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24/11 - Preços do petróleo têm maior nível desde março com testes de vacina
Investidores também se mostraram otimistas com o início da transição nos Estados Unidos. Os preços do petróleo avançaram cerca de 4% nesta terça-feira (24), atingindo os maiores níveis desde março, após uma terceira vacina promissora contra o coronavírus gerar esperanças de recuperação na demanda por combustíveis e o presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, iniciar sua transição para a Casa Branca. O petróleo Brent fechou em alta de US$ 1,80, ou 3,9%, a US$ 47,86 por barril, enquanto o petróleo dos EUA teve ganho de US$ 1,85, ou 4,3%, para US$ 44,91 o barril. Ambos os valores de referência registraram o mais alto nível de fechamento desde 6 de março. Trump finalmente autoriza que Biden inicie a transição entre governos Na segunda-feira, a AstraZeneca disse que sua vacina contra a Covid-19 foi 70% efetiva em testes e pode ter eficácia de até 90%, dando à luta contra a pandemia mais uma potencial solução, após resultados positivos da Pfizer-BioNTech e Moderna. "O complexo petróleo está operando com base na vacina", disse John Kilduff, sócio da Again Capital em Nova York. "Até que possamos ver o outro lado da pandemia, o mercado seguirá atolado na demanda fraca." Além disso, as escolhas iniciais de Joe Biden para assessorá-lo na Presidência dos EUA, após o governo de Donald Trump liberar os recursos de transição, ajudaram a impulsionar os futuros do petróleo e os mercados de ações. Vídeos: Últimas notícias de economia
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24/11 - Twitter irá mostrar aviso quando as pessoas curtirem publicações rotuladas como enganosas
Opção vinha aparecendo para retuítes, e agora foi expandida para os 'likes'. Objetivo da rede social é diminuir circulação de informações falsas. Ícone do aplicativo do Twitter em um smartphone. Thomas White/Reuters O Twitter anunciou na última segunda-feira (23) que irá exibir um aviso quando as pessoas curtirem publicações rotuladas como enganosas. A iniciativa é uma ampliação de um recurso similar, mas que aparecia para retuítes. Esses alertas serão mostrados quando alguém curtir ou retuitar algum post que tenha sido marcado pela rede social como enganoso. Em comunicado ao G1, a rede social disse que novidade já está valendo na versão web e no aplicativo para iPhone. Nos celulares Android, a função deve aparecer daqui aproximadamente duas semanas. Mensagem que diz que informação é contestada vai aparecer em publicações rotuladas como enganosas no Twitter. Reprodução/Twitter O Twitter diz que esse selo pode ser incluído em materiais que desinformem sobre "integridade cívica e Covid-19, assim como em tuítes com mídia sintética [deepfakes] e manipulada". Saiba mais: Twitter diz ter marcado 300 mil mensagens 'enganosas' sobre eleições nos EUA A mudança no mecanismo de retuíte, que mostra uma caixa para pessoas comentarem conteúdo em vez de simplesmente replicar a publicação, diminuiu a circulação de informações enganosas em 29%, segundo a rede social. Esse resultado levou a companhia a incluir a caixa de aviso em curtidas – os posts com muitos 'likes' costumam aparecer com mais frequência no feed dos usuários. Veja os vídeos mais assistidos do G1
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24/11 - Ações europeias fecham na máxima em quase 9 meses
Otimismo em torno de uma vacina contra o coronavírus já no início do próximo ano alimentaram esperanças de uma recuperação econômica rápida. O mercado acionário europeu fechou em alta nesta terça-feira (24), uma vez que o potencial alívio dos lockdowns na França e o otimismo em torno de uma vacina contra o coronavírus já no início do próximo ano alimentaram esperanças de uma recuperação econômica rápida. O índice pan-europeu STOXX 600 subiu 0,8% e chegou ao nível de fechamento mais forte desde o final de fevereiro, sustentado por fortes ganhos nas ações de petróleo e gás, que caminham para o melhor mês já registrado, conforme os preços do petróleo atingem os níveis mais altos desde o final de março. O STOXX 600 tem alta acumulada de 14,5% em novembro e está a caminho de registrar o maior ganho mensal na história. "Os investidores estão saindo do ruído de um risco potencial no curto prazo e focando totalmente no otimismo da vacina aliado aos acontecimentos políticos nos EUA", disse Craig Erlam, analista sênior de mercado da OANDA. Europa se esforça para conter o aumento nos números de casos e mortes por Covid-19 Entretanto, a atividade empresarial na Europa teve dificuldades durante o mês, já que novas medidas de lockdown forçaram o fechamento temporário de muitas empresas diante de uma segunda onda de infecções por coronavírus no continente. Em Londres, o índice Financial Times avançou 1,55%, a 6.432,17 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX subiu 1,26%, a 13.292,44 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 ganhou 1,21%, a 5.558,42 pontos. Em Milão, o índice Ftse/Mib teve valorização de 2,04%, a 22.145,06 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 registrou alta de 2,03%, a 8.143,20 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 valorizou-se 2,73%, a 4.571,02 pontos. Assista as últimas notícias de economia
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24/11 - Cafeicultor pode ter dificuldade de cumprir entregas, se safra 2021 cair muito, diz Itaú BBA
O banco de investimentos prevê uma quebra de 14% e 21% na próxima temporada (2021/22), em função de chuvas inferiores à média e do ano de baixa no ciclo bienal de produção do grão arábica. Café, Sul de Minas Erasmo Pereira / Epamig Aquele produtor de café do Brasil que se empolgou com vendas antecipadas para 2021 pode ter dificuldades para cumprir entregas, caso a safra do próximo ano tenha uma quebra expressiva ou problemas de qualidade como alguns comentam, avaliou nesta terça-feira (24) um especialista do Itaú BBA. De onde vem: café é a 2ª bebida mais consumida no país Sabe tudo de café? Faça o TESTE O banco de investimentos trabalha com cenários que apontam uma quebra de 14% e 21% na próxima temporada (2021/22), em função de chuvas inferiores à média e do ano de baixa no ciclo bienal de produção do grão arábica. "O sul de Minas (principal região produtora) foi muito castigado, se ele (produtor) vendeu 50% (antecipadamente), ele vai passar um 'calor'. É mais neste sentido que pode ter alguma dificuldade", afirmou o consultor de Agronegócios do Itaú BBA, César de Castro Alves, durante evento online com jornalistas. A xícara de café que custa R$ 420 WEBSTORIES: como preparar um café perfeito Contudo, o especialista disse que os produtores não comercializaram nem um terço da próxima safra, ainda que o movimento de vendas antecipadas tenha sido expressivo para o ciclo deste ano com impulso do câmbio -- no caso de 2020, 70% da produção já está vendida. "Arriscaria a dizer que não deve chegar a 30%", disse ele, supondo o percentual de vendas futuras referente à colheita do ano que vem. "(Isso) preocupa em princípio um pouco, mas a gente sabe que tem produtores que podem exagerar na dose (de vendas)", afirmou ele, lembrando que ainda é cedo para apontar o tamanho da redução de colheita do Brasil em 2021 ante 2020, quando o país teve uma de suas melhores temporadas. Cafeicultora de RO fica em primeiro lugar em concurso nacional de café Ele disse ainda que, no café, a venda do produto também envolve a qualidade do grão, o que pode adicionar uma dificuldade para cumprimento da entrega. "E parece que vai ter algum problema", afirmou, apontando floradas "desorganizadas" pelas chuvas irregulares. "Pode ser que tenhamos uma safra de qualidade um pouco pior, ele (produtor) até consegue colher, mas não tem condições de entregar. Se a qualidade for um pouco pior, essa dificuldade pode vir daí também", ponderou. O especialista conjecturou que, se o quadro da quebra de safra não for "tão catastrófico", eventuais problemas de entregas do produto já comercializado seriam menores. Tradicionalmente, lembrou Alves, os cafeicultores não negociam volumes tão expressivos da safra futura, como o setor de grãos, que já comercializou mais de 50% da colheita de soja antes mesmo de o plantio ter sido encerrado, por exemplo. Embora o Brasil tenha colhido uma grande safra de café e esteja com armazéns cheios, o quadro de oferta é mais apertado em 2021, comentou Alves, o que "pode criar espaço para preços mais firmes". VÍDEOS: tudo sobre agronegócios
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24/11 - Atualize o app do G1 e acompanhe a apuração do 2º turno das eleições 2020
Receba notificações das principais notícias deste domingo (29). Atualize o aplicativo do G1 para acompanhar a apuração em tempo real do 2º turno das eleições municipais neste domingo (29). Se ainda não tem o app, veja como baixar. Além da contagem de votos em todos os municípios com 2º turno, o aplicativo do G1 vai trazer: notificações sobre os resultados das eleições apuração por zona eleitoral nas principais cidades mapa mostrando a situação da apuração em todo o Brasil a eleição em números páginas exclusivas com as principais declarações dos eleitos durante a campanha cobertura completa e análises em vídeos, fotos e textos E, desde já, acompanhe pelo app: a reta final das campanhas as principais pesquisas de intenção de votos checagem de frases do Fato ou Fake a série em vídeos "Funciona assim", que tira dúvidas e explica como funcionam as eleições — do financiamento das campanhas à apuração e definição dos vencedores o Jogo Eleitoral, para saber qual candidato tem opiniões mais parecidas com a sua sobre temas importantes para as cidades dicas para votar com segurança e outros serviços. Como atualizar Atualizar o aplicativo é importante porque foram feitas melhorias em relação à experiência no 1º turno. Para isso, se o seu smartphone for Android, vá à Play Store e clique no menu em "Meus apps". Ou, no caso do iPhone, entre na App Store e toque no item "Atualizações".
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24/11 - Tesouro Direto: resgates superam emissões em outubro pelo quarto mês consecutivo
No mês passado, retirada líquida de recursos somou R$ 472 milhões. Cadastraram-se no programa 274 mil novos investidores. As emissões de títulos públicos por meio do Tesouro Direto somaram R$ 1,536 bilhões em outubro, enquanto os resgates totalizaram R$ 2,008 bilhões no período, informou o Ministério da Economia nesta terça-feira (24). Foi o quarto mês seguido em que a soma dos resgates superou o valor das novas emissões de títulos. A diferença entre os dois valores equivale a uma saída liquida de recursos do programa de R$ 472 milhões no mês passado. O Tesouro Direto é um programa criado em janeiro de 2002 e permite que pessoas físicas comprem títulos públicos pela internet. Desde agosto, a taxa de de manutenção para investimentos no Tesouro Selic de até R$ 10 mil está zerada. O valor era de 0,25% ao ano, e foi reduzido pela Secretaria do Tesouro Nacional e pela bolsa de valores brasileira, a B3. Investidores cadastrados De acordo com o Tesouro Nacional, 274.090 novos investidores se cadastraram no programa em outubro. Com isso, o número total de investidores cadastrados até o fim do mês passado atingiu 8.660.306, um aumento de 65,3% nos últimos doze meses. "O número de investidores ativos chegou a 1.358.668, uma variação de 16% nos últimos doze meses. No mês, houve redução de 941 investidores ativos", informou a instituição. Volume total Em outubro, o saldo total (estoque) de títulos em mercado alcançou o valor de R$ 61,52 bilhões, uma alta de 0,06% em relação ao mês anterior (R$ 61,49 bilhões). "Os títulos remunerados por índices de preços respondem pelo maior volume no estoque, alcançando 49,5%. Na sequência, aparecem os títulos indexados à taxa Selic, com participação de 30,3%, e, por fim, os títulos prefixados, com 20,1%", informou o Tesouro Nacional. Vídeos: Flávia Oliveira comenta economia
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24/11 - TSE aponta 64 mil beneficiários do auxílio emergencial como doadores de campanhas eleitorais
Relatório afirma que esses doadores contribuíram, no total, com R$ 54,5 milhões para candidatos no primeiro turno das eleições municipais deste ano. TSE: 64 mil doadores de campanha receberam auxílio emergencial O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) identificou quase 64 mil beneficiários do auxílio emergencial entre os doadores de campanhas do primeiro turno das eleições municipais deste ano. Ao todo, esses doadores foram responsáveis por repasses que somam mais de R$ 54,5 milhões. O levantamento obtido pela TV Globo foi concluído nesta segunda-feira (23) pelo Núcleo de Inteligência da Justiça Eleitoral do tribunal. As informações fazem parte de um cruzamento de um banco de dados de seis órgãos federais, como Receita Federal, Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e Ministério Público Eleitoral (MPE). Na quinta fase da análise de dados, os técnicos conseguiram inserir no sistema a lista dos beneficiados com os pagamentos do auxílio emergencial, além dos que recebem o Bolsa Família. Segundo os técnicos, a análise do auxílio emergencial impactou significativamente o total de doações e pagamentos com suspeitas de irregularidades. Agora, são investigados cerca de R$ 589 milhões. A análise identificou 31.725 empresas fornecedoras de campanha cujo quadro societário inclui beneficiários do programa Bolsa Família ou do auxílio emergencial. Segundo as prestações de contas, essas empresas foram contratadas para prestar serviços às campanhas e, juntas, receberam um total de R$ 386 milhões. Na etapa anterior da verificação, no último dia 16, os dados só levavam em conta o Bolsa Família. Essa checagem já tinha encontrado 1.289 fornecedores com beneficiários do programa social entre os sócios e que tinham recebido um total de R$ 940 mil. Foram identificados ainda: 7.985 empresas criadas recentemente e com sócio filiado a partido político que receberam um total de R$ 68,7 milhões; 12.437 doadores sem emprego formal que repassaram um total de R$ 44,2 milhões; 2.751 doadores com renda incompatível com doações que somam R$ 23,7 milhões; 5.603 prestadores de serviço que têm parentesco com a candidatos e que receberam um total de R$ 7,3 milhões; 1.949 fornecedores sem registro na junta comercial ou na Receita que receberam R$ 3,3 milhões; 24 doadores que aparecem no Sistema de Controle de Óbitos e como responsáveis por doações de R$ 36 mil. Essas informações serão analisadas pelos juízes eleitorais que podem determinar novas investigações e usar o material para julgar as contas eleitorais. O Ministério Público Eleitoral também vai apurar os casos. Se forem confirmadas as irregularidades, os candidatos eleitos podem ter seus mandatos questionados na Justiça. Candidatos Os dados se somam a um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) do início do mês que encontrou mais de dez mil candidatos que declararam patrimônio igual ou superior a R$ 300 mil e receberam alguma parcela do auxílio emergencial até julho de 2020 (veja no vídeo mais abaixo). Quase 2 mil candidatos são do estado de São Paulo, número semelhante em Minas Gerais. A lista do TCU inclui candidatos com patrimônio de mais de R$ 1 milhão. Alguns declararam ter carros de luxo, prédios comerciais, fazendas, indicando condição financeira bem distante da realidade da maioria dos brasileiros que precisa do auxílio emergencial. Mais de 10 mil candidatos receberam auxílio emergencial de forma indevida, diz TCU
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24/11 - Financiamento imobiliário cresce 84% em outubro e renova recorde, diz Abecip
Desde o início do ano, foram financiados mais de 320 mil imóveis, somando R$ 92,67 bilhões. Os financiamentos imobiliários chegaram a R$ 13,9 bilhões em outubro de 2020, um aumento de 84% em relação ao mesmo mês de 2019. A informação foi divulgada nesta terça-feira (24) pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). O crescimento em relação ao mês anterior foi de 7,4%. Em termos financeiros, foi renovado o recorde de financiamento com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) em toda a série histórica, medida desde 1994. A crescente vem desde abril deste ano, depois de uma desaceleração no início de 2020. O mercado imobiliário voltou a reaquecer com a queda da taxa básica de juros, a Selic, para o patamar de 2% ao ano. Juros baixos estimulam brasileiros a procurar crédito imobiliário Abecip - outubro/2020 Economia G1 No acumulado de janeiro a outubro, os empréstimos para compra e construção de imóveis cresceram 48,8% na comparação com o mesmo período de 2019, atingindo R$ 92,67 bilhões - mais do dobro de todo o valor do ano passado. Em 12 meses, a alta foi de 49,1%, para R$ 109,11 bilhões. Recorde de unidades Foram financiados em outubro 45,5 mil imóveis, uma alta de 8,3% frente a setembro e de 53,6% na comparação com outubro de 2019. De janeiro a outubro, a alta foi de 36,8% em relação ao período em 2019, somando 324,6 mil unidades financiadas. Quarentena contra o coronavírus faz aumentar a procura por imóveis maiores Assista as últimas notícias de economia
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24/11 - Pronta para votação, proposta de diretrizes para vacinação contra Covid está parada no Senado
Projeto para dar transparência e publicidade às diretrizes para vacinação contra a Covid-19 está há quase dois meses parado no Senado, aguardando a votação no plenário. O relator, senador Nelsinho Trad, tornou o texto, que foi direto para o plenário pela urgência no tema, disponível para votação depois de avaliar emendas de senadores, ouvir o Ministério da Saúde e até mesmo desenvolvedores de vacinas em teste no Brasil. O foco, segundo afirmou o senador ao blog, é que as diretrizes utilizadas pelo governo federal sejam técnicas, tenham transparência e possam ser públicas para a população. “Na hora que esta vacina sair, vai ser um puxa daqui, puxa dali entre os Estados”, afirma Trad, que é médico e defende regras claras de distribuição. Análise: a reta final dos testes e o Brasil no ‘mapa’ das vacinas O senador afirma ter se reunido com o setor de imunização do Ministério da Saúde, que pretende utilizar a mesma logística do Dia D de Imunização de outras vacinas para a aplicação de uma vacina contra a Covid-19, quando estiver disponível. Segundo Trad, a ideia é dar prioridade a grupos de risco e pessoas mais expostas, como profissionais da saúde – como já ocorre com a vacinação da gripe, por exemplo. O relatório unifica dois projetos dos senadores Alessandro Vieira e Rose de Freitas, além de 16 emendas de outros senadores. No texto, a definição das regras e critérios precisa ser aprovada por uma comissão tripartite, que inclui Estados e o Conselho Nacional de Saúde.
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24/11 - Empresa abre 120 vagas de emprego para auxiliar logístico em Vinhedo; salário é de R$ 1.250
Interessados não precisam ter experiência na área e devem agendar entrevista por e-mail, até as 10h desta quarta-feira (25). Veja outros pré-requisitos e benefícios. Oportunidades são temporárias. Vagas são para empresa de logística em Vinhedo Heloise Hamada/G1 O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Vinhedo (SP) está com 120 vagas temporárias de emprego abertas para o cargo de auxiliar logístico na empresa Ceva, atuante na área de logística na cidade. O salário oferecido é de R$ 1.250. Os interessados não precisam ter experiência na área e podem ser de ambos os sexos. Entretanto, para concorrer às vagas, é necessário ter mais de 18 anos, nunca ter trabalhado na Ceva e morar em Vinhedo ou Louveira (SP). Como forma de evitar o contágio da Covid-19, os candidatos devem confirmar presença no processo seletivo até as 10h de quarta (25) pelo e-mail patvinhedo@sde.sp.gov.br. Na sequência, receberão uma resposta com o horário agendado da entrevista. Além da remuneração, o PAT destaca também que os contratados têm direito a benefícios, como assistência médica, ônibus fretado e refeição no local. Apesar de as vagas serem temporárias, há chances de efetivação, segundo a empresa. VÍDEOS: os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias Veja mais oportunidades na região no G1 Campinas
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24/11 - Arrecadação de impostos aumenta 9,56% e soma R$ 153,9 bilhões em outubro
Alta foi registrada na comparação com o mesmo mês de 2019, quando foram arrecadados R$ 135,2 bilhões. É o terceiro mês seguido de crescimento da arrecadação em 2020. A Receita Federal informou nesta terça-feira (24) que a arrecadação de impostos somou R$ 153, 9 bilhões em outubro. O valor representa uma alta de 9,56% na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando foram arrecadados R$ 135,2 bilhões. Os números oficiais também mostram que o resultado de outubro foi o maior para o mês em seis anos, ou seja, desde 2014, quando o valor atingiu R$ 170,2 bilhões. No acumulado de janeiro a outubro de 2020, porém, há queda na arrecadação. Foram R$ 1,18 trilhão, valor 9,45% menor que o registrado no mesmo período de 2019, quando somou R$ 1,26 trilhão. Empresas De acordo com a Receita, a arrecadação de impostos pagos por empresas (IRPJ e CSLL) subiu quase 18% em outubro. Foram R$ 31,9 bilhões, ante R$ 27,3 bilhões em outubro do ano passado. A maior parte da alta se deve ao balanço trimestral das empresas. Conforme a Receita, os fatores determinantes para os resultados de outubro foram: o crescimento dos impostos arrecadados pelas empresas; a redução a zero das alíquotas do IOF aplicáveis nas operações de crédito. Ainda conforme os dados do Fisco, o mês de outubro registrou: Cofins/Pis Pasep: crescimento de 19,97% (impactado pelo recolhimento no mês das parcelas diferidas do mês de maio e o crescimento do volume de vendas em relação a setembro de 2019); Receita Previdenciária: alta de 15,01% (impactado pelo recolhimento das parcelas diferidas e também o aumento de compensações); IRPJ/CSLL: crescimento de 17,97% (impactado pelo balanço trimestral. Há recolhimentos maiores nos meses de outubro, janeiro e julho); IRPF: crescimento de 19,26% (diferimento dos recolhimento das cotas neste ano. A postergação da entrega das declarações. Essa diferença de dois meses faz com que o volume de cotas elas venham em patamares maiores). IPI (exceto vinculado): crescimento de 14,26% (destaque para o setor metalúrgico) Cide - combustíveis: queda de 5,93% IOF: queda de 71,19% (porque houve a prorrogação da desoneração do tributo sobre as operações de crédito). VÍDEOS: veja as últimas notícias da economia
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24/11 - Donos de imóveis em Berlim deverão reduzir seus aluguéis
2ª etapa da lei que definiu teto para aluguéis na capital alemã entra em vigor, e milhares de proprietários serão forçados a reduzir valores excedentes. Mas batalha legal em torno da legislação continua. Casal de idosos atravessa a Pariser Platz deserta perto do Portão de Brandenburgo, em Berlim, na Alemanha Odd Andersen/AFP Desde segunda-feira (23), proprietários de imóveis em Berlim que cobrem de seus locatários valores excessivamente altos – ou seja, que excedam um teto estabelecido em mais de 20% – deverão reduzir seus aluguéis ou enfrentarão multas pesadas. Isso porque o tribunal constitucional alemão rejeitou as tentativas das associações de proprietários de deter as reduções que deveriam ter sido aplicadas no final de outubro. Cerca de 85% dos habitantes da capital alemã moram em imóveis alugados e, segundo a Associação de Locatários de Berlim (BMV, na sigla em alemão), aproximadamente 365 mil apartamentos na cidade são elegíveis para a redução do aluguel, conforme a lei do teto aprovada neste ano. Mas esse número é contestado: um estudo da consultoria imobiliária F+B estima que mais de 500 mil imóveis sejam alugados por valores excedentes que deverão ser reduzidos. "É um golpe de sorte para os inquilinos de Berlim que tenhamos um teto de aluguel aqui, à luz da crise econômica causada pela pandemia de covid-19", disse o chefe da BMV Reiner Wild em nota, acrescentando que a redução dos valores é "apropriada, justificável e sensata". Sob as novas medidas, os cortes deverão atingir principalmente os contratos de locação assinados nos últimos cinco ou seis anos, uma vez que os aluguéis em Berlim aumentaram drasticamente nesse período: de 2014 a 2019, os valores de novos contratos aumentaram em média 30% – especialmente se os apartamentos foram renovados ou reformados, afirmou a BMV. O teto máximo não se aplica a edifícios concluídos depois de 2014. O aluguel de um apartamento médio de 60 metros quadrados custa cerca de 850 euros (R$ 5.475), aproximadamente um terço do rendimento familiar médio na capital alemã. Peso para os inquilinos Mas muitos proprietários em Berlim parecem esperar que seus inquilinos simplesmente não se deem conta das novas regras. Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela plataforma de direitos do consumidor Conny apontou que três quartos de seus clientes elegíveis para uma redução de aluguel não foram informados por seus proprietários. Isso significa que cabe aos locatários verificaram os valores de seus aluguéis por conta própria, o que pode ser feito por meio de um site lançado pelo governo de Berlim, pela BMV ou por um dos vários serviços de consultoria que surgiram neste ano. Inquilinos que pagarem valores que excedam o limite poderão processar seus senhorios e pedir o excedente de volta. "É muito provável que nem todos os proprietários sigam a lei", afirmou o presidente da Conny, Daniel Halmer, em comunicado. "Tememos que os fornecedores privados, em particular, não reduzam o aluguel por conta própria", disse, por sua vez, Reiner Wild, da BMV, pedindo aos inquilinos que chequem o valor de seus aluguéis. Peso para os proprietários A redução dos aluguéis faz parte da segunda etapa da lei do teto, que entra em vigor agora. A primeira fase da legislação, introduzida em fevereiro deste ano após sua aprovação em janeiro, congelou pelos próximos cinco anos os preços pagos por 1,5 milhão de apartamentos em Berlim. Enquanto isso, os proprietários têm estado ocupados contabilizando a perda potencial em suas receitas. Segundo o índice da consultoria F+B publicado nesta segunda-feira, donos de imóveis poderão perder um total de 250 milhões de euros por ano, ou 40 euros por apartamento por mês. Mas os proprietários também têm seus meios para combater as novas medidas. A emissora pública RBB reportou na semana passada que algumas centenas de proprietários solicitaram a um banco de investimento estatal que sejam autorizadas a cobrar aluguéis mais caros a fim de evitar dificuldades econômicas – um instrumento do Estado para proteger pessoas que dependem de aluguéis para sua subsistência. Essa é uma pequena minoria dos donos de imóveis: o governo de Berlim estima que apenas cerca de 200 mil pessoas vivam da renda de suas locações. Apesar das novas medidas, uma decisão crucial do tribunal constitucional ainda está pendente, e só deverá ser conhecida no próximo ano: permanece em aberto legalmente se o governo de Berlim, como um governo estadual, tem o direito de impor um teto para o valor de aluguéis. Como resultado, muitos proprietários estão agora incluindo "valores fantasmas" em seus anúncios de novos apartamentos, alertando que, se a Corte mais tarde decidir a seu favor, eles poderão exigir de seus inquilinos a diferença nos valores do aluguel de forma retroativa, referente aos meses de contrato que a lei do teto esteve "injustamente" em vigor. Veja os vídeos mais assistidos do G1
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24/11 - Governo autoriza o registro de 21 genéricos usados na formulação de agrotóxicos
Produtos serão utilizados como matéria-prima para o desenvolvimento de pesticidas para os agricultores. São 364 registros publicados no Diário Oficial em 2020. Pulverizador mecânico utilizado para a aplicação de agrotóxicos Érico Andrade/G1 O Ministério da Agricultura liberou nesta terça-feira (24) o registro de mais 21 agrotóxicos para utilização industrial, ou seja, produtos que serão usados como matéria-prima na elaboração de pesticidas para os agricultores. Já são 364 registros anunciados neste ano (leia mais abaixo). Por que a produção de alimentos depende tanto de agrotóxicos? Todos os princípios ativos são de origem química e genéricos de produtos já autorizados no Brasil. Entre as substâncias liberadas estão 5 registros para o princípio ativo dibrometo de diquate, um herbicida que é considerado um substituto do paraquate, que foi banido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e que deverá sair do mercado em julho de 2021. O diquate foi banido da União Europeia em 2018, sendo totalmente retirado do mercado em fevereiro deste ano. O motivo é que o pesticida pode causar riscos ao aplicador, mesmo com uso de equipamentos de proteção individual, e também pode prejudicar pássaros que voam sobre a lavoura. Nos Estados Unidos, o produto é autorizado, mas está em processo de reavaliação, que é um procedimento comum no país após longo período de registro. Registros no ano Ao todo, são 364 registros de novos agrotóxicos em 2020, segundo publicações no Diário Oficial da União, que é por onde o G1 se baseia. Desde 2005, quando o governo começou a compilar os dados de registro de pesticidas, 2020 perde apenas para 2018 e 2019 – ano em que o país teve liberação recorde de agrotóxicos. Registro de agrotóxicos no Brasil até o dia 24 de novembro Arte G1 Até agora, são 5 princípios ativos inéditos no ano: 4 pesticidas biológicos e 1 químico. Pela legislação brasileira, tanto produtos biológicos utilizados na agricultura orgânica quanto químicos utilizados na produção convencional são considerados agrotóxicos. Os outros 359 registros são de genéricos, sendo: 159 ingredientes químicos de agrotóxicos que são vendidos aos agricultores; 59 pesticidas biológicos vendidos aos agricultores; 141 princípios ativos para a indústria formular agrotóxicos. Novo método de divulgação Neste ano, o governo alterou a forma de divulgação do registro de agrotóxicos. Até 2019, o ministério anunciava a aprovação dos pesticidas para a indústria e para os agricultores no mesmo ato dentro do "Diário Oficial da União". A série histórica de registros, que apontou que 2019 como ano recorde de liberações, leva em conta a aprovação dos dois tipos de agrotóxicos: os que vão para indústria e os que vão para os agricultores. Como reduzir os resíduos de agrotóxicos antes de comer frutas, legumes e verduras Em nota, o Ministério da Agricultura explicou que a publicação separada de produtos formulados (para os agricultores) e técnicos (para as indústrias) neste ano tem como objetivo "dar mais transparência sobre a finalidade de cada produto". "Assim, será mais fácil para a sociedade identificar quais produtos efetivamente ficarão à disposição dos agricultores e quais terão a autorização apenas para uso industrial como componentes na fabricação dos defensivos agrícolas", completou o ministério. Como funciona o registro O aval para um novo agrotóxico no país passa por 3 órgãos reguladores: Anvisa, que avalia os riscos à saúde; Ibama, que analisa os perigos ambientais; Ministério da Agricultura, que analisa se ele é eficaz para matar pragas e doenças no campo. É a pasta que formaliza o registro, desde que o produto tenha sido aprovado por todos os órgãos. Tipos de registros de agrotóxicos: Produto técnico: princípio ativo novo; não comercializado, vai na composição de produtos que serão vendidos. Produto técnico equivalente: "cópias" de princípios ativos inéditos, que podem ser feitas quando caem as patentes e vão ser usadas na formulação de produtos comerciais. É comum as empresas registrarem um mesmo princípio ativo várias vezes, para poder fabricar venenos específicos para plantações diferentes, por exemplo; Produto formulado: é o produto final, aquilo que chega para o agricultor; Produto formulado equivalente: produto final "genérico". VÍDEO: últimas notícias sobre agrotóxicos Initial plugin text
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24/11 - Carrefour anuncia fundo de R$ 25 milhões para combate ao racismo
Empresa anunciou medidas após o espancamento e morte de João Alberto Silveira Freitas, homem negro, de 40 anos, em supermercado de Porto Alegre. Carrefour perdeu mais de R$ 2 bilhões em valor de mercado na B3. Manifestantes protestam diante do Carrefour na Asa Norte, em Brasília, contra o assassinato de João Alberto Silveira Freitas, um homem negro de 40 anos, que foi espancado até a morte por dois seguranças brancos numa loja da rede em Porto Alegre (RS), nesta sexta- feira, 20 de novembro de 2020. GABRIELA BILó/ESTADÃO CONTEÚDO O Carrefour Brasil anunciou nesta terça-feira (24) a criação de um fundo de R$ 25 milhões para promover a inclusão racial e combate ao racismo. A medida foi adotada após o espancamento e morte de João Alberto Silveira Freitas, homem negro de 40 anos, em um supermercado de Porto Alegre na última quinta-feira (19). A empresa não detalha que ações serão patrocinadas por esse aporte inicial, mas afirma que está "trabalhando em um conjunto adicional de ações e iniciativas em prol da cultura do respeito e da diversidade, que serão oportunamente anunciadas para a sociedade e o mercado em geral". Câmeras mostram cronologia do assassinato de João Alberto em supermercado do Carrefour Testemunha do caso João Alberto diz que alertou duas vezes sobre sinais de asfixia Em nota, o Carrefour elenca ainda as demais medidas tomadas após o assassinato de João Alberto. Entre elas, estão o reforço de treinamento das lideranças e equipes quanto à questão racial e a rescisão de contrato com a empresa terceirizada de segurança Vector, empregadora de Magno Braz Borges e Giovane Gaspar da Silva, presos em flagrante pelo crime. Além disso, o Carrefour afirma que destinará todo o lucro da rede no dia 20 de novembro para projetos de combate ao racismo no país, mas ainda não revela detalhes das instituições escolhidas. Morte no supermercado Carrefour levanta discussão sobre atuação de firmas terceirizadas de segurança Morte de João Alberto é 'ato deplorável', diz alta-comissária da ONU para direitos humanos "O Grupo Carrefour Brasil continuará acompanhando os desdobramentos do caso e oferecendo todo suporte para as autoridades locais, e reforça seu compromisso de transparência na divulgação de informações a seus acionistas, investidores e ao mercado em geral", diz o texto. Carrefour perde mais de R$ 2 bilhões em valor de mercado na bolsa As ações do Carrefour Brasil fecharam na segunda-feira em queda de 5,3%, a R$ 19,30, com o pior desempenho entre os papéis do Ibovespa, equivalente a uma perda em valor de mercado de R$ 2,16 bilhões. Nesta terça-feira, as ações mostravam baixa de 1,1% por volta de 10h20, destaca a Reuters. 'Sem cena, tá? A gente te avisou da outra vez', diz segurança para João Alberto João Alberto João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, foi espancado e morto por dois homens brancos em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, na noite desta quinta-feira (19), véspera do Dia da Consciência Negra. De acordo com o amigo, João Alberto trabalhava como soldador, na empresa do pai. Dos dois primeiros casamentos, tinha quatro filhos. Com a esposa, tinha uma enteada. As imagens da agressão foram gravadas e circulam nas redes sociais. Os dois seguranças responsáveis foram presos. A investigação trata o crime como homicídio qualificado. O assassinato de João Alberto gerou manifestações em todo o Brasil contra o assassinato e contra o racismo no país. Autoridades, acadêmicos, entidades sociais e personalidades deram diversas declarações de repúdio ao assassinato. João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, foi espancado e morto por dois homens brancos em Porto Alegre. Reprodução/Redes sociais VÍDEOS: Últimas notícias de Economia i Initial plugin text
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24/11 - Tesouro vê 'estrago muito grande' na economia se ações contra Covid se tornarem permanentes
Secretário Bruno Funchal defendeu 'virada de página' das ações de combate à pandemia, com encerramento das medidas neste ano e retomada da discussão de reformas estruturantes. O secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, avaliou nesta terça-feira (24) que tornar permanentes as ações emergenciais de combate aos efeitos da pandemia do novo coronavírus pode fazer um "estrago muito grande" na economia. Ele deu a declaração na abertura do Encontro com as Setoriais de Contabilidade do Governo Federal, por meio de videoconferência. "A gente observa que, historicamente, quando tem alguma crise e se faz algumas ações, e essas crises se perpetuam, ou seja, políticas que eram para ser temporárias, para lidar com um problema temporário como a gente está vendo, se tornam permanentes, o estrago que isso tende a fazer na economia é muito grande", declarou. O secretário do Tesouro Nacional defendeu o que classificou como uma "virada de página" na política de gastos públicos, retomando em 2021 a contenção de gastos e as discussões das reformas econômicas estruturais. "Esse próximo mês vai definir muita coisa nos próximos cinco, dez anos. É muito importante que a gente discuta, tenha um bom diagnóstico e aponte a direção correta neste momento, porque isso vai influenciar não só a nossa vida, mas a vida de todos os brasileiros. Fazer a virada de página de forma correta, da melhor forma possível", disse. Segundo o blog do Valdo Cruz, colunista do G1 e da GloboNews, a ala política do governo defende prorrogar auxílio emergencial, mas Bolsonaro ainda não teria decidido sobre o assunto. Nesta segunda-feira (23) o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que, do ponto de vista do governo, não existe prorrogação do benefício. Além das discussões sobre a prorrogação do auxílio emergencial e da criação de um novo programa social, o governo propõe reformas mais amplas nos gastos públicos, com a PEC da Emergência Fiscal. Dívida pública Bruno Funchal lembrou que o déficit primário (quando as despesas superam as receitas, sem contar os juros da dívida pública) estava estimado em R$ 120 bilhões para 2020, antes da pandemia. Mas que, lembrou o secretário, o valor deve bater recorde e ultrapassar os R$ 800 bilhões diante da crise sanitária. Assim, a dívida pública, que representava 76% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, deve atingir 96% no fim de 2020, bem acima da média dos demais emergentes. "Não podemos ter um orçamento paralelo em 2021, a gente tem de voltar à normalidade em 2021 e essa volta é tão importante quanto a própria continuidade do processo das reformas estruturantes. A gente tem dois importantes deveres de casa. Um dever de casa é fechar esse ano, e fazer essa virada de página para o ano de 2021, voltar a ter boa gestão fiscal, boa reorganização fiscal", acrescentou. VÍDEOS: últimas notícias da economia
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24/11 - Bovespa tem nova alta e melhor pontuação desde fevereiro, de volta aos 109 mil pontos
Nesta terça-feira, principal índice da bolsa subiu 2,24%, a 109.786 pontos. A bolsa de valores brasileira, a B3, fechou em nova alta nesta terça-feira (24), amparada pelo viés positivo em mercados no exterior, em meio a perspectivas otimistas para uma vacina contra a Covid-19, além de notícias melhores sobre a transição de governo nos Estados Unidos. O Ibovespa subiu 2,24%, a 109.786 pontos. O índice bateu nova máxima desde 21 de fevereiro, antes do Carnaval. Houve também a maior cotação intradia (durante os negócios) desde 26 de fevereiro, quando foi de 113.646 pontos. Veja mais cotações. Na segunda-feira, a bolsa fechou em alta de 1,26%, a 107.378 pontos. Com o resultado, o Ibovespa acumula alta de 14,29% na parcial do mês. No ano, tem queda de 7,15%. Universidade de Oxford diz que vacina feita com a AstraZeneca mostra 70% de eficácia Cenário global e local Por aqui, o radar segue nas discussões em torno do Orçamento de 2021 e as medidas de ajuste fiscal para garantir a saúde das contas públicas. Os investidores avaliam também a alta de 0,81% do IPCA-15 em novembro, sobre avanço de 0,94% no mês anterior, segundo o IBGE. O indicador funciona como prévia do IPCA, índice usado pelo governo como referência para o cumprimento da meta de inflação. No exterior, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou na segunda-feira que pediu que a diretora da Agência de Serviços Gerais (GSA), Emily Murphy, inicie a transição de poder para o governo do presidente eleito Joe Biden, apesar de seus planos de continuar com as disputas jurídicas pelo resultado da eleição. Biden, por sua vez, indicou o ex-secretário de Estado John Kerry para o cargo de enviado especial do Meio Ambiente, em um sinal de que está colocando a questão no centro de sua política externa. Outros potenciais nomes para a sua equipe também repercutiram nos mercados na véspera. Do noticiário sobre vacinas contra o coronavírus, a Rússia anunciou que sua vacina Sputnik V custará menos de US$ 20 por pessoa em mercados internacionais e será gratuita para cidadãos russos. Para a equipe da corretora Planner, o Ibovespa poderá capturar este bom humor e engatar mais uma alta. Risco fiscal: entenda o que é e saiba por que a piora das contas públicas preocupa Variação do Ibovespa em 2020 G1 Economia VÍDEOS: Últimas notícias de Economia 2
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24/11 - Petrobras lança programa para apoiar fornecedores com potencial de R$ 3 bilhões ao mês
Nova solução ampliará o acesso das empresas a operações de capital de giro junto aos bancos parceiros, utilizando o risco de pagamento da Petrobras. A Petrobras informou nesta terça-feira (24) que lançou o Programa Mais Valor, ferramenta de soluções financeiras para estimular a cadeia produtiva atingida pela pandemia, com potencial de registrar R$ 3 bilhões em transações por mês. A partir do dia 30 deste mês, a ferramenta estará aberta às empresas interessadas em antecipar faturas com taxas mais competitivas, disse a companhia. A nova solução ampliará o acesso das empresas a operações de capital de giro junto aos bancos parceiros, utilizando o risco de pagamento da Petrobras (risco sacado), segundo a companhia. "Avaliamos que o programa terá impacto positivo no fluxo de caixa dos fornecedores que, assim como a companhia, atravessam a crise. Vamos acompanhar a adesão, mas o volume de transações tem potencial de chegar a R$ 3 bilhões por mês", disse em nota a diretora de Finanças e Relacionamento com Investidores da Petrobras, Andrea Marques de Almeida. Cerca de 10 mil empresas que integram a base de fornecedores poderão aderir ao programa. "Também estamos mantendo conversas com instituições financeiras para avaliar soluções em que esses agentes possam prover diretamente aos segmentos mais intensivos em capital, como o de construção de plataformas e o de sistemas submarinos", acrescentou a diretora. Assista as últimas notícias de economia
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24/11 - PIX registra 12,2 milhões de operações e movimenta R$ 9,3 bilhões nos primeiros 7 dias, diz BC
Novo sistema de pagamentos começou a funcionar para o público em geral na semana passada. Banco Central informou que, até o momento, 34,5 milhões de pessoas físicas e 2,2 milhões de pessoas jurídicas cadastraram pelo menos uma chave. O PIX, novo sistema de pagamentos desenvolvido pelo Banco Central, registrou 12,2 milhões de operações e movimentou R$ 9,3 bilhões nos primeiros 7 dias de funcionamento, informou o banco nesta terça-feira (24). O primeiro dia de operação plena do PIX foi a segunda-feira (16). Antes, o sistema estava funcionando em fase de testes. “Tivemos 12,2 milhões de operação na semana. Aumento contínuo ao longo da semana, foi crescendo [...] O valor médio da operação está subindo. Isso siginifica que as pessoas estão ganhando confiança", afirmou Angelo Duarte, chefe do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do BC. O banco informou também que, nos primeiros 7 dias, 34,5 milhões de pessoas físicas e 2,2 milhões de pessoas jurídicas cadastraram pelo menos uma chave no PIX. As transações nesta fase inicial do PIX se concentraram em transferências entre pessoas físicas. Segundo o chefe-adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central, Carlos Eduardo Brandt, isso aconteceu porque estabelecimentos comerciais ainda dependem da integração dos seus sistemas com as instituições financeiras. "Neste primeiro momento, nessa primeira semana, a gente vê uma predominância de transações entre pessoas, porque as transações no comércio ainda exigem um passo adicional que é a integração desses sistemas das empresas aos bancos", disse. "Gradativamente nos veremos também um crescimento das transações que são feitas no comércio", acrescentou Brandt. Portabilidade Outro dado apresentado nesta terça-feira foi o da portabilidade, quando uma pessoa pede a migração da chave cadastrada para outra instituição financeira. No total, foram solicitadas 4.390.252 portabilidades desde 5 de outubro. Os técnicos do BC consideraram o movimento natural. "A gente enxerga esse número como bastante natural. Não nos chamou a atenção o sentido de haver um comportamento atípico. É um movimento natural de início de operação do PIX", Brandt. Vídeos: entenda como funciona o PIX
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24/11 - Dólar fecha em queda de olho em início de transição nos EUA
Nesta terça-feira, moeda norte-americana recuou 1,03%, a R$ 5,3753. Nota de US$ 5 dólares REUTERS/Thomas White O dólar fechou em queda nesta terça-feira (24), com o mercado acompanhando ainda o clima positivo no exterior, depois que a administração de Donald Trump deu sinal verde para o início de uma transição de governo nos Estados Unidos. A moeda norte-americana recuou 1,03%, cotada a R$ 5,3753. Veja mais cotações. Com a queda desta terça, o dólar passou a acumular queda de 6,32% na parcial de novembro, mas ainda tem alta de 34,05% no ano. A moeda dos EUA foi ao piso do dia pouco depois de o BC divulgar que vendeu o lote integral de US$ 1,26 bilhão em leilão de rolagem de linhas de dólares com compromisso de recompra, que tinham vencimento no início de dezembro. O BC ainda fez entre 11h30 e 11h40 desta terça operação para rolagem de até 12 mil contratos de swap cambial tradicional vincendos no começo de janeiro. Cenário local e externo No exterior, crescem as esperanças de uma recuperação econômica global liderada por progressos em vacinas contra o coronavírus. Na Europa, uma possível flexibilização dos lockdowns na França contribuiu para um clima mais otimista nos mercados nesta terça. O sentimento do mercado global também melhorou depois que o presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, recebeu o sinal verde para iniciar a transição para a Casa Branca. Por aqui, o radar segue nas discussões em torno do Orçamento de 2021 e as medidas de ajuste fiscal para garantir a saúde das contas públicas. Risco fiscal: entenda o que é e saiba por que a piora das contas públicas preocupa Os investidores avaliaram a alta de 0,81% do IPCA-15 em novembro, sobre avanço de 0,94% no mês anterior, segundo o IBGE. O indicador funciona como prévia do IPCA, índice usado pelo governo como referência para o cumprimento da meta de inflação. Na véspera, o ministro da Economia, Paulo Guedes, adotou discurso mais uma vez otimista em relação à recuperação econômica brasileira diante da crise do coronavírus e defendeu a continuidade da agenda de reformas do governo. Ele disse ter certeza quanto à aprovação pela Câmara dos Deputados da autonomia formal do Banco Central e afirmou acreditar que "estamos muito próximos da reforma tributária", além de ter defendido a importância das privatizações. Assista às últimas notícias de economia $ Variação do dólar em 2020 Economia G1
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24/11 - Clima Econômico da América Latina melhora no 4º trimestre, diz FGV
Houve avanço do ICE em todos os países, exceto na Argentina e no Brasil. O Indicador de Clima Econômico (ICE) da América Latina, da Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou uma ligeira melhora ao passar de 43,2 pontos negativos para 39,3 pontos negativos entre o terceiro e quarto trimestre de 2020. Apesar da evolução de 3,9 pontos, o indicador continua na zona desfavorável do ciclo econômico. O ICE é uma média geométrica entre o Indicador da Situação Atual (ISA) e o indicador de Expectativas (IE). A melhora do ICE foi influenciada principalmente pela melhora do ISA, que subiu 4,4 pontos no quarto trimestre em relação ao trimestre anterior, passando de 98,0 pontos negativos para 93,6 pontos negativos, um resultado ainda extremamente ruim. Já o IE passou de 41,1 pontos positivos para 42,8 pontos positivos, uma alta de 1,7 ponto. Na sondagem anterior, a melhora do clima econômico entre o segundo e o terceiro trimestre era explicada pela reversão nas expectativas que passaram de pessimistas para otimistas, enquanto a avaliação da situação atual continuava piorando. A crise teria chegado ao seu pior momento com a possibilidade de a região entrar numa fase de recuperação a partir do terceiro trimestre. ICE 4º trimestre 2020 Economia G1 A sondagem do quarto trimestre confirma esse cenário, ao registrar uma melhora dos dois indicadores: ISA e IE. No entanto, ambos avançaram relativamente pouco e o ISA continua na zona desfavorável do ciclo. Países Houve avanço do ICE em todos os países, exceto na Argentina e no Brasil. Apesar disso, os indicadores de todos os países analisados continuam em níveis desfavoráveis. Na Argentina, o ICE recuou em 13,5 pontos, para 41,0 pontos negativos no quarto trimestre. No Brasil, a piora foi pequena, e o ICE passou de 32,0 pontos negativos para 32,8 pontos negativos entre o terceiro e o quarto trimestre. O país com o melhor ICE é o Paraguai (14,8 pontos negativos), seguido do Uruguai (21,4 pontos negativos) e da Colômbia (28,5 pontos negativos). PIB As avaliações dos especialistas se refletem nas projeções que realizam em relação ao PIB do próprio país. Em todos os países, a projeção é de queda do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020, sendo a maior na Argentina (-22%) e a menor no Paraguai (-1,9%). Em 2020, quando comparados os resultados da sondagem coletados no terceiro e no quarto trimestres, todos os outros países revisaram para baixo as suas previsões, exceto Brasil e Chile. No Brasil, a previsão era de uma queda de -6,5% e passou para -5,5%; no Chile era de -7,3% e passou para -6,1%. Brasil e Chile, segundo a FGV, estão entre os países que melhoraram a avaliação da situação atual. Para 2021, todos projetam aumento do PIB, exceto o Equador. Para o Brasil, a projeção de crescimento do PIB é de 3,2%. Assista as últimas notícias de economia
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24/11 - IPCA-15: prévia da inflação oficial sobe 0,81% e tem maior taxa para novembro desde 2015
Em 12 meses, índice atingiu 4,22%, ficando acima da meta central do governo para o IPCA em 2020, que é de 4%. Alta foi puxada mais uma vez por alimentos e bebidas, que já acumulam avanço de mais de 12% no ano. Pressionado mais uma vez pelos preços dos alimentos, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15), que é considerado uma prévia da inflação oficial do país, ficou em 0,81% em novembro, após ter registrado avanço de 0,94% em outubro, informou nesta terça-feira (24) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Embora a alta tenha desacelerado, trata-se da maior taxa para meses de novembro desde 2015 (0,85%) e da segunda maior variação mensal do ano, só perdendo para a inflação de outubro. IPCA-15, prévia da inflação oficial (variação mensal) Economia G1 No ano, a prévia da inflação acumulou alta de 3,13%. Em 12 meses, atingiu 4,22%, acima dos 3,52% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores e também da meta central de inflação perseguida pelo governo para 2020, que é de 4%. Em novembro de 2019, a taxa foi de 0,14%. O resultado veio um pouco acima do esperado. A mediana das estimativas de 24 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data projetava uma alta de 0,72% do IPCA-15 em novembro. Os 9 grupos pesquisados registraram alta "Além do grupo de Alimentação e bebidas, que teve alta de 2,16%, todos os demais subiram: Transportes (1%), Artigos de residência (1,40%), Habitação (0,34%) e Vestuário (0,96%), além de Saúde e Cuidados Pessoas (0,04%), Despesas Pessoais (0,14%), Comunicação (0,06%) e Educação (0,01%)", informou o IBGE. Veja o resultado de novembro para cada um dos grupos: Alimentação e bebidas: 2,16% Habitação: 0,34% Artigos de residência: 1,40% Vestuário: 0,96% Transportes: 1% Saúde e cuidados pessoais: 0,04% Despesas pessoais: 0,14% Educação: 0,01% Comunicação: 0,06% Todas as regiões tiveram alta em novembro Segundo o IBGE, todas as regiões pesquisadas apresentaram alta, sendo o menor resultado verificado na Região Metropolitana de Recife (0,31%), especialmente por conta da queda nos preços da gasolina (-1,37%); e o maior em Goiânia (1,26%), onde a alta de 3,25% na gasolina foi o principal item de pressão no resultado de novembro. Alimentos acumulam alta de 12,12% no ano Os alimentos e bebidas responderam por 0,44 ponto percentual do IPCA-15 de novembro. Com avanço de 2,16%, o grupo passou a acumular alta de 12,12% no ano. A inflação dos alimentos vem se destacando nesse final de ano, influenciada também por conta do câmbio favorável às exportações, o que levanta preocupações de uma alta mais disseminada dos preços. Entre os itens que mais subiram, destaque para carnes (4,89%), arroz (8,29%), batata-inglesa (33,37%), tomate (19,89%) e óleo de soja (14,85%). Entre as quedas, a principal foi a do leite longa vida (-3,81%). A alimentação fora do domicílio acelerou de 0,54% em outubro para 0,87% em novembro, principalmente em função do item lanche (1,92%). Já refeição variou (0,49%), abaixo da alta de outubro (0,93%). Inflação se espalha O resultado mostra que a inflação se espalhou mais pelos produtos e serviços em novembro. O chamado Índice de Difusão, que mede a proporção de itens que tiveram aumento de preços no período, subiu para 66,5% neste mês, vindo de 64% no anterior, segundo cálculos do Valor Data considerando todos os itens da cesta. No grupo transportes, o maior impacto individual no IPCA-15 (0,06 ponto percentual) veio da gasolina (alta de 1,17% em novembro), item de maior peso na composição do IPCA-15. Também houve alta nos preços do etanol (4,02%), óleo diesel (0,53%) e gás veicular (0,55%). Em artigos de residência, as maiores pressões vieram dos itens mobiliário (2,40%) e eletrodomésticos e equipamentos (2,23%), com destaque para a alta de 11,23% nos preços do ar-condicionado. Nos preços de vestuário, enquanto as roupas femininas passaram de -0,10% em outubro para 0,97% em novembro, as roupas masculinas (1,49%), infantis (0,74%) e os calçados e acessórios (0,33%) subiram pelo segundo mês consecutivo. Já joias e bijuterias tiveram alta de 2,27% e acumulam no ano avanço de 13,19%. Pandemia gera escassez de matéria-prima e faz preços subirem no Brasil Perspectivas e meta de inflação Apesar da pressão de alguns itens nos últimos meses e do temor de repasse de custos mais altos no atacado para o consumidor final a expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central do governo para o IPCA, de 4%. Segundo o relatório Focus, divulgado na segunda-feira pelo Banco Central, os analistas do mercado financeiro estimam uma inflação de 3,45% em 2020. Pela regra vigente, o IPCA pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic), atualmente em 2% – mínima histórica. O mercado segue prevendo manutenção da taxa básica de juros neste patamar até o fim deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa do mercado subiu para 3% ao ano em meio ao aumento das preocupações com a situação das contas públicas. Para o ano que vem, o mercado financeiro subiu de 3,22% para 3,40% sua previsão de inflação. Em 2021, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%. Consumidores esperam inflação de quase 5% nos próximos 12 meses Inflação é mais pesada para quem é mais pobre, aponta pesquisa Entenda o IPCA-15 Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 14 de outubro a 12 de novembro de 2020 e comparados com aqueles vigentes de 12 de setembro a 13 de outubro de 2020. O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica. Vídeos: veja últimas notícias de economia
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24/11 - Consumidores esperam inflação de quase 5% nos próximos 12 meses
Expectativa de inflação é maior entre as consumidores das menores faixas de renda. Os consumidores brasileiros estão vendo mais inflação à frente, segundo dados divulgados nesta terça-feira (24) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A expectativa mediana de inflação para os próximos 12 meses atingiu 4,8% em novembro - o maior valor desde abril, quando ficou em 5,1%. “Após a estabilidade no mês anterior, os consumidores voltam a fazer previsões ligeiramente maiores para a inflação nos próximos doze meses, seguindo a tendência de alta nas projeções dos analistas tanto para o final de 2020 quanto 2021", afirma em nota Renata de Mello Franco, economista da FGV IBRE "Para o final de 2020 e 2021, é possível que a mediana se aproxime cada vez mais dos 5,0%, dado que não há perspectivas de choques favoráveis principalmente sobre os preços de alguns itens com peso significativo na cesta de consumo das famílias”, completa. Mais inflação para quem ganha menos A expectativa de inflação é maior entre as consumidores das menores faixas de renda. Entre os que ganha até R$ 2,1 mil, a estimativa é de alta de 5% nos próximos 12 meses. Quem tem renda de R$ 2,1 mil a R$ 4,8 mi projeta alta de 4,9%. Essa estimativa cai para 4,7% na faixa de renda entre R$ 4,8 mil e R$ 9,6 mil; e para 4% na faixa acima de R$ 9,6 mil. Assista as últimas notícias de economia
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24/11 - Elon Musk passa Bill Gates e se torna o segundo mais rico do mundo
Fundador da Tesla subiu duas posições no ranking da Bloomberg em apenas três meses, e fortuna chega a US$ 128 bilhões. Elon Musk, presidente-executivo da Tesla, em evento no Japão, em 2014 Toru Hanai/Reuters A fortuna do empresário Elon Musk cresceu mais US$ 7,2 bilhões na segunda-feira (23), e ultrapassou a do fundador da Microsoft, Bill Gates. Com um 'valor total' de US$ 128 bilhões, o fundador da Tesla é agora a segunda pessoa mais rica do mundo, segundo o ranking de bilionários da Bloomberg. À frente de Musk, agora, está apenas Jeff Bezos, fundador da Amazon. A fortuna do fundador da Tesla cresceu rapidamente nos últimos meses. Apenas em agosto, ele assumiu o quarto lugar do ranking. Na ocasião, ele tinha uma fortuna estimada em US$ 84,8 bilhões. Na semana passada, já havia subido para US$ 110 bilhões, levando Musk para o terceiro lugar no ranking. A disparada vem na esteira da alta das ações de sua empresa, que já tem um valor de mercado de quase US$ 500 bilhões. Cerca de 75% da fortuna de Musk é composta por ações da fabricante de automóveis, segundo a Bloomberg. A maior parte do restante são ações da SpaceX, sua empresa de exploração espacial. Em 21 de janeiro, as ações da Tesla passarão a fazer parte do S&P 500, um dos principais índices acionários do mundo. Esta é a segunda vez, segundo a Bloomberg, que Bill Gates fica abaixo da segunda posição no ranking, que já tem oito anos. Ele perdeu a primeira posição para Bezos em 2017. Veja a lista dos 10 mais ricos Jeff Bezos: US$ 182 bilhões – Amazon (Tecnologia/Varejo) Elon Musk: US$ 128 bilhões – Tesla (Automotivo) Bill Gates: US$ 128 bilhões – Microsoft (Tecnologia) Bernard Arnault: US$ 105 bilhões – LVMH (Consumo) Mark Zuckerberg: US$ 102 bilhões – Facebook (Tecnologia) Warren Buffett: US$ 86,8 bilhões – Berkshire Hathaway (Vários setores) Larry Page: US$ 81,3 bilhões – Google (Tecnologia) Sergey Brin: US$ 78,7 bilhões – Google (Tecnologia) Steve Ballmer: US$ 76,1 bilhões – Microsoft (Tecnologia) Mukesh Ambani: US$ 74 bilhões – Reliance Industries (Energia) Conheça algumas curiosidades sobre Elon Musk Assista as últimas notícias de economia
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24/11 - 'Comecei a gravar vídeos para o TikTok após ficar sem trabalho na quarentena e hoje vivo disso'
Vittor Fernando, de 26 anos, é ator e bailarino e temia acumular dívidas e passar meses desempregado, em razão da pandemia. Após começar a compartilhar vídeos nas redes, em março, ele se tornou um sucesso na internet e hoje tem milhões de seguidores. Vittor Fernando, de 26 anos, virou 'tiktoker' durante a pandamia Anaju Oliveira No início da quarentena, em decorrência da pandemia de covid-19, Vittor Fernando, de 26 anos, ficou preocupado com os rumos que sua vida tomaria nos meses seguintes. Ator e bailarino, ele estava sem trabalhos em sua área. "Eu fiquei em choque. Pensei: vou pirar", diz à BBC News Brasil. Entre janeiro e fevereiro de 2020, ele fez audições para musicais e diferentes testes para trabalhos artísticos. Diante do avanço do novo coronavírus, tudo foi cancelado em março. "Eu fiquei completamente sem emprego", relata. TikTok X Trump: entenda Assim como tantos setores do país, a arte foi duramente afetada pela pandemia. Atividades como teatro, cinema e shows foram suspensas para evitar aglomerações. Com medo de acumular dívidas, Vittor saiu do apartamento que dividia com amigos na região central de São Paulo (SP) e voltou para a casa da mãe, na periferia do município de Poá, no extremo Leste da Grande São Paulo. O retorno à região em que cresceu representou um passo para trás para o ator e bailarino, que no passado havia saído de Poá ao conseguir se sustentar com o seu trabalho artístico. Desempregado e sem perspectivas no começo da pandemia, ele baixou o TikTok, rede social que nos últimos anos se tornou febre em todo o mundo. "Mas eu nunca tive a intenção de virar influencer. Só queria começar a criar vídeos", comenta. Logo na primeira publicação, em 21 de março, o jovem viralizou. Um vídeo em que ele dubla a rapper norte-americana Cardi B teve um grande alcance — atualmente, a publicação acumula mais de 1,1 milhão de visualizações apenas no TikTok. A partir de então, o artista criou diversos vídeos para a rede. Ele começou a fazer esquetes sobre o cotidiano. "Tudo começou a dar muito mais certo do que eu imaginava. No começo, eu fazia brincando e não me via como criador de conteúdo. Mas tudo mudou muito rápido. Os vídeos foram viralizando cada vez mais", relata Vittor Hoje, o ator e bailarino tem mais de 3,7 milhões de seguidores no TiKTok, onde acumula mais de 128 milhões de curtidas em seus vídeos. No Instagram, atualmente é acompanhado por 1,5 milhão de seguidores. O que parecia ser apenas uma distração durante a quarentena se tornou a fonte de renda do jovem. Em setembro, ele passou a ser agenciado pela Play9, uma empresa de conteúdo especializado em plataformas digitais, que tem como sócios o influenciador Felipe Neto, o jornalista João Pedro Paes Leme e o empresário Marcus Vinícius Freire. Ator e bailarino brasileiro acumula mais de 3,7 milhões de seguidores no TikTok Reprodução A carreira artística Desde pequeno, Vittor escutou que dificilmente conseguiria ser ator ou bailarino, por morar na periferia. "Não havia nenhuma referência por perto. Ninguém acreditava que havia muito futuro na arte", diz. Na infância, a arte esteve presente na vida dele por meio televisão. O aparelho eletrônico era uma importante companhia para ele e para as suas duas irmãs — o ator é o filho do meio. A mãe acordava por volta das 4h para pegar conduções em direção a um edifício do centro da capital paulista, onde trabalhava como faxineira. Ela retornava às 23h. Os pais de Vittor se separaram quando o ator tinha sete anos. Ele conta que o pai nunca foi presente em sua vida. "Ele nunca nos ajudou de nenhuma forma. Mais um no Brasilzão", ressalta, em referência às milhões de histórias de abandono paterno no país. Segundo ele, o pai nunca respondeu na Justiça pela falta de assistência aos filhos. Na adolescência, Vittor começou a trabalhar como jovem aprendiz na prefeitura. No mesmo período, passou a fazer aulas de balé clássico. "No início, meus parentes não viam muito futuro na dança, porque não enxergavam que poderia ser uma profissão", relata. Aos 18 anos, ele foi aprovado para integrar uma companhia de teatro musical. "Tive contato com muitos artistas que viviam da dança", comenta. Desde então, ele passou a integrar musicais, atuou em comerciais para a televisão e fez um filme, Divaldo: OMensageiro da Paz. "A arte era o meu único caminho a seguir. Não tinha como fugir disso", comenta. Quando os trabalhos artísticos começaram a surgir, ele passou a viver da arte. "O que na nossa cabeça era impossível, se tornou verdade e passei também a ajudar a minha família", diz Vittor. Ele se orgulha ao falar que conseguiu ajudar a mãe a concluir o ensino superior. "Ela se formou em Pedagogia e se especializou em Educação Especial", comenta. Vittor Fernando, de 26 anos, virou sucesso no TikTok Reprodução A pandemia O artista acreditava que o ano de 2020 seria como os anteriores: faria uma peça atrás da outra. "O que mais me mantinha financeiramente era estar em cartaz", diz. Mas os planos mudaram a partir de março. "Eu não tinha conseguido pegar nenhum trabalho, por causa da pandemia. Até quem tinha conseguido pegar algo não estava recebendo. Foi um choque." Vittor, assim como milhares de artistas brasileiros, se viu perdido em meio à pandemia. "Muitos amigos passaram por situações bem difíceis, principalmente os que trabalham em teatros, porque estavam completamente fechados. Algumas pessoas começaram a cozinhar e vender comida, outras passaram a dar aulas online... muitos passaram dificuldades", relata. De volta a Poá, Vittor buscou formas para passar o tempo. "Pensei: o que vou fazer preso em casa?", relata. A princípio, postou vídeos engraçados nos stories, do Instagram, para os amigos. "Vi uma possibilidade de me distrair e focar em outras coisas", diz. Na época, ele tinha pouco mais de mil seguidores. "Nunca fui seguido por muitas pessoas nas redes sociais. Eram mais familiares e amigos. Postava uma coisa ou outra no Instagram, de vez em quando. Mas sempre eram publicações para os meus conhecidos", comenta. Ao perceber que os amigos gostavam dos vídeos cômicos dele, Vittor decidiu começar a usar o TiKTok, um dos aplicativos mais baixados durante a quarentena. A rede social, que atualmente tem mais de 800 milhões de usuários pelo mundo, se tornou febre entre jovens nos últimos anos. Depois do sucesso do vídeo dublando a rapper Cardi B, Vittor ganhou milhares de seguidores nas redes sociais. As publicações seguintes também agradaram o público. A partir de então, os números do jovem nas redes subiram cada vez mais. Logo, Vittor passou a ser chamado de tiktoker, como são conhecidos os criadores de conteúdos famosos na rede social. "Foi tudo muito rápido", resume o artista. A brincadeira ganhou ares de trabalho. Desde então, publica vídeos quase diariamente em diferentes redes: TikTok, Instagram e Twitter. Para conseguir interpretar diferentes personagens, ele utiliza adereços como blusas ou toalhas na cabeça, bonés e toucas. Nos vídeos, o jovem usa um filtro que distorce a sua imagem e a sua voz. Grande parte dos vídeos retratam situações relacionadas ao cotidiano de adolescentes ou jovens adultos, faixas etárias que formam a maioria do público que segue e comenta os conteúdos dele nas redes. Em um dos vídeos, Vittor aborda de forma cômica as alterações feitas por muitas pessoas em suas próprias fotos por meio de aplicativos. "É o meu filho?", questiona a mãe, interpretada pelo ator, após ver uma imagem que o filho acabara de compartilhar nas redes sociais, com diversas mudanças estéticas. Em outra esquete, o jovem vivido por Vittor lembra do aniversário da amiga. "Vou mandar parabéns", ele pensa. No entanto, a mente, interpretada também pelo ator, o aconselha a mandar mais tarde, pois ele tem até meia-noite para enviar a felicitação. Três meses depois, o rapaz se dá conta de que não parabenizou a amiga. "Meu Deus, os parabéns", se desespera. O ator conta que a quarentena foi fundamental para que surgissem várias ideias de vídeos. "O período em que voltei a morar com a minha família me fez reviver muitas situações que eu havia esquecido", relata. "Também escrevo sobre os perrengues de morar sozinho", acrescenta. Muitos dos vídeos de Vittor retratam situações que ele vivenciou. "Eu penso: não é possível que só eu passe por isso", diz. Ele afirma que o que faz mais sucesso é quando retrata sobre situações vividas em família. "As pessoas sempre se identificam quando interpreto a mãe, porque a gente brinca que mãe é tudo igual, só muda o endereço", comenta. Segundo Vittor, muitos pais de seus seguidores costumam rir com os vídeos. Os temas dos vídeos costumam ser definidos pelo ator. "É algo muito intuitivo", comenta. Recentemente, ele passou a contar também com o apoio de sua agência em seus conteúdos. "Posto de acordo com o que sinto, mas também analiso as informações das redes sociais e tenho a assistência da Play9", explica. O artista compara a produção dos vídeos com o trabalho no teatro. Para ele, o conteúdo na internet é mais incerto. "No teatro há um tempo de preparação, muitas pessoas assistem e dão dicas antes da estreia. Na internet, o risco é maior, porque só descubro se uma coisa vai bombar depois que posto", avalia. A vida de tiktoker O sucesso nas redes sociais mudou completamente a vida de Vittor em meio à quarentena. A fama nas redes melhorou a situação financeira do jovem. Com isso, ele conseguiu deixar a casa da família em Poá novamente e se mudou para a Vila Olímpia, área nobre da capital paulista. Os vídeos não trazem retorno financeiro diretamente ao influenciador, pois não são monetizados — diferente, por exemplo, do YouTube, que costuma definir uma remuneração com base em critérios como as visualizações do conteúdo. Assim, o influenciador recebe por trabalhos externos conquistados em razão da visibilidade que têm nas redes, como publicidades para diferentes marcas. Nos últimos meses, Vittor fez diversas propagandas em suas redes sociais. Ele divulgou marca de roupas, aplicativo de relacionamentos, curso preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), banco, entre outras empresas. "Hoje em dia estou vivendo do meu trabalho na internet. Nunca imaginei isso. Estou amando me aventurar nisso", comenta Vittor. "Muitas empresas têm entrado em contato comigo para fazer publicidades. Mas eu faço uma peneira. Há muita coisa que não é interessante para a minha imagem. Não gosto de fazer campanha de coisas que eu não acredito", diz. Atualmente, a Play9 auxilia o jovem a escolher as publicidades que fará. Junto com a fama, Vittor também teve que aprender a lidar com os comentários negativos. Na semana passada, ele decidiu responder algumas críticas que havia lido no Twitter, nas quais algumas pessoas disseram que não conseguem achar graça nos vídeos dele. "Ninguém agrada todo mundo. Acha que eu vou chorar? Eu choraria se eu não estivesse conseguindo me sustentar e ajudar a minha família na pandemia com o meu novo trabalho na internet", escreveu no Twitter. A resposta foi uma das raras vezes em que o ator comentou publicamente sobre os comentários negativos. Ele considera que recebeu poucas críticas desde que começou a fazer sucesso nas redes. "Acredito que recebo poucos comentários ruins porque meu conteúdo é leve. Mas se a crítica fizer algum sentido, dependendo do modo como for feita, posso absorvê-la", diz. Ele confessa que ainda está aprendendo a lidar com o sucesso nas redes. Em breve, planeja começar a fazer terapia. "Quero me organizar melhor e dormir melhor. Às vezes é tanta coisa para fazer que atrapalha o sono", diz. Ao avaliar os últimos meses, Vittor ressalta que além de ter conseguido mudar a própria vida, também tem cumprido seu papel como artista, por proporcionar um momento de alívio em meio à pandemia. "Tô felizão fazendo as pessoas que curtem o meu trabalho rirem", diz. Entenda como funciona o TikTok em 1 minuto Conheça o TikTok, o app que incomoda Donald Trump Conheça mais sobre o aplicativo chinês TikTok: o aplicativo chinês que conquistou milhões de usuários
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24/11 - Qantas estuda obrigar que passageiros internacionais se vacinem contra a Covid-19
Medida entraria em vigor assim que o imunizante estiver disponível à população, afirmou o presidente da companhia aérea australiana. Empresa também estuda impor restrição em voos domésticos. O avião Qantas Airways QF100 decola no aeroporto de Sidney no 100º aniversário da companhia aérea australiana, no dia 16 Destination NSW/Handout via Reuters A companhia aérea australiana Qantas estuda exigir que seus passageiros de voos internacionais tenham sido vacinados contra a Covid-19 para poder embarcar. A obrigação entraria em vigor assim que a vacina estiver disponível à população, disse o presidente da empresa, Alan Joyce, na noite de segunda-feira (23). "Estamos considerando mudar nossos termos de uso para viajantes internacionais, para dizer a eles que pediremos às pessoas que se vacinem antes de embarcarem no avião", afirmou Joyce a uma emissora local. O presidente da companhia acredita que a medida será comum no setor em breve e diz que estuda implementar a medida também em seus voos internos. Coronavírus na Austrália A Austrália fechou suas fronteiras em março para combater a pandemia do coronavírus e só autoriza o retorno de um número limitado de cidadãos por semana, o que fez com que dezenas de milhares de australianos estejam sem poder voltar ao país. Com essa política de isolamento, o país de cerca de 25 milhões de habitantes registrou 907 mortes e cerca de 27,8 mil casos de Covid-19 até o momento. O sucesso (e o alto custo) em conter a Covid em Melbourne, a cidade com um dos confinamentos mais longos do mundo Devido ao impacto da pandemia na aviação, a Qantas demitiu 8,5 mil funcionários e está com mais de 200 aeronaves paradas em solo. Saiba mais sobre o novo coronavírus em reportagens do JN
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24/11 - Mercado de ações da China fecha em queda com realização de lucros
Índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 0,61%, enquanto o índice de Xangai teve perda de 0,34%. O mercado acionário da China fechou em baixa nesta terça-feira (24) com os investidores realizando lucros após sequência de ganhos, mostrando pouca reação à notícia de que o presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, recebeu luz verde para iniciar a transição na Casa Branca. Analistas disseram que uma presidência de Biden, que pode significar mais espaço de negociação para Washington e Pequim, não fará grande diferença para os mercados acionários chineses, já que esperam pouca mudança na política norte-americana voltada para a China. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 0,61%, enquanto o índice de Xangai teve perda de 0,34%. Os subíndices imobiliário e de consumo discricionário do CSI300 recuaram 0,8% e 1,6%, respectivamente, O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pediu que a diretora da Agência de Serviços Gerais (GSA, na sigla em inglês), Emily Murphy, inicie a transição de poder para o governo do presidente eleito Joe Biden, apesar de seus planos de continuar com as disputas jurídicas pelo resultado da eleição. Bolsas da Europa Na Europa, as bolsas operavam em alta, uma vez que uma possível flexibilização dos lockdowns na França contribuiu para um clima mais animado depois de notícias encorajadoras relacionados às vacinas contra o coronavírus. Às 7h47 (horário de Brasília), o índice FTSEEurofirst 300 subia 0,61%, a 1.510 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 ganhava 0,55%, a 391 pontos. O índice de referência já ganhou quase 45% ante uma queda causada pelo coronavírus em março e está a caminho de registrar seu melhor mês neste ano, ajudado por notícias de avanços em vacinas e a vitória de Biden nas eleições dos Estados Unidos, o que aumentou as esperanças de uma política comercial mais estável dos EUA em relação à região. Veja as cotações de fechamento nas bolsas da Ásia: Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 2,50%, a 26.165 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,39%, a 26.588 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,34%, a 3.402 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,61%, a 4.974 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 0,58%, a 2.617 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,51%, a 13.807 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 1,50%, a 2.891 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 1,26%, a 6.644 pontos. Vídeos: veja últimas notícias de economia no Brasil e no mundo
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24/11 - Lojas do shopping de Mogi oferecem 12 vagas de emprego nesta terça-feira; veja lista
Interessados podem acessar as lojas de acordo com o descritivo ou procurar pessoalmente o Balcão de Informações. Ao todo são 12 oportunidades de emprego nas lojas do shopping de Mogi das Cruzes. Chris Wenzel/Mestra Comunicação As lojas do shopping de Mogi das Cruzes reúnem 12 oportunidades de emprego nesta terça-feira (17). Os interessados podem acessar as lojas de acordo com o descritivo ou procurar pessoalmente o Balcão de Informações. As oportunidades são para as funções de vendedor, auxiliar de cozinha, líder de equipe, coordenador e atendente. Oportunidades em Mogi das Cruzes: Vendedor – Hering: acima de 22 anos, com experiência mínima de 6 meses e com disponibilidade de horário. Deixar currículo na loja com Amanda ou Lucas; Operador de caixa - Hering: atendimento ao cliente, abertura e fechamento de caixa, comunicativa, proativa, com experiência de 6 meses. Deixar currículo na loja. Vendedor – Claro: ensino médio completo, conhecimento de Pacote Office, habilidade de interação com cliente e capacidade analítica. Deixar currículo na loja; Auxiliar de cozinha – Risotto Mix: com experiência na área, acima de 23 anos. Disponibilidade para período noturno das 14h50 às 23h10. Deixar currículo na loja; Líder de equipe – Spoleto: experiência na área de alimentação, como preparo dos alimentos, atendimento ao cliente, caixa, organização. Salário e política de premiação a combinar. Enviar currículo para joao.nobregajn@gmail.com; Vendedora – Capoarte: acima de 22 anos com experiência e disponibilidade de horário. Deixar currículo na loja; Coordenador – Divino Fogão: acima de 25 anos, com experiência e disponibilidade de horário. Deixar currículo na loja ou encaminhar por e-mail: mogidascruzes@divinofogao.com.br; Vendedor – TNG: experiência em vendas como subgerente/cargo de liderança ou vendedor responsável. Principais funções: abertura ou fechamento de loja, fechamento de caixa e envio de malote, execução de vitrine junto aos líderes e etc. Deixar currículo na loja; Atendente de loja – Kopenhagem: atendimento ao cliente, rotinas gerais de loja e cafeteria. Deixar currículo na loja; Estoquista – Santa Lolla: Jovem aprendiz temporário. Enviar currículo para santalollamogi@outlook.com; Atendente – Ice Creamy: ter habilidade em manuseio e montagem de produtos na área de sorvetes, disponibilidade de horário. Enviar Curriculo:prenholato@uol.com.br; Vendedor – Mobile Co: entre 18 e 25 anos, ensino médio completo, com ou sem experiência. Deixar currículo na loja. O Mogi Shopping fica na Avenida Vereador Narciso Yague Guimarães, 1001. O horário de funcionamento do estabelecimento é das 10h às 22h. Para mais informações, o telefone é o (11) 4798-8800. Assista a mais matérias
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24/11 - Alemanha revisa e eleva crescimento do PIB no 3º trimestre de 8,2% para 8,5%
País compensa parte significativa da queda recorde de 9,7% no 2º trimestre, mas perspectiva é prejudicada por uma segunda onda de infecções por coronavírus e lockdown parcial. A Alemanha revisou e elevou o resultado do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre, que foi de 8,5%, contra a primeira estimativa de 8,2% divulgada em outubro. A economia alemã "compensou uma grande parte" do colapso do segundo trimestre, provocado pela pandemia de Covid-19, afirmou o instituto de estatísticas Destatis. Em ritmo anual, e levando em consideração as variações sazonais, o PIB caiu 4%, 0,3% a menos que na previsão inicial, segundo o Destatis. No segundo trimestre, a maior economia da Europa registrou um tombo recorde de 9,7%. Risco de nova queda no 4º trimestre A perspectiva entretanto é prejudicada por uma segunda onda de infecções por coronavírus e lockdown parcial para desacelerar a disseminação da doença. Restaurantes, bares, hotéis e locais de entretenimento estão fechados desde 2 de novembro, mas lojas e escolas permanecem abertas. Uma contração no setor de serviços deve pesar com força sobre o PIB no quarto trimestre, enquanto as medidas de lockdown em outros países devem afetar a indústria orientada para exportação também. A confiança empresarial na Alemanha caiu pelo segundo mês seguido em novembro, sugerindo que a maior economia da Europa vai encolher no quarto trimestre, disse nesta terça-feira o instituto Ifo. O índice de clima de negócios do Ifo caiu a 90,7 de 92,5 em outubro. As duas quedas seguidas aconteceram após cinco meses de altas. Alemanha aposta no bom humor para convencer cidadãos a ficarem em casa Vídeos: veja últimas notícias de economia no Brasil e no mundo
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24/11 - Pandemia gera escassez de matéria-prima e faz preços subirem no Brasil
Quando a atividade começou a retomar na pandemia, ocorreu um desencontro: varejistas precisando comprar para repor estoques e indústrias com a produção ainda reduzida e sem estoques. Diversos setores sofrem com a falta de matéria-prima e alta de preços no Brasil BBC Por três vezes ao longo do mês de outubro, Diogo Murrieta, dono da pizzaria La-Nápoles, em Belém do Pará, tentou comprar as embalagens de papelão nas quais suas pizzas são entregues aos clientes e não conseguiu. Em novembro, seu fornecedor voltou a ter caixas de pizza disponíveis, mas com um reajuste de preços de 20%. "Por três vezes aconteceu a falta de matéria-prima, não teve abastecimento. Algo que nunca tinha acontecido", diz Murrieta. Antes da alta de preços das embalagens, houve um aumento de mais de 100% no valor da muçarela, que passou de R$ 16 o quilo para até R$ 34 em meados da pandemia. Agora, o preço começou a cair, e o pizzaiolo de Belém já encontra o produto a R$ 26. Mas então veio a alta das carnes, com a calabresa 50% mais cara e o bacon, 40%. Diante desse cenário, Murrieta não viu alternativa: teve de aumentar o preço de suas pizzas em 10%. Buscando a compreensão dos clientes, publicou um aviso nas redes sociais explicando a situação. Ainda assim, o reajuste foi insuficiente para recompor suas margens e, com os preços mais altos, a pizzaria perdeu um pouco em volume de vendas. Pizzaria explica em nota que aumentou preços por conta de encarecimento de matéria-prima Reprodução Camisetas No outro extremo do país, em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, a vendedora de camisetas Laissa Cancelier Negoseki, dona da marca Brusinhas Estamparia, também usou as redes sociais para compartilhar com seus clientes uma situação para ela inédita: em meados de setembro, não se achava camisetas de malha para comprar no país. "Nunca, em toda nossa história, tivemos uma crise tão grande nas matérias-primas do setor têxtil", dizia a vendedora. Em novembro, Negoseki segue com dificuldade para comprar camisetas, com fornecedores pedindo prazos de até três ou quatro meses para entrega, ante uma espera de 15 dias em tempos normais. E à falta de camisetas, soma-se agora a indisponibilidade no mercado da tinta branca importada usada para estampar as blusinhas, além de um aumento de quatro vezes no preço do primer, pré-tratamento usado nas camisetas para fixação das tintas. Loja de roupas explica motivo do aumento de preços Reprodução Não são somente caixas de pizza e camisetas em falta no país. Empresários dos mais diversos setores relatam falta de aço, cobre, resinas plásticas, produtos químicos, embalagens de papelão, plástico e vidro, algodão e tecidos, placas de MDP, MDF e espumas utilizadas na fabricação de móveis, e até do sebo bovino utilizado na produção de sabonetes. Mas o que explica essa escassez generalizada e alta de preços de insumos num momento em que a economia retoma atividades, após a fase mais dura do isolamento provocado pela pandemia do coronavírus? A BBC News Brasil ouviu especialistas e lista os seis fatores que explicam essa situação, quais as consequências disso para a economia, além de até quando esse cenário deve perdurar. 1. Redução da produção no começo da pandemia Segundo economistas, um primeiro fator que explica a falta de insumos nos últimos meses foi um desarranjo das cadeias produtivas que aconteceu no início da pandemia. Entre março e abril, com a expectativa de uma queda aguda da demanda e sem perspectivas de quando o consumo iria se normalizar, além da necessidade de cumprir regras de distanciamento social para segurança dos trabalhadores nas fábricas, as indústrias botaram o pé no freio na produção. "O início da pandemia foi um momento de profunda incerteza, em que ninguém sabia o que ia acontecer, qual seria o tamanho da queda do PIB, quais seriam as medidas que o governo ia adotar, qual seria a eficácia dessas medidas, quanto tempo aquilo iria demorar", lembra Rafael Cagnin, economista do Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial). Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), entre março e abril, a produção industrial brasileira acumulou queda de 27%. Desde então, o setor vem se recuperando mês a mês, mas somente em setembro retomou o nível de fevereiro. 2. Consumo de estoques Sem produzir e diante da demora inicial do governo para disponibilizar linhas de crédito para o setor produtivo, a indústria precisou gerar caixa para honrar seus compromissos financeiros. Com isso, muitas empresas consumiram seus estoques, tanto de insumos, como de produtos acabados. O mesmo aconteceu no varejo. Com lojas e shoppings fechados, muitos comerciantes frearam novas compras e preferiram vender o que já tinham em seus acervos. Quando a atividade começou a retomar, esse duplo movimento resultou em um desencontro: varejistas precisando comprar para repor estoques e indústrias com a produção ainda reduzida e sem estoques para atender à demanda do comércio e de outras indústrias. Conforme dados da CNI (Confederação Nacional da Indústria), o índice de estoques do setor está em queda desde março. O indicador estava em 49,9 naquele mês e chegou a 43,3 em outubro. Valores acima dos 50 pontos indicam crescimento do nível de estoques ou reservas acima do desejado. Abaixo desse patamar, o nível de estoques é considerado insatisfatório. 3. Recuperação mais rápida do que o esperado no Brasil Um terceiro fator que explica a escassez e alta de preços das matérias-primas foi a recuperação mais rápida do que o esperado da atividade econômica no país. Segundo os analistas, isso se deveu em grande medida aos efeitos do auxílio emergencial sobre o consumo. "Tivemos dois meses em que a demanda foi muito baixa, e daí o governo jogou quase R$ 300 bilhões para 66 milhões de pessoas através do auxílio emergencial e esse dinheiro foi imediatamente para o consumo", observa Ricardo Roriz, presidente da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e vice-presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). "Se esperava, no início do choque da Covid-19, uma queda muito mais profunda do nível de atividade e uma demora muito maior na recuperação", diz Cagnin, do Iedi. "O que vimos foi uma surpresa positiva, com uma reativação do nível de atividade mais rápida do que se previa. Como as indústrias estavam com estoques muito comprimidos, isso gerou um estresse na cadeia produtiva, com empresas não conseguindo atender todos os seus clientes, nem comprar todos os insumos necessários de seus fornecedores." Segundo o boletim Focus, do Banco Central, a expectativa mediana do mercado para a queda do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 2020 chegou a 6,6% ao final de junho. Desde então, diante dos resultados melhores do que o esperado da atividade nos últimos meses, os economistas têm melhorado suas estimativas e a projeção agora é de baixa de 4,55% no ano. Alta no preço da matéria-prima é o grande desafio das indústrias 4. Apetite voraz da China e dólar em alta A demanda acima do esperado não foi apenas interna. Com o controle da pandemia em outros países do mundo, particularmente na China, a demanda externa por commodities brasileiras explodiu. Esse forte aumento das exportações foi favorecido ainda pelo real desvalorizado em relação ao dólar, que torna mais rentável para as empresas vender para fora do que para o mercado interno. Ao mesmo tempo, o dólar alto inibe importações, o que também reduz a oferta de produtos no mercado doméstico. O voraz apetite chinês também levou a uma alta de preços das commodities, cujos valores são definidos por negociações em bolsas internacionais. A combinação de alta de preços das commodities, desvalorização cambial e forte volume de exportações levou à explosão de preços no mercado interno de produtos como soja, arroz, algodão, proteína animal, aço, alumínio, papel e celulose. "À medida que exportamos para aproveitar o real desvalorizado e ganhar mais com isso, falta produto para o mercado brasileiro e isso se reflete nos preços", diz André Braz, coordenador de índices de preços do Ibre-FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas). 5. Gargalos logísticos Um quinto fator no desarranjo da indústria foram gargalos logísticos. Com a redução no número de voos internacionais - a Iata (Associação Internacional do Transporte Aéreo) espera que o tráfego aéreo de 2020 seja 66% menor que o registrado em 2019 - houve queda na oferta e encarecimento do frete aéreo, dificultando a importação de diversos produtos. Também no começo da pandemia, muitos navios ficaram parados, impedindo o trânsito de insumos. "O Brasil é um país muito distante dos principais mercados, com tempo de trânsito muito longo, então quem precisou fazer uma importação para regularizar sua situação de abastecimento, teve que esperar muito tempo", diz Roriz, da Abiplast e da Fiesp. 6. Pedidos repetidos e em maior volume Por fim, um último fator que explica a falta de matérias-primas, segundo os especialistas, é que esse fenômeno se retroalimenta. Com medo da escassez, empresas tendem a fazer pedidos em maior volume ou repetidos para diferentes fornecedores, o que agrava o desabastecimento de insumos. "Na retomada, como a indústria sacou que a recuperação está mais aquecida do que o esperado, está todo mundo indo às compras", diz Braz, da FGV. "E como muitas matérias-primas são indexadas em dólar, há um medo de uma nova desvalorização que encareça ainda mais as matérias-primas. Esse gás para comprar, tudo ao mesmo tempo, e em quantidade igual ou maior do que no período anterior à pandemia, tem contribuído para esse gargalo." Quais são os efeitos da escassez de matérias-primas para a economia? São dois os efeitos principais da falta de matérias-primas para a economia, segundo os especialistas. O primeiro deles é que isso freia um tanto a recuperação da atividade, e o segundo é a pressão de preços e custos ao longo das cadeias produtivas. "Como a demanda ainda não está totalmente recuperada, as empresas têm tido dificuldade de repassar o aumento de custos integralmente aos clientes", diz Cagnin. "Isso acaba sendo absorvido, pelo menos em parte, pelas companhias, resultando em perda de margens." O economista lembra, porém, que as empresas vêm sofrendo com compressão de margens desde 2015, devido à crise anterior. A esse problema, se soma o fato de que as companhias devem sair da crise do coronavírus com endividamento muito maior, já que muitas recorreram a mecanismos de financiamento emergenciais. "A compressão de margens dificulta pagar essa dívida mais rapidamente e compromete os investimentos futuros, já que a principal fonte de financiamento das empresas brasileiras é o lucro acumulado." Assim, com a recuperação da atividade prejudicada, a retomada do emprego pode ser mais lenta à frente, como resultado de todos esses efeitos. E até quando esse problema deve durar? Conforme os economistas, a falta de matérias-primas tem data para acabar. No primeiro semestre de 2021, com a queda da demanda esperada pelo fim do auxílio emergencial e a retomada da produção em boa parte da indústria, as curvas de oferta e demanda tendem a convergir. "Eu diria que esse problema dura no máximo mais três meses, depois disso, a situação vai ser de falta de demanda", diz Roriz. "Além do fim do auxílio, como o governo ficou muito endividado e boa parcela dos vencimentos vai cair em 2021, a demanda pública também ficará reduzida. E as empresas vão ter que pagar dívidas e impostos atrasados durante a pandemia." Mas isso não significa que os preços vão voltar a baixar de forma significativa, os analistas alertam. "Olhando para frente, há uma inflação de custos acumulada que não é pequena", observa Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados. Até outubro, o IGP-M, índice de inflação composto em 60% por preços do atacado, acumulava alta de 20,93% em 12 meses, comparada a aumento de 3,92% em 12 meses do IPCA, índice oficial de inflação do país, que mede a variação de preços aos consumidores. "A taxa de câmbio deve continuar pressionada e os preços de commodities vão continuar elevados, devido à volta do crescimento asiático e mundial. Então não vejo os preços voltarem no ano que vem. É de estável, para continuar crescendo." Essa também é a avaliação de Fabio Romão, da LCA Consultores. "Vamos herdar pressões de custos de 2020 para 2021. Tenho estimativa de alta de 3,5% para o IPCA esse ano e de 3,6% para o ano que vem, mas o viés para 2021 é de alta, porque até pouco tempo atrás ninguém falava em IGP-M na casa dos 20%." "A meta de inflação para o próximo ano é 3,75%, mas existe o risco de o IPCA ficar até um pouco acima disso." Vídeos: veja últimas notícias de economia
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24/11 - É preciso trocar o chip do celular se o aparelho for contaminado com vírus?
Tira-dúvidas explica como remover códigos maliciosos que podem contaminar o celular e se existe alguma situação em que a troca de chip ou aparelho pode ser a única saída. Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.), envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores às terças e quintas-feiras. Chip de celular em geral não possui espaço suficiente para armazenar códigos maliciosos. Petr Kratochvil/CC Public Domain Caso um vírus ou malware espião tenha infectado meu celular via WhatsApp, eu fico seguro trocando o telefone, sem trocar o chip e mantendo a mesma conta no WhatsApp? Ou o mais sensato seria trocar ambos, o telefone e o chip? – Renato Roncon Em geral, Renato, você não precisa trocar absolutamente nada – nem o aparelho celular, nem o chip. É muito raro que um smartphone seja contaminado pelo WhatsApp. É claro que isso pode acontecer em casos excepcionais – o episódio envolvendo o celular de Jeff Bezos, fundador da Amazon, é o exemplo mais notório. Por regra, o máximo que um criminoso pode fazer é enviar um link para um programa malicioso (um arquivo "APK", no Android) e convencer você a instalar esse software espião. Nesse cenário, o WhatsApp é apenas o canal de comunicação usado para levar você ao programa malicioso. Não faria diferença se a mensagem fosse enviada por e-mail ou SMS. Isso também significa que apps maliciosos instalados por outros meios (inclusive durante sua navegação na web) podem apresentar consequências no WhatsApp. Também não devemos esquecer que muitas "invasões" ao WhatsApp ocorrem por WhatsApp Web e que basta o aparelho ficar disponível e desbloqueado por alguns segundos para autorizar uma sessão. Caso o aparelho seja mesmo contaminado por um programa espião, basta restaurar o aparelho às configurações de fábrica. No menu "Configurar" ou "Configurações" do seu celular, você facilmente encontra essa opção. Depois de alguns toques, seu aparelho estará como novo. Vale lembrar que a restauração das configurações de fábrica sempre apega todos os dados do seu telefone, incluindo as fotos e dados de aplicativos. Lembre-se de realizar um backup (cópia) das informações que você quer manter antes de realizar esse procedimento. É preciso trocar o chip? Até hoje, não existem ataques reais que executem códigos maliciosos ou "contaminem" um chip de celular. Por isso, não é provável que o chip tenha sido modificado. Existem muitos alertas de vírus falsos na internet que falam em "vírus no chip" ou "danos no chip". Essas mensagens devem ser ignoradas. Elas são falsas e têm apenas o objetivo de assustar e promover supostos aplicativos de segurança. Sendo assim, a troca de chip só faz sentido se ele estiver com algum defeito. Chips podem ter defeitos que impactam a autonomia de bateria e até a estabilidade do sinal da rede, mas isso acontece por problemas elétricos – não por causa de vírus. Faz sentido trocar o aparelho por causa de um vírus? Embora a restauração do sistema resolva a maioria dos problemas com vírus em celular, a troca de celular pode ser recomendada em alguns casos. Veja exemplos: Aparelhos sem homologação da Anatel ou do Google: o Google tem um programa de certificação para aparelhos Android chamado Play Protect. Basta abrir o app da Play Store no celular e acessar "Configurações" no menu três barras. Depois de rolar para baixo até o fim das opções, você deve encontrar o item "Certificação do Play Protect" e a mensagem "Este aparelho é certificado". Se não houver essa mensagem, seu aparelho não faz parte dos modelos garantidos pelo Google e, portanto, não tem sua segurança garantida. O uso desses aparelhos não é recomendado e, se for confirmado que realmente houve um problema de segurança no dispositivo, a troca é recomendada. Versões antigas do Android: Aparelhos muito antigos, que não recebe mais atualizações, correm mais risco do que aparelhos novos que ainda têm suporte do fabricante. Em alguns casos, estes aparelhos podem ter falhas que permitem a um vírus se instalar de forma permanente no sistema. A restauração do aparelho não removerá o vírus nesses casos. Por meio de um procedimento chamado de "reflash", é possível reinstalar totalmente o sistema, mas isso também não vai eliminar as falhas inerentes à versão antiga do Android. Se for possível, será recomendada a troca por um aparelho mais novo. Play Store pode identificar aparelhos Android certificados pelo Google. Aparelhos sem certificação podem não possuir o mesmo nível de segurança. Reprodução Até hoje, não há registros de casos semelhantes no iPhone. Porém, como no Android, recomenda-se evitar o uso de um iPhone incompatível com as versões mais recentes do iOS. Muita gente reclama do desempenho do celular após atualizações, mas isso faz parte do processo do avanço da tecnologia. A atualização do sistema é fundamental para garantir o bom funcionamento do produto. Quando ele deixa de ser compatível com essas atualizações, é porque o fabricante decidiu não dar mais suporte. Se você quer garantir o uso seguro do seu aparelho por bastante tempo, lembre-se de conferir o prazo de atualizações fornecidas pelo fabricante. No Android, os aparelhos "Android One" são vendidos com garantia de atualização por três anos data de lançamento. Em outros fabricantes, Samsung anuncia que celulares da linha Galaxy S terão três 'gerações' de atualização para o Android Especialistas desvendam como praga digital para Android persiste após redefinição de sistema Celulares só recebem atualização de sistema por alguns anos, e fabricantes omitem detalhes Dúvidas sobre segurança digital? Envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com Vídeos: tudo sobre segurança digital
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24/11 - Agência do Trabalho oferece 266 vagas de emprego em nove municípios do Grande Recife e da Zona da Mata
Entre as oportunidades, estão cem vagas para costureira de máquina industrial e 30 para auxiliar de carga e descarga. Interessados devem agendar atendimento em uma das unidades. Carteira de Trabalho Mauricio Vieira/Secom/Divulgação Trabalhadores em busca de uma oportunidade de emprego têm disponíveis 266 vagas oferecidas nesta terça-feira (24) pela Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq). Por meio das unidades da Agência do Trabalho, é possível encontrar postos de trabalho em nove municípios do Grande Recife e da Zona da Mata Pernambucana. Há vagas no Recife (163), Cabo de Santo Agostinho (72), Camaragibe (1), Escada (1), Igarassu (5), Ipojuca (16), Nazaré da Mata (1), Paudalho (2) e Vitória de Santo Antão (5). Do total, cem oportunidades são para costureiras de máquinas industriais na capital e 30 são vagas temporárias para ajudantes de carga e descarga no Cabo de Santo Agostinho (confira lista completa mais abaixo). Há também quatro postos de trabalho reservados para pessoas com deficiência. Profissionais interessados devem agendar atendimento para uma das unidades da Agência do Trabalho, pelo site da secretaria ou pelo Portal Cidadão. Vagas de emprego Vagas para pessoa com deficiência Vagas temporárias VÍDEOS: Concursos e emprego
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24/11 - Auxílio Emergencial: Caixa libera saques para nascidos em junho
Também nesta terça, beneficiários do Bolsa Família com NIS final 6 recebem nova parcela. A Caixa Econômica Federal (CEF) libera nesta terça-feira (24) os saques e transferências de novas parcelas do Auxílio Emergencial para 3,6 milhões de trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família. O pagamento desta terça é para os trabalhadores nascidos em junho. Serão liberados os saques das parcelas creditadas em poupança social digital nos ciclos 3 e 4 de pagamento do benefício, nos dias 14 de outubro e 11 novembro. Também nesta terça, a Caixa paga a quarta parcela de R$ 300 para 1,6 milhão de beneficiários do Bolsa Família cujo número do NIS termina em 6. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Veja como serão os pagamentos de R$ 300 e tire dúvidas Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL VEJA QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTA TERÇA: trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em junho - poderão sacar as parcelas que foram creditadas em poupança social digital nos dias 14 de outubro e 11 de novembro trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, cujo número do NIS termina em 6 - vão receber a quarta parcela de R$ 300 Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial - Beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Clique aqui para ver o calendário completo dos pagamentos VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial re- vão epoderão sacar as parcelas que foram creditadas em poupança social digital nos dias 11 de outubro e 8 de novembro
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24/11 - Itaú Unibanco reduz participação na Ecorodovias
Itaú destaca que atua na administração de recursos de terceiros e que a participação acionária na companhia é referente a fundos de investimento geridos pelo banco. Itaú Unibanco chegou a 2,94% de participação acionária na Ecorodovias Divulgação: EcoRodovias A Ecorodovias comunicou ao mercado que o Itaú Unibanco chegou a 2,94% de participação acionária na companhia, com 16,4 milhões de papéis. De acordo com o último formulário de referência da empresa, divulgado no dia 7 de outubro, o Itaú detinha participação acionária de 5%. O Itaú destaca que atua na administração de recursos de terceiros e que a participação acionária na companhia é referente a fundos de investimento geridos pelo banco.
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23/11 - Pandemia aumenta desigualdade racial no mercado de trabalho
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23/11 - Setores cíclicos levantam bolsas dos EUA, com destaque para indústria e energia
Declínios em tecnologia e nomes de peso relacionados ao segmento, como Apple Inc e Netflix Inc, diminuíram os ganhos dos índices. Bandeira dos EUA em frente à Bolsa de Chicago John Gress/Reuters Os mercados de ações dos Estados Unidos fecharam em alta a volátil sessão desta segunda-feira (23), uma vez que esperanças de uma vacina para a Covid-19 impulsionaram setores economicamente sensíveis, como de energia e industrial, mas uma retração em papéis de megacaps restringiu os ganhos no S&P 500 e no Nasdaq. Setores cíclicos lideraram os ganhos, com o índice de energia bem à frente, com alta de 7,09%, enquanto os índices para os segmentos industrial e financeiro aumentaram cada um mais de 1%, após dados mostrarem que a atividade de negócios expandiu-se no ritmo mais rápido em mais de cinco anos. As ações de energia foram impulsionadas por outra valorização nos preços do petróleo, que subiram na expectativa de que uma vacina ajude a recuperar a demanda. "É segunda-feira, dia de operar vacina", disse Ken Polcari, sócio-gerente da Kace Capital Advisors em Jupiter, Flórida. Declínios em tecnologia e nomes de peso relacionados à tecnologia, como Apple Inc e Netflix Inc, diminuíram os ganhos dos índices, conforme investidores abandonaram ações vistas como apostas seguras após o crash causado pelo coronavírus no começo do ano. Os principais índices acionários receberam impulso extra depois que o Wall Street Journal informou que o presidente eleito dos EUA, Joe Biden, planeja nomear a ex-chair do Federal Reserve Janet Yellen para ser a próxima secretária do Tesouro. O índice Dow Jones subiu 1,12%, a 29.591 pontos. O S&P 500 ganhou 0,563592%, a 3.578 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançou 0,22%, a 11.881 pontos.
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23/11 - Biden nomeará Janet Yellen como secretária do Tesouro, diz imprensa norte-americana
Yellen se tornará a primeira mulher a chefiar o Departamento do Tesouro do país; ela já foi presidente do Banco Central dos EUA O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, nomeará a ex-presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), Janet Yellen, como secretária do Tesouro, reportou a imprensa norte-americana nesta segunda-feira (23). Ex-presidente da do Fed Janet Yellen em entrevista coletiva de imprensa no dia 20 de setembro de 2017 Joshua Roberts/Reuters Se Yellen for confirmada pelo Senado, ela se tornará a primeira mulher a chefiar o Departamento do Tesouro, cargo que assumirá em meio à profunda crise que abalou a maior economia do mundo devido ao coronavírus. Biden vai nomear a 1ª mulher para liderar a inteligência dos EUA e o 1º latino para Segurança Interna "Yellen vai ser a próxima secretária do Tesouro", afirmou a fonte à AFP, confirmando uma informação publicada pelo The Wall Street Journal. Yellen já havia quebrado uma barreira quando o ex-presidente democrata Barack Obama a escolheu para chefiar Fed em 2014, posição da qual foi deposta por Donald Trump quatro anos depois. No Fed, Yellen era vista como mais inclinada a políticas brandas, como manter as taxas de juros baixas para proteger o emprego. Quando substituir Steven Mnuchin no Departamento do Tesouro, Yellen terá que enfrentar negociações que estão bloqueadas há meses para a realização de um novo pacote de estímulo à economia, caso os legisladores não ajam antes da posse de Biden, em 20 de janeiro. Vídeos: Últimas notícias de economia
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23/11 - Exportação de suco de laranja do Brasil cai 19% no acumulado da safra 2020/21
Dados da associação CitrusBR mostram que para a Europa, principal destino do produto nacional, as vendas caíram 26,5% na comparação anual. Suco de laranja Reprodução/EPTV As exportações do Brasil de suco de laranja atingiram 319.574 toneladas nos primeiros quatro meses da safra 2020/21, o que representou uma queda de 19,17% em relação ao mesmo período da temporada passada. Os dados foram divulgados pela associação CitrusBR nesta segunda-feira (23). Café, leite, trigo...série do G1 mostra a origem dos alimentos consumidos no país "Na safra passada tivemos uma produção de 1,2 milhão de toneladas de suco, 37,4% acima do período anterior. Isso permitiu recompor os estoques internacionais de suco brasileiro", disse em nota o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto, citando ainda uma produção menor da fruta na atual temporada. Produção de laranja de Linhares é destaque no Espírito Santo A safra 2020/21 de laranja do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste de Minas Gerais, principal região produtora de suco para a exportação, está estimada em 286,72 milhões de caixas de 40,8 kg, queda de 25,87% em relação à temporada anterior, segundo previsão do Fundecitrus. Em anos de safras maiores as exportações são mais intensas no meses iniciais em comparação a temporadas de colheitas menores, comentou a associação. "Isso não significa que as exportações serão menores nesta temporada, mas indica, por enquanto, uma necessidade menor de ser transferir produto para os pontos de venda mundo afora", acrescentou Netto. As exportações para a Europa, principal destino das exportações brasileiras de suco, atingiram no período 212.472 toneladas, uma redução de 26,5% em relação aos mesmos meses da safra 2019/20. Já as exportações para os Estados Unidos cresceram 2% entre os meses de julho e outubro, para 54.704 toneladas. VÍDEOS: saiba tudo sobre o agronegócio
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23/11 - Preço do petróleo Brent sobe mais de 2% com notícias sobre vacina
Nesta segunda-feira (23), a farmacêutica britânica AstraZeneca disse que sua vacina, desenvolvida em conjunto com a Universidade de Oxford, pode ter cerca de 90% de eficácia contra o coronavírus. Os preços do petróleo Brent avançaram mais de 2% nesta segunda-feira (23), ampliando os ganhos da semana anterior, após notícias otimistas sobre testes de uma vacina contra o coronavírus levarem operadores a antecipar uma recuperação de demanda. O Brent fechou em alta de US$ 1,10, ou 2,45%, a US$ 46,06 por barril, enquanto o petróleo dos Estados Unidos avançou 0,64 dólar, ou 1,51%, para US$ 43,06 o barril. Ambos os valores de referência haviam saltado 5% na semana passada. A farmacêutica britânica AstraZeneca disse nesta segunda-feira que sua vacina, desenvolvida em conjunto com a Universidade de Oxford, pode ter cerca de 90% de eficácia. Vacina de Oxford contra Covid-19 tem eficácia de até 90%, diz laboratório "Uma nova dose de notícias favoráveis sobre a vacina contra o coronavírus hoje desencadearam um novo movimento de alta no mercado de ações, que facilmente se espalhou para o ambiente do petróleo", disse Jim Ritterbusch, presidente da Ritterbusch and Associates em Galena, Illinois. A estrutura "contango" no mercado, na qual os preços para entrega do primeiro contrato são mais baixos que os para entrega seis meses mais tarde, se estreitou para até 0,31 dólar, menor nível desde junho, refletindo a visão de operadores de que o excesso de oferta está diminuindo. Vídeos: Últimas notícias de economia
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23/11 - Abatedouro de frangos chefiado por mulheres 'caminha' para vender produção a supermercados de RO
Toda a estrutura do local é resultado de muita cooperação: o terreno foi cedido por um casal para a construção do prédio. Cinco mulheres de Ouro Preto do Oeste são sócias num abatedouro de aves O trabalho de cinco mulheres na gestão de um abatedouro de frangos tem chamado a atenção em Ouro Preto do Oeste (RO) e já caminha para garantir renda de mais famílias da região, através da venda da produção a uma rede de supermercados. O trabalho no abatedouro é árduo (desde a criação dos pintinhos), mas nada que as cinco mulheres não consigam fazer. A ideia de gerar a renda com o trabalho na zona rural surgiu em 2010, durante reunião com a associação de agricultura familiar. A criação de frangos para o abate começou de forma irregular, mas no início de 2020 aconteceu a inauguração do local de forma legalizada e dentro das normas sanitárias. Toda a estrutura do local é resultado de muita cooperação: o terreno foi cedido por um casal para a construção do prédio. Agroindústria montada em Ouro Preto tem se destacado Rede Amazônica/Reprodução Com o auxílio da Emater e de outros órgãos, a agroindústria conseguiu o selo de inspeção municipal e revende o produto no comércio local de Ouro Preto do Oeste. Alvina Teixeira de Fraga, coordenadora e sócia da agroindústria, está desde o início no projeto. "A gente queria ganhar dinheiro, mas não sabia como. Com o incentivo da Emater, resolvemos criar os frangos. Nós éramos em 23, aí foi desgastando, se perdendo ao longo do caminho e hoje estamos em cinco. Eu espero que nosso empreendimento gere renda não só para as 5, mas em prol de uma associação, de uma comunidade", afirma Alvina. A Associação de Agricultura Familiar é formada por 43 sócios. A agroindústria tem capacidade para manter 2,5 mil aves durante noventa dias, que é o tempo médio da cadeia de produção. A ideia é de que em breve as cinco mulheres consigam incluir as famílias da associação na criação dos frangos. "Nós somos um abatedouro, estamos na coordenação do abatedouro, mas a o criadouro pode vir dos 43 sócios que temos. A associação em si é sem fim lucrativos, mas nós estamos trabalhando para ser lucrativo. O nosso é abatedouro, mas o criadouro a gente quer dar preferência para eles, porque não vamos dar conta de criar, abater e vender", afirma dona Alvina. Aves criadas na agroindústria das mulheres Rede Amazônica A Emater também acredita que o abatedouro de frangos tem grande potencial na região. "Ela [associação] tanto vai fazer o desenvolvimento da linha 166, como da comunidade em volta, e também vai fazer o desenvolvimento econômico da atividade da avicultura no município de Ouro Preto e também da grande região, por também ser uma das únicas agroindústrias que tem aqui nessa região", diz Lilian Baborsa Lurde, zootecnista da Emater. Para as mulheres, a agroindústria é muito importante. Isso porque, além do trabalho, elas veem como uma oportunidade para quem mora na área rural. "Já faz dez anos que trabalho aqui, no sítio a gente não tem muita oportunidade de renda, aqui a gente não tem muita oportunidade, e a oportunidade que eu vi foi essa", conta Fernanda Pereira, outra sócia da agroindústria. Em uma das salas da agroindústrias, os frangos são empacotados, vão para o freezer e depois seguem para a comercialização. Por enquanto a maior parte do trabalho é manual, mas um maquinário deve começar a funcionar em breve para auxiliar na produção das mulheres. Apesar da força empenhada nas tarefas, a equipe encontra vários obstáculos. A pandemia, por exemplo, influenciou na redução da entrega de pintinhos. A meta é abater 500 aves por semana, mas por enquanto, elas têm realizado o abate de 250 aves, em média. Mulheres empreendedoras em Ouro Preto do Oeste Rede Amazônica As empreendedoras trabalham agora para construir uma fossa séptica e conseguir uma licença ambiental. Com mais esse objetivo alcançado, elas poderão vender os frangos a uma rede de supermercados do estado de Rondônia. Por enquanto, a renda adquirida no abatedouro tem servido apenas para manter as despesas do local. Mas a expectativa é de que a venda para todo o estado possa proporcionar uma arrecadação suficiente para todos os custos e, assim, conseguir algum lucro. "Com a licença ambiental concluída, nós vamos conseguir colocar os produtos delas na principal rede de supermercados de Rondônia. E isso vai trazer pra elas os lucros que elas há dez anos elas tem tentado colher", diz a zootecnista da Emater. Para aproveitar o espaço da agroindústria, além do abate de frangos, elas também plantam e colhem. Há melancias e abóboras prontas para serem vendidas. Veja mais notícias do Rondônia Rural
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23/11 - 'Do ponto de vista do governo, não existe prorrogação', diz Paulo Guedes sobre auxílio emergencial
Ministro da Economia deu declaração durante evento virtual na tarde desta segunda-feira (23). Segundo informou blog de Valdo Cruz, ala política do governo voltou a defender a prorrogação. 'Do ponto de vista do governo, não existe prorrogação', diz Paulo Guedes sobre auxílio O ministro Paulo Guedes, da Economia, afirmou na tarde desta segunda-feira (23) que o governo não pretende prorrogar o auxílio emergencial, concedido desde maio para desempregados e trabalhadores informais em razão da pandemia do coronavírus. Em evento virtual promovido por uma empresa de investimentos, o ministro disse que há pressão política pela prorrogação e que a área econômica está preparada para reagir "se houver uma segunda onda" da Covid-19. Mas, para Guedes, a doença "cedeu" e "está descendo", razão pela qual o auxílio não seria mais necessário porque, segundo afirmou, a economia "está voltando forte". "A ideia é que o auxílio emergencial se extingue no final do ano. A economia está voltando forte, a doença está descendo. Eu não estou dizendo duas ou três semanas. Eu estou dizendo, de 1,3 mil, 1,4 mil mortes diárias, a coisa caiu para 300, 250. Agora, parece que voltou para 350. É uma tragédia de dimensões imensas, é terrível essa epidemia que abateu sobre o Brasil [...]. Contra evidência empírica, não há muito argumento. Os fatos são que a doença cedeu bastante e a economia voltou com muita força", declarou. Segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h deste domingo (22), o Brasil uma tem média móvel de 484 mortes por Covid por dia e em dez estados as mortes estão em alta. "Do ponto de vista do governo não existe a prorrogação do auxílio emergencial. Evidente que há muita pressão política para isso acontecer. É evidente que tem muita gente falando em segunda onda, etc. e nós estamos preparados para reagir a qualquer evidência empírica. Se houver uma evidência empírica, o Brasil tiver de novo mil mortes, tiver uma segunda onda efetivamente, nós já sabemos como reagir, já sabemos os programas que funcionaram melhor", afirmou o ministro. O governo começou a fazer os pagamentos do auxílio emergencial em maio. Inicialmente, iriam até julho. Depois foram prorrogados uma primeira vez até setembro e, uma segunda vez, até dezembro. No início, o valor era R$ 600, mas passou para R$ 300 nas últimas parcelas. Segundo informou o blog de Valdo Cruz, a ala política do governo voltou a defender a prorrogação do auxílio emergencial por dois ou três meses em 2021 em razão da indefinição a respeito da criação de um novo programa social. 'O fato é que a doença cedeu substancialmente', diz Paulo Guedes sobre casos de Covid-19 No último dia 12, Guedes afirmou que, se houver uma "segunda onda" da Covid-19 — que, para ele, não está caracterizada — a prorrogação seria "uma certeza". "Se houver uma segunda onda de pandemia, não é uma possibilidade, é uma certeza", declarou na ocasião. Auxílio emergencial O diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão vinculado ao Senado, calcula que uma prorrogação, por quatro meses do auxílio emergencial, no valor de R$ 300, para cerca de 25 milhões de pessoas custaria aos cofres públicos cerca de R$ 15,3 bilhões. Para a IFI, o auxílio é importante, mas é necessário encontrar formas para financiá-lo, caso o governo e o Legislativo decidam estendê-lo outra vez. “O espaço fiscal no teto [de gastos] não existe, é muito pequeno, exíguo para se fazer gastos adicionais. Se o teto for mantido como está, precisaria de compensação em outros gastos. E os gastos discricionários já estão num limite muito baixo”, disse Felipe Salto, diretor-executivo da IFI. Na avaliação dele, a PEC emergencial – que busca soluções para a preservação do teto – não deve avançar neste ano, assim como a PEC do pacto federativo. Outros temas Estatais e privatizações - Na palestra desta segunda-feira, Paulo Guedes voltou a defender a venda de estatais e a relatar dificuldades para dar andamento a um programa de privatizações. “Nós tivemos que ir primeiro ao Supremo e, também, por alguma razão interna nossa houve alguma hesitação em alguns dos ministérios nossos. No nosso próprio ministério, também houve várias importantes. Agora, também houve um acordo político, aparentemente de centro-esquerda, para nós não pautarmos as privatizações. Isso foi muito ruim para nós”, disse. Juros e câmbio - O ministro também afirmou que a economia está “mais saudável” com juros mais baixos e o câmbio mais elevado. “Nós estávamos em um endividamento em bola de neve e pagando juros altíssimos, inclusive, com o câmbio sobrevalorizado, uma combinação bastante perversa, de dois preços críticos na economia. A economia está muito mais saudável. Porque antes, com juros a 10%, 12% e o câmbio a R$ 1,80; R$ 2,20, R$ 2,80. A economia está muito mais saudável se ela estiver com o juros a 2% e o câmbio de R$ 5. Muito melhor”, declarou Guedes. Novo imposto - O ministro foi questionado sobre a criação de um tributo sobre operações digitais, que tem sido chamado de CPMF digital. Guedes afirmou ser contrário a aumento de impostos, mas disse que, para se desonerar a folha de pagamentos, será necessário “ter outra base de impostos”. “Então, vocês estão vendo aí, tem 17 setores que têm um lobby muito forte. Eles querem desoneração para eles. Não para o Brasil todo [...]. Então, se alguém quiser desonerar, vai ter que ter uma outra base de impostos para poder desonerar. Porque nós não vamos aumentar essas bases que estão aí. E essa conversa foi interditada”, disse. Reforma tributária - Guedes defendeu a cobrança de imposto sobre dividendos, tendo como compensação a diminuição da tributação das empresas. “Se o lucro fica na empresa, para virar investimento, criação de emprego, inovação, a tributação é mais baixa. Agora, saiu, foi para a pessoa física, que tem dinheiro, que tem base de capital, onde existe a riqueza financeira, e aí você tá vivendo de dividendo.. Tem que pagar. Tem que pagar imposto sobre dividendo. Que história é essa?”, indagou. VÍDEOS: notícias sobre auxílio emergencial
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