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17/10 - Inflação na Argentina chega a recorde em setembro e 'asfixia' consumidores
Inflação deu salto de 40,5% na comparação com o mesmo mês de 2017. Mulher caminha em frente a venda de alimentos em Buenos Aires; Argentina vive momento de inflação descontrolada Eitan Abramovich/AFP A Argentina registrou em setembro uma inflação de 6,5%, recorde mensal neste ano, a maior taxa desde abril de 2016 e um dos percentuais mais altos desde a crise de 2001-2002, o que vem asfixiando os consumidores do país. O Instituto Nacional de Estatística e Censos mostrou que a inflação deu em setembro um salto de 40,5% no período de 12 meses e acumulou nos primeiros nove meses de 2018 uma alta de 32,4%. A alta de 6,5% em setembro é a maior neste ano - a marca anterior era de agosto, de 3,9% - e iguala o registro de abril de 2016, que era de forma isolada o mais elevado desde a chegada de Mauricio Macri à presidência, há quase três anos. O dado oficial da inflação de setembro foi impactado pela forte desvalorização sofrida pelo peso argentino neste ano, em particular em maio e em agosto, meses de forte turbulência no mercado cambial. Neste ano, o preço do dólar acumulou uma alta de 96,3% no mercado oficial local, o que afetou muito os preços de bens e serviços. Com esta aceleração dos preços, a preocupante inflação se aproxima dos piores patamares da crise que explodiu no final de 2001 e que provocou em 2002 um aumento acumulado nos preços do 40,9%, com um pico de 10,4% em abril daquele ano. Segundo os resultados divulgados hoje de uma pesquisa realizada em setembro pelo Centro de Ciências Econômicas da Argentina e o Instituto Projeção Cidadã, a desvalorização e o aumento de preços afetaram o consumo. De acordo com a pesquisa, realizada em Buenos Aires e em sua populosa periferia, 34% dos entrevistados diminuíram o consumo de produtos lácteos; 54% reduziram o de carnes; 63% o de frutas e verduras; 44% o de sucos e bebidas gaseificadas; 69% o de atividades recreativas; 39% o de combustível e 23% o de medicamentos. Segundo o relatório, em todos os níveis socioeconômicos houve uma porcentagem "relevante" de entrevistados que diminuiu as quantidades consumidas, mas os de renda mais baixa tenderam a reduzir mais o consumo de produtos de primeira necessidade, e os de renda média e alta o fizeram em lazer e combustíveis. Enquanto o governo Macri reitera estar empenhado em diminuir a inflação, as políticas econômicas mostraram algum resultado, mas ainda longe de satisfazer a população: em 2016, a inflação foi de 40%, e no ano passado, de 24,8%. Para 2018, a meta inicial era de 10%, depois alterada para 15%, e por fim cancelada em meio a uma forte instabilidade financeira e desvalorização da moeda nacional. Os analistas do mercado consultados mensalmente pelo Banco Central argentino para elaborar seu relatório de expectativas elevaram neste mês as previsões de inflação para este ano para 44,8%, 4,5 pontos percentuais a mais que o previsto em setembro. Os especialistas de referência do Banco Central calculam que, para os próximos 12 meses, a alta dos preços será de 31,9%, e para o conjunto de 2019 será de 27%.
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17/10 - Acordo para retomar obras do Comperj em 2019 leva esperança a trabalhadores de Itaboraí
Município hoje tem um número estimado de 17 mil desempregados. Mapa da energia: obras do Comperj serão retomadas no 2º semestre de 2019 As obras do Comperj, Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, vão ser retomadas. A Petrobras anunciou um acordo com uma empresa chinesa pra retomar a obra, interrompida por causa da corrupção, apurada pela Operação Lava Jato. Mas o custo atualizado da obra - em dólares - subiu quase quatro vezes. O pedreiro Paulo Araújo estava há quase dois anos procurando emprego. Ele trabalhou no Complexo Petroquímico, mas perdeu o trabalho logo após as obras serem interrompidas. "Não tenho nem emprego nem biscate, a pessoa que tem uma obra pra fazer está sem dinheiro para comprar piso, azulejo, tinta", lamentou o pedreiro. Quando a construcao foi anunciada em junho de 2006, novas lojas e restaurantes abriram em Itaboraí. O Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro tem duas refinarias e o orçamento em 2008 era de 8,4 bilhões de dólares, na época R$ 16,8 bilhões. Em 2015, quando as obras foram interrompidas, o custo em dólares aumentou quase quatro vezes e mais de cinco em reais. Na época, a Petrobras deu vários motivos para esse aumento: mudança no projeto, reajustes, variação cambial e aditivos. Mas a Operação Lava Jato revelou que a corrupção desviou uma parcela dos recursos dos contratos e pelo menos 30 mil pessoas perderam seus empregos. A retomada das obras só deve acontecer no segundo semestre do ano que vem. Até lá devem ser geradas vagas de trabalho em Itaboraí, que hoje tem um número estimado de 17 mil desempregados. Quem ajudou a erguer o Comperj vê nesse momento a oportunidade para sair do sufoco e começar uma nova vida. É o caso de Isaías, ex-trabalhador do complexo, desempregado há quatro anos. "Se Deus quiser, a carteira vai voltar a assinar de novo e vai melhorar para todo mundo aí", disse Isaías.
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17/10 - Latam começa a cobrar despacho de 1ª bagagem em voos na América do Sul
Seleção de assentos passa a ser cobrada também em voos internacionais. Boeing 777 da Latam K West/Divulgação Implementada no ano passado para voos nacionais, a cobrança pela primeira bagagem despachada começa a valer neste sábado (20) para os clientes da Latam em trechos entre países da América do Sul. Na mesma data, também começa a valer a cobrança pela escolha antecipada de assentos para voos na América do Sul e de longa distância. Segundo a empresa, o modelo de perfis tarifários (em que serviços são cobrados à parte nos perfis de tarifas mais baratas), faz parte de uma tendência global da indústria em "oferecer ao cliente a possibilidade de escolher e pagar apenas pelos serviços e benefícios que realmente ele deseja adquirir". As cobranças passam a valer para as passagens compradas a partir de sábado. Bilhetes já adquiridos não sofrem alteração. Os passageiros das tarifas Promo e Light em voos da América do Sul poderão levar, sem custo extra, apenas uma mala de mão de até 10 quilos. Despacho de bagagem e marcação de assento deverão ser pagos à parte. Já os passageiros das tarifas Plus e Top nas mesmas rotas terão despacho de bagagem e marcação antecipada de assentos já incluídos no preço da passagem. De acordo com a rota selecionada, a seleção de assentos custa a partir de US$ 5, enquanto a bagagem despachada sai por a partir de US$ 20. Novas regras As cobranças foram permitidas por uma nova regra da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de dezembro de 2016. Pela regra anterior, as companhias aéreas eram obrigadas a transportar sem cobranças adicionais uma bagagem despachada de 23 kg para voos nacionais e duas de 32 kg para voos internacionais.
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17/10 - Condição das rodovias brasileiras melhora, mas número de trechos com risco aumenta, diz CNT
Trechos que podem trazer graves riscos à segurança saltou de 363 em 2017 para 454 em 2018. Pesquisa apontou que 57% das rodovias brasileiras são regulares, ruins ou péssimas. Imagem da Rodovia Padre Manoel da Nóbrega, em direção ao litoral sul de São Paulo Guilherme Dionisio/Estadão Conteúdo Estudo divulgado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) aponta que mais da metade dos 107.161 quilômetros de rodovias brasileiras apresenta algum tipo de problema. Segundo a pesquisa CNT Rodovias, 57% da malha rodoviária brasileira foi classificada como regular, ruim ou péssima. Dos mais de 107 mil quilômetros pesquisados, 21,8% foram considerados ruins ou péssimos. Apesar de considerar que o resultado da análise é insatisfatório, a CNT aponta que a condição geral das rodovias em 2018 apresentaram melhora em relação à pesquisa de 2017, quando 61,8% das rodovias foram classificadas como regulares, ruins e péssimas. Apesar da melhora nas condições gerais, houve um aumento do número de pontos críticos em toda a extensão pesquisada. Em 2017, a CNT identificou 363 trechos com pontos críticos. Esse número saltou para 454 em 2018. Os pontos críticos são situações que ocorrem ao longo da via que podem trazer graves riscos à segurança, como queda de barreira, ponte caída e buracos grandes. Em 2018 foram identificadas 13 quedas de barreira, 4 pontes caídas, 124 pontos com erosão na pista e 313 trechos com buraco grande. Gestão Do total de rodovias analisadas, 87.563 km são de estradas administradas pelo poder público e 19.598 km são de rodovias concedidas para a iniciativa privada. Entre as administradas pela iniciativa privada, 18,1% foram classificadas como regulares, ruins ou péssimas. Já entre as rodovias de gestão pública esse índice sobe para 65,8%. Segundo a CNT, a melhora no estado geral das rodovias deu-se devido a investimentos em sinalização, que incluem placas de limite de velocidade e faixas centrais.
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17/10 - Consumo de adubo deve ser recorde em 2018 no Brasil, prevê consultoria
Demanda de produtores de soja reverte projeção anterior, que era de queda em relação a 2017. Consumo de fertilizantes deve subir quase 3% no ano, segudo projeção da consultoria FCStone Divulgação O consumo de fertilizantes no Brasil deve crescer 2,8% em 2018, para um recorde de pouco mais de 35 milhões de toneladas, com a demanda de produtores de soja, em especial, contrabalançando o aumento dos custos com fretes e o impacto da greve dos caminhoneiros, projetou nesta quarta-feira (17) a consultoria FCStone. A estimativa ocorre um dia após a Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda) mostrar que as entregas de fertilizantes no acumulado de 2018, até setembro, foram mais de 4% superiores na comparação com igual período do ano anterior. A alta esperada pela FCStone reverte uma previsão de queda de 3,7% feita pela própria consultoria em julho, logo após a entrada em vigor da tabela de preços mínimos para fretes, uma das medidas tomadas pelo governo para acabar com a paralisação de caminhoneiros de maio. "Tivemos atraso (nas entregas), com a greve dos caminhoneiros, mas depois tivemos uma retomada forte. Nos últimos meses, vimos uma alta forte nas compras (de fertilizantes) justamente por causa do plantio de soja", resumiu o analista Fábio Rezende. Somente em agosto, as entregas foram de 4,8 milhões de toneladas, um recorde. Em setembro, somaram 4,25 milhões de toneladas. Compras adiantadas Para Rezende, a tendência é de que nos últimos meses do ano o consumo de fertilizantes no país recue, ficando abaixo do observado no quarto trimestre de 2017, uma vez que as compras voltadas à soja foram muito "adiantadas". "Será uma entrega recorde, pode até ser maior, mas a tendência é de que o consumo comece a cair agora", concluiu. Maior exportador global, o Brasil deve plantar uma área recorde de soja na atual temporada 2018/19, na casa dos 36 milhões de hectares. O impulso se dá em meio a um forte apetite da China, em disputa comercial com os Estados Unidos, pelo produto brasileiro.
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17/10 - Senado aprova projeto que regulamenta emissão da duplicata eletrônica
A duplicata representa o crédito que uma empresa tem em relação aos seus clientes pela venda de mercadorias ou pela prestação de serviços. Texto vai à sanção presidencial. Armando Monteiro diz que duplicata eletrônica dará mais 'segurança' às operações e pode co O Senado aprovou nesta quarta-feira (17) o projeto que regulamenta a emissão da chamada duplicata eletrônica. O texto, que tem origem na Câmara dos Deputados, não foi alterado pelos senadores e segue para a sanção presidencial. A duplicata é um título de crédito emitido em razão de uma transação comercial e representa o crédito que uma empresa tem em relação aos seus clientes pela venda de mercadorias ou pela prestação de serviços. Defensores do projeto dizem que objetivo da medida é “modernizar e dar mais segurança no uso da duplicata, ao torná-la um título emitido em meio eletrônico, em substituição aos títulos físicos”. Eles também afirmam que a duplicata eletrônica diminuirá custos operacionais de emissão, aumentará o acesso ao crédito e vai colaborar para a redução da taxa de juros. A duplicata no papel, no entanto, não acabará e poderá continuar a ser utilizada normalmente, atendendo às cidades com menos recursos de informática. A proposta aprovada autoriza a duplicata virtual, que, segundo o projeto, será emitida mediante lançamento em sistema eletrônico. Caberá ao Conselho Monetário Nacional dar as diretrizes para a emissão. Segundo o texto, o Banco Central será responsável pela designação das entidades que poderão desempenhar a atividade de escrituração. De acordo com o relator da proposta, senador Armando Monteiro (PTB-PE), a duplicata eletrônica ajuda a evitar: Fraudes, que podem ocorrer por meio de emissão de duplicatas frias, ou seja, títulos falsos que não correspondem a uma obrigação real; emissão de duplicata com dados incorretos acerca de valores e devedores. “Representará maior segurança ao ambiente comercial e maior proteção aos cidadãos. Assim, poupa-se o dinheiro e o tempo gastos com ações judiciais visando demonstrar a inexistência do crédito cobrado”, conclui Monteiro.
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17/10 - Brasil lidera ranking de ligações de spam na América Latina, diz relatório
Operadoras de telefonia e empresas de cobrança são maiores 'spammers' telefônicos. O Brasil é o país latino-americano em que as pessoas mais recebem ligações telefônicas classificadas como spam, segundo um relatório elaborado por uma empresa de verificação de números de telefone. Os principais motivos dessas ligações são oferecer serviços de telefonia e financeiros, afirma o documento feito com a base de dados do aplicativo Truecaller, de acordo com a agência Efe. Líder em ligações spam, o Brasil apresenta um aumento de 81% em relação ao número de casos registrados em 2017, o que significa uma média de 37,5 chamadas ao mês por usuário. Segundo o relatório, os maiores 'spammers' no Brasil são as próprias operadoras de telefonia, responsáveis por 33% desse tipo de ligação, feitas geralmente para apresentar ofertas especiais, como uso de dados ou chamadas ilimitados. Empresas de cobrança ocupam o segundo lugar, com 24% das chamadas - algumas, adverte o relatório, podem ser fraudes, em que criminosos tentam obter dinheiro. Outros 21% das chamadas consideradas spam são 'chamadas incômodas' - tipo mais geral de chamadas não desejadas e não solicitadas que perturbam os usuários, que podem ser trotes, assédio ou golpes de falso sequestro. Outros países O segundo lugar na América Latina pertence ao Chile, onde as ligaçõas indesejadas aumentaram 25% desde 2017, chegando a 21,9 chamadas mensais a cada portador de uma linha de telefone. O México completa o pódio com a terceira posição. O relatório mostra que cada cliente no território mexicano recebe 20,9 ligações de spam ao mês, um aumento de 71% em relação ao ano passado. O único caso entre os primeiros dez do ranking que registrou uma queda é Porto Rico, que passou de uma média de 7,9 ligações mensais por usuário para 5,9, uma redução de 25%. Truecaller funciona através de informações concedidas diretamente pela comunidade de usuários, que em nível mundial já supera os 300 milhões de usuários e permite detectar e bloquear números indesejados.
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17/10 - Elon Musk comprará US$ 20 milhões em ações da Tesla
Acordo com o regulador norte-americano de valores mobiliários foi feito para encerrar um processo de fraude relacionado a declarações de Musk no Twitter. Elon Musk REUTERS/Bobby Yip O presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, comprará ações da empresa no valor de US$ 20 milhões na próxima sessão de negociação aberta, informou a montadora em um comunicado nesta quarta-feira (17). A Tesla e Musk concordaram em pagar US$ 20 milhões cada em um acordo com o regulador norte-americano de valores mobiliários, a Securities and Exchange Commission (SEC), para encerrar um processo de fraude relacionado a publicações que o executivo fez em agosto no Twitter. A montadora disse que a compra foi "separada e independente do acordo" entre Musk, Tesla e a SEC e não respondeu aos pedidos da Reuters para obter mais informações sobre os motivos da compra.
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17/10 - Tesla compra terreno em Xangai para sua fábrica de US$ 2 bi na China
A primeira 'gigafactory' da fabricante deverá ter capacidade de produzir 500 mil carros por ano, segundo acordo firmado com as autoridades de Xangai. Tesla REUTERS/Lucas Jackson A Tesla assinou um acordo com o governo de Xangai para um terreno de 860 mil metros quadrados para construir sua primeira gigafábrica no exterior, disse a montadora de carros elétricos em uma mídia social chinesa nesta quarta-feira (17). O negócio marca um passo fundamental para a empresa e seu presidente-executivo, Elon Musk, fabricar carros localmente para o mercado em rápido crescimento da China, mesmo com as tarifas impostas por Pequim aos produtos fabricados nos Estados Unidos que elevaram os preços de seus modelos importados. A Tesla assinou um acordo há muito esperado com as autoridades de Xangai em julho para construir sua primeira fábrica fora dos EUA, o que dobraria o tamanho de sua fabricação global e ajudaria a reduzir o preço dos carros da Tesla vendidos no maior mercado automotivo do mundo. "Garantir esse terreno em Xangai, a primeira 'gigafactory' da Tesla fora dos Estados Unidos, é um marco importante para o que será nosso próximo local de fabricação avançada e sustentável", afirmou Robin Ren, vice-presidente de vendas mundiais da Tesla. A Tesla não revelou o preço pelo terreno, mas o Departamento de Planejamento e Recursos Territoriais de Xangai informou nesta quarta-feira que um terreno de 864.885 metros quadrados foi vendido em um leilão por 973 milhões de iuanes (US$ 140,51 milhões). A montadora assinou um acordo com as autoridades de Xangai em julho para abrir uma fábrica na cidade chinesa com capacidade de produção anual de 500 mil carros. A fábrica ajudará a explorar o mercado em rápido crescimento da China para os chamados veículos de nova energia (NEVs), uma categoria que compreende carros elétricos à bateria e veículos elétricos plug-in híbridos, mesmo enquanto o mercado de automóveis mais amplo da China esfria. A Tesla, que começou a contratar para a nova fábrica de Xangai em agosto, disse anteriormente que levantaria capital dos mercados de dívida da Ásia para financiar a construção, que custará cerca de US$ 2 bilhões.
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17/10 - Elevação do piso salarial de agentes de saúde vai custar R$ 4,8 bi em três anos, diz Planejamento
Presidente Michel Temer havia vetado o reajuste, mas Congresso derrubou o veto nesta quarta-feira. Novo piso será pago de forma escalonada e chegará a R$ 1.550 em 2021. O Ministério do Planejamento informou nesta quarta-feira (17) que a elevação do piso salarial para agentes de saúde vai custar aos cofres do governo R$ 4,8 bilhões em três anos. O aumento do piso havia sido aprovado pelo Congresso e posteriormente vetado pelo presidente Michel Temer. Nesta quarta, o Congresso derrubou o veto presidencial. O novo piso vai valer para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias. O valor atual é de R$ 1.014,00 e estava congelado desde 2014. Agora vai aumentar de forma gradual nos próximo anos até chegar a R$ 1.550,00 em 2021. Contrário à medida, o governo federal argumentou que aumento de despesa com pessoal nos 180 dias anteriores ao final do mandato do Poder Executivo pode ser enquadrado na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O reajuste Pelo texto aprovado no Congresso, o reajuste será concedido da seguinte maneira: R$ 1.250,00 a partir de 1º de janeiro de 2019; R$ 1.400,00 a partir de 1º de janeiro de 2020; R$ 1.550,00 a partir de 1º de janeiro de 2021. Votação A votação desta quarta-feira foi realizada por meio de cédula e, no plenário da Câmara, não houve oposição à derrubada do veto. Durante a sessão, um grupo de agentes comunitários acompanhou a votação das galerias do Congresso e aplaudiu a aprovação. Justificativa do governo Quando Temer vetou o reajuste para a categoria, o governo alegou considerar o aumento inconstitucional por não ter sido uma iniciativa do Poder Executivo. O reajuste não constava da versão original da medida provisória enviada pelo governo. O texto do Executivo apenas estabelecia normas para o exercício profissional da categoria, como jornada de trabalho de 40 horas semanais. Durante a tramitação no Congresso, porém, os parlamentares colocaram a previsão de reajuste.
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17/10 - Produção de carne no mundo crescerá 20% até 2030, segundo agência da ONU
77% do aumento na produção de carne se dará nos países em desenvolvimento como o Brasil, de acordo com a FAO. Demanda por produtos de origem animal crescerá 70% entre 2005 e 2050, especialmente nos países em desenvolvimento Reprodução/RPC A produção mundial de carne aumentará em 20% até 2030 e a de leite 33%, segundo as projeções divulgadas nesta quarta-feira (17) pela Organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO, na sigla em inglês). Em um novo relatório apresentado hoje, a FAO destaca que 77% do aumento na produção de carne se dará nos países em desenvolvimento, sobretudo em Brasil, Argentina, China, Índia, México e Paquistão, e 23% nos mais desenvolvidos. O mercado, influenciado principalmente pela demanda por frango, continuará sendo dominado pelos maiores produtores, concretamente por Brasil, China, União Europeia (UE) e Estados Unidos. Além disso, a produção global de leite crescerá 33% entre 2015 e 2030, ano em que a Índia substituirá a UE como o principal produtor e, junto com o Paquistão, será responsável por um terço de tudo que é produzido. Crescimento da demanda A demanda por produtos de origem animal crescerá em seu conjunto 70% entre 2005 e 2050, especialmente nos países em desenvolvimento, onde o consumo de alimentos procedentes dos animais é baixo. O diretor do Instituto Internacional de Pesquisa sobre Políticas Alimentares (IFPRI, na sigla em inglês), Shenggen Fan, lembrou na apresentação do relatório que, na maioria dos países da Ásia e da África, o consumo de carne está entre 10 e 12 quilogramas per capita por ano. Para o diretor do IFPRI, esse "déficit de acesso à proteína animal" deve ser reduzido, entre outras coisas, para que as crianças não tenham carências nutricionais que as façam sofrer atrasos em seu desenvolvimento. O especialista da FAO Alejandro Acosta, autor do relatório, acrescentou que a pecuária contribui para 33% das proteínas que as pessoas consomem em nível mundial e a 17% das calorias. Até 1,3 bilhão de pessoas trabalham nas cadeias de produtos pecuários, um setor que representa 40% da produção agrícola nos países ricos e 20% nos pobres, segundo a ONU, que calcula que aproximadamente 500 milhões de pobres dependem dos animais para sobreviver. Um problema de sustentabilidade está relacionado com o uso de água que a pecuária demanda, pois esta absorve 30% dos recursos hídricos destinados à agricultura, que, por sua vez, absorve 70% de toda a água doce disponível. Também causa preocupação as emissões diretas de gases do efeito estufa, que supõem 8% do total e 14,5% se forem acrescidas as emissões indiretas como as derivadas do transporte, do processamento e do uso de energia. Nesse sentido, Acosta destacou que essas emissões podem ser reduzidas em até 30% com melhores práticas e tecnologias, enquanto as pessoas mais pobres podem ser mais resistentes ao clima se tiverem animais entre seus ativos.
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17/10 - Fed sinaliza continuar com aumentos graduais nas taxas de juros
Em sua última reunião, o banco central americano elevou a taxa de juros pela terceira vez este ano. Policial observa o prédio do Federal Reserve, em Washington Kevin Lamarque/Reuters O Federal Reserve (banco central dos EUA) sinalizou nesta terça-feira (17) que planeja continuar com aumentos graduais nas taxas de juros, segundo a divulgação da ata de setembro, na qual a autoridade monetária elevou a taxa pela terceira vez este ano, devido à força do crescimento econômico do país. A ata do encontro de setembro mostra ainda que todos os membros votantes apoiaram o aumento da taxa de juros no mês passado e também concordaram, de maneira geral, que os custos de empréstimos devem subir mais. A demonstração de unanimidade no encontro no final de setembro pode impulsionar expectativas de que o comitê de definição dos juros do banco central vai aumentar os juros novamente em dezembro. Os juros saíram do intervalo de 1,75% a 2% ao ano para a faixa de 2% a 2,25%. Além do aumento em dezembro, a expectativa é de três altas no ano que vem e um aumento em 2020. Desde a reunião, uma série de dados econômicos fortes levou autoridades do Fed a dizerem que esperam continuar o ciclo de alta. "Todos os participantes expressaram a visão de que seria apropriado para o comitê continuar sua abordagem gradual de firmar a política monetária elevando o intervalo da meta para a taxa de juros", de acordo com a ata. Comparada à ata do encontro anterior do Fed realizado em agosto, o documento de setembro parece mostrar menos discussão sobre a perspectivas de que uma recessão poderia estar a caminho. Em vez disso, alguns dos membros do Fed aparentemente viram alguma indicação de maior força da economia dos EUA. "Quase todos os participantes viram poucas mudanças em suas avaliações sobre as perspectivas da economia, embora alguns deles tenham julgado que dados recentes indicam que o ritmo da atividade econômica estava mais forte do que o esperado mais cedo no ano", de acordo com a ata. Os membros votantes do Fed notaram que a relativa fraqueza da economia internacional poderia criar "potencial para fortalecimento adicional do dólar" norte-americano, um fator que poderia pesar sobre exportações dos EUA. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse em uma entrevista à Fox Business News na terça-feira (16) que sua maior ameaça é o Fed. O presidente tem expressado seu descontentamento com o presidente da instituição, Jerome Powell. Taxa aumentou oito vezes em 3 anos Desde 2015, o Fed vem aumentando os juros gradualmente - foram oito altas - e as autoridades monetárias estão preocupadas que a economia esteja tão forte que a inflação possa subir de forma persistente acima da meta de 2% do banco central. A economia dos EUA tem crescido neste ano em ritmo mais rápido do que muitos economistas julgam possível sem gerar inflação mais alta, com a taxa de desemprego ao nível mais baixo em décadas. Depois do aumento no mês passado, o Fed parou de descrever a postura da política monetária como "expansionista", significando que a instituição deixou de pensar que o nível das taxas de juros está estimulando a economia. A ata mostrou que "quase todos" os membros votantes concordaram que é hora de parar de dizer que eles estavam estimulando a economia. Mas há também a preocupação com as disputas comerciais globais que podem prejudicar as empresas e as famílias. O governo do presidente Donald Trump elevou as tarifas sobre as importações de vários países, incluindo a China e membros da União Europeia, provocando tarifas retaliatórias sobre as exportações dos EUA. Isso coloca o Fed em uma situação difícil em caso de as disputas comerciais piorarem, com as empresas norte-americanas precisando reduzir as contratações e os consumidores enfrentando preços mais altos nas importações. A alta dos juros nos Estados Unidos atrai investidores que antes aplicavam recursos em mercados considerados mais arriscados, como o Brasil. Isso motiva uma tendência de alta do dólar em relação ao real. Casa Branca ameniza crítica de Trump O assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, afirmou nesta quarta que Donald Trump não está exigindo uma mudança de política do Federal Reserve após mais críticas ao banco central norte-americano na terça-feira, ao chamar a alta dos juros de sua "maior ameaça". No que acabou virando um padrão recentemente, Kudlow usou o dia seguinte às declarações de Trump para amenizar as incomuns críticas do presidente ao Fed, dizendo que Trump na verdade concorda com o banco central. "Ele não está interferindo na independência deles", disse Kudlow à Fox Business Network, mesmo canal de televisão usado por Trump. "Ele não está indo lá para dizer a eles que mudem seus planos ou sua estratégia." Embora o Fed seja politicamente independente e suas autoridades tenham sinalizado quase que de maneira uniforme que pretendem manter o aperto da política monetária, alguns economistas alertaram que as declarações de Trump podem acabar prejudicando sua legitimidade. "Uma batalha prolongada sobre a independência do Fed pode colocar em risco juros mais altos no longo prazo através de prêmios de longo prazo e expectativas de inflação mais elevados, contrário aos próprios objetivos de Trump", disse em nota Michael Hanson, chefe de estratégia global do TD Securities.
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17/10 - O improvável país repleto de 'minas' de criptomoedas
Por que a Islândia se tornou o paraíso de criadores de moedas virtuais? E o que acontece quando esses 'mineiros' tomam conta de sua cidade? A mineração de moedas virtuais tornou-se um grande negócio, mas o que acontece quando os "mineiros" decidem se estabelecer na sua cidade? Existem centenas de criptomoedas, e os valores de algumas dispararam nos últimos três anos. Um único Bitcoin, por exemplo, vale hoje mais de US$ 7 mil (cerca de R$ 26 mil). Em 2016, sua cotação ainda estava na casa das centenas. Isso fez com que a criação de uma criptomoeda se tornasse um mercado potencialmente lucrativo. O processo, conhecido como "mineração", envolve usar o poder da computação em escala industrial para resolver algoritmos complexos. Entre os objetivos estão tanto limitar a oferta das novas unidades quanto dificultar sua criação. Mas, nos últimos anos, empresas vêm estabelecendo "minas" de criptomoedas, empilhando centenas de computadores em um mesmo lugar para criar uma moeda digital muito mais rapidamente. Esses centros de dados consomem enormes quantidades de eletricidade do mundo real. E, recentemente, várias minas surgiram em um país improvável: a Islândia. Em meio a dezenas de armazéns, um prédio comum abriga uma dessas operações - uma mina de criptomoeda. Arni Jensen, do Borealis Data Center, explica como o edifício, outrora uma garagem de uma base militar dos EUA perto da capital islandesa, Reykjavik, ganhou nova finalidade, com prateleiras de computadores e fios pendurados. "Pegamos a placa dentro do computador que faz a tela funcionar, e empilhamos várias delas - 10 ou 15 - em um quadro. Isso nos permite executar os algoritmos", diz ele. Mas por que a Islândia? Os computadores esquentam e precisam mantidos resfriados. Por sorte, a Islândia está bem equipada para lidar com esse problema. Jensen diz que não há necessidade de instalar unidades de resfriamento por causa do clima frio do país, que acaba regulando o calor interno das minas a partir do exterior. Em outras palavras, não é necessário gastar dinheiro para resfriar os computadores. O processo em si de fazer os computadores funcionarem também requer muita energia. A Islândia, no entanto, tem um suprimento quase ilimitado sob seu solo. O pequeno país possui uma série de usinas de energia geotérmica que usam o vapor extremamente quente da água geotérmica para alimentar turbinas e gerar enormes quantidades de energia barata. "Até o final deste ano, os data centers na Islândia usarão mais eletricidade do que todas as casas do país juntas", diz Johann Sigurbergsson, da empresa de energia geotérmica HS Orka. Em outras palavras: até agora, as minas de criptomoedas não estão criando muitos problemas para a Islândia, onde 100% da matriz energética é renovável. Mas em Plattsburgh, no Estado americano de Nova York, a história é bem diferente. A presença dessas minas vem colocando tanta pressão sobre a infraestrutura da cidade que o prefeito anunciou a proibição temporária da mineração por criptografia. "Atualmente, eles já estão usando de 15% a 25% de toda a energia gerada em nossa cidade em um único dia. Mas o problema não se restringe a isso. Há uma série de problemas indiretos causados pela mineração de moedas virtuais", diz Colin Read, prefeito de Plattsburgh, acrescentando que os computadores produzem ruído e calor. Para a cidade, os aspectos negativos superam os positivos. Como são essencialmente automatizadas, as minas empregam muito poucas pessoas. Além disso, devido à natureza transitória do negócio da criptomoeda, os proprietários das empresas tendem a alugar instalações em vez de adquiri-las. Dessa forma, o município não se beneficia dos impostos relacionados à propriedade. "Sou um grande fã de criptomoedas", diz Read, "mas Plattsburgh precisa descobrir como lidar com os problemas que enfrenta nesse sentido, antes de suspender a proibição e admitir o retorno dos mineiros", acrescenta ele.
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17/10 - Estoque de etanol cresce no país, mas consumo evitará excesso de oferta, diz consultoria
Demanda alta pelo biocombustível, com preços mais competitivos do que a gasolina, vai equilibrar mercado, segundo a FCStone. Em 1º de outubro, estoque do combustível era de cerca de 11 bilhões de litros Divulgação/Copersucar Os estoques de etanol do Brasil estavam 29% maiores em 1º de outubro, com cerca de 11 bilhões de litros, na comparação com o mesmo período do ano passado, diante de uma forte produção no centro-sul, disse nesta quarta-feira (17) o analista João Paulo Botelho, da INTL FCStone, com base em dados do Ministério da Agricultura. Mas uma firme demanda pelo biocombustível, com preços mais competitivos do que a gasolina em boa parte do país, evitará um excesso de oferta. "Devemos chegar ao final da entressafra (em março) com níveis confortáveis de estoques, mas sem excesso de oferta", avaliou Botelho, durante evento promovido pela INTL FCStone em São Paulo. Entressafra antecipada A entressafra de cana, sazonal período de alta nos preços do etanol, geralmente começa em novembro, mas neste ano já há usinas finalizando os trabalhos de campo neste mês, até 30 dias antes do habitual, disse o analista, explicando que isso se deve, em parte, à estiagem no primeiro semestre que prejudicou a produtividade dos canaviais. Usinas do país impulsionaram a fabricação do biocombustível, em detrimento do açúcar, a partir de meados do ano passado, na esteira de mudanças tributárias e uma nova política de preços de combustíveis pela Petrobras, que colocou a gasolina, concorrente direto do álcool, em níveis recordes tanto nas refinarias quanto nos postos. Pelos dados mais recentes da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), que representa as usinas do centro-sul, principal região produtora do país, a produção de etanol na região foi 25% maior no acumulado da safra 2018/19 até setembro, com pouco mais de 24 bilhões de litros. Brasil deve perder liderança na produção de açúcar para Índia Setor de cana do Brasil encolhe com dificuldades financeiras, apontam bancos Assim, diante dessa maior oferta, os estoques de etanol estavam no início do mês mais de 2,4 bilhões de litros acima do visto há um ano, "o que leva à necessidade de forte demanda", disse Botelho. Para o analista, o consumo do biocombustível, que tem se mostrado forte nos últimos meses, tende a continuar firme na entressafra de cana, já a partir deste mês, em razão dos preços da gasolina ainda em patamares elevados.
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17/10 - Fundos investidores do Facebook apoiam proposta para retirar Zuckerberg da presidência do conselho
Juntos, os quatro fundos detêm mais de 1 bilhão de dólares em ações da rede social. Eles assinam proposta do fundo de investimento Trillium, divulgada em julho. Recortes de papelão em tamanho real com o rosto do presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, foram colocados diante do Capitólio, em Washington (EUA), com a frase 'Conserte o Fakebook', em protesto chamando atenção para milhões de contas falsas que seguem ativas e são usadas para espalhar 'fake news' Saul Loeb/AFP Fundos que detêm ações do Facebook se juntaram para apoiar uma proposta que removeria o presidente e fundador da rede social, Mark Zuckerberg, da presidência do conselho. Segundo os acionistas, o executivo teria lidado mal com os diversos escândalos que o Facebook enfrentou recentemente. A notícia foi adiantada pelo portal americano “Business Insider”. A proposta, que deve ser votada no próximo encontro de acionistas do Facebook, em maio de 2019, pede que o conselho consultivo do Facebook estabeleça a presidência como um cargo independente. Entre os fundos estão os tesouros estaduais dos estados americanos de Illinois, Rhode Island e Pensilvânia e também Scott Stringer, Controlador Fiscal de Nova York. Eles se juntaram ao fundo de investimentos Trillium, que trouxe o assunto à tona em julho. Com o suporte desses fundos, que juntos controlam mais de US$ 1 bilhão em ações do Facebook, a proposta passa a ganhar mais corpo. A proposta da Trillium cita alguns escândalos envolvendo o Facebook como motivo de mudança, como o uso da rede social para mudar os rumos das eleições americanas em 2016, bem como o caso Cambridge Analytica, empresa britânica que fez mal uso de dados pessoais disponíveis no Facebook em prol de campanhas políticas. O vazamento, em setembro deste ano, de informações de mais de 30 milhões de usuários também entrou nos motivos do fundo. Acionistas contra Zuckerberg Uma proposta semelhante já havia sido colocada sob votação na reunião de acionistas do ano passado, mas, embora tenha sido aprovada por 51% dos acionistas, a ideia não foi pra frente pela estrutura acionária da empresa. No Facebook, ações Classe B tem 10 vezes mais poder de voto do que ações Classe A — e Mark Zuckerberg tem 75% das ações Classe B da empresa. De acordo com a última estimativa do Facebook, Zuckerberg tem 59,9% do poder de voto entre os acionistas. Diante desse controle, as chances de a proposta atual não ser aprovada são significativas. Apesar disso, o incômodo cresce entre os acionistas da rede social. “Nós precisamos que o conselho do Facebook faça um comprometimento sério em lidar com os riscos reais — em termos de reputação, regulação, e democracia — que estão impactando a companhia”, disse Stringer, controlador fiscal de Nova York, em um depoimento. Ele supervisiona cerca de US$ 895 milhões em ações da empresa. O Facebook não comentou a proposta com o “Business Insider”. Nos últimos três meses, as ações do Facebook caíram 24,06%. De acordo com o analista de mercado Brian Wieser, da companhia de pesquisa e análise Pivotal Research, o problema é que a companhia focou tanto em crescimento a qualquer custo que falhou em investir em processos que pudessem antecipiar e solucionar os problemas de maneira rápida e eficiente. "O fato de que os problemas continuam a surgir reforça nossa visão de que a empresa não está tão no controle do negócio como deveria estar. Conforme os problemas forem sendo consertados, os custos vão aumentar, possivelmente mais rápido do que o Facebook antecipou", escreveu ele em carta a acionistas nesta quarta-feira (17).
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17/10 - Empresa chinesa se une a Vale do Silício para diminuir receios sobre inteligência artificial
Baidu é a primeira chinesa a entrar em consórcio de inteligência artificial que conta com Google, Apple e Facebook. Sede do Baidu em Shanghai, na China. Aly Song/Reuters A empresa de buscas online Baidu se tornou a primeira companhia chinesa a participar de uma aliança sobre inteligência artificial, liderado por empresas dos Estados Unidos, em meio a choques políticos gerada pela competição de ambos os países na área. Criado em 2016, a ideia da Parceria em Inteligência Artificial (PAI), grupo que conta com grandes empresas de tecnologia — como Google, Apple, IBM e Facebook — é diminuir as tensões sociais em torno da inteligência artificial. A aliança desenvolve diretrizes éticas para pesquisa e melhores práticas em inteligência artificial em parceria dessas empresas com acadêmicos e especialistas em ética. "Admitir nosso primeiro membro chinês é um importante passo para construir uma parceria realmente global", disse Terah Lyons, diretora-executiva da Parceria. Entre os receios em relação a esse tipo de tecnologia está o medo de que as máquias se tornem mais inteligentes que as pessoas, algo alarmado pelo bilionário Elon Musk, presidente da montadora Tesla. Especialistas também temem que terroristas e criminosos lancem mão de inteligência artificial. No ano passado, o Ministério da Indústria da China nomeou a Baidu como uma das quatro campeãs nacionais em IA. O país tem interesses diretos na tecnologia e no ano passado traçou estratégias para ter um mercado doméstico de inteligência artificial avaliado em quase US$ 150 bilhões nos próximos anos. A Baidu, que comanda o maior negócio de buscas na China, tem investido pesado em inteligência artificial, a exemplo dos carros autônomos. No projeto Apollo, que planeja desenvolver um sistema de direção autônoma, a Baidu trabalha junto a grandes montadoras como Ford e BMW. Em uma entrevista à rede americana “CNN” no ano passado, o presidente da Baidu chegou a afirmar que “a inteligência artificial é a nova eletricidade, uma tecnologia que irá mudar indústria atrás de indústria”. A inclusão da Baidu no grupo acontece no meio de uma disputa política entre EUA e China por causa de transferência de tecnologia — uma briga que tem gerado barreiras tarifárias de ambos os lados.
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17/10 - Congresso derruba veto de Temer e libera piso de R$ 1.550 para agentes de saúde
Piso estava congelado desde 2014, e presidente vetou reajuste aprovado pelo Legislativo. Pelo texto, remuneração mínima passará dos atuais R$ 1.014 para R$ 1.550 até 2021. Agentes comunitários de saúde (parte de cima da foto) acompanham votação no plenário da Câmara; deputados (parte de baixo da foto) discutem o reajuste para a categoria Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados O Congresso Nacional derrubou nesta quarta-feira (17) um veto do presidente Michel Temer e, com isso, liberou o piso de R$ 1.550,00 para os agentes comunitários de saúde e de combate a endemias. A remuneração mínima atual da categoria é de R$ 1.014,00 e estava congelada desde 2014. Após o Congresso aprovar o reajuste, Temer vetou. O governo argumentou que o novo piso representará aumento dos gastos públicos. O Ministério do Planejamento informou que a medida representará um imapcto de R$ 4,8 bilhões em 3 anos.. O governo também disse que aumento de despesa com pessoal nos 180 dias anteriores ao final do mandato do Poder Executivo pode ser enquadrado na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O reajuste Pelo texto, o reajuste será concedido da seguinte maneira: R$ 1.250,00 a partir de 1º de janeiro de 2019; R$ 1.400,00 a partir de 1º de janeiro de 2020; R$ 1.550,00 a partir de 1º de janeiro de 2021. Votação A votação desta quarta-feira foi realizada por meio de cédula e, no plenário da Câmara, não houve oposição à derrubada do veto. Durante a sessão, um grupo de agentes comunitários acompanhou a votação das galerias do Congresso e aplaudiu a aprovação. Justificativa do governo Quando Temer vetou o reajuste para a categoria, o governo alegou considerar o aumento inconstitucional por não ter sido uma iniciativa do Poder Executivo. O reajuste não constava da versão original da medida provisória enviada pelo governo. O texto do Executivo apenas estabelecia normas para o exercício profissional da categoria, como jornada de trabalho de 40 horas semanais. Durante a tramitação no Congresso, porém, os parlamentares colocaram a previsão de reajuste.
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17/10 - De chapista de lanchonete a tratorista: PAT Indaiatuba oferece 29 vagas de emprego
Salários da lista chegam a R$ 2,2 mil. Interessados devem comparecer pessoalmente à unidade com RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. PAT Indaiatuba oferece 29 vagas de emprego com salários de até R$ 2,2 mil. Claudio Vieira/Divulgação O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) está com 29 vagas de emprego para a região de Indaiatuba (SP), nesta quarta-feira (17). Os salários variam de R$ 1.167 a R$ 2,2 mil. Na lista, as oportunidades vão de chapista de lanchonete a tratorista. Para concorrer às vagas, é necessário ter conhecimento de nível fundamental, médio, técnico ou superior, dependendo do cargo. As oportunidades exigem experiência de, no mínimo, seis meses na função, exceto para os cargos de caldeireiro, enfermeiro, fisioterapeuta e fonoaudióloga. Confira a lista completa de vagas Ajudante de cozinha - 3 vagas Ajudante de serralheiro - 1 vaga Assistente de controladoria fiscal - 1 vaga Atendente de lanchonete - 1 vaga Auxiliar de escrita fiscal - 1 vaga Auxiliar técnico de mecânica - 1 vaga Caldeireiro - 1 vaga Chapista de lanchonete - 1 vaga Consultor de vendas - 1 vaga Cozinheiro - 2 vagas Empregada doméstica - 1 vaga Enfermeiro - 1 vaga Fisioterapeuta - 1 vaga Fonoaudióloga - 1 vaga Garçom - 1 vaga Motorista carreteiro - 1 vaga Motorista de caminhão - 1 vaga Operador de centro de usinagem (com comando numérico) - 2 vagas Recepcionista de hotel - 1 vaga Soldador - 1 vaga Técnico de apoio ao usuário de informática - 1 vaga Técnico em segurança do trabalho - 1 vaga Técnico mecânico de ar condicionado - 1 vaga Tratorista - 1 vaga Vendedor - 1 vaga Os interessados devem comparecer a uma das unidades do PAT para análise de perfil e cadastro, com os documentos de RG, CPF, Carteira de Trabalho e o número do PIS. A Prefeitura ressalta que as vagas estão sujeitas a alterações ao longo da semana. Veja mais oportunidades da região no G1 Campinas
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17/10 - Preços do petróleo caem abaixo de US$ 70 nos EUA pela 1ª vez em 1 mês
Estoques do produto dos EUA cresceram quase o triplo do que os analistas previam, enquanto as exportações caíram. Funcionário trabalha em campo de petróleo Sergei Karpukhin/Reuters Os preços do petróleo despencaram nesta quarta-feira, com os futuros norte-americanos atingindo níveis abaixo dos US$ 70 o barril pela primeira vez em um mês, depois que os estoques do produto dos EUA cresceram 6,5 milhões de barris, quase o triplo do que os analistas previam, enquanto as exportações caíram. Às 13h (horário de Brasília), o petróleo nos EUA operava em torno de US$ 70 por barril, queda de 1,8%. "Esse mercado está perigosamente próximo de 70 dólares. Se cair para 70 dólares, acho que parte dessa posição especulativa pode ter interesse em sair, e isso pode acentuar a queda", disse Bob Yawger, diretor de futuros da Mizuho em Nova York. O petróleo Brent caía 1,7% no mesmo horário, para cerca de US$ 80 o barril, depois de ganhar mais 1 dólar nas três sessões anteriores. O petróleo tem subido devido a preocupações com sanções e tensões entre os Estados Unidos e a Arábia Saudita, após a morte do jornalista saudita Jamal Khashoggi. A referência global está sendo negociada em torno de 5 dólares abaixo de uma máxima de quatro anos de US$ 86,74, alcançada em 3 de outubro. Os estoques de petróleo subiram 6,5 milhões de barris na semana encerrada em 12 de outubro, e as exportações caíram para 1,8 milhão de barris diários, informou a Administração de Informação de Energia dos EUA, em um relatório considerado pessimista por analistas. Antes da divulgação dos dados, os futuros do petróleo já estavam afundando em antecipação aos maiores estoques de petróleo e em conjunto com as recentes quedas nos mercados de ações em todo o mundo. Uma pesquisa da Reuters com oito analistas estimou que os estoques de petróleo haviam subido cerca de 2,2 milhões de barris na semana passada.
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17/10 - Concurso público seleciona profissionais de níveis médio e superior em Sandovalina
São duas vagas para contratação imediata e formação de cadastro reserva. Também há chance na Prefeitura de Tupi Paulista. A Prefeitura de Sandovalina, está com inscrições abertas para o preenchimento de um total de duas vagas e para a formação de cadastro reserva em diversas áreas e para os níveis médio e superior. A aplicação da prova está prevista para o dia 9 de novembro, em locais a serem divulgados. As oportunidades oferecidas, para a formação de cadastro reserva, são para professores habilitados ou não para as seguintes áreas: creche, professor educação básica PEB 1 e 2, ciências, educação artística, educação básica, geografia, história, inglês, matemática e português. Também há chances para contratação imediata nas funções de farmacêutico, com remuneração de R$ 2.243,03, e de salva-vidas, com salário de R$ 1.290,92. Ambas as funções atuarão em jornadas de 40h. As inscrições devem ser feitas pela internet até o dia 28 de outubro. As taxas são R$ 30 e R$ 40, conforme o nível de escolaridade. Mais detalhes podem ser consultados no edital. A Prefeitura de Tupi Paulista está com inscrições abertas para o processo seletivo que visa a formação de cadastro reserva de docentes. As oportunidades são de níveis médio, magistério e superior. A seleção oferece oportunidades para professores de educação básica I e II, nas disciplinas de inglês, educação física, artes, matemática, língua portuguesa, ciências, história, geografia, além de profissionais de educação especial e professor de educação especial – libras. Os contratados receberão remunerações no valor de R$ 18,77 a hora/aula, além de vale-alimentação. Mais informações podem ser consultadas no edital. Os interessados devem se inscrever até o dia 6 de novembro de 2018, por meio do site da banca organizadora. A taxa é de R$ 32. A aplicação da prova objetiva está prevista para o dia 16 de dezembro de 2018, seguido pela análise de títulos.
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17/10 - Câmara de Vereadores abre concurso público para 41 vagas em Vilhena, RO
Remuneração varia entre R$ 1,3 mil e R$ 4 mil, mais benefícios. Inscrições começam nesta quarta-feira (17) e seguem até o dia 20 de novembro. Câmara abre concurso para 41 vagas em Vilhena Ilustrativa/Eliete Marques A Câmara de Vereadores de Vilhena (RO), na região do Cone Sul, abriu concurso público para níveis médio e superior. São ofertadas 41 vagas e a remuneração varia entre R$ 1,3 mil e R$ 4 mil, mais benefícios. O edital foi publicado na terça-feira (16). As inscrições começam nesta quarta-feira (17) e seguem até o dia 20 de novembro. As vagas são para assistente administrativo, motorista, advogado, auditor interno, contador e analistas, nas áreas de administração, tecnologia da informação, contabilidade, jornalismo, letras e direito. Também há vagas para analistas com curso superior em qualquer área de formação. A jornada de trabalho é de 30 horas semanal. As inscrições custam entre R$ 75 e R$ 105, e devem ser feitas no site da banca organizadora. Os candidatos que não têm acesso à internet podem fazer a inscrição em um posto de atendimento, na Câmara de Vereadores, localizada na Avenida Jô Sato, 687, Bairro Jardim América. As provas objetivas e discursivas estão previstas para acontecer em dezembro. Veja mais notícias da região no G1 Vilhena e Cone Sul.
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17/10 - Facebook começa a avisar brasileiros que tiveram dados roubados
Hackers invadiram contas de cerca de 30 milhões de pessoas e tiveram acesso ao nome e detalhes de contato dos usuários. Facebook começa a alertar usuários brasileiros sobre roubo de dados Facebook/Reprodução O Facebook começou a enviar mensagens a usuários brasileiros informando sobre perfis da rede social que foram invadidos. Entenda como hackers ganharam acesso aos perfis Saiba proteger a sua conta Em setembro passado, hackers roubaram o acesso de cerca de 30 milhões de pessoas e tiveram acesso ao nome e detalhes de contato dos usuários. O período da invasão foi entre 14 e 27 de setembro. De acordo com a empresa, os invasores usaram os tokens de acesso para obter certas informações de contas. Desde então, esses tokens de acesso foram invalidados, o que impediria qualquer acesso posterior às informações de contas. Para checar se sua conta foi afetada acesse a Central de Ajuda do Facebook. Histórico do caso A empresa informou no dia 28 de setembro que os hackers haviam roubado códigos de acesso digital, permitindo o acesso a quase 50 milhões de contas de usuários, mas não confirmou, na época, se as informações haviam sido realmente roubadas. Depois, no dia 12 de outubro, confirmou que os dados de cerca de 30 milhões de pessoas foram acessados indevidamente. Veja a mensagem enviada pelo Facebook aos usuários: "Temos mais informações sobre o incidente de segurança que descobrimos em 25 de setembro de 2018. Algumas das suas informações foram acessadas por um terceiro não autorizado, incluindo o seu nome, endereço de e-mail, número de telefone e outras informações como sua data de nascimento e localizações recentes onde você fez check-in ou foi marcado. Agimos rapidamente para proteger o site e a sua conta, e estamos trabalhando em estreita colaboração com as autoridades para lidar com o incidente. Saiba mais sobre como a sua conta foi afetada e o que você pode fazer na Central de Ajuda." Detalhes sobre a invasão Ao ir para a Central de Ajuda, o usuário recebe um esclarecimento mais profundo sobre os dados que foram acessados pelos hackers. Veja as informações que foram acessadas: Nome; Endereço de email principal; Número de telefone mais recente adicionado. Além disso, os invasores acessaram outras informações das contas, como: Nome de usuário; Data de nascimento; Gênero; Tipos de dispositivos usados para acessar o Facebook; O idioma escolhido para usar no Facebook. Se adicionou as seguintes informações específicas à conta do Facebook, elas também foram acessadas: Status de relacionamento; Religião; Cidade natal; Cidade atual; Trabalho; Educação; Site; As dez localizações mais recentes nos quais você fez check-in ou foi marcado. Essas localizações são determinadas pelos locais mencionados nas publicações, como pontos de referência ou restaurantes, e não pelos dados de localização de um dispositivo; As 15 pesquisas mais recentes inseridas na barra de pesquisa do Facebook; Páginas ou pessoas que você segue no Facebook.
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17/10 - Conselho da Ecorodovias aprova afastamento de presidente após operação da PF
Empresa diz que afastamento se dá a pedido do executivo, para realçar compromisso da companhia de dar continuidade aos trabalhos de investigação interna. O conselho de administração da Ecorodovias aceitou pedido de afastamento de Marcelino Rafart de Seras da função de diretor presidente da companhia e qualquer função em suas controladas, informou a empresa de concessões de infraestrutura nesta quarta-feira (17), que será administrada pelos atuais diretores de maneira colegiada até nova deliberação do colegiado. A Ecorodovias disse que afastamento se dá a pedido do executivo, para "realçar o compromisso da companhia perante seus acionistas, o mercado e as autoridades competentes de dar continuidade, com o maior grau de independência, a todos os trabalhos de investigação interna necessários ou recomendáveis para apurar os fatos" relacionados à operação da Lava Jato que investiga esquema de corrupção na concessão de rodovias federais no Paraná. A ação da PF foi batizada de Operação Integração II investiga irregularidades nas rodovias pedagiadas do Paraná. Entre os alvos estão concessionárias controladas pela Ecorodovias como a Ecovia e Ecocataratas. Segundo informou a Ecorodovias na ocasião, a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na Ecorodovias Concessões e Serviços, em São Bernardo do Campo (SP), e nas suas controladas Ecovia, em São José dos Pinhais (PR) e Ecocataratas, em Cascavel (PR). Ainda de acordo com a companhia, foram decretadas as prisões temporárias de Evandro Couto Vianna, executivo da Ecovia, e Mario Cezar Xavier Silva da Ecocataratas.
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17/10 - Black Friday 2018: 67% não pretendem usar 13º nas compras, diz pesquisa
A Black Friday acontecerá em 23 de novembro. Entre os que não pretendem comprar na Black Friday, 65% alegaram que não acreditam que os descontos são reais. Fiscais do Procon vistoriam comércios em Santos (SP) antes da Black Friday Susan Hortas/Prefeitura Municipal de Santos Pesquisa realizada pelo site comparador de preços e produtos Zoom com 9 mil pessoas mostra que 67% dos respondentes não gostariam de comprometer o 13º salário com as compras na data e 58% afirmam ter feito uma reserva financeira para aproveitar as ofertas. A Black Friday acontecerá em 23 de novembro. O comércio eletrônico deve faturar R$ 2,43 bilhões durante a Black Friday neste ano, alta de 15% em relação a 2017, aponta a estimativa da Ebit|Nielsen. Entre os que não pretendem comprar na Black Friday, 65% alegaram que não acreditam que os descontos são reais. O evento, para 62%, é uma oportunidade para economizar nas compras de Natal, pois pretendem aproveitar a data para antecipar os presentes. Quando questionados sobre o que priorizam para finalizar a compra, preço é o fator determinante para 77%. Para 54%, as compras serão feitas em lojas online. As categorias de produtos mais desejadas são eletrônicos, eletrodomésticos e celulares/smartphones. Veja os dados completos da pesquisa: Consumidor ainda desconfia de descontos da Black Friday; governo investiga maquiagem de preços Você comprou na Black Friday 2017? Não: 51% Sim: 49% Você comprou algum produto dessas categorias na Black Friday de 2017? Moda e Acessórios: 20% Eletrodomésticos: 45% Celulares/Smartphones: 38% Eletrônicos: 38% Informática: 26% Casa e Decoração: 12% Livros: 11% Saúde/Cosméticos e Perfumaria: 11% Esporte e Lazer: 9% Outros: 8% Alimentos e Bebidas: 7% Quanto você gastou na data? Mais de R$ 1.000: 50% de R$ 500 a R$ 1.000: 24% de R$ 200 a R$ 500: 15% até R$ 200: 11% Você voltaria a comprar em uma das lojas que comprou na Black Friday do ano passado? Sim: 90% Não: 10% Você teve algum problema com as compras feitas na Black Friday 2017? Não: 89% Sim: 11% Você pretende comprar na Black Friday 2018? Sim: 95% Não: 5% Qual é o principal motivo para você não ter intenção de comprar na Black Friday desse ano? Não acredito que os descontos são reais: 65% Estou mais cauteloso com meu orçamento por causa da crise: 20% Estou mais cauteloso com meu orçamento por ser ano eleitoral: 7% Estou desempregado e compro apenas o essencial: 5% Não sei como funciona esse evento: 3% Quais são as categorias de produtos que você gostaria de comprar durante o evento? Os respondentes podiam selecionar mais de uma opção Eletrônicos: 53% Eletrodomésticos: 52% Celulares/ Smartphones: 50% Informática: 38% Casa e Decoração: 23% Moda e Acessórios: 21% Saúde / Cosméticos e Perfumaria: 14% Livros: 13% Esporte e Lazer: 13% Outro: 10% Alimentos e Bebidas: 8% Quanto você pretende gastar na Black Friday 2018? Mais de R$ 1.000: 57% de R$$ 500 a R$1.000: 26% de R$ 200 a R$ 500: 12% até R$ 200: 5% Você pretende usar o seu 13º salário para fazer as compras? Não: 67% Sim: 33% Você pretende aproveitar a Black Friday para antecipar suas compras de Natal? Sim: 62% Não: 38% O que você prioriza na hora de fazer uma compra? Preço: 77% Lojas em que já teve uma boa experiência de compra: 12% Outro: 5% Frete: 5% Prazo de entrega: 1% Você pretende aproveitar a Black Friday comprando em lojas físicas ou em lojas online? Lojas online: 54% Lojas físicas e online: 45% Lojas físicas: 1% Você costuma guardar dinheiro ao longo do ano para aproveitar os descontos oferecidos na data? Sim: 58% Não: 42% Qual é o seu sexo? Masculino: 63% Feminino: 37% Em que faixa etária você se encaixa? Entre 50 e 60 anos: 16% Entre 35 e 39 anos: 14% Entre 30 e 34 anos: 14% Entre 25 e 29 anos: 13% Entre 40 e 44 anos: 13% Entre 18 e 24 anos: 13% Entre 45 e 49 anos: 10% Mais de 60 anos: 6% Menor de 17 anos: 1% Em qual região do Brasil você mora? Região Sudeste: 55% Região Nordeste: 18% Região Sul: 16% Região Centro-Oeste: 8% Região Norte: 3%
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17/10 - Cepal reduz previsão de crescimento do Brasil para 1,4% em 2018
Comissão também revisou para baixo previsão de crescimento da América Latina, para uma alta de 1,3% no ano. A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) revisou para baixo sua projeção de crescimento da economia brasileira em 2018. Segundo relatório divulgado nesta quarta-feira (17), a entidade estima que o PIB do país vai avançar 1,4% este ano, contra 1,6% previstos em agosto. A piora na projeção do Brasil, junto das revisões para a Argentina e Venezuela, ajudou a piorar também a previsão de crescimento para a economia da América Latina e Caribe. Pela nova projeção, as economias da América Latina e do Caribe crescerão 1,3% este ano, ante estimativa anterior de 1,5%, em meio a um contexto de deterioração das finanças internacionais, informou a Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal). "A Cepal revisou as projeções de crescimento para a atividade econômica da região para 2018 e espera uma expansão média de 1,3% na América Latina e no Caribe durante este ano, um pouco menor que a prevista em agosto (1,5%). Para 2019, uma taxa de crescimento de 1,8% é esperada", afirma a instituição em um comunicado. Para 2019, a Cepal projeta uma alta de 2,1% da economia brasileira.
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17/10 - Bovespa fecha perto da estabilidade
Ibovespa encerrou o pregão em alta de 0,05%, 85.763 pontos. Homem passa por gráfico de cotações na Bovespa, em foto de agosto de 2015 Paulo Whitaker/Reuters O principal índice da bolsa brasileira, a B3, fechou perto da estabilidade nesta quarta-feira (17), no fim de uma sessão volátil, acompanhando o mercado movimentos do mercado externo, com ações da Eletrobras na ponta negativa, enquanto a alta de Vale atenuou a pressão negativa. O Ibovespa encerrou o pregão em alta de 0,05%, 85.763 pontos, com as ações da B2W, da Marfrig e da Gol entre os principais destaques de alta. Veja mais cotações. Na outra ponta, os papéis da Eletrobras recuram forte, após o Senado rejeitar projeto que ajudaria na privatização da companhia. A ausência de novidades relevantes sobre a disputa presidencial tende a manter o foco do mercado voltado para o exterior, assim como para o noticiário corporativo, com algumas prévias operacionais, entre outros comunicados, a poucos dias do começo da temporada de balanços no país. O Federal Reserve (banco central dos EUA) indicou nesta terça-feira (17) que planeja continuar com aumentos graduais nas taxas de juros, segundo a divulgação da ata de setembro, na qual a autoridade monetária elevou a taxa pela terceira vez este ano. Destaques Eletrobras PNB e ON caíram 5,38% e 3,72%, respectivamente, reagindo à decisão do Senado de rejeitar na terça-feira o projeto de lei que ajudaria na privatização de distribuidoras da elétrica, especialmente a unidade do Amazonas, cujo leilão está previsto para 25 de outubro. Petrobras cedeu 1,05%, pesando no Ibovespa, em sessão de queda dos preços do petróleo no exterior e corrigindo ganhos expressivos recentes. A decisão do Senado sobre as distribuidoras de Eletrobras também contaminou os negócios da petroleira, que tem dívidas a receber da distribuidora do Amazonas. Vale subiu 1,91%, destoando do viés negativo no pregão e ajudando a atenuar as perdas no Ibovespa, conforme mineradoras subiam no exterior também. Na véspera, a companhia disse que prevê obter um fluxo de caixa livre (excluindo desinvestimentos) de aproximadamente US$ 10 bilhões em 2018, o que seria quase o triplo dos US$ 3,4 bilhões do ano passado. Cemig ON perdeu 1,9%, após o candidato ao governo de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) abrandar o discurso sobre propostas de privatizações da companhia, bem como da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), segundo entrevista concedida ao G1.
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17/10 - Emprego: região de Piracicaba tem mais de 90 vagas; enfermagem e indústria são destaque
Técnico de enfermagem tem 10 oportunidades para trabalhar em Santa Bárbara d'Oeste; confira vagas também em Piracicaba e Limeira. A região de Piracicaba (SP) soma 93 vagas de emprego disponíveis nesta quarta-feira (17). Há oportunidades para todos os níveis de ensino, pelo programa Jovem Aprendiz e ainda vagas temporárias. Entre os destaques, estão 10 vagas para técnico de enfermagem e oportunidades na área de indústria e transportes. A Casa do Trabalhador (CT) de Santa Bárbara d’Oeste soma o maior número de vagas de emprego, com 74. As oportunidades são para trabalhar na cidade e em Americana (SP). Para se candidatar, o interessado deve comparecer aos órgãos em cada município com a Carteira de Trabalho, RG, CPF e cartão do PIS. Confira abaixo os endereços: Casa do Trabalhador de Santa Bárbara d'Oeste: Rua do Ósmio, 975 - Loja C - Jd. Mollon Centro de Apoio ao Trabalhador (CAT) Piracicaba: Rua Monsenhor Manoel Francisco Rosa, nº 900 Posto de Apoio ao Trabalhador (PAT) Limeira: Rua Tiradentes, nº 1.366 Veja a lista de oportunidades disponíveis em cada cidade: CAT Santa Bárbara d’Oeste: Jovem aprendiz (menor) Empregada doméstica Operador de máquina de corte e dobra Confeiteiro (a) Supervisor (a) técnico Balconista de açougue Técnico de ar condicionado Torneiro de lixa Operador de oxicorte Operador (a) de máquina (pá carregadeira) Técnico de celular Mecânico industrial Técnica em higiene dental Mecânico de cardas Consultor (a) de vendas Instrutora de pilates Estagiária em estética Operador de CNC Analista contábil Marceneiro Auxiliar técnico Acabador de mármores e granitos Engenheiro de produção Técnico (a) de enfermagem Banhista Tosador (a) Encanador Soldador TIG Torneiro mecânico retificador Mecânico diesel sênior CAT Piracicaba: Auxiliar de Limpeza Consultor de Vendas para vendas de Máquinas de Cartão Eletricista Montador Enfermeiro Assistencial/Administrativo Instalador de Alarme Mecânico de Automóveis/Caminhões Mecânico Diesel Líder Motorista Carreteiro Motorista de Caminhão Operador de Guincho Leve Porteiro Supervisor de Limpeza Técnico de Informática Vendedor externo autônomo Vigilante Masculino PAT Limeira: Assistente social Ferramenteiro de moldes plásticos Supervisor de logística Técnico em nutrição Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba
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17/10 - Premiê da China vê 'pressão crescente' sobre a economia em meio a riscos comerciais
Li Keqiang não detalhou quais medidas o governo deve tomar para estabilizar o crescimento e evitar flutuações. China tem como objetivo um crescimento de 6,5% em 2018. Primeiro-ministro chinês, Li Keqiang Fabrizio Bensch/ Reuters A economia da China enfrenta uma pressão crescente e o governo vai tomar medidas para evitar grandes flutuações no crescimento planejado, disse o Premiê Li Keqiang durante uma viagem para a Europa. "Com o ambiente internacional complicado e volátil, as pressões sobre a economia da China aumentaram, mas estamos determinados, e somos capazes, de lidar com os riscos e desafios", disse Li em discurso em visita à Holanda na terça-feira. A China está envolvida em uma guerra comercial com os Estados Unidos, com Washington ameaçando intensificar o confronto depois de impor tarifas sobre 250 bilhões de dólares em produtos chineses. Algumas cidades e regiões chinesas voltadas para a exportação, como a província de Guangdong, no sul do país, já sentiram a pressão da disputa, apressando-se para reduzir o impacto com uma série de medidas e incentivos para ajudar os exportadores com dificuldades. Li não detalhou quais medidas o governo deve tomar para estabilizar o crescimento e evitar flutuações. Ele disse que espera que o crescimento econômico da China fique "dentro de uma faixa razoável" no terceiro trimestre, e demonstrou confiança em alcançar as metas de crescimento este ano. Uma pesquisa da Reuters com 68 economistas mostrou que o Produto Interno Bruto (PIB) provavelmente cresceu 6,6% entre julho e setembro em relação ao mesmo período do ano anterior, desacelerando em relação ao crescimento de 6,7% do trimestre anterior e no ritmo mais fraco desde o primeiro trimestre de 2009. A China tem como objetivo um crescimento de 6,5% em 2018. "A economia da China continua estável, com o consumo se tornando um fator determinante para o crescimento", disse Li. Li se encontrou com o primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, na terça-feira em Haia, e assinou vários acordos, incluindo um de 1,6 bilhão de euros com a Lithium Werks BV para construir uma nova fábrica de baterias na China. Ele reiterou em seu discurso a determinação da China em proteger melhor os direitos de propriedade intelectual e facilitar ainda mais o acesso ao mercado para empresas estrangeiras.
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17/10 - Prefeitura de Sorriso (MT) abre concurso com 56 vagas e salário de até R$ 5,9 mil
A taxa de inscrição vai de R$ 50 a R$ 90. Os interessados podem se inscrever até o dia 31 de outubro. Cidade de Sorriso, em Mato Grosso, é conhecida como a 'Capital do Agronegócio'. Mayke Toscano/Secom-MT A Prefeitura de Sorriso, a 420 km de Cuiabá, abre nesta quarta-feira (17) as inscrições de um concurso público com 56 vagas. Segundo o edital, os salários variam entre R$ 2.613,49 a R$ 5.905,43. A taxa de inscrição vai de R$ 50 a R$ 90. O edital foi publicado no site da prefeitura. Clique aqui para se inscrever. De acordo com a prefeitura, as vagas são para os seguintes profissionais: bibliotecário, fonoaudiólogo, motorista, nutricionista, professor de arte, professor de educação física, professor de inglês, professor de pedagogia, profissional especializado em libras, psicólogo e técnico administrativo. Os interessados podem se inscrever até o dia 31 de outubro no site da organizadora do concurso, a KLC - Consultoria em Gestão Pública. A taxa de inscrição é de R$ 50 (nível fundamental), R$ 70 (nível médio) e R$ 90 (superior). Ainda conforme a prefeitura, os candidatos serão avaliados por prova objetiva, prática e avaliação de títulos. O primeiro exame está previsto para ser aplicado no dia 2 de dezembro.
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17/10 - IGP-10 acelera alta para 1,43% em outubro e marca 10,69% em 12 meses
Índice apura os preços mensais de matérias-primas agrícolas e industriais, produtos intermediários e bens e serviços finais e preços de construção. A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) ficou em 1,43% em outubro, após se situar em 1,20% um mês antes, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira (17). Com esse resultado, o índice acumula elevação de 9,44% no ano e de 10,69% em 12 meses. Em outubro de 2017, o índice havia registrado aumento de 0,49% e tinha queda de 1,29% em 12 meses. Para o cálculo do IGP-10 foram comparados os preços coletados no período de 11 de setembro a 10 de outubro com aqueles coletados de 11 de agosto a 10 de setembro. O índice apura os preços mensais de matérias-primas agrícolas e industriais, produtos intermediários e bens e serviços finais e preços de construção. Com peso de 60%, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) deixou um avanço de 1,76% em setembro para 1,92% um mês depois. Na análise por estágios de processamento, os Bens Finais subiram em média 1,52% em outubro, seguindo acréscimo de 0,34% em setembro.Bens Intermediários passaram de incremento de 1,63% em setembro para 2,53% no mês seguinte e asMatérias-Primas Brutas foram de 3,64% para 1,65% de alta. Por origem, os produtos agrícolas subiram 1,39%, após elevação de 2,23% em setembro, e os bens industrializados tiveram acréscimo de 2,10%, depois de elevação de 1,61%. Com peso de 30% no indicador geral, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) aumentou 0,52% em outubro, vindo de uma alta de 0,08% um mês antes. Das classes de despesa componentes do índice, o destaque ficou para o grupo Transportes (-0,28% para 1,43%), que sentiu o impacto do item gasolina (-0,52% para +4,68%). Com os 10% restantes do IGP-10, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) teve elevação de 0,31% em outubro, contra 0,16% em setembro. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços avançou 0,52%, ante 0,36% no mês anterior. O índice que representa o custo da Mão de Obra subiu 0,12% em outubro, após ter ficado estável.
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17/10 - Dólar fecha abaixo de R$ 3,70 pela primeira vez em quase 5 meses
Moeda dos EUA recuou mais de 1% nesta quarta-feira (17), a R$ 3,6815; no acumulado de outubro, queda é de 8,82%. Notas de dólar Hafidz Mubarak/Reuters O dólar fechou em queda nesta quarta-feira (17), abaixo de R$ 3,70 pela primeira vez em quase cinco meses, com os investidores de olho na trajetória de juros nos Estados Unidos e no desfecho eleitoral no Brasil. A moeda norte-americana recuou 1,04%, vendida a R$ 3,6815. É o valor mais baixo desde o dia 25 de maio, última vez em que havia fechado abaixo de R$ 3,70, negociada a R$ 3,6651. Veja mais cotações. Na mínima do dia, chegou a R$ 3,6645, e na máxima a R$ 3,7453. O dólar turismo fechou negociado ao redor de R$ 3,83, sem considerar a cobrança de IOF (tributo). No acumulado de outubro, a moeda recua 8,82%. No ano, contudo, ainda sobe 11,11%. Cenário doméstico Após passar boa parte da manhã com leves oscilações, o dólar passou a recuar devido a um fluxo pontual de ingresso de recursos, de acordo com profissionais do mercado ouvidos pela Reuters. O mercado doméstico passou a maior parte do dia na contramão do exterior, com os investidores ainda precificando o desfecho eleitoral no final do mês. À Reuters, o diretor da consultoria de valores mobiliários Wagner Investimentos, José Faria Júnior, disse que a moeda pode ir para os R$ 3,50 "se ficar clara a aprovação de reformas". Cenário externo O Federal Reserve (banco central dos EUA) informou nesta terça-feira (17) que planeja continuar com aumentos graduais nas taxas de juros, segundo a divulgação da ata de setembro, na qual a autoridade monetária elevou a taxa pela terceira vez este ano. Por ora, o banco central norte-americano projeta mais uma alta dos juros uma em dezembro, três em 2019 e uma em 2020. Mas os indicadores norte-americanos recentes levaram a apostas de que o aperto possa ser mais intenso, mesmo com renovadas críticas do presidente Donald Trump, à atuação do Fed. O Banco Central ofertou e vendeu integralmente nesta sessão 7,7 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Desta forma, rolou US$ 4,62 bilhões do total de US$ 8,027 bilhões que vence em novembro. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral. Ajustes nas perspectivas Desde agosto, a moeda norte-americana vinha se mantendo acima de R$ 4, em meio a incertezas sobre a corrida eleitoral e também ao cenário externo mais turbulento, o que fez aumentar a procura por proteção em dólar. A expectativa de que a cautela iria predominar nos mercados foi substituída por ajuste de posições nas últimas semanas, em meio ao resultado do 1º turno e pesquisas de intenção de voto para o 2º turno. O mercado prefere candidatos com viés mais reformista e liberal, e entende que aqueles com viés mais à esquerda não se enquadram nesse perfil. E cresce entre os investidores a percepção de que o país poderá ser governado por alguém com um perfil mais alinhado às suas preferências. A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 recuou de R$ 3,89 para R$ 3,81 por dólar, segundo previsão de analistas de instituições financeiras divulgada por meio de boletim de mercado pelo Banco Central nesta semana. Para o fechamento de 2019, caiu de R$ 3,83 para R$ 3,80 por dólar. Alguns especialistas apontam que uma nova rodada de queda do dólar no curto prazo não é descartada. Mas seria preciso um movimento bastante intenso de busca por risco no exterior ou uma nova onda de euforia com o cenário eleitoral, que poderia vir depois do resultado das urnas em 28 de outubro, destaca o Valor Online.
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17/10 - Com alta de 0,47%, economia cresce pelo 3º mês seguido em agosto, diz BC
Índice de atividade econômica do BC foi criado para tentar antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB). IBC-Br avançou 1,28% na parcial do ano e 1,50% em doze meses até agosto. O nível de atividade da economia brasileira registrou expansão pelo terceiro mês seguido em agosto, de acordo com informações divulgadas pelo Banco Central nesta quarta-feira (17). O chamado Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br), considerado um tipo de "prévia" do Produto Interno Bruto (PIB), teve crescimento de 0,47% em agosto, comparado com o mês anterior. O resultado foi calculado após ajuste sazonal (uma espécie de "compensação" para comparar períodos diferentes). IBC-Br tem alta de 0,47% em agosto Quando comparado a agosto de 2017, o IBC-Br cresceu 2,5% (neste caso, sem ajuste sazonal). O nível de atividade já havia registrado expansão em junho (+3,45%) e julho deste ano (+0,65%) – após o tombo de 3,33% em maio, causado pela greve dos caminhoneiros. Os números do BC mostram ainda que, nos oito primeiros meses deste ano, o indicador do nível de atividade registrou uma expansão de 1,28%, sem o ajuste sazonal. No acumulado em 12 meses até agosto, a prévia do PIB (indicador dessazonalizado) registrou crescimento de 1,50%. A próxima divulgação oficial do resultado do PIB será no dia 30 de novembro, quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentará o resultado do terceiro trimestre de 2018. Produto Interno Bruto e o IBC-Br O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Já o IBC-Br foi criado para tentar antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), que é divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os resultados do IBC-Br, porém, nem sempre mostraram proximidade com os dados oficiais do PIB, pois o cálculo dos dois é um pouco diferente – o índice do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos. No fim do mês passado, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o PIB brasileiro cresceu 0,2% no 2º trimestre de 2018, na comparação com os três meses anteriores. O resultado foi sustentado pelo setor de serviços e pressionado por forte queda da indústria e dos investimentos, reforçando a leitura de perda de ritmo e recuperação ainda mais lenta da economia brasileira. Para 2018, o mercado financeiro estima uma expansão de 1,34% e, para 2019, projeta um crescimento do PIB da ordem de 2,5%. Definição dos juros O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país. Com o menor crescimento da economia, por exemplo, teoricamente haveria menos pressão inflacionária. Atualmente, a taxa Selic está em 6,5% ao ano, na mínima histórica, e a estimativa do mercado é de que avance para 8% ao ano até o fim de 2019. Pelo sistema que vigora no Brasil, o BC precisa ajustar os juros para atingir as metas preestabelecidas de inflação. Quanto maiores as taxas, menos pessoas e empresas ficam dispostas a consumir, o que tende a fazer com que os preços baixem ou fiquem estáveis. Para 2018, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Desse modo, o IPCA, considerado a inflação oficial do país e medida pelo IBGE, pode ficar entre 3% e 6%, sem que a meta seja formalmente descumprida.
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17/10 - Ter esperança ajuda alguém a sair da pobreza?
Dizer que a esperança é a última que morre repete um dos clichês mais conhecidos, mas estar esperançoso teria, no fundo, algum poder de motivar? A resposta pode vir de lugares de pobreza extrema. Uganda é um país africano que ficou mundialmente famoso há mais de 40 anos por um ditador extravagante, Idi Amin. O país amarga 162º IDH, Ìndice de Desenvolvimento Humano, do mundo. É onde Emma Riley, uma graduanda em Economia da Universidade de Oxford, decidiu exibir um filme para estudantes para melhorar seu desempenho. O filme Rainha de Katwe, uma produção da Disney, conta a história de uma garota pobre de Uganda que tem a chance de mudar de vida ao se tornar jogadora de xadrez, mas enfrentamuitas dificuldades. É baseado na história real de Phiona Mutesi, uma famosa enxadrista ugandense que ganhou vários torneios internacionais, e repete o tempo todo uma mensagem: “Você pode ser maior do que você é hoje”. Na preparação para a prova de matemática do equivalente ao Enem aqui o Brasil, 700 estudantes de 22 escolas da cidade de Kampala foram a um cinema local para ver o filme. E um outro grupo, também de 700 alunos, assitiu "O lar das crianças peculiares", uma aventura sobre meninos e meninas dotados de poderes especiais. A pesquisadora esperava que a história da enxadrista, uma menina pobre como quase todos os estudantes, servisse de inspiração para um desempenho melhor. E foi o que aconteceu. Uma semana depois, eles fizeram a prova de matemática. Entre aqueles que viram o filme inspirador, 8 em cada 10 foram aprovados. E entre aqueles que viram o outro filme apenas 3 em cada 10 foram aprovados. O sucesso foi ainda maior entre as estudantes no caso de Rainha de Katwe. Elas melhoraram seu desempenho em 44%, eliminando o gap que havia para as notas dos meninos. Embora se trate de uma pesquisa feita por uma estudante da graduação, o trabalho chamou atenção e este ano foi destacado pelo jornal The New York Times. Os resultados remetem a outro experimento, realizado com 601 mulheres do estado de Oaxaca, no México, em um estudo dos economistas Travis J. Lybbert e Bruce Wydick. Todas faziam parte de um programa de microcrédito que oferece empréstimos para mulheres em regiões de pobreza extrema. Ao participar do programa, 275 delas apenas receberam o empréstimo enquanto as demais 326, além do empréstimo, assistiram a um documentário, produzido pela Universidade de Sacramento, sobre quatro mulheres locais que, graças ao microcrédito, conseguiram empreender e deixar a pobreza. Elas também levaram para casa um imã de geladeira com palavras motivacionais. O resultado? Depois de cinco semanas, as mulheres que conheceram os casos de sucesso venderam 17,7% a mais e aumentaram em 19,1% os lucros em comparacao ao outro grupo . Os resultados foram publicados em 2017 pelo National Bureau of Economic Research dos Estados Unidos. Situações difíceis na vida, como a pobreza, quase sempre são acompanhadas de pessimismo, levando a um círculo vicioso no qual a pessoa não se considera capaz de participar de alguma atividade econômica e acaba fracassando, como previsto. Mas estimular a esperança nas pessoas, sugerem os dois estudos, ataca um componente psicológico da pobreza e pode ser um estímulo para superar mesmo as situações mais difíceis.
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17/10 - Concurso da Saúde de João Pessoa faz 5ª convocação de aprovados
Candidatos aprovados têm o prazo de 30 dias para se apresentar. UPA Bancários, em João Pessoa Secom-JP/Divulgação O concurso público da Saúde de João Pessoa fez a quinta convocação de aprovados, em edição especial do Semanário Oficial, nesta terça-feira (16). Os 29 convocados vão compor o quadro funcional da Unidade de Pronto Atendimento Especialidades Dr. Luiz Lindbergh Farias, a UPA-E Bancários. Confira a lista de convocados do concurso da Saúde Os aprovados foram convocados por ordem de classificação para os cargos de assistente social, enfermeiro, farmacêutico, farmacêutico/bioquímico e médico ortotraumatologista. Os candidatos aprovados têm o prazo de 30 dias para se apresentar e realizar o exame médico pré-admissional. Para isso, os candidatos precisam levar os seguintes documentos: Hemograma; Glicemia; ECG, acompanhado de laudo médico; Avaliação Cardiologica, realizado por médico cardiologista; Raio X do Torax PA, acompanhado de laudo médico; Audiometria; Exame oftomológico, realizado por médico oftomologista; Sanidade Fisica, realizado por medico de qualquer especialidade; Sanidade Mental, realizado por médico psiquiatra. Com os documentos do exame médico pré-admissional, o candidato deve comparecer na Divisão de Posse da Secretaria da Administração (Sead), situada na Avenida Diógenes Chianca, n° 1777, no Centro de Administração Municipal, no bairro de Água Fria, das 8h às 12h e 13h às 17h para investidura no cargo público. Os documentos necessários estão listados no edital. Após a posse o servidor tem oito dias para entrar em exercício. A Upa-E Bancários foi entregue no dia 27 de agosto. Segundo a Prefeitura de João Pessoa, a UPA conta com 72 médicos para atender aos usuários. Ao todo, são 310 servidores, entre médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, de laboratório e radiologia, bioquímicos, assistentes sociais, maqueiros e pessoal da área administrativa, entre outros.
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17/10 - YouTube fica fora do ar por mais de uma hora em várias partes do mundo
Pane mostrou tela em branco ou mensagem de erro. Pane no Youtube deixa o site fora do ar em várias partes do mundo Internautas relataram na noite desta terça-feira (16) que a plataforma de vídeos on-line YouTube saiu do ar. Uma tela em branco apareceu por volta de 22h20 quando o usuário acessava o site. Uma mensagem de erro foi exibida quando se tentava fazer uma busca ou assistir a um vídeo. O problema em várias partes do mundo durou uma hora e meia. YouTube fica fora do ar nesta terça-feira (16) Reprodução Procurada, a assessoria de imprensa do Google, dona do YouTube, confirmou o problema e enviou um comunicado publicado em inglês no Twitter. "Obrigado pelos relatos sobre problemas de acesso ao YouTube, YouTube TV e YouTube Music. Estamos trabalhando para resolver isso e avisaremos uma vez que estiver corrigido", escreveu a empresa. "Pedimos desculpas por qualquer inconveniente que isso possa causar e manteremos vocês atualizados", conclui a mensagem. Initial plugin text Não há informações sobre os motivos da queda da plataforma de vídeos on-line.
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17/10 - EUA retomam posto de economia mais competitiva pela primeira vez desde 2008
Estados Unidos superaram Cingapura, Alemanha, Suíça e Japão; Brasil aparece na 72ª posição. Brasil cai 3 posições e aparece na 72ª colocação. Brasil perde 3 posições no ranking anual de competitividade em uma lista de 140 países A economia dos Estados Unidos retomou o topo da pesquisa global anual sobre competitividade do Fórum Econômico Mundial pela primeira vez desde a crise financeira de 2007-09, beneficiando-se de uma nova metodologia do ranking neste ano, informou a organização suíça nesta terça-feira (16). Em seu Relatório de Competitividade Global, o fórum disse que os EUA são o país mais próximo da "fronteira da competitividade", um indicador que ranqueia os países em produtividade competitiva usando uma escala de zero a 100. EUA estiveram ao topo da lista pela última vez em 2008 Reuters Os EUA bateram Cingapura, Alemanha, Suíça e Japão, os outros quatro países principais, com uma nota de 85,6 de 100, devido à sua cultura empreendedora "vibrante", mercado de trabalho "forte" e sistema financeiro, afirma o relatório. O Brasil aparece apenas na 72ª posição, com 59,5 pontos, perdendo 3 posições em relação ao ranking do ano passado. O Fórum Econômico Mundial, mesma organização que conduz o encontro em Davos dos maiores líderes econômicos mundiais todo mês de janeiro, baseia seu ranking de 140 economias em uma dúzia de indicadores de competitividade, incluindo as instituições e políticas do país que ajudam a elevar a produtividade. Neste ano, o fórum mudou sua metodologia para ter uma avaliação melhor de preparação futura para a competição, como uma geração de ideias em um país, cultura empresarial e o número de empresas disruptivas de mercados existentes. Os EUA estiveram ao topo da lista pela última vez em 2008. O fórum disse que ainda era muito cedo para levar em conta como as recentes políticas comerciais da administração Trump iriam afetar sua posição no ranking.
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16/10 - Brasileira Stone espera levantar US$1,1 bi em IPO na Nasdaq
Operadora brasileira de meios de pagamento pode atingir valor de mercado de até US$ 6,2 bilhões. A operadora brasileira de meios de pagamento Stone entrou nesta terça-feira (16) com um pedido de oferta pública inicial de ações (IPO) na Nasdaq, em uma operação que pode levantar até US$ 1,1 bilhão e atrair o conglomerado do investidor bilionário Warren Buffett, a Berkshire Hathaway. A Berkshire Hathaway e alguns dos atuais acionistas da Stone manifestaram interesse de comprar até quase metade das 47,7 milhões de ações que serão oferecidas no IPO, segundo o prospecto da operação. Os coordenadores do IPO definiram os preços da operação entre US$ 21 e US$ 23 por ação, o que pode permitir à Stone atingir um valor de mercado de até US$ 6,2 bilhões em sua estreia na Nasdaq. Outros acionistas da Stone incluem a empresa de investimentos dos bilionários brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, a 3G Capital, que já fez parceria com a Berkshire Hathaway na compra do controle da gigante norte-americana de alimentos Kraft Heinz. Individualmente, a Berkshire Hathaway poderá comprar até 13,7 milhões de ações no IPO, ampliando a carteira de Buffett em companhias de meios de pagamento, que inclui ações American Express. Em agosto, Buffett também revelou participação na emissora de cartões de crédito Synchrony Financial. A Madrone Capital Partners, uma empresa norte-americana de investimentos que administra parte da fortuna da família Walton, fundadora do Walmart, e outros atuais acionistas também poderão comprar outras 9,5 milhões de ações na oferta, segundo o prospecto. O envolvimento de grandes investidores internacionais sinaliza o potencial de crescimento do mercado de meios de pagamento no Brasil, onde dois terços do consumo das famílias é pago ainda em dinheiro. Em 2017, os pagamentos com cartões totalizaram 1,36 trilhão de reais, segundo a entidade que representa o setor, Abecs. Tanto a Stone quanto alguns de seus acionistas, incluindo os fundadores André Street e Eduardo Pontes, venderão uma pequena porção de suas ações na oferta. O IPO vai levantar US$ 950 milhões para a Stone, recursos que poderão ser usados para compra de empresas ou investimento em produtos e tecnologias complementares. Os acionistas receberão o restante vinculado à oferta secundária da operação. A Stone tem 200.600 clientes ativos e teve lucro líquido de R$ 87,7 milhões no primeiro semestre deste ano. A receita total somou R$ 636 milhões. Fundada em 2012, a Stone tem crescido em um mercado que já foi marcado pelo duopólio formado por Cielo, de Banco do Brasil e Bradesco; e Rede, controlada pelo Itaú Unibanco. Após mudanças na regulação do setor, ambas as empresas perderam exclusividade no processamento de cartões com as bandeiras Visa e MasterCard no Brasil e começaram a perder mercado para novos competidores. A PagSeguro, que listou ações na bolsa de Nova York em janeiro, é outra entrante no mercado de meios de pagamento do Brasil. O IPO da Stone é coordenado por Goldman Sachs, J.P. Morgan, Citigroup, Itaú BBA, Credit Suisse, Morgan Stanley, Bank of America Merrill Lynch e BTG Pactual.
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16/10 - EUA farão negociações comerciais com UE, Japão e Reino Unido
Governo norte-americano anunciou ao Congresso intenção de negociar os três acordos separados. Autoridades americanas anunciaram nesta terça-feira (16) negociações para acordos comerciais em separado com Reino Unido, União Europeia e Japão, numa tentativa do governo de Donald Trump de remodelar o comércio global. O representante comercial americano (USTR), Robert Lighthizer, disse que o governo anunciou ao Congresso sua intenção de negociar os três acordos separados. "Estamos comprometidos a concluir essas negociações com resultados oportunos e verdadeiros para os trabalhadores, fazendeiros, produtores e negócios americanos", afirmou Ligthizer. A iniciativa vem na esteira da renegociação do Acordo de Livre-Comércio da América do Norte, com Canadá e México, e sua tentativa de corrigir o que Trump chama de desequilíbrio da balança comercial do seu país. Canadá e EUA chegam a acordo para substituir o Nafta Estados Unidos e México chegam a acordo comercial Nas notificações ao Congresso sobre Japão e UE, Ligthizer citou "desequilíbrios comerciais crônicos" e afirmou que exportadores americanos há muito são "desafiados" pelas barreiras alfandegárias e não alfandegárias no Japão e na Europa. Presidente dos EUA, Donald Trump, duante entrevista na Casa Branca Evan Vucci/AP A meta, disse, é ter uma relação comercial "mais justa e balanceada" com esses parceiros. Lighthizer disse que os EUA vão buscar um acordo comercial com o Reino Unido assim que o país deixar a UE, em 2019. A carta ao Congresso disse que Washington vai tentar alcançar um "comércio livre, justo e recíproco" com o Reino Unido. Jogo duro Trump tem adotado um jogo duro com os parceiros comerciais dos americanos, usando tarifas e ameaças em uma tentativa de impulsionar as exportações americanas e solucionar o antigo déficit da balança comercial, apesar de diversos alertas de políticos dos EUA e do Fundo Monetário Internacional (FMI). Em maio, ele pediu para o Departamento de Comércio investigar a possibilidade de impor tarifas de 25% sobre carros e autopeças importados, uma perspectiva que deixou a indústria alarmada e teve grandes repercussões para Japão e Europa. "Precisamos trabalhar juntos de desescalar e resolver as disputas comerciais atuais", afirmou Christine Lagarde, diretora-gerente do FMI em uma reunião do Fundo e do Banco Mundial em Bali na semana passada. Trump aplicou ou ameaçou criar tarifas sobre produtos de diversos países, especialmente a China, mas também aliados tradicionais, como a UE. Mais tarifas e suas contra medidas "poderiam levar a mais aperto às condições financeiras, com implicações negativas para a economia global e a estabilidade financeira", alertou o Fundo. As novas negociações, se forem bem sucedidas, podem equilibrar a balançar comercial com a Europa e o Japão, mas não altera a difícil situação com a China - responsável por mais de metade do déficit americano.
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16/10 - Facebook anuncia medidas para evitar informações falsas sobre eleições e locais de votação
Empresa expandiu política de exclusão de informações falsas e incorporou ferramenta de denúncia para esse tipo de post. O Facebook anunciou nesta terça-feira (16) que vem ampliando as medidas para impedir que informações falsas sobre eleições sejam veiculadas na rede social. As medidas preveem o combate à difusão de boatos que podem prevenir que eleitores exerçam o direito ao voto. Entre as novidades, a rede social anunciou a incorporação de uma nova opção de denúncia, para que os usuários da plataforma possam apontar casos de informação falsa sobre votação (veja imagem abaixo). “Configuramos também canais de comunicação dedicados para as autoridades eleitorais do governo, para que possam fazer o mesmo”, afirmou a empresa em comunicado. Segundo o Facebook, a plataforma irá enviar casos específicos, como informações de uma escola que possa estar fechada por causa de uma enchente, por exemplo, para serem revisadas pelos checadores autônomos contratados pela empresa. Caso o conteúdo seja classificado como falso, terá distribuição diminuída no feed de notícias e informações complementares, elaboradas pelos checadores. De acordo com a empresa, informações falsas sobre locais de votação, datas, horários e qualificação para votar estão sendo retiradas da plataforma desde 2016. Mas, no último mês, o Facebook passou a remover conteúdos com boatos sobre como votar, como afirmações de que seria possível votar por mensagens SMS, por exemplo, ou informações falsas sobre contagem de votos. Facebook incorporou função para denunciar postagem que contenha informações falsas sobre votação Reprodução/Facebook
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16/10 - Leilão para 5G pode ocorrer no segundo semestre de 2019, diz Anatel
Segundo presidente da autarquia serão necessárias ações como consultas públicas sobre as frequências que serão usadas para a tecnologia. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vê possibilidade para que o leilão da rede de tecnologia 5G aconteça até o segundo semestre de 2019, afirmou nesta terça-feira (16) Juarez Quadros, presidente da autarquia. “Será necessária a elaboração de uma série de ações como a realização de consultas públicas sobre as frequências que serão usadas. Recentemente ocorreu uma consulta envolvendo o uso das faixas 2,3 Ghz e 3,5 Ghz, que são frequências mais baixas”, disse Quadros, que durante a convenção Futurecom, evento de telecomunicações que ocorre até quinta-feira (18) em São Paulo. Alguns testes para avaliação de desempenho dessas tecnologias estão sendo feitos com a participação de indústria, operadoras e institutos de pesquisa. Espectro Quadros espera que o novo modelo de limite de espectro, que define as faixas de frequências para uso das operadoras, seja aprovado até o fim do seu mandato, no próximo mês. Segundo ele, o conselheiro Aníbal Diniz foi o sorteado para conduzir a análise. Após a conclusão, o processo será encaminhado para uma avaliação final. O presidente da Anatel disse que o setor caminha naturalmente para a consolidação. “Precisamos de um ambiente que permita esse movimento. É impossível frear essa mudança de rumo”. Essa mudança nos limites de espectro facilita as fusões e aquisições entre as empresas e pode gerar caixa para o governo por meio de leilões de frequências. Ontem (15), o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab, anunciou que o secretário da Radiodifusão, Moisés Queiroz Moreira, é o indicado para assumir a presidência da autarquia. Moreira ainda deverá passará por sabatina no Senado. Sercomtel O presidente da Anatel informou que foi lançada recentemente uma consulta pública para a venda da concessão da Sercomtel, operadora de telefonia móvel e fixa de Londrina, no Paraná. A agência reguladora abriu processo de caducidade das concessões devido às condições financeiras da empresa. “A equipe de fiscalização já fez o levantamento dos bens reversíveis, que incluem 15 imóveis e equipamentos. Recentemente, foi lançada a minuta do edital para tratar das licenças de concessão e autorização, que ficará aberta 30 dias para contribuições”, informou. Ainda não foi estimado um valor pela Sercomtel. Oi No que se refere à Oi, a Anatel irá até a última instância para conseguir retirar do processo da recuperação judicial da operadora os valores devidos pela empresa à agência, afirmou Quadros. “Queremos que a dívida regulatória seja retirada do processo. A Anatel e a Advocacia-Geral da União votaram contra o tratamento dos créditos públicos na recuperação judicial. Não é permitido perdoar dívidas”, disse Quadros. Em dezembro, quando a recuperação judicial foi aprovada pelos credores, a dívida da operadora com a Anatel estava ao redor de R$ 13 bilhões. A agência é o maior credor da companhia. Desde então, a autarquia tenta reverter a situação na Justiça. Procurada pelo "Valor", a Oi não comenta o assunto. TIM e Algar Juarez Quadros afirmou que os Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) das operadoras TIM Brasil e Algar estão sendo analisados por conselheiros da autarquia. Ele disse que a análise dos processos da TIM será feita pelo conselheiro Leonardo Euler de Morais. Já o TAC da Algar ficará com o conselheiro Aníbal Diniz. Quadros disse que a análise do impacto da aquisição da Time Warner pela AT&T ainda está na área técnica porque demanda estudos mais aprofundados, por isso não foi enviada ainda para a área técnica. “O que for possível realizar até o fim do meu mandato, será feito. Mas não tenho certeza ser será possível concluir todas as análises”, disse o presidente da Anatel.
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