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18/08 - Após série negativa, indústria na região de Campinas volta a gerar empregos e alcança 2º melhor resultado do ano, diz Ciesp
Empresas registraram saldo positivo de 1,1 mil postos de trabalho em julho. Resultado reflete cenário em quatro áreas, diz levantamento; veja evolução mensal. Sede do Ciesp no bairro Bonfim, em Campinas Luciano Calafiori/G1 Após registrar cortes de 1,7 mil vagas de emprego em dois meses, a indústria na região de Campinas (SP) encerrou julho com a recuperação de 1,1 mil oportunidades, segundo o Centro das Indústrias do estado de São Paulo (Ciesp). O saldo acumulado desde janeiro é de 2,5 mil postos. O levantamento indica que o resultado foi influenciado por resultados positivos nas áreas de produtos alimentícios (2,3%), produtos de borracha e de material plástico (2%), máquinas e equipamentos (1,1%), além de produtos minerais não-metálicos (1,6%). O resultado é o segundo melhor do ano - superado apenas em janeiro, quando foram abertos 1.550 postos de trabalho. Ao todo, são considerados na pesquisa os dados de quase 500 empresas associadas em Águas de Lindóia (SP), Amparo (SP), Artur Nogueira (SP), Conchal (SP), Estiva Gerbi (SP), Holambra (SP), Hortolândia (SP), Itapira (SP), Jaguariúna (SP), Lindóia (SP), Mogi Guaçu (SP), Mogi Mirim (SP), Paulínia (SP), Pedreira (SP), Santo Antônio de Posse (SP), Serra Negra (SP), Sumaré (SP) e Valinhos (SP). Reequilíbrio O economista Eli Borochovicius avalia que o resultado positivo de julho indica reação da economia do país. "É um crescimento lento, mas ela tem dado sinais em um processo moroso. O Brasil é grande, leva um certo tempo para reagir", explica. De acordo com ele, a tendência é de que haja um equilíbrio entre contratações e desligamentos até o fim deste ano e as eleições podem influenciar. "Saímos de uma crise forte, e agora estamos entrando num ritmo de crescimento não acelerado [...] Estamos ouvindo as propostas de cada candidato, e cabe ao brasileiro decidir a melhor", explicou. Série negativa A indústria da região de Campinas fechou 250 vagas no mês de maio e, à época, o número foi associado pelo Ciesp ao resultado da crise cambial gerada pela desvalorização do real, fuga de capitais do Brasil após aumento de juros nos Estados Unidos e a não votação de reformas estruturais pelo Congresso Nacional, entre elas, a Reforma da Previdência. Em junho, contudo, houve o pior desempenho do setor e 1.450 demissões foram contabilizadas, de acordo com a pesquisa. A greve nacional dos caminhoneiros no mês anterior e indefinições no cenário político foram apontados como alguns dos fatores que provocaram reflexos no indicador. Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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18/08 - Instagram: invasões de contas com e-mail russo e imagens de filmes
Vítimas de ataque perdem controle do perfil do Instagram após invasores alterarem dados de contato cadastrados Divulgação O Instagram anunciou que está investigando um problema que está deixando pessoas com "dificuldades para acessarem suas contas". A empresa não apontou o motivo, mas, segundo apontou uma reportagem do site "Mashable", uma onda de invasões está alterando os e-mails dos usuários para um endereço russo (normalmente do provedor mail.ru) e colocando cenas de filmes como fotos de perfis - além de alterar a senha, o que deixa as pessoas incapazes de acessarem suas contas. Em uma semana, o "Mashable" identificou 899 usuários reclamando no Twitter sobre esses ataques. Usuários também publicaram sobre o assunto no Reddit e o Google Trends identificou um aumento no número de pesquisas sobre "Instagram hacked". O blog Segurança Digital recebeu um relato de um brasileiro que também foi vítima de um ataque semelhante. Não se sabe qual o intuito dos invasores, já que até o momento não há qualquer registro de publicações indevidas para a realização de spam (como aconteceu no caso das propagandas falsas de óculos Ray-Ban). As únicas mudanças percebidas são a remoção da biografia e a alteração da foto do perfil, normalmente com uma cena ou personagem de filme. O Mashable classificou os ataques como "bizarros". Também não se sabe como os invasores obtiveram acesso às contas. De acordo com o "Mashable", até pessoas que usam a autenticação de dois fatores acabaram vítimas do problema. Como o Instagram envia um e-mail para a redefinição da senha, quem teve a conta hackeada está com dificuldade para reavê-la, já que o e-mail de redefinição de senha é enviado para o novo endereço configurado pelo invasor. O Instagram tem um processo específico para quem perdeu totalmente o acesso à conta, mas nem sempre obtém-se êxito ao fim do processo (confira as dicas do Instagram abaixo). Ataques "destrutivos" como este, que fazem a vítima perder totalmente o controle da conta, são incomuns. Depois que uma conta é hackeada, ela tende a perder rapidamente seus seguidores e, com isso, sua relevância. Em muitos casos, a preferência do invasor é manter a discrição para conseguir fazer publicações comerciais não autorizadas nos perfis. Dicas do Instagram para quem teve a conta hackeada: - Se você recebeu um e-mail nosso com uma notificação sobre uma alteração em seu endereço de e-mail e você não iniciou essa alteração, clique no link marcado como "reverter esta alteração" no e-mail e altere sua senha. - Aconselhamos a escolher uma senha forte. Use uma combinação de pelo menos seis números, letras e sinais de pontuação (como! E &). Deve ser diferente de outras senhas que você usa em outros lugares da internet. - Você também pode usar as etapas descritas aqui para restaurar sua conta. Por favor, use um novo endereço de e-mail seguro para restaurar sua conta. - Por fim, revogue o acesso a aplicativos suspeitos de terceiros e ative a autenticação de dois fatores para obter segurança adicional. Nossa autenticação de dois fatores atual permite que as pessoas protejam suas contas por meio de SMS. Estamos trabalhando em uma funcionalidade adicional de dois fatores que será compartilhada em breve. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Selo Altieres Rohr Ilustração: G1
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18/08 - Os multimilionários e polêmicos investimentos da Universidade de Harvard em terras na América Latina
A crise econômica mundial levou a gigante do setor de ensino, cujo patrimônio é maior que o PIB de muitos países, a apostar em uma possível manutenção da rentabilidade em áreas como Brasil, Chile e Argentina - mas há bastante controvérsia envolvendo esses investimentos. Alguns discutem se Harvard é a melhor universidade do mundo. Mas ninguém duvida de que seja a mais endinheirada. Seu patrimônio próprio, superior a US$ 36 bilhões (o equivalente a R$ 142 bilhões), ultrapassa o PIB de países como Paraguai, Honduras ou El Salvador. Harvard é considerada uma das melhores universidades do mundo e também é a mais endinheirada Getty Harvard é, em si, uma potência não apenas em termos de prestígio, mas também econômica. E nos últimos anos decidiu investir em terras na América Latina (Brasil incluído), uma opção que lhe tem trazido dores de cabeça - algumas delas por causa de terras que comprou na Bahia. Críticos acusam a instituição de má gestão ambiental, de adquirir imóveis com irregularidades nos títulos de propriedade e, no melhor dos casos, de ter feito um mau negócio. Tudo começou com o colapso financeiro global de 2007, quando os mercados de ações despencaram em todo o planeta. Como muitos dos destinos tradicionais de seus investimentos estavam em dificuldades por causa da crise econômica, os especialistas financeiros que administram o patrimônio de Harvard decidiram embarcar em uma estratégia de compra de terras agrícolas em países em desenvolvimento, inclusive a América Latina, esperando que essas fazendas mantivessem a rentabilidade que não se via mais em Wall Street. Harvard investiu em terras rurais no Uruguai, no Chile, na Argentina e no Brasil, entre outros países da região. Venda de terras Mas o investimento se justificou? Em muitos casos, parece que não. Em outubro de 2017, a Harvard Management Company, empresa que administra os investimentos da universidade, anunciou que reduziu em US$ 1 bilhão (R$ 3,94 bilhões) o valor estimado de sua carteira de investimentos em recursos naturais em todo o mundo, ante o fraco desempenho desses negócios. Vista aérea do interior do Brasil-terras no país e em outros da América Latina foram compradas por Harvard Getty Foi então anunciada, entre outras medidas, a venda de uma fazenda no Uruguai, cujo valor se estimava em US$ 120 milhões (R$ 473,35 milhões) e incluía 20 mil hectares de plantações de eucalipto. Mas a rentabilidade insatisfatória dessas propriedades poderia ser apenas um dos problemas de Harvard como proprietária de terras na América Latina. Há vários anos, entretanto, a instituição também enfrenta uma controvérsia legal por causa de sua propriedade na Bahia, com 140.000 hectares e comprada por intermédio de uma subsidiária, a Caracol Agropecuária. De acordo com a agência de notícias Bloomberg, alguns questionam em Harvard se o negócio foi feito, de fato, com os legítimos proprietários. Algum tempo atrás, vários agricultores da região foram à Justiça brasileira argumentar que, há mais de uma década, eles praticavam agricultura de subsistência nessas fazendas, que eram então propriedade do Estado. Os agricultores afirmam que foram expulsos irregularmente da área por um grupo de latifundiários brasileiros, supostamente com títulos de propriedade, e então a venderam a Harvard. As autoridades brasileiras estudam há anos essas supostas irregularidades. Um relatório apresentado em 2014 por uma comissão estadual argumentou, segundo a Bloomberg, que sua recomendação era revogar títulos de propriedade - descritas como resultado de um "festival de procedimentos irregulares e ilegais que resultaram na usurpação de terras públicas", situação sucedida pela compra o terreno pela Caracol, a empresa associada a Harvard. As autoridades do Estado da Bahia "estão decidindo se entrarão com uma ação para reivindicar a propriedade dos títulos", observou a Bloomberg no final de abril. Mas não há notícias de medidas legais concretas tomadas contra Harvard, apesar de a disputa estar em curso há tantos anos. Questionada sobre o caso pela BBC News Mundo, a Harvard Management Company informou que adota a política de não comentar "investimentos específicos". A despeito da polêmica sobre seus investimentos, Harvard continua sendo muito rica. E seu prestígio acadêmico se mantém avassalador Getty Queixas ambientais As polêmicas não param por aí. Harvard também foi acusada por ativistas em pelo menos dois países latino-americanos de comportamentos inadequados em relação ao meio ambiente. No Chile, o governo local de Chiloé anunciou ações legais contra a Agricola Brinzal, pertencente a Harvard, acusando-a de derrubar florestas nativas e reflorestá-las com espécies estrangeiras. Segundo o CIPER, Centro de Investigação Jornalística do Chile, "desde 2004, a Universidade de Harvard criou pelo menos 11 empresas no Chile para explorar o negócio florestal". "Uma delas é a Agrícola Sapling e Pólo, que enfrenta dois processos judiciais," supostamente pelo corte ilegal de 76 hectares de mata nativa, afirma o Centro. Na Argentina, de acordo com reportagem do jornal Clarín, "Harvard possui terras no país e seus alunos a acusam de explorá-las mal". O jornal acrescenta que a instituição "tem 87 mil hectares na cidade de Corrientes, onde produz madeira". Grupos de ativistas, alguns deles alunos da universidade, acusaram a empresa de ter iniciado uma atividade de exploração florestal que poderia ser prejudicial ao meio ambiente. A propriedade em questão era usada na plantação de pinheiros e eucaliptos em uma área ambientalmente sensível perto da reserva natural de Ibera, na província argentina de Corrientes. Quando questionada sobre as queixas que suas propriedades no Chile e Argentina enfrentam, a Harvard Management Company repetiu, em nota à BBC News Mundo, que não comentaria sobre investimentos específicos. Independentemente das controvérsias ambientais que enfrentou no passado, Harvard parece ter tomado a decisão de reduzir sua participação nos negócios agrícolas na América Latina e em outras regiões do mundo. Como afirma o jornal britânico Financial Times, em reportagem recente sobre as explicações que os administradores financeiros da universidade têm apresentado, "a mensagem é que era difícil avaliar corretamente os ativos, que era fácil pagar demais por eles no início, que a rentabilidade podia ser ilusória e reposicionar a carteira de investimentos poderia levar anos".
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18/08 - Venezuelanos mergulham em incerteza após decisões econômicas de Maduro, avaliam analistas
Medidas anunciadas não devem deter espiral inflacionária do país, segundo especialistas; FMI projeta inflação de 1.000.000% em 2018. Os venezuelanos se viram mergulhados em incertezas depois das confusas reformas econômicas anunciadas pelo presidente Nicolás Maduro. Para os especialistas, as medidas representam uma megadesvalorização que não vai deter a espiral inflacionária. Antes do lançamento, na segunda-feira (20), das novas cédulas com cinco zeros a menos, Maduro formalizou outras medidas, com as quais espera tirar a economia dos quatro anos de recessão e frear uma inflação que o FMI projeta ser de 1.000.000% em 2018. "Os próximos dias serão de muita confusão tanto para os consumidores quanto para o setor privado, especialmente o comercial. É um cenário caótico", prevê o diretor da consultora Ecoanalítica, Asdrúbal Oliveros. Maduro anunciou na noite de sexta (17) que multiplicará por 34 o valor do salário mínimo, como parte de seu programa de recuperação econômica. Mauduro anunciou que multiplicará por 34 o valor do salário mínimo Miraflores Palace/ REUTERS O presidente venezuelano detalhou que o mínimo ficará "ancorado" ao valor do petro, a criptomoeda criada pelo governo socialista para obter liquidez. Cada petro, segundo o presidente, equivale a cerca de US$ 60, com base no preço do barril do petróleo venezuelano. "Fixei o salário mínimo, as aposentadorias e a base dos salários para todas as faixas salariais do país em meio petro, 1.800 bolívares (da nova moeda que entrará em vigor na segunda-feira)", revelou Maduro em mensagem à Nação. Em bolívares de hoje, o salário mínimo passaria a 5,2 milhões (menos de um dólar no mercado negro) para 180 milhões (cerca de 28 dólares). Este reajuste, de 3.464%, será o quinto do ano e passará a vigorar a partir de segunda-feira. Na Venezuela, o salário mínimo não é suficiente para comprar um quilo de carne. Mais inflação Apesar de prometer a adoção de um programa de "disciplina fiscal", Maduro disse que o Estado assumirá, por 90 dias, a "diferença" do aumento do salário mínimo para todas as "pequenas e médias indústrias do país", sem precisar como será o procedimento. Pessoas fazem fila do lado de fora de um supermercado em Caracas, na Venezuela Adriana Loureiro/Reuters "Temos que seguir para uma disciplina fiscal prussiana e eliminar definitivamente a emissão de dinheiro não orgânico e sustentar a emissão de dinheiro na produção de riqueza, de petróleo, de ouro, de turismo", disse o presidente. O diretor da consultora Econométrica, Henkel García, questionou de onde Maduro tirará esses recursos, com um déficit perto dos 20% do PIB e sem acesso ao financiamento internacional. Portanto, os preços e a base monetária terão um aumento descomunal na próxima semana, avalia García. As emissões de dinheiro dispararam com a queda da renda proveniente do petróleo, que representa 96% do orçamento - a produção de petróleo caiu mais de 50% em uma década, segundo a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Macrodesvalorização Além disso, Maduro afirmou que haverá uma única taxa oficial flutuante dentro do forte controle cambiário com o qual o governo monopoliza as divisas desde 2003. O presidente disse que também estará ancorada no petro, mas não informou de quanto será. No entanto, ao fixar cada petro em 3.600 bolívares soberanos e taxá-lo, por sua vez, em US$ 60, o câmbio resultante poderá ser de 6 milhões de bolívares atuais por cada dólar. Para Oliveros, é um "reconhecimento do mercado negro", que Maduro classifica de criminoso e no qual as cotações multiplicam por 30 as oficiais. Para o especialista, isso implica uma "macrodesvalorização". Para pressionar um retrocesso do mercado negro, Maduro prometeu em princípio três leilões de divisas semanais, que pretende aumentar para cinco. "No entanto, para uma taxa de câmbio única, são necessárias divisas e elas não existem", analisou o economista Orlando Ochoa. A partir da próxima segunda, será possível negociar divisas em casas de câmbio autorizadas pelo governo, depois de anulada uma recente lei que punia essas operações. Carnê da pátria Como parte de seu programa de recuperação, o governo estendeu até 30 de agosto um censo veicular para que as pessoas recebam diretamente um subsídio através do chamado "carnê da pátria", um cartão eletrônico para ter acesso a programas sociais. A oposição chama esse documento de "mecanismo de chantagem e controle social". Maduro afirmou que quem não participar do censo pagará a gasolina a preços internacionais. Em crise sem precedentes, Venezuela anuncia fim da gasolina mais barata do mundo Funcionário de posto de gasolina conta dinheiro na Venezuela, dias antes da mudança da moeda no país Marco Bello/Reuters Até agora, segundo ele, foram registradas 1.863.750 pessoas, em um parque automotivo de 4,5 milhões de unidades. O chefe de Estado continua sem definir as novas tarifas do combustível nem quando começarão a ser cobradas. A Venezuela tem a gasolina mais barata do mundo: com um dólar na taxa de mercado negro pode-se comprar mais de seis milhões de litros. Maduro decretou feriado na segunda-feira para a adequação do novo sistema. Os caixas eletrônicos - indispensáveis na Venezuela para qualquer transação diante da falta de dinheiro em espécie - serão suspensos por até 24 horas a partir das 18h (horário local) de domingo. A Venezuela enfrenta uma severa crise econômica, traduzida na inflação galopante e escassez de alimentos, gêneros de primeira necessidade e medicamentos.
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18/08 - Presidente Erdogan garante que a Turquia 'não se entregará' aos EUA
Confronto com Washington precipitou queda vertiginosa da lira turca nos últimos dias; país enfrenta uma severa crise econômica e lira turca já perdeu 40% de seu valor contra o dólar este ano. Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan Umit Bektas/Reuters O presidente Recep Tayyip Erdogan afirmou neste sábado (18) que a Turquia não se entregará aos Estados Unidos, prosseguindo assim o confronto com Washington que precipitou a queda vertiginosa da lira turca nos últimos dias. O país enfrenta uma severa crise econômica. A lira turca já perdeu 40% de seu valor contra o dólar este ano. "Não nos entregaremos aos que se apresentam como nossos sócios estratégicos, enquantro que se esforçam por nos fazer um objetivo estratégico", afirmou Erdogan em um congresso de seu partido conservador islâmico, o AKP, em Ancara. "Alguns acham que podem nos ameaçar com a economia, as sanções, as taxas de câmbio, as taxas de juros e a inflação. Descobrimos suas artimanhas e os desafiaremos", acrescentou. Estas declarações acontecem num momento em que os Estados Unidos e a Turquia, aliados na Otan, atravessam uma crise diplomática. Estas diferenças se acentuaram por causa do pastor americano que se encontra em prisão domiciliar na Turquia, acusado de terrorismo e espionagem. Washington exige sua libertação imediata e impôs sanções contra os ministros Interior e Justiça da Turquia, acusados de desempenhar um papel central na prisão do religioso. Ancara respondeu com medidas similares e a escalada das tensões provocou a queda da moeda tuca na semana passada, arrastando outras divisas de países emergentes. Na sexta-feira (17), as agências de classificação de risco Standard & Poor's e Moody's rebaixaram a nota de crédito soberano da Turquia. Entenda a crise da moeda da Turquia e os efeitos para emergentes e o Brasil
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18/08 - Adolescente invadiu rede da Apple e roubou dados da companhia, alegam autoridades australianas
Um adolescente australiano de 16 anos está respondendo a um processo criminal em um tribunal juvenil por invadir a rede da Apple, fabricante do iPhone e empresa com maior valor de mercado do mundo. Ele teria copiado 90 GB de dados sensíveis. O jovem se declarou culpado e sua sentença deve ser divulgada no dia 20 de setembro. Segundo a imprensa australiana, o advogado do adolescente afirmou que ele é fã da Apple e sonhava em um dia trabalhar na empresa. Ele também teria dito que o garoto tem fama internacional no submundo da internet e que dar detalhes excessivos do caso poderia colocá-lo em risco. Polícia australiana apreendeu dois computadores da Apple na casa do adolescente. As autoridades encontraram uma pasta chamada 'hacky hack hack' contendo os arquivos da invasão Craig Jacobs/Freeimages.com A Apple, que tem sede na Califórnia, é obrigada pela legislação local a informar seus clientes quando alguma informação pessoal é vazada ou roubada por terceiros. De acordo com a agência Reuters, a Apple destacou que nenhuma informação pessoal de clientes foi obtida pelo adolescente. A companhia também disse que sua equipe de segurança identificou o acesso não autorizado, conteve a ação e denunciou o caso às autoridades. De acordo com uma reportagem do "The Age", o invasor obteve chaves secretas que dão acesso a sistemas particulares da Apple. As autoridades chegaram ao garoto depois que o FBI repassou a denúncia da Apple à Polícia Federal da Austrália, que apreendeu dois notebooks da Apple na casa do adolescente. Vários arquivos da operação, inclusive o código usado para atacar a rede da Apple, foram encontrados em uma pasta chamada "hacky hack hack" do seu computador. A acusação também teria conseguido verificar que o número de série dos computadores era o mesmo dos que foram usados para acessar a rede da Apple sem autorização. Apesar de ter sido identificado, as ações do invasor foram até certo ponto "impecáveis": ele teria construído túneis de acesso remoto para ocultar a origem da conexão, por exemplo. Ele também usava o WhatsApp, que usa criptografia na comunicação, para relatar suas façanhas a colegas. Por ser menor de idade, o nome do adolescente não foi informado. Ele é estudante de uma escola particular na cidade de Melbourne, a segunda maior da Austrália. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Selo Altieres Rohr Ilustração: G1
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18/08 - Casa do Trabalhador oferece 77 vagas de emprego e estágio em Santa Bárbara
Interessados devem realizar cadastro na unidade; veja documentos necessários. Casa do Trabalhador de Santa Bárbara tem 77 oportunidades Divulgação/Prefeitura A Casa do Trabalhador de Santa Bárbara d'Oeste (SP) está com 77 vagas de emprego e estágio disponíveis em diversas áreas. As oportunidades são para alfabetizados, trabalhadores com ensino fundamental ou médio, cursos específicos, graduação e pessoas com deficiência. Veja lista abaixo. Os interessados devem ir até a unidade com RG, CPF e carteira de trabalho. Ela fica no Desenvolve Santa Bárbara, VIC Center, na Avenida Santa Bárbara, e funciona de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 3499-1015. Vagas para alfabetizados: Costureira (o) Empregada doméstica Mecânico diesel sênior Tecelão (ã). Vagas para ensino fundamental (1º grau): Meio oficial de marceneiro Operador de oxicorte Vagas para ensino médio (2º grau): Assistente de vendas Chaveiro Cozinheiro (a) Fiscal de loja Montador de cilindros Operador de extrusora de Ráfia Torneiro mecânico Vendedora Vagas que exigem cursos: Motorista rodoviário carreteiro: curso MOOP Operador de CNC: curso matemática básica, leituras e interpretação de desenhos, instrumentos de medição, pacote office Operador de centro de usinagem, operador e programador de mandrilhador CNC: curso de mecânica Técnico de celular: curso profissionalizante de manutenção de microcomputadores Técnico eletrônico: curso técnico eletrônico, tosador (a): curso de tosa Vagas para graduação: Analista contábil Estagiária (o) de administração Estagiário (a) de engenharia Farmacêutico (a) Técnico têxtil Vagas para pessoas com deficiência (PCD): Assistente de serviços administrativos Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba.
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18/08 - Um dia de sol faz a bolsa subir?
Se um investidor disser que não opera nos dias de chuva, vai parecer supersticioso ou a decisão é correta? Os crentes na eficiência do mercado diriam que não. O clima até poderia influenciar alguns papéis ligados à agricultura ou no máximo empresas que de alguma forma dependem de um bom tempo, mas não os negócios como um todo. Mas, para David Hirshleifer e Tyler Shumway, faz sentido. Estudos de psicologia e também a sabedoria popular costumam relacionar dias ensolarados ou chuvosos a nossas alterações do humor. Os dois economistas, no entanto, suspeitavam que o mesmo ocorre no mercado financeiro. Com dados sobre os pregões de 26 países, inclusive o Brasil, ao longo de 15 anos - entre 1982 e 1997 -, eles investigaram as informações sobre o tempo naquele dia em cada cidade. Os resultados mostraram uma forte correlação entre as condições do tempo e o sobe e desce das ações a cada dia. No geral, os dois pesquisadores calcularam que um dia de sol faz as ações subirem 0,18% a mais do que em um dia nublado. Pode parecer pouco, mas, considerados todos os pregões do ano, o efeito é significativo. Na Bolsa de Nova York, por exemplo, o rendimento anual médio nos dias de sol foi de 24,8% anuais contra 8,7% dos pregões em dias nublados ou chuvosos. Em dias de sol, concluem os pesquisadores, investidores tendem a ficar de bom humor e, assim, mais otimistas com o futuro e mais propensos e comprar ações. Já em um dia nublado acontece o inverso, eles ficam de mau humor, aumentando as vendas. Dificilmente investidores institucionais, que apostam no longo prazo, iriam planejar seus investimentos com base no clima do dia a dia, mas o resultado pode beneficiar pequenos investidores que fazem operações de curto prazo, como os day trades, compra e venda (ou o contrário) de ações no mesmo dia, ou o índice futuro, um contrato com base na pontuação da Bolsa em determinada data. O estudo, publicado em 2003 no aclamado "The Journal of Finance", hoje é considerado pioneiro ao relacionar clima e o humor dos investidores, mas levou em conta apenas os pregões nos tempos em que ainda não ocorriam as negociações pela internet. Será que faz diferença quando os investimentos são online? Um trabalho recente tentou responder. Ed deHaan, Joshua Madsen e Joseph D. Piotroski estudaram como o clima influencia o humor dos analistas, profissionais responsáveis pelas recomendações de compra e venda com base no desempenho das empresas. Eles trabalham em cidades e regiões diferentes, usando os mesmos dados, como balanços e previsões de lucros, o que permitiu aos pesquisadores investigarem o impacto do clima em várias partes do país. O trio de economistas suspeitava que dias nublados ou chuvosos também afetam o humor dos analistas, deixando-os menos produtivos. Para saber mais, cruzou os dados de 636 mil relatórios, produzidos por 5.456 profissionais entre 1997 e 2004. Baseados nos cálculos, eles concluíram que um analista tem entre 9% e 18% menos probabilidade de fazer uma recomendação de compra ou elevar um preço-alvo para um ativo. Dias “desagradáveis”, de acordo com o estudo, induzem os analistas a uma leve depressão, gerando apatia e reduzindo o ritmo de trabalho dos profissionais. O estudo foi publicado em 2016 no "Journal of Accounting Research". E você, anda pensando em fazer aquele investimento? Olhe pela janela: está nublado? Faz sol? Conhecer a relação entre nossas emoções e como aplicamos o dinheiro ajuda a tomar decisões mais racionais. Se o dia estiver bom, aproveite. Mas não vá esperar mais lucro só por causa do sol.
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18/08 - Em 4 anos de crise, 3,3 milhões de brasileiros desistiram de procurar emprego, revela IBGE
Desde 2014, número de desalentados mais que triplicou no país. Contingente nesta situação chega a quase 5 milhões de pessoas – número maior que a população de estados como Amazonas. Em meio à crise, aumenta no Brasil o número de pessoas que desistem de procurar emprego. Fernando Madeira/Divulgação Dados mais recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, desde o início da crise econômica que vem deteriorando o mercado de trabalho brasileiro, 3,3 milhões de pessoas desistiram de procurar emprego no país. É como se, em quatro anos, toda a população do Uruguai ou de estados como o Amazonas decidisse cruzar os braços. A situação parece ser um contrassenso, já que frente a um cenário de grave recessão econômica seria natural que pessoas que não trabalham – seja porque se dedicam exclusivamente aos estudos ou aos cuidados com filhos, por exemplo – saíssem em busca de emprego para ajudar a compor a renda familiar. Mas, a baixa perspectiva de se conseguir uma vaga e a longa fila de espera fez o Brasil alcançar o recorde de desalentados. Desalento é o termo utilizado para designar a situação de quem está em idade ativa e em condições de trabalhar, mas por questões diversas não busca emprego. Os dicionários apresentam o desalentado como sendo um indivíduo desanimado, desencorajado e sem vontade de agir. Falta trabalho para 27,6 milhões de brasileiros, aponta IBGE 3,16 milhões de desempregados buscam trabalho há mais de 2 anos, aponta IBGE Desemprego entre os jovens é superior ao dobro da taxa geral, aponta IBGE Desemprego e recessão: quem vai dar um jeito nisso? No 2º trimestre de 2014, havia no mercado de trabalho brasileiro 1,5 milhão de desalentados. De acordo com o IBGE, foi o menor número de pessoas nesta condição desde 2012, quando tem início a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Foi naquele período que o país começou a sair do chamado pleno emprego, alcançado em dezembro de 2013, e a entrar na maior crise econômica de sua história recente. Desde então, o número de desalentados subiu vertiginosamente até atingir 4,8 milhões de pessoas no 2º trimestre deste ano - o maior número desde que o IBGE começou a fazer o levantamento - o que corresponde a um aumento de 227% neste período. De acordo com o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, vários fatores levam uma pessoa a integrar o grupo dos desalentados. Num período de crise econômica, porém, a própria perda do poder aquisitivo contribui para o aumento desta população. “Muitas dessas pessoas desalentadas sequer têm dinheiro para pagar passagem e procurar emprego. Mas se você oferecer [uma vaga de emprego], elas vão aceitar e vão poder assumir”, disse o pesquisador. Também contribui para o aumento do desalento, segundo Azeredo, a percepção subjetiva da população em relação ao mercado de trabalho. "A dificuldade de outros integrantes da família de conseguir uma vaga, ou mesmo as notícias na mídia sobre o desemprego elevado já influenciam a percepção das pessoas sobre a dificuldade de se conseguir um emprego", apontou. Mas o desânimo para procurar emprego tem relação direta também com a fila do desemprego. Dos 13 milhões de desempregados no Brasil no 2º trimestre deste ano, 3,1 milhões buscavam uma oportunidade no mercado há mais de dois anos - o maior contingente do chamado desemprego de longo prazo desde 2012. “A probabilidade de uma pessoa desistir de procurar emprego está muito relacionada ao tempo que ela ficou procurando uma vaga", enfatizou Azeredo. Conforme o levantamento do IBGE, desde o início da crise econômica, em 2014, o contingente de pessoas buscando emprego há mais de dois anos cresceu 162%. Nordeste concentra 60% dos desalentados Dos 4,8 milhões de desalentados no país, 2,9 milhões estão no Nordeste, segundo o IBGE, o que corresponde a 60% do total de brasileiros nesta condição. O Sudeste, região mais populosa do Brasil, aparece em segundo lugar, com 1 milhão de desalentados (20% do total). O Sul, por sua vez, concentra o menor contingente - 194 mil pessoas (4%). Dentre os estados com maior número desalentados, a Bahia se destaca com quase 600 mil pessoas nesta situação - o que equivale a 20% do total de pessoas em condição de desalento no Nordeste. O número supera, e muito, o de São Paulo (384 mil) e de Minas Gerais (296 mil), estados com as maiores populações do país. Ainda conforme o levantamento do IBGE, nos quatro anos de crise econômica o estado de Santa Catarina foi o que teve o maior aumento percentual no número de desalentados - passou de 3 mil pessoas no 2º trimestre de 2014 para 25 mil no 2º trimestre de 2018 - um aumento de 733%. O Rio de Janeiro aparece em segundo lugar, com um salto de 621% de pessoas desalentadas neste período - passou de 14 mil para 101 mil. Goiás vem na sequência, com aumento de 571%, passando de 14 mil para 94 mil.
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18/08 - Antes de conversão monetária, Maduro eleva salário mínimo da Venezuela
Salário mínimo passará de 5.196.000 bolívares (US$ 20,8 no câmbio oficial ou US$ 1,3 no câmbio paralelo) para 180.000.000 bolívares (US$ 728 ou US$ 45,5). País cortará 5 zeros da moeda oficial na segunda-feira (20). Venezuela terá uma nova moeda a partir de segunda-feira (20) O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, elevou nesta sexta-feira (17) o salário mínimo do país, uma medida anunciada antes da conversão monetária marcada para entrar em vigor na próxima segunda-feira. O salário mínimo passará de 5.196.000 bolívares (US$ 20,8 no câmbio oficial ou US$ 1,3 no câmbio paralelo) para 180.000.000 bolívares (US$ 728 ou US$ 45,5). Os valores, segundo o presidente, serão pagos já na nova moeda do país, batizado como bolívar soberano, que terá cinco zeros a menos do que a divisa atual. "Fixei o salário mínimo, as pensões e a base salarial para todos. Os trabalhadores merecem 1.800 bolívares (soberanos) de salário", anunciou o presidente da Venezuela. Maduro explicou que 1 petro, a criptomoeda do governo, terá valor de 3,6 mil bolívares soberanos. E a moeda digital será usada pelo regime para lastrear a nova divisa que entrará em vigor no país. "Quero anunciar que o novo salário mínimo é baseado e ancorado no petro, ele estará ancorado no petro para sua recuperação", afirmou. Maduro explicou que os aposentados receberão o mesmo reajuste a partir do dia 20 de agosto. E disse que, na segunda-feira, os 10 milhões de inscritos no programa Carteira da Pátria, muito criticado pela oposição, ganharão um bônus de 600 bolívares soberanos. O adicional, explicou Maduro, servirá para que a população se adapte melhor à conversão monetária. O presidente ainda informou que o governo assumirá nos próximos 90 dias o diferencial da relação salarial de toda pequena e média indústria do país para não haver impacto sobre a inflação. Segundo Maduro, a medida abrangerá empresas públicas e privadas para que não haja "desculpas" para elevar os preços no país. "Temos que retomar o papel do Estado como grande regulador, como grande autoridade de governo para fazer valer regras econômicas", disse Maduro.
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18/08 - Venezuelanos fazem filas para comprar produtos antes de mudança da moeda
Na próxima segunda, entra em circulação a nova moeda, que terá um corte de cinco zeros em relação à atual. Venezuelanos fazem fila para abastecer veículos dias antes da virada da moeda do país Frederico Parra/AFP Venezuela terá uma nova moeda a partir de segunda-feira (20) Compras apressadas, longas filas de veículos em postos de gasolina e uma disparada do dólar paralelo marcam os últimos dias antes da entrada em circulação de novas cédulas que cortam cinco zeros do bolívar, a moeda venezuelana. À espera da entrada em vigor da nova moeda, na próxima segunda-feira (20), muitos saíram para comprar mantimentos até onde o dinheiro deu. "Não se sabe o que pode acontecer", disse à AFP Óscar Cabrera, acompanhado da esposa, ao sair de um supermercado em Caracas. Pessoas fazem fila do lado de fora de um supermercado em Caracas, na Venezuela Adriana Loureiro/Reuters As compras desses aposentados foram escassas, corroídas pela hiperinflação que o Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta em 1.000.000% para 2018. "Sabão, um pouquinho de carne, um pouquinho de queijo... E gastamos 70 milhões!", lamentou Omaira Ávila. A cifra equivalerá a 700 bolívares após a reconversão monetária disposta pelo presidente Nicolás Maduro. Imagem mostra quantos bolívares são necessários para comprar um frango na Venezuela: 14.600.000,00. Carlos Garcia Rawlins/Reuters Destruído pelo aumento do custo de vida e a desvalorização do bolívar, o salário mínimo representa menos de US$ 1. As aposentadorias estão abaixo disso. A preocupação também é palpável em cidades como Maracaibo, no petrolífero estado Zulia (nordeste), ou San Cristóbal (Táchira, oeste). "Se me roubam ao pagar, nem vou perceber", se queixou Carolina Palencia, docente de 22 anos, prevendo confusões com as notas, que conviverão por um tempo indeterminado com as anteriores. As notas de menor valor deixaram de ser aceitas por comerciantes há alguns dias. Em Zulia, a mudança monetária chega em meio a uma grave crise elétrica, que paralisou alguns setores por mais de 160 horas contínuas. Em San Cristóbal, entretanto, muitos negócios fecharam pela incerteza. "Prefiro fechar, pois eu mesma não entendo como vamos fazer com as duas moedas", expressou à AFP Luisa Guerra, comerciante de 53 anos. 'Dólar paralelo' dispara A reconversão monetária é a segunda no país depois da que foi realizada pelo ex-presidente Hugo Chávez (1999-2013) em 2008, que cortou três zeros do bolívar. As medidas se somam a políticas de flexibilização a um rígido controle cambial em vigor desde 2003 e, possivelmente, um aumento do preço da gasolina. Entretanto, não há maiores detalhes sobre essas medidas. "É incrível que tudo começará na segunda-feira e ninguém anuncia nada. Quanto a gasolina custará? Como indexar salários? Assim não se gera credibilidade e muito menos confiança", avaliou o economista Alejandro Grisanti. Em meio ao nervosismo, o dólar paralelo, que domina a economia, continua fora de controle. Sua cotação está em cerca de 7 milhões de bolívares por dólar, 28 vezes maior que a taxa oficial. Há uma semana, estava em 3,5 milhões. Feriado no dia da mudança Os venezuelanos não esquecem os atrasos na distribuição das notas lançadas em dezembro de 2016, com protestos que deixaram quatro mortos e centenas de lojas saqueadas. Maduro decretou feriado na segunda-feira para a adequação do novo sistema. Os pagamentos eletrônicos - indispensáveis na Venezuela para qualquer transação diante da falta de dinheiro em espécie - serão suspensos por até 24 horas a partir das 18h locais de domingo (22h GMT). Corrida por gasolina Funcionário de posto de gasolina conta dinheiro na Venezuela, dias antes da mudança da moeda no país Marco Bello/Reuters Nos postos de gasolina, os motoristas enchem o tanque para qualquer imprevisto. "As pessoas estão desesperadas por gasolina", disse à AFP Luis Torres, de 34 anos, trabalhador de um posto no leste da cidade. Segundo ele, os fornecimentos diários de combustível duram entre duas e três horas. O governo manterá um subsídio dos que têm um carnê que dá acesso a benefícios sociais e que a oposição denuncia como "mecanismo de chantagem e controle social". O resto terá que pagar "preços internacionais", segundo Maduro, que não informou nem sobre as tarifas nem prazos para sua aplicação. Os interessados devem cadastrar seu veículo até essa sexta-feira (17). Nos pontos de registro, centenas de pessoas esperavam a sua vez. "Eu não tenho esse carnê e agora estão me dizendo que tenho que pagar a gasolina a preço internacional (...) Vou ter que vender o carro", protestou em Maracaibo Andrés Sandoval, de 37 anos.
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18/08 - Preços médios da gasolina e do diesel nas bombas terminam a semana em queda, diz ANP
Desde a véspera da greve dos caminhoneiros, preço médio do diesel nas bombas baixou R$ 0,21; valor médio do etanol teve o 10º recuo semanal consecutivo. Os preços médios da gasolina e do diesel nas bombas terminaram a semana em queda, mostram dados divulgados nesta sexta-feira (17) pela Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP). O valor da gasolina caiu 0,47%, para R$ 4,44 por litro, em média, enquanto o do diesel recuou 0,18%, para R$ 3,371. O valor representa uma média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos, e, portanto, os preços podem variar de acordo com a região. Na mesma semana, a Petrobras baixou os preços da gasolina nas refinarias em R$ 0,06, ou cerca de 3%, seguindo sua política de preços que reajusta os valores quase diariamente com o objetivo de acompanhar as cotações internacionais. Os reajustes são influenciados por fatores como o câmbio e a cotação do petróleo. O repasse ou não do reajuste da Petrobras para o consumidor final depende dos postos. Já o valor do diesel nas refinarias permanece congelado, seguindo acordo feito pelo governo e os caminhoneiros para encerrar a greve da categoria, no final de maio. A previsão era de que o valor do diesel nas bombas seria reduzido em R$ 0,46. Desde a véspera da greve até agora, de acordo com o levantamento da ANP, o desconto do preço médio foi de R$ 0,22. Acumulado do ano Em 2018, o preço da gasolina acumula aumento de 8,31%. O avanço é bem maior do que a inflação de 2,94% acumulada até julho, considerando o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O aumento também é maior do que a inflação esperada para o ano todo, de 4,15%, considerando o último boletim Focus. Já o preço do diesel tem alta acumulada de 1,35% em 2018, também considerando o preço médio calculado pela ANP. Etanol segue caindo O preço médio do etanol nas bombas caiu pela 10ª semana seguida, segundo a ANP. Nesta semana, o valor foi para R$ 2,646 por litro, o que representa uma redução de 1,56% na comparação com a semana anterior. O preço médio do botijão de gás de cozinha também caiu. O recuo de 0,34% desta semana foi o 5º seguido, para R$ 68,21 em média. Posto combustíveis gasolina Uberaba Neto Talmeli/Prefeitura de Uberaba
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17/08 - 'Infelizmente, vamos perder alguns ganhos que tivemos na redução da pobreza', diz presidente da Argentina
Observatório Argentino de Dívida Social espera um aumento de 2 a 3% em taxas de pobreza em 2018; país, que vive desvalorização da moeda e avanço da inflação, pediu ajuda ao FMI. Mais argentinos estão provavelmente vivendo na pobreza agora em comparação com o ano passado, disse nesta sexta-feira (17) o presidente Mauricio Macri, conforme a economia do país escorrega em direção a uma recessão após uma crise cambial e uma intensa seca que prejudicou a produção agrícola. Dólar disparando, juros altos, temores sobre inflação e acordo com FMI: entenda a crise na Argentina Argentina aumenta tarifas de ônibus e trem para reduzir dívida fiscal Inflação na Argentina acumula alta de 16% no semestre A economia da Argentina sofreu um golpe em 2018 após a desvalorização do peso argentino levar o governo a assegurar uma linha de crédito de US$ 50 bilhões do Fundo Monetário Internacional (FMI). O peso chegou a mínimas recordes novamente neste mês, conforme investidores fugiram de ativos de mercados emergentes por conta de preocupações com a economia da Turquia. “Esta desvalorização trouxe um ricochete na inflação, e a inflação é o maior fator de pobreza, e, infelizmente, nós vamos perder alguns dos ganhos que tivemos na redução da pobreza”, disse Macri em entrevista coletiva na província de Jujuy, no noroeste do país. A taxa de inflação de 12 meses da Argentina era de 31,2% em julho. A pobreza na Argentina caiu no ano passado para 25,7%, comparados aos 30,3% de 2016, de acordo com a agência oficial de estatísticas do país, o Indec. O Indec deve publicar no final de setembro estatísticas da primeira metade de 2018 sobre pobreza. O Observatório Argentino de Dívida Social, um centro de pesquisas afiliado à Universidade Católica da Argentina, informou no mês passado que espera um aumento de 2 a 3% em taxas de pobreza em 2018. Economistas esperam que a economia encolha 0,3% neste ano e cresça 1,5% no ano que vem, de acordo com pesquisa mais recente do banco central. “No ano que vem a economia irá crescer”, disse Macri. “Não muito, mas irá crescer.” O governo Macri começou a publicar estatísticas de pobreza em 2016, em uma mudança em relação ao governo anterior, que parou de publicar taxas de pobreza em 2013. Na época, o governo disse que somente 5% dos argentinos viviam na pobreza, uma taxa mais baixa que da Alemanha. Mulher espera trem em estação de metrô em Buenos Aires, na Argentina Marcos Brindicci/Reuters
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17/08 - Agências de rating rebaixam nota de crédito da Turquia
S&P cita extrema volatilidade da lira e prevê recessão em 2019; Moody's fala em enfraquecimento das instituições. Lira turca tem forte desvalorização e registra novo mínimo frente ao dólar Murad Sezer/Reuters As agências de classificação de risco Standard & Poor's e Moody's rebaixaram nesta sexta-feira (17) a nota de crédito soberano da Turquia. O país enfrenta uma severa crise econômica. A lira turca já perdeu 40% de seu valor contra o dólar este ano. A Standard & Poor's reduziu o rating do país de BB- para B+ e manteve a perspectiva estável. Na decisão, a S&P citou a extrema volatilidade da lira, além de prever uma recessão no próximo ano. Entenda a crise da moeda da Turquia e os efeitos para emergentes e o Brasil "O rebaixamento reflete nossa expectativa de que a volatilidade da lira turca e o duro ajuste do balanço de pagamentos previsto vão enfraquecer a economia da Turquia. Prevemos uma recessão no ano que vem", disse a S&P. A agência também estima que a inflação vai atingir o pico de 22% nos próximos quatro meses e disse que o enfraquecimento da lira estava colocando pressão sobre o endividado setor corporativo. A crise cambial foi precipitada por desconfianças de investidores sobre a influência do presidente Tayyip Erdogan sobre a política monetária e alimentado pela disputa cada vez maior entre a Turquia e os Estados Unidos. Moody's com perspectiva negativa Já a Moody's cortou o rating de crédito soberano da Turquia para Ba3 ante Ba2 e modificou sua perspectiva de rating para negativa. A agência citou o enfraquecimento das instituições públicas da Turquia e a consequente redução na previsibilidade da política turca.
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17/08 - AGU recorre ao TST contra liminar que impede venda de distribuidoras da Eletrobras
Nesta sexta-feira, BNDES manteve previsão de licitar três distribuidoras da estatal no dia 30 de agosto, mas adiou o leilão da Amazonas Energia para o dia 26 de setembro. A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta sexta-feira (17) que pediu ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) a suspensão de liminar que impede o leilão das distribuidoras da Eletrobras. Na quinta (16), o órgão especial do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro (TRT-RJ) suspendeu o processo de privatização das distribuidoras, previsto para o dia 30 de agosto. De acordo com o TRT/RJ, a decisão foi tomada com maioria dos votos dos desembargadores que analisaram o pedido que havia sido feito pelos sindicatos dos trabalhadores. O sindicato alega riscos sobre demissões em massa e sobre perda de direitos adquiridos. Nesta sexta-feira, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou o adiamento do leilão da Amazonas Energia para o dia 26 de setembro, mas manteve a previsão de leiloar Eletroacre, Ceron (RO) e Boa Vista Energia (RR) no dia 30 de agosto. O leilão da Ceal, de Alagoas, segue suspenso por uma liminar do Supremo Tribunal Federal (STF). No pedido de suspensão da liminar, a AGU pondera que as distribuidoras são deficitárias e precisaram receber, nos últimos 20 anos, um aporte de R$ 30 bilhões da Eletrobras. Como a estatal não tem mais condições de injetar recursos nas empresas, alerta a Advocacia-Geral, elas terão que ser liquidadas caso os leilões não sejam realizados. Assim, a transferência do controle das companhias para a iniciativa privada é a única forma não só de manter os contratos de trabalho, mas também de garantir a continuidade dos serviços de distribuição de energia nas regiões atendidas por elas, informou a AGU em nota. Em julho, a Eletrobras leiloou a Cepisa, que atende o Piauí. A Cepisa foi arrematada pela Equatorial Energia, em lance único.
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17/08 - Mozilla derruba extensões do Firefox que monitoravam navegação de internautas
Extensão Web Security alcançou 225 mil usuários antes de ser removida Reprodução A Mozilla derrubou 23 extensões do navegador Firefox por suspeitas de que elas monitoravam todos os sites visitados pelos usuários que as instalavam. Algumas delas prometiam realizar funções de segurança, como era o caso da "Web Security", que tinha mais de 200 mil downloads. Além de as extensões não estarem mais disponíveis para download, o bloqueio deve desativá-las também para quem já as tem as instaladas no navegador. Extensões são pequenos programas executados dentro do navegador web com o intuito de acrescentar funcionalidades. Como existe uma possibilidade de essas extensões roubarem dados ou afetarem negativamente a navegação, o Firefox impede o uso de extensões que não foram previamente aprovadas pela Mozilla. Parte do motivo do sucesso da extensão Web Security se deve uma publicação da própria Mozilla que recomendava sua instalação. Segundo uma publicação de Jorge Villalobos, todas as extensões removidas apresentavam semelhanças no código, o que significa que é possível que elas tenham sido desenvolvidas pelo mesmo indivíduo ou grupo. Além de informar os sites visitados, essa comunicação ainda ocorria de forma aberta, sem criptografia. Essa prática não estava informada na política de privacidade das extensões. Outra alegação é que as extensões tinham o potencial de abrir um canal para que os desenvolvedores executassem qualquer código nos navegadores dos internautas. Essa função estava ofuscada -- um indício de que os desenvolvedores tinham intenção de ocultar essa capacidade. Monitoramento de sites visitados Embora pareça razoável que uma extensão de segurança informe o endereço dos sites visitados ao serviço que verifica se a página é mesmo segura, o próprio Firefox inclui o Safe Browsing do Google, que também identifica páginas suspeitas. Esse serviço não exige que os sites visitados sejam comunicados ao Google. Outras funções semelhantes podem usar o mesmo princípio do Safe Browsing para conseguir filtrar sites sem prejudicar a privacidade dos internautas. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
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17/08 - Governo autoriza troca de geração de termelétricas por energia importada da Argentina e do Uruguai
Permissão foi publicada no 'Diário Oficial da União' desta sexta-feira pela pasta de Minas e Energia e valerá de janeiro de 2019 até o fim de 2022. Medida poderá reduzir custo da energia. Linhas de transmissão de energia elétrica Marcos Santos / USP Imagens O Ministério de Minas e Energia publicou nesta sexta-feira (17) no “Diário Oficial da União” uma portaria que permite a importação de energia da Argentina e do Uruguai para substituir energia gerada por termelétricas. A portaria autoriza a importação de energia entre 1º de janeiro de 2019 a 31 de dezembro de 2022. Segundo o ministério, o objetivo é aproveitar energia mais barata, o que, de acordo com a pasta, levará ao barateamento da conta de energia dos consumidores. “A medida permite a substituição de geração térmica por energia fornecida pela Argentina ou pelo Uruguai quando essa estiver mais barata que a ofertada pelo mercado brasileiro”, afirmou o ministério em nota. Na prática, o governo vai autorizar a importação de energia desses dois países para substituir geração de termelétrica sempre que essa importação custar menos do que a geração de térmicas. Energia complementar A geração de energia elétrica no Brasil é feita de forma complementar por usinas eólicas, solares e termelétricas. Em geral, as usinas térmicas geram uma energia mais cara, principalmente aquelas que utilizam combustíveis fósseis como carvão, gás natural e óleo diesel. Algumas dessas usinas térmicas mais caras são acionadas quando é preciso complementar geração, principalmente em épocas de poucas chuvas em que é preciso preservar o nível dos reservatórios das hidrelétricas. Bandeiras tarifárias A utilização de termelétricas provoca reflexos na conta dos consumidores de energia. Existe, no Brasil, um regime de bandeiras tarifárias, pelo qual o valor da conta de luz pode variar a cada mês, dentro de um patamar pré-estabelecido, conforme a necessidade de ligar as usinas térmicas, que produzem energia mais cara.
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17/08 - Governo não tem como cortar mais gastos não obrigatórios, diz secretário do Tesouro
Mansueto Almeida deu declaração em seminário da FGV. Atualmente, despesas obrigatórias estão acima da inflação e, com regra do teto, governo terá de cortar gastos não obrigatórios. O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida Marcelo Camargo/Agência Brasil O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, afirmou nesta sexta-feira (17) que o governo não tem como cortar mais gastos discricionários, ou seja, não obrigatórios. Mansueto deu a declaração ao participar do seminário Direito e Desenvolvimento, promovido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). "Se decidir que tem de investir um pouco mais em Educação e Saúde, não temos dinheiro. Do orçamento, praticamente 98% é despesa obrigatória. O orçamento quase todo ele é obrigatório. Isso não acontece em nenhum país do mundo", declarou. Atualmente está em vigor uma regra que proíbe a União (Executivo, Legislativo e Judiciário) de gastar acima da inflação do ano anterior. Mas, como os gastos obrigatórios, como a Previdência Social e o pagamento de pessoal, já estão acima da inflação, o governo terá de cortar as despesas não obrigatórias para respeitar a regra do teto. Aumento da carga tributária Segundo Mansueto Almeida, os gastos não obrigatórios do governo deverão somar R$ 126 bilhões neste ano, mesmo patamar de 2009, enquanto as despesas obrigatórias cresceram 50% no mesmo período. Diante deste cenário, acrescentou o secretário, se não houver o controle dos gastos, "isso vai significar aumento da carga tributária". "Algumas pessoas acham que controlar o gasto é muito duro. Se não houver o consenso de controlar o gasto, isso vai significar aumento de carga tributária. E não vamos pensar que isso vai significar apenas tributar ricos", declarou. De acordo com Mansueto, a atual carga tributária está em cerca de 33% do Produto Interno Bruto (PIB). Segundo ele, o patamar é semelhante aos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e está 10 pontos acim do PIB dos paíeses da América Latina. "Se o Brasil fosse a Alemanha, a carga não seria alta. Se fosse a Dinamarca, também não seria alta, mas é o um país de renda média, onde a carga é em torno de 27% do PIB", afirmou. Reforma da Previdência Ainda durante o seminário da FGV, Mansueto Almeida afirmou que o nível de gastos do governo que podem ser remanejados é muito baixo atualmente e ainda será cortado nos próximos anos. "Isso fará o ajuste fiscal? Não. Para fazer ajuste fiscal, tem que mexer em regras de aposentadoria", declarou. Em seguida, o secretário afirmou que, atualmente, o Brasil gasta com Previdência Social o mesmo que países cuja população de idosos é o dobro. Tributação de dividendos Durante o seminário Mansueto afirmou ser a favor de tributar dividendos. "Mesmo que aumente imposto sobre herança e sobre dividendos, e sou a favor de tributar dividendos. [...] O problema são empresas do lucro presumido, pessoas jurídicas. Pagam 14,5% de imposto, isso é errado. No Brasil, um advogado que ganha R$ 30 mil por mês está no Simples e paga 9%", afirmou.
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17/08 - Elon Musk conta que viveu pior ano da carreira, toma remédio para dormir e não se arrepende de tuíte bombástico
'Chefão' da montadora conta ao 'The New York Times' os bastidores do anúncio de que pretende tirar a Tesla da bolsa, feito 10 dias atrás. Ações da empresa caem após entrevista. Elon Musk, presidente-executivo da Tesla, em evento no Japão, em 2014 Toru Hanai/Reuters Dez dias após tumultuar o mercado de ações com um post no Twitter, o "chefão" da Tesla, Elon Musk, disse que não se arrependeu de revelar ali a intenção de tirar a montadora da bolsa de valores. A postagem em poucas palavras, no último dia 7, fez as ações da empresa dispararem e gerou uma investigação do órgão regulador do mercado sobre a conduta de Musk. Em entrevista ao jornal "The New York Times" publicada nesta sexta-feira (17), ele afirmou que não tem motivos para se arrepender do tuíte bombástico e que não recebeu nenhum telefonema furioso da diretoria no dia. As ações da Tesla estavam em queda nesta sexta. Pouco depois de a entrevista sair, ainda segundo o jornal, o executivo mudou um pouco a história, acrescentando que um diretor o contatou após a postagem e que ele concordou que não voltaria a escrever no Twitter nada mais sobre a ideia de sair da bolsa antes de discuti-la com o conselho. O bilionário contou ainda os bastidores da postagem polêmica, respondeu sobre especulações geradas -inclusive sobre uma suposta referência a maconha- e chorou algumas vezes, segundo o "NY Times". "O último ano foi o mais difícil e o mais doloroso da minha vida", afirmou o executivo. Veja abaixo mais destaques da entrevista. Tuíte no carro Musk revelou que seu tuíte bombástico do último dia 7 foi feito no carro, enquanto ia para o aeroporto, e que a mensagem não foi lida nem revisada por ninguém antes de ser postada. Ele disse que fez o trajeto dirigindo um Tesla Model S, mas não especificou se, para fazer a postagem, parou o carro ou usou o modo semiautônomo do veículo - o Autopilot - que, por ora, requer que o usuário mantenha as mãos no volante. Especulação sobre maconha O histórico de posts polêmicos de Musk - que já chegou a discutir com mergulhadores que resgataram os meninos presos em uma caverna na Tailândia - fez a imprensa especializada desconfiar da seriedade de seu primeiro tuíte sobre a saída da bolsa. "Estou pensando em fechar o capital da Tesla a US$ 420 (preço por ação)", escreveu. Também se especulou que o número 420 seria uma referência a maconha. "Eu não estava usando maconha, para deixar claro", disse Musk. "Maconha não ajuda na produtividade." O executivo afirmou que chegou ao valor das ações pensando numa alta de 20%, considerando o valor negociado nos dias anteriores, o que resultaria em US$ 419 por unidade. Mas preferiu arredondar para US$ 420 porque "parecia um karma melhor". Remédio para dormir Musk assumiu, no entanto, que algumas vezes recorre a remédio para dormir quando não está trabalhando. Segundo ele, é quase sempre uma escolha entre tomar o medicamento ou ficar sem dormir. Citando fontes, o "NY Times" diz que esse hábito preocupa o conselho diretor da montadora. Ao falar sobre o estresse na Tesla, afirmou que tem trabalhado, em média, 120 horas por semana e que nunca tirou mais de uma semana de férias desde 2001, quando pegou malária depois de viajar para o Brasil e a África do Sul, sua terra-natal. 'Morando' na fábrica A Tesla enfrentou diversos atrasos e problemas na produção de sua maior aposta, o Model 3, primeiro carro elétrico "popular" da marca. “Algumas vezes eu fiquei na fábrica por 3, 4 dias -eu não ia para fora", disse. Musk contou que passou seu aniversário de 47 anos, em 28 de junho último, nessa situação. Estava a poucos dias do fim do prazo para alcançar a meta de 5 mil unidades do Model 3 produzidas por semana, dado por ele mesmo. O objetivo foi alcançado no dia 1º de julho, com algumas horas de atraso. Segundo o bilionário, o peso dessa dedicação é deixar de ver os filhos ou os amigos. Ele também falou que quase perdeu o casamento do irmão, Kimbal, também acionista da Tesla, sendo que era o padrinho. Musk encerra a entrevista dizendo que o esforço ajudou a Tesla a se firmar e, neste caso, o pior já passou. Mas que, do ponto de vista pessoal, “o pior ainda está por vir".
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17/08 - Bolsas na Europa recuam com preocupações com a Turquia
'As consequências para as economias europeias (vindas da Turquia) podem ser mais severas do ponto de vista geopolítico', escreveram os analistas do Goldman Sachs. Os mercados de ações europeus recuaram nesta sexta-feira (17), com os investidores sofrendo após uma semana turbulenta, de olho em mais agitações possíveis nos mercados emergentes e na fraqueza das ações de tecnologia. O índice FTSEurofirst 300, que reúne as principais ações do continente, caiu 0,09%, a 1.491 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 0,1%, a 381 pontos. A lira turca recuou cerca de 4% nesta sessão, depois de breve recuperação, depois que uma corte turca rejeitou o pedido de libertação de um pastor cristão norte-americano, intensificando a disputa diplomática entre os dois países e reacendendo os temores dos investidores de ampla crise nos mercados emergentes. EUA ameaçam Turquia com mais sanções se pastor não for libertado "As consequências para as economias europeias (vindas da Turquia) podem ser mais severas do ponto de vista geopolítico", escreveram os analistas do Goldman Sachs, argumentando que os laços comerciais e financeiros com o país eram relativamente pequenos. "Para declarar com confiança que o pior já passou para lira, o banco central teria de agir de forma decisiva..., a tensão diplomática com os EUA teria que diminuir, as medidas fiscais prudentes e as reformas estruturais teriam de ser prontamente implementadas", disseram analistas do Rabobank em nota. Entre os principais impulsionadores ficaram as ações da italiana Atlantis, com alta de cerca de 5,68% depois de perder até 25% no pregão anterior por conta da queda de uma ponte rodoviária em Gênova. A Atlantia é a empresa controladora do operador de rodovias. Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 0,03%, a 7.558 pontos. Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 0,08%, a 5.344 pontos. Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,53%, a 20.415 pontos. Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,11%, a 9.417 pontos. Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 0,47%, a 5.461 pontos.
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17/08 - PAT de Valinhos oferece 57 vagas de emprego; 27 oportunidades são temporárias
Interessados devem ir até a unidade com RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. PAT de Valinhos (SP) oferece 101 vagas de emprego para moradores da cidade e região. Claudio Barbisan/Arquivo pessoal O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Valinhos (SP) está com 57 vagas de emprego disponíveis em diversas áreas, segundo a Prefeitura. Dessas, 27 oportunidades são temporárias para o cargo de assistente administrativo. Além das vagas temporárias, há uma vaga de estágio para assistente administrativo. As demais oportunidades vão de atendente de loja a esteticista de animais. Entre os destaques estão as 10 vagas para operador de empilhadeira elétrica. [Veja abaixo a lista completa de vagas] Os interessados devem ir até a unidade com RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. Ela fica na Avenida dos Esportes, 303, no Centro, e funciona de segunda a sexta-feira das 8h às 16h. Confira a lista completa de vagas Analista de programação de controle de produção - 1 vaga Analista de recursos humanos - 1 vaga Assistente administrativo (temporário) - 27 vagas Assistente administrativo (estágio) - 1 vaga Atendente de loja - 1 vaga Controlador de entrada e saída - 1 vaga Chefe de serviço de limpeza - 5 vagas Esteticista de animais (tosa e banho) - 1 vaga (necessário ser CNPJ, CEI ou MEI) Gerente de restaurante - 1 vaga Operador de processo de produção - 1 vaga Operador de torno CNC - 1 vaga Operador de empilhadeira elétrica (lateral e frontal) - 10 vagas Repositor de mercadorias - 1 vaga Supervisor de vendas - 1 vaga Vendedor de loja - 3 vagas Vendedor interno - 1 vaga Veja mais oportunidades na região no G1 Campinas
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17/08 - Trump sugere que empresas informem resultados semestrais e não trimestrais
Presidente dos EUA disse que pediu à Comissão da Bolsa de Valores (SEC) analisar a proposta. Presidente dos EUA, Donald Trump Carlos Barria/Reuters O presidente Donald Trump sugeriu nesta sexta-feira (17) que as empresas cotadas na bolsa publiquem seus resultados de forma semestral e não a cada três meses como é feito atualmente, e pediu à Comissão da Bolsa de Valores (SEC) que analise essa proposta. Em um tuíte, o presidente americano escreveu que havia consultado alguns chefes das maiores empresas do mundo sobre a forma de poder criar mais empregos e melhorar o clima dos negócios. "Pare com a publicação de resultados trimestrais e adote um sistema semestral", teriam respondido, segundo Trump. "Isto daria mais flexibilidade (às empresas) e economizaria dinheiro. Pedi à SEC que estude esta proposta", assinalou o presidente, relançando assim um velho debate dos meios financeiros. Os partidários de suprimir os resultados trimestrais acreditam que esses informes colocam muita pressão sobre as empresas em um curto espaço de tempo em detrimento de sua evolução em longo prazo. Mas, para as médias empresas, a publicação dos resultados trimestrais é um meio para captar a atenção da comunidade financeira sobre a saúde de seus negócios.
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17/08 - Petros e Previ rejeitam oferta do fundo Mubadala para adquirir controle da Invepar
Invepar tem as concessões do aeroporto de Guarulhos, Metrô Rio, VLT Carioca e rodovias. Aeronaves no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), operado pela Invepar Paulo Whitaker/Reuters Os fundos de previdência dos funcionários do Banco do Brasil, Previ, e da Petrobras, Petros, rejeitaram a oferta do fundo soberano Mubadala para adquirir o controle da empresa de concessões Invepar. Previ e Petros consideraram os termos da oferta vinculante como "insatisfatórios" e a proposta foi rejeitada na véspera por ambos, segundo os documentos apresentandos nesta sexta-feira (17). Ambos os fundos detêm cerca de 25% da Invepar cada. Já a OAS, também acionista da Invepar com cerca de 24%, disse que não participa do projeto de venda da participação societária e "portanto não tem conhecimento de eventuais propostas vinculantes recebidas pela Invepar e ou pelos demais acionistas". Os comentários foram feitos após reportagem do jornal Valor Econômico na véspera, de que o fundo Mubadala, de Abu Dhabi, havia feito uma nova proposta pelo controle da Invepar, que tem as concessões do aeroporto de Guarulhos, Metrô Rio, VLT Carioca e rodovias. Pela proposta feita em novembro fo ano passado, a Mubadala poderia deter até 50,1% do capital da Invepar. O valor da ofetra não foi revelado. A Invepar é uma holding de infraestrutura dos fundos de pensão de empresas estatais e da OAS, que está no grupo de empreiteiras que buscaram proteção contra credores após desdobramentos da operação Lava Jato, o que teve como consequências restrição a financiamentos e queda da receita.
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17/08 - Bovespa fecha em queda com incerteza sobre cenário eleitoral
Investidores ainda tiveram como pano de fundo preocupações com a situação econômica da Turquia. Ibovespa, principal índice acionário da bolsa paulista Reuters O principal índice de ações da bolsa brasileira fechou em queda nesta sexta-feira (17), com preocupações sobre a corrida presidencial pesando nos negócios. Os investidores ainda tiveram como pano de fundo preocupações com a situação econômica da Turquia. O Ibovespa recuou 1,03%, a 76.028 pontos. Na mínima do dia, o índice foi a 75.632 pontos e, na máxima, alcançou 76.816 pontos. Veja mais cotações. Na semana, o índice acumulou queda de 0,63%. No ano, o recuo é de 0,49%. Os investidores continuaram monitorando a campanha eleitoral, que começou na quinta-feira (16). Eles temem que um candidato considerado menos comprometido com o ajuste fiscal desponte na corrida à Presidência, destacou a Reuters. "O mercado tem dúvidas que outros candidatos tenham condição de fazer reformas, o que gera mau humor", afirmou à Reuters a estrategista de câmbio do banco Ourinvest, Fernanda Consorte, acrescentando que a propaganda em rádio e TV, quando começar, será muito importante. A lira turca voltou a recuar nesta sessão, contaminando outras moedas de mercados emergentes, conforme segue o impasse entre Turquia e Estados Unidos relacionado à libertação de um pastor norte-americano, o que tem resultado em sanções para o país turco. Em nota a clientes, a equipe da consultoria de investimentos Lopes Filho destacou a renovação dos temores com a Turquia, acrescentando que as incertezas com o cenário eleitoral potencializavam a aversão a risco no mercado local. Bolsas na Europa recuam com preocupações com a Turquia Destaques As ações preferenciais do Bradesco recuaram 3,05% e as do Itaú, 2,56%, entre as maiores pressões de baixa, já que o setor figura entre os maiores pesos no Ibovespa e os mais sensíveis a expectativas sobre a corrida presidencial no país. A Petrobras perdeu 1,6% nas ações ordinárias e 2,59% nas preferenciais, também contaminada por receios com o panorama eleitoral, apesar do avanço dos preços do petróleo no mercado externo. Já a Vale subiu 2,17%, na esteira do avanço do preço do minério de ferro à vista na China.
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17/08 - Corte turca rejeita recurso para libertar pastor americano
Caso do pastor evangélico norte-americano Andrew Brunson está no centro de uma crise diplomática entre a Turquia e os EUA, que provocou uma queda da moeda turca. Andrew Craig Brunson, pastor evangélico da Carolina do Norte chega nesta quarta-feira (26) a sua casa em Izmir, na Turquia Emre Tazegul/AP Photo A Alta Corte turca da província de Izmir rejeitou nesta sexta-feira (17) um novo recurso de um pastor evangélico norte-americano para ser liberado da prisão domiciliar. O pedido para que a proibição de viagem fosse suspensa também foi rejeitada, segundo a agência Anadolu. Andrew Brunson, que reside na província costeira de Izmir, está sendo julgado na Turquia por acusações de terrorismo e de ajudar a rede do clérigo islâmico Fethullah Gulen, que mora nos EUA e que Ancara responsabiliza por organizar uma tentativa de golpe contra o presidente turco, Tayyip Erdogan, em julho de 2016. Na quarta, um tribunal inferior já tinha rejeitado o recurso do pastor e a defesa recorreu à instância superior. Na quinta-feira (16), secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, disse que os Estados Unidos estão prontos para impor mais sanções à Turquia caso o pastor não seja libertado. Tensão diplomática O caso do pastor está no centro de uma crise diplomática entre a Turquia e os Estados Unidos, que provocou uma queda da moeda lira turca. Estados Unidos e Turquia são dois membros da Otan que têm se distanciado há anos devido a uma série de divergências sobre a Síria, sua percepção de ameaças de segurança e acordos de defesa. Entenda a crise da moeda da Turquia e os seus efeitos Os EUA impuseram sanções contra dois ministros turcos, e Ancara respondeu com medidas similares. Na sequência, o presidente americano, Donald Trump, anunciou o aumento das tarifas de importação do aço e do alumínio turcos. Nesta terça, a Turquia retaliou com aumentou de tarifas de vários produtos dos EUA. A lira perdeu mais de 25% de seu valor em um mês, o que aumenta ainda mais a pressão inflacionária na Turquia. Desde o início do ano, o valor da lira turca caiu 40% frente ao dólar e ao euro. Desde terça-feira, porém, a lira parece se estabilizar, após medidas do Banco Central e ao apelo de Erdogan de converter ouro e divisas estrangeiras. Notas de lira turca em casa de câmbio em Istambul Murad Sezer/Reuters
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17/08 - BNDES publica novo cronograma de privatização de distribuidoras da Eletrobras
Leilão de 4 distribuidoras da Eletrobras está suspenso por decisão do TRT do RJ. Venda da distribuidora de energia no Amazonas foi reagendada para 26 de setembro Sede da Eletrobras no Rio Reuters A Eletrobras informou nesta sexta-feira (17) que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou no Diário Oficial da União (DOU) alteração no cronograma de privatização das distribuidoras. No dia anterior, o órgão especial do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro (TRT-RJ), aprovou a manutenção da liminar concedida pela 49ª Vara do Trabalho do Rio que determina a suspensão do processo de privatização das distribuidoras e impede o leilão do próximo dia 30. A Eletrobras diz, em outro comunicado divulgado nesta manhã, que estudará as medidas cabíveis juntamente com a União e o com o BNDES. Segundo o novo calendário publicado pelo BNDES, a entrega dos documentos relativos ao processo de privatização da Eletroacre, Ceron (RO) e Boa Vista Energia (RR) será feita no dia 27 de agosto, das 9h às 12h, na B3. Os leilões estão agendados para acontecer no dia 30 de agosto, às 15h. Sobre a Amazonas Distribuidora de Energia, a informação do BNDES publicado no Diário Oficial — que consta de nota divulgada pela Eletrobras — é que o novo cronograma será detalhado nos próximos dias e que o leilão será realizado no dia 26 de setembro. O leilão da Ceal, de Alagoas, continua suspenso em virtude da decisão judicial no âmbito da ação cível originária n° 3.132/DF, diz o comunicado da Eletrobras. A possibilidade de manter apenas os leilões das distribuidoras do Acre, de Rondônia e de Roraima no dia 30 foi adiantada ontem pelo presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior, em conversa com jornalistas. Em julho, a Eletrobras comunicou que realizaria a privatização de suas distribuidoras em duas etapas, com o leilão da Cepisa, que atende o Piauí, em 26 de julho, e o das demais em 30 de agosto, algo que agora foi alterado. A Cepisa foi arrematada pela Equatorial Energia, em lance único.
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17/08 - Dólar sobe e termina a semana acima de R$ 3,90, com exterior e cena eleitoral local
A moeda norte-americana subiu 0,29%, a R$ 3,9146, após passar de R$ 3,95 na máxima do dia. Dólar sobe pelo terceiro pregão consecutivo Hafidz Mubarak/Reuters O dólar fechou em alta nesta-feira (17), no terceiro dia consecutivo de alta, diante da incerteza com as eleições no Brasil e as tensões no exterior. A moeda norte-americana subiu 0,29%, a R$ 3,9146. Veja mais cotações. Na máxima do dia, chegou a R$ 3,9528. Na semana, a alta foi de 1,29%. Já o dólar turismo era negociado perto de R$ 4,08, sem considerar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Eleições Os investidores continuam monitorando a campanha eleitoral, que começou na quinta-feira (16). Eles temem que um candidato considerado menos comprometido com o ajuste fiscal desponte na corrida à Presidência. "O mercado tem dúvidas que outros candidatos tenham condição de fazer reformas, o que gera mau humor", afirmou à Reuters a estrategista de câmbio do banco Ourinvest, Fernanda Consorte, acrescentando que a propaganda em rádio e TV, quando começar, será muito importante. Exterior No cenário externo, a lira turca recuou cerca de 4%, após uma breve recuperação, depois que um tribunal da Turquia rejeitou o recurso de libertação do pastor cristão norte-americano Andrew Brunson, acusado de terrorismo, um dia após os Estados Unidos alertarem para novas sanções a menos que Ancara abrisse mão do detido. Brunson é um dos desafetos do presidente do país, Tayyip Erdogan, e está preso desde 2016, quando uma onda repressora varreu o país após uma tentativa de golpe contra o estado turco. O pastor é um dos pivôs da piora nas relações entre Turquia e EUA: o governo Trump considera que as acusações contra ele são falsas e que, na verdade, representam uma perseguição à fé cristã e vem impondo restrições comerciais ao país – que são retaliadas pelo outro lado. Aliada à dependência da Turquia de capital estrangeiro, a crise política já fez com que a lira perdesse mais de 40% do seu valor frente ao dólar em 2018, pela preocupação dos investidores sobre a influência do presidente turco, Tayyip Erdogan, sobre a política monetária. Erdogan, um autodenominado "inimigo das taxas de juros", quer reduzir os juros apesar da alta inflação. Essa desvalorização tem provocado reflexos em moedas de diversos países emergentes. Entenda a crise da moeda da Turquia e os efeitos para emergentes e o Brasil Bolsas na Europa recuam com preocupações com a Turquia A crise da lira intensificou as preocupações sobre a economia em geral, particularmente sobre a dependência da Turquia das importações de energia e sobre a possibilidade dos níveis de dívida em moeda estrangeira representarem um risco para o setor bancário. Apesar da sequência de altas, a expectativa do mercado é de que o dólar termine o ano cotado a R$ 3,70, segundo o último boletim Focus divulgado pelo Banco Central. Educação Financeira: Quando é hora de comprar dólar? Mais VÍDEOS: Veja como é definido o valor do dólar e como o câmbio influencia sua vida Ação do BC O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando US$ 3,12 bilhões do total de US$ 5,255 bilhões que vence em setembro. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral, destaca a Reuters.
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17/08 - Discriminação no mercado de trabalho pode começar por fotos em redes sociais
Gerente de marketing negra denunciou preconceito em processos de seleção em rede social; recrutadores dizem que discriminação ainda existe, mas empresas estão mais conscientes. Filtros como fotos, gênero e raça ainda podem ser usados para a escolha de profissionais para as vagas de emprego, principalmente em redes sociais Reprodução/TV Tem O quanto a discriminação atrapalha as chances de um profissional ser contratado? Nos Estados Unidos, uma gerente de marketing e de projetos negra fez um teste durante três semanas numa rede social profissional. Ela se candidatou às mesmas vagas com seu perfil verdadeiro e um falso que ela criou com as suas informações profissionais, porém com o nome e a foto de seu noivo, que é branco. Segundo ela, o perfil verdadeiro, com sua foto, obteve um índice de resposta de menos de 2% em relação às vagas às quais se candidatou, enquanto o falso, com a foto e o nome do noivo, obteve 40% de retorno para as mesmas vagas. Initial plugin text E no Brasil? Por aqui, uma pesquisa da Vagas.com, companhia de soluções tecnológicas para recrutamento e seleção, revelou que mulheres, pessoas pretas, pessoas com deficiência e profissionais mais experientes e qualificados foram os que mais se sentiram afetados em processos de recrutamento e seleção. Discriminação racial é frequente no mundo corporativo, diz presidente da Bayer Empresa é denunciada por exigir 'hétero e magro' para vaga de garçom A pesquisa, feita com mais de 3,2 mil candidatos entre 6 de fevereiro e 13 de março, mostrou que 50% dos candidatos respondentes se sentiram prejudicados em dinâmicas seletivas. Dentro desse grupo, 54% são mulheres, 55% são pessoas pretas, 59% são pessoas com deficiência, 64% são pessoas com mais de 55 anos e 59% são pós-graduados. Ao serem questionados sobre os motivos da discriminação, os candidatos afirmaram as seguintes razões: idade (37%) local de moradia (15%) raça/etnia (12%) estilo e condição social (11%, cada) peso (10%) faculdade que frequentaram (9%) gênero (6%) religião ou crença (5%) deficiência (1%) Para Sergio Margosian, gerente da consultoria de recrutamento Michael Page e especialista em RH, no entanto, a situação está mudando. “A gente se encontra num momento muito importante de evolução [para tratar as questões] de gênero, raça e idade. Sugerimos sempre avaliar as competências e valores do profissional para as posições, mas vivemos num país em que a nossa educação precisa evoluir”, afirma. “Infelizmente essas situações podem ocorrer no mercado de trabalho, no entanto, as empresas estão cada vez mais olhando para as competências e experiências profissionais e valorizando a diversidade”, diz Ellen Souza, assessora de carreira da Catho. Margosian diz que, na maioria das vezes, as empresas não falam o tipo de profissional que querem porque sabem que é errado. “Muitas vezes não é falado, mas o cliente tem suas preferências, ele demonstra isso na tomada de decisão. Quando entrevista o profissional é que ele vai escolher e aprofundar na compreensão das competências e valores. E ele pode mudar de opinião e descobrir que estava equivocado no preconceito dele”, diz. O especialista de RH diz que, caso o cliente especifique que quer um homem para a vaga, e o recrutador encontra uma excelente candidata com alta performance, essa profissional acaba passando para a entrevista e o cliente reconhece que ela é muito boa. “É a oportunidade que ele tem de quebrar o preconceito dele, uma oportunidade de evoluir, entendendo o motivo”, diz. Com foto ou sem foto? Diante dessa possível discriminação, o que fazer nas redes sociais, especialmente as profissionais? Segundo Ellen, é indicado que a foto usada, sobretudo aquela com foco em carreira, esteja em linha com a boa imagem passada pelo currículo. Para Sergio Margosian, em redes voltadas para carreira, é importante colocar uma foto profissional porque se trata de networking, evitando foto em festa, bar ou praia. “Mas se eu sou dono de uma casa de eventos eu posso colocar porque está alinhado com minha profissão. A foto tem que estar alinhada com o que a pessoa faz”, pondera. Comportamento em redes sociais pode provocar demissão? Especialistas dizem que sim; tire dúvidas Empresas monitoram comportamento nas redes sociais para contratar ou demitir; veja cuidados No currículo impresso, de acordo com Ellen, a foto caiu em desuso de acordo com os padrões de mercado atuais. “Já os currículos online, geralmente, possuem campos específicos para inserir a foto, no entanto, vale reforçar que a qualificação e experiências são os principais pontos que a empresa deve avaliar”, diz. Segundo o gerente da Michael Page, empresas podem pedir a foto no currículo para cargos específicos, mas essa prática não pega bem. “O próprio candidato vai questionar o porquê, nossa consultoria também vai. O mais importante é a história do profissional, as competências técnicas e comportamentais e não a aparência”, diz. Imagem é avaliada Questionados se há preocupação em olhar a imagem do candidato que concorre à vaga, os especialistas em RH responderam que somente em funções específicas, como modelo, atendimento ao público e profissionais de vendas. Segundo Sergio Margosian, pode acontecer de a empresa pedir profissionais com algumas características, mas no geral a preocupação é com a boa impressão, como, por exemplo, unhas e barba feitas e o cabelo arrumado. “Hoje em dia o mais importante não é a aparência, a cor de pele ou a estatura, mas o quanto a pessoa se preocupa em causar uma boa impressão. É importante que essa pessoa esteja preocupada com a aparência dela, se ela por exemplo vai a uma reunião, é importante se arrumar para isso”, diz. Segundo Ellen, o ideal é que as empresas avaliem o candidato por suas competências e experiências profissionais e não pela sua imagem. Mas algumas empresas podem usar o critério da imagem caso percebam uma postura inadequada do candidato. De acordo com a recrutadora, o candidato pode ser descartado nas entrevistas por causa de comentários, postura e roupas inadequadas ao cargo e inadequação às diretrizes da empresa, por exemplo. Ellen ressalta que o comportamento nas mídias sociais pode ser consultado por algumas empresas durante o processo de seleção. “No que diz respeito à imagem que a pessoa passa nas redes sociais, é comum hoje em dia os recrutadores analisarem se o profissional está de acordo com os valores da empresa, por exemplo“, afirma.
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17/08 - China prolongará por mais 6 meses investigação sobre importação de frango do Brasil
Desde junho, país passou a impor tarifas mais altas sobre o produto brasileiro importações de frango provenientes do Brasil. A China vai estender por seis meses a investigação sobre a prática de dumping nas importações de frango do Brasil, informou nesta quinta-feira (17) o Ministério de Comércio da China. A investigação, lançada em agosto do ano passado, foi estendida até 18 de fevereiro devido à complexidade do caso, disse o ministério. Pequim anunciou em junho a imposição de direito antidumping provisório sobre as importações de frango provenientes do Brasil, de 18,8% e 38,4% sobre o valor das importações, em uma medida que afetou os principais exportadores brasileiros JBS e BRF. China impõe medidas antidumping sobre importação de frango brasileiro As medidas antidumping temporárias foram adotadas após reclamação da indústria doméstica de que o Brasil estaria vendendo seu produto abaixo do valor de mercado. A decisão representou mais um forte golpe à indústria brasileira. Em abril, a União Europeia tinha anunciado a proibição de 20 frigoríficos brasileiros de exportar frango para o bloco econômico. O Brasil é o maior exportador de frango do mundo e a origem de mais de 50% das importações de carne de frango do país asiático.
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17/08 - Pastel com mais de um metro 'transforma' desempregado em empresário: 'Tem que acreditar sempre'
Edivaldo Dotta Araújo conseguiu abrir três lojas no interior de São Paulo. Pastel tem 115 centímetros e é vendido com quase dois quilos de recheio. Pastel com mais de um metro 'transforma' desempregado em empresário Foi em um pastel nada convencional de mais de um metro de comprimento e com quase dois quilos de recheio que o empresário Edivaldo Dotta Araújo encontrou a porta de saída do desemprego e o sustento da família. Em entrevista ao G1, Dotta contou que a ideia surgiu quando mudou do Rio de Janeiro e começou a trabalhar na padaria de uma prima em Avaré, interior de São Paulo. “Passei por uma falência e decidi sair do Rio, onde trabalhei como pedreiro e caminhoneiro. Minha prima tinha duas padarias e me fez a proposta de trabalhar em uma delas. Então, fui com toda a família para Avaré. Fazíamos salgados, mas não vendíamos todos. Foi olhando uma perua que parou em frente da padaria vendendo caldo de cana que tive a ideia de vender pastel”, conta. Edivaldo Dotta conseguiu sair da crise após vender pastel gigante Paola Patriarca/G1 Segundo Dotta, ele começou a fazer pastéis maiores do que os vendidos nas feiras. Mas a ideia de fazer um exemplar com mais de um metro de comprimento surgiu depois que uma cliente entrou na padaria. “Vendia 15 pastéis e era tudo muito difícil. Um belo dia chegou uma moça, que para mim foi um anjo de Deus, para nos dar uma luz no fim do túnel. Quando ela perguntou o tamanho do pastel que vendia, comecei a pensar na palavra 'tamanho'. Na minha mente já veio a imagem de uma trena e tive a ideia de fazer um com mais de um metro”, afirma. Pastel vendido em Itapetininga tem 115 centímetros e quase dois quilos de recheio Paola Patriarca/G1 Loucura virou realidade Para a família, a ideia de Dotta era loucura. “Todo mundo achava eu louco, ainda mais porque não tínhamos dinheiro para investir nesse ramo e também nunca tínhamos trabalhado com isso.” Conforme o empresário, ele começou a pesquisar locais que pudessem fazer fritadeiras para o pastel. “Até que uma empresa do sul disse que fazia uma fritadeira por quase R$ 4 mil. Eu não tinha dinheiro para comprar, então comecei a juntar dinheiro para comprar e consegui”, diz. Pastel gigante virou atração no interior de São Paulo Claudio de Souza/TV TEM Porém, após cinco tentativas, Dotta não conseguia fritar o pastel “gigante”. Até que comprou uma espátula maior. “Pedia para Deus me dar uma luz para fritar o pastel porque ele vai muito recheio. E aí tive um sonho de um homem grande que mostrava uma espátula. Acordei e fui até um comerciante que poderia fazer para a gente. Mais uma vez não tinha dinheiro e tive que sacrificar um forno de pão para dar continuidade. Deu certo e conseguimos fritar o pastel, foi uma alegria sem tamanho”, afirma. Para fritar o pastel é preciso 40 litros de óleo ou gordura vegetal. Segundo o Dotta, 10 minutos o pastel “gigante” é servido. “Quando vejo ele saindo e indo para a mesa do cliente é satisfatório demais”, completa. Pelo tamanho e as mais de 30 opções de recheio, o pastel já virou atração na região. O pastel "gigante" custa, em média, R$ 45 e serve cerca de seis pessoas. Para fritar pastel são necessários 40 litros de óleo Claudio de Souza/TV TEM Empreendimento Após a aposta dar certo, Dotta começou a vender o pastel em Avaré. Meses depois, um tio do empresário, que mora em Franco da Rocha, gostou da ideia e também abriu uma pastelaria na cidade para vender o pastel de 115 centímetros. Dois anos depois, uma prima de Itapetininga também abriu uma pastelaria, onde trabalham 12 funcionários. “Até hoje corremos para conseguir recursos. Mas com muita batalha e luta, conseguimos abrir essas três lojas. Minha família também deu apoio e estamos caminhando. Não passava pela minha cabeça que ia conseguir sair da falência com a venda de um pastel”, afirma. Pastel 'gigante' demora 10 minutos para ficar pronto Claudio de Souza/TV TEM Dioginys Concianci foi com os amigos para conhecer a pastelaria e conta que nunca tinha visto um pastel com mais de um metro no estado de São Paulo. "Fui pela curiosidade e achei uma ideia bem interessante. Tanto que sai com um pastel e levei para toda a família", diz. Agora, o sonho de Dotta é fazer um pastel de 170 centímetros. “Primeiramente você tem que crer em Deus, em você e nos seus objetivos. Saber que não vai ser fácil, mas vai conseguir. Hoje meu pastel representa isso e quero ir além.” Cliente pode escolher até quatro recheios para ir no pastel Paola Patriarca/G1 Veja mais notícias da região no G1 Itapetininga
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17/08 - Desemprego entre os jovens é superior ao dobro da taxa geral, aponta IBGE
Jovens sofrem com barreira maior à entrada no mercado de trabalho por conta da falta de experiência, explica pesquisador. Jovens entre 18 e 24 anos representam 32% do total de desempregados no Brasil no 2º trimestre deste ano Carlos Trinca/EPTV Em tempos de desemprego em alta, a falta de experiência faz com que os jovens sejam os que mais sofrem com o reduzido número de vagas. Dados do mercado de trabalho divulgados nesta quinta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, entre os trabalhadores entre 18 e 24 anos, a taxa de desemprego é mais que o dobro da taxa da população em geral. Enquanto a taxa geral ficou em 12,4% no segundo trimestre, entre os jovens esse percentual salta para 26,6%. "Essa taxa é muito maior entre os jovens por conta das barreiras que são impostas a ele para ingressar no mercado de trabalho. Capacitar uma pessoa para o mercado de trabalho custa caro. Por isso o mercado tende a buscar quem já tem experiência profissional", explica Cimar Azeredo, que gerencia a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). De acordo com o levantamento, a maior taxa de desemprego, no entanto, é da população com idade entre 14 e 17 anos – ela chegou a 42,7%, mais que o triplo da taxa geral. Todavia, a legislação brasileira restringe a atuação profissional nesta faixa etária, que deve ser exercida sob condições específicas, como menor aprendiz, por exemplo. Nos demais grupos etários, a taxa de desemprego ficou menor que a geral, sendo a menor para as pessoas com 60 anos ou mais, que ficou em 4,4%. Segundo Azeredo, historicamente a taxa de desemprego entre os jovens sempre superou à da população adulta. Os números apresentados pelo instituto revelam ainda que, do total de 13 milhões de desempregados no país, 32% têm entre 18 e 24 anos, o que corresponde a um contingente de 4,1 milhões de jovens nesta faixa etária em busca de emprego. Este número é superado apenas pelos trabalhadores com idade entre 25 e 39 anos, que correspondem a 34,6% do total de desempregados – cerca de 4,5 milhões. Juntos, estes dois grupos etários respondem por 67% dos desempregados no país. Já os trabalhadores entre 40 e 59 anos representam 22,7% do total de desempregados, somando 2,9 milhões de pessoas. Segundo Azeredo, embora represente um contingente menor que o dos jovens em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho, o desemprego entre aqueles com mais de 40 anos é ainda mais grave. "O jovem, geralmente, está preso a uma estrutura familiar. Em condições normais, o jovem já é mais afetado pelo desemprego. Quando o desemprego afeta a população adulta é mais preocupante, porque é essa parcela deveria efetivamente estar ocupada, já que a princípio seria a que já concluiu os estudos, se constituiu como arrimo de família e que tende a ter mais dificuldade de se recolocar no mercado”, avaliou o pesquisador. Cenário do desemprego no Brasil inclui cinco milhões de jovens Taxa maior para pretos e pardos O IBGE destacou que a taxa de desemprego para pessoas que se autodeclaram pretas ou pardas também superou a taxa nacional. Para a população preta, ela ficou em 15% e para a parda em 14,4%. Já a taxa para a população branca foi de 9,9%. Dentre todo o contingente de desempregados do país, 52,3% são pardos, 35% são brancos e 11,8%, pretos. Mulheres são maioria entre os desempregados Dos 13 milhões de desempregados no país, 51% são mulheres e 49% são homens. A taxa de desemprego na análise por sexo também mostra que elas são as mais afetadas pelo desemprego. A taxa para os homens foi de 11%, abaixo da taxa geral, enquanto a das mulheres ficou em 14,2%. Brasil desperdiça a mão de obra de 27 milhões de trabalhadores 3,1 milhões estão desempregados há mais de 2 anos, aponta IBGE
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17/08 - Compensa deixar a dívida do cartão atrasar, mesmo sujando o nome, para tentar um desconto?
Pergunta: "Estou com uma dívida no cartão que não conseguirei pagar à vista. A proposta que o banco quer fazer é muito alta, praticamente iria pagar o dobro. Compensa eu deixar a dívida atrasar, mesmo sujando meu nome, para depois conseguir acordo com desconto?" Compensa deixar a dívida do cartão atrasar, mesmo sujando o nome, para tentar um desconto?
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17/08 - Campus Party de 2019 será de 12 a 17 de fevereiro
Ingressos para a 12ª edição custam de R$ 250 a R$ 365; principal nome será o do engenheiro da NASA Ivair Contigo. A Campus Party de São Paulo de 2019 vai acontecer entre os dias 12 e 17 de fevereiro. O anúncio da data foi feito pela organização do evento nesta quinta (16). O evento será realizado no Expo Center Norte. Será a 12ª edição. Os ingressos estão à venda no site da Campus Party e variam de R$ 250 a R$ 365. A organização do evento espera contar com 900 palestrantes. O principal nome será o do engenheiro brasileiro da NASA Ivair Gontijo. Ele foi um dos responsáveis pela criação do robô Curiosity - o maior e mais sofisticado veículo espacial a ser enviado com sucesso a Marte. Engenheiro da NASA, Ivair Gontijo afirma: 'Verei pessoas andando no planeta Marte' Entre as novidades da próxima edição, está o espaço Campus Job. Nele, serão oferecidas palestras para orientação de carreira não apenas para quem deseja empreender na área de inovação, mas para os que querem construir carreiras em empresas do setor. Campus Party 2017 em SP Flavio Moraes / G1
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16/08 - Asus lança linha de smartphones Zenfone 5 no Brasil
Os preços vão de R$ 1.349, preço de lançamento para a versão mais básica do Max, até R$ 3.399, para o modelo mais poderoso da linha top 5Z. Marketing da Asus, Marcel Campos, apresenta linha de smartphones Zenfone 5 no Brasil Fabrício Vitorino/Globo.com A linha de smartphones Zenfone 5, da Asus, foi lançada no Brasil nesta quinta-feira (16). Com destaque para o top de linha Zenfone 5Z, a família traz ainda o Zenfone 5, os Zenfones 5 Selfie e 5 Selfie Pro, os Zenfones Max e Max Pro. Os preços vão de R$ 1.349, preço de lançamento para a versão mais básica do Max, até R$ 3.399, para o modelo mais poderoso da linha top 5Z. Com exceção da versão 64 GB do Zenfone Max Pro, todos os aparelhos já estão disponíveis para a venda no Brasil. E, segundo o diretor de Marketing da Asus, Marcel Campos, todos os aparelhos serão fabricados no país. Ele explicou a demora entre o lançamento dos aparelhos - feito no Mobile World Congress de Barcelona, em fevereiro -, e o lançamento no Brasil, quase seis meses depois: "Precisamos preparar a produção local. Outras empresas atrasam o lançamento mundial para privilegiar o Brasil, onde são líderes de mercado, e acabam tendo prejuízo. Mas precisamos pensar na qualidade em primeiro lugar, depois, lucratividade, para manter o negócio rodando”. Sistema Todos os Zenfones novos vêm com Android 8.1, com upgrade previsto para a próxima versão, o Android Pie – a exceção dos Zenfone 5 Selfies, que vêm com Android M 7.1. E com um diferencial: pela primeira vez na Asus, uma experiência muito próxima a do Android “puro”, como são conhecidas as versões customizadas pelas fabricantes, com visual diferente e recheadas de apps que não podem ser desinstalados. Só não é “puro” porque, segundo Campos, isso não existe. “É história da carochinha”, diz ele, ao mostrar que praticamente todos os aparelhos alteram seus Androids, e atrasam o upgrade para as novas versões. Tela A Asus também aderiu ao novo padrão do mercado: as telas 18:9 (proporção entre altura e largura), que cobrem até 90% da frente do aparelho. Na verdade, a fabricante taiwanesa esticou a tela até o 19:9, já que os Zenfones também trazem o “notch”, aquele recorte no topo da tela, que ficou famoso no iPhone X. Com bordas mais finas e corpo com detalhes em vidro, os Zenfones ficaram mais elegantes. Na parte traseira, câmeras duplas na parte lateral fazem com que o smartphone fique ainda mais parecido com o “telefone da fruta”, como Campos gosta de chamar os iPhones da Apple. Já os Zenfone 5 Selfies trazem as câmeras traseiras no meio. Semelhança com iPhone? Desde seu lançamento, a linha Zenfone 5 foi criticada (ou elogiada) por copiar (ou se inspirar) nos iPhones. “Boa parte das pessoas entendeu o que estamos fazendo. Quando o designer de produtos da Asus chegou com o novo Zenfone pra mim eu disse ‘cara, esse é igual ao iPhone X’. E ele respondeu ‘Nãããooo...’. E eu disse ‘você vai ter que explicar isso para a imprensa’”, contou Campos durante o anúncio. O fato é que o Zenfone 5 se parece muito com o iPhone. Mas ocupa outra posição no mercado – tanto em termos de preço quanto em especificações - ainda que, em muitos momentos, a Asus faça comparações de performance diretas com o smart da Apple. Inteligência artificial A Asus trabalha os aparelhos com foco nas fotografias – tanto com as câmeras traseiras quanto com as câmeras selfie. Assim, nada mais lógico do que aliar um grande avanço de software ao hardware. Zenfone Selfie, da Asus, traz câmera dupla também na frente Fabrício Vitorino/Globo.com O salto da inteligência artificial nos Zenfones 5 é enorme: o aparelho é capaz de reconhecer lugares, pessoas, objetos e até mesmo circunstâncias para adequar as configurações das câmeras para obter não o melhor resultado, mas o melhor resultado para o dono do aparelho. A inteligência artificial na linha Zenfone atua também no carregamento da bateria – otimizado para entender os padrões de uso de cada usuário -, na regulagem do áudio (aumenta o som das notificações em locais barulhentos) e até mesmo no controle dos fones (há um assistente para personalizar de acordo com o ouvido do dono). “A inteligência artificial dos Zenfones 5 atua primeiro para entender a qual perfil de usuário você pertence e, em seguida, saber quais são suas preferências individuais. A partir daí, ele começa a otimizar o carregamento para que a bateria não seja sacrificada por uma carga rápida usada desnecessariamente, e por um tempo excessivo, por exemplo”, diz Campos. Especificações e preços O top de linha da Asus é o Zenfone 5Z, que vem com Snapdragon 845, GPU Adreno 630, suporte e carregador de 18w (fast charge), versões em 4/6/8 GB de RAM e 64/128/256GB de armazenamento. As versões custam R$ 2.499, R$ 2.949 e R$ 3.399, respectivamente. Já o Zenfone 5 vem com o Snapdragon 636, GPU Adreno 509, suporte ao carregador rápido (mas que não vem incluído na caixa), com duas versões, de 4GB de RAM com 64GB (R$ 1.999) ou 128GB de armazenamento (R$ 2.249). A tela é de 6.2 FHD+, com câmera traseira primária de 12MP, secundária de 8MP e selfie de 8MP. O Zenfone 5 Selfie vem em duas versões: a normal, com Snapdragon 430, 4GB de RAM e 64GB de armazenamento, custando R$ 1.499, e a Pro, com Snapdragon 630, com 4GB de RAM e 128GB de armazenamento, vendido a R$ 1.699. O aparelho é o único da família que não traz o Android 8.1 Oreo – vem com o Android M 7.1. As câmeras da linha Selfie são de 16MP, primária, 8MP, secundária, e incríveis 20MP na frontal, com direito a uma secundária frontal de 8MP. Já o Zenfone Max Pro, versão mais básica, vem com Snapdragon 636, 3GB de RAM e 32GB de armazenamento e acabamento em metal, e custa R$ 1.349. O Zenfone Max Pro traz o mesmo Snapdragon 636 com 4GB de RAM e 64GB de armazenamento. O Max traz câmera frontal primária de 13MP, secundária de 5MP e selfie de 8MP, enquanto o Max Pro traz frontal primária de 16MP, secundária de 5MP e selfie de 8MP, saindo por R$ 1.549.
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16/08 - Airbnb completa 10 anos em cenário cada vez mais regulamentado
Em diversas cidades, o preço dos alugueis explodiu e muitos moradores tiveram que se mudar dos grandes centros. A plataforma que nasceu em agosto de 2008 se tornou um dos maiores sucessos de economia colaborativa. Mas a empresa californiana tem enfrentado cada vez mais críticas. Em diversas cidades, o preço dos alugueis explodiu e muitos moradores tiveram que se mudar dos grandes centros. Em resposta, prefeituras, como a de Madrid na Espanha, decidiram impor regras cada vez mais duras ao Airbnb. Dividindo um apartamento em São Francisco, nos Estados Unidos, Brian Chesky e Joe Gebbia não poderiam imaginar que estavam prestes a lançar o maior site comunitário de acomodações do mundo. Em 2008, a cidade americana recebia uma conferência que lotou boa parte dos hotéis da região. Os dois estudantes americanos em design decidiram então anunciar na internet o espaço que tinham para acolher alguns participantes. Nascia então o Air bed and breakfast, que viria a se chamar pouco tempo depois Airbnb. De lá pra cá, Brian Chesky e Joe Gebbia conseguiram captar U$ 3,4 bilhões em investimentos e o valor da empresa já ultrapassou a marca dos U$ 30 bilhões. Em 2017, o faturamento chegou a U$ 2,6 bilhões e a empresa americana pretende bater a meta de U$ 3,6 bilhões neste ano. Airbnb na Dinamarca Reprodução / Airbnb Para explicar o sucesso, é preciso lembrar daquela velha máxima: “no lugar certo, na hora certa”. Airbnb nasceu em uma hora propícia, junto com a chegada do iPhone, outro grande sucesso comercial, que ajudou a democratizar o acesso à internet. “As empresas como Uber e Airbnb são emblemáticas por terem conseguido levar à terceira fase da internet na história, permitindo que o mundo digital invadisse o mundo real”, escreveu Brad Stone, autor de “The Upstars”, um livro que conta a ascensão dessas duas empresas, nascidas quase ao mesmo tempo. Outro fator essencial para o sucesso da plataforma, foi conseguir criar um cenário de confiança para convencer milhares de pessoas de dormir na casa de desconhecidos. Isso só foi possível com o sistema de avaliações baseados em perfis verificados. Polêmicas Mas o sucesso da plataforma também está cercado de polêmicas. Grupos hoteleiros foram os primeiros a denunciar uma concorrência desleal, já que os impostos aplicados aos hotéis não eram cobrados do Airbnb. Mas a discussão mais importante girou em torno do mercado de aluguel, que em algumas cidades, quase desapareceu. A pesquisadora do Núcleo de Direito e Democracia do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, mestre e doutoranda em Direito pela Universidade de São Paulo, Bianca Tavolari, conta que ninguém esperava um impacto tão grande nesse mercado. “Demora um pouco para que os proprietários vejam as vantagens em colocar seus imóveis para alugar na plataforma. Mas a partir do momento em que isso começa acontecer de maneira massiva, a falta de regulação começa a ser um problema”, explica Tavolari. Em muitos países, como no Brasil, a burocracia do mercado de aluguel tradicional foi um dos motivos para esse fenômeno. “Os contratos, com cláusulas contratuais, de despejo, de reajuste de preço, de duração, fizeram com que muitos optassem pelo Airbnb. O problema é que se todo mundo começa a fazer isso, eu deixo de ter um mercado de aluguel em áreas bem localizadas”, afirma a pesquisadora. Bairros sem moradores A análise que Bianca Tavolari fez sobre o Airbnb e os impasses regulatórios para o compartilhamento de moradia se tornou referência no assunto e foi publicado no livro "Economias do compartilhamento e o direito". Ela explica que, em muitas cidades, o preço dos alugueis explodiu e muitos moradores tiveram que se mudar dos grandes centros. Destino preferido dos brasileiros na Europa, Portugal pode estar em bolha imobiliária A pesquisadora lembra que em 2014, o procurador de Nova York, Eric Schneiderman, chegou a solicitar um relatório sobre os efeitos do aplicativo na cidade. Os dados revelaram que alguns bairros de Manhattan já não possuem mercado de aluguel tradicional. “Ou você é proprietário ou é turista. Você não consegue mais viver lá como morador da cidade querendo alugar um imóvel”, explica. Com a chegada de turistas em massa, que “não se importam em pagar mais para ficar em um lugar bem localizado, cria-se um problema de longo prazo no planejamento de moradias nas cidades”, analisa Tavolari. Regulamentação A grande maioria das cidades na Europa decidiu restringir o uso da plataforma. Paris, por exemplo, limitou o aluguel pelo Airbnb a 120 dias por ano e já está aplicando multas aos proprietários que não respeitam a regra. Barcelona foi além e passou a multar o próprio Airbnb. “A prefeitura começou a exigir um cadastro de quem quer alugar seu imóvel pela plataforma. Com isso, pôde negar pedidos em áreas saturadas. Mas onde a cidade se destacou, foi na fiscalização. Enquanto a maioria das capitais multa o dono do imóvel em caso de irregularidades, Barcelona passou a aplicar multas milionárias diretamente ao Airbnb. O que colocou em debate sobre a responsabilidade da plataforma que até então se dizia uma simples intermediadora”, explica a pesquisadora. Outra cidade espanhola, Palma de Maiorca, passou a proibir o Airbnb e desde o mês passado começou a aplicar multas de € 40 mil em quem continua alugando seu apartamento pela plataforma. Talvez todo esse debate fez com que o Airbnb começasse a diversificar seu portfólio. Desde 2016, a empresa passou a vender atividades e experiências culturais e em breve vai disponibilizar novas opções de alojamento, incluindo quartos em pequenos hotéis.
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16/08 - Leilão de distribuidoras da Eletrobras é suspenso pelo TRT do RJ
Por maioria dos votos, desembargadores mantiveram liminar que impede a venda de cinco distribuidoras, cujo leilão estava previsto para 30 de agosto. Sede da Eletrobras no Rio de Janeiro Reuters O Órgão Especial do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro (TRT/RJ) decidiu nesta quinta-feira (16) suspender o leilão de quatro distribuidoras da Eletrobras que está marcado para 30 de agosto. A intenção da estatal é licitar a Boa Vista Energia (Roraima), Amazonas Distribuidora e Energia, Companhia de Eletricidade do Acre e Centrais Elétricas de Rondônia. De acordo com o TRT/RJ, a decisão foi tomada com maioria dos votos dos desembargadores que analisaram o pedido que havia sido feito pelos sindicatos dos trabalhadores. Eletrobras ainda tem pendências para leilão de distribuidora do Amazonas, diz CEO Leilão de distribuidoras está mantido mesmo sem aprovação de projeto pelo Congresso, diz secretário do MME Lucro líquido da Eletrobras sobe para R$ 2,83 bilhões no 2º trimestre Em junho, as entidades que representam os trabalhadores da Eletrobras acionaram o TRT/RJ solicitando a suspensão da venda das distribuidoras. O pedido foi deferido pela juíza titular da 49ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, Raquel de Oliveira. Na ocasião, a magistrada determinou a suspensão do processo de privatização de cinco distribuidoras até que as estatais apresentassem, individualmente ou de forma coletiva, um estudo sobre o impacto da privatização nos contratos de trabalho em curso e nos direitos adquiridos por seus empregados. Quatro dias depois, o desembargador Fernando Antonio Zorzenon da Silva, presidente do TRT/RJ, deferiu pedido de suspensão da tutela provisória que havia sido deliberada anteriormente pela juíza da 49ª Vara. O pedido para reverter a decisão da magistrada havia sido representado pela Advocacia-Geral da União – AGU. Na sequência, os sindicatos que representam os empregados da Eletrobras apresentaram novo pedido contra a decisão do desembargador presidente do Tribunal. O pedido foi distribuído ao desembargador Enoque Ribeiro dos Santos, que indeferiu a liminar pleiteada pelos sindicatos. Novo recurso foi apresentado novamente pelos sindicatos contra essa decisão do desembargador Enoque Santos. O magistrado, por sua vez, deixou de reconsiderar sua própria decisão e remeteu o processo ao Órgão Especial do TRT/RJ. Em comunicado, a Eletrobras informou que "juntamente com a União e o com o BNDES estudará as medidas cabíveis".
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16/08 - Nota da redação: problema técnico com notícias antigas
Por um problema técnico, diversas reportagens antigas voltaram a aparecer no índice do G1 como se fossem notícias recentes, por volta das 11h30 desta quinta-feira (16). O problema foi corrigido às 15h30. O G1 pede desculpas pelo erro.
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16/08 - EUA ameaçam Turquia com mais sanções se pastor não for libertado
'Temos mais do que estamos planejando fazer se eles não o libertarem rapidamente', disse secretário do Tesouro norte-americano. O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, disse nesta quinta-feira (16) que os Estados Unidos estão prontos para impor mais sanções à Turquia caso o pastor Andrew Brunson, acusado de terrorismo, não seja libertado. "Temos mais do que estamos planejando fazer se eles não o libertarem rapidamente", disse Mnuchin, durante reunião do gabinete do presidente Donald Trump, informou a agência de notícias Reuters. A declaração foi feita após os EUA descartarem retirar as tarifas sobre o aço importado da Turquia. Entenda a crise da moeda da Turquia e os seus efeitos Como a prisão de um pastor evangélico americano ajudou a derreter a lira turca As tensões entre a Turquia e os Estados Unidos têm ampliado um movimento de desvalorização da lira turca, movimento que, por sua vez, vem influenciando os mercados financeiros em todo o mundo. As preocupações sem somam à guerra comercial entre os EUA e a China. Na semana passada, presidente Donald Trump dobrou as tarifas sobre metais turcos exportados para os Estados Unidos, levando a Turquia, que disse que não vai se curvar às ameaças, a aumentar as tarifas sobre os carros, álcool e tabaco na mesma magnitude na quarta-feira. Em meio à piora nas relações com os Estados Unidos, a Turquia recebeu ajuda do Catar, que prometeu investir US$ 15 bilhões no país, o que deu suporte à recuperação da lira turca. Também nesta quinta, o ministro turco das Finanças, Berat Albayrak, descartou que seu país vá pedir ajuda ao Fundo Monetário Internacional (FMI) para superar a crise monetária, noticiou a France Presse. "Sairemos ainda mais fortes dessas turbulências", declarou o ministro, segundo a televisão estatal TRT, durante teleconferência com investidores dos Estados Unidos, Europa e Ásia. Lira turca tem forte desvalorização e registra novo mínimo frente ao dólar Murad Sezer/Reuters
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16/08 - Petrobras tem vitória no Carf em processo de R$ 8,18 bilhões
Decisão foi confirmada pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, do Ministério da Fazenda. Fisco questionava cobrança do IRPJ e da CSLL sobre parte do resultado financeiro de 2011 da estatal. A segunda turma da 4ª Câmara da 1ª Seção do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) decidiu, na manhã desta quarta-feira (16), em favor da Petrobras em um processo movido pela Receita Federal que cobrava R$ 8,188 bilhões. A informação foi confirmada ao G1 pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), que representa o governo nesse tipo de processo. A decisão da turma do Carf foi unânime. O Carf é um tribunal administrativo no qual empresas recorrem de multas aplicadas pela Receita Federal. A Secretaria da Receita Federal cobrava os valores relativos ao Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e à Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) sobre parte do resultado financeiro de 2011 da Petrobras. O Fisco argumentava que é vedada a dedução de custos com desenvolvimento da produção, por meio da retirada, no período em que os gastos foram feitos, no cálculo dos tributos, mas não teve seus argumentos acolhidos pelo Carf. A PGFN pode recorrer à Câmara Superior do conselho para tentar reverter a decisão. Entretanto, anunciou que, até o momento, não pretende recorrer. "A área responsável informa que até o momento não há paradigma para a interposição do recurso especial de divergência", informou.
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16/08 - Tribunal de Justiça de Mato Grosso abre 9 vagas para juízes com salário de R$ 23,5 mil
Inscrição será realizada pela internet a partir da próxima segunda-feira (20) até o dia 26 de setembro. É cobrada uma taxa de R$ 235,77 para se inscrever. Tribunal de Justiça de Mato Grosso Tribunal de Justiça de Mato Grosso O Tribunal de Justiça de Mato Grosso divulgou, nesta quinta-feira (16), um edital de um concurso público com 9 vagas para juízes. Segundo o edital, a remuneração oferecida é de R$ 23.577,96. É cobrada uma taxa de R$ 235,77 para se inscrever. O edital foi publicado no Diário da Justiça Eletrônico (DJE). Para se inscrever, acesse o link. A inscrição será realizada pela internet no site da organizadora do concurso a partir da próxima segunda-feira (20) até o dia 26 de setembro. O concurso público será organizado por uma comissão e executado pela Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Fundação Vunesp). A prova objetiva será aplicada em Cuiabá, prevista para o período da manhã, no dia 18 de novembro. Ainda, os candidatos farão prova escrita, passarão por investigação social, exame de sanidade física, mental, psicológica e avaliação de títulos.
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