho Murayama, também pode acelerar nossa compreensão da biologia e da evolução. Murayama e colegas estudam, por exemplo, como os hormônios e os neurotransmissores, como a serotonina, afetam o comportamento animal e como os genes estão por trás do comportamento. Hoje ela se debruça sobre a análise genômica de animais específicos para fazer isso. Mas comparações lado a lado, em tempo real, de células vivas seriam mais eficientes. Os chips de células iPS feitas a partir da informação genética de algumas das 600 espécies que ela coletou nos últimos anos permitiriam esse trabalho. "Não temos nem informações básicas sobre muitos animais silvestres", diz Murayama. "Nosso objetivo é conectar dados de campo e de laboratório para entender melhor as espécies". Os desafios para a realização de tais metas são muitos, no entanto. Entre eles, a fórmula para a criação de células iPS difere de espécie para espécie. O que funciona para um rinoceronte não necessariamente funcionará para um chimpanzé ou uma águia. Além disso, depois que as células iPS são produzidas, o processo de diferenciação para vários tipos de células pode variar por espécie, assim como as condições de cultura necessárias para as células se proliferarem e prosperarem. Hitomi Tabata e Tomoka Hirayama, estudantes da Escola Hiroo Gakuen, em Tóquio, descobriram isso na pele quando tentaram criar células iPS de elefantes. As jovens, que vislumbram uma carreira na pesquisa médica, escolheram esses animais porque eles dificilmente desenvolvem câncer e isso abriria possibilidades de tratamento. Mas, durante a pesquisa, as alunas se inteiraram sobre a caça ilegal de elefantes na África. Dezenas de milhares de animais foram abatidos na última década por criminosos atraídos por seus chifres de marfim. Elas então perceberam que seu projeto voltado para a saúde também poderia dar uma solução para a conservação: cultivar o marfim em laboratório a partir das células iPS. "Achávamos que se a diferenciação em marfim fosse bem-sucedida, ajudaria a aumentar a população de elefantes", afirmou Tabata. Presas de marfim apreendidas são exibidas antes de serem destruídas, em Port Dickson, na Malásia. Cientistas esperam produzir marfim cultivado em laboratório, apresentando uma fonte legal e alternativa dos produtos Mohd Rasfan/AFP Tabata e Hirayama conseguiram criar células-tronco pluripotentes de camundongos, mas quando chegou a hora de fazê-lo com elefantes, elas se depararam com um problema. As cópias do p53 de elefantes, o gene responsável pela resistência da espécie ao câncer, também tornaram as células dos elefantes resistentes à reprogramação. "Esse gene funciona resistindo ao ou reduzindo o ciclo celular, o que significa que é mais difícil criar células iPS", explicou a estudante Hirayama. Ainda assim, ela e Tabata planejam continuar tentando inativar o p53 e mudar a forma como introduzem o fator Yamanaka - pelo menos até a formatura, em março deste ano, quando elas esperam que alunos iniciantes assumam o projeto. Kamei concorda que o p53 é um grande obstáculo - mas que, como todos os desafios da ciência, vale a pena tentar superá-lo. "Não estou dizendo que é impossível, mas é quase impossível reprogramar as células do elefante por causa do p53", diz ele. "Se for possível, no entanto, quero fazê-lo". O projeto mostra, pelo menos, como os "corpos em um chip" podem ajudar a introduzir jovens cientistas na pesquisa genética. Por enquanto, Kamei criou um modelo de rato de "corpo em um chip" e está perto de criar zebras-de-grevy, cujas células chegaram ao laboratório graças às conexões de Murayama com o zoológico de Kyoto. Golfinhos e cavalos são os próximos da lista. "Cada espécie tem obstáculos, mas todas também trazem temas interessantes para se estudar", continua o pesquisador. "Se minha pesquisa for útil a pessoas que trabalham em zoológicos ou com animais, isso é ótimo". Ele acrescenta que seus objetivos vão ainda mais longe - literalmente além dos limites dos problemas terrestres, até o espaço. Nos EUA, o Centro Nacional para o Avanço da Ciência Translacional e o Laboratório Americano da Estação Espacial Internacional criaram o projeto "Chips de Tecido no Espaço" para testar os efeitos do espaço nas células e nos órgãos humanos. Kamei acredita que eles têm o mesmo valor em garantir que os animais possam fazer uma transição suave para um eventual futuro pós-Terra. "Os seres humanos não serão os únicos a ir para o espaço - animais de estimação e gado também", diz Kamei. "Eu não vou a Marte, mas meu sonho é ajudar aqueles que o farão".
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20/08 - Conselho do FGTS aprova distribuição R$ 12,2 bilhões em lucro para os trabalhadores
Recursos serão depositados nas contas ativas e inativas com saldo em 31 de dezembro de 2018. O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou na segunda-feira (19) o pagamento de 100% do lucro do fundo no ano passado. Com a medida, serão distribuídos R$ 12,22 bilhões nas contas ativas e inativas que tinham saldo positivo em 31 de dezembro de 2018. Saiba tudo sobre a liberação dos saques do FGTS e do PIS-Pasep Segundo a resolução publicada no Diário Oficial desta terça-feira, o índice que será utilizado para o pagamento será de 0,03088456 – ou seja, serão pagos cerca de R$ 3 para cada R$ 100 que o trabalhador detinha em suas contas do FGTS no final do ano passado. Os depósitos serão feitos até 31 de agosto nas contas dos trabalhadores. Esses recursos terão as mesmas regras para saque a que estão submetidas as contas do FGTS: em caso de demissão sem justa causa; doença grave; compra da casa própria; e saque-aniversário, entre outras. O pagamento de 100% do lucro do fundo já havia sido determinado em julho, quando o governo anunciou as novas regras para saque do FGTS. A regra anterior determinava da distribuição de 50% do lucro do fundo aos trabalhadores. Com a maior distribuição, o fundo deve passar a render mais que a poupança, o que não vinha acontecendo. Além do lucro, o FGTS tem uma remuneração fixa de 3% ao ano mais a Taxa Referencial (TR), que no momento está em zero. Governo vai liberar R$ 12 bilhões para saques do FGTS Initial plugin text
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20/08 - Dólar cai e fecha a R$ 4,05, após subir ao maior nível em 3 meses na véspera
No pregão do dia anterior, moeda dos EUA fechou em alta de 1,58%, a R$ 4,0657, maior cotação desde 20 de maio. Notas de dólar Gary Cameron/Reuters O dólar fechou em queda em relação ao real nesta terça-feira (20), em ajuste técnico após encerrar na véspera no maior nível em três meses. A moeda dos Estados Unidos também caiu frente outras divisas, na esteira da baixa nos rendimentos dos Treasuries (os títulos do governo americano) – esse movimento reduz a atratividade do dólar como investimento. O dólar terminou o dia em queda de 0,36%, a R$ 4,0509. Na máxima da sessão, chegou a R$ 4,0737 e, na mínima, a R$ 4,0264. Veja mais cotações. No pregão do dia anterior, o dólar fechou em alta de 1,58%, a R$ 4,0657 – o maior patamar de fechamento desde 20 de maio (R$ 4,1033) – em meio a discussões sobre o espaço para mais cortes de juros nos Estados Unidos. Na parcial de agosto, a moeda dos EUA tem alta de 6,08%. No ano, acumula avanço de 4,56%. A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2019 subiu de R$ 3,75 para R$ 3,78 por dólar, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central divulgada. Economias fracas geram temor de recessão global Ajuste após alta forte O mercado de câmbio sofreu ajuste nesta terça-feira, depois de uma grande valorização na véspera. Mas o aumento dos temores de desaceleração forte em importantes economias, as chances de os Estados Unidos cortarem os juros em ritmo mais lento e a crise na Argentina ainda compõem quadro desfavorável ao real neste mês, destaca a Reuters. "Quando o peso argentino cai 20%, não há nada de idiossincrático nisso. (O movimento) faz com que as moedas de grandes parceiros comerciais se apreciem, mas elas vão precisar se desvalorizar também", disse no Twitter Robin Brooks, economista-chefe do Instituto de Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês). "Além disso, faz com que os mercados vendam outros emergentes, já que vender a Argentina é difícil. Como em 2018, o contágio é mais forte para Brasil e Turquia", acrescentou. A lira turca caía mais de 1% ante o dólar nesta terça, liderando as perdas nos mercados globais de câmbio, segundo a Reuters. A guerra comercial entre Estados Unidos e China também contribui para o aumento da incerteza global. "O quadro ainda é de muita incerteza e volatilidade justamente por conta das questões externas. A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China afeta o apetite por ativos mais arriscados, como é o caso do real, além das preocupações com uma possível recessão global", afirmou Campos à agência o economista Silvio Campos Neto, da Tendências Consultoria. Nesta semana, as atenções do mercado estão voltadas para a agenda do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), que divulga na quarta-feira a ata de sua última reunião de política monetária. Já no fim da semana, começa o simpósio anual de Jackson Hole, onde várias autoridades se reunirão para discutir as questões atuais da economia mundial. Mercado interno Na cena doméstica, o mercado acompanhará ainda na quarta o primeiro dia dos leilões simultâneos de venda de dólares das reservas e de contratos de swap cambial reverso. As operações visam trocar posição cambial do Banco Central do mercado de derivativos (contratos lastreados ao dólar) para o mercado spot (de dólar à vista).
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20/08 - Grupo Ri Happy contrata 3 mil temporários para o Dia das Crianças 2019
Para as vagas, é necessário segundo grau completo (ou cursando), a partir dos 18 anos e experiência em loja na área de vendas, caixa ou fiscal. Loja da Ri Happy no Nações Shopping Divulgação/Nações Shopping O Grupo Ri Happy anunciou que vai contratar 3 mil profissionais temporários para as vendas do Dia das Crianças. Esses funcionários vão atuar no período de 2 a 14 de outubro nas funções de: auxiliar de vendas auxiliar de caixa auxiliar de estoque auxiliar de fiscal de loja auxiliar de pacote Os temporários têm possibilidade de voltar no Natal e também serem efetivados. Para as vagas, é necessário segundo grau completo (ou cursando), a partir dos 18 anos e experiência em loja na área de vendas, caixa ou fiscal. A empresa busca profissionais com energia, bom humor e que sempre recebam os clientes com sorriso no rosto. A escala de trabalho é no esquema 6x1 e a carga horária é 7 horas mais 1 hora de intervalo para refeição. As inscrições já estão abertas através deste site até 2 de outubro. Veja a distribuição das vagas: SP ESTADO: 1.157 vagas SP CAPITAL: 527 vagas RJ ESTADO: 376 vagas RJ CAPITAL: 272 vagas Processo seletivo O primeiro passo é se cadastrar no site para se inscrever nas vagas. O cadastro dos dados pessoais e profissionais é essencial. Após a inscrição, o candidato realizará um teste online. Caso aprovado, será convocado para uma dinâmica de grupo presencial com o RH. Em paralelo, o candidato pode ir adicionando os documentos dele no sistema (essa é uma etapa eliminatória) e como última etapa, é necessário a realização do exame médico para admissão. O grupo Ri Happy, do mercado de brinquedos, atualmente conta com mais de 270 unidades espalhadas pelo Brasil das marcas Ri Happy, PBKIDS, Ri Happy Baby e Mundo Ri Happy.
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20/08 - Plano de desligamento incentivado do Banco do Brasil tem adesão de 2.367 funcionários
Banco estima um impacto de R$ 260 milhões em despesas com o programa e economia anual de R$ 490 milhões a partir de 2020. Homem caminha em frente a uma agência do Banco do Brasil na Zona Sul de São Paulo Marcelo Brandt/G1 O Banco do Brasil informou nesta terça-feira (20) que o plano de desligamento incentivado anunciado em julho teve adesão de 2.367 funcionários. "Foram finalizadas as etapas de manifestação de interesse e de validação dos desligamentos no âmbito do Programa de Adequação de Quadros (PAQ) com a validação de desligamento de 2.367 funcionários", informou o BB em comunicado. Segundo o banco, o programa visa promover uma adequação nos quadros de funcionários, além de "regularizar vagas e excessos em dependências e praças. otimizando a distribuição da força de trabalho nas unidades do BB". O banco estima um impacto de R$ 260 milhões em despesas com a operação de adequação e economia anual de R$ 490 milhões a partir de 2020. Em 2018, o banco já havia reduzido em 2.195 o número de funcionários através desse tipo de mecanismo. No final do 1º trimestre, o quadro da estatal era de cerca de 100.706 trabalhadores ante 101.108 no final de 2018, segundo dados do Ministério da Economia. Em 2012, chegou a 118.450.
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20/08 - Bolsas da China recuam com mudanças nos custos de financiamento no foco
País reduziu sua nova taxa de empréstimo de referência para famílias e empresas, Os índices acionários da China fecharam em leve baixa nesta terça-feira (20), com os investidores avaliando a extensão e impacto da reforma dos juros pelo governo. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, perdeu 0,09%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,11%. A China reduziu sua nova taxa de empréstimo de referência nesta terça-feira, como esperado, conforme o banco central inicia reformas da taxa de juros para reduzir os custos de empréstimos corporativos no país. O Banco do Povo da China designou no sábado a LPR como novo referencial para novos empréstimos bancários a famílias e empresas, substituindo a taxa de um ano do banco central. Analistas e investidores dizem que as reformas são uma tentativa oficial de reduzir os custos de financiamento na China, que enfrenta pressão do enfraquecimento da demanda e da guerra comercial com os Estados Unidos. Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,55%, a 20.677 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,23%, a 26.231 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,11%, a 2.880 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,09%, a 3.787 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 1,05%, a 1.960 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,32%, a 10.522 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,24%, a 3.135 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 1,20%, a 6.545 pontos.
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20/08 - Maior feira de bioenergia do país reúne soluções em 'carbono zero' e da indústria 4.0 em Sertãozinho
Com presença do ministro do Meio Ambiente, Fenasucro abre edição 2019 com projeção de R$ 4,4 bilhões em negócios. Expectativa para o Renovabio movimenta inovações no setor sucroenergético. Fenasucro & Agrocana FENASUCRO/AGROCANA – Divulgação Representantes de empresas, entidades e pesquisadores de 44 países estarão reunidos a partir desta terça-feira (20) em Sertãozinho (SP) na 27ª edição da Fenasucro & Agrocana. Considerada uma das maiores do mundo em bioenergia, com foco em tecnologias sustentáveis, a feira espera movimentar R$ 4,4 bilhões em negócios e deve contar com a presença do ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles na cerimônia de abertura, às 13h. Entre os mil expositores e as 117 palestras programadas até sexta-feira (23) em um dos maiores polos industriais e agrícolas da cana-de-açúcar no país, estarão em destaque soluções da indústria 4.0, baseadas em internet das coisas, Big Data e inteligência artificial, além de inovações em geração de energia sem emissão de carbono. Segundo recente estudo da Sociedade Americana de Meteorologia, a emissão de gases do efeito estufa bateu recorde em 2018 e se mostrou 43% mais agressiva para o aquecimento global do que em 1990. O ministro do meio ambiente, Ricardo Salles, é esperado na abertura da Fenasucro 2019 Bruno Rocha/Fotoarena/Estadão Conteúdo Como uma alternativa dentro desse contexto, a geração "carbono zero" é a pauta de iniciativas como o projeto Sucre - Sugarcane Renewable Electricity ou Eletricidade Renovável da Cana-de-Açúcar - que será apresentado na quarta-feira (21) durante a nona edição do Seminário de Bioeletricidade da feira. Financiadas pelo Fundo Global para o Meio Ambiente em parceria com o Programa das Nações Unidas Para o Desenvolvimento (PNUD), as pesquisas do Laboratório Nacional de Biorrenováveis (LNBR), em Campinas (SP), buscam otimizar o uso da palha da cana na geração elétrica para reduzir o impacto na atmosfera. "É isso que temos que fazer: além do açúcar, da produção de energia através da biomassa e do etanol, é fazer com que essa indústria de bioenergia ganhe atenção mundial nesse cenário que nós estamos vendo, de calotas polares descongelando, com a emissão de CO2 nos países da Europa. Esse setor entra como catalisador, um grande filtro mundial para que esse CO2 seja captado e transformado", afirma Paulo Montabone, gerente da Fenasucro. Renovabio e investimentos Um dos maiores focos da feira, a produção de energia limpa a partir da biomassa do bagaço e da palha da cana, além de restos de madeira, carvão vegetal, entre outras matérias, representa 9% da matriz energética brasileira, atrás das usinas hidrelétricas, termoelétricas e eólicas, segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Única). Ainda assim, somente em 2018 essa geração evitou a emissão de 6,4 milhões de CO2 na atmosfera. A previsão de início do Programa Nacional dos Biocombustíveis (Renovabio) para 2020, com a liberação para que empresas emitam títulos de renda fixa para o financiamento de projetos sustentáveis, contribui para um crescimento esperado de 60% na produção de bioeletricidade até 2030. Etanol brasileiro é feito majoritariamente a partir da cana de açúcar BBC Até 2028, o Ministério de Minas e Energia estabeleceu, com o uso de biocombustíveis, reduzir a emissão de carbono em 10%, o que equivale a 600 milhões de toneladas a menos na atmosfera e a R$ 23 bilhões em certificados de Crédito de Descarbonização (CBIO). A importância estratégica de novos investimentos nas indústrias, como na produção de etanol, já amplia em 10% em relação a 2018 a expectativa de volume financeiro da Fenasucro. "O setor sucroenergético, com a aprovação do Renovabio que entra em vigor em 1º de janeiro, tem que injetar no mercado R$ 30 bilhões em dez anos. Esse valor vai ser catalisado pelas indústrias fornecedoras de equipamentos, produtos e serviços para melhor eficiência das usinas que temos hoje na parte de cogeração de energia de etanol, proporcionando um retrofit [processo de modernização]", diz Montabone. As mais de mil empresas da feira, incluindo representantes de 100% das usinas brasileiras, apresentarão a um público esperado de 40 mil visitantes em torno de 3 mil produtos voltados para indústrias de biocombustíveis, transporte, logística, papel e celulose, alimentos e bebidas. Sistemas para controle biológico de pragas agrícolas, uma plataforma para busca e instalação de energia solar, drones no monitoramento da lavoura e gestão de dados de colheita estão entre as soluções oferecidas por startups no estande do Sebrae-SP. Serviço O que: Fenasucro & Agrocana 2019 Data: de 20 a 23 de agosto Local: Centro de Eventos Zanini - Marginal João Olézio Marques, 3.563, Sertãozinho Eventos de conteúdo: das 8h até 18h Horário de exposição: das 13h às 20h Site oficial: www.fenasucro.com.br Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca
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20/08 - Em três anos, empresas brasileiras já levantaram mais de US$ 5 bilhões nos EUA
Desde 2017, 8 empresas decidiram abrir capital no mercado acionário norte-americano. Neste ano, duas companhias nacionais já estrearam em Wall Street. Nos primeiros sete meses deste ano, duas empresas brasileiras estrearam na bolsa nos Estados Unidos: a Linx, de software, e a Afya, de educação médica. Elas estão na ponta de um movimento que começou em 2017 e já levantou US$ 5,3 bilhões para companhias nacionais, em oito aberturas de capital. O processo ainda é tímido, mas indica que o mercado acionário norte-americano pode ser uma fonte de capital para as empresas brasileiras. No mesmo período, desde 2017, 15 companhias fizeram a oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na bolsa brasileira, a B3, arrecadando R$ 32 bilhões. Wall Stree é a sede das principais bolsas de NY como a New York Stock Exchange (NYSE) Reuters "Eu diria que [a abertura de capital no exterior] não é uma tendência generalizada, é uma situação que vai variar de caso a caso, dependendo do perfil de cada uma das empresas", afirma responsável pelo investment banking do Citi Brasil, Eduardo Miras. A aposta de empresas brasileiras nos mercados internacionais, sobretudo nos Estados Unidos, tem sido liderada por companhias do setor de tecnologia, de rápido crescimento – ou por aquelas que têm um pé nesse ramo. É no mercado norte-americano, onde o aporte em bolsa está mais consolidado, que elas vão encontrar investidores dispostos a aceitar um risco maior para financiá-las. "Por conta de o mercado ser muito mais maduro, existem investidores de todos os tipos e muitos deles são mais dedicados à tecnologia. Quando se investe em tecnologia, é preciso de um certo conhecimento, dado que a probabilidade de não ter sucesso é maior do que de a uma empresa convencional", diz André Rosenblit, responsável pela área de equities do banco do Santander. Além de Linx e Afya, estão listadas atualmente nos Estados Unidos: a companhia aérea Azul - que também tem capital aberto no Brasil; a mineradora Nexa Resources – ex-Votorantim Metais; as empresas de meio pagamento PagSeguro e Stone; e a Arco Educação. A Nethoes abriu o capital na bolsa de Nova York em abril de 2017, mas não opera mais no mercado americano. A empresa teve as ações, que não tinham bom desempenho, recolhidas após a compra pelo Magazine Luiza, em junho deste ano. A operação custou US$ 115 milhões ao Magazine. Por que lá fora? Em geral, abrir o capital nos EUA custa mais caro do que no Brasil. Aqui, os custos com a operação podem variar de 2,5% a 5,6% do volume captado, enquanto no mercado americano esse percentual vai de 4% a 11,7%, segundo estudo feito pela PwC a pedido da B3. Quanto maior a operação, menos os gastos pesam na conta. Apesar disso, além da maior quantidade de investidores dispostos a colocar dinheiro no negócio, o mercado de ações dos EUA oferece uma série de vantagens em relação ao brasileiro, segundo analistas: acesso um mercado com maior liquidez; avaliação da empresa em dólar; exigência de volume menor de ações em circulação (free float); possibilidade de ter ações com poder de voto especial; acesso a fundos específicos. Em um mercado com maior volume de negociações na bolsa, é maior a possibilidade de conseguir uma boa precificação das ações na estreia. E ter a empresa avaliada em dólar facilita potenciais fusões e aquisições, além de ser mais seguro para o investidor. "Por mais que o desempenho da empresa não dependa do câmbio, o estrangeiro fica exposto à volatilidade quando compra a ação em real", diz Marcos Piellusch, professor de finanças da Fundação Instituto de Administração (FIA). Para ser listada nos segmentos especiais da B3, as empresas precisam deixar um mínimo de 25% de ações circulando no mercado, ou seja, os donos precisam se desfazer dessa fatia no momento da abertura de capital. É o chamado "free float", mecanismo que serve para garantir a liquidez dos papéis. Nos EUA, o percentual exigido é menor, de 10% – o que atrai as companhias para o mercado americano. "Imagine que o dono da empresa quer abrir o capital, mas acredita que as ações vão valorizar muito mais. Ele não precisa vender 25% [da empresa num primeiro momento], ele vende só 10% e tem oportunidade de vender outros 15% num outro momento. Isso realmente faz diferença", explica Rosenblit, do Santander. Outro atrativo do mercado americano é uma classe de ações que garante direitos especiais de voto ao detentor, algo que não existe na bolsa brasileira – o mais próximo disso são as "golden shares", detidas pelo Estado em companhias que já foram públicas. "Isso é muito comum nas empresas de tecnologia. Permite que a companhia continue levantando capital, mas mantendo um grau de controle de influência significativos pelos fundadores. Jeff Bezos, por exemplo, tem uma fatia pequena da Amazon, mas uma boa parcela dos votos", diz Miras, do Citi. Stone e PagSeguro optaram por esse recurso, segundo ele. "Nos EUA há também uma oferta significativa de fundos que aplicam em setores específicos, como o de tecnologia, o que acaba sendo um chamariz para de investidores. Gera um fluxo indireto no papel, é mais uma motivação", diz Rosenblit. O que esperar do futuro Na visão dos analistas, os Estados Unidos podem continuar como um caminho para as companhias brasileiras, e o mercado de ações do Brasil terá de preencher as suas lacunas para atrair as empresas que hoje preferem exterior. A expectativa é que o cenário de juros baixos no Brasil – a Selic hoje está em 6% – leve parte dos investidores a migrar da renda fixa para a variável nos próximos anos, o que, portanto, pode ajudar a aumentar a demanda pelo mercado acionário brasileiro. Sede da Bovespa, no Centro de São Paulo Miguel Schincariol/AFP/Arquivo Hoje, quando comparado com resto do mundo, o mercado acionário brasileiro é considerado pouco maduro. De todo o lucro gerado pelas empresas do Brasil, só 10% estão na bolsa. Em países desenvolvidos, essa fatia gira em torno de 20% a 25%. "Há poucas empresas com capital aberto e um potencial enorme [do mercado acionário brasileiro]", diz Rosenblit, do Santander. "No Brasil, temos pouco investimento em ações, e uma população gigantesca, de 200 milhões de habitantes." Nos próximos 12 meses, o Santander estima, por exemplo, que a bolsa brasileira pode ter a abertura de capital de 25 a 30 empresas se não ocorrer nenhuma turbulência no cenário local e internacional. Esse número pode recuar para apenas cinco aberturas de capital se houver uma piora econômica no Brasil e no exterior, segundo o banco. "Sempre vai haver espaço para duas coisas, tanto uma abertura de capital nos EUA como no Brasil", afirma Michael Viriato, professor de finanças do Insper. "Mas é provável que em algum momento, nos próximos anos, vamos atravessar um momento similar ao que houve entre 2004 e 2008, quando o volume do IPOs foi muito grande no Brasil."
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20/08 - Prefeitura de São José do Xingu (MT) abre processo seletivo com 95 vagas
Os interessados podem se inscrever pela internet até o dia 31 de agosto. Os candidatos farão prova no dia 15 de setembro. São José do Xingu Prefeitura de São José do Xingu A Prefeitura de São José do Xingu, a 931 km de Cuiabá, abriu as inscrições de um processo seletivo com 95 vagas. Segundo o edital divulgado, o salário pode variar entre R$ 1.082,67 a R$ 8.518,49. Não há taxa de inscrição. Veja o edital aqui. As vagas são para: psicólogo, nutricionista, fisioterapeuta, farmacêutico, professor de língua estrangeira, professor, orientador social, técnico de enfermagem, motorista, auxiliar de serviços gerais, apoio educacional, técnico administrativo, guarda, enfermeira, médico, faxineira, auxiliar dentário, dentista, técnico de enfermagem, fiscal sanitário, farmacêutico, auxiliar dentário, dentista, operador de motoniveladora e fiscal de tributos. Os interessados podem se inscrever pela internet até o dia 31 de agosto. Os candidatos farão prova no dia 15 de setembro.
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20/08 - Aeroporto de Brasília ganha três novos voos para América Latina
Primeiro da lista de novos destinos será Brasília-Santiago, em outubro. Passagens já estão disponíveis para venda. Aeroporto de Brasília Aeroporto de Brasília O Aeroporto de Brasília ganha três novos voos diretos para o exterior. A LATAM Airlines passará a operar voos para Santiago, no Chile, Lima, no Peru e Assunção, no Paraguai, até o final deste ano. O primeiro voo da lista de novos destinos será Brasília-Santiago, em 15 de outubro. As passagens já começaram a ser vendidas pelo site da companhia e o preço médio é de R$ 1.944,59 (ida e volta) em três dias da semana, terças, quintas e sábados. Os voos para Lima serão operados a partir de 14 de novembro. Já as viagens diretas de Brasília para Assunção devem começar em dezembro. Segundo a Inframérica, administradora do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, são realizados, por semana, cerca de 40 voos internacionais para sete destinos. "O aeroporto da capital ocupa posição estratégica na América do Sul e o terminal de Brasília é a segunda maior base de operações da LATAM no Brasil", explica a Inframérica. Aumento de passageiros internacionais Vista aérea do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília Inframérica/ Divulgação Nos três primeiros meses de 2019, o Aeroporto JK registrou um aumento de 30,9% no número de passageiros internacionais em comparação com o mesmo período do ano anterior. "O fluxo foi de 170 mil passageiros de voos internacionais e 1.216 pousos e decolagens de aeronaves que realizam as rotas para o exterior", explica a administradora do terminal. Para o diretor de negócios aéreos da Inframérica, Roberto Luiz, o aumento internacional é consequência da política de incentivo fiscal para o mercado de aviação civil em Brasília, e dos investimentos realizados pela concessionária. "As companhias aéreas brasileiras que operarem mais voos internacionais no Aeroporto de Brasília têm maior desconto no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide sobre o querosene de aviação (QAV ou JET-A1) em seus voos nacionais. O benefício é fundamental na estratégia de atração de novas rotas" aponta. Avião no Aeroporto JK, em Brasília Juá Pita/Inframerica/Divulgação O trimestre fechou com mais de 4,3 milhões de passageiros domésticos e internacionais. "Estamos trabalhando para atrair novos voos e tornar o Aeroporto de Brasília uma opção internacional fora do eixo aeroviário que está concentrado na região Sudeste", explica o diretor. Confira os voos internacionais com saídas diretas de Brasília Brasília – Miami (Gol Linhas Aéreas e American Airlines) Brasília – Orlando (Gol Linhas Aéreas) Brasília – Buenos Aires (Gol Linhas Aéreas e LATAM) Brasília – Cancún (Gol Linhas Aéreas) Brasília – Punta Cana (LATAM) Brasília – Panamá (Copa Airlines) Brasília – Lisboa (TAP) Brasília – Santiago (LATAM) a partir de 15 de outubro Brasília – Lima (LATAM) a partir de 14 de novembro Brasília – Assunção (LATAM) programado para dezembro Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
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20/08 - BB libera transferências para cotistas do Pasep nesta terça-feira
Quem for cliente de outro banco e tiver até R$ 5 mil em cotas do Pasep poderá transferir o dinheiro via TED, sem custo. O Banco do Brasil libera, nesta terça-feira (20), os pagamentos das cotas do Fundo PIS-Pasep (uma modalidade diferente do abono salarial) para beneficiários do Pasep que sejam clientes de outros bancos, por meio de Transferência Eletrônica Disponível (TED). Tem direito às cotas quem trabalhou como servidor público ou militar entre 1971 e 1988 e ainda não sacou os recursos. Veja calendário completo de saques do FGTS e Fundo PIS-Pasep Saiba tudo sobre os saques do FGTS e do Fundo PIS-Pasep Entenda as cotas do Fundo PIS-Pasep Na segunda-feira, BB e Caixa começaram a pagar o dinheiro das cotas diretamente na conta para os beneficiários do Fundo PIS-Pasep que sejam seus correntistas. Educação financeira: saiba o que é PIS/PASEP Saques do Pasep Quem for cliente de outro banco e tiver até R$ 5 mil em cotas do Pasep poderá transferir o dinheiro via TED, sem custo, a partir desta terça-feira (20). Segundo o BB, a opção de transferência poderá ser feita pela internet, pelo www.bb.com.br/pasep, ou pelos caixas eletrônicos. Já os demais cotistas, herdeiros e portadores de procuração legal poderão sacar o dinheiro nas agências do Banco do Brasil a partir de 22 de agosto. Calendário Cotistas com conta no BB: crédito em conta a partir de 19 de agosto Cotistas com conta em outros bancos e saldo até R$ 5 mil: TED a partir de 20 de agosto Demais cotistas: saque nas agências a partir de 22 de agosto Não há prazo final para os saques Saques do PIS Para os cotistas do PIS – aqueles que trabalharam com carteira assinada na iniciativa privada entre 1971 e 1988 – os pagamentos poderão ser realizados por meio de crédito em conta na Caixa, com o Cartão do Cidadão e senha nas Lotéricas, Caixa Aqui e terminais de Autoatendimento ou nas agências do banco. Em caso de cotista falecido, os dependentes terão acesso aos recursos apresentando a certidão de dependente do INSS. No caso de sucessores, será preciso apresentar uma declaração de consenso entre as partes e declarar que não há outros herdeiros conhecidos. Calendário Cotistas com conta na Caixa: crédito em conta a partir de 19 de agosto Cotistas sem conta na Caixa, com 60 anos ou mais: saque liberado a partir de 26 de agosto Cotistas sem conta na Caixa, com até 59 anos: a partir de 2 de setembro Não há prazo final para os saques
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20/08 - Bolsonaro permite indicação de pessoas de fora do serviço público para novo Coaf
Medida Provisória que estabelece as mudanças foi publicada no 'Diário Oficial da União'. Conselho de Controle de Atividades Financeiras passará a ser Unidade de Inteligência Financeira. MP que transfere Coaf para o Banco Central é publicada no "Diário Oficial da União" O governo federal publicou nesta terça-feira (20) no "Diário Oficial da União" a Medida Provisória (MP) que transfere o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para o Banco Central (BC) e muda o nome do organismo para Unidade de Inteligência Financeira. O texto publicado revoga obrigação de que o conselho de combate à lavagem de dinheiro seja composto só por servidores públicos (veja mais detalhes abaixo). A medida foi assinada pelo presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do Banco Central, Campos Neto. Segundo a MP, a Unidade de Inteligência Financeira terá autonomia técnica e operacional e atuará em todo o território nacional. Medidas provisórias têm força de lei assim que publicadas. A partir daí, o Congresso Nacional tem até 120 dias para votar a MP, aprovando o texto como o governo o enviou ou modificando o conteúdo. Se nesse prazo a medida não for aprovada, perderá validade. Nesta segunda (19), a colunista do G1 e da GloboNews Julia Duailibi antecipou que o texto da MP seria publicado no DOU desta terça. Como será o funcionamento do novo Coaf? a Unidade de Inteligência Financeira responderá à Diretoria Colegiada do Banco Central; o Ministério da Economia e o Ministério da Justiça e Segurança Pública prestarão "apoio administrativo" à unidade durante o período de transição; o Conselho Deliberativo continuará responsável por definir a diretrizes estratégicas do órgão e julgar processos administrativos sancionadores. Composição do conselho A MP publicada pelo governo revoga o dispositivo (artigo 16) da lei que criou o Coaf (Lei nº 9.613/1998) sobre a composição do conselho. De acordo com o artigo, o conselho deveria ser integrado por "servidores públicos de reputação ilibada e reconhecida competência". De acordo com a MP editada pelo governo, a Unidade de Inteligência Financeira será composta por no mínimo oito e, no máximo 14 conselheiros, "escolhidos dentre cidadãos brasileiros com reputação ilibada e reconhecidos conhecimentos em matéria de prevenção e combate à lavagem de dinheiro, ao financiamento do terrorismo ou ao financiamento da proliferação de armas de destruição em massa". Segundo o texto publicado, o presidente da Unidade de Inteligência Financeira será escolhido e nomeado pelo presidente do Banco Central (BC). Antes, o presidente do Coaf era indicado pelo ministro de Estado da Economia e nomeado pelo Presidente da República. Diário Oficial da União publica MP que muda o nome do Coaf e o transfere para o Banco Central Diário Oficial da União / Reprodução Caminho da mudança Quando assumiu o mandato, em janeiro, Bolsonaro transferiu o Coaf do extinto Ministério da Fazenda para o Ministério da Justiça. Ao analisar a MP que reestruturou o governo, em maio, o Congresso desfez a mudança, levando o Coaf para o Ministério da Economia. Na semana passada, porém, Bolsonaro informou que iria transferir o Coaf para o Banco Central para tirar o órgão do "jogo político". De acordo com o colunista do G1 e da GloboNews Valdo Cruz, aliados de Bolsonaro vinham pressionando o presidente a demitir o chefe do Coaf, Roberto Leonel. Isso porque Leonel, indicado para o cargo pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, criticou uma decisão do ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Em julho, Toffoli suspendeu investigações baseadas em dados compartilhados pelo Coaf sem autorização judicial. A decisão foi tomada atendendo a um pedido dos advogados do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro. Segundo o Coaf, foram encontradas movimentações financeiras atípicas de Fabrício Queiroz, motorista de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro quando o senador era deputado estadual. Conforme o órgão, Queiroz movimentou de maneira atípica R$ 1,2 milhão entre 2016 e 2017. Íntegra da MP no "Diário Oficial da União" MEDIDA PROVISÓRIA Nº 893, DE 19 DE AGOSTO DE 2019 Transforma o Conselho de Controle de Atividades Financeiras na Unidade de Inteligência Financeira. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei: Art. 1º Esta Medida Provisória transforma o Conselho de Controle de Atividades Financeiras na Unidade de Inteligência Financeira. Art. 2º O Conselho de Controle de Atividades Financeiras fica transformado, sem aumento de despesa, na Unidade de Inteligência Financeira. § 1º A Unidade de Inteligência Financeira é responsável por produzir e gerir informações de inteligência financeira para a prevenção e o combate à lavagem de dinheiro, ao financiamento do terrorismo e ao financiamento da proliferação de armas de destruição em massa e promover a interlocução institucional com órgãos e entidades nacionais, estrangeiros e internacionais que tenham conexão com a matéria. § 2º Ficam transferidas para a Unidade de Inteligência Financeira as competências atribuídas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras pela legislação em vigor. Art. 3º A Unidade de Inteligência Financeira, vinculada administrativamente ao Banco Central do Brasil, tem autonomia técnica e operacional e atuação em todo o território nacional. Art. 4º A estrutura organizacional da Unidade de Inteligência Financeira compreende: I - o Conselho Deliberativo; e II - o Quadro Técnico-Administrativo. Art. 5º O Conselho Deliberativo é composto pelo Presidente da Unidade de Inteligência Financeira e por, no mínimo, oito e, no máximo, quatorze Conselheiros, escolhidos dentre cidadãos brasileiros com reputação ilibada e reconhecidos conhecimentos em matéria de prevenção e combate à lavagem de dinheiro, ao financiamento do terrorismo ou ao financiamento da proliferação de armas de destruição em massa. § 1º Compete ao Presidente do Banco Central do Brasil: I - escolher e designar os Conselheiros; e II - escolher e nomear o Presidente da Unidade de Inteligência Financeira. § 2º A atuação dos Conselheiros será considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada. § 3º Compete à Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil fixar o número de Conselheiros, atendidos os parâmetros do caput. Art. 6º Compete ao Conselho Deliberativo, além de outras atribuições previstas no regimento interno da Unidade de Inteligência Financeira: I - a definição e a aprovação das orientações e das diretrizes estratégicas de atuação da Unidade de Inteligência Financeira; e II - o julgamento dos processos administrativos sancionadores na esfera de competência da Unidade de Inteligência Financeira. Art. 7º O Quadro Técnico-Administrativo é composto pela Secretaria-Executiva e pelas Diretorias Especializadas previstas no regimento interno da Unidade de Inteligência Financeira e é integrado por: I - ocupantes de cargos em comissão e funções de confiança; II - servidores, militares e empregados cedidos ou requisitados; e III - servidores efetivos. Parágrafo único. A gestão do Quatro Técnico-Admnistrativo compete ao Presidente da Unidade de Inteligência Financeira. Art. 8º A organização e o funcionamento da Unidade de Inteligência Financeira, incluídas a sua estrutura e as competências e atribuições no âmbito do Conselho Deliberativo e do Quadro Técnico-Administrativo, serão definidos no regimento interno da Unidade de Inteligência Financeira. Art. 9º A Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil regulará o processo administrativo sancionador no âmbito da Unidade de Inteligência Financeira e disporá, inclusive, sobre o rito, os prazos e os critérios para gradação das penalidades previstas na Lei nº 9.613, de 3 de março de 1998, assegurados o contraditório e a ampla defesa. § 1º Caberá recurso das decisões da Unidade de Inteligência Financeira relativas à aplicação de penalidades administrativas ao Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional. § 2º O disposto na Lei nº 9.784, de 29 de janeiro de 1999, se aplica subsidiariamente aos processos administrativos sancionadores instruídos no âmbito da Unidade de Inteligência Financeira, exceto quanto às disposições que contrariem a regulação de que trata este artigo. Art. 10. Compete à Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil aprovar o regimento interno da Unidade de Inteligência Financeira. Paragráfo único. O regimento interno da Unidade de Inteligência Financeira disporá sobre as regras gerais de reunião, organização e deliberação do Conselho Deliberativo. Art. 11. É aplicável o disposto no art. 2º da Lei nº 9.007, de 17 de março de 1995, aos servidores, aos militares e aos empregados requisitados para a Unidade de Inteligência Financeira. Art. 12. Ficam remanejados para a Unidade de Inteligência Financeira os cargos em comissão e as funções de confiança alocadas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras na data de entrada em vigor desta Medida Provisória. Art. 13. Ficam transferidos para a Unidade de Inteligência Financeira os servidores e os empregados em exercício no Conselho de Controle de Atividades Financeiras na data de entrada em vigor desta Medida Provisória. § 1º A transferência de pessoal a que se refere ocaputnão implicará alteração remuneratória e não poderá ser obstada a pretexto de limitação de exercício em outro órgão ou entidade por força do disposto em lei especial. § 2º Não haverá novo ato de cessão, requisição ou movimentação de pessoal em razão das alterações realizadas por esta Medida Provisória. § 3º Sem prejuízo do disposto nesta Medida Provisória, a estrutura do Conselho de Controle de Atividades Financeiras será aplicável à Unidade de Inteligência Financeira até a aprovação do seu regimento interno. Art. 14. O Ministério da Economia e o Ministério da Justiça e Segurança Pública prestarão o apoio técnico e administrativo necessário para o funcionamento e a operação da Unidade de Inteligência Financeira até que haja disposição em contrário em ato do Poder Executivo federal ou em ato conjunto dos Ministros de Estado envolvidos. Art. 15. Ficam revogados os seguintes dispositivos da Lei nº 9.613, de 1998: I - o art. 13; II - o art. 16; e III - o art. 17. Art. 16. Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 19 de agosto de 2019; 198º da Independência e 131º da República. JAIR MESSIAS BOLSONARO Paulo Guedes Roberto de Oliveira Campos Neto
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20/08 - Bolsonaro edita medida provisória e transfere Coaf do Ministério da Economia para o Banco Central
Informação foi divulgada na noite desta segunda (19) pelo BC. Na nota, banco informou que Conselho de Controle de Atividades Financeiras passará a ser Unidade de Inteligência Financeira. Bolsonaro assina MP que transfere Coaf da Economia para o Banco Central O Banco Central divulgou uma nota nesta segunda-feira (19) na qual informou que o presidente Jair Bolsonaro editou a medida provisória (MP) que transfere o Coaf do Ministério da Economia para o BC. De acordo com a nota, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras passará a se chamar Unidade de Inteligência Financeira e terá "autonomia técnica e operacional". Mais cedo, nesta segunda, a colunista do G1 e da GloboNews Julia Duailibi informou que o texto da MP deve ser publicado nesta terça (20) no "Diário Oficial da União". Medidas provisórias têm força de lei assim que publicadas. A partir daí, o Congresso Nacional tem até 120 dias para votar a MP, aprovando o texto como o governo o enviou ou modificando o conteúdo. Se nesse prazo a medida não for aprovada, perderá validade. Quando assumiu o mandato, em janeiro, Bolsonaro transferiu o Coaf do extinto Ministério da Fazenda para o Ministério da Justiça. Ao analisar a MP que reestruturou o governo, em maio, o Congresso desfez a mudança, levando o Coaf para o Ministério da Economia. Na semana passada, porém, Bolsonaro informou que iria transferir o Coaf para o Banco Central para tirar o órgão do "jogo político". ‘Transferência do Coaf para o BC enfraquece o ministro Moro’, diz Natuza A polêmica De acordo com o colunista do G1 e da GloboNews Valdo Cruz, aliados de Bolsonaro vinham pressionando o presidente a demitir o chefe do Coaf, Roberto Leonel. Isso porque Leonel, indicado para o cargo pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, criticou uma decisão do ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal. Em julho, Toffoli suspendeu investigações baseadas em dados compartilhados pelo Coaf sem autorização judicial. A decisão foi tomada atendendo a um pedido dos advogados do senador Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro. Segundo o Coaf, foram encontradas movimentações financeiras atípicas de Fabrício Queiroz, motorista de Flavio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro quando o senador era deputado estadual. Conforme o órgão, Queiroz movimentou de maneira atípica R$ 1,2 milhão entre 2016 e 2017. Como será o funcionamento do novo Coaf? De acordo com a Subchefia de Assuntos Jurídicos: a Unidade de Inteligência Financeira responderá à Diretoria Colegiada do Banco Central; o Ministério da Economia e o Ministério da Justiça e Segurança Pública prestarão "apoio administrativo" à unidade durante o período de transição; o Conselho Deliberativo continuará responsável por definir a diretrizes estratégicas do órgão e julgar processos administrativos sancionadores. Íntegra Leia a íntegra da nota divulgada pelo Banco Central: MEDIDA PROVISÓRIA TRANSFORMA COAF NA UNIDADE DE INTELIGÊNCIA FINANCEIRA VINCULADA AO BANCO CENTRAL Medida Provisória editada hoje (19/08) transformou o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) na Unidade de Inteligência Financeira (UIF), órgão vinculado administrativamente ao Banco Central e dotado de autonomia técnica e operacional. Trata-se de medida proposta pelo Ministério da Economia e pelo Banco Central dentro de projeto amplo para o aperfeiçoamento institucional do sistema regulatório brasileiro. Em conformidade com a Medida Provisória, compete ao Presidente do Banco Central indicar o Presidente e os Conselheiros da UIF. O Banco Central será responsável pela aprovação da estrutura de governança do novo órgão, observando-se o alinhamento às recomendações e melhores práticas internacionais. A autonomia do Banco Central, que se encontra em discussão no Congresso Nacional, confere respaldo à autonomia técnica e operacional da UIF, assegurando o foco de sua atuação na capacidade para a produção de inteligência financeira, com base em critérios técnicos e objetivos. Assessoria de Imprensa do Banco Central
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19/08 - Mato Grosso enfrenta a pior temporada de queimadas em sete anos
Governadores da Região Amazônica anunciaram que pretendem negociar diretamente com os países doadores do Fundo Amazônia. Mato Grosso enfrenta a pior temporada de queimadas em sete anos O estado de Mato Grosso enfrenta a pior temporada de queimadas dos últimos sete anos e falta dinheiro para combater os incêndios. O paredão vermelho de fogo e fumaça toma conta do campo e, em poucos minutos, destrói a sede da fazenda, em Sapezal, no Sudoeste de Mato Grosso. De janeiro até agora, o estado registrou mais de 13 mil focos de calor, que podem ser indícios de queimadas. Segundo o Instituto Chico Mendes (ICMBio), o fogo já destruiu, por exemplo, 10% do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. No Leste do estado, 13 mil hectares do Parque Estadual Ricardo Franco queimaram. No Norte, animais morreram. O bombeiro matou a sede de um tatu, que conseguiu escapar do fogo. E metade de uma comunidade rural foi destruída. "Foi muito prejuízo mesmo. Você vê aqui nas bananas, nas mandiocas que tinham plantadas. Tinha milho, tinha cana, tinha tudo. Não sobrou nada”, disse a produtora rural Maria Queiroz. São tantos chamados que os bombeiros precisam escolher as ocorrências mais graves para atuar. Das 141 cidades de Mato Grosso, apenas 22 têm unidades dos bombeiros. “Como os focos, geralmente, estão em setores totalmente opostos, acaba fazendo com que nosso braço não alcance todas as ocorrências que nos são solicitadas durante o dia”, afirma o capitão Heraldo Moura, comandante-adjunto do Corpo de Bombeiros de Sorriso. A situação em Mato Grosso é de alerta ambiental. Várias regiões do estado registraram, neste domingo (18), 38 graus. O clima quente e seco não tem data para ir embora. Esse cenário favorece o aumento de queimadas. O Corpo de Bombeiros diz que precisa de mais apoio e vê com preocupação o bloqueio do Fundo Amazônia. Noruega e Alemanha são os principais financiadores do fundo, que, em uma década, transferiu mais de R$ 3 bilhões para projetos de proteção ambiental. Só em Mato Grosso foram R$ 12 milhões no combate ao incêndio - dinheiro que bancou a criação do Batalhão de Emergências Ambientais, a compra de dois aviões e de novos equipamentos. Com a suspensão do fundo, a secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso afirma que não terá como avançar no combate ao fogo, porque o estado passa por uma grave crise financeira e que a compra de um terceiro avião e de novos veículos, que dependia do dinheiro do Fundo Amazônia, agora devem ser canceladas. “Se o estado brasileiro deseja defender o meio ambiente contra incêndios florestais, há que se criar alguma maneira de se captar esse recurso, algum fundo. Tem que ver qual o interesse do estado brasileiro”, afirma o coronel Paulo André da Silva Barroso, secretário do Comitê Estadual de Gestão do Fogo.
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19/08 - CVM abre inquérito contra executivos da Vale por tragédia de Brumadinho
Órgão diz que o inquérito diz respeito aos deveres da companhia em relação aos seus acionistas e investidores. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informou nesta segunda-feira (19) que abriu inquérito para investigar eventual inobservância de deveres fiduciários de administradores da Vale por fatos ligados ao rompimento da barragem de Brumadinho (MG), ocorrido em janeiro e que deixou mais de 240 mortos. A autarquia explicou em comunicado exibido em seu website que o inquérito diz respeito aos deveres da companhia em relação aos seus acionistas e investidores, mas não citou os nomes dos executivos que são alvos do inquérito. "Tal apuração não inclui atuação sobre questões relativas à legislação ambiental, as quais vêm sendo objeto de atuação das instituições competentes", diz trecho do comunicado. A CVM informou ainda que o inquérito é referente a processo aberto em 28 de janeiro, três dias após o desastre, para apurar eventual responsabilidade de administradores da companhia em razão dos fatos relacionados ao rompimento da estrutura. Com o colapso da barragem da Vale, uma onda de rejeitos do beneficiamento de minério de ferro foi liberada, atingindo áreas administrativas e refeitório da própria empresa, além de comunidades, mata e rios da região, incluindo o Paraopeba. A maioria das vítimas fatais foi de empregados da empresa. Procurada, a Vale afirmou em nota que tomou conhecimento sobre a abertura do inquérito. "Permanecemos à disposição e manteremos a postura transparente e colaborativa", complementou a empresa. Rompimento em Brumadinho acendeu alerta sobre barragens do estado Raquel Freitas/G1
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19/08 - Comissão que discutirá novo marco do saneamento deve ser instalada nesta quarta, diz Maia
Segundo o presidente da Câmara, objetivo é analisar propostas do Senado e do governo sobre o tema. Em junho, medida provisória que criava novo marco regulatório perdeu validade. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) Pablo Valadares/Câmara dos Deputados O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta segunda-feira (19) que a Casa deve instalar nesta quarta (21) a comissão responsável por analisar o projeto do novo marco regulatório do saneamento básico. A declaração foi dada em uma gravação divulgada pela assessoria do deputado. Na prática, a instalação da comissão permitirá o início do debate sobre o tema. Segundo Rodrigo Maia, Evair Vieira de Melo (PP-ES) deverá ser o presidente da comissão e Geninho Zuliani (DEM-SP), o relator. Em junho, a medida provisória que criava o novo marco regulatório perdeu validade por não ter sido votada a tempo. Com isso, o Senado decidiu dar prioridade a um projeto sobre o tema e aprovou o texto. Na opinião de Rodrigo Maia, o texto aprovado pelo Senado "é muito bom", mas é possível a Câmara fazer "algumas mudanças". "Na quarta eu vou estar presente junto com os membros para mostrar a importância e a urgência desse tema", declarou Rodrigo Maia. >> Veja no vídeo abaixo os detalhes do projeto aprovado pelo Senado Senado aprova projeto que estabelece um novo marco regulatório do saneamento básico. Entenda O texto aprovado pelo Senado permite que empresas privadas prestem serviços de saneamento básico por meio de contrato de concessão. São considerados serviços de saneamento: abastecimento de água potável; coleta e tratamento de esgoto; limpeza urbana; redução e reciclagem do lixo. O projeto também: determina a abertura de licitação, com a participação de empresas públicas e privadas; acaba com o direito de preferência das companhias estaduais. O que diz o governo No texto enviado ao Congresso, o Poder Executivo afirma que a proposta prioriza a segurança jurídica e estabelece condições de competição entre empresas. “Além de modernizar o marco legal do saneamento, a presente proposta de Projeto de Lei em questão prioriza a segurança jurídica e regulação adequada como condições essenciais para o desenvolvimento do setor de saneamento. Estabelece condições sadias de competição entre empresas, fortalecendo o papel do titular desses serviços, que passam a pleitear maiores investimentos, melhor qualidade e menores preços dos serviços prestados à população”.
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19/08 - Por que as empresas de tecnologia contrataram pessoas para transcrever áudios de usuários?
Apple, Amazon, Facebook, Google e Microsoft confirmaram que trechos de gravações foram checados por humanos. Saiba como desabilitar a 'escuta'. Pequenos trechos de falas gravadas são checados por humanos para ajustar tecnologia de reconhecimento de voz. Altieres Rohr/Especial para o G1 Trechos de gravações de áudio de usuários de produtos da Apple, da Amazon, do Facebook, do Google e da Microsoft foram enviados a colaboradores terceirizados dessas empresas para checagem de conteúdo e aprimoramento da tecnologia. A prática não era secreta, mas pessoas que fizeram esse trabalho de revisão relataram à imprensa que, em muitos casos, as gravações incluíam conversas sensíveis. Por que essa interferência humana é necessária? O reconhecimento de fala hoje depende de "machine learning" ou "aprendizagem de máquina". Esse tipo de "inteligência artificial" é obtido quando um programa é treinado a partir de exemplos que relacionam um problema — um áudio a ser reconhecido, por exemplo — com a sua solução, nesse caso a transcrição correta do áudio. Como o software precisa ser treinado, são humanos que fazem a "calibragem", indicando onde o programa acerta e onde ele erra. Isso é feito para que a inteligência por trás dos assistentes de voz consiga entender as nuances da fala humana. O Google, em uma publicação oficial sobre o caso, disse que essa revisão humana é "crítica para o processo de construção das tecnologias de reconhecimento de fala". Um dos erros possíveis no reconhecimento de fala é a "falsa ativação". Ela ocorre quando a inteligência reconhece indevidamente a frase de acionamento (como "Ei Google" ou "E aí Siri). Como o acionamento inicia uma gravação, trechos de conversas particulares podem acabar caindo nos servidores dessas empresas e, se algum deles for escolhido para avaliação, será ouvido pelos colaboradores. Prática suspensa na maioria das empresas As revelações levaram à suspensão temporária das checagens humanas na Apple e na Amazon. O Facebook declarou que a operação já estava suspensa há um mês. A Microsoft optou por modificar sua política de privacidade e esclarecer o que é feito com as gravações, enquanto o Google iniciou uma reavaliação do procedimento — mas só na Europa, onde as leis sobre privacidade são mais duras. Privacidade x negócios: o desafio das gigantes de tecnologia Como desabilitar as gravações? Você pode optar por não permitir que essas empresas guardem gravações de áudio ou desabilitar o processamento do áudio. No entanto, essa decisão pode prejudicar certas funções ou até desabilitar recursos. Os detalhes variam em cada serviço. Veja como fazer: Apple A Apple suspendeu a revisão humana de comandos de voz da Siri e prometeu lançar uma atualização para que usuários possam optar em participar ou não do programa de aprimoramento da tecnologia. Enquanto essa opção não for lançada, a única solução é desativar a assistente Siri por completo. Essa opção está disponível em Ajustes > Geral > Siri. Google Acesse o painel de configurações da sua Conta Google Dados e personalização Desative "Atividade de voz e áudio" Desativando a atividade de áudio na Conta Google. Reprodução Facebook A transcrição de áudio do Facebook está atrelada às mensagens de voz enviadas no Messenger. O recurso não parece estar disponível no Brasil para a transcrição sob demanda (que converte uma mensagem de áudio específica em texto), nem para a automática (que transcreve automaticamente todos os áudios recebidos). Como não conta com assistente pessoal, o Facebook usa essas informações para treinar a inteligência artificial que faz checagem de vídeos e lives em busca de conteúdo irregular. Se alguma dessas opções for utilizada, os áudios podem ser analisados pelo sistema do Facebook e checados por humanos. As orientações oficiais do Facebook para desativar a transcrição de fala são as seguintes: Abra uma conversa no Messenger. Toque nos nomes exibidos na parte superior. No menu Detalhes do bate-papo, toque ao lado de Voz para texto automática para ativar ou desativar o recurso Voz para texto apenas nesse bate-papo. Confira outras orientações aqui. Desativando o reconhecimento de fala online no Windows 10. Reprodução Microsoft A Microsoft é a única que não anunciou uma suspensão do programa de revisão humana das gravações de voz. É possível visualizar a atividade de voz que foi coletada pela Microsoft na sua conta. Para não fazer parte desse programa, é necessário desativar o reconhecimento de voz da Cortana. No Windows 10, acesse "Configurações" (ícone da engrenagem no menu Iniciar) Clique na opção "Privacidade" No menu à esquerda, selecione "Controle por voz" Desative o "Reconhecimento de fala online" Trechos de conversas de voz feitas pelo recurso Tradutor do Skype também estão sujeitas a serem ouvidas. Se o recurso Tradutor não for acionado, nenhum trecho da conversa será ouvida por terceiros. Amazon O reconhecimento de voz da Amazon é utilizado pela assistente Alexa, que ainda não está disponível no Brasil. Quem utiliza a Alexa pode checar as opções de privacidade no site da Amazon e desligar a autorização para ajudar a Amazon a aprimorar seus serviços. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
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