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23/07 - Sine oferece 42 vagas de emprego em João Pessoa, entre 23 e 27 de julho de 2018
Maior número de vagas é para o cargo de corretor de imóveis. Carteira de Trabalho Gabriel Costa/G1 Estão sendo ofertadas 42 vagas de emprego pelo Sistema Nacional de Emprego de João Pessoa (Sine-JP) nesta segunda-feira (23). Os postos de trabalho são para todos os níveis de escolaridade, para pessoa com ou sem experiência prévia. As vagas de emprego são para o período de 23 a 27 de julho. A lista completa está disponível no site do Sine-JP. Veja oportunidades de emprego no Sine-PB Confira lista de concursos e empregos com vagas na Paraíba O cargo com mais vagas é o de corretor de imóveis, com sete oportunidades. Também estão disponíveis vagas de emprego para vendedor pracista (6), para vendedor interno (4), mecânico de caminhões (3), manicure (1), entre outros. Para concorrer às oportunidades em que o empregador exige apenas o currículo, o interessado deve enviá-lo para o endereço sinejp.imo@joaopessoa.pb.gov.br. O Sine-JP funciona na Avenida Cardoso Vieira, 85, no bairro Varadouro, e atende das 8h às 14h, de segunda a sexta-feira. O trabalhador deve apresentar RG, CPF e Carteira de Trabalho. As empresas que desejam anunciar vagas de empregos devem informar seus dados e as exigências das funções para o e-mail sinejp.imo@joaopessoa.pb.gov.br. Os telefones para contato do setor de captação de vagas são: 3214-1712; 3214-3214 ou 3214-1809. O serviço é gratuito.
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23/07 - Leilão de privatização da Cepisa, da Eletrobras, tem ao menos uma proposta
Distribuidora será a primeira das empresas a serem leiloadas no processo de privatização da estatal; disputa está marcada para quinta-feira (26). Cepisa será a primeira distribuidora da Eletrobras a ser leiloada, no dia 26. Marcello Casal Jr/Agência Brasil O leilão de privatização da Cepisa, distribuidora da Eletrobras responsável pelo fornecimento de energia no Piauí, recebeu até o momento ao menos uma proposta de interessados,na sede da bolsa paulista B3, onde ocorre nesta segunda-feira (23) a entrega de documentos por investidores para a licitação, segundo a Reuters. BNDES adia para agosto leilão de quatro distribuidoras da Eletrobras A sessão pública do leilão da Cepisa está agendada para 26 de julho, mas eventuais interessados têm até o meio-dia desta segunda para entregar suas propostas e outros documentos na B3. Um grupo de executivos que esteve na B3 para apresentar os documentos não quis comentar que empresas representavam na licitação, segundo a Reuters. Segundo o BNDES, os nomes das empresas inscritas só serão conhecidos no dia do leilão para preservar a competitividade da disputa. A Cepisa reportou um prejuízo de R$ 2,4 bilhões em 2016, de acordo com o edital do leilão das distribuidoras. Leilão de distribuidoras A Cepisa será a primeira das distribuidoras da Eletrobras a serem colocadas em leilão no dia 26 de julho. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) adiou para 30 de agosto o leilão de quatro distribuidoras da estatal: Boa Vista Energia; Amazonas Distribuidora de Energia; Companhia de Eletricidade do Acre; Centrais Elétricas de Rondônia. A venda da Companhia Energética de Alagoas (Ceal) está suspensa por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). O governo alagoano, que tinha o controle da Ceal e o transferiu à União no final dos anos 1990, questiona o modelo de venda da distribuidora e alega ter direito a receber pela venda das ações dela. Processo de privatização As distribuidoras de energia da Eletrobras enfrentam prejuízos recorrentes, além de problemas em atender metas de qualidade dos serviços e de equilíbrio financeiro definidas pela Aneel. Em 2016, a Eletrobras decidiu não renovar a concessão das distribuidoras e, desde então, tem operado as concessionárias de forma provisória. A decisão da estatal foi vender as distribuidoras e, caso a venda não ocorra, liquidá-las. Uma portaria publicada no dia 17)pelo Ministério de Minas e Energia prevê a "neutralidade econômica" da operação das seis distribuidoras da Eletrobras entre agosto e dezembro de 2018, caso não sejam vendidas neste ano Com isso, o governo se compromete a ressarcir a Eletrobras por prejuízos causados pelas empresas durante o período. Decisões judiciais Em 12 de julho, o BNDES suspendeu o leilão das distribuidoras após determinação da 19ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Diante disso, a Advocacia Geral da União recorreu da decisão, argumentando que o leilão recebeu aval do Tribunal de Contas da União (TCU). A AGU também argumentou que as distribuidoras registraram, juntas, prejuízo de R$ 4,5 bilhões em 2017. Na terça (17), o presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), desembargador André Fontes, suspendeu a decisão que impedia o leilão. Discussão no Congresso Atualmente tramita no Congresso Nacional uma medida provisória (MP) editada pelo presidente Michel Temer para viabilizar a venda das seis distribuidoras de energia. A MP já foi aprovada pela Câmara dos Deputados, mas ainda precisa ser analisada pelo Senado, o que só acontecerá no segundo semestre deste ano. Por se tratar de MP, a medida já está em vigor desde a publicação, mas, para se tornar uma lei em definitivo, ainda precisa ser aprovada pelo Senado e sancionada por Temer. Durante a tramitação da MP na Câmara, os deputados incluíram a isenção do pagamento da conta de luz para famílias de baixa renda.
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23/07 - Microsoft, Google, Facebook e Twitter querem criar 'portabilidade de dados' na internet
A Microsoft, o Google, o Facebook e o Twitter anunciaram nesta sexta-feira (20) o "Data Transfer Project" (DTP, "projeto de transferência de dados", em português), uma iniciativa que que deve criar um sistema padronizado para a "portabilidade de dados" na internet, dando ao internauta a capacidade de migrar seus dados de um provedor de serviço a outro com facilidade. A tecnologia dispensaria a criação de um novo perfil ao trocar ou testar uma rede social, por exemplo. Logo do Data Transfer Project, iniciativa conjunta do Twitter, Facebook, Google e Microsoft para criar uma tecnologia de 'portabilidade de dados'. Divulgação Assim como a portabilidade numérica na telefonia, a portabilidade de dados na internet melhoraria a concorrência entre os provedores: seria possível migrar todas as playlists e artistas preferidos em um serviço de música para outro, migrar fotos, informações pessoais e assim por diante -- tudo com apenas alguns cliques. Outros cenários facilitados seriam o da migração no caso de um provedor cancelar um serviço e também o backup, para que o internauta possa guardar uma cópia de suas informações em seu próprio computador. Essas funções já são possíveis em alguns casos hoje, mas cada provedor possui regras e procedimentos diferentes. Alguns serviços, no entanto, ainda seguem na direção oposta, dificultando a migração de dados. Para tornar isso realidade, as empresas pretendem desenvolver um software que tire proveito das interfaces de programação (API, na sigla em inglês) que cada provedor de serviço expõe. Com a autorização do internauta, o programa poderia chamar essas APIs para baixar os dados. Por enquanto, tudo ainda está em fase de desenvolvimento. Um programa foi disponibilizado, mas ele está em testes e não deve ser usado em cenários reais. Também ainda não há nenhum site compatível. O código, porém, foi liberado para que programadores interessados possam contribuir. Uma documentação também foi preparada para que outras empresas além das que já integram o DTP possam fazer parte da iniciativa. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Ilustração: G1
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23/07 - Bovespa opera em queda, com quadro misto no exterior e de olho em cenário eleitoral
Na sexta-feira, índice subiu 1,4%, a 78.571 pontos. A bolsa paulista opera em baixa nesta segunda-feira (23), tendo como pano de fundo um quadro misto no mercado internacional e com o mercado ainda atento ao cenário político nacional, repercutindo desdobramentos das primeiras convenções partidárias, e na expectativa de novos resultados de empresas. Às 12h33, o Ibovespa recuava 0,57%, a 78.126 pontos. Veja mais cotações. O mercado tem acompanhado de perto a formação das coligações para a disputa presidencial deste ano e, dessa forma, a viabilidade de um candidato considerado reformista vencer a eleição. Veja quem são os candidatos até agora e as datas das convenções partidárias Do cenário externo, notas de corretoras davam destaque a declarações de alguns líderes globais sobre um impacto relevante do protecionismo no crescimento mundial, segundo a agência Reuters. Na sexta-feira, o principal índice de ações da bolsa brasileira avançou, apoiando-se nas ações de bancos, enquanto os investidores acompanharam de perto as articulações no cenário político local. O Ibovespa subiu 1,4%, a 78.571 pontos. A ação da Via Varejo subia mais de 2% antes da divulgação de seu balanço do segundo trimestre, previsto para após o fechamento do mercado nesta segunda-feira. A equipe do BTG Pactual espera crescimento próximo de 7% nas vendas mesmas lojas e expansão de 8% no comércio eletrônico, enquanto prevê queda na margem bruta. Os papéis da Eletrobras operavam perto da estabilidade, em meio a expectativas relacionadas ao leilão de distribuidoras da companhia, particularmente a venda da empresa que atende o Piauí, agendada para 26 de julho. As entregas de propostas na B3 pela Cepisa ocorrem nesta segunda-feira.
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23/07 - Petrobras reduz preço da gasolina a menor nível desde fim de junho
Combustível passará a R$ 1,926 nas refinarias a partir desta terça-feira (24); na última semana, preço nas bombas subiu após seis semanas de queda. A Petrobras reduzirá o preço da gasolina em 0,94% nas refinarias a partir de terça-feira (24), a R$ 1,9426 por litro, no primeiro reajuste desde 18 de julho, de acordo com informações no site da estatal. Com a redução, o preço da gasolina passará a ser comercializado no menor patamar desde o dia 29 de junho, quando o combustível era comercializado a R$ 1,9262 nas refinarias. Preço nas bombas Na última semana, o preço da gasolina nas bombas subiu após seis semanas consecutivas de queda, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (20) Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP). Segundo a ANP, o preço da gasolina subiu 0,13% na semana, para R$ 4,50 por litro, em média. Já o custo do diesel nas bombas teve queda de 0,23% na semana, para R$ 3,38. No mesmo período, a Petrobras havia baixado o preço da gasolina nas refinarias em R$ 0,04, ou cerca de 1,8%, seguindo sua política de reajuste de preços com o objetivo de acompanhar as cotações internacionais.
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23/07 - Cade aprova aquisição de controle total da Engie Solar pela Engie Brasil
Engie vai comprar participação atualmente decita pelas empresas RPF e Dual G. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição do controle total da Engie Solar pela Engie Brasil, mediante a compra de participações atualmente detidas pelas empresas RPF e Dual G, conforme despacho no Diário Oficial da União desta segunda-feira (23). Eletrobras perde espaço na geração de energia A Engie Solar é especializada em soluções de energia solar fotovoltaica para uso residencial, comercial e industrial, o que inclui o desenvolvimento, venda, instalação, operação e manutenção de painéis fotovoltaicos com potência inferior a 5 MW. Seus acionistas são Engie Brasil, RPF e Dual G, sendo que nenhum detém, de forma individual, o controle societário. Mas com o aval do Cade, o grupo francês Engie passará a deter 100% da Engie Solar. "Como a Engie Brasil está inserida no mercado de soluções completas e personalizadas de energia solar fotovoltaica somente por meio de sua participação na Engie Solar, logo a aquisição de seu controle pela Engie Brasil... não configura um reforço em sobreposição horizontal ou integração vertical", destacou o Cade em seu parecer.
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23/07 - Dólar opera em alta nesta segunda-feira
Na sexta-feira, moeda fechou em queda de 1,85%, cotada a R$ 3,77 para venda. O dólar opera em alta nesta segunda-feira (23), de olho na trajetória da moeda no exterior e tentando engatar um leve movimento de correção após o forte recuo da última sexta. Às 11h55, a moeda norte-americana subia 0,43%, a R$ 3,7900. Veja mais cotações. "A agenda está tranquila... não há motivo para uma correção da mesma magnitude da queda de sexta-feira", justificou à Reuters a estrategista de câmbio da corretora Ourinvest Fernanda Consorte, ao citar ainda o movimento misto do dólar ante divisas de emergentes no exterior. Na última sexta, expectativas em torno da definição das chapas que concorrerão à presidência ajudaram a derrubar o dólar. O mercado tem monitorado a candidatura de políticos considerados mais comprometidos com as reformas econômicas. Muitos investidores vem desmontando operações compradas (em que apostam na alta da moeda), com a possibilidade de maior apoio a candidatos reformatistas. "É cedo para dizer que o dólar mudou de patamar... temos que ver a percepção do público", acrescentou a estrategista da Ourinvest. Cenário externo O foco do mercado também está voltado ao exterior, com a guerra comercial entre Estados Unidos e outros países abastecendo o noticiário. Além disso, o presidente Donald Trump disse ao Irã que o país arriscava consequências "do tipo que poucos sofreram antes ao longo da história" se a república islâmica fizesse mais ameaças contra os Estados Unidos. Suas palavras foram publicadas no Twitter horas depois que o presidente iraniano, Hassan Rouhani, disse a Trump que políticas hostis contra Teerã poderiam levar à "mãe de todas as guerras". O Banco Central anunciou leilão de até 14 mil swaps tradicionais para esta sessão, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem dos contratos que vencem em agosto, no total de US$ 14,023 bilhões. Última sessão Na sexta-feira, a moeda fechou em queda, acompanhando o cenário internacional e de olho na cena política no Brasil. O dólar caiu 1,85%, a R$ 3,7743 na venda. Na semana passada, o dólar acumulou queda de 1,96%.
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23/07 - Sine-PB oferece 76 vagas de emprego em seis municípios nesta segunda-feira (23)
Vagas são para João Pessoa, Campina Grande, Santa Rita, Cabedelo, Bayeux e São Bento. Carteira de trabalho Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas O Sistema Nacional de Empregos da Paraíba (Sine-PB) oferece 76 oportunidades de emprego a partir desta segunda-feira (23). As vagas são direcionadas para os municípios de João Pessoa, Campina Grande, Santa Rita, Cabedelo, Bayeux e São Bento. A função com maior quantidade de vagas é de motorista de ônibus rodoviário, com 15 oportunidades na cidade de João Pessoa. Também há vagas para vendedor pracista, analista de sistemas, neurologista, entre outras, todas distribuídas nos demais municípios. Outras informações sobre as vagas no Sine-PB podem ser obtidas pelos telefones (83) 3218-6619, 3218-6618 ou 3218-6624, em João Pessoa, e (83) 3310-9412 na cidade de Campina Grande. Para inscrição, os interessados devem procurar o Sine-PB, localizado na rua Duque de Caxias, no Centro de João Pessoa, com RG e CPF. Vagas de emprego em João Pessoa (38) 15 - Motorista de ônibus rodoviário 10 - Operador de tráfego para estacionamento 2 - Operador de vendas (lojas) 2 - Torneiro mecânico 1 - Analista de marketing 1 - Analista de sistemas para internet 1 - Angiologista 1 - Cardiologista 1 - Clínico geral 1 - Dermatologista 1 - Desenhista industrial gráfico 1 - Endocrinologista 1 - Estofador de móveis 1 - Ginecologista 1 - Neurologista 1 - Operador de mídia audiovisual 1 - Ortopedista 1 - Otorrinolaringologista 1 - Pasteleiro 1 - Pediatra 1 - Reumatologista 1 - Técnico de manutenção eletrônica 1 - Vendedor pracista Vagas de emprego em Bayeux (15) 2 - Cozinheiro geral 1 - Angiologista 1 - Cardiologista 1 - Clínico geral 1 - Dermatologista 1 - Endocrinologista 1 - Fonoaudiólogo geral 1 - Ginecologista 1 - Neurologista 1 - Ortopedista 1 - Otorrinolaringologista 1 - Pediatra 1 - Reumatologista 1 - Telefonista Vagas de emprego em Campina Grande (11) 2 - Atendente de cafeteria 2 - Representante comercial autônomo 1 - Auxiliar de limpeza 1 - Bombeiro hidráulico 1 - Cuidador de idosos domiciliar 1 - Polidor de metais 1 - Supervisor de manutenção e reparação de veículos 1 - Técnico de edificações 1 - Vendedor pracista Vagas de emprego em Santa Rita (9) 3 - Operador de máquinas fixas em geral 2 - Cozinheiro geral 2 - Motofretista 2 - Pedreiro Vagas de emprego em São Bento (2) 1 - Auxiliar de cozinha 1 - Cozinheiro de restaurante Vagas de emprego em Cabedelo (1) 1 - Técnico de edificações
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23/07 - BRF e Carrefour devem estar entre empresas com balanços afetados por greve dos caminhoneiros
Início da temporada de resultados do segundo trimestre deve mostrar que a paralisação afetou setores que vão de proteína animal a shopping centers. Os resultados trimestrais de empresas de setores que vão de proteína animal a shoppings centers, como BRF e JBS, serão permeados pelos efeitos da greve dos caminhoneiros que deixou o país paralisado durante 11 dias no final de maio. Greve dos provoca estragos na economia e deve dificultar retomada Projeções para o PIB do ano pioram após greve dos caminhoneiros Como resultado da greve, cerca de 167 fábricas do setor de carnes pararam as operações, causando R$ 3 bilhões em prejuízos para empresas processadoras de carne suína e de frango, segundo estimativas da associação que representa o setor, ABPA. Isso veio em cima da decisão do governo brasileiro de suspender a exportação de algumas unidades da BRF e da proibição da União Europeia de importação de alguns produtos de carnes brasileiros que assustaram os investidores. "Para o segundo trimestre, esperamos que a maior parte destas companhias, especialmente a BRF, mas também a JBS , mostrem pressões sobre as margens na comparação anual", disse Benjamin Theurer, analista do Barclays, na Cidade do México. Efeitos colaterais da paralisação Logo da BRF, em São Paulo Reuters/Paulo Whitaker Apesar da greve ter durado menos de duas semanas, os efeitos colaterais duraram muito mais tempo, acrescentou Theurer, com as filas de navios esperando para entrar nos portos recuando lentamente. Já analistas do BTG Pactual estimam que o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) da BRF caia cerca de 3% na comparação anual. Mais abaixo na cadeia de suprimentos, varejistas de alimentos como o Grupo Pão de Açúcar e o Carrefour Brasil, que pertencem respectivamente aos franceses Casino Guichard Perrachon SA e ao Carrefour SA, também sentirão o impacto. "Produtos de alta rotatividade, commodities, produtos que vencem praticamente diariamente, foram atingidos pela greve de duas semanas", disse Rogerio Soares, sócio na Eneas Pestana & Associados, uma das principais consultorias em varejo do Brasil. Uma série de outros setores expostos ao varejo, como operadores de shopping centers, que incluem BR Malls Participações e Iguatemi, também deve mostrar efeitos da paralisação dos caminhoneiros nos resultados. Unidade do Carrefour. Vanessa Chaves/G1 Nem tudo foi ruim O cenário macroeconômico, no entanto, não foi totalmente negativo no segundo trimestre. Em antecipação ao início da Copa do Mundo da Rússia, as vendas de uma série de setores, incluindo cervejarias como a Ambev e a rede de móveis e eletrodomésticos Magazine Luiza, subiram. Além disse, algumas companhias viram efeitos positivos da greve dos caminhoneiros. A proibição de exportações de carne de aves para a UE levou a políticas de preços extremamente agressivas no mercado doméstico. Mas a greve dos caminhoneiros reduziu a oferta das granjas que se viram forçadas a abater milhões de animais, reduzindo a pressão de sobreoferta no mercado interno, disse Theurer, do Barclays. No início de julho, o GPA publicou forte crescimento de receita, apesar da greve dos caminhoneiros ter atingido 0,7% do total das vendas do grupo. O desempenho foi apoiado pela bandeira de atacarejo Assaí. Conforme muitas companhias de alimentos e bebidas não conseguiram entregar seus produtos diretamente aos clientes como resultado da greve, estes clientes recorreram às lojas de atacarejo. "As lojas de atacarejo ajudaram a preencher este vácuo", disse Soares.
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23/07 - Analistas do mercado financeiro reduzem previsão de inflação para 2018, informa BC
Dados estão no relatório “Focus” do Banco Central. Estimativa de inflação para este ano caiu de 4,15% para 4,11%. Previsão de crescimento do PIB foi mantida em 1,50%. Analistas do mercado financeiro reduziram pela segunda semana seguida a estimativa de inflação para este ano, de 4,15% para 4,11%. As informações estão no informe de mercado também conhecido como relatório “Focus” divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Banco Central. Já com relação ao Produto Interno Bruto (PIB), os analistas mantiveram em 1,50% a previsão de crescimento para este ano. O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em seu último Relatório de Inflação, o BC reduziu a previsão oficial de crescimento da economia em 2018 de 2,6% para 1,6%. Na sexta-feira (20), o governo também revisou a previsão de crescimento do PIB de 2018 de 2,5% para 1,6%. Assim, o mercado financeiro segue menos otimista que o governo com relação a previsão de crescimento da economia para este ano. Na semana passada, os economistas de mercado ouvidos pelo BC não alteraram suas previsões de inflação e PIB para os próximos dois anos. Para 2019, a previsão de inflação em 4,11% e a previsão de crescimento do PIB em 2,50%. Para 2020 o mercado estima uma inflação de 4% e manteve em 2,50% a previsão de crescimento da economia. Já para 2021, os economistas reduziam a previsão da inflação de 4% para 3,95%, mas mantiveram a previsão de crescimento do PIB em 2,50%. Taxa de juros Os analistas do mercado financeiro também mantiveram, pela oitava semana seguida, em 6,50% ao ano sua previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, ao final de 2018. Isso quer dizer que o mercado estima que a taxa de juros fique estável no atual patamar de 6,50% ao ano até o fechamento de 2018. Para o fim de 2019, a estimativa do mercado financeiro para a Selic continuou em 8% ao ano. Com isso, os analistas preveem alta dos juros no ano que vem. Já para 2020 e 2021 a previsão é de manutenção da taxa em 8% ao ano. Câmbio, balança e investimentos Os analistas ouvidos pelo relatório Focus também não mexeram na projeção da taxa de câmbio para o fim de 2018, que ficou estável em R$ 3,70 por dólar. Para o fechamento de 2019, a previsão para o dólar subiu de R$ 3,68 para R$ 3,70. Já a previsão do dólar para o fechamento de 2020 subiu de R$ 3,64 para R$ 3,67. Para o fechamento de 2021 passou de R$ 3,70 para R$ 3,71 por dólar. Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2018, os analistas estimaram uma leve redução na previsão de superávit de US$ 57,81 bilhões para US$ 57,50 bilhões. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado ficou estável em US$ 49,3 bilhões de superávit. A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, caiu de US$ 70 bilhões para US$ 67,50 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas caiu de US$ 74,65 bilhões para US$ 70 bilhões.
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23/07 - Mercado de trabalho não reage e 13% dos brasileiros queimam poupança em gastos do dia a dia
Recuperação da economia e do mercado de trabalho mais lenta do que o esperado leva consumidor a queimar reservas e se endividar; situação é pior entre os mais pobres, mostram dados do Ibre/FGV.  Mercado de trabalho tem melhora lenta e dificulta orçamento doméstico REUTERS/Paulo Whitaker O designer Marcos Araújo, 47, está sem trabalhar há dois anos, desde que foi demitido de uma indústria têxtil. De lá para cá, já usou todas as suas economias para pagar as contas e hoje deve R$ 5 mil para vários bancos. "Nem bicos consigo direito. Só aparece um trabalho a cada seis meses. É muito pouco", diz. A situação dele só não é ainda mais difícil porque mora com a mãe e a irmã e, portanto, as contas acabam sendo divididas. Histórias como a de Marcos se repetiram nos últimos anos diante da forte deterioração do mercado de trabalho. Em junho, 13,3% dos brasileiros queimaram reservas financeiras para bancar as contas do dia a dia, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Corda no pescoço Arte/G1 Embora a parcela de brasileiros que use recursos guardados já tenha sido maior, sobretudo quando a crise econômica estava mais intensa, os últimos meses têm mostrado uma resistência à queda do indicador e até mesmo uma leve piora. "Havia uma esperança muito forte de que uma melhora do mercado de trabalho poderia resolver a questão do orçamento doméstico. Essa recuperação não veio e parte desses consumidores foi usando a poupança que tinha para pagar as contas", diz Viviane Seda, economista do Ibre. A pesquisa do Ibre/FGV leva em conta todos os tipos de reservas financeiras. Para a caderneta de poupança, os dados do Banco Central até mostram que os valores depositados superaram os saques em R$ 5,6 bilhões no mês de junho. No entanto, a economista do Ibre pondera que isso indica apenas que quem ainda tem folga no orçamento está preferindo guardar dinheiro do que gastar. Mercado de trabalho tem frustrado Os últimos dados do mercado de trabalho frustraram os analistas. A expectativa era de que a economia brasileira cresceria mais neste ano e, consequentemente, a criação de emprego teria uma recuperação mais robusta, aliviando o orçamento das famílias. No trimestre encerrado em maio, a taxa de desemprego ficou em 12,7% e atingiu 13,2 milhões de pessoas, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em junho, os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que levam em conta apenas os emprego com carteira assinada, também mostraram um quadro ruim: a destruição de 661 vagas. "O mercado de trabalho continua muito ruim. Mesmo com a criação de vagas, milhões de pessoas seguem desempregadas", afirma a economista-chefe do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) Brasil, Marcela Kawauti. Números do SPC Brasil também mostram um comportamento parecido com os do Ibre. Em maio, a entidade apurou que 40,5% das pessoas consultadas fizeram uso de reserva financeira para diversas finalidades. Desse total, 4,5% utilizaram as reservas porque ficaram desempregadas e 7,4% porque não tinham dinheiro suficiente para pagar as contas. “Nem sempre o uso de reservas é ruim. Na compra de item de um maior valor, por exemplo, é natural que se use a reserva. O problema é quando essa reserva para a ser usado constantemente e aí a pessoa tem de partir para o crédito", diz Marcela. Endividamento é maior entre os mais pobres Consumidores fazem consulta para saber se nome está negativado Marcelo Brandt/G1 O uso de reservas financeiras para o pagamento das contas acaba levando parte dos brasileiros, sobretudo os mais pobres, para um caminho sem volta: o do endividamento. Em junho, o levantamento do Ibre apontou que 9,8% dos consumidores se declararam endividados. É um indicador que também já foi mais alto, mas tem piorado nos últimos meses. A análise detalhada dos números mostra que os mais pobres são os mais endividados, enquanto os ricos são os que mais queimam poupança porque têm folga no orçamento. Em junho, na faixa da renda dos que ganham até R$ 2,1 mil, 8,2% usaram reservas para despesas e 15,1% se declararam endividados. No outro extremo, entre os ganham acima de R$ 9,6 mil, 16,1% usaram as economias próprias, mas apenas 3,7% tinham dívidas. Estresse financeiro dos brasileiros em junho "As pessoas de mais baixa renda não têm margem para se tornarem consumidores equilibrados. Então elas ainda estão se endividando, porque o mercado de trabalho não deu o retorno esperado. E quem tem margem se tornou mais cauteloso, quem vinha gastando agora está poupando", explica Viviane Seda, do Ibre/FGV. Cresce inadimplência por desemprego Um levantamento feito pela Boa Vista SCPC ilustra bem esse quadro da combinação perversa entre piora do mercado de trabalho e dificuldade para acertar as contas. No primeiro semestre deste ano, 45% dos consumidores inadimplentes consultados pela entidade justificaram o atraso no pagamento das contas por falta de trabalho. Há dois anos, essa fatia era de 32%. Arte/Atraso Arte/G1 Quando ficou desempregado, Mario de Oliveira, de 50 anos, gastou todas as suas reservas em apenas um ano e ficou inadimplente. "Trabalhava como cozinheiro, mas fui demitido. Em pouco tempo, usei todo o meu dinheiro para continuar fazendo as minhas coisas e para pagar a despesa de duas casas." Agora, diz que as coisas tem melhorado. Faz pouco tempo começou a costurar. Mario de Olveira gastou toda a reserva financeira em apenas um ano Marcelo Brandt/G1 Segundo dados da Serasa Experian, 60,4 milhões de brasileiros estavam com o nome negativado por inadimplência em maio (números mais recentes). Em abril, eram 61,2 milhões. “O cenário só muda quando o ritmo da economia acelerar e as empresas ganharem confiança de contratar com maior ímpeto. Aí sim vai impactar os consumidores”, diz Viviane, do Ibre/FGV.
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23/07 - BHP é alvo de ação coletiva na Austrália por desastre de Mariana
Investidores alegam prejuízos e afirmam que companhia deveria ter informado sobre problemas na Samarco nos anos anteriores a 2015. Vista aérea do distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, após o rompimento de barragens de rejeitos da mineradora Samarco Ricardo Moraes/Reuters A empresa mineradora anglo-australiana BHP Billiton anunciou nesta segunda-feira (23) que foi notificada de uma ação judicial coletiva apresentada na Austrália, que a acusa de ter descumprido suas obrigações de informação aos investidores na letal catástrofe ambiental em Mariana (MG) em 2015 após o rompimento de uma barragem da Samarco. A ação coletiva aberta na Austrália alega que houve problemas com a represa nos anos anteriores a 2015 e que a BHP deveria ter levado os riscos em conta e informado os investidores. A ação aberta pelo escritório de advocacia Phi Finney McDonald reivindica perdas sofridas pelos acionistas da empresa entre outubro de 2013 e novembro de 2015. O desastre provocou uma forte queda nas ações da BHP, motivo pelo qual cerca de 3.000 investidores se associaram para apresentar uma ação coletiva na Justiça. No período, as ações da BHP tombaram 22% na bolsa de Sydney e 23% em Londres e Joanesburgo. "A ação coletiva buscará recuperar as perdas para os acionistas nesse período, no qual o valor de mercado combinado da BHP caiu mais de US$ 25 bilhões", afirma o texto de apresentação do site criado para reunir interessados em se associar ao processo. A BHP disse que irá se defender da ação apresentada no Estado de Victoria. A BHP e a Vale, coproprietárias da Samarco, chegaram no mês passado a um acordo com as autoridades brasileiras para resolver uma ação civil de R$ 20 bilhões pela tragédia. O novo documento, chamado de TAC Governança, prevê maior participação dos atingidos na tragédia nas decisões referentes aos danos causados pelo rompimento da Barragem de Fundão, em novembro de 2015. O acordo "praticamente" extingue a ação civil pública de R$ 20 bilhões contra as mineradoras e suspende, por até dois anos, a outra ação civil pública, de R$ 155 bilhões. A mineradora também concordou em financiar um total de US$ 211 milhões m apoio financeiro à Fundação Renova, criada para ajudar as vítimas do desastre. Na semana passada, a BHP informou que espera registrar um impacto de US$ 650 milhões em seus resultados fiscais de 2018, devido ao rompimento, segundo a Reuters. A Vale também informou na semana passada que fará provisão adicional de R$ ,5 bilhão o balanço do segundo trimestre referente a obrigações pelo rompimento da barragem da Samarco. O rompimento da barragem da Samarco, em Mariana, em 2015, deixou 19 mortos, centenas de desabrigados, e poluiu o rio Doce, que percorre diversos municípios até chegar ao mar capixaba. BHP lucra 25% mais e paga US$ 800 milhões em dividendos a acionistas
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23/07 - Truques do restaurante: por que homens comem mais em grupo?
O Food Lab da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, é um dos centros mais interessantes de pesquisa comportamental, produzindo estudos a respeito de como comemos ou nos comportamos no restaurante. É a fonte, por exemplo, do trabalho que mostra que, diante de um garçom acima do peso, as pessoas são mais propensas a pedir a sobremesa. O objetivo agora era saber por que homens são mais glutões quando comem em grupo. Para investigar a hipótese, Kevin Kniffin e Brian Wansink montaram dois experimentos. O trabalho foi publicado em 2016 na Frontiers of Nutrition. Nos Estados Unidos, competições de gosto discutível de quem come mais comida são populares, com prêmios para os vencedores que chegam a 10 mil dólares. Todo ano, por exemplo, a TV exibe o famoso Concurso de Comer Cachorro-Quente. O primeiro teste envolveu 19 estudantes. Oito deles - quatro homens e quatro mulheres - iriam disputar quem aguenta comer mais buffalo wings, asinhas de frango à milanesa, por meia hora. Mas havia regras: Dois homens e duas mulheres comeram sozinhos numa sala. Outros dois homens e duas mulheres comeram diante de uma plateia de 12 estudantes, que reagiam com palmas e gritos de apoio ao esforço. Um terceiro grupo, formado por mais 11 estudantes, apenas comeu o quanto quis, sem competir com ninguém e sem plateia. Como prêmio, os pesquisadores ofereceram uma medalha de plástico sem valor. Ou seja, não havia uma compensação material para a vitória. Mesmo assim os competidores, homens e mulheres, consumiram quase quatro vezes mais asas de galinha do que os não competidores. Os homens foram os maiores comilões, porém, diante da plateia, consumiram 30% a mais do que aqueles que comeram sozinhos. Já mulheres, em público, consumiram 33% menos comida do que as outras competidoras. Quantidade de comida consumida de acordo com a situação Reprodução Imagine que você é dono de uma pizzaria ou uma churrascaria que serve no sistema rodízio. Um salão cheio de clientes homens estimula que eles comam mais – e custem mais para o seu bolso – do que se estivessem sozinhos. Colocar as mesas com homens em salas menores, sugerem as conclusões, os levaria a comer menos. O inverso ocorre com as mulheres. Em público, elas tendem a comer menos. Homens e mulheres também relataram aos pesquisadores como se sentiam após a comilança. Os homens estavam estimulados pela competição enquanto as mulheres se disseram constrangidas. O trabalho sugere o que já se imaginava: homens podem comer mais para se destacar diante de outros homens enquanto as mulheres não fazem o mesmo em relação a outras mulheres. Mas por que? Um segundo experimento foi realizado: outros 93 estudantes tiveram de determinar se achavam os competidores inteligentes, atrativos, românticos, saudáveis ou fortes. Uma nota 1 significava “discordo totalmente” e a 9, “concordo totalmente”. Eles também foram convidados a opinar sobre o número de filhos achavam que um competidor comilão teria ao chegar aos 50 anos. Se a maioria das mulheres que participavam do experimento visse neles maior capacidade reprodutiva, seria um sinal de que a comilança ao menos chama a atenção delas. Mas se não, seria uma competição pura e simples entre homens, sem o benefício da atração feminina. Apenas os homens acharam que aquele que comem mais são mais fortes e mais férteis enquanto os dois grupos consideraram as mulheres comilonas menos românticas. A maioria das mulheres deu nota baixa para os glutões. Comer mais ou não exagerar? O estudo é mais um a desafiar a ideia, tradicional de alguns livros de economia, de que consumimos de modo racional. Para homens, o alerta: nas festas, churrascos e outras ocasiões especiais, a tendência é sair do controle. Alguns avançam o sinal do mesmo jeito, mas comer demais não vai fazer ninguém mais atraente.
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23/07 - Quase 100 concursos oferecem 13,1 mil vagas
Há vagas para todos os níveis de escolaridade. Pelo menos 96 concursos públicos no país estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (23) e reúnem 13,1 mil vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 12.372,80 na Prefeitura de Laguna Carapã (MS). CONFIRA A LISTA COMPLETA DE CONCURSOS E OPORTUNIDADES selo concursos opcao 01 Editoria de arte/G1 Veja abaixo os detalhes dos concursos: Câmara Municipal de Araguari (MG) Inscrições: até 26/08/2018 15 vagas Salários de até R$ 3.760,52 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Câmara Municipal de Matozinhos (MG) Inscrições: até 21/08/2018 9 vagas Salários de até R$ 4.772,59 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Cascavel (PR) Inscrições: até 06/08/2018 18 vagas Salários de até R$ 1.940,51 Cargos de nível médio Veja o edital Prefeitura de Matozinhos (MG) Inscrições: até 22/08/2018 361 vagas Salários de até R$ 1.224,84 Cargos de nível médio Veja o edital Prefeitura de Brusque (SC) Inscrições: até 23/08/2018 6 vagas Salários de até R$ 3.003,63 Cargos de nível fundamental Veja o edital Prefeitura de Laguna Carapã (MS) Inscrições: até 03/08/2018 96 vagas Salários de até R$ 12.372,80 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Lontras (SC) Inscrições: até 21/08/2018 35 vagas Salários de até R$ 2.878,36 Cargos de nível superior Veja o edital Câmara Municipal de Otacílio Costa (SC) Inscrições: até 30/08/2018 4 vagas Salários de até R$ 6.652,42 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Santo Antônio do Monte (MG) Inscrições: até 27/07/2018 13 vagas Salários de até R$ 2.473,56 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Prefeitura de Balsa Nova (PR) Inscrições: até 21/08/2018 6 vagas Salários de até R$ 3.367,92 Cargos de nível superior Veja o edital
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22/07 - Veja concursos e seleções com inscrições abertas na PB de 22 a 29 de julho
Entre os editais publicados estão os do concursos do Ministério Público da Paraíba e da prefeitura de Patos. Arte/G1 Cinco editais publicados de concursos e seleções na Paraíba oferecem mais de 360 vagas de emprego nesta semana de 22 a 29 de julho. As vagas são para professor do Pronatec em presídos, para o Ministério Público da Paraíba (MPPB) e para as prefeituras de Patos e Salgadinho. Concurso para promotor substituto do Ministério Público da Paraíba Vagas: 10 Níveis: superior Subsídio: R$ 24.818,90 Prazo de inscrição: até quarta-feira (25) Local de inscrição: no site da organizadora FCC Taxa de inscrição: R$ 285 Provas: 2 de setembro de 2018 Edital do concurso do MPPB Seleção para professor bolsista do Pronatec em presídios Vagas: 15 Nível: técnico ou superior Valor da hora aula: R$ 35 (graduação/licenciatura/bacharelado/tecnólogo), R$ 40 (especialização), R$ 45 (mestrado) e R$ 50 (doutorado) Prazo de inscrição: até sexta-feira (27) Local da inscrição: formulário online Edital da seleção para professor bolsista do Pronatec Concurso da Prefeitura de Patos Vagas: 298 Níveis: fundamental, médio e superior Salários: R$ 954 a R$ 2,5 mil Prazo de inscrição: 30 de julho a 2 de setembro Local de inscrição: site da organizadora, Educa PB Taxa de inscrição: R$ 40 (nível fundamental), R$ 50 (médio) e R$ 80 (superior) Provas: 21 de outubro de 2018 Edital do concurso da Prefeitura de Patos Seleção e concurso da prefeitura de Salgadinho Vagas: 41, sendo seis temporárias Níveis: fundamental, médio e superior Salários: R$ 954 a R$ 8 mil Prazo de inscrição: até 5 de agosto Local de inscrição: site da organizadora Funvapi Taxas de inscrição: R$ 45 (fundamental), R$ 65 (médio) e R$ 100 (superior) Provas: 16 de setembro Editais: processo seletivo e concurso
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22/07 - Possível 'protótipo' de vírus de macOS é descoberto após dois anos
Analistas de vírus da fabricante de antivírus Kaspersky Lab publicaram uma análise detalhando o funcionamento de uma praga digital chamada Calisto que ataca computadores da Apple, como MacBooks e iMacs. Códigos maliciosos que miram sistemas da Apple já não são comuns, mas essa praga tem mais uma particularidade: ela ficou quase dois anos sem ser detectada por antivírus. No caso do Calisto, permanecer "invisível" não foi uma façanha tão grande quanto parece. Embora o arquivo tenha sido enviado ao site VirusTotal -- uma página que analisa um arquivo em diversos antivírus --, os analistas Mikhail Kuzin e Sergey Zelensky, da Kaspersky Lab, teorizam que o Calisto pode ser um "protótipo", uma etapa na criação do vírus que mais tarde seria a praga digital Proton, e que ele talvez nunca tenha sido usado na prática. O Proton é o vírus que foi distribuído em downloads oficiais do Handbrake em 2017. Tanto o Proton como o Calisto buscam ceder o controle total do sistema contaminado ao hacker responsável pelo vírus e roubar dados, principalmente senhas. Na versão analisada pelos especialistas, o Calisto tenta se disfarçar de um antivírus. Para isso, ele copia o visual da instalação do antivírus da Intego. A mesma prática já foi observada também no Proton, quando não foi distribuído em instaladores oficiais, copiou a instalação do antivírus da Symantec. Instalador falso do Calisto (esq.) e instalador oficial do antivírus da Intego Kaspersky Lab O objetivo de se disfarçar de um instalador é convencer a vítima a digitar a senha de administração ("root") do macOS -- um procedimento normal para instalar programas, mas que permite à praga obter o controle total da máquina. Caso a vítima faça isso, o vírus exibe uma mensagem de erro e sugere que o antivírus seja novamente baixado do site oficial. Depois disso, porém, nem tudo funciona como devia. Caso o sistema possua a Proteção da Integridade do Sistema, um recurso disponível desde sistema "El Capitan", lançado em 2015, o vírus simplesmente encontra um erro e finaliza a própria execução, sem conseguir contaminar o computador. Esse comportamento aponta que, embora o arquivo do vírus tenha sido avistado em 2016, é possível que a praga já estava em desenvolvimento um ano antes, quando os sistemas da Apple ainda não tinham essa proteção. Segundo os analistas da Kaspersky Lab, muitos usuários de macOS ainda desabilitam a proteção de integridade, mas essa prática é "categoricamente desaconselhada" por eles. Quando funciona corretamente, seja porque a proteção de integridade não existe ou porque foi desativada, o vírus é capaz de roubar informações do sistema, incluindo dados dos navegadores Google Chrome e Safari, dados sobre a conexão de rede e senhas digitadas. O Calisto possui ainda funções que não foram finalizadas e que não estão presentes nas versões conhecidas do Proton. Por isso, existe ainda a possibilidade de que as duas pragas digitais não tenham relação entre si. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Selo Altieres Rohr Ilustração: G1
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22/07 - WhatsApp: como saber se a conta foi clonada? 
Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta. Whatsapp: Ronaldo Prass explica que quando uma conta é clonada, não pode funcionar em mais de um aparelho Reuters Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta. Como saber se a conta do WhatsApp foi clonada? Oi, Ronaldo! Eu estou desconfiada que o meu WhatsApp foi clonado. Existe alguma maneira de eu me certificar disso? Karina Olá, Karina! Em todos os casos em que houve a clonagem de contas do WhatsApp, foi necessário habilitar a linha de celular num novo chip para fazer a configuração no celular dos golpistas. Quando isso acontece, o chip antigo deixa de funcionar e o WhatsApp não permite que uma conta seja usada simultaneamente em aparelhos diferentes. E por esse motivo, se a sua conta tivesse sido alvo de clonagem, ela teria deixado de funcionar no seu aparelho. Uma dica de segurança é habilitar a verificação em duas etapas e cadastrar uma conta de e-mail para a recuperação do PIN de segurança. É possível obter a localização do celular através do número de IMEI? Oi, Ronaldo! O meu irmão perdeu o celular e eu gostaria de obter a localização do aparelho para tentar recuperá-lo através do número de IMEI. Como devo proceder? Carla Olá, Carla! O número de IMEI serve para que a operadora de telefonia possa identificar o aparelho na rede, mas isso não significa que será possível obter a sua localização. Quando um aparelho é perdido, a sua localização pode ser obtida através de apps de terceiros e localizador do Google. Mas é um mecanismo que pode ser facilmente removido, principalmente em versões mais antigas do Android. É possível recuperar arquivos do celular após um hard reset? Eu fiz um hard reset antes de vender o meu celular, existe o risco do comprador recuperar os arquivos da memória do aparelho? Mateus Olá, Mateus! A recuperação de arquivos apagados é um processo complexo, e requer conhecimento avançado para a sua realização com êxito. Em teoria, seria possível recuperar parcialmente os seus arquivos, mas não seria fácil e barato realizar esse procedimento. Selo Ronaldo Prass Ilustração: G1
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22/07 - EUA se mostram inflexíveis e guerra comercial pauta reunião do G20 financeiro
O FMI advertiu que a guerra comercial atingirá o crescimento mundial, mas Washington anunciou no evento que seguirá pressionando por um comércio mais 'equilibrado'. Ministros da economia e presidentes de bancos centrais em encontro do G20 em Buenos Aires Marcos Brindicci/Reuters Os Estados Unidos se mostraram inflexíveis em sua nova política tarifária, que desatou uma guerra comercial que é o centro dos debates do G20 de Buenos Aires neste fim de semana. A reunião do G20 financeiro, integrado por ministros da Economia e presidentes de bancos centrais, se tornou um fórum de discussão dos aumentos das tarifas decididos pela administração de Donald Trump. O FMI advertiu que a guerra comercial atingirá o crescimento mundial, mas Washington anunciou no evento que seguirá pressionando por um comércio mais "equilibrado". Guerra comercial: entenda a piora da tensão entre EUA e outras potências Inflexíveis "Desejamos ter uma relação (comercial) mais equilibrada" com a China "e a relação equilibrada é que possamos vender mais bens" ao gigante asiático, afirmou o secretário americano do Tesouro, Steven Mnuchin, no sábado. Reiterou que Washington poderia passar de 25% de tarifas adicionais ao aço e alumínio, ao colocar novos impostos sobre todas as importações da China de cerca de US$ 500 bilhões, conforme anunciado pelo presidente Trump. Os Estados Unidos buscam combater um déficit comercial com a China que, nas suas contas, supera os US$ 370 bilhões. No processo, o aumento de tarifas afetou outros sócios comerciais como União Europeia (UE), Canadá e México (membros junto com os Estados Unidos do Acordo de Livre-Comércio da América do Norte, Nafta). As medidas em retaliação logo apareceram e se espalharam, ameaçando agora afetar o crescimento mundial. Também os TLC A nova postura americana também abarca os acordos comerciais, e Mnuchin deixou claro que inclusive um eventual tratado de livre-comércio (TLC) com a UE estará sujeito a condições e exigirá concessões por parte do bloco europeu. "A minha mensagem é muito clara, é a mesma mensagem que o presidente (Trump) deu ao G7: se a Europa acredita no livre-comércio, estamos prontos para assinar um acordo de livre-comércio sem tarifas, sem barreiras alfandegárias e sem subsídios. Precisam ser os três", sustentou sem rodeios. Igualmente firme se mostrou o ministro de Economia e Finanças da França, Bruno Le Maire, ao assegurar: "nos negamos a negociar com uma arma na cabeça". Em entrevista coletiva, Le Maire foi além e assegurou que "os Estados Unidos devem dar passos necessários para frear a escalada e arrumar isso". Em sua conta no Twitter, ele escreveu que "o comércio mundial não pode se basear na lei da selva e o aumento unilateral das tarifas é a lei da selva." Initial plugin text Durante uma entrevista à AFP, o ministro francês assinalou que a guerra comercial só deixará "perdedores", "destruirá empregos e afetará o crescimento mundial", enquanto pediu que Washington volte "à razão" e "respeite as regras multilaterais e seus aliados". Crise do multilateralismo A tensão vista nas trocas de declarações durante o G20 em Buenos Aires é mais uma amostra da crise das negociações comerciais multilaterais, que ficam evidentes na paralisação que a Organização Mundial do Comércio (OMC) atravessa. "A forma de solucionar os problemas é um diálogo entre Estados Unidos, Europa e China", opinou Le Maire, que advogou por "reformar o multilateralismo comercial". O ministro brasileiro da Fazenda, Eduardo Guardia, assinalou "a importância dos organismos internacionais de resolução de controvérsias" no contexto como o atual. "Tudo o que vai na contramão do livre-comércio, de um comércio baseado em regras, deve ser resolvido por meio dos organismos multilaterais que são feitos exatamente para solucionar este tipo de conflito", afirmou em declarações a jornalistas. O contrário "pode ter um impacto negativo na economia mundial", acrescentou.
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22/07 - Google Chrome: extensão permite adicionar o controle de gestos no navegador
Chrome Reprodução/G1 O navegador mais usado na internet, pode se tornar mais produtivo com o aperfeiçoamento da maneira como ele é usado. Uma excelente alternativa é adicionar o controle de navegação através de gestos controlados pelo mouse, esse recurso além de simplificar a operação do computador, também proporciona maior interatividade. Nessa coluna será apresentada uma extensão para o Google Chrome que permite personalizar a maneira que o navegador é usado, confira. Como funciona Para personalizar o comportamento do programa, é preciso instalar um complemento chamado CLEAN crxMouse Gestures, disponível na Chrome Web Store. Depois de instalado no navegador, é necessário habilita-lo para que as configurações surtam efeito. Configurações gerais Divulgação/G1 Na página de ajuda da extensão, é apresentado um guia ilustrado sobre os comandos que foram incorporados ao navegador e como usá-los. Os gestos disponíveis são os seguintes: Configurações Reprodução/G1 Back - retorna a página anterior. Scroll up - desliza a página para cima. Scroll down - desliza a página para baixo. Scroll to bottom - desliza para o fim da página. Scroll to top - desliza para o início da página. Closed tab - fecha aba. Reload - recarrega a página. Forward - avança para a página seguinte. Reopen Close tab - reabre a aba fechada. Reload Without cache - recarrega a página sem cache na memória. New window - abre nova janela. Close window - fecha janela. Left tab - avança para a aba seguinte. Right tab - retorna para a aba anterior. Se o leitor preferir, é possível configurar o seu próprio comando de gestos e deixá-lo salvo no navegador. As configurações personalizadas ficam disponíveis em qualquer computador em que as preferências forem sincronizadas pelo Google Chrome. Ilustração: G1
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22/07 - Começa a colheita do algodão em Mato Grosso
Estado é o maior produtor do país. A previsão é de uma boa safra. Maior produtor do país começa a colheita de algodão Começou a colheita do algodão em Mato Grosso, o maior produtor do país. A previsão é de uma boa safra. Em Campo Verde, no sudeste do estado, o agricultor André Maraschin investiu mais na safra para controlar o bicudo – a principal praga dos algodoeiros. No ciclo passado, o produtor fez 17 aplicações de defensivos em uma área de 320 hectares. Este ano foram necessárias sete pulverizações a mais. O bicudo é um besouro que surge principalmente quando os primeiros botões florais estão em formação. O inseto costuma fazer furos nas maçãs do algodoeiro, onde deposita os ovos. As larvas que vão nascer se alimentam e destroem as maçãs. Embora o inseto tenha provocado custos maiores na lavoura, Maraschin diz que o investimento compensou. Nesta safra, a produtividade está maior. A estimativa é de que o estado produza mais de 1,3 milhão de toneladas de pluma – 22% a mais do que na safra passada. Em outra fazenda, em Primavera do Leste, o agricultor Valmir Aquino espera colher cerca de 125 arrobas de algodão em pluma por hectare – 5% a mais do que na última safra. “A chuva cortou exatamente no momento que começou a abrir os primeiros capulhos. Não tivemos capulho com chuva. Quase não tivemos apodrecimentos. Conseguimos ter uma planta toda bem formada”, explica. A arroba do algodão está valendo R$ 106. Na mesma época do ano passado era vendida por R$ 78.
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22/07 - CSA: modelo de produção aproxima agricultores e consumidores; entenda como funciona
As comunidades que sustentam a agricultura (CSA) melhoram a vida para quem planta e levam alimentos saudáveis para quem compra. O modelo gera renda, valoriza a produção local e respeita o meio ambiente. Modelo de produção aproxima agricultores e consumidores De um lado, quem planta. De outro, quem consome os alimentos. E o que acontece quando essas duas pontas se unem? É esse modelo de produção que o Globo Rural mostrou neste domingo (22). São as CSAs – comunidades que sustentam a agricultura. Há seis anos, o agricultor Edson Rosa conseguiu oito hectares de terra num assentamento em Planaltina, no Distrito Federal. No começo, a produção servia principalmente para alimentar a família. Vendia o que sobrava, mas era pouco e a renda não chegava a um salário mínimo. A vida só mudou depois que a família descobriu a CSA. Clique aqui e conheça a CSA Brasil Funciona assim: um grupo de pessoas se reúne para financiar o produtor rural. Em troca, recebe os produtos da roça. Quem está na cidade não é chamado de consumidor, mas de co-agricultor. Afinal, são pessoas ativas, que participam do processo. Nesse modelo de produção, o agricultor calcula quanto vai gastar durante o ano inteiro: com muda, sementes, adubos, energia. No caso do Edson, R$ 66 mil. Esse valor é dividido entre os 22 co-agricultores que fazem parte dessa CSA. A mensalidade fica R$ 277 para cada um. Veja a reportagem completa no vídeo Nessa conta, entra também uma porcentagem de lucro para o produtor. Assim, o Edson tem uma renda garantida de R$ 3 mil. Em troca, os financiadores da CSA levam para casa, toda semana, uma cesta de alimentos fresquinhos e aprendem a conviver com os riscos da agricultura. Graças a esse modelo, a família de Edson resolveu um grande problema que enfrentava no sítio – o desperdício. “Era complicado porque ele levava para a feira e voltava às vezes com metade dos produtos”, diz a agricultora e mulher de Edson, Vanessa Carneiro. Agora, a produção tem destino certo. Em um ano, a família passou de oito itens cultivados para mais de 20, entre frutas e hortaliças. E como se forma uma CSA? Uma das pioneiras da atividade no Brasil, Claudia Vivacqua, explicou para o Globo Rural que as comunidades podem se formar por iniciativa do agricultor ou dos consumidores. Não existe nenhuma entidade de certificação ou de controle. O funcionamento da parceria é definido pelos membros do grupo. “As CSAs são uma iniciativa da sociedade civil, não existe um organismo jurídico. Porém, algumas CSAs criam os seus próprios contratos. Mas não são contratos com valor jurídico, são contratos na base da confiança”, explica Claudia. Ela faz parte da CSA Brasil, uma organização não-governamental que estimula esse tipo de atividade. A entidade sem fins lucrativos tem sede em São Paulo e atua em todo o país. De tempos em tempos, o grupo organiza cursos, que reúnem agricultores, técnicos, consumidores. O professor Wagner dos Santos, presidente da CSA Brasil, explica que um dos objetivos dos encontros é mostrar que uma CSA é muito mais do que uma parceria comercial. “Quando a gente sustenta um organismo agrícola que a gente fala, a gente tá sustentando ele de porteira fechada, com tudo o que tem dentro, com os pássaros, lençol freático, nascentes, florestas, animais. Estamos sustentando o todo”. Em cinco anos, esses cursos já receberam 150 pessoas. Durante o curso, o grupo tem aulas práticas no campo. A ideia é estimular a produção de alimentos aliada à preservação do meio ambiente. Quem vive na cidade vê de perto a rotina do agricultor. As comunidades que sustentam a agricultura começaram a ganhar força no Brasil na última década. Hoje são mais de cem em todo o Brasil. Melhoria de vida para quem planta. Alimentos saudáveis para quem compra. Um modelo que aproxima produtores e consumidores e que gera renda, valoriza a produção local e respeita o meio ambiente. Cada CSA estabelece as suas regras de funcionamento: valor da contribuição, os alimentos que vão na cesta. Tudo é combinado caso a caso.
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22/07 - Regiões do Nordeste tiveram má distribuição de chuva
Globo Rural mostrou a situação em Alagoas e no Ceará. Regiões do nordeste tiveram má distribuição de chuva Choveu mais este ano no Nordeste, mas as chuvas foram mal distribuídas, trazendo problemas para os agricultores. O Globo Rural mostrou a situação em Alagoas e no Ceará. A agricultora Divalci Lopes Martins terá que gastar dinheiro comprando ração para os animais. “Esse pasto era para estar com a terra coberta. Se tivesse havido inverno, a pastagem estava grande”. A propriedade dela tem localização privilegiada: vizinha ao Castanhão, maior e principal açude do Ceará, em Nova Jaguaribara. O reservatório saiu do período de chuva, que ficou dentro da média histórica, com quatro vezes mais capacidade. O problema é que estava com nível muito baixo depois de seis anos seguidos de seca e fica numa das regiões onde choveu menos no estado. Tão rápido quanto o aporte de água é a perda fora do período de chuva. Se durante ele, o nível do açude subiu 11,90 metros, desde que a chuva parou, ele já perdeu, em média, um centímetro e meio por dia. Em média, os 155 açudes monitorados no Ceará estão com 3% da capacidade, apesar da quantidade geral de chuva deste ano ter sido a melhor desde 2011. No sertão de Alagoas as chuvas não foram suficientes para garantir uma boa safra na agricultura. Em Major Isidoro, na plantação de Ana Lúcia Bernardes, faltou chuva no período de desenvolvimento da lavoura. No município de Maravilha também faltou chuva. Mesmo assim, teve agricultor que arou a terra. A expectativa é que comece a chover a qualquer momento para que o plantio comece.
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22/07 - Apicultores de SP enfrentam a morte de milhões de abelhas
Pesquisadores divulgam relatório sobre causa das mortes. Na maioria dos casos, o uso de agrotóxicos provocou a mortandade. Apicultores de São Paulo enfrentam a morte de milhões de abelhas Apicultores de São Paulo enfrentam um problema grave: abelhas aparecem mortas, aos milhões. O assunto despertou interesse de pesquisadores de duas universidades paulistas. Só em um sítio em Pirassununga, região central de São Paulo, 50 caixas foram perdidas, o que equivale a quase dois milhões de abelhas mortas em abril. Com tantas perdas, os apicultores paulistas querem saber o que tem provocado as mortes. Em busca dessas respostas, pesquisadores da Unesp e da Universidade Federal de São Carlos coletaram amostras das abelhas mortas. Em 78 cidades de São Paulo, os pesquisadores calculam que quase 255 milhões de abelhas morreram entre os anos de 2014 e 2017, e 107 produtores enfrentaram o problema. Na maioria dos casos, o uso de agrotóxicos provocou a mortandade. Em Rio Claro, o professor e pesquisador da Unesp Rio Claro Osmar Malaspina coordenou a equipe que analisou as abelhas. “Você tem produtos aplicados erradamente, quer dizer, não pode ser aplicado de avião. Você tem produtos que são aplicados na área agrícola e só devem ser usados na área urbana. Você tem produtos que têm uma recomendação de uso de certa quantidade, eles aplicam três, quatro vezes mais. São vários erros de aplicação”. Foram 88 amostras, colhidas nos últimos três anos. Em 59, os cientistas encontraram algum tipo de resíduo químico. Em um grupo, 27 tinham produtos usados fora da lavoura, como veneno para matar formigas. Em 21 amostras os pesquisadores encontraram produtos pro controle de pragas em lavouras e só em 11 não deu para saber o tipo de resíduo. O estudo foi financiado por indústrias do setor de defensivos agrícolas. O pesquisador da Unesp diz que uma forma de evitar prejuízos é melhorar o diálogo entre apicultores e agricultores. “Avisar o vizinho para quando ele [o vizinho] tiver a necessidade de fazer a aplicação do defensivo, que avise com pelo menos 72 horas antes. Aí ele [apicultor] pode tomar algumas providências. Por exemplo, uma das providências é fechar a colônia à noite, no dia anterior à aplicação”, orienta Malaspina. A mortandade prejudica não só o equilíbrio na natureza, como também a produção de alimentos. Segundo pesquisadores, 1/3 de tudo que chega à nossa mesa depende da polinização das abelhas. Quem acumula prejuízos não aguenta mais. “Espero das nossas autoridades alguma providência mais séria, né? Que a agricultura possa trabalhar e eu também possa tirar o meu sustento para a minha família”, diz o apicultor Gilberto Scherma. O relatório da pesquisa foi encaminhado ao Ibama. O instituto informou que está avaliando o assunto.
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22/07 - Pequenas Empresas & Grandes Negócios: contatos de 22/07/2018
Veja como obter informações sobre as empresas citadas no programa. Veja a reportagem: Burocracia afeta o funcionamento das empresas brasileiras WORLD OF HAIR – UNIDADE SANTO AMARO Rua Abel Seixas, 43 – Santo Amaro São Paulo / SP – CEP: 04754-030 Telefone: (11) 5523-0118 www.worldofhair.com.br ACCESS – UNIDADE LAPA Rua do Curtume, 554 - Lapa de Baixo São Paulo / SP – CEP: 05065-001 Telefone: (11) 3612-6070 www.accesscorp.com.br CHIQUINHO SORVETES – UNIDADE TATUAPÉ Rua Melo Freire, s/n – Tatuapé São Paulo - SP, 03314-030 Telefone: (11) 2090-7400 www.chiquinho.com.br SHOPPING METRÔ TATUAPÉ Rua Domingos Agostim, 91 – Tatuapé São Paulo / SP – CEP: 03306-010 www.complexotatuape.com.br PROSPHERA Consultor Haroldo Matsumoto Rua Coronel Marcílio Franco, 524 - Vila Guilherme São Paulo / SP - CEP: 02079-000 Telefone (11) 2306-4516 www.prosphera.com.br Veja a reportagem: Franquia de churros usa negócios de marca dupla para enfrentar a sazonalidade Olha o Churros! Telefone: (19) 3601-8575 Facebook: www.facebook.com/olhaochurrosoficial Instagram: @olhaochurros www.olhaochurros.com.br Veja a reportagem: Clube de assinatura ajuda quem cultiva horta dentro de casa QUINTAL URBANO Av. Guaiba, 1490 - Sabi-Ipanema Porto Alegre /RS – CEP: 91760-740 Telefone: (51) 991128578 / (51) 33122411 www.quintalurbano.com.br Veja a reportagem: Startup cria aplicativo que ajuda na produção de cerveja artesanal PEER2BEER Av. Pompéia, 723 – Pompéia São Paulo/ SP – CEP: 05023-000 Telefone: (11) 3875-5552 App: app.peer2beer.com.br Fanpage: facebook.com/peer2beer / @peer2beer Email: contato@peer2beer.com.br peer2beer.com.br CERVEJOTECA R. Bartolomeu de Gusmão, 40 - Vila Mariana São Paulo – SP - CEP:04111-020 Telefone: (11) 5084-6047 E-mail: contato@cervejoteca.com.br http://www.cervejoteca.com.br/ Veja a reportagem: Startup colombiana cria pratos biodegradáveis e germináveis PALELYCO www.youtube.com/watch?v=z0Ca5b5MgIo#action=share
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22/07 - Startup cria aplicativo que ajuda na produção de cerveja artesanal
Aplicativo reúne quem faz cerveja artesanal, gosta de provar e quem quer incentivar essa produção. Startup cria aplicativo que ajuda na produção de cerveja artesanal Na gíria dos cervejeiros, “panelinhas” são aqueles que fazem cerveja em casa e tem muita gente fazendo isso. E por que não incentivar quem quer produzir cerveja com qualidade? Pensando nisso, um empresário criou um aplicativo que reúne quem faz cerveja artesanal, gosta de provar e quem quer incentivar essa produção. Nos últimos anos, a procura maior pelas cervejas artesanais levou ao surgimento de novas cervejarias. O número de registros aumentou quase 40% em 2017, chegando a um total de 679 estabelecimentos, segundo o Ministério da Agricultura. Produzir cerveja em casa dá trabalho e é bastante manual. Tem que prestar atenção em um monte de detalhe e não tem muita tecnologia envolvida, mas a tecnologia pode ser uma ferramenta para ajudar a divulgar esse trabalho que é tão artesanal. Por isso, o empresário Vitor Cunha criou um aplicativo para aproximar amantes de cervejas, especialistas e os produtores, os panelinhas. “A gente montou uma plataforma para fomentar o mercado e realizar sonhos de cervejeiros caseiros. Dar prioridade para esses caras, ingressar eles dentro do mercado”, explica. A ideia surgiu em 2016, justamente por causa do crescimento do número de cervejarias artesanais. Em 2017, a Dani Garrido, que é sommelier de cerveja, virou sócia: “O panelinha aprende tanto na prática, quando ele é acelerado, como em cursos. A gente tem cursos dentro da plataforma, descontos, fizemos parcerias com alguns institutos pra ele aportar esse conhecimento mesmo quando ele é apoiado”. Para participar do app, o panelinha cadastra a receita e conta um pouco da história da cerveja que está criando. O consumidor analisa e, se gostar da ideia, apoia com R$ 59,90. É só um incentivo, porque o importante é deixar claro que a bebida feita em casa não pode ser comercializada. Marcelo Traldi já apoiou 12 projetos. Ele recebe as garrafas em casa, prova e avalia: “Eles querem a opinião de quem não é do círculo próximo deles, eles buscam nos apoiadores um olhar externo. Eu já peguei cervejas ousadas para os padrões comerciais, que, aliás, foi a melhor cerveja que eu tomei”. Cada ciclo é uma competição. Ganha quem recebe a melhor avaliação de especialistas e consumidores-apoiadores. “As avaliações tanto dos apoiadores quanto dos sommeliers e dos mestres cervejeiros se ponderam ali e tem o melhor avaliado. E esse melhor avaliado é quem é acelerado e produz essa cerveja”, conta Dani. O panelinha que produz a cerveja campeã recebe ajuda para fabricar em maior escala e para agilizar a papelada e poder vender comercialmente. O cervejeiro Bruno Ottaviano, que produziu uma cerveja vermelha, com laranja e chá de hibisco, foi o vencedor no primeiro processo feito pela startup: “Quem tá comprando não necessariamente entende de cerveja. É uma galera que tá começando a comprar cerveja artesanal. Então, aprende dos dois lados: quem tá fazendo e quem tá começando a tomar”. PEER2BEER Av. Pompéia, 723 – Pompéia São Paulo/ SP – CEP: 05023-000 Telefone: (11) 3875-5552 App: app.peer2beer.com.br Fanpage: facebook.com/peer2beer / @peer2beer Email: contato@peer2beer.com.br peer2beer.com.br CERVEJOTECA R. Bartolomeu de Gusmão, 40 - Vila Mariana São Paulo – SP - CEP:04111-020 Telefone: (11) 5084-6047 E-mail: contato@cervejoteca.com.br http://www.cervejoteca.com.br/
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22/07 - Copa do Mundo e uma reflexão sobre produtividade
Parar o trabalho para curtir um momento pode não ser tão prejudicial. A Copa do Mundo da Rússia acabou há uma semana. Já foi discutido tudo que se podia sobre futebol. Mbappé valorizado, Neymar e Messi nem tanto! No mundo do futebol, os negócios ganharam novos contornos. Mas vamos voltar pra mim, você e as empresas do mundo real. O primeiro pensamento que vem à nossa mente é que, de quatro e quatro anos, a produtividade tem uma queda e tanto. Afinal, aqui no Brasil é hábito pararmos pra assistir aos jogos da nossa seleção. Existem aquelas pessoas que acham um absurdo, principalmente levando em conta a situação econômica e política do país que não está das melhores. Mas essa ideia pode ir por terra. A startup Aponte.me, que oferece ponto eletrônico para diversos tipos de empresas, fez um levantamento com os clientes. Das 1.565 empresas que usam o serviço, 71% parou para ver os jogos. Porém, isso não significou deixar o trabalho por fazer. "Nossa pesquisa sobre o comportamento da jornada de trabalho das empresas durante os dias de Copa do Mundo mostrou que quase metade das empresas se planejaram para os jogos, tentando reduzir prejuízos na produtividade com estratégias de compensação", afirma Daniel Godoy, CEO do Apponte.me e responsável pelo levantamento. Das empresas que pararam pra ver as partidas, em 46% os funcionários trabalharam, pelo menos, 20 minutos a mais por dia na quinzena anterior. Um exemplo é a Salmeron Ambiental, empresa que oferece gestão de resíduo sólido. Segundo Giovana Gushiken, responsável pela comunicação da empresa, os planejamentos para a Copa do Mundo começaram em maio, um mês antes do início das partidas. Nos jogos do Brasil que aconteceram de manhã, os funcionários assistiram na empresa. Para os jogos da tarde, a equipe foi liberada uma hora e meia antes. Para isso, não houve horário de almoço e as horas não trabalhadas foram compensadas em um sábado. Giovana diz que não houve queda na produtividade. Funcionários satisfeitos em poder assistir aos jogos tranquilos, não se importaram em trabalhar um pouco mais nos outros dias. Imagina se a empresa obrigasse a todos trabalhar durante o jogo. Será que os funcionários teriam mantido a produtividade? Ou ficariam com a cabeça na Copa, no resultado da partida e perderiam o foco das tarefas que estavam executando? O ponto que eu quero chegar é o seguinte: planejando é possível trabalhar, alcançar resultados e ainda ter um tempinho para relaxar. Produtividade não é trabalhar longas horas, mas conseguir realizar bem uma determinada tarefa. Pense nisso quando for realizar um trabalho e até mesmo empreender. Para estar disponível, com atenção voltada às tarefas necessárias para atingir um certo resultado, é fundamental estar descansado, de corpo e mente. Equilíbrio faz toda diferença!
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22/07 - Clube de assinatura ajuda quem cultiva horta dentro de casa
Eles cultivam as mudas em Gravataí, Região Metropolitana de Porto Alegre, e por enquanto as entregas são feitas apenas na capital gaúcha. Clube de assinatura ajuda quem cultiva horta dentro de casa Hortelã, salsinha, orégano, manjericão e alface. Quem é que não gostaria de ter uma hortinha dessas dentro de casa? Para ajudar quem gosta de mexer com a terra e tem pouco espaço, dois empresários lançaram, em Porto Alegre, o clube de assinatura de horta. Os criadores da empresa são os primos Márcia Carneiro Luiz e o Jerônimo Loureiro. Ela é designer de produtos e administradora de empresas. Ele biólogo. Juntos, montaram a empresa no segundo semestre do ano passado. “A empresa que nós criamos tem muita coisa diferente. Inclusive, um plano de assinatura pra hortas. Vocês podem receber em casa um pack com quatro mudas de plantas alimentícias. Pode ser temperos, chás ou hortaliças” conta Márcia. A empresária conta como a empresa surgiu: “A ideia começou a brotar em agosto de 2017, quando a gente finalizou um plano de negócios relâmpago e apresentou para o primeiro investidor. Ele se apaixonou pela ideia, acreditou em toda a nossa proposta e alavancou o empreendimento com R$ 120 mil. Isso fez com que a gente pudesse produzir os nosso plantários, que foram todos desenhados por nós, e contratar os fornecedores”. Eles cultivam as mudas em Gravataí, Região Metropolitana de Porto Alegre. A sede da empresa fica em um local privilegiado da capital gaúcha, próximo ao rio Guaíba, um cartão postal. “A nossa sede se encontra em um quintal lindo, mas essa não é a realidade de muita gente aqui em Porto Alegre. Por isso, a gente encontrou um nicho de mercado onde a gente pode resolver esse problema, levando hortas pra dentro de apartamentos”, explica Jerônimo. Por enquanto, os empresários só entregam na cidade. As vendas são feitas pelo site. A assinatura mensal sai por R$ 38 para o kit com mudas e R$ 45 reais para o kit com plantas maduras, já prontas para o consumo. A empresa já tem 40 assinantes. Além da assinatura de kits para horta, os empresários já lançaram outros produtos da linha verde: um carrinho para participar de feiras e vender produtos, como os plantários, que podem ser suspensos, com um, dois ou três cachepôs, ou na versão de rodízio, que pode ser levada até o sol. QUINTAL URBANO Av. Guaiba, 1490 - Sabi-Ipanema Porto Alegre /RS – CEP: 91760-740 Telefone: (51) 991128578 / (51) 33122411 www.quintalurbano.com.br
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22/07 - Franquia de churros usa negócios de marca dupla para enfrentar a sazonalidade
Empresa lançou um novo produto, além dos churros: o geladinho gourmet. Franquia de churros usa negócios de marca dupla para enfrentar a sazonalidade O double branding businnes, em português negócios de marca dupla, está sendo adotado no Brasil por empresários que querem evitar queda nas vendas com a mudança da estação, a chamada sazonalidade. Os donos de uma a franquia de churros, criada em 2015, estão antenados com o sobe e desce da economia. No inverno do ano passado, com a queda nas vendas, lançaram uma versão para o consumidor comer em casa. Aí a temperatura subiu e eles perceberam que além da crise tinham que enfrentar outro problema: a sazonalidade. “A gente precisava de algo a mais pra passar esse momento, pro nosso franqueado ter um equilíbrio de faturamento no ano, tanto no verão quanto no inverno”, afirma o empresário Gabriel Rodero. Foi aí que a rede usou o modelo de marca dupla e lançou um novo produto: o geladinho gourmet. O negócio deu certo porque um produto compensa a perda do outro com as mudanças de clima: de um lado churros e do outro o geladinho. Sem aumentar um centímetro do quiosque, agora são duas marcas funcionando na mesma estação. O franqueado pode pegar qualquer sabor de geladinho e rechear com qualquer sabor com a mesma máquina de churros. Por enquanto, o novo modelo de marca dupla está em operação em duas das 25 lojas franqueadas da rede. O investimento para ter a franquia com marca dupla é de R$ 115 mil. Para quem já é franqueado, o custo para adaptar o quiosque é de R$ 40 mil. “São duas fontes de faturamento agora, então ele continuou com o churros e agregou mais 30% de faturamento no lado do geladinho gourmet. A gente acredita em engajamento e ele tem liberdade de fazer projeto. Acreditamos que migração acontece de forma natural, é investimento que a longo prazo se paga”, conclui Gabriel. Olha o Churros! Telefone: (19) 3601-8575 Facebook: www.facebook.com/olhaochurrosoficial Instagram: @olhaochurros www.olhaochurros.com.br
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22/07 - Burocracia afeta o funcionamento das empresas brasileiras
O Brasil é recordista mundial em tempo gasto pelas empresas para pagar impostos. Burocracia afeta o funcionamento das empresas brasileiras A burocracia é um problema conhecido do brasileiro. A palavra vem do francês ‘bureau’ (escritório) + o grego ‘kratos’ (regra). É o excesso de procedimentos para se obter algo. Uma espécie de doença dos órgãos administrativos, que faz muitos estragos sobre os negócios. Para o consultor de negócios, Haroldo Matsumoto, a burocracia roupa tempo, energia, dinheiro e competitividade do empresário: “A gente diz que todo esse esforço não agrega valor. Agrega custos”. O Brasil é recordista mundial em tempo gasto pelas empresas para pagar impostos. E é obrigado por lei a usar espaços para guardar milhões de folhas de papel todos os meses. A burocracia rouba espaço e eficiência das empresas. A burocracia também rouba eficiência das empresas. “O empresário é pressionado por todos os lados. Segundo o Banco Mundial, o empresário brasileiro gasta 1958 horas por ano só para cuidar disso. Podia usar essa energia pro negócio? Sim, para inovar, trazer mais clientes e para cuidar da equipe”, afirma Matsumoto. Uma multinacional encontrou na burocracia brasileira terreno fértil para prosperar. Ela é especializada em gestão de documentos. Enquanto a matriz norte-americana cresce 2% ao ano, a filial brasileira cresce mais de 20%. “A gente faz muito processo aqui para bancos. Um processo desses pra gente vem com 125 páginas. Nos EUA, vem com duas páginas, muito mais eficiente do que aqui”, relata Inon Neves, vice-presidente da empresa para América Latina. Inon arrisca um palpite para essa cultura burocrática brasileira: “Boa parte da burocracia vem da precaução por questão da fraude. A gente tem muita fraude aqui. Acaba tendo pela precaução uma análise mais detalhada”. A burocracia também derruba investimentos, empregos e a competitividade das empresas. O último relatório do Banco Mundial coloca o país na posição 125 em ambiente para negócios em todo o mundo, atrás de países como Argentina e Paraguai. E quem mais sofre são os pequenos empresários. Em um salão de beleza de São Paulo, por exemplo, dificilmente se encontra o dono no local onde ele gostaria de estar: atendendo clientes e cortando cabelos. Com três salões de beleza e 42 funcionários, Gerson Reis passa a maior parte do dia atrás de papéis. “Eu amo cabelo, sou apaixonado, foi aí que eu comecei. Mas para que eu continue crescendo, eu tenho que abrir mão de cuidar das nossas clientes para cuidar da burocracia, para cuidar da nossa papelada”, lamenta. Já o empresário Isaías de Oliveira é dono de uma rede de sorveterias com lojas no Brasil e nos Estados Unidos. Ele diz que lá fora os processos para abrir uma empresa são mais rígidos e demorados. Mas depois que o negócio começa a funcionar, há menos burocracia e menos impostos. Nos últimos anos, o Brasil criou o Simples, o imposto único para empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e o dobro disso para quem exporta. Mas, com as mudanças aplicadas este ano, até uma lei feita para facilitar a vida do empreendedor não perde a chance de complicar. Antes, o empresário pegava faturamento e via a alíquota. Agora, tem que aplicar fórmula matemática para chegar a alíquota efetiva. WORLD OF HAIR – UNIDADE SANTO AMARO Rua Abel Seixas, 43 – Santo Amaro São Paulo / SP – CEP: 04754-030 Telefone: (11) 5523-0118 www.worldofhair.com.br ACCESS – UNIDADE LAPA Rua do Curtume, 554 - Lapa de Baixo São Paulo / SP – CEP: 05065-001 Telefone: (11) 3612-6070 www.accesscorp.com.br CHIQUINHO SORVETES – UNIDADE TATUAPÉ Rua Melo Freire, s/n – Tatuapé São Paulo - SP, 03314-030 Telefone: (11) 2090-7400 www.chiquinho.com.br SHOPPING METRÔ TATUAPÉ Rua Domingos Agostim, 91 – Tatuapé São Paulo / SP – CEP: 03306-010 www.complexotatuape.com.br PROSPHERA Consultor Haroldo Matsumoto Rua Coronel Marcílio Franco, 524 - Vila Guilherme São Paulo / SP - CEP: 02079-000 Telefone (11) 2306-4516 www.prosphera.com.br
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22/07 - CDB: é melhor investir em pré ou pós-fixado?
Pergunta: "se eu farei aportes periódicos em CDB, não é melhor investir em pré do que em pós-fixado? Mesmo que o meu CDB pré-fixado de 5 anos, por exemplo, perca rendimento pela alta da Selic, isso não seria diluído pelo fato de sempre estar comprando novos CDBs com taxas maiores?" CBD: é melhor investir em pré ou pós-fixado?
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22/07 - 10 órgãos abrem inscrições para quase 600 vagas na segunda-feira
Há vagas para todos os níveis de escolaridade Pelo menos 10 órgãos abrem as inscrições nesta segunda-feira (23) para 563 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 12.372,80. Os concursos abertos são para os estados de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina. CONFIRA A LISTA COMPLETA DE CONCURSOS selo concursos opcao 01 Editoria de arte/G1 Veja abaixo os detalhes dos concursos: Câmara Municipal de Araguari (MG) Inscrições: até 26/08/2018 15 vagas Salários de até R$ 3.760,52 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Câmara Municipal de Matozinhos (MG) Inscrições: até 21/08/2018 9 vagas Salários de até R$ 4.772,59 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Cascavel (PR) Inscrições: até 06/08/2018 18 vagas Salários de até R$ 1.940,51 Cargos de nível médio Veja o edital Prefeitura de Matozinhos (MG) Inscrições: até 22/08/2018 361 vagas Salários de até R$ 1.224,84 Cargos de nível médio Veja o edital Prefeitura de Brusque (SC) Inscrições: até 23/08/2018 6 vagas Salários de até R$ 3.003,63 Cargos de nível fundamental Veja o edital Prefeitura de Laguna Carapã (MS) Inscrições: até 03/08/2018 96 vagas Salários de até R$ 12.372,80 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Lontras (SC) Inscrições: até 21/08/2018 35 vagas Salários de até R$ 2.878,36 Cargos de nível superior Veja o edital Câmara Municipal de Otacílio Costa (SC) Inscrições: até 30/08/2018 4 vagas Salários de até R$ 6.652,42 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Santo Antônio do Monte (MG) Inscrições: até 27/07/2018 13 vagas Salários de até R$ 2.473,56 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Prefeitura de Balsa Nova (PR) Inscrições: até 21/08/2018 6 vagas Salários de até R$ 3.367,92 Cargos de nível superior Veja o edital
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22/07 - Criminosos escondem programas maliciosos em imagens hospedadas em blogs do Google
A empresa de segurança Sucuri alertou que invasores digitais estão aperfeiçoando um velho truque usado para esconder códigos maliciosos: ocultar o programa dentro dos chamados metadados de imagens. A novidade, conforme observou a Sucuri, é que as fotos são hospedadas nos servidores do Google, provavelmente no serviço Blogger, que abriga blogs de forma gratuita. As imagens não são capazes de infectar o computador ao serem visualizadas, porque elas não exploram nenhum tipo de vulnerabilidade. Em vez disso, o objetivo dos criminosos é esconder a presença dos códigos maliciosos em arquivos confiáveis e em um local confiável. Os metadados da imagem, que abrigam o código malicioso, não criam nenhuma diferença visual na imagem e estão codificados. Dessa forma, a imagem parece completamente normal e inofensiva ao ser aberta no navegador ou visualizada em um editor de imagens. No entanto, quando corretamente processada, a imagem se transforma em um novo componente malicioso que pode ser usado em um ataque. Imagens são arquivos confiáveis, por serem normalmente inofensivos, e os servidores do Google também são considerados confiáveis. Isso reduz a chance de que o download seja bloqueado ou que uma anomalia seja detectada após o início de uma invasão. Um truque muito semelhante foi usado pelo vírus VPNFilter, que rendeu um alerta do FBI. O VPNFilter ataca roteadores e não tem relação com o novo caso descrito pela Sucuri, exceto por ambos esconderem códigos maliciosos em arquivos de imagem. O VPNFilter também não utilizava o armazenamento no Google. Os arquivos de imagens são baixados depois que os invasores já conseguiram atacar um sistema, normalmente um servidor web (um computador, que normalmente pertence a uma empresa, que abriga páginas de internet). O código permite que os hackers executem comandos no servidor invadido, o que pode viabilizar o roubo de dados ou contaminar os sites com códigos para atacar os visitantes. Como as imagens maliciosas são arquivos válidos, serviços que abrigam imagens precisam ter cuidado e adotar novas políticas que permitam que esses arquivos sejam denunciados. No momento, existem procedimentos para remover imagens com conteúdo inadequado ou ilícito, mas a análise feita após a denúncia normalmente não inclui os metadados da imagem -- que é onde o código malicioso fica armazenado. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
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21/07 - Deveríamos dedicar menos tempo ao trabalho? Conheça os malefícios de exagerar na jornada
Pessoas que tiram menos de dez dias de férias por ano têm mais chances de receber um aumento ou bônus em três anos, de acordo com pesquisa. Por lei, todo país da União Europeia tem pelo menos quatro semanas de férias pagas, e a Itália tem dez feriados adicionais Getty Images Quando me mudei de Washington para Roma, uma cena me marcou mais do que qualquer basílica romana: a de pessoas sem fazer nada. Eu costumava ver idosas na janela observando pessoas passarem ou famílias em passeios noturnos parando de vez em quando para cumprimentar amigos. Até a vida de escritório era diferente. Esqueça o sanduíche do lado do computador. Na hora do almoço, restaurantes ficam lotados de trabalhadores fazendo uma refeição decente. Desde o século 17, já se fala no estereótipo da "preguiça" italiana. E esta não é a história toda. Os mesmos que dirigiam para casa em scooters na hora no almoço voltavam ao escritório para trabalhar até às 20h. Mesmo assim, a aparente crença no equilíbrio entre trabalho duro e il dolce far niente, ou "a doçura de não se fazer nada", sempre me intrigou. Até porque não fazer nada soa como o oposto de ser produtivo. E produtividade, seja criativa, intelectual ou industrial, é a principal forma de se usar o tempo. Mas à medida que preenchemos nossos dias com mais e mais afazeres, muitos de nós estamos descobrindo que a atividade ininterrupta não é o ápice da produtividade. É sua adversária. Pesquisadores estão notando que o trabalho após uma jornada de 14 horas não é apenas de pior qualidade, mas que esse padrão está prejudicando a criatividade e a cognição. Ao longo do tempo, isso pode nos deixar fisicamente doentes - e, ironicamente, fazer-nos sentir que não temos propósito. Pense no trabalho mental como fazer flexões, diz Josh Davis, autor de Two Awesome Hours (Duas horas incríveis, em tradução livre). Digamos que você queira fazer dez mil repetições. A maneira mais "eficiente" seria fazer todas de uma vez, sem intervalo. Mas sabemos instintivamente que isso é impossível. Em vez disso, se fizéssemos apenas algumas flexões intercaladas com outras atividades durante algumas semanas, chegar a dez mil seria mais viável. "O cérebro é como um músculo nesse caso", escreve Davis. "Se estabelecermos as condições inadequadas com trabalho constante, vamos realizar pouco. Mas se estabelecermos as condições certas, provavelmente não há quase nada que não possamos fazer". Fazer ou morrer Muitos de nós, no entanto, não costumam entender nossos cérebros como músculos, mas como um computador: uma máquina capaz trabalhar constantemente. Isso não é apenas falso, mas se forçar a trabalhar por horas sem descanso pode ser prejudicial, dizem especialistas. Um estudo descobriu que um empresário que tirava menos folgas na meia-idade tinha mais chances de morrer mais cedo e ter uma saúde pior quando envelhecia Getty Images "A ideia de que você consegue estender indefinidamente o seu tempo de foco e produtividade a esses limites arbitrários está errado. É autodestrutivo", diz o cientista Andrew Smart, autor de Autopilot (Piloto automático, em tradução livre). "Se você produz constantemente essa dívida cognitiva, quando sua fisiologia diz 'preciso de uma pausa' e você continua forçando-a, então você vai ter essa resposta de estresse crônico - e, com o tempo, isto é bastante perigoso". Uma metanálise descobriu que trabalhar por muitas horas aumenta o risco de doença cardíaca em 40% - quase tanto quanto fumar (50%). Outro estudo mostrou que pessoas que trabalhavam muito tinham um risco bem maior de derrame. E mais um apontou que os que trabalhavam mais de 11 horas por dia tinham 2,5 vezes mais chances de episódios depressivos do que os que trabalhavam sete ou oito. No Japão, isso levou a uma tendência preocupante conhecida como karoshi - ou morte por trabalho excessivo. Será que significa que você deveria tirar férias mais longas? Provavelmente sim. Um estudo com empresários de Helsinque, capital da Finlândia, mostrou que, ao longo de 26 anos, executivos e empresários que tiravam menos férias na meia-idade tinham mais chances de morrer mais cedo ou ter piores condições de saúde na velhice. Estudo americano descobriu que pessoas que tiram menos de dez dias de férias por ano têm mais chances de receber um aumento. Getty Images As férias também podem valer a pena financeiramente. Um estudo com mais de 5 mil trabalhadores americanos descobriu que pessoas que tiram menos de dez dias de férias por ano têm uma em três chances de receber um aumento ou bônus em três anos. E as que tiravam mais de dez? Duas em três chances. Obsessão por produtividade É fácil pensar que eficiência e produtividade são uma obsessão nova. Mas o filósofo Bertrand Russell discordaria disso. "Será dito que, embora um pouco de lazer seja agradável, os homens não saberiam como preencher seus dias se tivessem apenas quatro horas de trabalho das 24 (do dia)", escreveu Russell em 1932, acrescentando que "isso não teria sido verdade em qualquer período anterior. Antes havia uma capacidade de despreocupação e diversão que foi de certa forma inibida pelo culto da eficiência. O homem moderno pensa que tudo deve ser feito para o bem de outra coisa, e nunca para o seu próprio bem". Dito isso, algumas das pessoas mais criativas e produtivas perceberam a importância de se fazer menos. Elas tinham uma forte ética de trabalho - mas também permaneceram dedicadas a descansar e se divertir. "Trabalhe numa tarefa por vez até acabá-la", escreveu o artista e escritor Henry Miller em seus 11 mandamentos para escrever. "Pare no horário determinado!... Continue a ser um humano! Veja pessoas, vá a lugares, beba se você quiser". Até mesmo um dos nomes mais importantes dos EUA e um modelo de trabalho duro, Benjamin Franklin, devotou tempo à ociosidade. Ele tirava duas horas de almoço por dia, tinha noites livres e dormia bem. Em vez de trabalhar ininterruptamente em sua carreira como dono de tipografia - o que pagava suas contas -, Franklin usava "grande parte do tempo" em hobbies e socialização. "De fato, os mesmos interesses que o tiravam de sua profissão levaram-no a conhecer muitas coisas maravilhosas pelas quais ele é conhecido, como inventar o fogão de Franklin e o pára-raios", escreveu Davis. Até em nível global, não há uma correlação clara entre a produtividade do país e a média de horas trabalhadas. Com uma jornada de 38,6 horas por semana, por exemplo, o empregado americano médio trabalha 4,6 horas a mais que um norueguês. Mas pelo PIB, os trabalhadores noruegueses contribuem o equivalente a US$ 78,70 (R$ 291) por hora - comparado com US$ 69,60 (R$ 257) dos americanos. E a Itália, o berço de il dolce far niente? Com uma média de 35,5 horas de trabalho por semana, ela produz quase 40% mais por hora do que a Turquia, onde as pessoas trabalham uma média de 47,9 horas por semana. Ela se aproxima até do Reino Unido, onde as pessoas trabalham 36,5 horas. Todos os intervalos para o café, ao que parece, não são ruins. Onda cerebral Hoje temos oito horas de trabalho por dia porque as empresas descobriram que cortar algumas horas da jornada tem um efeito reverso ao esperado: aumenta a produtividade. Na Revolução Industrial, era comum trabalhar por dez a 16 horas por dia. A fabricante de automóveis Ford foi a primeira a experimentar um turno de oito horas - e notou que os trabalhadores eram mais produtivos no total. Em dois anos, suas margens de lucro dobraram. Se oito horas de trabalho são mais produtivas que dez, então menos horas funcionariam melhor? Talvez. Para pessoas com mais de 40 anos, uma pesquisa mostrou que a jornada de 25 horas por semana é o limite ideal para a cognição. A Suíça recentemente experimentou o modelo de seis horas e percebeu uma melhora na saúde e produtividade. Isto parece só confirmar como as pessoas já se comportam no trabalho. Um questionário com quase 2 mil profissionais de escritórios no Reino Unido mostrou que eles eram produtivos por apenas duas horas e 53 minutos do total de oito horas. O resto do tempo era gasto com redes sociais, leitura de notícias e conversas com colegas não relacionadas ao trabalho, alimentação e até a busca por um novo emprego. Nossa capacidade de foco é ainda menor quando estamos sendo pressionados além de nossa capacidade. Pesquisadores como o psicólogo K. Anders Ericsson, da Universidade de Estocolmo, descobriram que os intervalos são mais necessários do que parecem. A maioria das pessoas aguenta apenas uma hora sem descansar. E muitos no topo, como músicos de elite, autores e atletas, nunca dedicam mais do que cinco horas por dia sistematicamente à profissão. Outro hábito compartilhado? Uma "crescente tendência de tirar cochilos restauradores", escreve Ericsson. Segundo estudos, os intervalos ajudam a manter o foco e a performar em alto nível. Não tirá-los pode reduzir a performance. Virginia Woolf escreveu Ela não queria se mover ou falar. Ela queria descansar, deitar, sonhar. Ela se sentia cansada Getty Images Descanso ativo Mas "descansar", como alguns pesquisadores ressaltam, não é necessariamente a melhor palavra para o que estamos fazendo quando pensamos que não estamos fazendo nada. A parte do cérebro ativada quando não estamos fazendo "nada" é conhecida como rede de modo padrão (DMN, na sigla em inglês), que tem um papel central na consolidação da memória e visualização de possibilidades futuras. Também é a área cerebral ativada quando as pessoas estão observando outras, pensando sobre si próprias, fazendo julgamentos morais ou processando as emoções de outras pessoas. Em outras palavras, se esta rede fosse desligada, teríamos dificuldade de lembrar ou prever as consequências, compreender interações sociais, agirmos eticamente ou termos empatia por outros - todas as coisas que nos tornam não apenas funcionais no trabalho, mas na vida. "Ela ajuda a reconhecer a importância mais profunda das situações. Ela ajuda a fazer sentido das coisas. Quando você não está fazendo sentido das coisas, você só está reagindo e agindo no momento, você está sujeito a muitos tipos de comportamentos e crenças cognitivos e emocionais inadequados", diz Mary Helen Immordino-Yang, neurocientista e pesquisadora do Instituto do Cérebro e da Criatividade na Universidade do Sul da Califórnia, nos EUA. Também não conseguiríamos criar novas ideias e conexões. Berço da criatividade, o DMN se ativa quando estamos fazendo associações entre assuntos aparentemente não relacionados ou tendo ideias originais. É ainda o lugar onde os momentos "ah-ha" acontecem - o que significa que se, como Arquimedes, você teve sua última boa ideia no banho ou durante uma caminhada, você deve agradecer à biologia. Talvez o mais importante de tudo é que se não dermos atenção ao nosso interior, perdemos um elemento crucial de felicidade. "Muitas vezes estamos apenas fazendo coisas sem buscar sentido para aquilo", diz Immordino-Yang. "Quando você não consegue relacionar suas ações a uma causa maior, ao longo do tempo elas irão parecer sem propósito, vazias e não conectadas com seu 'eu' mais amplo. E, ao longo do tempo, não ter um propósito está relacionado a não ter saúde psicológica e fisiológica ideais". Mente de macaco Mas qualquer um que já tentou meditar sabe que não fazer nada é surpreendentemente difícil. Quantos de nós, depois de 30 segundos de inatividade, pegamos o celular? Isso nos deixa tão desconfortáveis que preferimos até nos machucar. Literalmente. Em 11 estudos diferentes, pesquisadores viram que os participantes preferiram fazer qualquer coisa - até receber choques elétricos - a não fazer nada. E eles sequer precisavam ficar inativos por muito tempo: entre seis e 15 minutos. A boa notícia é que você não precisa fazer absolutamente nada para colher os benefícios disso. Descansar é importante, mas a reflexão ativa também. É quando você mastiga um problema ou pensa sobre uma ideia. Se você estiver bem intencionado, poderá ativar sua DMN até se estiver pasando tempo nas redes sociais. "Se você está apenas olhando para uma foto bonita, ela (DMN) é desativada. Mas se está fazendo uma pausa e permitindo a si mesmo imaginar uma história sobre por que a pessoa na foto está se sentido daquela forma, criando uma narrativa ao seu redor, então você pode até estar ativando essa rede", diz a pesquisadora. Também não é preciso muito tempo para reverter os efeitos prejudiciais da atividade constante. Quando adultos e crianças foram mandados ao ar livre, sem qualquer equipamento, por quatro dias, a performance deles numa tarefa que envolvia criatividade e solução de problema melhorou em 50%. Até sair para uma caminhada, de preferência ao ar livre, aumentou bastante a criatividade. Outro método bastante eficaz para reverter esse prejuízo é a meditação: apenas uma prática por semana para indivíduos que nunca meditaram, ou uma simples seção aos praticantes experientes, pode melhorar criatividade, humor, memória e foco. Outras tarefas que não exigem 100% de concentração também podem ajudar, como tricotar ou rabiscar. Como Virginia Woolf escreveu em Um Quarto só para Si: "Desenhar foi uma maneira ociosa de terminar uma manhã de trabalho pouco produtiva. Ainda assim é na ociosidade, em nossos sonhos, que a verdade submersa às vezes vem ao topo". Tempo livre Seja distanciando-se de sua mesa por 15 minutos ou desconectando a sua caixa de e-mail à noite, parte de nossa dificuldade de desconectar tem a ver com controle - o medo de que se relaxarmos por um momento, tudo o que construímos irá por água abaixo. Isso está errado, diz a poeta, empreendedora e "life coach" Janne Robinson. "A metáfora que gosto de usar é a da fogueira. Por exemplo, lançamos um negócio e um ano depois começamos a pensar quando poderemos tirar uma semana de folga ou se devemos contratar alguém. Muitos de nós não confiaria nos outros para assumir o controle. Ficamos achando que o fogo vai se apagar", explica. "E se confiássemos que a brasa é tão forte que podemos ir embora e alguém só precisa jogar madeira de vez em quando para que as chamas continuem a queimar?", sugere. Não é algo fácil para quem sente que temos constantemente que "produzir". Mas, para se fazer mais, parece que precisamos nos sentir confortáveis em fazer menos.
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21/07 - Novo exame psicotécnico do concurso da Sedurb acontece neste domingo em João Pessoa
Exame anterior foi anulado por irregularidades. Mais de 230 candidatos foram convocados para o novo exame que acontece no Lyceu Paraibano. Concurso da Sedurb de João Pessoa oferece 70 vagas Francisco França/Jornal da Paraíba/Arquivo Os novos exames psicotécnicos do concurso da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) de João Pessoa acontecem neste domingo (22) para mais de 230 candidatos. O exame anterior foi anulado após denúncias de irregularidades e uma nova prova foi marcada. Confira a lista dos candidatos convocados para o exame Segundo a convocação, as provas acontecem no Lyceu Paraibano, em João Pessoa. Os candidatos devem chegar com pelo menos uma hora de antecedência ao horário de fechamento dos portões, às 8h15. A avaliação começa às 8h30. Conforme o novo cronograma do concurso, o resultado preliminar e a consulta ao agendamento da entrevista devolutiva vai ser divulgado no dia 31 de julho. A devolutiva está prevista para acontecer no dia 5 de agosto, com pedido de revisão nos dias 6 e 7 de agosto. Irregularidades Os candidatos considerados inaptos no exame psicotécnico denunciaram ao Ministério Público da Paraíba (MPPB), no dia 6 de junho, supostas irregularidades na realização e correção do exame. Entre elas, estava o teste que foi aplicado e que estaria invalidado pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP). No dia 3 de julho, um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) foi firmado entre o MPPB, o Conselho Regional de Psicologia, a Prefeitura de João Pessoa e o Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo (Ibade) - empresa organizadora do concurso. Conforme o documento, as partes se comprometeram a cumprir o que foi estabelecido, seguindo a regras do Conselho Regional de Psicologia e utilizando testes atualizados para a avaliação dos candidatos. O concurso da Sedurb oferece 70 vagas para candidatos que concluíram o nível médio, sendo quatro delas destinadas a pessoas com deficiência. O salário inicial para os novos contratados é de R$ 1.238,37.
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21/07 - Ministro francês chama os EUA 'à razão' e pede que 'respeitem seus aliados' comerciais
'Americanos e europeus são aliados. Não conseguimos entender o porquê nós, europeus, seremos afetados pelo aumento de tarifas comerciais decidido pelos EUA', disse ministro francês da Economia. A União Europeia vê com preocupação a guerra comercial que começou após o aumento de tarifas decidido pelos Estados Unidos, declarou neste esábado (21) o ministro francês da Economia e Finanças, Bruno Le Maire, pedindo a Washington que seja razoável e "respeite" seus aliados comerciais. "Todos, em particular os países europeus, temos uma preocupação com a guerra comercial que começou há algumas semanas. Só haverá perdedores nesta guerra, que destruirá empregos e afetará o crescimento mundial", expressou Le Maire em entrevista exclusiva à AFP antes da reunião de ministros da Economia e presidente de bancos centrais do G20 neste sábado e domingo em Buenos Aires. "Fazemos um chamado à razão aos Estados Unidos, que respeite as regras multilaterais e respeite seus aliados", enfatizou. "Americanos e europeus são aliados. Não conseguimos entender o porquê nós, europeus, seremos afetados pelo aumento de tarifas comerciais decidido pelos Estados Unidos", disse o ministro em referência à decisão de Washington de impor tarifas adicionais ao aço e ao alumínio, primeiro passo de uma polêmica estratégia com a qual o governo de Donald Trump busca, em particular, combater o déficit comercial de seu país com a China. União Europeia anuncia medidas para combater efeitos de tarifas dos EUA ao aço "O que queremos é reformar o multilateralismo comercial. O comercial mundial não pode se basear na lei da selva", acrescentou o ministro francês. A UE e a China acordaram nesta semana a conformação de um grupo de trabalho para analisar uma reforma da paralisada Organização Mundial do Comércio (OMC). "A forma de solucionar os problemas é um diálogo entre Estados Unidos, Europa e China", advogou Le Maire, enquanto aumenta a preocupação sobre o impacto das medidas americanos e suas recíprocas de China, UE, Canadá e México sobre o crescimento mundial. Entenda a escalada da guerra comercial no mundo. Juliane Almeida/G1
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21/07 - Migração, desemprego e desenvolvimento, segundo Harris e Todaro
Ao longo da história, a vida no campo foi essencial para a produção de alimentos e o sustento da humanidade. Mas com o desenvolvimento das sociedades e do capitalismo houve uma mudança drástica: o surgimento das cidades. Fortemente ligadas ao comércio, tiveram um desenvolvimento rápido e descontrolado, atraindo muitos camponeses, que viam nelas a oportunidade de uma vida mais confortável. No Brasil, o processo foi mais forte entre as décadas de 1960 e 1980, mas ainda é intenso em países como a China e Índia. A promessa de uma vida melhor na área urbana, no entanto, nem sempre corresponde à realidade. Muitas vezes o migrante acaba nas periferias das cidades, vivendo em condições precárias. Essa disparidade entre expectativa e realidade levou John R. Harris e Michael Todaro a escreverem o artigo: “Migration, Unemployment and Development: A Two-Sector Analysis”, publicado em 1970 na prestigiada The American Economic Review. A China, com a forte industrialização e crescimento econômico das últimas décadas, desde 2010 é majoritariamente urbana. Já a Índia viu sua população urbana aumentar mais de seis vezes, passando de 62 milhões de pessoas em 1951 para 377 milhões em 2011. Esta numerosa e descontrolada migração está acompanhada nos dois países de problemas sociais como a marginalização de parte dos recém-chegados às cidades, que, sem trabalho, também não conseguem voltar para o campo, engrossando as fileiras de desempregados. Ainda assim, com exceção das raras épocas em que aumenta a renda no campo, é válido para o trabalhador arriscar a vida nas cidades, considerada a disparidade de salários. Como apontam os dois autores, a migração só cessa quando a renda de um lugar supera a de outro. Para lidar com os prós e contras, Harris e Todaro recorrem ao salário sombra. É um conceito usado para representar a melhoria de vida na cidade esperada pelo trabalhador rural ao se mudar para a cidade. Na China, um estudo do jornal Washington Post mostrou que, ao se mudar dos vilarejos para as cidades, os trabalhadores passavam a ganhar quase 2,5 vezes a mais. No entanto, a falta de regulamentação do trabalho, assim como a discriminação, os obrigava muitas vezes a trabalhar em condições precárias e em longas jornadas, uma situação pior do que a vivida no campo. Em um mundo cada vez mais globalizado e urbano, o alerta de John R. Harris e Michael Todaro ganha crescente importância. A migração interna traz ganhos e problemas para as cidades e seus novos moradores. Resta, no entanto, enfrentar suas consequências negativas. * Post em parceria com André Szapiro e Caio Rodrigues Santini, graduandos em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas e consultores da Consultoria Júnior de Economia da EESP-FGV. Para saber mais sobre a CJE, acesse: http://cjefgv.com
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21/07 - JBS suspende produção em fábrica de processamento de carne suína em Iowa após tornado
Os animais que deveriam ir para Marshalltown serão desviados para outras unidades da JBS em Iowa e Illinois. A JBS USA interrompeu nesta sexta-feira (20) a produção em sua fábrica de processamento de carne suína em Marshalltown, no Estado norte-americano de Iowa, depois que um tornado atingiu a unidade na noite de quinta-feira, disse a empresa. "Nós não vamos colocar a fábrica em atividade hoje, enquanto avaliamos os danos e damos tempo aos integrantes da nossa equipe para cuidarem de suas famílias e questões pessoais", disse Cameron Bruett, representante da JBS, em comunicado enviado por email nesta sexta-feira. Nenhum ferimento foi relatado, acrescentou. A unidade tem uma capacidade de abate estimada em 20 mil suínos por dia, de acordo com dados do setor e comerciantes. "Marshalltown é a única fábrica de processamento afetada e ficará fechada até pelo menos segunda-feira", disse um comerciante local de suínos. Os animais que deveriam ir para Marshalltown serão desviados para outras unidades da JBS em Iowa e Illinois, acrescentou. Um comerciante de suínos de Illinois disse à Reuters que a JBS talvez compense o tempo em que Marshalltown está fechada processando alguns suínos no sábado em "algumas outras fábricas. E então eles vão ver se conseguem voltar à ativa e abater na semana que vem".
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21/07 - CCR anuncia Leonardo Vianna como novo presidente
Vianna assume o comando da empresa em meio a investigações sobre suposta participação da CCR em esquema de corrupção. A empresa de concessões de infraestrutura CCR anunciou nesta sexta-feira (20) a nomeação de Leonardo Vianna como novo presidente-executivo, em substituição a Renato Vale, que deixa a companhia que presidiu desde a fundação há duas décadas. Segundo a CCR, a mudança faz parte do processo de sucessão iniciado em 2014. Vianna, que presidia a divisão CCR Mobilidade, assume a partir de 31 de julho. A CCR Mobilidade será dirigida por Italo Roppa, que presidia a unidade CCR Rodovias SP e será substituído no cargo por Paulo César de Souza Rangel, deixando a presidência da CCR ViaOeste e CCR Rodoanel. A empresa, que nasceu com foco na concessão de rodovias pedagiadas, nos últimos anos tem procurado diversificar seu leque geográfico e de negócios, entrando em mobilidade urbana e no segmento aeroportuário. Em junho, a CCR pagou US$ 60 milhões para ampliar para 100% sua fatia na concessão do aeroporto de San José, na Costa Rica. Vianna assume o comando da empresa em meio a investigações sobre suposta participação da CCR em esquema de corrupção. O empresário Adir Assad teria afirmado em delação premiada, dentro da operação Lava Jato, que pagou comissão ao ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, em esquema de corrupção que teria envolvimento da CCR, negado pela empresa. A ação da CCR fechou esta sessão em alta de 4,66%, um dos maiores avanços do Ibovespa, que subiu 1,4%. Movimento na RJ-124 Divulgação/CCR Lagos
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21/07 - Apple Watch e Fitbit podem ser afetados pelas novas tarifas dos EUA
Aparelhos estão em lista para se enquadrarem na classificação de máquinas de transmissão de dados. A última rodada de tarifas dos Estados Unidos sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses podem atingir o Apple Watch, rastreadores de saúde, caixas de som e outros acessórios montados na China, segundo regras governamentais de tarifas. Em foto de arquivo, Kevin Lynch, vice-presidente da tecnologia, apresenta sistema operacional do Apple Watch Stephen Lam/Reuters As regras citam o relógio da Apple, vários rastreadores de atividade física da Fitbit e auto-falantes da Sonos. Enquanto os produtos tecnológicos mais vendidos, como celulares e notebooks, enfrentam pouco perigo de serem atingidos por taxas de importação, os regimentos das tarifas mostram que os fabricantes de acessórios não devem ser poupados e talvez tenham que considerar aumentar os preços de produtos usados por milhões de consumidores todos os dias. Guerra comercial: entenda a piora da tensão entre EUA e outras potências Os aparelhos estão na lista da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA para se enquadrarem na classificação obscura de máquinas de transmissão de dados na extensa lista de códigos tarifários dos EUA. Essa classificação está inclusa nos mais de 6 mil códigos na mais recente rodada de tarifas propostas pelo presidente Donald Trump. Produto da Fitbit Divulgação Essa lista de tarifas de US$ 200 bilhões está em uma fase de comentários públicos. Porém, se entrar em efeito na primavera, os produtos da Apple, Fitbit e Sonos podem sofrer tarifas de 10%. Os produtos listados nas regras da alfândega são o Apple Watch original, os modelos Charge, Cherge HS e Surge da Fitbit e os auto-falantes Play:3, Play:5 e SUB da Sonos. As três empresas se recusaram comentar sobre a lista de tarifas. Mas, em seu documento no começo do mês para se tornar uma empresa de capital aberto, a Sonos disse que "a imposição de tarifas e outras barreiras comerciais, assim como medidas comerciais de retaliação, podem tornar necessário o aumento dos preços dos nossos produtos e prejudicar nossas vendas." Entenda a escalada da guerra comercial no mundo. Juliane Almeida/G1
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20/07 - Preço da gasolina sobe após seis semanas seguidas de queda, diz ANP
Já o valor do diesel terminou a semana em queda, para a média de R$ 3,38 por litro; desde o começo da greve dos caminhoneiros, valor nas bombas caiu R$ 0,21. O preço da gasolina nas bombas subiu após seis semanas consecutivas de queda. É o que apontam dados divulgados nesta sexta-feira (20) Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP). Já o valor médio do diesel para o consumidor final caiu. Segundo a ANP, o preço da gasolina subiu 0,13% na semana, para R$ 4,50 por litro, em média. Já o custo do diesel nas bombas teve queda de 0,23% na semana, para R$ 3,38. No mesmo período, a Petrobras baixou o preço da gasolina nas refinarias em R$ 0,04, ou cerca de 1,8%, seguindo sua política de reajuste de preços com o objetivo de acompanhar as cotações internacionais. De acordo com a empresa, as decisões de subir ou baixar os preços nas refinarias dependem de fatores como o câmbio e o preço do barril de petróleo. O repasse ou não para o consumidor final depende dos postos. Entenda a composição do preço da gasolina e o que diz a Petrobras Já o valor do diesel permanece congelado nas refinarias, conforme acordo feito para encerrar a greve dos caminhoneiros. Desde o dia anterior ao início dos protestos, o preço médio do diesel calculado pela ANP recuou R$ 0,21 até agora – ainda abaixo dos R$ 0,46 previstos pelo governo no acordo feito com os caminhoneiros para encerrar a greve. No ano, o preço médio da gasolina calculado pela ANP já acumula alta de 9,7% - uma variação bem maior que a inflação esperada para o ano, de 4,15%. Já o diesel tem alta acumulada de 1,6%. A ANP divulga semanalmente o preço médio por litro do diesel nos postos, com dados coletados em 459 municípios pesquisados. Os valores representam uma média calculada pela ANP. Os preços, portanto, variam de acordo com a região pesquisada. Etanol e gás de cozinha Bombas de gasolina em posto na zona sul de São Paulo Marcelo Brandt/G1 Na passada, o preço do etanol caiu 1,17%, para R$ 2,775, em média. Foi a sexta semana seguida de queda. Em 2018, o preço médio do etanol já caiu 4,7%. Da mesma maneira como ocorre com a gasolina e o diesel, o valor representa uma média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos, e, portanto, os preços podem variar de acordo com a região. Já o preço do botijão de gás de cozinha ficou quase estável, com recuo de 0,01% na semana, para a média de R$ 68,68. No ano, há alta acumulada de 1,9%.
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