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18/01 - Safra de café do Brasil deve ter alta de 16,8% em 2022; clima reduz produtividade
Por outro lado, volume estimado de 55,7 milhões de sacas de 60 kg está abaixo do recorde alcançado em 202, último ano em que o café teve ciclo de alta. Café, xícara, grão Pixel2013/Pixabay/Creative Commons CC0 A safra de café do Brasil em 2022 deve alcançar 55,7 milhões de sacas de 60 kg, estimou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta terça-feira em sua primeira previsão para a temporada, citando efeitos negativos do clima de 2021. A estimativa representa um acréscimo de 16,8% em relação ao ano passado, devido à bienalidade positiva do ciclo atual, mas está abaixo do recorde alcançado em 2020 -- último ano em que o café teve ciclo de alta. "A queda na produção neste ano, quando comparada com 2020, é reflexo das condições climáticas adversas registradas principalmente entre os meses de julho e agosto em 2021", disse a Conab em relatório. "A estiagem e as geadas ocorridas com maior intensidade nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Paraná, impactaram nas condições fisiológicas dos cafezais", acrescentou. Leia também: Exportação de café do Brasil cai 9,7% em 2021; setor perdeu US$ 465 milhões por problemas de transporte Veja os tipos de cafeteira e como escolher a ideal para você Com isso, a companhia acredita que as produtividades, em especial do café arábica, deverão ter o potencial produtivo limitado. Ainda assim, a produção para esta variedade deve avançar em 23,4% em relação à safra anterior, para 38,78 milhões de sacas. Para o grão do tipo conilon, a expectativa é de um novo recorde com a colheita estimada em quase 17 milhões de sacas. "O aumento de 4,1% em relação à safra anterior combina a elevação da área plantada estimada em 3%, passando de 375,2 mil hectares para 389,1 mil hectares, e uma ligeira melhora na produtividade de 0,4%, saindo de 43,4 sacas colhidas por hectare cultivado para 43,6 sc/ha." A área total destinada à cafeicultura, quando consideradas as duas variedades, está estimada em 2,23 milhões de hectares, alta de 1,7% sobre o ciclo anterior. Considerando apenas as lavouras em produção, o índice fica próximo da estabilidade e soma 1,824 milhão de hectares. Outros 416,7 mil hectares são cafezais em formação, alta de 6,4% no comparativo anual. Já em relação a 2020, o crescimento para estas áreas que não registram produção chega a 50%. Para o diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, Sergio De Zen, o elevado aumento da área em formação mostra os efeitos dos problemas climáticos vistos no ano passado. "A estiagem e as baixas temperaturas exigiram um manejo de poda mais intenso, conduzindo uma área significativa de café para produção somente na safra 2023 ou 2024", disse ele em nota. Mercado A Conab ainda disse que o cenário deste início de ano é de restrição da oferta de café no mercado interno, influenciado pela redução na produção em 2021, demanda exportadora aquecida e pelo período de entressafra. "Mesmo com a maior produção estimada no país em 2022, a tendência é que os preços do produto se mantenham pressionados, uma vez que é esperada uma redução nos estoques mundiais de café para o ciclo 2021/22. Este panorama de preços elevados estimula as vendas externas", afirmou a companhia. "Apenas em 2021, o Brasil exportou cerca de 42,4 milhões de sacas de 60 quilos de café verde, o que representa um recuo de 3,3% em relação ao volume exportado no ano anterior, mas um aumento na receita de 15,3%, chegando a 6,4 bilhões de dólares", acrescentou. A Conab ainda destacou que em 2020 o país registrou o recorde de vendas ao mercado externo, favorecido naquele ano pela maior produção já registrada no Brasil.
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18/01 - Ministério da Economia suspende concurso para 2.130 vagas temporárias
São 300 vagas imediatas e 1.830 para formação de cadastro de reserva em cargos de nível médio e superior. O Ministério da Economia decidiu suspender o processo seletivo para 300 vagas imediatas e 1.830 para formação de cadastro de reserva em cargos de nível médio e superior. As vagas são para Brasília. Os salários vão de R$ 1.700 a R$ 6.130. Veja o edital no Instituto de Desenvolvimento Institucional Brasileiro (IDIB) No comunicado no site da organizadora, é informado que o processo seletivo "encontra-se suspenso temporariamente por ordem do Ministério da Economia por motivo de interesse público. Os candidatos devem continuar acompanhando as informações inerentes ao certame através da publicação de Aditivos e/ou Editais por meio do site do IDIB - www.idib.org.br". Veja as vagas do concurso: Analista de Negócios (nível superior em qualquer área acrescido de formação complementar -pós-graduação strictu-sensu ou lato-sensu - nas áreas de Administração Pública, Direito, Ciências Contábeis ou Economia, ou experiência profissional superior a três anos nas atividades a serem desenvolvidas): 40 vagas imediatas e 270 para cadastro; salário de R$ 6.130 Analista técnico de demandas previdenciárias, judiciais e de controle (nível superior em qualquer área): 145 vagas imediatas e 870 para cadastro; salário de R$ 3.800 Técnico em atividades previdenciárias e de apoio (nível médio): 115 vagas imediatas e 690 para cadastro; salário de R$ 1.700 O prazo de duração dos contratos será de até 1 ano, podendo ser prorrogado até o limite máximo de 5 anos. As inscrições estavam previstas para terminar em 14 de fevereiro pelo site https://www.idib.org.br/. A taxa era de R$ 54 para nível médio e de R$ 64 para nível superior. As provas objetivas estavam previstas para 3 de abril, na cidade de Brasília.
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18/01 - Brasil encerrou 2021 com número recorde de famílias endividadas, diz CNC
Pesquisa aponta que percentual de lares com dívidas subiu para 76,3% em dezembro. Já a inadimplência teve leve recuo na comparação com 2020. Sete em cada dez famílias contraíram dívidas em 2021, diz pesquisa O nível de endividamento médio das famílias brasileiras em 2021 foi o maior em 11 anos. É o que aponta a pesquisa divulgada nesta terça-feira (18) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Segundo o levantamento, o último ano apresentou recorde do total de endividados, registrando uma média de 70,9% das famílias brasileiras, enquanto dezembro alcançou 76,3% do total de famílias – patamar máximo histórico já registrado pela CNC. Ou seja, 7 em cada 10 famílias contraíram algum tipo de dívida com o sistema financeiro em 2021. Em 2020, o nível médio de endividamento foi de 66,5%. Percentual de endividamento das famílias Economia g1 "Em 2021, observou-se aumento de 4,4 pontos percentuais no número médio de famílias com dívidas em pelo menos uma das principais modalidades - cartão de crédito, cheque especial, cheque pré-datado, crédito consignado, crédito pessoal, carnês, financiamento de carro e financiamento de casa, entre outras", destacou a CNC. Inadimplência tem leve recuo Apesar do aumento do número de endividados no país, o percentual médio de famílias inadimplentes – com contas ou dívidas em atraso – diminuiu de 25,5% em 2020 para 25,2% em 2021. "No último trimestre do ano, entretanto, o indicador de contas em atraso acirrou, indicando tendência de alta para o início de 2022", destacou a CNC. Em dezembro alcançou 26,2% ante 26,1% em novembro. O nível recorde no percentual do indicador ocorreu em agosto de 2020, quando alcançou 26,7%. Já percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas dívidas e que, portanto, devem permanecer inadimplentes recuo de 11% em 2020 para 10,5% dos lares no país, na média do ano passado. O comprometimento médio da renda com o pagamento mensal das dívidas teve apenas uma leve alta e alcançou a média de 30,2% no ano, contra 30% em 2020. Cartão de crédito segue como principal dívida Assim como nos anos anteriores, o cartão de crédito foi o tipo de dívida mais citado pelas famílias, alcançando o patamar de 82,6% na média anual. Em segundo lugar, focara, os carnês de lojas, apontado por 18,1% das famílias, e, em terceiro, o financiamento de carro, por 11,6%. Na sequência, aparece o financiamento de casa (9,1%) e o crédito pessoal (9%). O aumento do endividamento, porém, foi impulsionado por fatores diferentes em cada tipo de faixa de renda. "A inflação ao consumidor mais elevada provocou o maior endividamento entre as famílias de menor renda, pela necessidade de recomposição dos rendimentos. Entre as famílias consideradas mais ricas, a demanda represada, em especial pelo consumo de serviços, fez o endividamento aumentar ainda mais expressivamente, em especial no cartão de crédito", destacou o relatório. Expectativas para 2022 Apesar da piora do cenário macroeconômico e das condições financeiras mais acirradas (orçamento doméstico comprimido, inflação alta, fragilidade no mercado de trabalho sem ganhos reais nos rendimentos), a CNC destacou que uma "parcela menor de consumidores relatou estar muito endividada" e que também diminuiu a proporção de consumidores na faixa de menor renda com mais de 50% da renda comprometida com dívidas. "O início de 2022 é marcado pelo alto endividamento, em que os consumidores seguirão enfrentando os desafios financeiros da segunda metade de 2021, principalmente inflação e juros elevados, assim como o mercado de trabalho formal ainda frágil. Soma-se a isso o vencimento de despesas típicas do primeiro trimestre, as quais apertarão ainda mais os orçamentos domésticos neste período", avaliou a CNC.
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18/01 - Bovespa opera instável; Nubank cai mais de 3%
Na segunda-feira (17), o principal índice da bolsa fechou em queda de 0,52%, aos 106.373 pontos. Imagem ilustrativa sobre a alta do dólar e o mercado de ações na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). KEVIN DAVID/A7 PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO O principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, opera sem direção definida nesta terça-feira (18), de olho nos preços do petróleo, nos juros dos Estados Unidos e na movimentação de servidores em Brasília. Às 13h11, o Ibovespa subia 0,1%, aos 106.486 pontos. Veja mais cotações. Os papeis do Nubank estavam entre os destaques de queda, recuando mais de 3%. Mais cedo, chegaram a recuar mais de 6%, para cerca de R$ 7 - levando os BDRs da empresa a perderem mais de 30% de seu valor desde a estreia. Já o dólar opera com pequenas oscilações. Na segunda-feira, a Bolsa fechou em queda de 0,52%, aos 106.374 pontos. Com o resultado, passou a acumular alta de 1,48% no ano. Prazo para Bolsonaro sancionar o orçamento de 2022 termina na sexta-feira (21) Contexto No exterior, os preços internacionais do barril de petróleo atingiram nesta terça-feira máximas desde 2014, em meio a preocupações com potenciais problemas de oferta. Já os principais índices de ações nos EUA cediam, diante da alta dos títulos do governo norte-americano, o que afetava especialmente as ações ligadas ao setor de tecnologia. Os rendimentos dos Treasuries de dois anos, por exemplo, ultrapassaram 1% pela primeira vez desde fevereiro de 2020. O movimento é influenciado pela perspectiva de alta na taxa de juros dos EUA nos próximos meses. Investidores estão se posicionado para um banco central norte-americano mais agressivo no combate à inflação, antes de uma reunião de política monetária da semana que vem. Na Europa, os índices acionários também cediam. Por aqui, o foco da semana se volta para pressões de servidores do governo por reajustes salariais e a sanção do Orçamento 2022. A atenção do mercado a esses pontos se justifica pelo receio persistente em torno de aumentos de gastos – com previsões gerais de piora do déficit fiscal em 2022, ano eleitoral. Os analistas do mercado financeiro aumentaram levemente a estimativa de alta do Produto Interno Bruto (PIB) para 2022, de 0,28% para 0,29%, segundo o último boletim Focus do Banco Central. Já a previsão de inflação para 2022 subiu de 5,03% para 5,09%. O mercado manteve a projeção para a taxa Selic de 11,75% ao final do ano. A estimativa para a taxa de câmbio em 2022 segue em R$ 5,60 por dólar.
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18/01 - Fidelidade de aliados ao governo vai balizar cortes no Orçamento 2022
Prazo para Bolsonaro sancionar o orçamento de 2022 termina na sexta-feira (21) A fidelidade demonstrada ao governo nos últimos meses de 2021 será a baliza que vai conduzir o corte de cerca de R$ 9 bilhões que o governo precisa fazer no Orçamento 2022. O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, tomou as rédeas do processo dos cortes que precisam ser feitos para adequar o Orçamento 2022 aprovado pelo Congresso. E já decidiu enxugar prioritariamente daqueles aliados que não apoiaram o governo. Fontes do governo ouvidas pelo blog afirmam que Nogueira retornou das férias e já pediu aos assessores uma lista da fidelidade dos parlamentares do Congresso e liberações de verbas que eles receberiam de ministérios. Um decreto do presidente Jair Bolsonaro, publicado na semana passada, ampliou os poderes de Ciro Nogueira na liberação de verbas, reduzindo o espectro do ministro da Economia, Paulo Guedes. Isto significa que, em ano eleitoral, o Orçamento será talhado para negociar apoios à reeleição de Bolsonaro e aliados do Planalto. O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, ao lado do presidente Jair Bolsonaro Gabriela Biló/Estadão Conteúdo O quebra-cabeças do Orçamento tem gerado desgastes. Segundo fontes, a ministra da Secretaria de Governo, Flavia Arruda, responsável pela interlocução do Palacio do Planalto com o Congresso, tirou férias para se afastar das decisões orçamentárias. Flavia Arruda foi alvo de ataques de líderes partidários no Congresso, inclusive do Centrão, que pediram a demissão dela por não ter cumprido acordos alinhavados nas negociações de aprovação de projetos. O Congresso aprovou uma lei orçamentária subestimada e, por isso, será necessário sancionar com uma recomposição de cerca de R$ 9 bilhões. Ciro Nogueira também quer evitar que outros ministros, que conduzem ministérios com muitos recursos, fechem acordos sem que eles passem pelo crivo da Casa Civil e do teste de fidelidade. Governo e Congresso negociaram ao longo do segundo semestre de 2021 a aprovação da PEC dos precatórios, que abriu mais de R$ 100 bilhões em gastos no Orçamento. A promessa era ter recursos para programas sociais, mas na prática o debate gira hoje em torno de emendas parlamentares, recursos para reajuste e readequação de carreiras que apoiam o presidente da República e fundo eleitoral, que pode voltar aos R$ 5,7 bilhões aprovados inicialmente pelo Congresso.
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18/01 - Dólar opera com pequenas variações nesta terça
Na segunda-feira (17), a moeda norte-americana fechou em alta de 0,24%, a R$ 5,5261. Notas de dólar Reuters O dólar opera com pequenas variações nesta terça-feira (18), com as atenções voltadas para o quadro fiscal e político doméstico, enquanto, no exterior, a moeda norte-americana recebia apoio da alta dos rendimentos dos títulos do governo dos Estados Unidos. Às 13h14, a moeda norte-americana subia 0,09%, cotada a R$ 5,5312. Veja mais cotações. Na segunda-feira, o dólar fechou em alta de 0,24%, a R$ 5,5261. Com o resultado, passou a acumular queda de 0,87% na parcial do mês e no ano. Cenário No exterior, os investidores monitoram os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), que fará sua reunião de política monetária da semana que vem, em meio a uma subida das apostas para um aumento das taxas de juros já em março. A taxa de dez anos --referência global para decisões de investimento-- chegou a tocar uma máxima em dois anos mais cedo, e era negociada acima do patamar de 1,8%. Já o rendimento do Treasury de dois anos, que reflete expectativas de curto prazo para os juros básicos nos EUA, superou 1% pela primeira vez desde fevereiro de 2020 nesta terça-feira. Juros mais altos nos EUA tendem a tornar ativos de mercados emergentes --arriscados, embora geralmente mais rentáveis-- menos atraentes para investidores estrangeiros. Já os preços internacionais do barril de petróleo atingiram nesta terça-feira máximas desde 2014. Por aqui, o foco da semana se volta para pressões de servidores do governo por reajustes salariais e a sanção do Orçamento 2022. A atenção do mercado a esses pontos se justifica pelo receio persistente em torno de aumentos de gastos – com previsões gerais de piora do déficit fiscal em 2022, ano eleitoral. O receio dos mercados é de que eventuais aumentos salariais abalem ainda mais a credibilidade fiscal do país, derrubada no ano passado pela promulgação da PEC dos Precatórios, que alterou a regra do teto de gastos para permitir o financiamento de mais despesas do governo com benefícios sociais. Os analistas do mercado financeiro aumentaram levemente a estimativa de alta do Produto Interno Bruto (PIB) para 2022, de 0,28% para 0,29%, segundo o último boletim Focus do Banco Central. Já a previsão de inflação para 2022 subiu de 5,03% para 5,09%. O mercado manteve a projeção para a taxa Selic de 11,75% ao final do ano. A estimativa para a taxa de câmbio em 2022 segue em R$ 5,60 por dólar. Prévia do PIB tem resultado positivo, mas demanda cautela
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18/01 - Exportação de café do Brasil cai 9,7% em 2021; setor perdeu US$ 465 milhões por problemas de transporte
Falta de contêineres e disputa por espaço nos navios fez país deixar de exportar 3 milhões de sacas. Gargalos logísticos no mundo devem continuar em 2022. Grãos de café são destaques na feira de Cacoal Magda Oliveira/G1 O Brasil exportou 40,372 milhões de sacas de 60 kg de café em 2021, uma queda de 9,7% em relação a 2020. Porém, em receita, as vendas cresceram 10,3%, a US$ 6,242 bilhões, segundo relatório do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). Estima-se ainda que o setor deixou de vender US$ 465 milhões por causa de problemas logísticos no comércio marítimo mundial, como a falta de contêineres e a disputa por espaço nos navios. Crise no mar: entenda a escassez de contêineres que afeta produtores do mundo todo "Projetamos que o Brasil deixou de exportar cerca de 3 milhões de sacas e de receber aproximadamente US$ 465 milhões em receita”, estimou Nicolas Rueda, presidente do Cecafé. No ano passado, o setor foram embarcou 112.732 contêineres, queda de 9,8% na comparação com os 125.034 remetidos ao longo de 2020. Segundo Rueda, os problemas com o transporte marítimo tendem a permanecer ao longo deste ano e não se restringem somente à cafeicultura, ou ao Brasil. Apesar da retração, o desempenho de vendas externas totais no ano passado representou o terceiro maior volume embarcado pelo país na história, e, em valores, o melhor nos últimos sete anos, refletindo os preços elevados no mercado e o câmbio favorável às exportações. Para 2022, a expectativa é de continuidade dos gargalos logísticos, mas demanda aquecida em mercados que tem ganhado importância, como a China. Principais mercados De acordo com o conselho, no acumulado de 2021, o Brasil exportou café para 122 países. Os Estados Unidos lideraram o ranking ao importarem 7,781 milhões de sacas, volume 4,4% inferior ao aferido entre janeiro e dezembro de 2020 e que representou 19,3% dos embarques totais brasileiros no ano passado. Entretanto, destaca-se a demanda de países produtores, como a Colômbia, e em mercados onde o consumo está em ascensão, como a China. "A maior fatia de crescimento do consumo mundial tem sido nos países produtores... A China vem demandando cada vez mais do café brasileiro, mesmo com a pandemia, a situação atual é um caminho que não tem volta. Temos que estar muito otimistas", disse o presidente do Cecafé, Nicolas Rueda, à Reuters. A Colômbia, terceiro maior produtor de café do mundo, foi o sétimo principal destino das exportações brasileiras do produto em 2021. O país adquiriu 1,158 milhão de sacas, apresentando o maior crescimento em volume no intervalo, de 289.561 sacas, o que equivaleu a uma alta percentual de 33,4 pontos. A China foi o segundo maior destaque nas compras do café brasileiro em 2021, atrás dos colombianos, incrementando suas importações em 132.003 sacas (+65%) na comparação com 2020. Nos 12 meses do ano passado, os chineses adquiriram 333.648 sacas do produto nacional.
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18/01 - Confira as 296 vagas de emprego oferecidas pela Agência do Trabalho em Pernambuco nesta terça-feira
Oportunidades foram disponibilizadas em 20 cidades e, do total, há 14 postos de trabalho para pessoas com deficiência. Há várias oportunidades com carteira de trabalho assinada Julia Galvão As unidades da Agência do Trabalho oferecem, nesta terça-feira (18), 296 vagas de emprego, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco. Há oportunidades em 20 municípios do Grande Recife, da Zona da Mata, Agreste e Sertão do estado, e 14 delas são para pessoas com deficiência. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram As 296 oportunidades foram disponibilizadas para as cidades de Arcoverde, Bezerros, Cabo de Santo Agostinho, Caruaru, Garanhuns, Goiana, Igarassu, Ipojuca, Nazaré da Mata, Palmares, Paudalho, Paulista, Pesqueira, Petrolina, Recife, Salgueiro, Santa Cruz do Capibaribe, São Lourenço da Mata, Serra Talhada e Vitória de Santo Antão. O agendamento pelo site da Seteq deve ser feito para quem quiser ser atendido nas unidades da Agência do Trabalho localizadas no Recife, em Salgueiro e em Vitória de Santo Antão. Nas outras unidades, o atendimento é realizado sem necessidade de agendamento, das 8h às 14h, com fichas sendo distribuídas até as 13h. LEIA TAMBÉM: PE abre seleção para 240 médicos e outros profissionais Jaboatão faz seleção simplificada com 424 vagas Saiba como oferecer vagas de emprego através das agências Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Carteira digital Atualmente, o trabalhador pode usar a versão digital da carteira de trabalho (veja vídeo abaixo). Veja como ter acesso à carteira de trabalho digital Víedos de PE mais vistos nos últimos 7 dias
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18/01 - Barril de petróleo Brent atinge preço mais alto desde 2014
Cotação atingiu US$ 88 nesta terça-feira (18). Brent deve quebrar barreira de US$100 com demanda firme, avalia Goldman Sachs. Barril de Brent alcança seu preço mais alto desde 2014 Reuters O barril de petróleo Brent atingiu, nesta terça-feira (18), seu preço mais alto em mais de 7 anos, alimentado por tensões geopolíticas, perturbações na oferta e demanda crescente, apesar da preocupação com a variante ômicron. O preço do barril de Brent do Mar do Norte atingiu US$ 88 em Londres, um recorde desde 30 de outubro de 2014, quando atingiu US$ 86,74, segundo a agência France Presse. Na véspera, fechou em alta de 0,5%, a US$ 86,48 o barril. Já preço do barril WTI atingiu era negociado nos EUA acima de US$ 85, também alcançando o maior preço desde outubro de 2014. Em 2021, o preço do petróleo Brent escalou mais de 50% e o de WTI mais de 55%, impulsionados pela reativação da demanda com o fim das restrições sanitárias no começo do ano. A disparada do preço do petróleo tem provocado um aumento nos preços dos combustíveis em todo o mundo. Após reajuste da Petrobras, preço médio da gasolina subiu nos postos, mostra ANP Gasolina subiu 47,49% no Brasil em 2021 Brent deve quebrar barreira de US$ 100, diz Goldman Sachs  Os preços do petróleo Brent devem superar os US$ 100 por barril neste ano, afirmaram analistas do Goldman Sachs, acrescentando que o mercado de petróleo continua em um "déficit surpreendentemente grande" já que o golpe da variante Ômicron do coronavírus na demanda pela commodity é, até agora, menor do que o que era esperado. O impacto da Ômicron na demanda provavelmente será compensado pela substituição do petróleo pelo gás, por aumentos nas interrupções de demanda, pela escassez do produto em países da Opep+, e pela produção abaixo do esperado no Brasil e na Noruega, apontaram analistas. A demanda global por petróleo cresce 3,5 milhões de barris por dia em 2022, no comparativo anual, com a demanda no quarto trimestre atingindo 101,6 milhões de barris diários. O Goldman espera que os balanços da OCDE caiam para o menor nível desde 2000 até o verão no hemisfério norte, e a capacidade sobressalente da Opep+ deve cair para níveis historicamente baixos, dada a diminuição da perfuração nos principais países da Opep e com as dificuldades da Rússia para aumentar a produção. "Esperamos uma queda ainda maior na produção dos países da Opep+ para cotas ainda menores em 2022, com um aumento de apenas 2,5 milhões de barris por dia na produção esperada para as próximas nove altas". Os preços mais altos vão permitir que a Opep diminua seu caminho mensal de alta para preservar a capacidade sobressalente, com a aceleração no crescimento da produção de xisto oferecendo um tampão necessário nos estoques, acrescentou o Goldman Sachs. Inflação de dois dígitos e incerteza sobre rumo das contas públicas no Brasil afastam investidores estrangeiros
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18/01 - QUIZ: o que você sabe sobre gergelim, além do pão de hambúrguer?
Como comer a semente? Ela é boa para a saúde? Será que você sabe a resposta para essas e outras questões deste cultivo? Faça o teste e descubra! Quiz: teste seus conhecimentos sobre gergelim
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18/01 - Veja as vagas de emprego oferecidas em Petrolina e Salgueiro nesta terça-feira (18)
Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. Carteira de Trabalho Divulgação Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta terça-feira (18) em Petrolina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no g1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho, em Salgueiro, ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE
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18/01 - Como escolher uma fechadura digital
Biometria, senha, cartão e até aplicativo… conheça as opções para conseguir abrir a porta sem usar chaves. É um dos itens mais buscados relacionados a casa inteligente. Guia de Compras: Fechaduras Digitais g1 Chegar em casa e abrir a porta sem usar chaves é uma realidade. E, com um pouco de paciência para escolher o modelo certo, é algo que já cabe no bolso para deixar o lar mais seguro. As fechaduras digitais vêm com recursos como biometria, senha, cartão de acesso e até aplicativo no celular para permitir a abertura das portas. Cada um tem um tipo de indicação de uso. O g1 selecionou 11 modelos de vários tipos, com preços que variavam entre R$ 470 a R$ 2.500 nas principais lojas on-line na segunda semana de janeiro. Veja a lista de modelos e, ao final da reportagem, leia as dicas para escolher a melhor fechadura digital para a sua casa. Outros guias: CASA INTELIGENTE: Saiba como dar os primeiros passos LÂMPADA OU TOMADA? Produtos para automatizar a casa ASPIRADOR-ROBÔ: teste com modelos para todos os bolsos TODOS OS GUIAS DE COMPRA Elsys ESF-DE4000B g1 Esse modelo de fechadura digital é daqueles para embutir na porta, substituindo por completo a fechadura original. A maçaneta é reversível e pode ser instalada tanto para o lado direito como para o lado esquerdo. Os métodos de acesso são feitos por biometria (impressão digital), senha (suporte para até 300 usuários) ou aplicativo – já que esse modelo da Elsys tem conectividade wi-fi integrada. Também permite acesso com checagem dupla de segurança: a porta pode destravar com senha e biometria usadas ao mesmo tempo. Seu preço médio era de R$ 1.500 nas lojas on-line em janeiro. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas Elsys ESF-DS3100C g1 A fechadura da Elsys é do tipo que se sobrepõe à porta, mas esse modelo tem um diferencial em comparação ao outro modelo da marca neste guia: foi projetado para portas de correr, com um encaixe específico. O dispositivo aceita até 5 senhas numéricas em um teclado sensível ao toque que se ilumina. Tem ainda alarme de violação e para excesso de tentativas erradas de destravamento. Na segunda quinzena de janeiro, a fechadura custava R$ 650 nas principais lojas on-line. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site das Casas Bahia Veja no site das Americanas Veja no site do Carrefour Hi by Geonav HISLFD10 g1 A fechadura digital da Hi by Geonav é um modelo de sobrepor com conectividade wi-fi e acesso por senha ou aplicativo. Segundo a fabricante, é possível programar a fechadura para acender luzes ou ligar eletrônicos quando a porta for aberta ou fechada. Tem número de senhas ilimitado pelo aplicativo e 10 personalizadas para digitar no painel. Nas lojas on-line, o modelo custava em torno de R$ 920 na metade de janeiro. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas Intelbras FR 101 g1 Modelo mais barato desta lista – média de R$ 470 nas lojas on-line no meio de janeiro –, a fechadura digital da Intelbras é de sobrepor à porta e funciona apenas com senha. É possível criar até quatro senhas distintas no dispositivo. A fechadura também tem um sensor que trava a porta de forma automática assim que ela é fechada. Conta ainda com alarme antiarrombamento. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site do Carrefour Veja no site das Americanas Veja no site das Casas Bahia Intelbras FR 320 g1 A fechadura digital de embutir da Intelbras funciona com senha e com cartão/tag para acesso. O dispositivo permite cadastrar até quatro senhas e 100 tags de proximidade. O dispositivo tem sensor para travar a porta quando ela é fechada. Também traz alarme contra arrombamento e tentativas de acesso inválido. Segundo a fabricante, o modo não perturbe desabilita a abertura da fechadura por fora. O modelo custava R$ 1.500 nas lojas on-line na metade de janeiro. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site das Casas Bahia Veja no site das Americanas Midea Smartlock Onegrip FDA21PD g1 Feita para embutir na porta, a fechadura digital da Midea fornece acesso por biometria – com até 50 impressões digitais cadastradas – ou senha, com até 25 cadastros. A fechadura tem bloqueio automático ao ser fechada e alerta contra invasão/vandalismo. Pode ser instalada para o lado direito ou esquerdo da porta. Tem como diferencial um modo festa, que deixa a porta desbloqueada. No meio de janeiro, a fechadura custava R$ 1.500 nas principais lojas on-line. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas Veja no site das Casas Bahia Pado FDS-50 g1 O modelo de sobrepor da Pado funciona com senhas e cartões de acesso. A fechadura digital permite cadastrar 5 senhas numéricas distintas e deixa cadastrar até 50 cartões. O dispositivo conta com sensor de fechamento e um alarme integrado que soa toda vez que detectar tentativas de arrombamento. Nas lojas on-line, a fechadura digital da Pado saía em torno de R$ 750. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site das Casas Bahia Veja no site das Americanas Papaiz Smart Lock g1 A fechadura digital de embutir da Papaiz permite acesso por senha e por cartões. O produto vem com 5 cartões na caixa, mas é possível cadastrar até 99 deles. Para senhas, a fechadura permite gravar até 9 variantes para usuários distintos. O produto custava R$ 1.000 nas lojas da internet no meio de janeiro. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas Veja no site das Casas Bahia Papaiz Smart Lock SL130 g1 Entre as fechaduras digitais deste guia, esse modelo da Papaiz é o único que usa apenas biometria como meio de acesso. O dispositivo de embutir, após instalado, parece com uma maçaneta convencional. Seu uso é indicado para ambientes internos, como um escritório doméstico, por exemplo. Permite até 30 impressões digitais cadastradas. Na segunda quinzena de janeiro, custava, em média, R$ 700 nas principais lojas on-line. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site do Carrefour Veja no site das Americanas Veja no site das Casas Bahia Yale YRD 256 RL g1 O modelo de fechadura digital da Yale permite uso apenas com senha, e é indicado para portas que já tenham um puxador ou maçaneta. A fechadura de sobrepor permite cadastrar até 25 senhas e tem fechamento automático da porta. Com um acessório adicional, chamado Yale Connect, é possível usar app e até criar rotinas de automação doméstica usando a assistente digital Alexa, da Amazon. A fechadura era vendida por R$ 2.000, em média, nas lojas on-line em janeiro. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas Veja no site das Casas Bahia Yale YMF 30 g1 Modelo mais caro da lista – na faixa dos R$ 2.500 nas lojas on-line no meio de janeiro –, a fechadura de embutir da Yale funciona com senha e cartão de acesso. Tem maçaneta reversível e dois modos de operação: normal (com 1 senha e até 40 cartões) e avançado (30 senhas e 40 cartões). Segundo a fabricante, a fechadura vem com cinco cartões de acesso. Também é compatível com o acessório Yale Connect, para conectividade da fechadura e acesso via aplicativo. 🛒 Onde comprar o produto: Veja no site das Casas Bahia Veja no site das Americanas Como escolher uma fechadura digital TIPO DE PORTA: as portas de casas e apartamentos mais comuns são as que usam maçanetas com lingueta e contam com dobradiças ou pivôs para abrir/fechar a peça. E aí a fechadura digital precisa ser feita para esse tipo de porta. Além das portas comuns, existem versões específicas de fechaduras digitais para portas de correr com puxador, portas de vidro e, em casos mais específicos, portas blindadas ou contra arrombamento. TIPO DE ENCAIXE: Fechaduras digitais podem ser de embutir ou de sobrepor à porta. As de tipo embutir são instaladas no miolo da porta, como as fechaduras tradicionais, e ocupam menos espaço, se misturando à decoração do ambiente. “O maquinário da fechadura fica dentro da porta nas fechaduras de encaixe”, comenta Guilherme Yamamoto, também especialista técnico no tema. Desse modo, segundo o técnico, a estrutura do trinco também fica dentro da porta. Fechadura digital de embutir se integra à porta como um modelo tradicional de chave Elsys/reprodução Já as fechaduras do tipo sobrepor são colocadas por fora da porta, ocupando mais espaço e, ao fechar, têm uma peça externa de encaixe por dentro. Modelos de sobrepor costumam ser mais baratos e mais simples de instalar. O valor das fechaduras digitais também muda (e sobe) de acordo com o número de trincos na peça. Uma porta de madeira com uma fechadura simples pode ter apenas um pino de travamento. Fechadura digital de sobrepor é instalada por cima da porta existente Intelbras/reprodução Já uma fechadura para porta blindada pode ter até 12 pinos de travamento. “Não adianta ter um monte de pinos se a porta é de madeira e pode quebrar com um chute mais forte”, comenta Guilherme. MÉTODO DE ACESSO: os modelos de fechadura digital vêm com um ou mais tipos de acesso que substituem a chave: senha numérica, biometria (impressões digitais ou reconhecimento facial), cartões (ótimo para guardar na carteira) e por aplicativo, via wi-fi ou Bluetooth. Algumas variantes contam também com uma chave para emergências. Os modelos com acesso via cartão costumam vir com duas ou mais unidades na caixa do produto. Chaveiros e lojas especializadas em fechaduras digitais vendem esses cartões adicionais. INSTALAÇÃO PROFISSIONAL: Os especialistas recomendam a contratação de um profissional para instalar a fechadura digital na porta, independente do tipo de encaixe escolhido. “Um fio conectado errado pode levar a falhas e à perda da garantia do fabricante”, explica Guilherme. A instalação de uma fechadura de R$ 2.000 fica na faixa dos R$ 350-400, de acordo com Dayana Yamamoto, também especialista no tema. Modelos mais baratos têm instalação mais em conta. E SE ACABAR A BATERIA? As fechaduras digitais usam baterias ou pilhas em sua parte interna como fonte de energia. Se carga estiver prestes a acabar, os produtos indicam a proximidade da troca. E, se acabar mesmo, eles costumam vir com uma chave extra e até métodos de carga emergenciais, como uma bateria de 9V ou carga por cabo USB. QUEM VAI USAR: uma casa residencial não precisa de uma fechadura com 200 senhas para cinco ou seis pessoas – ou até menos. Modelos com 20 senhas ou menos já são suficientes para pouco acesso com a fechadura. Mas locais de maior acesso, como escritórios e casas de aluguel de temporada, já requerem fechaduras com maior número de acessos integrado – existem equipamentos com mais de 200 senhas. App para desbloqueio remoto de portas Intelbras/reprodução Grande parte dos modelos de fechaduras digitais permitem criar senhas temporárias, ótimas para emprestar para o amigo que vai dar comida para os pets nas férias ou um hóspede que passará poucos dias e vai embora. SEM FIOS: Modelos de fechaduras digitais com conectividade wi-fi permitem o desbloqueio da porta de forma remota, usando um aplicativo do fabricante Mas vale notar que esse tipo de solução pode consumir mais bateria da fechadura. Existe também uma questão de segurança digital envolvida na conexão sem fios, já que toda tecnologia sem fios pode estar sujeita a brechas e falhas que permitam uma invasão da casa. Algumas fechaduras mais caras contam com uma camada extra de segurança ao adotar protocolos adicionais de transmissão sem fio (chamados Zigbee e Z Wave). Além disso, sistemas de gerenciamento da casa digital, como Amazon Alexa e Google Assistente, não permitem o uso de comandos de voz para desbloquear ou travar uma porta com fechadura digital. Afinal, não dá para qualquer um dizer de fora "Alexa, abre a porta de casa" e a fechadura destravar tudo. Porém, alguns fabricantes permitem integrações mais simples ao sistema da casa conectada, como pedir ao assistente para checar se a porta está trancada, por exemplo. DE OLHO NAS MARCAS: Nas lojas, dá para encontrar nomes conhecidos da área de tecnologia (como Intelbras e Midea, por exemplo) e de fechaduras (como Pado, Papaiz e Yale) que fornecem dispositivos para trancar a porta sem chaves. Mas vale a pena prestar muita atenção no preço: marcas que oferecem valores muito em conta podem não ter assistência técnica e nem fornecer garantia ao consumidor. Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável. 
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18/01 - Anac autoriza Azul e Gol a voar com menos comissários em voos após avanço da ômicron impactar tripulações; Latam também pediu
Para voar com menos comissários, as companhias precisarão limitar o número de assentos por avião. Avanço de variante do novo coronavírus afeta vários setores da economia. Azul, Gol e Latam detêm 98,2% do mercado doméstico de aviação no Brasil. Em imagem de arquivo, avião da Azul no aeroporto de Santos Dumont Reprodução/TV Globo A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou a Azul e a Gol a voar com menos comissários de bordo nos aviões --três, em vez de quatro profissionais. A Latam fez o mesmo pedido e aguarda resposta da agência. Na prática, a medida obriga as empresas a reacomodarem passageiros em outros voos, porque haverá limite de até 150 assentos em aviões com capacidade para até 186 pessoas. Covid ou influenza: quais são os direitos do consumidor na hora de alterar passagem aérea? Juntas, as três empresas detêm 98,2% do mercado doméstico de aviação no Brasil, segundo dados da agência relativos a novembro --os mais recentes disponíveis. Os pedidos das companhias aéreas estão relacionados ao avanço da variante ômicron, que tem causado afastamento de tripulantes das escalas de voo e cancelamentos de voos. A ômicron também tem provocado impacto em outros setores da economia, como na área da saúde e no comércio. A autorização da Anac à Azul foi dada em 12 de janeiro; o aval à Gol, nesta segunda-feira (17). As empresas são obrigadas a manter um comissário para cada 50 passageiros. Assim, para voar com três tripulantes, os voos passam a ter número reduzido de passageiros. No caso da Gol, os Boeings 737-800 e 737 Max 8 afetados pela medida poderão levar até 150 passageiros caso operem com três comissários. Os aviões têm capacidade para 186 passageiros. Na Azul, voos com Airbus A320 ficam restritos a 150 assentos; a aeronave tem capacidade para levar 174 passageiros. Em aeronaves Embraer E195, a companhia poderá levar 100 passageiros e usar dois comissários; o avião tem capacidade para até 118 passageiros. No caso da Azul, o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) recebeu uma denúncia de que a empresa já operava com menos comissários antes da autorização formal da Anac. O sindicato questionou a Anac a respeito e não obteve resposta. Questionada pelo g1, a Azul não se manifestou. Em nota, a Gol informou "que seguirá programando seus voos a serem realizados por aeronaves Boeing 737-800 e 737 MAX 8, com capacidade para 186 passageiros, para quatro comissários". A companhia ressaltou que a redução para três comissários será feita "apenas em casos de extrema necessidade" para os voos que tiverem no máximo 150 passageiros. Desta forma, segundo a empresa, nenhum cliente será afetado. (confira a íntegra da nota ao final desta reportagem) A Latam informou que aguarda manifestação da Anac sobre o pedido de atuar com menos comissários. Entenda a regra que liberou cobrança de multas para remarcação de voos Como encontrar passagens mais baratas VÍDEO: veja como tirar passaporte Avião da Gol, em imagem de 2019 Sergio Moraes/Reuters Voos cancelados Em meio ao avanço da variante ômicron e do vírus H3N2 da influenza, as companhias aéreas estão dispensadas muitos de seus tripulantes com síndromes gripais para que esses possam fazer o isolamento. Isso fez com que diversos voos fossem cancelados no início de 2022. A Azul foi a primeira a ter voos afetados, mas a Latam também sofreu com os impactos, cancelando 111 voos. Na ocasião, a Anac afirmou que monitorava os casos de Covid-19 e gripe em pilotos, comissários e demais profissionais do setor aéreo, para minimizar impactos em voos. No mundo, o avanço da variante ômicron em meio à necessidade de isolar tripulantes potencialmente infectados levou a milhares de atrasos ou cancelamentos, a maioria deles em aeroportos dos EUA e da China, entre o Natal e o Ano Novo. Confira a íntegra da nota da Gol: A GOL Linhas Aéreas tem tomado medidas internas e externas, todas dentro das normas regulatórias, para garantir a operação de seus voos em meio ao registro de aumento de casos de Covid-19 e Influenza desde o início de janeiro. O resultado desse esforço está no fato de que, até o momento, nenhum voo da Companhia foi cancelado por este motivo. Em relação à resolução da ANAC da última segunda-feira (17), adotaremos como medida preventiva, cujo objetivo principal é evitar cancelamentos e não afetar Clientes com voos programados nos próximos dias caso haja aumento de baixas médicas devido à Covid-19. A GOL reforça que seguirá programando seus voos a serem realizados por aeronaves Boeing 737-800 e 737 MAX 8, com capacidade para 186 passageiros, para quatro comissários. A redução para três comissários será feita apenas em casos de extrema necessidade para os voos que tiverem no máximo 150 passageiros. Desta forma, nenhum Cliente será afetado. Até o momento, a GOL operou apenas um voo com três comissários em aeronave que viajou com 130 Clientes a bordo.
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18/01 - Governo começa a pagar o vale-gás; veja calendário e quem tem direito
Benefício foi antecipado para 27 de dezembro apenas nas cidades atingidas pelas chuvas em Minas Gerais e na Bahia. Nos outros municípios, os primeiros beneficiários são aqueles com final de NIS 1. Vale-gás: Entenda o programa e quem tem direito ao auxílio O governo começa a pagar nesta terça-feira (18) o vale-gás, no valor de R$ 52. Para as famílias em cidades de Minas Gerais e Bahia atingidas pelas chuvas, o benefício já foi pago, em dezembro do ano passado. (CORREÇÃO: ao publicar esta reportagem, o g1 errou ao informar que o valor do vale-gás é de R$ 82. O valor correto é R$ 52. A reportagem foi corrigida às 7h45.) Neste mês, 5,47 milhões de famílias receberão o vale, pago a famílias que fazem parte do Auxílio Brasil, segundo o Ministério da Cidadania. Os pagamentos serão feitos pelo número final do NIS. Nesta terça, começam a receber os beneficiários com NIS encerrado em 1. Em 31 de janeiro, o pagamento será destinado para quem tem NIS terminado em 0. Veja o calendário completo: Calendário do Vale Gás Economia g1 Os cartões e senhas utilizados para saque Auxílio Brasil poderão ser utilizados para o recebimento do Auxílio Gás. O beneficiário pode consultar a disponibilidade do benefício pelos aplicativos do Auxílio Brasil, pelo CAIXA Tem ou por meio do telefone 111. Segundo o Ministério da Cidadania, o investimento do governo no auxílio neste mês será de quase R$ 285 milhões. Os beneficiários receberão, a cada dois meses, o valor correspondente a pelo menos 50% do preço médio nacional de revenda do botijão de 13 kg. Essa média de preço é divulgada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O calendário de pagamentos seguirá o mesmo cronograma do Auxílio Brasil, de acordo com o Número de Identificação Social (NIS) das pessoas cadastradas. Beneficiários por região Considerando os 108 mil beneficiários que já receberam a antecipação do auxílio em dezembro, são 5,58 milhões de famílias beneficiadas pelo vale-gás. A Região Nordeste é a com o maior número de famílias que irão receber o vale-gás, com cerca de 2,74 milhões de contemplados. Em seguida, o Sudeste aparece com 1,78 milhões de beneficiados. O Norte tem mais de 535,7 mil famílias atendidas, o Sul outras 349,77 mil famílias e o Centro-Oeste, 167,65 mil. Quem tem direito ao benefício? Famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico), com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo nacional (R$ 550); Famílias que tenham entre seus membros residentes no mesmo domicílio quem receba o benefício de prestação continuada da assistência social, o BPC, que prevê um salário mínimo mensal à pessoa com deficiência e ao idoso com 65 anos ou mais que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção nem a família. A lei estabelece que o auxílio será concedido "preferencialmente às famílias com mulheres vítimas de violência doméstica que estejam sob o monitoramento de medidas protetivas de urgência". Não é necessário realizar inscrição para receber o vale-gás. As famílias são selecionadas pelo Ministério da Cidadania de acordo com os critérios estabelecidos na lei do programa. "O programa admitirá a entrada gradativa de mais famílias, de modo que, em setembro de 2023, todos os beneficiários do Programa Auxílio Brasil sejam atendidos", informa o ministério.
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18/01 - Auxílio Brasil: 3ª parcela começa a ser paga; 3 milhões de novas famílias entram no programa
Os primeiros a receber, já nesta terça-feira (18), são os beneficiários com final de Número de Inscrição Social (NIS) 1. Veja o calendário. Três milhões de brasileiros começam a receber o Auxílio Brasil nesta terça-feira (18) A Caixa Econômica Federal começa a pagar nesta terça-feira (18) a terceira parcela do Auxílio Brasil. Os primeiros a receber serão os beneficiários com final de Número de Inscrição Social (NIS) 1. O pagamento dessa rodada termina no dia 31 de janeiro. Veja o calendário completo mais abaixo. A partir deste mês, 3 milhões de novas famílias começam a receber o benefício, totalizando 17,5 milhões de famílias beneficiárias, segundo o Ministério da Cidadania. Auxílio Brasil: Qual o valor? Quem vai receber? Tire dúvidas Novos incluídos poderão movimentar benefício pelo Caixa TEM TUDO SOBRE O AUXÍLIO BRASIL Para saber em que dia o benefício ficará disponível para saque ou crédito em conta bancária, a família deve observar o último dígito do Número de Identificação Social (NIS), impresso no cartão de cada titular. Para cada final do NIS há uma data correspondente por mês. Em dezembro, o governo federal começou a pagar a todos os beneficiários um valor mínimo de R$ 400. Veja abaixo o calendário de 2022: Calendário de pagamentos do Auxílio Brasil em 2022 Economia/g1 Com a inclusão dessas 3 milhões de novas famílias o ministério disse que "zerou a fila de elegíveis de 2021". Ao entrar no programa, as famílias recebem, pelos Correios, duas cartas encaminhadas pela Caixa: a primeira com orientações gerais sobre o Auxílio Brasil e a segunda com o cartão para movimentação bancária do benefício. Com ele, a pessoa pode fazer saques parciais ou no valor integral do benefício. Até que essas novas famílias recebam o cartão do programa, o benefício poderá ser movimentado pelo Caixa TEM – mesmo aplicativo usado para recebimento do Auxílio Emergencial. Assim, não é necessário ir às agências da Caixa. "As parcelas mensais ficam disponíveis para saque por 120 dias após a data indicada no calendário. Os beneficiários podem conferir no extrato de pagamento a “Mensagem Auxílio Brasil”, com o valor do benefício", informou, em nota, o Ministério da Cidadania. Canais de atendimento Em caso de dúvidas sobre o Auxílio brasil, o governo oferece 3 canais de atendimento: pelo telefone 121, do Ministério da Cidadania, pelo número 111 da Caixa Econômica Federal pelo aplicativo Auxílio Brasil
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18/01 - Valor de novos aluguéis subiu 3,87% em 2021, diz FipeZap
Indicador, no entanto, ficou abaixo da inflação medida pelo IPCA e IGP-M. Em São Paulo, preços médios recuaram 0,92% no ano passado. Placa de aluga-se; preço do aluguel teve alta de 3,87% em 2021, segundo FipeZap TV TEM/Reprodução O preço médio para novos contratos de aluguel residencial teve alta de 3,87% em 2021, segundo o Índice FipeZap divulgado nesta terça-feira (18). Trata-se da maior alta desde 2019 (4,93%). O índice que monitora o preço médio do aluguel em 25 cidades brasileiras encerrou dezembro com alta de 0,80%, o sexto avanço mensal consecutivo e mostrando aceleração frente aos últimos meses: julho (+0,13%), agosto (+0,37%), setembro (+0,52%), outubro (+0,57%) e novembro (+0,66%). Apesar do preço do aluguel ter ficado mais caro no ano passado, a alta ficou abaixo da inflação calculada pelo IPCA (+10,06%) e pelo IGP-M (+17,78%) em 2021. Preços dos imóveis têm primeira alta em quatro anos em 2020, aponta FipeZap IPCA: inflação oficial fecha 2021 em 10,06%, maior alta desde 2015 IGP-M: inflação do aluguel fecha 2021 com alta de 17,78% Preço do aluguel tem alta de 3,87% em 2021, diz FipeZap Economia g1 O preço médio do aluguel residencial encerrou o mês de dezembro em R$ 31,51/m². Em São Paulo, foi de R$ 39,76 o metro quadrado e, no Rio de Janeiro, R$ 32,16. Em São Paulo, preço caiu O preço do aluguel subiu em 24 das 25 cidades monitoradas. A exceção foi São Paulo, onde houve recuo de 0,92% no ano, na média. As maiores altas foram registradas em São José/SC (26,02%), Guarulhos/SP (18,64%), São José dos Campos/SP (16,38%) e Joinville/SC (14,69%). Entre as capitais, destaque também para os avanços observados em Curitiba (14,17%), Florianópolis (11,59%), Recife (11,19%), Fortaleza (9,55%) e Belo Horizonte (7,17%). Rentabilidade do aluguel A Fipe calcula também a rentabilidade do aluguel para o investidor que adquire um imóvel para obter renda com a locação. O índice é calculado pela razão entre o preço médio de locação mensal e o preço de venda dos imóveis, e fechou dezembro com uma taxa anualizada de 4,66%, abaixo da taxa de juros reais da economia. "Desde meados de 2020, o retorno médio do aluguel residencial tem recuado marginalmente, encerrando dezembro de 2021 em 4,66% ao ano – taxa recentemente superada pela rentabilidade média projetada para aplicações financeiras de referência", destacou a Fipe. A pior rentabilidade foi a de Fortaleza, com taxa anualizada de 3,48% , enquanto que a melhor foi a de Santos (7,61%). Em São Paulo, ficou em 4,91%. Principais aplicações financeiras perderam da inflação em 2021; veja balanço Selic a 9,25%: veja rendimento da poupança e comparativo com outros investimentos FGV lança mais um índice para futuros reajustes de aluguel
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17/01 - Brasil cai para a 10ª colocação como principal mercado para executivos globais, mostra ranking
No ano passado, segundo levantamento da consultoria PwC, o Brasil era apontado como o oitavo destino preferido dos empresários. Em 2013, chegou a ocupar a terceira colocação. Brasil cai para a 10ª colocação como principal mercado para executivos globais, mostra ranking Marília Marques/G1 A economia brasileira ocupa apenas a 10ª colação num ranking elaborado pela consultoria PwC para medir a importância dos países como principais mercados para executivos globais. No levantamento de 2022, o Brasil foi citado por apenas 5% dos CEOs consultados. No ano passado, o país foi apontado como o oitavo destino preferido. Em 2013, chegou a ocupar a terceira colocação. Brasil em recessão técnica: veja comparativo com desempenho de outros países Brasil deve ter mais um ano perdido e flertar com recessão Os Estados Unidos (35%), a China (28%) e a Alemanha (18%) apareceram nas primeiras colocações na edição deste ano. Para fazer o levantamento, a PwC entrevistou mais de 4.400 executivos, em 89 países. Foram realizadas pesquisas por correio, telefone ou presencialmente. Em relação aos principais entraves da economia brasileira, os entrevistados apontaram instabilidade macroeconômica (69%), riscos cibernéticos (50%) e desigualdade social (38%). Economista: 'Perspectiva de piora da economia já afeta otimismo de empresários para 2022' Preferência pelo Brasil O levantamento também mostrou que os países com mais interesses pelo mercado brasileiro são os da América do Sul. Nesse quesito, as três primeiras posições são ocupadas por Argentina (48%), Uruguai (40%) e Venezuela (21%). De 2021 para 2022, a economia brasileira perdeu importância para os executivos dos Estados Unidos. A queda na preferência passou de 9% para 6%. Na contramão, os EUA são o mercado mais importante para os brasileiros. Foram citados por 50% dos executivos nacionais. Na sequência, aparecem China (34%) e Argentina (19%). Vídeos: Últimas notícias de economia
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17/01 - B3 avança em criptoativos, mas descarta atuar como bolsa de ativos digitais
Apsar de monitorar o mercado há vários anos, bolsa tem preferido a moderação nas iniciativas no setor. Sede da B3, a bolsa brasileira, no Centro de São Paulo Divulgação/B3 A B3 deve acelerar neste ano a oferta de produtos e serviços para criptomoedas, como uma forma de ampliar e diversificar receitas no crescente mercado de moedas virtuais, mas descarta competir com as corretoras do setor para ter investidores finais. Serviços de liquidação e custódia, além de produtos como opções e contratos de futuros e o registro para negociação de novas cotas de fundos (ETFs) estão na agenda de lançamentos para negócios ligados a criptomoedas entre 2022 e 2023, disse à Reuters o diretor de tecnologia da informação da B3, Jochen Mielke de Lima. "Mas serão todas iniciativas adjacentes ao negócio principal de prover infraestrutura de negócios", disse Lima. "Não vamos abrir uma exchange de criptomoedas para disputar investidores". As declarações sublinham como, apesar de monitorar o mercado de criptoativos há vários anos, a B3 tem preferido a moderação nas iniciativas no setor. Em 2017, tornou-se, junto com Bradesco e Itaú Unibanco sócia na R3, que lidera um consórcio global de instituições financeiras para desenvolver uma plataforma de blockchain, a tecnologia que dá suporte às criptomoedas. Em blockchain, a B3 está trabalhando com o IRB Brasil na montagem de uma plataforma de negócios de contratos de resseguros. No universo cripto, por meio da B3, são negociados uma média diária de R$ 80 milhões nos cinco ETFs de ativos como bitcoin, sendo dois cada de bitcoin e de ethereum, as moedas digitais mais famosas, e outro que replica um índice da Nasdaq que inclui uma cesta de criptoativos. Com a queda do valor desses ativos nos últimos meses, o valor dos contratos em custódia na B3 caiu de R$ 3,5 bilhões para R$ 2,9 bilhões de novembro para dezembro. No entanto, o volume de investidores seguiu crescendo, chegando a 164 mil investidores no fim de 2021. "Outros ETFs estão no pipeline para lançamento nos próximos meses", disse Lima, declinando de dar detalhes sobre quais contratos serão registrados. Há planos também para permitir o registro de contratos de criptoativos para negócios no mercado de balcão, que vão se juntar aos contratos de operações estruturadas (COEs) e de opções. "Também estamos avaliando possibilidades para intermediação de negócios envolvendo modernização de ativos", disse Lima, acrescentando que isso pode envolver NFTs (sigla em inglês para (token não fungível), certificados digital de ativos que podem variar desde dinheiro, propriedade até a obras de arte.
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17/01 - Caixa Econômica estima alta de 10% do crédito imobiliário em 2022
Crescimento do crédito imobiliário tem perdido força desde que o Banco Central começou a subir a taxa básica rapidamente para tentar esfriar a inflação. A Caixa Econômica Federal prevê aumento de 10% das concessões de empréstimos para compra de imóveis em 2022, desaceleração em relação ao ano passado, em meio ao ciclo de alta da taxa básica de juros, disse o presidente-executivo do banco estatal, Pedro Guimarães. "Vamos crescer 10% e superar R$ 150 bilhões em concessões", disse Guimarães em entrevista à Reuters por telefone. Pedro Guimarães, presidente da Caixa, em imagem de arquivo Dida Sampaio/Estadão Conteúdo Maior financiadora imobIliária do país, a Caixa tinha um estoque de financiamentos no setor de R$ 542 bilhões em setembro passado, último dado público, alta de 8,7% em 12 meses. Em 2021 até setembro, a Caixa concedeu R$ 104 bilhões em empréstimo imobiliário, alta de 27,9% sobre um ano antes. Em termos anualizados, as concessões devem superar R$ 135 bilhões no acumulado do ano passado. Se a previsão para este ano for alcançada, haveria, portanto, uma desaceleração. Impulsionado pela queda da Selic à mínima histórica de 2% ao ano, o crédito imobiliário teve forte crescimento entre 2020 e o começo do ano passado. Mas esse ritmo tem perdido força desde que o Banco Central começou a subir a taxa básica rapidamente para tentar esfriar a inflação, que superou 10% em 2021. Segundo a Abecip, entidade que representa as financiadoras imobiliárias no país, a concessão de crédito no setor em novembro subiram 26,8% em relação a igual mês de 2020. Embora ainda fortes, os desembolsos desaceleraram. Em março, o crescimento ano a ano tinha sido de 172,7%. Atualmente em 9,25% ao ano, o juro básico do país ainda deve ter novos aumentos, segundo projeções majoritárias de economistas, podendo superar 11% nos próximos meses. Para Guimarães, no entanto, por ter taxas de juros mais baixas do que a maioria dos concorrentes, especialmente com linhas menos impactadas pela inflação, como a do SBPE, a Caixa deve seguir ampliando os desembolsos em ritmo superior. Segundo dados da corretora imobiliária Akamines, a menor taxa cobrada hoje pela Caixa é de 8,3% ao ano + TR, ante 9,99% do Santander Brasil, 9,5% de Bradesco e 9,1% de Itaú Unibanco. De acordo com o executivo, a combinação recente de aumento da inflação e do juro se refletiu em "pequena alta" dos números de inadimplência dos financiamentos imobiliários na Caixa nos últimos meses, mas o banco tem flexibilidade para negociar com os mutuários sem ter que retomar os imóveis. Desde meados de 2020, a Caixa concedeu pausas no pagamento de prestações a cerca de 2,5 milhões de mutuários, na esteira da crise desencadeada pela Covid-19. Guimarães disse que, no momento, não considera abrir novas pausas. "Não vemos necessidade disso agora", disse o executivo.
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17/01 - Como falar sobre dinheiro de um jeito leve em qualquer ocasião? Veja o miniguia
É possível desconstruir os tabus que envolvem o dinheiro. E dá para fazer isso em casa, na rua, no trabalho, com amigos e em qualquer situação. O que você sente quando o assunto é dinheiro? Para 61% dos brasileiros é preocupação, insatisfação e insegurança, conforme aponta uma pesquisa realizada pelo Instituto Mindminers em 2021. Este é o cenário que temos no Brasil: as pessoas não gostam de falar sobre dinheiro. Não contam o quanto ganham, têm vergonha de dizer que estão endividadas e não costumam buscar opinião de terceiros antes de fazer um investimento ou empréstimo. Há uma série de motivos que podem explicar esse fenômeno. Mas há também ações que procuram desconstruir esse tabu. E o banco BV se uniu a elas. O banco acredita que dividir o peso da dor com outras pessoas pode até não resolver o problema, mas pode trazer mais leveza para sua vida. Para isso, o BV deu início a um movimento que busca estimular os brasileiros a terem uma relação mais saudável com o dinheiro. Mas como fazer isso no dia a dia? Conversando. Porque, quanto mais falamos sobre um tema, mais leve ele fica. Então, veja no infográfico como você pode #FalarDeDinheiro de uma forma bem natural e ajudar a desconstruir os tabus que existem em torno desse assunto: Infográfico BV Divulgação Para mostrar como pode ser fácil trazer esse assunto para o dia a dia, o banco BV convidou a atriz Taís Araújo, embaixadora da marca, para comandar uma rodada de bate-papos leves e informais sobre dinheiro. Ela abraçou o desafio e passou a conversar com famosos e anônimos, com diferentes estilos de vida. O papo entre a Taís e os convidados está disponível no site do BV. Quem sabe as conversas não te inspiram a entrar nesse movimento. Vamos falar sobre dinheiro?
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17/01 - Telebras reabre inscrições para 80 vagas em concurso
Estatal prorrogou período de inscrições para o cargo de técnico em gestão de telecomunicações – assistente técnico, que oferece 80 vagas para cadastro; concurso tem o total de 1.181 vagas: 9 imediatas e 1.172 para formação de reserva. A Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebras) reabriu as inscrições do concurso público somente para o cargo de Técnico em Gestão de Telecomunicações – Ocupação: Assistente Técnico, que oferece 80 vagas para formação de cadastro de reserva: 40 para Brasília e 40 para o Rio de Janeiro. As inscrições devem ser feitas no endereço eletrônico http://www.cebraspe.org.br/concursos/telebras_21 de 17 a 21 de janeiro. A taxa é de R$ 70. Acesso o edital Veja a lista completa de concursos O cargo exige certificado de conclusão de curso de ensino médio de curso técnico em Telecomunicacões, Eletrônica ou Eletrotécnica, expedido por instituição de ensino reconhecida pelo MEC, e registro no Conselho Regional dos Técnicos Industriais (CRT) ou registro no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA) antes da publicação da Lei 13639, de 26 de março de 2018. O concurso oferece o total de 1.181 vagas em cargos de nível médio e superior. São 9 vagas para preenchimento imediato, todas para Brasília, e 1.172 para formação de cadastro de reserva, sendo 90 para o Rio de Janeiro e o restante para Brasília. Os salários são de R$ 3.305,23 para os cargos de nível médio e de R$ 8.766,57 para nível superior. Cargos de nível médio (120 vagas somente para cadastro de reserva): Técnico em Gestão de Telecomunicações – Ocupação: Assistente Administrativo Técnico em Gestão de Telecomunicações – Ocupação: Assistente Técnico Cargos de nível superior (9 imediatas e 1.052 para cadastro de reserva): Especialista em Gestão de Telecomunicações – Ocupação: Advogado Especialista em Gestão de Telecomunicações – Ocupação: Analista de Tecnologia da Informação Especialista em Gestão de Telecomunicações – Ocupação: Analista Superior – Subatividade: Administrativo Especialista em Gestão de Telecomunicações – Ocupação: Analista Superior – Subatividade: Auditoria Especialista em Gestão de Telecomunicações – Ocupação: Analista Superior – Subatividade: Comercial Especialista em Gestão de Telecomunicações – Ocupação: Analista Superior – Subatividade: Estatística Especialista em Gestão de Telecomunicações – Ocupação: Analista Superior – Subatividade: Finanças Especialista em Gestão de Telecomunicações – Ocupação: Analista Superior – Subatividade: Marketing Especialista em Gestão de Telecomunicações – Ocupação: Analista Superior – Subatividade: Psicologia Especialista em Gestão de Telecomunicações – Ocupação: Contador Especialista em Gestão de Telecomunicações – Ocupação: Engenheiro – Subatividade: Aeroespacial Especialista em Gestão de Telecomunicações – Ocupação: Engenheiro – Subatividade: Civil Especialista em Gestão de Telecomunicações – Ocupação: Engenheiro – Subatividade: Eletricista ou Eletrônico Especialista em Gestão de Telecomunicações – Ocupação: Engenheiro – Subatividade: Redes Especialista em Gestão de Telecomunicações – Ocupação: Engenheiro – Subatividade: Telecomunicações As provas objetivas, a prova discursiva, a avaliação biopsicossocial dos candidatos que solicitarem concorrer às vagas reservadas às pessoas com deficiência e o procedimento de heteroidentificação complementar à autodeclaração dos candidatos negros, para os cargos de Especialista em Gestão de Telecomunicações – Ocupação: Engenheiro – Subatividade: Telecomunicações e de Técnico em Gestão de Telecomunicações – Ocupação: Assistente Técnico, serão realizadas nas cidades de Brasília e do Rio de Janeiro. As provas e as demais fases para os demais cargos de nível superior e de nível médio serão realizadas somente na cidade de Brasília. As provas objetivas e discursiva serão aplicadas no dia 20 de fevereiro de 2022.
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17/01 - Maior diamante negro lapidado do mundo é exibido em Dubai
'Enigma' deve alcançar um preço de US$ 5 milhões em leilão na casa Sotheby's. Diamante 'Enigma' é visto em foto na casa de leilão Sotheby's, em Dubai Giuseppe Cacace/AFP O maior diamante negro lapidado do mundo foi colocado em exibição pública pela primeira vez em Dubai nesta segunda-feira (17), antes de seu próximo leilão, que deve alcançar um preço de US$ 5 milhões. Especula-se que o "Enigma", como o raro diamante de carbono foi apelidado, foi formado por um impacto de meteorito há mais de 2,6 bilhões de anos, de acordo com a especialista em joias da casa de leilões Sotheby's, Sophie Stevens. Uma das pedras mais difíceis de lapidar devido à sua resistência (é composta por inúmeros pequenos diamantes, grafite e carbono), este diamante de 555,55 quilates e 55 faces não foi mostrado por seu proprietário anônimo nos últimos 20 anos. Seu formato foi inspirado no símbolo de poder e proteção do Oriente Médio, o Jamsa, em forma de mão, também ligado ao número cinco. "É muito diferente", disse Stevens sobre essa joia, registrada no livro Guinness como o maior diamante lapidado do mundo. Depois de ser exibido em Dubai, o "Enigma" viajará para Los Angeles e Londres, para ser leiloado online por sete dias a partir de 3 de fevereiro. O que a Sotheby's chama de "maravilha cósmica" pode acabar nas mãos de um trader de bitcoin. "Aceitamos pagamento em criptomoeda por este diamante, assim como aceitamos outras pedras importantes", disse Stevens. No ano passado, o diamante "Key 10138" foi vendido em Hong Kong pelo equivalente a 12,3 milhões de dólares em criptomoeda.
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17/01 - Empresas abrem vagas de emprego e estágio; veja lista
Cyrela, Grupo Ri Happy, Agrotools, Printi, Company Hero, Banco Safra, TecBan, Fortics, Compugraf, Motim, NeoAssist, Estratégia Educacional, Ramper, Tereos são as empresas com seleções abertas. As empresas Cyrela, Grupo Ri Happy, Agrotools, Printi, Company Hero, Banco Safra, TecBan, Fortics, Compugraf, Motim, NeoAssist, Estratégia Educacional, Ramper, Tereos estão com vagas de emprego e estágio abertas. Veja abaixo detalhes dos processos seletivos. Cyrela A Cyrela está com inscrições abertas para o Programa de Estágios 2022. Os candidatos devem estar cursando graduação com formatura prevista para dezembro de 2023 ou 2024. O programa selecionará mais de 40 estagiários. As posições estão distribuídas entre as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre e há possibilidade de trabalho em modelo híbrido ou presencial, dependendo do local. As áreas de atuação serão nos setores de Incorporação Imobiliária, Desenvolvimento de Produtos, Projeto Executivo, Jurídico, Obras, Orçamento de Obras, Planejamento de Obras, Controladoria Financeira, Inovação, Dados, Qualidade, Comunicação, E-business, TI, Financeiro, entre outras. Os estagiários terão carga horária semanal de 30 horas com bolsa-auxílio entre R$ 1.300 e R$ 2.000. Os candidatos poderão se cadastrar até o dia 21 de janeiro pelo site https://geracaocyrela.gupy.io/ Grupo Ri Happy O Grupo Ri Happy abriu o 2º programa de estágio, que oferece 18 vagas em São Paulo em sete setores: Comercial, Logística e Supply, Financeiro e Administrativo, Marketing, Gente e Gestão, Novos Negócios e Tecnologia e Vendas. Os requisitos são ter fácil acesso ao bairro da Vila Olímpia em São Paulo (modelo híbrido de trabalho 2 vezes na semana), formação em universidade prevista a partir de julho de 2023 e disponibilidade para estagiar em horário comercial. As inscrições podem ser feitas até 31 de janeiro, através do link https://jobs.kenoby.com/estagiogruporihappy. Agrotools A Agrotools abriu 30 vagas de emprego para diversas áreas de atuação, como tecnologia, desenvolvimento, comercial e financeiro. Os candidatos devem acessar a página https://agrotools.gupy.io/. As oportunidades disponíveis incluem vagas para home office integral e/ou híbrido: Scrum Master - 2 vagas Product Leader/ Product Owner Desenvolvedor (a) de Software Full Stack - 15 vagas Dev & QA Manager (Chapter Leader) - 2 vagas Geospatial Data Manager (Chapter Leader) Coordenador(a) de Projetos em Supply Chain Customer Service Manager (Chapter Leader) Analista de Desenvolvimento de Negócios Analista de e-commerce/Marketplace Analista de Testes (QA) Estagiário(a) Comercial Estagiário financeiro Inside Sales/E-commerce Sales Development Representative (Bilíngue) Printi A Printi está com vagas de emprego abertas para os cargos de Analista de Marketing de Performance, Analista de Qualidade e Product Owner. As vagas são para trabalho remoto e para atuação presencial na sede da empresa, que fica em Barueri, São Paulo. Os interessados devem se candidatar através dos links disponíveis no site https://vagas.byintera.com/printi/. Company Hero A Company Hero abriu 18 vagas de emprego em áreas como desenvolvimento, tecnologia, design e UX. O processo seletivo tem vagas para regime home office (remoto integral), híbrido e presencial nas cidades de São Bernardo do Campo, na região do ABC paulista, e Florianópolis (SC). As posições para pessoas de qualquer localidade do país são: Desenvolvedor Python Jr., Desenvolvedor Fullstack Pleno, Analista de Testes / QA, UX/UI Designer Pleno, Tech Lead, Analista Pleno - Conteúdo em Vídeo, Analista SEO Pleno, Assistente de Cobrança, Analista de Growth Pleno, Analista de Marketing de Produto Jr., Redator Jr., Designer Jr., Tech Recruiter Pleno e Desenvolvedor Front-end Pleno. Já as oportunidades para trabalhar especificamente de forma presencial são Analista Administrativo Externo (São Bernardo do Campo/SP), Analista Administrativo Externo (Florianópolis/SC) e Analista Administrativo Externo (São Paulo/SP. Informações na página https://www.companyhero.com/carreiras Banco Safra O Banco Safra abriu vagas para bankers com experiência para atuar no Safra High Net em diversas regiões do país. As mais de 80 oportunidades fazem parte dos investimentos no novo segmento de alta renda. O processo seletivo possui alguns pré-requisitos, como certificação CFP, experiência no mercado financeiro e gestão de investimentos. O Safra busca profissionais que já atuam hoje como bankers de alta renda, além de Gestores de Patrimônio, Agentes Autônomos e Advisors que buscam um upgrade em sua jornada e mais exposição. Mais detalhes no link TecBan A TecBan abriu programa de estágio para alunos com graduação prevista a partir de dezembro de 2023 nos seguintes cursos: Administração, Arquitetura, Ciências Contábeis, Ciências da Computação, Engenharia da Computação, Engenharia de Software, Engenharia Mecânica/Elétrica, Física, Gestão Financeira, Matemática, Processos Gerenciais, Relações Públicas/Internacionais, relacionados a TI e Telecomunicações. Ao todo, são 24 vagas e as inscrições podem ser feitas no site https://tecban.gupy.io/ até o dia 28 de janeiro. Fortics A Fortics abriu 16 vagas para trabalho remoto em diferentes áreas de atuação. Algumas vagas são para analista de sucesso do cliente, sysadmin, desenvolvedor back, desenvolvedor front, desenvolvedor full stack, estagiário em desenvolvimento de sistemas, especialista em design e consultor comercial bilíngue. Para ver mais detalhes, acesse o link https://talentosfortics.solides.jobs/ Compugraf A Compugraf está com oito oportunidades abertas para Analista de Segurança da Informação Pleno (F5), Business Development Lead, Analista de Infraestrutura Pleno/Sênior, Analista de Segurança da Informação Pleno (Check Point), Analista Programador Pleno/Sênior, Arquiteto de Soluções, Analista de Negócios Júnior e Analista Programador Júnior. A preferência é por candidatos com inglês intermediário. Os interessados devem acessar o link https://compugraf.solides.jobs/. Motim A Motim está com três oportunidades para Assessor(a) de Imprensa, Redator(a), Especialista de Conteúdo (LinkedIn/Ghostwriting). A preferência é por candidatos que já tenham alguma experiência nas áreas em questão. Mais informações no link https://trampos.co/motim-cc. NeoAssist A NeoAssist está com 12 vagas para Analista de Customer Success, Analista de Infraestrutura Web Pleno, Analista de Projetos Pleno, Assistente Executivo Bilíngue, Business Development Representative, Pessoa Desenvolvedora Front End Pleno - Angular.JS/ Vue.JS, Pessoa Desenvolvedora PHP Pleno, Pessoa Desenvolvedora PHP Senior, Especialista UX/UI Designer, Executiva de Contas Sr, Product Manager e SysAdmin Sr.. Todas as vagas são para a cidade de São Paulo. Para inscrição, os interessados devem acessar o link https://neoassist.gupy.io/. Estratégia Educacional O Estratégia Educacional abriu 14 vagas para os times das áreas Comercial, Marketing, Audiovisual, Tecnologia, Design e Financeiro, na cidade de São Paulo. As vagas são para a sede do Estratégia, em São Paulo (SP), com modelo de trabalho híbrido. Os interessados devem se inscrever através do link . Os profissionais que quiserem aplicar nas áreas de Tecnologia e Design precisam utilizar a página específica . Ramper A Ramper está com 20 novas vagas de emprego. A maior parte das vagas são para a área de Marketing, com nove oportunidades. Para a área de Customer Success, existem oportunidades para Analista CSM, Analista Ongoing, Coordenador(a) de Suporte e Customer Success Operations (CS OPS). Na área de Tecnologia & Produto, as vagas são para Desenvolvedor(a) Back-end, Desenvolvedor(a) Front-end e Desenvolvedor(a) FullStack. Já em Vendas, a startup oferece oportunidade para Executivo(a) de Conta. As inscrições podem ser realizadas no link https://www.ramper.com.br/vagas. Tereos A Tereos está com mais de 110 vagas de emprego efetivas e cerca de mil oportunidades para safristas em suas sete unidades industriais, localizadas nas cidades do noroeste do estado de São Paulo, como Olímpia, Severínia, Colina, Pitangueiras, Guaíra, Tanabi e Guaraci. As vagas efetivas são para as áreas agrícola e industrial, com oportunidades na operação, motoristas, tratoristas, manutenção industrial e automotiva, por exemplo. A Tereos conta também com vagas para jovens aprendizes e em áreas corporativas, como recursos humanos, ciência de dados e segurança do trabalho. Para os safristas, há diversas oportunidades no campo e na indústria, nas sete unidades da companhia. Os candidatos, tanto para as vagas efetivas quanto para as oportunidades de safristas, devem encaminhar o currículo para os endereços de e-mail abaixo: Unidade Cruz Alta (Olímpia) e Unidade Severínia (Severínia) - recrutamentocruzalta@tereos.com Unidade Andrade (Pitangueiras) - recrutamento.andrade@tereos.com Unidade Mandu (Guaíra) - recrutamento.mandu.br@tereos.com Unidade São José (Colina) - recrutamento.saojose.br@tereos.com Unidade Tanabi (Tanabi) - recrutamento.tanabi@tereos.com Usina Vertente (Guaraci) - recrutamento.vertente.br@tereos.com Já os interessados nas oportunidades corporativas devem acessar o site https://vagas.com.br/tereos, checar os requisitos informados e cadastrar o currículo.
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17/01 - Multa de 40% do FGTS: saiba quem tem direito – e quem não
Nem todo trabalhador com carteira assinada tem direito à multa rescisória; saiba em que situações o valor não é pago. O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é um direito do trabalhador com carteira assinada e só pode ser sacado mediante condições específicas fixadas em lei, como demissão sem justa causa, aposentadoria e compra da casa própria. FGTS: quem tem direito, quando pode sacar, qual o rendimento? Entenda Além do dinheiro do fundo, os trabalhadores podem ter direito a receber uma multa de até 40% sobre o valor depositado pelo empregador ao deixarem o emprego. Veja abaixo como isso funciona. Quem tem direito? Têm direito à multa os trabalhadores CLT: Demitidos sem justa causa: têm direito a receber o saldo do FGTS que foi depositado pelo empregador durante a vigência do contrato de trabalho mais a multa rescisória de 40% em cima desse valor total. Demitidos de forma consensual: têm direito a receber até 80% do saldo do FGTS que foi depositado pelo empregador durante a vigência do contrato de trabalho mais uma multa rescisória de 20% (veja tira dúvidas sobre a demissão por acordo). Trabalhadores que aderiram ao saque aniversário do FGTS mas se enquadram em uma das situações acima mantêm o direito à multa – mas não podem sacar o valor total do fundo na demissão (clique aqui e entenda como funciona o saque aniversário). Quem perde o direito? Perdem direito à multa os trabalhadores CLT: Demitidos por justa causa: perdem o direito à multa dos 40%. Neste caso, o trabalhador também perde o direito a sacar o valor total depositado na conta do FGTS. Mas o dinheiro segue na conta, e o saque pode ser feito em outras situações (veja mais abaixo). Trabalhadores que pedem demissão: perdem o direito à multa dos 40%. Neste caso, o trabalhador também perde o direito a sacar o valor total depositado na conta do FGTS. Mas o dinheiro segue na conta, e o saque pode ser feito em outras situações (veja mais abaixo). Situações que permitem o saque do FGTS Até o dia 7 de cada mês, os empregadores devem depositar em contas abertas na Caixa Econômica Federal, em nome dos empregados, o valor correspondente a 8% do salário de cada funcionário. O FGTS é pago sobre salários, abonos, adicionais, gorjetas, aviso prévio, comissões e 13º salário. Esses depósitos mensais pertencem aos empregados que, em situações específicas, podem sacar o total. Veja quando o saque é permitido: Na demissão sem justa causa; No término do contrato por prazo determinado; Na rescisão do contrato por extinção total da empresa; supressão de parte de suas atividades; fechamento de quaisquer de seus estabelecimentos, filiais ou agências; falecimento do empregador individual, empregador doméstico ou decretação de nulidade do contrato de trabalho; Na rescisão do contrato por culpa recíproca ou força maior; Na rescisão por acordo entre o trabalhador e a empresa. Nesse caso, ele tem direito de sacar 80% do saldo da conta do FGTS; Na aposentadoria; No caso de necessidade pessoal, urgente e grave, decorrente de desastre natural causado por chuvas ou inundações que tenham atingido a área de residência do trabalhador, quando a situação de emergência ou o estado de calamidade pública for assim reconhecido, por meio de portaria do governo federal; Na suspensão do trabalho avulso por prazo igual ou superior a 90 dias; No falecimento do trabalhador; Quando o titular da conta vinculada tiver idade igual ou superior a 70 anos; Quando o trabalhador ou seu dependente for portador do vírus HIV; Quando o trabalhador ou seu dependente estiver com câncer; Quando o trabalhador ou seu dependente estiver em estágio terminal, em razão de doença grave; Quando o trabalhador permanecer por 3 anos ininterruptos fora do regime do FGTS (sem emprego com carteira assinada), com afastamento a partir de 14/07/1990, podendo o saque, neste caso, ser efetuado a partir do mês de aniversário do titular da conta; Quando a conta vinculada permanecer por três anos ininterruptos sem crédito de depósitos e o afastamento do trabalhador ter ocorrido até 13/07/1990; Para aquisição da casa própria, liquidação ou amortização de dívida ou pagamento de parte das prestações de financiamento habitacional concedido no âmbito do SFH – nesse caso, é preciso ter 3 anos sob o regime do FGTS; não ser titular de outro financiamento no âmbito do SFH; não ser proprietário de outro imóvel; Na amortização, liquidação de saldo devedor e pagamento de parte das prestações adquiridas em sistemas imobiliários de consórcio. Portanto, quem é demitido por justa causa ou quem pede demissão só poderá retirar os valores do FGTS nas situações acima. No caso dos trabalhadores demitidos sem justa causa, o valor da multa dos 40% é calculado em cima do valor total que a empresa depositou ao longo do contrato de trabalho. Portanto, se ele sacar o dinheiro dentro de algumas das hipóteses acima enquanto está empregado, os 40% não serão calculados sobre o valor que restou após o saque realizado, mas sobre o que ele tinha desde que começou a trabalhar na empresa. 'Pode Perguntar': entenda as possibilidades de saque do FGTS
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17/01 - Lillördag, o segredo nórdico contra o estresse no meio da semana
Sem um término definido em vista para a pandemia - e, consequentemente, das semanas de trabalho arrastadas -, tomar emprestada a prática nórdica do 'pequeno sábado' pode nos ajudar a olhar para frente e encontrar uma pausa agradável na monotonia da semana. Aurora boreal Getty Images via BBC Quando o vento começa a soprar mais forte no Ártico, carregando e acumulando a neve, o trabalho de Harpo Adolfsson fica mais difícil. Com 63 anos de idade, Adolfsson trabalha como operador de máquinas do famoso Hotel do Gelo em Jukkasjärvi, no norte da Suécia, retirando a neve acumulada sobre ruas e calçadas. Em dias de muito serviço, ele chega a trabalhar 12 horas, começando às quatro da manhã. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram "Para trabalhar com máquinas, você precisa estar atento todo o tempo e isso pode ser muito cansativo", conta ele. "Às vezes, o fim de semana parece demorar muito para chegar." Quatro anos atrás, Adolfsson começou a reunir-se com alguns colegas nas noites de quarta-feira para uma pausa na semana de trabalho. Eles se servem de canecas da cerveja irlandesa Guinness à luz de velas e se alternam para cozinhar nas casas uns dos outros. Seu colega dinamarquês traz smørrebrød - um sanduíche aberto típico daquele país - e Adolfsson gosta de preparar hambúrgueres artesanais. "Você nunca sabe o que irá comer", segundo ele. "Às vezes é algum alimento frito, ou salmão. Às vezes é uma refeição com três pratos." VEJA TAMBÉM: Por que a Suécia paga pais para cuidarem de filhos doentes Quem é a rainha brasileira da Suécia, que pegou Covid-19 Princesa herdeira da Suécia se infecta pela 2ª vez em menos de 1 ano Sueca que foi premiê por menos de 1 dia é eleita de novo para o cargo Adolfsson conta que as reuniões de quarta-feira, repletas de boa comida e alegres conversas, melhoram seu ânimo porque oferecem algo concreto que ele aguarda ansiosamente - ainda mais no inverno, quando o céu fica escuro 20 horas por dia naquela região. "Isso me deixa feliz porque sei o que vai acontecer e que será agradável", diz ele. As reuniões de Adolfsson são um exemplo da prática do "pequeno sábado", ou lillördag, em sueco. É uma tradição cultural nórdica que considera a quarta-feira uma oportunidade para pequenas celebrações, como se fosse um fim de semana mais curto. Segundo Rickard Grassman, professor universitário e chefe do departamento de administração da Universidade de Estocolmo, na Suécia, a expressão vem da época em que servos e criadas trabalhavam aos sábados e tinham um dia da semana de folga. "Desde então, vem sendo historicamente celebrada uma espécie de pequeno feriado no meio da semana, quando as pessoas precisam de um pouco de tempo para aliviar o estresse", segundo ele. Como a pandemia reduziu as fronteiras entre os dias de trabalho e os fins de semana, tomar emprestada essa tradição nórdica pode ser uma forma de equilibrar a semana e até acrescentar um pouco de alívio e celebração ao tédio de mais um dia em casa - o que é particularmente bem-vindo em uma época em que priorizar a saúde e a felicidade é mais importante do que nunca, ressalta Grassman. "Ter uma visão moderada e mais ponderada do equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal cria uma sensação mais sólida do que significa a felicidade", segundo ele. "Algum tempo extra para cuidar de nós mesmos nos pequenos sábados é um bom começo para olhar para frente com otimismo." Um pequeno capricho - e talvez um grande alívio Nem todos os suecos participam do lillördag, mas essa prática agrada algumas pessoas, como Adolfsson, que sentem que a pausa no meio da semana melhora seu humor. E, embora qualquer dia da semana tecnicamente possa ser um lillördag (na Noruega e na Dinamarca, o pequeno sábado tem o nome similar de "lille lørdag"), ele é mais comumente feito às quartas-feiras. Estudantes universitários poderão divertir-se muito nos bares, mas o pequeno sábado pode também ser uma noite tranquila com a família e os amigos ou uma desculpa para um mimo qualquer. Dezenas de postagens marcadas com #lillördag no Instagram mostram pequenos prazeres, desde comer ostras com champanhe até acampamentos. O lillördag é completamente oposto ao conceito norte-americano de "hump day" (literalmente, "dia da corcunda"), que considera a quarta-feira o segundo pior dia da semana, depois da segunda - quando você está quase acabado, mas ainda falta muito tempo para o fim de semana. Garçonete carrega canecas de 1 litro na Oktoberfest de Munique, Alemanha, em 2015 Reuters Segundo Constanze Leineweber, professora do Instituto de Pesquisa do Estresse da Universidade de Estocolmo, a percepção da quarta-feira como o pequeno sábado pode ajudar a suportar melhor a semana de trabalho - especialmente agora que os nossos dias em isolamento parecem unir-se uns aos outros "sem um término à vista". "Algo como os pequenos sábados pode ser muito útil para ajudar as pessoas a ter estrutura e plenitude, mesmo quando se sentirem perdidas", acrescenta ela. "Você pode ficar motivado com objetivos menores que podem ser alcançados durante a semana e ganhar uma recompensa por isso... e não perder totalmente o contexto e a estrutura de que precisamos." 'Os pequenos sábados servem para manter a sanidade' Embora a Suécia seja a primeira colocada no Índice de Igualdade de Gênero da União Europeia de 2020, as mulheres ainda apresentam maior risco de exaustão emocional devido à falta de equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho, segundo Leineweber, que estuda os conflitos entre a família e o trabalho nos países nórdicos. Suas pesquisas indicam que as mulheres são menos propensas que os homens a usar seu tempo fora do trabalho para relaxar, sem se dedicar às necessidades domésticas e familiares. Para Anitha Clemence, mãe de duas crianças, e Ann Söderlund, mãe de cinco filhos, ambas residentes em Estocolmo, a prática de autocuidado do lillördag tornou-se ainda mais importante para suas vidas durante a pandemia. Clemence oferece aos seus filhos sobremesas como bolo de chocolate ou pacotes de doces misturados - uma prática apreciada na Suécia - e passa batom para encontrar amigos no Zoom. Já Söderlund e seu marido pedem comida para seus meninos com idades de 4 a 18 anos. "Quando era criança, todos os dias tínhamos algum tipo de lillördag porque meu pai era jornalista e nós viajávamos e nos mudávamos muito. Está no meu sangue", relembra Söderlund - que, como sua amiga Clemence, é uma atriz e escritora sueca. Seis anos atrás, a tradição inspirou a dupla a criar um podcast com o oportuno nome de Lillelördag, disponível toda quarta-feira. Elas discutem questões consideradas tabus sobre relacionamentos, maternidade e estilo de vida, sem restrições e seguindo seu lema de que "nada é sagrado no pequeno sábado". O programa de Clemence e Söderlund reuniu uma grande quantidade de ouvintes, principalmente mulheres, e Lillelördag é um dos 50 principais podcasts da Suécia. Segundo Clemence, as coapresentadoras ficaram sensibilizadas ao saber como o podcast vem fazendo parte importante da vida dos ouvintes durante a pandemia, oferecendo uma trilha sonora alegre para suas caminhadas e intervalos para o almoço, incentivando o sentimento do pequeno sábado. "Os pequenos sábados servem para manter a sanidade", afirma Clemence, rindo. "Nós sempre incentivamos nossos ouvintes a cuidar de si próprios no pequeno sábado com alguma coisa a mais porque... nos ajuda muito." A questão são as pequenas coisas Sem um término definido em vista para a pandemia - e, consequentemente, das semanas de trabalho arrastadas -, tomar emprestada a prática nórdica do lillördag poderá nos ajudar a olhar para frente e encontrar uma pausa agradável na monotonia da semana. Söderlund, que teve Covid-19, afirma que a pandemia a ajudou a lembrar como podem ser importantes os prazeres simples da vida - e como, em tempos desafiadores, pequenas coisas podem fazer toda a diferença. "Todos os dias coloco pelo menos 21 garfos, facas e pratos [para o jantar], pois estamos estudando e trabalhando em casa", conta ela, suspirando. "Durante a pandemia, o lillördag ganhou importância ainda maior para mim. É como dizer 'agora posso apenas relaxar e tomar uma taça de vinho'." VÍDEOS: as últimas notícias internacionais
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17/01 - Como mulher ajudou a salvar seu vilarejo da fome em Madagascar
Seca prolongada no extremo sul do país deixou 1,3 milhão de pessoas lutando para encontrar alimento e 28 mil passando fome. Algumas pessoas consideram que esta é a primeira fome do mundo causada pelas mudanças climáticas, embora haja controvérsias a respeito. Loharano e seu marido Mandilimana transformaram sua forma de cultivo Sira Thierij/BBC A simpatia natural de Loharano esconde seu difícil trabalho para combater a tragédia que está abalando parte da região onde ela vive em Madagascar. A seca prolongada no extremo sul do país deixou 1,3 milhão de pessoas lutando para encontrar alimento e 28 mil passando fome. Algumas pessoas consideram que esta é a primeira fome do mundo causada pelas mudanças climáticas, embora haja controvérsias a respeito. Mas a aldeia de Loharano, Tsimanananda, onde ela é líder comunitária, foi poupada do pior. A aldeia fica a 45 minutos de carro de Ambovombe, a capital da região de Androy, uma das mais prejudicadas pela drástica redução das chuvas nos últimos anos. O caminho é difícil. Até um veículo 4x4 tem dificuldades para encontrar aderência nas estradas de terra. A vista pelo para-brisas empoeirado revela um cenário de dunas que parece um deserto, sem árvores e exposto aos fortes ventos. É difícil imaginar alguma coisa crescendo ali, mas Tsimanananda destaca-se na paisagem. O sorriso de Loharano ilumina o espaço em volta dela. Ela é pequena e gentil - não é a primeira pessoa que você identificaria como líder da comunidade. Mas ela rapidamente me convida para entrar em sua casa e faz com que eu me sinta à vontade. "Sofremos muito com a fome. Nós plantamos, mas nunca conseguimos colher", afirma ela, que tem 43 anos de idade, analisando uma seca anterior que começou em 2013. Mas, com o auxílio de uma entidade local, o Centro Agroecológico do Sul (CTAS, na sigla em francês), desta vez as coisas são muito diferentes. Pouco depois da minha chegada, Loharano dava uma aula curta na sombra de uma árvore. Armada com um pôster ilustrando técnicas agrícolas, ela fala para os seus vizinhos e seu marido Mandilimana sobre produtos agrícolas resistentes à seca e métodos de revitalização do solo. 'Temos café da manhã, almoço e jantar' Ao longo dos últimos sete anos, o CTAS ajudou a introduzir grãos como milheto e sorgo, além de variedades de legumes locais, que crescem bem nas condições arenosas e aumentam a fertilidade do solo. Os habitantes da aldeia também aprenderam a plantar quebra-ventos naturais para ajudar a proteger a produção contra estragos. "Agora, temos café da manhã, almoço e jantar", afirma orgulhosamente Loharano, enquanto exibe seu canteiro de terra, onde ela e Mandilimana cultivam uma variedade impressionante de produtos. Em um dos cantos, havia fileiras de milheto, depois feijão, ervilha e batata doce. "Nós comemos a casca do milheto moído com açúcar e essa é a comida preferida das crianças. Suas barrigas estão sempre cheias de milheto", conta ela. O CTAS reproduziu esse trabalho em outras 14 aldeias no sul de Madagascar, ajudando cerca de 10 mil residências, segundo a instituição. Mas a organização é pequena e não pode atender a todos. Claramente, as necessidades são enormes. De volta à capital regional, Ambovombe, a visão relembra uma zona de guerra. Em um pequeno campo empoeirado, dezenas de famílias ergueram tendas improvisadas - uma mistura de mosquiteiros, sacos de arroz e folhas de plástico. Mas essas cerca de 400 pessoas fugiram da fome, não de conflitos. Ao contrário de Loharano, elas não conseguiram cultivar alimentos e precisaram vender suas fazendas e animais para poder sobreviver. Controvérsias sobre as mudanças climáticas Mas não foram só as propriedades que as pessoas perderam. Mahosoa, que vive ali com uma de suas esposas e 12 filhos, conta que quatro dos seus filhos mais jovens morreram no início da seca, três anos atrás. "Eles morreram de fome na aldeia", conta ele. "Eles morreram um a um, dia após dia. Nós não comemos por uma semana. [Não havia] nada para comer, nada para beber." Mahosoa conta que alguns dos seus filhos saem para mendigar na cidade, para que eles possam comprar alimentos ou água. Segundo ele, as promessas de ajuda do governo não se materializaram para eles. O governo distribuiu auxílio alimentar na área afetada e anunciou dezenas de projetos de infraestrutura de longo prazo que poderão transformar as perspectivas da região. Mas o presidente de Madagascar, Andry Rajoelina, vem sendo criticado por não reagir à crise com a rapidez necessária, quando o impacto dos sucessivos anos de seca tornou-se mais evidente. Alguns habitantes creditam a situação à marginalização histórica da região. "Durante a guerra contra o exército colonialista francês, os Antandroy [habitantes da região de Androy] conseguiram lutar contra os colonizadores franceses, usando táticas de guerrilha", segundo o professor universitário Tsimihole Tovondrafale. Por isso, ele afirma que os franceses não se interessaram em desenvolver a região. "Eles não pensaram em construir estradas ou perfurar poços, por exemplo, e essa política persiste em Madagascar, desde a independência até agora", afirma o professor. Muitos analistas políticos culpam a reação do governo, que eles consideram lenta, pelo agravamento da crise da fome no sul da ilha, mas a ministra do Meio Ambiente de Madagascar observa a situação de forma muito diferente. Baomiavotse Vahinala Raharinirina afirma que a fome tem "origem climática". Esta afirmação segue a avaliação do Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas, que afirma que a crise está sendo causada pelas mudanças climáticas. Mas o recente e influente relatório da organização World Weather Attribution sobre a seca em Madagascar, que incluiu os trabalhos do cientista climático Rondro Barimalala, contestou essa afirmação. Os pesquisadores concluíram que, embora as últimas chuvas tenham sido reduzidas e a probabilidade de secas futuras possa estar aumentando, as mudanças do regime de chuvas não podem ser atribuídas a impactos humanos sobre o clima. Independentemente da causa precisa da falta de chuvas, não há dúvidas de que centenas de milhares de pessoas sofrerão esses impactos nos próximos anos. Com seu trabalho para melhorar as condições da sua aldeia, Loharano está feliz porque a sua comunidade conseguiu evitar o desastre que muitos agora estão enfrentando. Mas ela se ressente ao ver que muitos outros não puderam receber ajuda. "Fico triste por eles, pois eles poderão morrer de fome", afirma ela. "Um dia, uma pessoa não tinha nada e perguntei a ela por quê. Ela respondeu que não comia desde o dia anterior. Então eu disse a ela que pegasse um pouco das minhas ervilhas e desse de comer aos seus filhos." VÍDEOS: as últimas notícias internacionais
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17/01 - Por que a Suécia paga pais para cuidarem de filhos doentes
Quando as crianças ficam doentes na Suécia, os pais podem ficar em casa para cuidar deles e recebem 80% do salário. Essa política é popular, mas vem sofrendo pressão devido à pandemia. Na Suécia, benefícios oferecidos pelo Estado permitem que pais e mães desenvolvam suas carreiras sem prejudicar o cuidado com os filhos Getty Images via BBC Com três filhos na pré-escola, o gerente de marcas Jeremy Cothran preparou-se para o caso de sua família ter resfriados, Covid-19 ou outras infecções em algum momento durante o inverno do hemisfério norte. Mas os dias que antecederam o Natal foram ainda piores do que ele imaginava. "Tivemos uma sucessão de crianças doentes, com febre ou norovírus", conta Cothran, que tem 41 anos e trabalha para uma companhia de recrutamento na área de tecnologia na capital da Suécia, Estocolmo. "As doenças acabaram culminando em vômitos tarde da noite e visitas à lavanderia do prédio logo pela manhã, para lavar roupas e lençóis." Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Mas parte da pressão que atingiu sua família foi reduzida por uma política sueca conhecida como "Vård av Barn" (abreviada como "VAB"). Em tradução livre, significa "cuidado com criança" e oferece aos pais o direito de tirar licenças pagas para cuidar dos seus filhos quando eles ficarem doentes. Isso significa que os pais suecos, ao contrário de muitos pais em outras partes do mundo, não precisam correr para procurar parentes para ajudá-los, tirar férias ou licenças não remuneradas, nem simplesmente tentar levar trabalho para casa quando seus filhos ficam doentes. "É uma imensa rede de segurança", afirma Cothran, que nasceu nos Estados Unidos. Ele e a esposa, que é chefe de marketing, tiraram ao todo nove dias de VAB durante o último ciclo de doença dos seus filhos. "Não temos suporte familiar na Suécia e [por isso] temos dificuldade de lidar com abalos no nosso sistema familiar. Sem o VAB, não teríamos como conseguir administrar a carreira, a vida familiar e nossa saúde mental ao mesmo tempo." Ao lado das políticas de auxílio familiar mais famosas da Suécia, como licenças-maternidade e subsídio para creches, o VAB está sendo cada vez mais utilizado pelas empresas suecas como ferramenta para atrair e reter talentos internacionais como Cothran. Mas, da mesma forma que outras iniciativas que oferecem bem-estar para os funcionários, como férias ilimitadas ou intervalos de exercício obrigatórios, o VAB traz dificuldades além dos benefícios - incluindo preocupações sobre possíveis atrasos para a carreira dos pais se for utilizado com frequência excessiva. VEJA TAMBÉM: Lillördag: o segredo nórdico contra o estresse no meio da semana Quem é a rainha brasileira da Suécia, que pegou Covid-19 Princesa herdeira da Suécia se infecta pela 2ª vez em menos de 1 ano Sueca que foi premiê por menos de 1 dia é eleita de novo para o cargo Rainha Silvia e rei Carl XVI Gustaf da Suécia em foto de dezembro de 2019 Divulgação/Família Real Sueca Cultura do trabalho amiga da família O benefício do VAB pode parecer um sonho idealizado pelos empregadores durante a pandemia, mas, na verdade, foi incorporado à legislação sueca há décadas. O Estado paga 80% do salário do pai ou da mãe, limitado a cerca de 1.081 coroas suecas (R$ 660) por dia. Mães e pais podem tirar quantos dias precisarem, dentro do limite anual de 120 dias por criança, até que eles completem 12 anos de idade (mas é preciso ter uma declaração do médico após oito dias consecutivos). Os pais podem também nomear outros membros da família, amigos ou vizinhos como cuidadores que ganham VAB pago em seu nome. Até os autônomos têm direito ao benefício, que é calculado com base na sua renda anual. Todo o processo é realizado por meio do aplicativo da Agência Sueca de Assistência Social. O VAB é tão comum que existe até um verbo em sueco derivado do conceito: "att vabba", que significa ficar em casa cuidando de seu filho. Nas companhias internacionais onde o inglês é mais falado, é possível ouvir frequentemente a expressão mista em inglês e sueco "I'm vabbing" (algo como "estou VABando", em português). Os suecos chamam o mês de fevereiro de "vabruari" porque é comum que os locais de trabalho fiquem vazios, com os pais forçados a "vabar" durante esse mês de inverno, mês de inverno repleto de vírus. Os empregadores não podem recusar aos funcionários seu direito de tirar VAB, e a maioria das empresas é compreensiva quando os pais precisam fazer uso do benefício. "Meu chefe tem dois filhos e muitas vezes precisa [usar o] VAB, por isso toda a companhia é muito compreensiva", afirma Cothran. "Nós até temos um ícone de status VAB no [aplicativo] Slack, que sinaliza imediatamente para a empresa quando alguém não está disponível." A extensão em que o Estado e as empresas suecas auxiliam as famílias com crianças doentes é de fazer cair o queixo em países dependentes de provedores privados de serviços de saúde e creches, mas esse benefício faz sentido no contexto do longo histórico de políticas amigas da família da Suécia. O VAB foi introduzido em 1974, ao mesmo tempo em que o país se tornou o primeiro do mundo a introduzir a licença-maternidade (ou paternidade) remunerada independente do gênero. No ano seguinte, creches acessíveis e subsidiadas pelo Estado passaram a ser oferecidas para todos os pais. Nesse panorama, o VAB agora é "tão estabelecido e prático para os pais" que é amplamente aceito pelos partidos e eleitores de todo o espectro político, segundo Katarina Boye, socióloga do Instituto de Pesquisas Sociais da Suécia. Para os empregadores, o VAB apresenta dificuldades óbvias em termos de prejuízo a projetos ou caminhos planejados. Mas ele ainda é popular junto às empresas, pois permite que elas atraiam e retenham força de trabalho diversificada, segundo Catharina Bäck, pesquisadora da Confederação do Empresariado Sueco, que representa 60 mil empresas. Ela argumenta que o VAB é um dos fatores que permitiram à Suécia atingir a taxa de emprego feminino mais alta da União Europeia, já que ele facilita a permanência das mulheres no mercado de trabalho enquanto elas cuidam dos filhos pequenos. "A licença-maternidade e o sistema de assistência - que inclui o VAB - em conjunto com as creches são pré-requisitos essenciais para que os dois pais combinem a vida profissional com a vida familiar", afirma Bäck. Existem também benefícios para as pessoas que não têm filhos, como o potencial de reduzir a difusão de doenças entre os funcionários nos locais físicos de trabalho, o que tem sido um benefício importante durante a pandemia. "Para mim, o impacto é positivo, pois meus colegas não vêm para o trabalho trazendo bactérias transmissíveis dos seus filhos pequenos", afirma Åsa Svensson, de 30 anos, funcionária de comunicações do sul da Suécia, que não tem filhos. Paralelamente, ela tem a oportunidade de trabalhar ao lado de muitas mães jovens, algo que ela acredita que não seria possível se vivesse em um país com um sistema de assistência social menos desenvolvido. "É uma questão de solidariedade", afirma. "Como mulher fortemente identificada como feminista, acho absolutamente maravilhoso". Compromisso dos casais Apesar da sólida popularidade do VAB, o conceito traz algumas dificuldades, muitas das quais se exacerbaram durante a pandemia. Estatísticas da Agência Sueca de Assistência Social indicam que, embora o país se encaminhe para o uso do VAB igualmente entre os gêneros, as mães ainda tiram a maioria dos dias, em proporção de 60:40 dos dias entre mulheres e homens. No Instituto de Pesquisas Sociais, Boye afirma que isso provavelmente se deve, em parte, ao fato de que a maioria dos homens ainda recebe os maiores salários do setor privado na Suécia. Nesses casos, eles sofrem mais impacto que as mulheres com salários menores, devido ao limite diário de pagamento imposto pelo VAB. Orientações de gênero também podem ter influência. "Nós ainda esperamos que as mulheres sejam mais afetivas e cuidadosas - e as expectativas sobre as 'boas mães' são diferentes do que se espera dos 'bons pais'", afirma Boye. Mesmo em casais dispostos a compartilhar igualmente os encargos, decidir qual deles é mais adequado para tirar um VAB inesperado pode ser uma causa comum de atrito, segundo Manne Forssberg, escritor sobre criação de filhos e produtor de um podcast em Estocolmo. "Pode realmente parecer um problema de luxo do primeiro mundo porque somos extremamente privilegiados por termos o VAB disponível para uso. Mas é uma dificuldade decidir rapidamente quem tem o trabalho mais importante", afirma ele. Em 2020, os dias de VAB aumentaram acentuadamente devido à pandemia. Forssberg escreveu um artigo intitulado "Como salvar seu casamento em tempos de VAB" e usou seu podcast para aconselhar os pais a compartilhar seus cronogramas todos os domingos e planejar com antecedência quem tiraria VAB se um dos seus filhos ficasse subitamente doente. Cothran e sua esposa usam esse método, já que ambos têm cargos de liderança sênior com altas responsabilidades e muitas vezes decidem tomar turnos de VAB de meio período cada um. "Muitas vezes, ela tem compromissos como reuniões de diretoria que não podem ser adiados, mas fazemos o melhor possível para dar cobertura um ao outro e passar o bastão do VAB de forma razoável", afirma ele. Mas, como aconteceu com milhões de casais em trabalho remoto nos seus apartamentos durante a pandemia em todo o mundo, Cothran ressalta que isso ficou mais difícil, pois as fronteiras entre a vida doméstica e a corporativa vêm ficando cada vez mais indefinidas. "Às vezes, é difícil para o pai que não está em VAB encontrar um local calmo para trabalhar em casa... de fato, existem momentos em que os filhos gritando e brigando tornam-se uma distração". E, se ele estiver em VAB, a sua carga de trabalho e o compromisso com sua equipe fazem com que ele ainda entre no sistema da empresa para verificar seu e-mail depois de um dia cheio de cuidados com as crianças. "Bem, o trabalho não para só porque você está em VAB", diz. "Se você for um gerente como eu ou minha esposa, você precisa ser bom em delegar, para que o serviço não se acumule e gere ainda mais estresse, além de toda a tensão que você já está enfrentando em casa." Nos últimos anos, surgiu também um conceito mais informal chamado de "att vobba", que é uma junção das palavras "att vabba" e "att jobba", que significa "trabalhar" em sueco. "Vobba" significa que, em vez de tirar VAB, você se compromete a oferecer um dia de trabalho ao mesmo tempo em que cuida do seu filho doente. A ideia é que você consiga manter seus compromissos profissionais e, se o seu salário for alto, você não perde o pagamento devido ao limite diário do benefício do VAB. Esta prática tornou-se mais comum durante a pandemia, quando crianças relativamente saudáveis foram mantidas fora da escola devido a resfriados menores. Mas os sindicatos suecos expressaram preocupações com a possibilidade de aumentar o risco de burnout e aconselharam os funcionários a ter cuidado com patrões que os incentivam a tirar "vobba" em vez de exercer seu direito legal ao VAB. Seria um assassino secreto de carreiras? Legalmente, as empresas suecas não podem discriminar pais que precisam de VAB (ou "vobba") mais do que outros, mas alguns trabalhadores não têm certeza se isso é sempre respeitado. Catarina - que preferiu não divulgar seu sobrenome porque trabalha como servidora pública - normalmente tira a maior parte dos dias de VAB em comparação com seu marido e completou um total de quatro semanas entre novembro e dezembro de 2021. "Posso dizer que isso chama a atenção de alguns colegas. Uma questão é que ninguém é chamado para cobrir a minha ausência, de forma que o meu trabalho não é distribuído entre os colegas", afirma ela, que é mãe de duas crianças e mora em Estocolmo. "Também sinto que pode haver uma certa hesitação para me promover para um cargo de maior liderança devido à quantidade de dias de VAB que uso por ano, mas é claro que isso não me é dito abertamente." As pesquisas de Boye, publicadas em 2015, demonstram que os pais suecos têm menor crescimento salarial ao longo dos anos em que seus filhos são pequenos, quando eles tiram mais dias de VAB. Isso se aplica tanto às mães quanto aos pais, mas neste ponto os homens são os mais prejudicados. Pais que tiram regularmente dias de VAB levam para casa um salário 2% menor que os que usam o benefício dentro da média; para as mães, essa redução é de 0,5%. "Pais e mães de licença representam um sinal de falta de compromisso profissional para os seus empregadores", argumenta Boye. "Esse sinal pode ser mais forte para os pais que para as mães porque os empregadores esperam que os pais sejam mais comprometidos em primeiro lugar." O conceito é caro O pagamento dos dias de VAB dos pais também representa um custo considerável para o Estado sueco. Em 2019, o país cobriu 6,7 milhões de dias de VAB para uma população de 10 milhões de habitantes. Esse número atingiu um recorde de 8,3 milhões de dias em 2020, quando a Covid-19 se espalhou e os suecos precisaram ficar em casa com qualquer sintoma de resfriado. Segundo a Agência Sueca de Assistência Social, o benefício custou aos cofres públicos 1,7 bilhões de coroas (R$ 99,5 milhões). A economia sueca vem se recuperando das perdas da pandemia melhor que a maioria dos países, mas tem havido debates políticos e na imprensa sobre como continuar a absorver esse aumento de custos se a Covid-19 seguir trazendo altos níveis de dias de VAB nos próximos invernos. Existem também preocupações sobre o impacto financeiro de pais que deliberadamente abusam ou extrapolam o uso do sistema. Os suecos têm altos níveis de confiança nas instituições há muito tempo e, por isso, tendem a respeitar as normas vigentes. Mas, em 2019, o número de pais suspeitos de reivindicar benefícios de VAB falsa ou incorretamente aumentou em quase 50%, enquanto a Agência de Assistência Social do país verificava as pessoas que usavam o VAB com mais frequência - e algumas delas recebiam seus salários habituais simultaneamente. O governo lançou uma consulta pública, cujos resultados devem ser publicados em 2022. "Os empregadores precisam de ferramentas melhores para poder determinar a legalidade da licença VAB e coibir seu mau uso", argumenta Catharina Bäck, da Confederação do Empresariado Sueco, que participa da consulta. Inspiração global Apesar das dificuldades do VAB, é difícil encontrar um sueco que não apoie o sistema. "Ele é muito popular e não é questionado por nenhum grupo ou partido, de meu conhecimento", confirma Boye. "É claro que ele não é perfeito, mas é um sistema fantástico que certamente deveria ser reproduzido em outras partes do mundo", argumenta o norte-americano Jeremy Cothran. "Tenho amigos no meu país que declaradamente demoraram para ter filhos porque querem concentrar-se nas suas carreiras. Isso é compreensível, mas aqui na Suécia parece que você consegue fazer as duas coisas." VÍDEOS: as últimas notícias internacionais
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17/01 - Tesouro comunica ao Rio que plano do estado para o Regime de Recuperação Fiscal não foi aceito
Em carta ao Rio de Janeiro, o Tesouro Nacional avisou que o plano do estado para o retorno ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) foi rejeitado. A carta é assinada pelo secretário especial do Tesouro e Orçamento substituto, Julio Alexandre Menezes da Silva. O destinatário é o governador do Rio, Cláudio Castro. O blog já havia adiantado neste domingo (16) que o Rio não seria aceito no programa. O Tesouro entendeu que o Rio não faz ajustes factíveis ao longo dos nove anos previstos para a duração do RRF, deixando o corte de despesas muito drástico para o último ano, em 2030. Parecer da Procuradoria da Fazenda Nacional (PGFN) também recomendou que o Rio não fosse aceito. Agora, o estado terá cinco dias para se manifestar sobre a recusa. Com os pareceres do Tesouro e da PGFN, o caso do Rio não precisou passar pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. A recusa dos dois órgão impede a entrada do Rio no RRF. Ana Flor: Plano do RJ para recuperação fiscal será rejeitado Regras No RRF, o estado deixa de pagar as dívidas com a União. Em troca, a União estabelece regras para o estado sanar sua situação fiscal. Entre 2017 e 2021, período em que participou de uma primeira fase do plano, o Rio de Janeiro, como parte do acordo, deixou de repassar mais de R$ 90 bilhões aos cofres federais. Só que o novo formato do programa é diferente. Prevê que o estado passe a pagar um pequeno percentual dos débitos em aberto já a partir do segundo ano do acordo. Tesouro e PGFN entenderam que o Rio não se comprometeu com os ajustes necessários para arcar com esses pagamentos. Rio tenta convencer a Esplanada Na última semana, o governador do Rio, Cláudio Castro, se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro em Brasília para tratar do tema. O Rio planeja levar o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF) para obrigar o governo federal a manter o estada no RRF. O secretário de Fazenda do Estado, Nelson Rocha, afirmou ao blog que a proposta do Rio para o RRF visa estimular o desenvolvimento do estado. Especialistas em contas públicas ouvidos pelo blog afirmam que, se o plano do Rio for aprovado, irá enterrar as negociações com outros estados, que estão realizando cortes de gastos e propondo ajustes fiscais. VÍDEOS: veja mais notícias de política
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17/01 - Bovespa fecha em queda em dia de baixa liquidez
Nesta segunda-feira (17), o principal índice da bolsa recuou 0,52%, aos 106.373 pontos. O principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, fechou em queda nesta segunda-feira (17), em sessão de menor liquidez por conta dos mercados fechados nos Estados Unidos para o dia de Martin Luther King Jr. O Ibovespa recuou 0,52%, aos 106.373 pontos. Veja mais cotações. Na sexta-feira (14), o Ibovespa subiu 1,33%, a 106.928 pontos. Com o resultado, teve alta de 4,10% na semana, o melhor desempenho semanal desde 5 de março do ano passado. Em 2022, a bolsa acumula alta de 1,48%. Em 2021, a bolsa brasileira perdeu 11,93% — a primeira queda anual desde 2015. o Contexto No exterior, dados oficiais mostraram que o Produto Interno Bruto (PIB) da China cresceu 8,1% em 2021, a maior expansão desde 2011, mas desacelerou para o ritmo de 4% no 4º trimestre. Além disso, o Banco Central chinês cortou inesperadamente os custos de seus empréstimos de médio prazo pela primeira vez desde abril de 2020. Já relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) avaliou em relatório que o mercado de trabalho global levará mais tempo do que se pensava para se recuperar, com os níveis de desemprego acima do patamar pré-pandemia até, pelo menos, 2023. No Brasil, dados do Banco Central mostraram que o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), sinalizador do PIB, registrou avanço de 0,69% em novembro em relação a outubro, após 4 quedas seguidas. "Apesar da alta, a perspectiva para a economia continua preocupante. O aperto das condições monetárias junta-se ao avanço da variante ômicron e deve impactar negativamente tanto a indústria quanto serviços", escreveu em nota de Felipe Sichel, estrategista-chefe do banco digital Modalmais. Os analistas do mercado financeiro aumentaram levemente a estimativa de alta do Produto Interno Bruto (PIB) para 2022, de 0,28% para 0,29%, segundo o boletim Focus do Banco Central. Já a previsão de inflação para 2022 subiu de 5,03% para 5,09%. O mercado manteve a projeção para a taxa Selic de 11,75% ao final do ano. A estimativa para a taxa de câmbio em 2022 segue em R$ 5,60 por dólar. Alta dos combustíveis faz disparar inflação de itens relacionados a transporte
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17/01 - Recuperação global de empregos atrasará devido a ômicron e incertezas da pandemia, diz OIT
Relatório prevê cerca de 52 milhões de empregos a menos em 2022 em relação aos níveis anteriores à pandemia. O mercado de trabalho global levará mais tempo do que se pensava para se recuperar, com os níveis de desemprego acima do patamar pré-pandemia até, pelo menos, 2023. O motivo é a incerteza sobre o curso e a duração da pandemia, segundo relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), divulgado nesta segunda-feira (17). A agência da ONU estima o equivalente a cerca de 52 milhões de empregos a menos em 2022 em relação aos níveis anteriores à pandemia de Covid-19, o que equivale a cerca do dobro da estimativa anterior de junho de 2021. Brasil tem a 4ª maior taxa de desemprego do mundo, aponta ranking com 44 países Chefe da OIT diz que impacto da pandemia no trabalho é 'cataclísmico' As interrupções devem continuar em 2023, quando ainda haverá cerca de 27 milhões de empregos a menos, disse a OIT, alertando para uma recuperação "lenta e incerta" em seu relatório Perspectivas Sociais e de Emprego no Mundo em 2022. "As perspectivas do mercado de trabalho global se deterioraram desde as últimas projeções da OIT; um retorno ao desempenho pré-pandemia provavelmente permanecerá indefinido para grande parte do mundo nos próximos anos", disse o relatório. O diretor-geral da OIT, Guy Ryder, disse a jornalistas que há vários fatores por trás de sua revisão, dizendo que "o principal é a pandemia contínua e suas variantes, principalmente a ômicron". No geral, estima-se que cerca de 207 milhões de pessoas estejam desempregadas em 2022. No entanto, o relatório informou que o impacto será significativamente maior, porque muitas pessoas deixaram a força de trabalho e ainda não retornaram. Ainda assim, o déficit de horas de trabalho projetado para este ano representa uma melhora em relação aos últimos dois anos. Em 2021, segundo a OIT, havia cerca de 125 milhões de empregos a menos do que os níveis pré-pandemia e em 2020, 258 milhões a menos.
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17/01 - Educação Financeira #176: ano de eleição e como se preparar para os desafios
Podcast procurou especialistas para dar clareza ao que se pode esperar em um ano conturbado e como o ouvinte deve se organizar para não sofrer com esses solavancos. A palavra-chave de um ano eleitoral é "volatilidade". O sobe e desce dos mercados deve ser comum conforme as propostas dos futuros candidatos à presidência da República fiquem mais claras. O podcast Educação Financeira procurou especialistas para dar clareza ao que se pode esperar em um ano conturbado e como o ouvinte deve se organizar para não sofrer com esses solavancos. Entre as entrevistadas estão a estrategista-chefe da Necton Investimentos, Bruna Marcelino, e a professora de finanças da Faap Virginia Prestes. Logo podcast Educação Financeira - matéria Comunicação/Globo O que são podcasts? Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas — inclusive no g1, no ge.com e no gshow, de modo gratuito. Os conteúdos podem ser ouvidos sob demanda, ou seja, quando e como você quiser! Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel.
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17/01 - A briga entre cientistas e produtores de soja que gerou racha no agronegócio e foi parar no STF
Novela que se arrasta há mais de dois anos gerou oposição incomum entre Embrapa e Ministério da Agricultura, que algumas fontes ouvidas pela reportagem comparam aos atritos entre Anvisa e Ministério da Saúde em relação às vacinas. Planta atacada por ferrugem asiática: praga está no centro da discussão Getty Images via BBC Um desentendimento que se arrasta há pelo menos dois anos entre técnicos e produtores de soja do Mato Grosso escalou e chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). A briga gira em torno da extensão do calendário de plantio da soja, que por lei vai de setembro a dezembro no Estado. Um grupo de agricultores pleiteia a possibilidade de semear por mais tempo, até fevereiro. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), por sua vez, alerta que a esticada pode favorecer a proliferação descontrolada de uma praga chamada ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi) e, no médio prazo, colocar em risco a produtividade da soja brasileira. Representantes da indústria de defensivos já alertaram que, caso o fungo se torne mais agressivo, não há produtos hoje no mercado ou em desenvolvimento que possam fazer frente a ele. A questão virou uma novela, com direito a investigação pelo Ministério Público e uma oposição incomum entre a Embrapa e o Ministério da Agricultura, que algumas fontes ouvidas pela reportagem comparam aos atritos entre Anvisa e Ministério da Saúde em relação às vacinas. A pasta chegou a publicar portaria autorizando a extensão do período de plantio - apesar de os cientistas da Embrapa desaconselharam a medida. Em dezembro, o caso chegou ao STF, que não tem prazo para emitir uma decisão. DE ONDE VEM: gergelim é uma das oleaginosas mais antigas usadas pelo homem O começo da história Pelo menos desde 2015 a Embrapa participa de fóruns de discussão sobre a semeadura da soja em fevereiro em Mato Grosso, como ressaltou a entidade recentemente em uma nota de esclarecimento, também encaminhada à reportagem. O posicionamento sempre foi contrário. O plantio da soja por mais tempo diminui o que os pesquisadores chamam de "vazio sanitário", o período em que não há plantação no campo. Sem a vegetação, os ciclos reprodutivos de pragas são interrompidos e a disseminação de doenças se mantém, de certa forma, sob controle. "Esses vazios sanitários existem de forma natural, por conta de secas ou, em outros países, da neve", explica o professor da Faculdade de Ciências Agronômicas Unesp Ciro Rosolem, vice-presidente de comunicação do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS), entidade que se posicionou contra a extensão do calendário. "Mas o desenvolvimento fantástico da agricultura no Brasil nos últimos anos permitiu que o produtor fizesse mais de uma lavoura por ano, e acabamos ficando sem esse vazio - daí a necessidade de regulamentar [e a criação do calendário]." Isso porque a extensão do período para semeadura cria uma "ponte verde" (ou seja, uma sequência ininterrupta com plantas vivas no campo) que permite que algumas pragas, entre elas a ferrugem asiática, que chegou ao Brasil em 2001, consigam continuar se proliferando. "Isso resulta na aceleração do processo natural de seleção de resistência do fungo aos fungicidas", diz a Embrapa. Esse posicionamento, segundo o professor Rosolem, hoje é consenso na comunidade científica. "A briga é essa, é ciência versus mercado. O que não quer dizer que o mercado é bandido e a ciência é boazinha, é complicado", ele afirma. "Mas temos dados suficientes para ficar com a ciência." Plantio ilegal e investigação do MP No início de 2020, antes da explosão da pandemia de covid-19, o Ministério Público em Mato Grosso (MP-MT) começou a receber diversas denúncias de que um grupo de produtores no Estado vinha descumprindo a legislação e plantando soja após a data permitida. Os promotores pediram então esclarecimentos aos produtores, que responderam que se tratava de um experimento científico realizado no âmbito de uma entidade representativa, a Aprosoja, e não de cultivo comercial propriamente dito. Para se configurar como experimento, contudo, a prática agrícola deveria seguir uma série de padrões científicos que não foram observados, entre eles contar com a aprovação da comissão de ética de algum órgão científico, diz o promotor Joelson de Campos Maciel, que atuou no caso. "Nós conversamos com a Embrapa e entendemos por bem fazer uma notificação recomendatória para fiscalizar [o cumprimento do vazio sanitário]." Mesmo após a fiscalização, contudo, os produtores mantiveram as lavouras, o que motivou a abertura por parte do MP de uma série de ações civis públicas, que têm entre os réus a Aprosoja, que vinha conduzindo o plantio dito experimental, e Antônio Galvan, presidente da Aprosoja MT na época, que realizou o plantio em sua propriedade. Algumas delas, segundo o promotor, já tiveram ganho em primeira instância e seguem tramitando. Essa não foi a única polêmica recente envolvendo a entidade. Foi na sede da Aprosoja em Brasília que, no último mês de agosto, o cantor sertanejo Sérgio Reis publicou um vídeo em que fazia convocação de manifestantes nos dias anteriores ao feriado de 7 de setembro para que acampassem em defesa do presidente Jair Bolsonaro. Após a divulgação do vídeo, tornou-se público um áudio enviado pelo cantor a um amigo, em que se referia em tom de ameaça ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e aos ministros do STF. Por conta do episódio e de seus desdobramentos, Reis e Galvan, desde 2021 presidente da entidade nacional, foram convocados a depor na Polícia Federal, no âmbito do inquérito que investiga a organização e financiamento de atos que defendem bandeiras antidemocráticas. Às vésperas do 7 de setembro, o Supremo chegou a determinar o bloqueio temporário de saques da conta bancária da Aprosoja. Racha no agro A entidade foi apontada por três fontes do agronegócio ouvidas pela reportagem como líder de um grupo pequeno que tem defendido a extensão do calendário de plantio da soja e pressionado o Ministério da Agricultura a autorizar a prática mesmo com a recomendação contrária dada por seu órgão técnico, a Embrapa. Procurada, a Aprosoja informou por meio de sua assessoria de imprensa que não comenta sobre o tema. Um deles é o empresário Carlos Ernesto Augustin, vice-presidente da Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat), que se diz crítico à liberação para o plantio no início do ano pelo risco sanitário que representa. Em sua visão, uma das motivações dos produtores que têm pressionado pela medida seria aproveitar os meses de janeiro e fevereiro, mais secos, para produzir as próprias sementes (em vez de comprar de terceiros) e buscar maior lucratividade. "A produtividade 'normal' da soja geralmente é de 60 sacas [por hectare], mas em fevereiro é menos da metade - a intenção aí é fazer semente", diz ele. "Mas pra isso querem colocar em risco a disseminação do fungo." O empresário diz que, inicialmente, até 2014, 2015, ele mesmo tinha posição favorável à extensão do calendário de plantio. Mudou de ideia depois que a Embrapa e seu "consórcio antiferrugem" enviaram uma pesquisadora ao Estado, que, além de acompanhar de perto as lavouras, passou a se reunir com os produtores e explicar por que o vazio sanitário e o calendário era necessário. Entre 2010 e 2014, segundo ele, a ferrugem vinha se espalhando de forma rápida no Mato Grosso. Após a normativa de 2015 que instituiu as mudanças, a produtividade da lavoura cresceu significativamente, diz Augustin. O ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues também mencionou a questão das sementes. "É uma discussão difícil. Mas eu sou engenheiro agrônomo, então rezo a cartilha acadêmica, técnica, embora seja produtor rural e conheça os interesses dos produtores", diz ele, que é coordenador do Núcleo de Agronegócio da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro). Para Christian Lohbauer, presidente da Croplife, que reúne instituições e empresas que atuam na pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de germoplasma, biotecnologia e defensivos químicos, apesar das possíveis motivações dos produtores, o ponto central da discussão não está nas sementes, mas na resistência dos fungos e na efetividade dos fungicidas. "Uma dezena de instituições técnicas, além da Embrapa, já alertaram que é preciso ter um vazio sanitário, dois, três meses livre de soja, para que o fungo fique impedido de se proliferar. A indústria [de defensivos] está afirmando que não há produtos novos no pipeline [para combater o fungo caso ele se torne mais agressivo], diz. "Combater a ferrugem é um trabalho difícil, caro e necessita de novas tecnologias - precisamos dar vida longa aos produtos que a gente tem. Uma minoria barulhenta acha que não tem perigo, mas quem vai pagar por isso no final é a agricultura brasileira", completa. "Nós temos que obedecer as regras sanitárias que foram estabelecidas pela ciência", faz coro Eduardo Daher, diretor-executivo da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), uma das entidades signatárias de uma carta enviada à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, em setembro do ano passado pedindo a revogação da liberação. "Eu fico tão nervoso com desrespeito às portarias do vazio sanitário… é como encontrar alguém que fala que não vai se vacinar, o raciocínio é o mesmo", diz ele. O presidente da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Ricardo Arioli, por sua vez, afirma que a entidade vem "discutindo com especialistas no assunto há muito tempo" e diz que seu posicionamento é o mesmo da Embrapa. Autorização do ministério à revelia da Embrapa Um indicativo de que a medida é defendida por uma minoria e fruto de pressão política interna, na visão de Augustin e Lohbauer, seria o fato de que, mesmo com a autorização do Ministério da Agricultura, Estados do Centro-Oeste como Mato Grosso do Sul e Goiás mantiveram o calendário até 31 de dezembro. "O ministério, que deveria ser entidade que arbitra, sempre disse que não podia [estender o calendário], até esta vez. E jogou para as secretarias de Estado, falou que elas é que decidiriam. E aí elas foram decidindo - Mato Grosso de Sul, Goiás, Paraná disseram que não podia, Mato Grosso disse que sim. É uma questão política", opina Lohbauer. Segundo ele, esse tipo de arranjo é problemático porque as pragas não conhecem ou respeitam as fronteiras entre os Estados. Caso haja descontrole da reprodução da ferrugem por conta da extensão do calendário, o problema pode se alastrar geograficamente e atingir os Estados que estão respeitando a recomendação dos cientistas. O ministério não respondeu o pedido de posicionamento feito pela reportagem. A Embrapa não tem comentado publicamente sobre o assunto. Ao pedido de entrevista, sua assessoria de imprensa enviou o último "esclarecimento oficial", de setembro de 2021. O posicionamento assertivo da empresa, contudo, foi reiterado por seu presidente, Celso Moretti, em outubro do ano passado em uma audiência no Senado. Questionado por um parlamentar sobre sua opinião, ele afirmou: "A posição da Embrapa é sempre balizada pela ciência. Podem não gostar, mas a ciência é nossa baliza". Sem resolução da contenda, em dezembro o PSB entrou com uma Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) contra as portarias do Ministério da Agricultura. O texto da peça, além de expor as questões relacionadas à possível resistência da praga aos fungicidas, destacou que o uso intensivo de agrotóxicos também é um problema, já que pode prejudicar o solo e o meio ambiente de forma geral. À BBC News Brasil, a Aprosoja afirmou não se manifestar sobre o assunto e pediu que a reportagem entrasse em contato com Erlei Melo Reis, pesquisador da Fundação Rio Verde e coautor de um estudo que vem sendo usado pela entidade para defender a extensão do calendário de cultivo. O agrônomo afirmou que o foco do estudo conduzido por ele e outros três pesquisadores foi "comprovar" que a semeadura em fevereiro é atingida de forma menos intensa pela ferrugem do que em dezembro. Assim, o cultivo demandaria menos fungicidas, o que seria "bom para o meio ambiente e bom para o produtor". As entidades que têm se colocado contra a extensão argumentam que a pesquisa não avalia a questão da seleção natural de formas mais resistentes do fungo com o período maior de plantio, tida como ponto central da preocupação dos que são críticos à medida. O pesquisador, por sua vez, afirma que a medida que estabeleceu o calendário em 2015 foi tomada "com pouca base científica" e que organizações como a Embrapa não têm uma pesquisa que comprove o risco do plantio em fevereiro. Reis disse ainda ter se reunido com a ministra Tereza Cristina em dezembro para apresentar, junto aos demais coautores, os resultados da pesquisa. O encontro, realizado no dia 7 de dezembro, está identificado na agenda da ministra como "Audiência com a Aprosoja/MT".
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17/01 - Sine de Porto Velho oferta mais de 70 vagas de emprego nesta segunda-feira (17)
Há vagas para topógrafo, diarista, pedreiro e outros. Cadastro pode ser realizado pela internet. vagas para pedreiro John Pacheco/G1 O Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Porto Velho está ofertando mais de 70 vagas de trabalho nesta segunda-feira (17). Vagas disponíveis: Carpinteiro Representante Comercial Pintor Automotivo Cartazista Operador de Caixa Marceneiro Serralheiro Vidraceiro Pedreiro Passadeira de Roupa a Vapor Lavadeira Diarista Polidor de Veículos Auxiliar de Manutenção Almoxarife Empregada Doméstica Eletricista Operador de Motoniveladora Operador de Pá Carregadeira Operador de Retroescavadeira Operador de Escavadeira Operador de Rolo Compactador Apontador Topógrafo Laboratorista Engenheiro Civil Mecânico de Refrigeração Pirotécnico Serviços Gerais Atendente Empregada Doméstica Operador de Caixa Vendedor Interno Serviços Gerais Cozinheiro Auxiliar de Contabilidade Vendedor Técnico Enfermeira Visitadora Técnico em Ar Condicionado Veicular Auxiliar de Encomendas Vendedor Externo Empregada Vendedor Interno e Externo Chapeiro de Lanches Técnico em Segurança do Trabalho Pedreiro Auxiliar de Eletricista Eletricista Predial Operador de Máquina de Corte Motorista Categoria D Caseiro Cuidador de Idosos Funileiro Como se candidatar? Para se candidatar a uma das vagas, o morador precisa realizar um cadastro online e apresentar documentos como carteira de trabalho, registro geral, comprovante de residência e currículo atualizado. Clique aqui e faça o cadastro. Os atendimentos presenciais serão realizados das 07h30 às 13h30 para os que não possuem acesso à internet. O Sine Municipal atende em dois pontos em Porto Velho, sendo: Sede central localizada na Rua Brasília, 2512, São Cristóvão Praça CEU, situada na Rua Antônio Fraga Moreira, 8250, bairro JK I Os canais para agendamento ou tirar dúvidas são: o telefone fixo (69) 3901-3213, 3901-3181, o celular (69) 9 8473-7437 (WhatsApp) e o e-mail sinemunicipal@gmail.com Veja outras notícias de Rondônia
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17/01 - 10 homens mais ricos do mundo dobraram patrimônio na pandemia, diz Oxfam
A Covid-19 deixou bilionários ainda mais ricos, enquanto a pobreza aumentou, segundo relatório da ONG. Jeff Bezos, citado na lista dos 10 homens mais ricos do mundo, que inclui Elon Musk e outros Getty Images A pandemia tornou os bilionários do mundo muito mais ricos e levou mais pessoas a viver na pobreza, de acordo com um novo relatório da organização não-governamental britânica Oxfam. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram A queda na renda dos mais pobres do mundo contribuiu para a morte de 21 mil pessoas por dia, afirma o relatório. No entanto, as dez pessoas mais ricas do mundo mais que dobraram suas fortunas coletivas desde março de 2020, segundo a Oxfam (veja a lista abaixo nesta reportagem). LEIA TAMBÉM: Quem são os bilionários que ficaram mais ricos em 2021 4 dados que mostram por que Brasil é um dos países mais desiguais do mundo A Oxfam normalmente divulga um relatório sobre a desigualdade global no início da reunião do Fórum Econômico Mundial em Davos. O evento reúne milhares de líderes empresariais e políticos, celebridades, ativistas, economistas e jornalistas na estação de esqui suíça para debates, festas e palestras. No entanto, pelo segundo ano consecutivo, o Fórum de Davos (que estava agendado para esta semana) será realizado apenas online, devido ao surgimento da variante ômicron. Os temas das discussões desta semana incluem o provável futuro da pandemia, a desigualdade na distribuição das vacinas e a transição energética. Danny Sriskandarajah, executivo-chefe da Oxfam, disse que a ONG lança o relatório a cada ano para coincidir com Davos, na tentativa de atrair a atenção das elites econômicas, empresariais e políticas. "Este ano, o que está acontecendo está fora da realidade", disse ele. "Houve um novo bilionário criado quase todos os dias durante esta pandemia, enquanto 99% da população mundial está pior por causa de lockdowns, menos comércio e menos turismo internacional. Como resultado disso, mais 160 milhões de pessoas foram empurradas para a pobreza." "Algo está profundamente errado em nosso sistema econômico", acrescentou. De acordo com dados da Forbes citados pela instituição, os 10 homens mais ricos do mundo são: Elon Musk, Jeff Bezos, Bernard Arnault e família, Bill Gates, Larry Ellison, Larry Page, Sergey Brin, Mark Zuckerberg, Steve Ballmer e Warren Buffet. Embora coletivamente a riqueza deles tenha crescido de US$ 700 bilhões para US$ 1,5 trilhão (de R$ 3,8 trilhões para R$ 8,3 trilhões), há uma discrepância grande entre eles, com a fortuna de Musk crescendo mais de 1.000%, enquanto a de Gates subiu "apenas" 30%. Com base em números divulgados em outros estudos, o relatório faz menções ao Brasil, ao citar como os mais pobres do mundo vivem hoje. O documento diz que: em São Paulo, as pessoas nas áreas mais ricas podem esperar viver 14 anos a mais do que aqueles nas áreas mais pobres; afrodescendentes e indígenas no Brasil, dalits na Índia e nativos americanos, latinos e negros nos EUA enfrentam impactos duradouros desproporcionais da pandemia; no Brasil, negros são 1,5 vezes mais propensos a morrer de covid-19 do que brancos. Desigualdade aumenta durante a pandemia Como a Oxfam calcula esses números? O relatório da Oxfam é baseado em dados da Forbes Billionaires List e do relatório anual Credit Suisse Global Wealth, que compila a distribuição da riqueza global desde 2000. A pesquisa da Forbes usa o valor dos ativos de um indivíduo, principalmente propriedades e terras, menos dívidas, para determinar o que ele ou ela possui. Os dados excluem salários ou rendimentos. A metodologia já foi criticada no passado por distorcer determinados dados. Por exemplo, um universitário com grandes dívidas estudantis, mas com alto potencial de ganhos futuros, seria considerado pobre dentro dos critérios utilizados. O relatório da Oxfam, que também foi baseado em dados do Banco Mundial, disse que falta de acesso à saúde, fome, violência baseada em gênero e colapso climático contribuíram para uma morte a cada quatro segundos. Ele disse que, por causa da covid, hoje 160 milhões de pessoas a mais vivem com menos de US$ 5,50 (R$ 30) por dia. O Banco Mundial usa US$ 5,50 por dia como medida de pobreza em países de renda média alta. O relatório também diz que: A pandemia está forçando os países em desenvolvimento a cortar gastos sociais à medida que as dívidas nacionais aumentam A igualdade de gênero sofreu um retrocesso, com 13 milhões de mulheres a menos no trabalho agora do que em 2019 e mais de 20 milhões de meninas em risco de nunca mais voltar à escola Grupos minoritários étnicos foram os mais atingidos pela covid, incluindo os bengaleses do Reino Unido e a população negra dos EUA "Mesmo durante uma crise global, nossos sistemas econômicos injustos conseguem oferecer lucros inesperados para os mais ricos, mas falham em proteger os mais pobres", disse Sriskandarajah. Ele disse que os líderes políticos agora têm uma oportunidade histórica de apoiar estratégias econômicas mais ousadas para "mudar o curso mortal em que estamos". Isso deve incluir regimes tributários mais progressivos, que impõem taxas mais altas sobre capital e riqueza, com a receita investida em "saúde universal de qualidade e proteção social para todos", disse Sriskandarajah. A Oxfam também está pedindo que os direitos de propriedade intelectual das vacinas contra covid-19 sejam dispensados para permitir uma produção mais ampla e distribuição mais rápida. No início deste mês, o presidente do Banco Mundial, David Malpass, expressou suas preocupações com o aumento da desigualdade global, argumentando que o impacto da inflação e as medidas para combatê-la provavelmente causarão mais danos aos países mais pobres. "As perspectivas para os países mais fracos ainda estão ficando cada vez piores", disse ele. VEJA VÍDEOS: Bezos X Branson: compare os voos dos bilionários ao espaço Bezos X Branson: compare os voos dos bilionários ao espaço Quem é Elon Musk, eleito 'Personalidade do Ano' pela 'Time' Quem é Elon Musk, bilionário eleito 'Personalidade do Ano' pela revista 'Time'
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17/01 - Mercado financeiro passa a prever inflação maior em 2022 e aumenta estimativa para o PIB
Informações constam do relatório 'Focus', divulgado nesta segunda (17) pelo Banco Central. Previsão do PIB passou de 0,28% para 0,29%, e a de inflação, de 5,03% para 5,09%, acima do teto. Analistas do mercado financeiro aumentaram as estimativas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e da inflação em 2022. As informações constam do relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Banco Central. A pesquisa é resultado de projeções feitas por mais de 100 instituições financeiras sobre índices como inflação, PIB e taxa de câmbio, entre outros. Segundo o relatório, o mercado financeiro aumentou as seguintes previsões: PIB: de 0,28% para 0,29%; Inflação: de 5,03% para 5,09%. A previsão de inflação já está acima do teto previsto no sistema de metas. Isso porque a meta central para 2022, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,5% e será considerada formalmente cumprida se ficar entre 2% e 5%. >>> Entenda no vídeo abaixo as explicações do Banco Central para a inflação de 2021 acima do teto da meta: No Fim das Contas, Banco Central faz carta aberta, para explicar inflação fora do limite tolerável, e culpa pandemia Selic Segundo o relatório "Focus, os analistas também projetam para 2022 a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 11,75%. Na prática, o mercado financeiro manteve a expectativa publicada no boletim da semana passada. Após sete altas seguidas, a taxa Selic está em 9,25% ao ano, maior percentual desde 2017. Outras estimativas Saiba abaixo outras estimativas do mercado financeiro, segundo o relatório "Focus": Dólar: a projeção para a taxa de câmbio em 2022 seguiu em R$ 5,60 por dólar. A moeda norte-americana encerrou 2021 cotada a R$ 5,57, com alta de 7,47% contra o real. Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2022 subiu de US$ 55,50 bilhões de superávit para US$ 56,00 bilhões. Investimento estrangeiro: a previsão para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil em 2022 ficou em US$ 58 bilhões, mesmo número previsto no boletim da semana passada.
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17/01 - Presidente do Credit Suisse pede demissão após violar regras sanitárias da pandemia
O português Antonio Horta-Osorio descumpriu regras de quarentena de 10 dias no Reino Unido e na Suíça. Presidente do Credit Suisse, Antonio Horta-Osorio, em imagem de arquivo, de fevereiro de 2015. Stefan Wermuth/Reuters O presidente do Credit Suisse, o português Antonio Horta-Osorio, pediu demissão após uma investigação interna revelar que ele violou as regras da quarentena em relação à Covid-19. "Lamento que várias das minhas ações pessoais tenham levado a dificuldades para o banco e comprometido minha capacidade de representá-lo interna e externamente", disse Horta-Osorio, em comunicado divulgado pelo banco suíço nesta segunda-feira (17). A conduta pessoal do banqueiro português foi recentemente escrutinada pelo conselho do grupo, depois que ele violou as regras de quarentena duas vezes no ano passado. "Acredito que minha demissão é do interesse do banco e de seus acionistas neste momento crucial", disse Horta-Osorio, que foi CEO do banco Lloyds. Antes de ir para o Credit Suisse, Horta-Osório liderou o grupo britânico Lloyds Bank desde 2011, onde fez a reestruturação do banco. Os bons resultados fizeram com que ele recebesse no ano passado o título de "Sir", grau de cavaleiro da Ordem do Império britânico, da rainha Elizabeth. Horta-Osorio sai menos de um ano após ter sido contratado para ajudar o Credit Suisse a lidar com a falência da empresa de investimentos Archegos e com a insolvência da empresa britânica de financiamento da cadeia de suprimentos Greensill Capital. Ele já foi substituído por Axel Lehmann, membro do conselho do grupo sediado em Zurique. Horta-Osoria sai em meio à implantação de sua estratégia divulgada em novembro que se concentrava na gestão de patrimônio e controle dos banqueiros de investimento. "Nos próximos anos, a estratégia será revisada regularmente, mas no momento não é um problema", disse Axel Lehmann à Reuters. Lehmann disse ainda que nenhuma grande mudança de gerenciamento estava em andamento. “O conselho concluiu que era hora de Horta-Osório ir embora”, afirmou. As ações do banco caíam cerca de 1,4% nas negociações das bolsas europeias nesta segunda. Quebra das regras Em dezembro, uma investigação interna preliminar do banco descobriu que Horta-Osório participou das finais de tênis de Wimbledon em Londres em julho sem seguir as regras de quarentena de 10 dias ao chegar ao Reino Unido. Horta-Osorio também quebrou as regras suíças da pandemia em novembro, deixando a Suíça durante um período de quarentena de 10 dias em um jato particular. Prejuízos Se recuperando de um ano desastroso, o Credit Suisse, segundo maior banco da Suíça, registrou uma queda de 21% em seu lucro do terceiro trimestre do ano passado e alertou para uma perda nos últimos três meses de 2021. Já o UBS, o maior banco da Suíça, no entanto, registrou seu maior lucro trimestral em seis anos no terceiro trimestre. As ações do Credit Suisse caíram 23% no ano passado, enquanto as ações do UBS subiram 33%.
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17/01 - Dólar fecha em alta de 0,24%, em sessão de baixa liquidez por feriado nos EUA
Nesta segunda-feira (17), a moeda norte-americana registrou avanço de 0,24%, a R$ 5,5261. Cédulas de dólar Divulgação O dólar fechou em alta de 0,24%, cotado a R$ 5,5261, nesta segunda-feira (17), dia em que o mercado ficou à mercê de fluxos pontuais sem a referência das operações nos Estados Unidos, uma vez que as bolsas de valores não operaram pelo feriado de Martin Luther King. Com o resultado desta segunda, a moeda norte-americana passou a acumular queda de 0,87% no ano. Veja mais cotações. A moeda norte-americana até chegou a cair mais cedo — operou em baixa de 0,32% na mínima, a R$ 5,4946. As vendas predominaram logo no começo do pregão, quando o mercado reagiu positivamente a dados melhores que o esperado sobre o IBC-Br de novembro. Mas a liquidez menor e um tom ligeiramente mais forte do dólar no exterior terminaram por puxar a moeda para cima posteriormente e até o fechamento. Cenário No Brasil, dados do Banco Central mostraram que o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), registrou avanço de 0,69% em novembro em relação a outubro, após 4 quedas seguidas. Já os analistas do mercado financeiro aumentaram levemente a estimativa de alta do Produto Interno Bruto (PIB) para 2022, de 0,28% para 0,29%, segundo o boletim Focus do Banco Central. Já a previsão de inflação para 2022 subiu de 5,03% para 5,09%. O mercado manteve a projeção para a taxa Selic de 11,75% ao final do ano. A estimativa para a taxa de câmbio em 2022 segue em R$ 5,60 por dólar. No exterior, dados oficiais mostraram que o PIB da China cresceu 8,1% em 2021, a maior expansão desde 2011, mas desacelerou para o ritmo de 4% no 4º trimestre. Além disso, o Banco Central chinês cortou inesperadamente os custos de seus empréstimos de médio prazo pela primeira vez desde abril de 2020. Nos EUA, a semana começou com o feriado de Martin Luther King nos EUA, o que reduziu a liquidez nos mercados nesta segunda-feira. Já relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) avaliou em relatório que o mercado de trabalho global levará mais tempo do que se pensava para se recuperar, com os níveis de desemprego acima do patamar pré-pandemia até, pelo menos, 2023.
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17/01 - Após 4 meses de queda, 'prévia' do PIB do Banco Central tem expansão de 0,69% em novembro
Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) foi divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Banco Central. Na parcial de janeiro a novembro, economia avançou 4,59%. Após quatro meses seguidos de recuo, o nível de atividade da economia brasileira apresentou alta em novembro, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (17) pelo Banco Central. O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), mostrou expansão de 0,69% em novembro, na comparação com o mês anterior. O número foi calculado após ajuste sazonal, uma espécie de "compensação" para comparar períodos diferentes. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. No terceiro trimestre deste ano, a economia registrou contração de 0,1%, dando início a um período de recessão técnica. Na comparação com novembro do ano passado, informou o Banco Central, o indicador do nível de atividade da instituição teve aumento de 0,43%. Alta dos combustíveis faz disparar inflação de itens relacionados a transporte Ainda de acordo com o Banco Central: No acumulado dos onze primeiros meses deste ano, o índice de atividade econômica registrou expansão de 4,59% - sem ajuste sazonal. Já em 12 meses até novembro de 2021, houve alta de 4,30% – também sem ajuste sazonal. Nível de atividade O indicador do nível de atividade é divulgado em meio à desaceleração da economia, fruto da alta da inflação e da taxa básica de juros da economia, que atingiu recentemente 9,25% — o maior patamar em mais de quatro anos. Para 2021, o mercado financeiro estima uma alta de cerca de 4,5% para o PIB e, para este ano, projeta uma expansão de 0,29%. Para o Ministério da Economia, o crescimento será de 5,1% em 2021 e de 2,1% neste ano. PIB X IBC-Br O IBC-Br do Banco Central é um indicador criado para tentar antecipar o resultado do PIB, mas os resultados nem sempre mostraram proximidade com os dados oficiais divulgados pelo IBGE. O cálculo dos dois é um pouco diferente – o indicador do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos, mas não considera o lado da demanda (incorporado no cálculo do PIB do IBGE). O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país. Com o menor crescimento da economia, por exemplo, teoricamente haveria menos pressão inflacionária. Em dezembro, a taxa atingiu 9,25% ao ano, o maior nível em mais de quatro anos, para conter a alta de preços. Os analistas das instituições financeiras estimam que a taxa subirá mais nos próximos meses, atingindo 11,75% ao ano no fim de 2022. VÍDEOS: veja mais notícias de economia
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17/01 - Braskem protocola registro de oferta secundária de ações
Petrobras e Novonor (antiga Odebrecht) pretendem vender suas participações na companhia. A Braskem protocolou na Comissão de Valores Mobiliários do Brasil (CVM) e no órgão responsável pelo mercado de capitais dos Estados Unidos (SEC) pedido de registro da oferta de ações na qual Petrobras e Novonor (antiga Odebrecht) pretendem vender suas participações na companhia. A oferta consiste em duas partes, no Brasil e nos Estados Unidos, segundo prospecto complementar. Petrobras e Novonor vão vender 154,9 milhões de ações preferenciais classe A na Braskem, totalizando uma operação estimada em cerca de R$ 8 bilhões, segundo a Reuters, com base no preço de fechamento dos papéis na sexta-feira. Do total de ações, 79.182.486 ações são de titularidade da NSP Investimentos (holding da Novonor), e 75.704.061 pertencem à Petrobras. A precificação do valor do papel na oferta secundária está prevista para o dia 27 de janeiro. A Braskem possui um total de 345 milhões de ações preferenciais classe A. Considerando todas as classes de papéis, a companhia reúne 797,2 milhões de ações. A Petrobras já havia comunicado o plano de vender até 100% das ações preferenciais que detém na Braskem, dentro do seu plano de venda de ativos e "melhoria de alocação do capital da companhia". Na ocasião, a companhia também reiterou que a venda será realizada por meio de uma oferta secundária de ações (follow-on) conjunta com a Novonor. A Petrobras comunicou ao mercado que foram divulgados o aviso ao mercado e o prospecto Preliminar da Oferta. "O pedido de registro da oferta encontra-se atualmente sob a análise da CVM, estando a oferta sujeita à sua prévia aprovação", informou. A Petrobras tem 36,1% de participação no capital total da Braskem e a Novonor, possui 38,3%.
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17/01 - PIB da China cresce 8,1% em 2021, mas desacelera no 4º trimestre
Foi o maior crescimento em uma década. Nos 3 últimos meses do ano passado, expansão foi de 4% frente aos 3 meses anteriores, após uma alta de 4,9% no 3º trimestre. Profissional com roupa de proteção pulveriza desinfetante em uma fila para testes de Covid-19 em massa na cidade de Tianjin, no norte da China, em 9 de janeiro de 2022 Chinatopix via AP A economia da China se recuperou em 2021, registrando a maior taxa de crescimento em uma década, mas o resultado do 4º trimestre do ano mostrou desaceleração frente ao 3º trimestre, de acordo com os dados da Agência Nacional de Estatísticas divulgados nesta segunda-feira (17) O Produto Interno Bruto (PIB) da segunda maior economia do mundo cresceu 8,1% em 2021, a maior expansão desde 2011. O resultado ficou bem acima da meta do governo de "acima de 6%" e do crescimento de 2020, que foi revisado para de 2,2% – taxa mais fraca em 44 anos. A forte expansão em 2021 foi impulsionadas por exportações robustas. A China é o maior parceiro comercial do Brasil e registrou superávit comercial recorde no ano passado. No 4º trimestre, a expansão em ritmo anual foi de 4%, após uma alta de 4,9% no 3º trimestre, em meio a sinais de enfraquecimento do consumo e de desaceleração do setor imobiliário. O resultado veio acima do esperado mas ainda no ritmo mais fraco desde o 2º trimestre de 2020. Desempenho trimestral do PIB da China Economia g1 Frente aos 3 meses anteriores, o PIB cresceu 1,6% no 4º trimestre, ante expectativas de um aumento de 1,1% e após uma expansão de 0,7% no 3º trimestre, mostraram os dados oficias pouco depois de o banco central agir para impulsionar a economia com um corte na taxa de empréstimo pela primeira vez desde o início de 2020. "No momento, a pressão de baixa sobre a economia da China ainda é relativamente grande, e o crescimento do emprego e da renda é limitado", disse Ning Jizhe, chefe da agência, segundo informou a agência Reuters. Corte na taxa de empréstimo A economia da China começou 2022 com força, mas economistas projetam que o crescimento vai desacelerar nos próximos meses. O banco central cortou inesperadamente os custos de seus empréstimos de médio prazo pela primeira vez desde abril de 2020, levando alguns analistas a esperar mais afrouxamento da política monetária este ano para proteção contra o crescente risco de calote das incorporadoras. O Banco do Povo da China informou que vai reduzir a taxa de juros sobre 700 bilhões de iuanes (US$ 110,19 bilhões) em empréstimos de seu instrumento de médio prazo de um ano (MLF, na sigla em inglês) para algumas instituições financeiras em 10 pontos básicos, de 2,95% para 2,85%. "Esperamos que o suporte impeça o crescimento de cair abaixo de 5% de forma significativa em 2022. Isso inclui o corte do MLF (instrumento de empréstimo de médio prazo) hoje. De forma mais geral, projetamos fortes gastos com infraestrutura, crescimento robusto do crédito e suporte para o setor imobiliário este ano", disse Louis Kuijs, chefe de economia da Ásia da Oxford Economics. O presidente da China, Xi Jinping, afirmou nesta segunda-feira que seu país está totalmente confiante em relação a seu desenvolvimento econômico e que a força geral da economia é sólida. A China continuará com reformas e sua abertura, acrescentou Xi durante discurso na conferência virtual Davos Agenda do Fórum Econômico Mundial. O evento anual acontece online novamente devido à pandemia de coronavírus.
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