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23/03 - Bloqueio no orçamento faz verba para custeio e investimentos ser a menor dos últimos dez anos
Bloqueio de R$ 29 bi foi anunciado pelo governo nesta sexta. Segundo Ministério da Economia, medida fez com que limite de despesas não obrigatórias caísse de R$ 129 bi para R$ 90 bi. Governo anuncia bloqueio de R$ 29 bilhões no orçamento O bloqueio no orçamento anunciado pelo governo nesta sexta-feira (22) fará com que a verba para custeio e investimentos seja a menor desde 2008, quando começou a série história do Tesouro Nacional. Ao todo, o bloqueio anunciado é de R$ 29,7 bilhões e, segundo a equipe econômica, o objetivo é garantir o cumprimento da mesta fiscal deste ano. Com a medida, explicou o secretário de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Júnior, o limite dos gastos discricionários (não obrigatórios) caiu de R$ 129 bilhões para R$ 90 bilhões neste ano (veja no gráfico abaixo). O governo afirma que buscará reverter o bloqueio e, com isso, tentar elevar o limite dos gastos com custeio e investimentos. Efeitos nos serviços públicos Se for confirmado o teto de R$ 90 bilhões para as despesas não obrigatórias, podem faltar recursos para alguns serviços do governo. Em 2017, por exemplo, quando o teto era de R$ 117 bilhões, a impressão de passaportes e as fiscalizações contra o trabalho escravo chegaram a ser suspensas ou reduzidas. Também houve redução nos recursos para as universidades federais. De acordo com a Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão vinculado ao Senado, o espaço necessário para os gastos públicos deve ficar acima de R$ 75 bilhões. Assim, diz a IFI, não haverá problemas no funcionamento de ministérios nem na operacionalização de políticas públicas. Esse seria o piso necessário, de acordo com o órgão, para evitar o chamado "shutdown" da máquina pública ou "desligamento", por meio do qual o governo tem o funcionamento prejudicado e não consegue produzir alguns serviços públicos para a sociedade. De acordo com estudo do economista e pesquisador Manoel Pires, ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, porém, quando se olha para "todos os indicadores disponíveis", a impressão é que se a despesa discricionária ficar abaixo de R$ 120 bilhões é "muito provável que o governo federal já esteja muito próximo de aplicar um shutdown na prática". Entre os gastos não obrigatórios, estão: Investimentos em infraestrutura; Ações de defesa agropecuária; Bolsas do CNPq; Concessão de bolsas de estudo (Capes); Pronatec; Emissão de passaportes; Farmácia popular; Fiscalização ambiental (Ibama); Bolsas para atletas; Aquisição e distribuição de alimentos para agricultura familiar; Despesas administrativas do governo (água, energia elétrica, serviços terceirizados). Segundo analistas, entre os principais gastos afetados pela redução das despesas discricionárias geralmente estão os investimentos públicos em infraestrutura, que, em 2018, atingiram o menor patamar em dez anos, somando R$ 27,8 bilhões. O que diz a equipe econômica Ao anunciar o bloqueio no orçamento de 2019, o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Júnior, afirmou que o governo buscará reverter esse corte no decorrer deste ano. Para isso, espera contar com recursos decorrentes do crescimento da economia, da privatização da Eletrobras e da cessão onerosa (contrato firmado entre Petrobras e União, cujo excedente pode render cerca de R$ 100 bilhões neste ano). "Não há nenhuma estimativa de problemas na operacionalização da máquina publica. O cenário econômico está sendo acompanhado para reversão desses valores [bloqueados]", declarou ele, citando o processo de venda de ativos (Eletrobras e cessão onerosa, por exemplo). "A máquina não vai parar, absolutamente", acrescentou. No médio prazo, o governo tem defendido uma reforma da Previdência para diminuir o patamar de gastos obrigatórios, que estão acima de 90% das despesas totais neste ano para, deste modo, abrir espaço para gastos discricionários. A reforma da Previdência é prioridade da equipe econômica do governo Jair Bolsonaro, que encaminhou uma proposta ao Legislativo no mês passado. Além disso, o governo também anunciou que pretende diminuir o percentual de "vinculações" no orçamento.
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23/03 - Bolsonaro 'precisa ter mais tempo para cuidar da Previdência' e menos para rede social, diz Maia
Declarações foram dadas nesta sexta-feira (22) em meio à discussão sobre o andamento da reforma na Câmara. Governo tenta recuperar parceria com Maia na articulação da Previdência O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta sexta-feira (22) que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) precisa ter "mais tempo para cuidar da reforma da Previdência e menos tempo" para as redes sociais. A declaração foi dada em meio à discussão sobre a prioridade dada pelo governo à tramitação da reforma na Câmara. Ao site do jornal "O Globo", Maia disse que a responsabilidade "daqui para frente" sobre a articulação para aprovar a reforma é do governo. Bolsonaro, por sua vez, afirmou, no Chile, não ter dado motivo para Maia deixar a articulação da reforma da Previdência. "Ele [Bolsonaro] precisa ter um engajamento maior. Ele precisa ter mais tempo pra cuidar da Previdência e menos tempo cuidando do Twitter, porque, se não, a reforma não vai andar", disse Maia em entrevista à TV Globo. Maia disse ainda que continuará tocando na Câmara a reforma: "O meu papel eu vou continuar cumprindo, coordenando dentro da Câmara a aprovação da reforma e (...) colocando de forma clara na figura do presidente da República a responsabilidade dele [de] conduzir, por parte do governo, a aprovação da reforma". Mais cedo, Bolsonaro declarou querer saber a razão pela qual Maia deixou a articulação da Previdência, que nada mudou e se disse "aberto ao diálogo". A solução, afirmou, será conversar. "Só conversando, não é? Você nunca teve uma namorada? E quando ela quis embora, o que você fez para ela voltar? Conversou?". Em resposta, Maia afirmou: "Eu não preciso almoçar, não preciso do café e não preciso voltar a namorar. Eu preciso que o presidente assuma de forma definitiva o seu papel institucional, que é liderar a votação da reforma da Previdência, chamar partido por partido que quer aprovar a Previdência e mostrar os motivos dessa necessidade". Reeleito presidente da Câmara com 334 dos 512 votos, Maia já fez diversas declarações públicas a favor da reforma da Previdência e chegou a afirmar, em entrevista à GloboNews, que esta é a "última" chance de o Congresso aprovar a reforma sem retirar direitos da população. Maia x Governo Nesta quarta-feira, após ter ameaçado não receber o projeto dos militares, e de bater de frente com Sergio Moro, Maia conversou com integrantes do governo. Um deles foi Paulo Guedes. Na conversa, Maia reclamou que o governo pedia votos mas “fazia questão” de “desmoralizar” a política, ao dizer que não faria “toma lá dá cá”, associando os congressistas à ideia de corrupção. A Guedes, Maia afirmou que fez oposição ao PT durante anos e, por isso, fez campanha sem “cargos”- mas que há deputados que querem espaço na sua base eleitoral para se eleger. E emendou cobrando que o governo deixe claro que não vai atender, mas que deixe a Câmara, então, “tocar os trabalhos”. Guedes trabalhou para colocar panos quentes, e disse que o governo ia acertar a comunicação. Como é a tramitação da reforma Enviada em fevereiro, a reforma da Previdência está em análise na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Em seguida, será discutida por uma comissão especial e, por fim, pelo plenário. Por se tratar de emenda à Constituição (PEC), a proposta precisa dos votos de pelo menos 308 dos 513 deputados, em dois turnos de votação. Se aprovada, seguirá para o Senado. Inicialmente, Rodrigo Maia estimou a votação da proposta no plenário em maio e, depois, junho. Bolsonaro já pediu "celeridade" ao Congresso para que a PEC e o projeto que trata da aposentadoria dos militares sejam aprovados "no máximo no meio do ano".
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22/03 - Polícia Civil abre inscrições para concurso com 33 vagas para delegado, no ES
Salário inicial é de R$ 10.058,56, com dedicação exclusiva e carga horária de 40 horas semanais. Inscrições começaram nesta sexta (22) e vão até 24 de abril. As inscrições para o preenchimento das 33 vagas para o cargo de delegado da Polícia Civil começaram nesta sexta-feira (22) e vão até o dia 24 de abril. O salário inicial é de R$ 10.058,56, com dedicação exclusiva e carga horária de 40 horas semanais. Confira o edital. Chefatura de Polícia Civil de Vitória, ES Reprodução/TV Gazeta Pela primeira vez o concurso terá uma prova oral entre suas etapas. A prova objetiva está marcada para o dia 14 de julho. A banca organizadora escolhida para realizar o concurso foi o Instituto Acesso. A taxa de inscrição é de R$ 138,00 e deve ser feita pelo site do instituto. Haverá isenção da taxa de inscrição para o candidato que estiver inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), ou se declarar isento de apresentar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda de Pessoa Física, ou ainda se for doador de medula óssea. A isenção deverá ser solicitada somente por internet e até o dia 10 de abril. Etapas A seleção terá sete etapas. A primeira será a prova objetiva, a segunda é composta pela prova discursiva e na serão realizados os exames de aptidão física, sanidade física e metal e o psicotécnico. A prova oral será realizada na quarta etapa. Na fase seguinte acontecerá a avaliação de títulos e a comprovação do tempo mínimo de prática forense ou atividade policial. Na penúltima etapa será feita a sindicância de vida pregressa. Por fim, o curso de formação compõe a sétima etapa, quando o candidato passará a receber o auxílio financeiro de R$ 5.029,28. Cinco por cento das vagas serão destinadas aos candidatos portadores de deficiência. Requisitos do concurso O candidato deverá apresentar comprovação de curso superior de Bacharel em Direito e comprovar três anos de prática forense após a conclusão do curso de Direito, ou três anos de atividade policial, em qualquer instituição de segurança pública prevista no art. 144 da Constituição Federal. Veja o plantão de últimas notícias do G1 Espírito Santo
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22/03 - Paulo Guedes se diz 'sereno' sobre a tramitação da reforma da Previdência e cita Maia entre os que 'farão o necessário' para que ela aconteça
Ministro participou de cerimônia de posse na Susep no Centro do Rio. Manifestantes contrários a Reforma fizeram protesto na mesma região. Guedes diz que Maia e outros envolvidos na reforma da Previdência 'farão o necessário' O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira (22) no Centro do Rio de Janeiro que está “sereno” sobre a tramitação da reforma da Previdência em Brasília. Ele disse que o Congresso terá que “atacar o problema de frente” para aprovar um projeto necessário, segundo o ministro. Ele citou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que afirmou que deixará a articulação política do projeto, entre os que "farão o necessário" para que a Reforma aconteça. Guedes participou da cerimônia de posse da nova superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Solange Vieira. Depois que ele discursou, manifestantes contrários a reforma da Previdência passaram pelo prédio. “Eu estou muito sereno, acho que a tarefa é difícil pela frente, mas tenho certeza absoluta que todos vão fazer sua parte. Eu tenho certeza que o congresso vai examinar o projeto da previdência, sabe quão fundamental é isso, não é novidade (...) O Congresso vai ter que atacar esse problema de frente, vai ter que fazer uma reforma importante”, disse o ministro. “Tenho certeza que o Congresso vai fazer a parte dele, os principais agentes disso, presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o presidente da República, Jair Bolsonaro, presidente do Supremo, Dias Toffoli, farão o que for necessário pra que aconteça a reforma. Eles sabem da importância e quão crítica é essa reforma”, completou Guedes, citando líderes envolvidos no processo. O ministro afirmou que a aprovação da reforma da Previdência salva “filhos e netos” dos parlamentares. Segundo ele, caso o projeto aprovado não gere uma economia superior a R$ 1 trilhão, o novo regime de capitalização não será apresentado. “Nós não mostramos o sistema de capitalização, o sistema novo, se desidratarem abaixo de 1 trilhão. (...) Se vocês não têm coragem de aprovar uma reforma para ajudar seus filhos e netos, quem sou eu para ousar fazer isso? Eu vou respeitar a vontade de vocês. Vocês não querem libertar seus filhos e netos com regime de capitalização? Tudo bem. Seus filhos e netos sofrerão, caindo na mesma armadilha que vocês caíram”, afirmou Guedes. Durante a posse a Solange Vieira como nova superintendente do Susep, Guedes destacou ainda que ela é a primeira presidente mulher do Susep.
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22/03 - Natura confirma negociação com a Avon
Empresa brasileira pode comprar o negócio da Avon na América do Norte. A fabricante de cosméticos Natura informou nesta sexta-feira (22) que negocia um acordo com a Avon, após notícias veiculadas na mídia de que a empresa brasileira estaria interessada nas operações da rival. "A companhia confirma que vem mantendo discussões com a Avon Products a respeito de potencial transação envolvendo ambas as companhias", disse a Natura em comunicado enviado em resposta a questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Loja da Natura no shopping Morumbi, em São Paulo Taís Laporta/G1 Uma fonte com conhecimento do assunto disse as discussões, estão em andamento há alguns meses e Goldman Sachs está trabalhando com a Avon, e o UBS está representando a Natura nas negociações. Goldman e o UBS não comentaram imediatamente. As negociações ocorrem quase dois anos após a Natura anunciar a compra de 100% da marca britânica The Body Shop, em acordo firmado em julho de 2017, com a francesa L'Oreal por 1 bilhão de euros. A ação da Natura caiu 7,8%. Enquanto isso, os papéis da Avon negociados em Nova York subiram 10%. Segundo reportagem do WSJ, citando fonte familiarizada com o assunto, os diretores da Avon discutem uma venda para a Natura e as conversas incluem que a rival compraria o negócio da Avon na América do Norte, além da operação listada em bolsa. "Nunca comentamos sobre esse tipo de especulação", disse a porta-voz da Avon à Reuters por e-mail. Ainda de acordo com o WSJ, as negociações são preliminares e podem não resultar em um acordo. A Avon vendeu uma fatia majoritária em seu negócio na América do Norte para o grupo de private equity Cerberus Capital em 2015, mantendo uma fatia de quase 20%.
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22/03 - Previdência só terá 'celeridade' se governo tiver base 'organizada e coesa', diz Francischini
Presidente da CCJ disse que ainda não indicou relator da proposta porque houve ‘deterioração’ na relação entre Congresso e Executivo. Nesta semana, Bolsonaro pediu 'celeridade' na análise. O deputado federal Felipe Francischini (PSL-PR), presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Pedro de Oliveira/Alep O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, Felipe Francischini (PSL-PR), afirmou nesta sexta-feira (22) que o andamento da reforma da Previdência só terá "celeridade" se a base aliada do governo no Congresso estiver "organizada e coesa". Ao conceder uma entrevista coletiva, Francischini disse que ainda não indicou o relator da proposta justamente por avaliar que, nesta semana, houve "deterioração" na relação entre o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto. Na última quarta-feira (20), o presidente Jair Bolsonaro esteve na Câmara e fez um breve discurso no qual pediu ao Congresso que dê "celeridade" às votações da reforma da Previdência e do projeto que altera as regras de aposentadoria dos militares. "Eu quero que a gente possa tramitar [a reforma da Previdência] com a maior celeridade possível, mas a celeridade, na CCJ e nas outras etapas também, só acontece se houver uma base do governo organizada e coesa", declarou Francischini nesta sexta. "Durante a semana, eu fiz uma análise de que houve uma deterioração no ambiente político, na relação entre Congresso e o Poder Executivo, é uma questão que pode ser facilmente superada com diálogo. No entanto, eu já tinha antecipado esse problema, decidi por bem não indicar o relator na tarde de ontem [quinta-feira]", acrescentou o presidente da CCJ. Cabe à CCJ analisar se a reforma proposta pelo governo está de acordo com a Constituição. Depois, o texto seguirá para uma comissão especial e, por fim, será votado pelo plenário. Por se tratar de emenda à Constituição (PEC), a proposta precisa dos votos de pelo menos 308 dos 513 deputados, em dois turnos de votação. Se aprovada, seguirá para o Senado. Andreia Sadi: 'Maia se irritou com críticas de um dos filhos do presidente Bolsonaro' Maia deixa articulação Mais cedo, nesta sexta, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou ao jornal "O Globo" que "daqui para frente" a responsabilidade sobre a articulação para aprovar a reforma será do governo. Segundo "O Globo", Maia ficou insatisfeito com críticas feitas a ele nas redes sociais pelo vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente Bolsonaro. Ao comentar o assunto, no Chile, Jair Bolsonaro disse que pretende conversar com Maia porque "não deu motivo" para o presidente da Câmara deixar a articulação. 'Ruído' Francischini disse ter almoçado nesta sexta com o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil) para tratar da articulação política do governo. Na avaliação do presidente da CCJ, para construir uma base parlamentar "mais sólida", é necessário que o governo abra as portas do Planalto para o diálogo com líderes partidários e parlamentares. "A reforma necessita neste momento do ingrediente político de união, de consenso, de bom diálogo entre as partes", afirmou. "O governo tem que entender que é necessária, o mais urgentemente possível, a montagem da base”, frisou Francischini. "Não podemos ter neste momento nenhum ruído e nenhum erro na tramitação", concluiu.
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22/03 - Preço da gasolina sobe nos postos pela 4ª semana seguida, diz ANP
Valor do litro do combustível subiu de R$ 4,294 para R$ 4,319. No acumulado do ano, preço da gasolina acumula queda de 0,6% Marcelo Brandt/G1 O preço médio da gasolina nos postos do País aumentou pela quarta semana seguida, segundo a pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP). Nesta semana, de acordo com o levantamento, o valor do litro do combustível subiu 0,6%, de R$ 4,294 para R$ 4,319. A pesquisa da ANP também apurou uma leve alta no preço do litro do diesel. O aumento foi de 0,1%, de R$ 3,535 para R$ 3,540. Já o valor do litro do etanol teve leve crescimento, de 0,2%, passando de R$ 2,962 para R$ 2,969. Desde o início do ano, o preço da gasolina acumula queda de 0,6%. O valor por litro do diesel subiu 2,6%, e o do etanol aumentou 4,9%. Preços na refinaria Na quinta-feira (21), a Petrobras elevou em 1,4% preço médio do diesel nas refinarias. Assim, a partir desta sexta-feira, o preço médio do litro do diesel passará de R$ 2,1120 para R$ 2,1432. Já o preço da gasolina foi mantido inalterado em R$ 1,8326 o litro.
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22/03 - Anatel inicia bloqueio de celulares 'piratas' em 15 estados neste domingo
Estados são os últimos a entrar no projeto Celular Legal. Agência envia mensagens de aviso aos usuários desde o início do ano. Anatel vai bloquear aparelhos piratas em 15 estados a partir de domingo (24) A partir de domingo (24) a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) começa o bloqueio dos celulares sem certificação, conhecidos como "celulares pirata", em estados das regiões Norte, Nordeste e Sudeste. Confira a lista dos estados que começam a receber o bloqueio de aparelhos: Amapá Amazonas Roraima Pará Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Minas Gerais São Paulo Os celulares considerados piratas são aqueles não certificados pela Anatel ou então que tenham o chamado IMEI (International Mobile Equipment Indentity) — que é o número de identificação do aparelho — adulterado, clonado ou que tenha passado por outras formas de fraude. A Anatel consegue identificar celulares irregulares porque tem um sistema informatizado, em parceria com operadoras de telefonia e fabricantes, que identifica os celulares irregulares em uso na rede. Atualmente o bloqueio já está valendo em toda a região Centro-Oeste e em toda a região Sul, em 3 estados da região norte (Acre, Tocantins e Rondônia) e em 2 estados da região Sudeste (Rio de Janeiro e Espírito Santo). A ação faz parte do projeto Celular Legal, que está em sua última etapa. Já foram bloqueados 244.217 celulares em todo o país e foram enviadas 531.446 mensagens de aviso a celulares irregulares até o momento. Essas mensagens estavam sendo enviadas para usuários nesses estados desde o início do ano. De acordo com a Anatel, o bloqueio dos celulares irregulares dá mais segurança ao usuário e também reduz o número de roubos e furtos de aparelhos, combatendo a falsificação e clonagem de IMEIs. Meu celular está irregular? Segundo a Anatel, para saber se um celular é certificado pela agência basta procurar por um selo da Anatel, presente no carregador e no verso da bateria. É também recomendado verificar o IMEI para saber o status do celular. Isso pode ser feito em verificando o número que aparece na caixa e o que consta no adesivo do próprio aparelho. Depois, comparar se os dois são iguais a um outro, que aparece ao discar: *#06# A recomendação para evitar problemas assim é comprar celulares em locais certificados, com emissão de nota fiscal. O bloqueio não muda a situação de quem possui aparelhos regulares, sem impedimento por furto ou roubo, ou certificados por órgãos internacionais aceitos pela Anatel, a exemplo de quem comprou um celular fora do país. O que é IMEI Arte/G1
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22/03 - Ração contaminada mata 13 cavalos no DF; outros 17 estão doentes
Secretaria de Agricultura diz que aveia misturada com tipo de semente provocou intoxicação. Animais morreram após problemas no fígado; veja sintomas. Ração de aveia misturada a uma semente chamada crotalária teria provocado morte de cavalos no DF Renato Araújo/Agência Brasília A Secretaria de Agricultura do Distrito Federal emitiu um alerta para os criadores de cavalos da região por causa da morte – por intoxicação – de, pelo menos, 13 animais. Segundo a pasta, uma ração de aveia vendida no DF e no Entorno está contaminada. A aveia teria sido misturada a uma semente chamada crotalária, usada nas plantações para adubação verde do solo. As sementes pretas e parecidas com pequenos feijões (foto acima) causaram problemas no fígado dos equinos, que morreram por complicações hepáticas. Outros 17 cavalos estão em observação. Até o momento, segundo a secretaria, foram registrados casos no Gama, em Taguatinga, no Recanto das Emas, no Núcleo Rural Tabatinga, região de Planaltina e em Formosa (GO). Amostras da ração foram encaminhadas para análise na Universidade de Brasília (UnB). De acordo com o GDF, os pesquisadores chegaram à conclusão de que "a ingestão das sementes de crotalária acarretou na contaminação dos cavalos". A Secretaria de Agricultura disse que já identificou e notificou o agricultor responsável pela produção da ração. No entanto, diz a pasta, "ainda há risco de intoxicação de outros animais". A subsecretária de Defesa Agropecuária, Danielle Araújo, informou que alterações no comportamento dos animais devem ser comunicadas à secretaria (veja detalhes abaixo). "Verificamos que [a doença] se parecia com a raiva." Intoxicação Aveia contaminada provocou a morte de, pelo menos, 13 cavalos no Distrito Federal Renato Araújo/ Agência Brasília A Secretaria de Agricultura explica que, embora visíveis a olho nu, as sementes de crotalária podem passar despercebidas pelos criadores. "Os agricultores costumam plantar a crotalária para fixar nitrogênio na terra", disse a subsecretária de Defesa Agropecuária. "A gente suspeita que tenham plantado a aveia logo após uma retirada malfeita da crotalária. Então, ela rebrotou junto com a aveia e, na colheita, tudo se misturou." A crotalária produz uma substância secundária conhecida como alcaloide pirrolizidínico, que ataca diretamente o fígado, envenenando o sangue e o sistema nervoso. Os animais podem ser salvos dependendo do porte, resistência e até mesmo da quantidade do consumo da aveia contaminada. No DF, a população de equinos é de cerca de de 20,4 mil animais. Sintomas nos equinos Anorexia (alimentação seguida de vômitos) Agressividade Atordoamento Descoordenação Andar cambaleante, andar a esmo Tristeza Espasmos musculares Mal-estar geral Cabeça baixa Irritação Patas dianteiras em abdução Galope sem rumo O que fazer? A Secretaria de Agricultura informou que alterações no comportamento dos animais ou desconfiança em relação à ração devem se comunicadas para a pasta pelo telefone (61) 3340-3862. Veja mais notícias sobre a região no G1 DF.
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22/03 - Governo prevê recuperar R$ 4 bi a mais por ano com projeto que endurece cobrança de dívidas
Encaminhado ao Congresso nesta semana, projeto visa cobrança dívidas acima de R$ 15 milhões e prevê punição para quem atuar para burlar pagamento de débitos. O procurador-geral-adjunto da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), Cristiano Neuenschwander, estimou nesta sexta-feira (22) que o projeto que endurece a cobrança de dívidas tributárias tem potencial para elevar a recuperação desses débitos em R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões por ano. O projeto de lei, que foi encaminhado nesta semana ao Congresso Nacional, tem como alvo o chamado "devedor contumaz", o contribuinte com dívida maior do que R$ 15 milhões por mais de um ano. Segundo Neuenschwander, a Receita Federal e a PGFN já identificam, anualmente, grupos que respondem por dívidas de R$ 30 bilhões a R$ 40 bilhões e recupera, em média, 10% desses valores. Com o novo projeto, que ainda precisa passar pelo crivo do Legislativo, a estimativa é de que seriam recuperados 10% a mais, ou seja, de R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões por ano. O que prevê o projeto? Além de dívida acima de R$ 15 milhões, as empresas devedoras alvo da medida têm de apresentar qualquer uma dessas hipóteses: propósito específico de fraudar, utilizar pessoas interpostas (laranjas) ou ardil destinado a burlar a cobrança para se enquadrar no perfil. Nesses casos, a PGFN e a Receita Federal vão ofertar ao contribuinte a possibilidade de se defender, ou seja, de discordar do governo e apresentar seus argumentos, em conjunto com documentação comprobatória. Também será oferecida a possibilidade de o contribuinte aderir ao parcelamento tradicional, em até 60 meses, com os valores corrigidos pela taxa Selic. Caso o contribuinte não se defensa, e não divida os valores, ele pode ter o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) cancelado, assim como o CNPJ de empresas sócias. Nesse caso, ele ficará impossibilitado de conseguir qualquer benefício fiscal, inclusive o parcelamento tradicional pelo prazo de 60 meses. Além disso, o CPF dos sócios são incluídos em órgãos de restrição ao crédito, o valor pode ser protestado e a cobrança pode ser feita judicialmente. A proposta também permite que a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) conceda um desconto de até 50% na dívida de contribuintes que tenham débitos classificados como "irrecuperáveis ou de difícil recuperação", desde que não tenham cometido ilícitos e que não impliquem na redução do montante principal. O pagamento poderá ser parcelado em até 60 vezes. Caso o devedor atrase mais de três parcelas, terá o benefício cancelado imediatamente e a PGFN poderá ajuizar ação de falência contra a empresa.
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22/03 - Rede de pizzarias envolvida em escândalo contrata ex-jogador Shaquille O'Neal
Fundador e presidente da rede, John Schnatter, renunciou no ano passado após ter feito um comentário racista. Ex-jogador de basquete Shaquille O'Neal dá entrevista à CNBC sobre sua entrada Papa John’s International Inc. Reuters/Brendan McDermid A rede de pizzarias americana Papa John's Pizza, cujo fundador e presidente renunciou no ano passado após ter feito um comentário racista, contratou o ex-jogador de basquete Shaquille O'Neal como novo integrante do conselho de administração. A empresa do Kentucky anunciou em comunicado que Shaquille agora faz parte da diretoria, que nunca contou com um integrante negro, e se tornou investidor de nove restaurantes na cidade de Atlanta, na Geórgia, além de embaixador da marca. "Desfrutei verdadeiramente dos produtos de qualidade do Papa John's durante anos e estou emocionado por ajudar a elevar sua marca até novas alturas", disse o ex-jogador da NBA, que quer contribuir para "construir uma melhor cultura" corporativa na empresa. Renúncia do presidente Papa John's passou por uma turbulência desde que foi noticiado que o então presidente e fundador da marca, John Schnatter, usou em uma conferência telefônica a palavra "nigger", que tem conotação negativa nos Estados Unidos e simboliza a história de segregação racial do país. Após a renúncia de Schnatter em 2018, uma reportagem da revista "Forbes" revelou a cultura corporativa de masculinidade tóxica impulsionada na empresa pelo fundador, que admitiu ter assinado acordos de confidencialidade com duas mulheres. Uma delas o acusou de assédio sexual. A rede tentou limpar a própria imagem desvinculando-se de Schnatter, estratégia que agora continua com a contratação de um nome de destaque da comunidade negra do país, Shaquille O'Neal. O atual presidente e diretor executivo do Papa John's, Steve Ritchie, destacou que "além da sua perspicácia empreendedora, Shaquille entende como construir conexões duradouras com os consumidores e dar energia aos funcionários". O ex-jogador, nascido em Atlanta, onde estão as nove pizzarias nas quais investiu, também é proprietário de dois restaurantes no país, Big Chicken e Shaquille's, conta uma franquia da rede de donuts Krispy Kreme Doughnuts e já administrou outras 27 unidades da rede de fast-food Five Guys. Papa John's, a terceira maior rede de pizzarias do mundo, contratou outros cinco novos diretores neste ano, entre eles Jocelyn Mangan, fundadora do empreendimento sem fins lucrativos Him for Her, que luta pela inclusão de mulheres nas cúpula das empresas.
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22/03 - United Airlines permitirá que passageiros se identifiquem como gênero não binário em suas reservas
Clientes poderão se identificar como 'homem', 'mulher', 'não revelado' e 'não especificado'. A companhia aérea norte-americana United Airlines anunciou nesta sexta-feira (22) que começou a oferecer a opção de escolher o gênero não binário durante o cadastro para a reserva de voos, tornando-se a primeira companhia aérea dos Estados Unidos a tomar tal medida. A partir de agora, durante a aquisição de passagens os clientes podem utilizar o título "Mx.", além dos tradicionais "Mr." (abreviação de Senhor em inglês) para os homens e "Ms." (abreviação de Senhora) para as mulheres. Além disso, os passageiros poderão identificar seu gênero como "homem", "mulher", "não revelado" e "não especificado", em função do que consta em seu passaporte ou documento de identidade. Tela de reserva de passagem da United Airlines Reprodução "A United está determinada a liderar a indústria na inclusão LGBT e estamos muito orgulhosos de sermos a primeira companhia aérea americana a oferecer essas opções a nossos clientes", afirmou o executivo da companhia, Toby Enqvist, em comunicado. De acordo com o gestor, a United também está instruindo seus empregados para garantir que qualquer pessoa se sinta bem-vinda em seus voos, sem importar sua identidade de gênero. A companhia aérea trabalhou nesta iniciativa com as organizações The Trevor Project e Human Rights Campaign (HRC), o maior grupo de defesa dos direitos LGBT dos EUA. O responsável do programa de Igualdade no Trabalho da HRC, Beck Bailey, destacou na nota que a medida é um "passo importante para a inclusão não binária" e defendeu que a possibilidade de escolher e usar o gênero com o qual se identifica é parte de um tratamento digno e respeitoso. A decisão da United Airlines chega depois que duas associações da indústria aérea aprovaram recentemente recomendações para acomodar os passageiros com documentos de identidade com gênero não binário. A maior parte das grandes companhias aéreas americanas já anunciou que deve implementar em breve essas recomendações. Atualmente, vários estados americanos oferecem a possibilidade de escolher o gênero não binário em seus documentos de identidade, que podem ser utilizados nos cadastros de voos domésticos. Alguns países também permitem a identificação não binária em seus passaportes.
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22/03 - Governo vai propor que estados e municípios recebam parte dos recursos do fundo social do pré-sal
Secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Júnior, não explicou como será feita a partilha. Atualmente, recursos do fundo são de propriedade da União. O governo vai propor que parte dos recursos do fundo social do pré-sal sejam direcionados aos estados e municípios, informou nesta sexta-feira (22) o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Júnior. O fundo social do pré-sal é formado por royalties e participações especiais de uma parcela dos recursos do pré-sal que cabem ao governo. O secretário não detalhou como vai ser feita a partilha dos recursos do fundo no desenho elaborado pelo governo Jair Bolsonaro. Atualmente, a União não precisa compartilhar o dinheiro do pré-sal. Rodrigues ressaltou que, para viabilizar a partilha, o Congresso Nacional tem que aprovar uma lei ordinária autorizando o rateio dos recursos. De acordo com o secretário de Fazenda, a ideia é de que esses recursos ajudem as finanças de estados e municípios, que passam por grandes dificuldades de caixa nos últimos anos. Programa de ajuda aos estados Waldery Rodrigues Júnior destacou que o governo está finalizando um programa de ajuda aos estados, no qual a União entrará como avalista de gestões estaduais para empréstimos junto a bancos privados. Em contrapartida, esses estados teriam que implementar medidas de ajuste fiscal. Para que o programa possa ser implementado pela União, ponderou o secretário de Fazenda, também será necessária a aprovação de uma lei complementar pelo Legislativo. "A questão dos estados é de primeiríssima grandeza. Estamos trabalhando para uma solução. Temos falado com muita frequência com os governadores e prefeitos. As soluções serão encaminhadas do ponto de vista conjuntural e estrutural", afirmou Rodrigues.
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22/03 - BNDES lança linha de crédito especial para micro e pequenas empresas
Empresários individuais também podem requerer crédito nesta nova linha. Limite de crédito é de R$ 500 mil, com carência de até dois anos e prazo de pagamento de até cinco anos. BNDES lança linha de crédito especial para MPEs Daniel Silveira/G1 O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou nesta sexta-feira (22) uma linha de crédito especial voltada a micro e pequenas empresas (MPEs), incluindo empresários individuais. O lançamento já havia sido antecipado pelo presidente do banco, Joaquim Levy, à GloboNews. A nova linha de crédito tem teto de financiamento no valor de R$ 500 mil. São oferecidos três tipos de taxas de juros: TFB, TLP ou Selic. A escolha da melhor taxa será feita em uma negociação entre banco e cliente. O prazo para pagamento do empréstimo é de até cinco anos, sendo que os dois primeiros podem ser de carência. Com a carência, ponderou o presidente do BNDES, Joaquim Levy, o empresário tem a oportunidade de começar a ter o retorno financeiro esperado a partir da contratação do financiamento antes de iniciar o pagamento. Para Levy, a nova linha oferece “condições atraentes” e “com as novas perspectivas existe a possibilidade de voltarmos a crescer”. Dados do Caged mostram que cerca de 80% das vagas formais de emprego são geradas pelas MPEs, destacou Levy. “É a base de uma economia saudável e com capacidade de inovação”, disse. Segundo Levy, no ano passado o BNDES desembolsou quase R$ 15 bilhões a cerca de 136 mil clientes. “Acho que isso pode aumentar ainda mais dado o número de MPEs no Brasil”, destacou. Agente financeiro Essa modalidade de empréstimo do BNDES, voltada para as MPEs, está sendo ofertada somente de forma indireta. Isso significa que a contratação do financiamento é intermediada por um dos cerca de 50 bancos parceiros do banco de fomento. O presidente do BNDES, Joaquim Levy, destacou que foi criado um canal online, no site do próprio banco, para viabilizar a intermediação do processo de contratação do crédito. “A gente tem procurado usar as novas tecnologias para poder criar uma ponte entre o tomador do empréstimo e os diversos bancos que podem atender a ele. A forma de fazer isso é um canal na página do nosso site já dá uma indicação de que tipo de banco tem mais afinidade com o perfil dele. Com isso, quando o cliente chega em uma agência ele já tem tudo organizado para fazer o pedido e obter o seu crédito”, explicou Levy. Dois dos bancos parceiros estiveram presentes no lançamento da nova linha, o Sicredi e o Bradesco. Os representantes de ambos elogiaram a iniciativa e reforçaram a perspectiva de retomada do crescimento econômico do país. “Ela vem num momento importante, no início de retomada (econômica). E nós, como agentes financeiros, temos um papel importante por conta da presença em municípios de pequeno porte, onde estão concentradas a maioria dessas micro e pequenas empresas”, disse o diretor executivo de crédito do Sicredi, Gustavo Freitas. “Isso é muito importante [a oferta de crédito para as MPEs, até porque estamos falando geração de receita e de empregos”, enfatizou Osmar Sanches Biscuola, diretor do Bradesco.
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22/03 - Alibaba, Tencent e montadoras criam aplicativo de transporte de US$1,5 bilhão na China
País tem o maior mercado de aplicativos de transporte do mundo. A Didi Chuxing, que é dona da 99 no Brasil, é a empresa que domina o setor. Empresas tentam pegar uma parte do mercado de aplicativos de transporte na China, o maior do mundo. Reuters/Stringer As gigantes de tecnologias da China Alibaba e Tencent, a varejista digital Suning e montadoras de carros chinesas criaram um serviço de transporte de US$ 1,5 bilhão. A iniciativa pode testar o domínio da gigante Didi Chuxing, líder do mercado de aplicativos . A China é o maior mercado do mundo para os aplicativos de transporte, estimado pela empresa de consultoria Bain & Co. no valor de US$ 23 bilhões, com a Didi Chuxing possuindo 90% de participação. A montadora Chongqing Changan informou nesta sexta-feira (22) que investiu 1,6 bilhão de yuans (US$ 238,36 milhões) na empresa com sede em Nanjing, juntamente com parceiros como as unidades de investimento de Alibaba, Tencent e Suning, além das montadoras FAW e Dongfeng. No entanto, uma série de fabricantes de automóveis, incluindo BMW, Geely e SAIC, bem como outras empresas de tecnologia como a Meituan Dianping, também lançaram seus próprios serviços de mobilidade de olho em uma fatia desse mercado. A Didi, que é apoiada pelo SoftBank Group e fechou parcerias para assumir a operação chinesa do Uber, também possui joint ventures com a BAIC e Volkswagen.
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22/03 - Governo arrecada R$ 219,5 milhões em leilão de 4 áreas portuárias
Grupo formado por Raízen, Ipiranga e BR Distribuidora arrematou os 3 terminais do Porto de Cabedelo (PB); área no Porto de Vitória ficou com o Consórcio Navegantes Logística, das mesmas empresas. Governo leiloa quatro terminais portuários na Paraíba e Espírito Santo O governo federal arrecadou R$ 219,5 milhões no leilão de quatro áreas portuárias nesta sexta-feira (22), três delas no Porto de Cabedelo, na Paraíba (PB), e uma no Porto de Vitória, no Espírito Santo (ES). As quatro áreas são destinadas à movimentação e armazenagem de combustíveis. O leilão foi realizado na sede da B3, em São Paulo. Governo arrecada R$ 2,377 bilhões à vista com leilão de 12 aeroportos Os consórcios vencedores terão o direito de administrar estas áreas por um prazo de concessão de 25 anos. O consórcio Nordeste, composto pelas empresas Raízen, Ipiranga e BR Distribuidora, arrematou as três áreas do Porto de Cabedelo (AI-01, AE-10 e AE-11). Somados, os três terminais foram leiloados por R$ 54,5 milhões. Já o terminal VIX30, no Porto de Vitória (ES), o maior, foi arrematado pelo Consórcio Navegantes Logística, composto pelas mesmas empresas do Consórcio Nordeste, com a proposta única de R$ 165 milhões. Companhia Docas da Paraíba, que gerencia o Porto de Cabedelo Walter Paparazzo/G1 O Consórcio Nordeste foi o único interessado pelo terminal AI-01, levando a área com a proposta de R$ 6,021 milhões. Já o terminal AE-10 foi arrematado pelo consórcio por R$ 18,005 milhões. O Teapa (Terminal de Armazenagem da Paraíba) também fez um lance inicial, mas não elevou o valor da proposta. A área mais disputada foi o terminal AE-11, que recebeu seguidos lances dos proponentes Consórcio Nordeste e Teapa (Terminal de Armazenagem da Paraíba), representada pela corretora Planner. Após 10 rodadas em viva-voz, o terminal foi arrematado pelo Consórcio Nordeste por R$ 30.503.000,00. Veja abaixo os resultados do leilão: Terminal AI-01 - Porto de Cabedelo (PB) Vencedor: Consórcio Nordeste Valor: R$ 6.021.000,00 Terminal AE-10 - Porto de Cabedelo (PB) Vencedor: Consórcio Nordeste Valor: R$ 18.005.000,00 Terminal AE-11 - Porto de Cabedelo (PB) Vencedor: Consórcio Nordeste Valor: R$ 30.503.000,00 Terminal VIX30 - Porto de Vitória (ES) Vencedor: Consórcio Navegantes Logística Valor: R$ 165.000.000,00 Acima das expectativas O ministro infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, disse à GloboNews que o resultado do leilão superou as expectativas. "Mais uma vez, à semelhança do que aconteceu no leilão de aeroportos, a gente teve uma superação das expectativas que mostra uma confiança grande do mercado na condução da política econômica do governo", disse o ministro. A pasta estima que os investimentos nos quatro terminais serão de R$ 199 milhões. Em coletiva, o ministro disse que há um interesse enorme para que o investidor estrangeiro venha para cá. "Há muito recurso aí fora e temos ativos que estão muito bem precificados. Então, há sim um interesse de se investir no Brasil. A gente acredita muito nisso”, declarou. Foi o segundo leilão do governo do presidente Jair Bolsonaro, mas o arrendamento das áreas portuárias foi anunciado ainda no governo do ex-presidente Michel Temer. Na semana passada, foram leiloados 12 aeroportos. Venceu o leilão quem ofereceu o maior valor a ser pago à União, em cima da outorga mínima, que foi fixada em R$ 1,00. As três áreas do Porto de Cabedelo já existem, mas devem receber melhorias de quem vencer o leilão. Já no Porto de Vitória, a área não existe, o que significa que o empreendedor terá que construir o terminal. No dia 5 de abril o governo licitará outras seis áreas portuárias, dessa vez no Pará (PA). Contestação judicial O arrendamento das três áreas de Cabedelo chegou a ser suspenso pela Justiça. Na quarta-feira (20) o Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região decidiu pela liberação do leilão. A disputa havia sido suspensa após uma empresa de distribuição de combustíveis judicializar a nova cessão dos terminais por não concordar com os termos do edital do leilão.
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22/03 - Campinas oferece 60 vagas em cursos gratuitos de assistente contábil e RH
Inscrições se encerram no dia 30 de março e podem ser realizadas por pessoas com mais de 16 anos. Ao todo, 30 vagas para cada um dos cursos estão disponíveis até o dia 30 de março Claudio Vieira/Prefeitura SJC Estão abertas, até o dia 30 de março, as inscrições para os cursos gratuitos de assistente contábil e assistente de recursos humanos (RH), a serem realizados no Centro de Referência da Juventude (CRJ) da Vila União, em Campinas (SP). Ao todo, são 60 vagas, sendo 30 para cada modalidade. As aulas ocorrerão aos sábados, das 9h às 12h, com início no dia 6 de abril. As inscrições podem ser feitas por um formulário online. Os cursos são promovidos por meio de uma parceria da Coordenadoria de Políticas Públicas para a Juventude da Secretaria Municipal de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos com as organizações não governamentais Associação Centro de Estudos, Projetos e Ações Comunitárias (Imene) e a Ubuntu Educar. Os cursos são voltados para pessoas acima de 16 anos, e serão ministrados por educadores universitários com carga horária de 30 horas cada, divididas em dez sábados. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail contato@imene.org.br ou pelo telefone do CRJ, 3223-4840. O CRJ fica na Rua Dusolina Leone Tournieux, na Vila União. Veja mais oportunidades da região no G1 Campinas
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22/03 - Confiança recua em março, mas empresários ainda estão otimistas, diz pesquisa da CNI
Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) caiu 2,6 pontos em março, para 61,9 pontos. Ainda assim, como está acima de 50 pontos, empresários ainda estão otimistas. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) caiu 2,6 pontos em março, para 61,9 pontos, informou nesta sexta-feira (22) a Confederação Nacional da Indústria (CNI), com base em pesquisa realizada com 2.508 empresas, entre os dias 1º e 19 deste mês. Apesar do recuo, o indicador está 7,5 pontos acima da média histórica. O ICEI varia de zero a 100 pontos. Quando está acima dos 50 pontos, o índice mostra que os empresários estão "otimistas". O ICEI é um indicador que antecipa tendências da economia. Empresários confiantes têm mais disposição para fazer investimentos, aumentar a produção e criar empregos. Isso é decisivo para o crescimento da economia. "O empresário percebe que a atividade está mais fraca do que era esperado no fim de 2018. Além disso, o processo de aprovação das reformas para a reativação da economia está se mostrando mais complexo e demorado do que se supunha. Com isso, os efeitos das reformas sobre a atividade vão ficar mais para frente do que previsto anteriormente", avaliou o economista da CNI Marcelo Azevedo. De acordo de o levantamento, o índice de "condições atuais" da economia caiu de 55,6 pontos em fevereiro para 53,6 pontos em março. Já o índice de expectativas recuou de 69 pontos para 66,1 pontos. Entre fevereiro e março, informou a CNI, a confiança diminuiu em todos os portes de empresas, segmentos industriais e regiões. Nas grandes e nas médias empresas, o ICEI caiu 2,5 pontos e nas pequenas, 2,8 pontos. Na indústria de transformação, o índice caiu 2,2 pontos, na extrativa, 6,6 pontos, e, na construção, 3,5 pontos. Nas regiões, as maiores quedas foram verificadas no Nordeste, de 3,4 pontos em março frente a fevereiro, e no Sudeste, de 3,3 pontos na mesma comparação. Mas o ICEI continua acima dos 50 pontos em todo o país. É de 64,5 pontos no Sul, de 63,5 pontos no Norte, 62,7 pontos no Centro-Oeste, de 61 pontos no Sudeste e 59,3 pontos no Nordeste, acrescentou a entidade.
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22/03 - Empresa indonésia cancela pedido de compra de 49 aviões da Boeing após acidentes
Cancelamento está sendo noticiado pela imprensa internacional como o primeiro de contratos de compra do modelo 737 Max. Boeing 737 MAX 8 estacionado em uma fábrica em Renton, nos EUA David Ryder/Reuters A empresa aérea indonésia Garuda anunciou nesta sexta-feira (22) cancelamento do pedido de 49 unidades do modelo Boeing 737 MAX 8, após os dois acidentes com este modelo em apenas cinco meses. O cancelamento está sendo noticiado pela imprensa internacional como o primeiro entre contratos de compra do modelo 737 Max firmados com a Boeing. EUA investigam processo de aprovação do Boeing 737 MAX 8 "Enviamos uma carta à Boeing solicitando a anulação do pedido", disse à AFP Ikhsan Rosan, porta-voz da companhia nacional indonésia, que aguarda a resposta do grupo americano. "O motivo é que os passageiros da Garuda perderam a confiança e já não querem voar no Max". Garuda já possui um 737 MAX 8, o primeiro de um pedido de 50 aviões, totalizando 4,9 bilhões de dólares. A companhia também negocia com a Boeing a devolução do único exemplar que recebeu, pelo qual já pagou 26 milhões de dólares, e analisa a troca por outro modelo. "A princípio não queremos substituir a Boeing, mas talvez façamos a opção por outro modelo" da companhia, disse ao jornal Detik o diretor da Garuda Indonésia, Gusti Ngurah Askhara Danadiputra. Outra companhia indonésia, a Lion Air, anunciou este mês o adiamento da recepção de quatro novos Boeing 737 MAX 8, sem mencionar uma anulação. Agentes da polícia federal da Etiópia trabalham no local onde o avião do voo ET 302 da Ethiopian Airlines caiu, perto da cidade de Bishoftu, perto da capital Addis Abada Tiksa Negeri/Reuters Entenda a crise envolvendo os aviões da Boeing O acidente do avião B-737 MAX 8 da Ethiopian Airlines, que deixou 157 mortos, foi o segundo em menos de cinco meses deste tipo de avião. Em outubro, uma aeronave da Lion Air caiu na costa da Indonésia e provocou a morte das 189 pessoas a bordo. Por causa da repercussão de dois acidentes parecidos em pouco tempo, companhias aéreas e autoridades de aviação em mais de 50 países suspenderam operações com aeronaves do modelo. Em seguida, a própria Boeing solicitou que aviões 737 MAX 8 e 737 MAX 9 não levantassem voo. As semelhanças entre os dois acidentes levaram as agências que regulamentam a aviação internacional a proibir o voo deste modelo de aeronave, à espera de mais informações sobre as causas dos acidentes. Investigações preliminares conduzidas pelos Estados Unidos mostram que os aviões dos acidentes na Etiópia e na Indonésia podem ter caído devido a problemas no sistema de sustentação das aeronaves. A caixa preta da aeronave da Ethiopian está em análise na França. Na quinta-feira, a Boeing anunciou que todos os 737 Max serão equipados com um sinal de alerta luminoso que avisará sobre qualquer problema de funcionamento do sistema, o que antes era uma opção paga. O sinal luminoso, conhecido como "disagree light" e que até agora era opcional, passará a fazer parte do modelo. Esta é uma das modificações que a Boeing vai presentar às autoridades americanas nos próximos dias.
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22/03 - Empresa de Campinas abre 47 vagas de emprego para tecnologia e vendas; veja como se candidatar
Das oportunidades, 37 são para atuação em Campinas e 10, para Santos. Ao todo, 37 vagas foram disponibilizadas pela empresa para a cidade de Campinas e 10 para atuação em Santos, no litoral Fernando Madeira O Grupo Superlógica, com sede em Campinas (SP), está com 47 vagas de emprego abertas. Entre as vagas, dez são destinadas a vendedores com disponibilidade de atuar em Santos (SP). Para se candidatar, os interessados devem preencher um cadastro no site disponibilizado pela empresa. A maioria das vagas é para as áreas de tecnologia e vendas. Os pré-requisitos e benefícios variam segundo a função, e os salários oferecidos não foram divulgados. A empresa desenvolve um software de gestão para negócios que cobram assinaturas, imobiliárias, administradoras de condomínios e instituições de ensino, e também é responsável por uma conta digital para empresas. Confira todas as vagas Desenvolvedor (a) Node Js Pleno ou Senior - 10 vagas Desenvolvedor (a) React Native - 4 vagas Executivo (a) de Vendas - 10 vagas Vendedor (a) Outbound para atuar em Santos - 10 vagas Designer Júnior - 1 vaga DBA Pleno/Senior - 1 vaga Comercial - 2 vagas Customer Success - 1 vaga Desenvolvedor (a) PHP Pleno ou Senior - 5 vagas Analista de suporte - 1 vaga Vendas outbound e prospecção (Pleno) - 1 vaga Marketing digital pleno - 1 vaga Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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22/03 - Governo bloqueia R$ 29,7 bilhões em gastos no orçamento federal de 2019
Objetivo é tentar cumprir a meta de déficit primário de até R$ 139 bilhões nas contas neste ano. Além do corte, governo federal baixou de 2,5% para 2,2% a previsão de alta do PIB em 2019. O Ministério da Economia anunciou nesta sexta-feira (22) um bloqueio de R$ 29,792 bilhões em gastos no Orçamento de 2019. Além disso, também baixou de 2,5% para 2,2% a previsão de alta do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. A expectativa para a inflação oficial, medida pelo IPCA, passou de 4,2% para 3,8% em 2019. O objetivo do governo, ao bloquear recursos do orçamento federal, é tentar assegurar o cumprimento da meta para contas públicas neste ano - de déficit (resultado negativo) primário de até R$ 139 bilhões. Esse bloqueio inicial de gastos de R$ 29,7 bilhões representa aumento em relação ao contingenciamento de R$ 16,2 bilhões feito no ano passado. O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Júnior, afirmou que a equipe econômica trabalhará para reverter essa bloqueio no orçamento até o final de 2019. Eletrobras e blocos de petróleo De acordo com o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Júnior, a equipe econômica retirou da estimativa de receitas para este ano os R$ 12,2 bilhões esperados com a privatização da Eletrobras, mas acrescentou que elas poderão ser reincorporadas mais à frente. "A retirada das receitas associadas à privatização da Eletrobras foi feita por um princípio prudencial. Voltaremos a considerá-las tão logo tenhamos indícios materiais que a privatização acontecerá nesse ano, e todo esforço está sendo para privatização da Eletrobras em 2019", declarou. Ele indicou, ainda, que as receitas com a privatização da Eletrobras poderão ficar acima dos R$ 12,2 bilhões indicados inicialmente. Waldery Júnior avaliou que as indicações de "apetite, bem como a modelagem financeira e societária", deixam o governo confortável ao fazer essa análise. Apesar de ter retirado a Eletrobras da expectativa de receitas, o governo incluiu a concessão de blocos de petróleo e gás na previsão de arrecadação para 2019 (+R$ 8,35 bilhões), de concessões de aeroportos (+R$ 2,38 bilhões), e da receita de outorga da usina hidrelétrica de Porto Primavera (+R$ 1,4 bilhão). Ao todo, a expectativa de receitas com concessões subiu R$ 1,292 bilhão. Receitas e despesas Para efetuar o bloqueio no orçamento, o governo faz uma reestimativa das receitas e das despesas em relação aos valores aprovados no orçamento do ano passado. De acordo com os cálculos do Ministério da Economia, houve uma queda de R$ 29,740 bilhões na estimativa de receitas para este ano. O governo reduziu em R$ 11,160 bilhões a previsão para as receitas administradas neste ano (impostos e contribuições federais); em R$ R$ 6,73 bilhões a expectativa para a arrecadação do INSS; e em R$ 11,615 bilhões a estimativa para receitas de exploração de recursos naturais (reestimativa do preço do barril do petróleo). Mas elevou em R$ 1,292 bilhão a previsão de receitas com concessões. Após as transferências constitucionais, porém, as receitas do governo apresentaram uma queda um pouco menor: de R$ 26,181 bilhões. Ao mesmo tempo, o ministério informou que a estimativa, para o ano de 2019, para as despesas, em relação ao orçamento aprovado, subiu em R$ 3,610 bilhões. Veja abaixo a mudança nas estimativas dos principais gastos do governo: Benefícios previdenciários: queda de R$ 6,694 bilhões Pessoal e encargos sociais: aumento de R$1,215 bilhão Abono e seguro desemprego: queda de R$ 3,158 bilhões BPC: queda de R$ 551 milhões Créditos extraordinários: aumento de R$ 6,525 bilhões Subsídios e subvenções: aumento de R$ 2,892 bilhões Obrigatórias com controle de fluxo: aumento de R$ 3,184 bilhões
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22/03 - Bovespa fecha em queda de 3,1% e vai abaixo dos 94 mil pontos com cenário político no radar
Nesta sexta-feira, Ibovespa caiu 3,10%, aos 93.735 pontos. Foi o quarto recuo seguido. Painel na sede da B3, em São Paulo, Ibovespa, bolsa, Bovespa Nacho Doce/Reuters O principal indicador da bolsa paulista, a B3, fechou em forte queda nesta sexta-feira (22), abaixo dos 94 mil pontos, com os investidores de olho no cenário político após a prisão do ex-presidente Michel Temer e nas incertezas sobre a tramitação da reforma da Previdência. O Ibovespa recuou 3,10%, aos 93.735 pontos. Veja mais cotações. É o menor patamar de fechamento desde 11 de janeiro (93.658 pontos). Na semana, a bolsa recuou 5,45%. No entanto, acumula alta de 6,65% em 2019. Ibovespa encerra em baixa na semana em que teve recorde histórico de pontos O dólar teve forte alta nesta sexta-feira. A moeda norte-americana subiu 2,64%, vendida a R$ 3,9011, na maior cotação desde 26 de dezembro. No exterior, a cautela também predominou nos mercados nesta sexta após dados fracos na Europa reforçarem as preocupações de uma desaceleração econômica global. A indústria da Alemanha contraiu pelo 3º mês seguido em março, segundo a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês). Na segunda-feira (18), o Ibovespa alcançou pela primeira vez a marca de 100.000 pontos. Cenário externo e incertezas políticas A Bovespa acompanhou o comportamento das principais praças no exterior em meio ao ressurgimento das preocupações sobre o crescimento econômico global, após dados mostrarem que a atividade industrial na zona do euro contraiu no ritmo mais rápido em quase seis anos. "As preocupações sobre a saúde das economias globais corroboravam para o sentimento de incerteza, enquanto internamente a prisão do Temer trazia mais apreensão sobre a reforma da Previdência", afirmou à Reuters o analista Eduardo Guimarães, especialista em ações da consultoria independente de investimentos Levante.
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22/03 - Vírus de resgate utiliza brecha no WinRAR e destrói arquivos do computador
Erro de programação em praga digital impede que arquivos sejam recuperados, segundo especialista. Praga digital oferece a foto de uma mulher em um arquivo do WinRAR, mas na verdade explora falha de segurança e embaralha os arquivos do computador 360 Threat Intelligence Center/Twitter/Reprodução Um vírus de resgate batizado de "JNEC.a" está se aproveitando de uma vulnerabilidade do programa WinRAR que afeta todas as versões do programa nos últimos 19 anos. Os criminosos tentam convencer a vítima a descompactar um arquivo "ACE" e, caso isso seja feito, o computador será contaminado com o vírus de resgate na próxima vez em que o computador for ligado ou reiniciado. Um "vírus de resgate" é um tipo de praga digital que embaralha os dados presentes no computador, tornando-os ilegíveis. Para concretizar a fraude, o programa informa à vítima que um pagamento deve ser realizado para retornar os arquivos ao seu estado original e recuperar os dados que estavam computador. O "JNEC.a" foi encontrado pelo laboratório de pesquisa da fabricante de antivírus chinesa Qihoo. Os criminosos colocaram uma foto de uma mulher dentro de um arquivo compactado no formato ACE. Quando a suposta foto é aberta, o arquivo malicioso é descompactado ao mesmo tempo para a pasta "Inicializar" do Windows. Isso vai garantir que ele seja executado na próxima vez que o Windows for iniciado. O arquivo malicioso possui a extensão ".rar" e não ".ace". Por isso, não há qualquer meio fácil para uma vítima saber que está abrindo um arquivo do formato problemático. Isso é possível porque o WinRAR lê arquivos conforme seu conteúdo e não sua extensão — ou seja, desde que seja aberto pelo WinRAR, qualquer arquivo, de qualquer extensão, será lido como ACE se tiver esse formato internamente. Normalmente, abrir arquivos compactados e fotografias não é uma atividade que pode contaminar o computador com vírus. Porém, por causa da vulnerabilidade, essa atividade se torna arriscada. A recomendação para os usuários do WinRAR é instalar a versão mais nova do programa. O software não é mais capaz de ler arquivos em formato ACE, não importa o nome que apresente em sua extensão. Arquivos não podem ser recuperados Segundo o site "Bleeping Computer", uma análise do vírus realizada pelo especialista Michael Gillespie apontou a existência que de uma falha de programação que impede totalmente a recuperação dos dados. Isso não chega a atrapalhar os criminosos — nenhuma vítima que faz o pagamento tem qualquer garantia de que a promessa de recuperar os dados será cumprida. No entanto, isso significa que, na prática, quem for atacado por esse vírus terá seus dados destruídos de forma irrecuperável. Embora muitos vírus de resgate funcionem como o prometido — permitindo a recuperação dos arquivos mediante um pagamento —, casos como este demonstram a importância de manter cópias de segurança (backup) dos arquivos e de adotar medidas preventivas contra ataques, como manter os programas atualizados. Apesar da recuperação não ser possível, o JNEC.a traz um método curioso para que a vítima entre em contato com os criminosos. Enquanto embaralha os arquivos, o vírus gera um endereço de e-mail do Gmail que deve ser cadastrado pela vítima. Após a realização do pagamento, os criminosos supostamente entram em contato com o e-mail gerado para que a vítima possa receber as instruções. Esse método de contato evita que o criminoso perca o canal (e-mails fixos usados por vírus de resgate são desativados pela maioria dos provedores) ou que a vítima precise acessar a deep web para contatar os criminosos. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Selo Altieres Rohr Ilustração: G1
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22/03 - Indústria da Alemanha tem contração pelo 3º mês seguido, aponta pesquisa
Indicador reforça preocupações de desaceleração da maior economia da Europa. A indústria da Alemanha contraiu mais em março, de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês), ampliando os temores de que disputas comerciais não resolvidas estão exacerbando a desaceleração na maior economia da Europa. Após nove anos seguidos de crescimento, a economia da Alemanha está enfrentando conflitos comerciais entre Estados Unidos e China e União Europeia, além do enfraquecimento da atividade econômica na zona do euro. O PMI Composto preliminar do IHS Markit caiu para 51,5 pontos em março, leitura mais baixa desde junho de 2013. A queda foi provocada principalmente pela atividade mais fraca da indústria desde agosto de 2012. O PMI da indústria caiu a 44,7, permanecendo abaixo da marca de 50 que separa crescimento de contração pelo terceiro mês seguido. A expansão de serviços desacelerou a 54,9 pontos, depois de se recuperar para 55,3 em fevereiro. O economista do Markit Chris Williamson disse que as tendências divergentes levantam a questão sobre por quanto tempo os serviços podem continuar a fornecer força para a economia e ajudar a evitar uma recessão. "Quando se olha para a tendência de emprego e novas encomendas, ela pressiona a perspectiva. Parece que eles vão enfraquecer mais a confiança empresarial e levar a mais retenção dos gastos por empresas e consumidores, levantando o risco de uma recessão", disse ele.
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22/03 - Dólar sobe forte, volta a R$ 3,90 e tem maior cotação de fechamento do ano
A moeda norte-americana fechou em alta de 2,64%, vendida a R$ 3,9011. Dólar turismo foi a R$ 4,04. Reuters/Dado Ruvic O dólar teve forte alta nesta sexta-feira (22), e fechou no patamar de R$ 3,90 pela primeira vez no ano. O dia foi de turbulência nos mercados, atentos ao cenário político após a prisão do ex-presidente Michel Temer e à tramitação da reforma da Previdência depois de o governo ter encaminhado a proposta de reestruturação do sistema dos militares. A moeda norte-americana fechou em alta de 2,64%, vendida a R$ 3,9011, na maior cotação desde 26 de dezembro, quando encerrou em R$ 3,9205. Na máxima do dia, chegou a R$ 3,9057. Veja mais cotações. Também foi a maior alta diária do dólar desde 18 de maio de 2017, quando a moeda disparou mais de 8%, após terem sido divulgados por executivos da J&F áudios do ex-presidente Michel Temer, preso nesta semana. Na semana, a moeda acumula alta de 2,13%. No ano, a alta é de 0,69%. O mercado de câmbio foi pressionado também pelo cenário de maior cautela no exterior depois de dados fracos na Europa alimentarem temores de uma desaceleração econômica global. A indústria da Alemanha contraiu pelo 3º mês seguido em março. A turbulência também se estendeu à Bovespa. O principal indicador da bolsa paulista, a B3, recuou 3,10%, aos 93.735 pontos. É o menor patamar de fechamento desde 11 de janeiro (93.658 pontos). Cenário local e externo Na Alemanha, maior economia do bloco, a atividade industrial recuou pelo terceiro mês consecutivo em março, com o PMI Composto alcançando a menor leitura desde junho de 2013, reacendendo os temores em relação a um desaquecimento global ainda maior. Os títulos alemães de 10 anos operavam em território negativo pela primeira vez de outubro de 2016, destaca a agência Reuters.. Internamente, a semana termina com cautela renovada sobre a reforma da Previdência, após as prisões do ex-presidente Michel Temer e do ex-ministro Moreira Franco na véspera, com preocupação por eventual rescaldo no Congresso atual. As prisões dos emedebistas no âmbito da Lava Jato somaram-se a um mau humor que já vinha desde quarta-feira, quando a proposta de reforma da Previdência dos militares entregue pelo governo ao Congresso mostrou uma previsão de economia muito abaixo do esperado e desagradou parlamentares. Em viagem ao Chile, o presidente Jair Bolsonaro defendeu a proposta referente aos militares, afirmando que ela é mais profunda do que o texto sobre a Previdência dos civis e da iniciativa privada. Agentes do mercado também observam a insatisfação do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que vinha atuando fortemente na articulação política da reforma, e que agora, segundo notícias, ameaça abandonar tal função após ser criticado publicamente pelo vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ). Ainda prevalece a percepção entre investidores de que a reforma será aprovada eventualmente, mas crescem as dúvidas sobre quão tumultuada será essa tramitação, destaca a Reuters. "Seguimos otimistas e acreditamos no avanço da agenda reformista no Brasil, que vemos como transformacional. Entretanto, antecipamos volatilidade, com um duro processo de negociação adiante para a reforma da Previdência, e uma série de riscos que podem aumentar a tensão", afirmaram profissionais da XP Investimentos em nota.
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22/03 - Dicas IR 2019: foque nas informações sobre rendimentos tributáveis
Especialista em imposto de renda da EY, Antonio Gil dá dicas aos contribuintes. Rendimentos tributáveis podem alterar o resultado da sua declaração do Imposto de Renda – se você tem dúvidas e não tem todas as informações à mão, essas são as mais urgentes. Assista abaixo o comentário de Antonio Gil, especialista em imposto de renda da EY: Dicas IR 2019: Reunir informações sobre rendimentos tributáveis deve ser prioridade
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22/03 - Economia 'modelo' para América do Sul, Chile tem Previdência em xeque
País visitado por Bolsonaro nesta semana cresceu 4% em 2018, tem taxa de desemprego de 7% e inflação de 2,4% - mas há mais de uma década tenta consertar problemas graves em seu sistema de aposentadorias. Presidente do Chile, Sebastian Piñera Carlos Lemos/Reuters Em 2018, enquanto o Brasil registrava, pelo segundo ano consecutivo, crescimento de 1%, a economia chilena avançou 4%. O desempenho não foi episódico - há anos os indicadores são superiores à média da América Latina. O país visitado pelo presidente Jair Bolsonaro nesta semana tem taxa de desemprego de 7% e inflação de 2,4%. No Chile, Bolsonaro discute criação de fórum para substituir Unasul O modelo de estabilidade macroeconômica e o equilíbrio fiscal do Chile - cuja dívida pública bruta não passa de 25% - é uma inspiração para economistas de orientação liberal de países do continente. Uma das reformas pioneiras feitas no país, porém, é hoje um dos principais desafios do Chile. Em 1983, o sistema público de Previdência foi convertido em privado e passou a seguir um modelo de capitalização - no qual se inspirariam anos mais tarde México, Colômbia e Peru. Entenda como funciona o modelo de capitalização da Previdência Décadas depois, uma geração de aposentados submetidos às mudanças instituídas no regime do ditador Augusto Pinochet recebem benefícios muito inferiores ao necessário para cobrir suas necessidades básicas. O problema foi objeto de uma grande reforma em 2008, na gestão de Michelle Bachelet, que criou um pilar solidário (público) para o sistema. Dez anos depois, o presidente Sebastián Piñera - com quem o Bolsonaro se reúne neste sábado - prepara novas mudanças para tentar elevar o valor médio das aposentadorias e diminuir o nível de pobreza na terceira idade. O modelo de crescimento do Chile Professora da Universidade Adolfo Ibáñez, Andrea Repetto ressalta que "o Chile está há 40 anos fazendo reformas na direção de uma economia mais robusta". A ditadura Pinochet, que se estendeu de 1973 a 1990, abriu a economia e promoveu uma série de mudanças pró-mercado com base na cartilha neoliberal da chamada Escola de Chicago, onde estudaram diversos membros da equipe econômica do general. Desde a redemocratização, continua a economista, os governos de diferentes orientações que se revezaram no poder sempre estiveram preocupados com a estabilização macroeconômica. "Essa é uma peça fundamental (do modelo de crescimento)." Dívida do setor público no Chile BBC Brasil Nesse sentido, o país mantém um Banco Central independente, "autenticamente autônomo" - que permitiu, através da política de juros, derrubar a inflação que chegou a 26% em 1990 para os atuais 2,4%. Além disso, há uma ideia sedimentada de que o setor público não pode gastar mais do que arrecada. Um "compromisso fiscal" que era informal e virou lei cerca de uma década atrás - uma espécie de teto de gastos à chilena, mas com o avanço das despesas condicionado não à inflação, como é o caso da emenda constitucional aprovada no Brasil em 2016, mas à expectativa de arrecadação. "Existe a noção de que o Estado precisa poupar para estar preparado para o momento em que eventualmente o preço do cobre caia", pondera a pesquisadora chilena. O cobre é há décadas elemento importante da economia chilena. Segundo o analista da Oxford Economics James Watson, o setor de mineração responde por algo entre 7% e 10% do PIB. Apesar de o percentual ser menor que no passado, a flutuação dos preços da commodity ainda tem impacto direto sobre a economia. A queda nos preços do cobre no período entre 2014 e 2017, exemplifica o economista, foi um dos principais responsáveis pela desaceleração da atividade. Para ilustrar a relevância do setor, Andrea Repetto lembra a greve de 43 dias em 2017 no maior campo de cobre do mundo, da mineradora Escondida, que, sozinha, derrubou o crescimento do primeiro trimestre. Miguel Ricaurte, economista-chefe para a região andina do Banco Itaú, ressalta que "a administração responsável" da arrecadação fiscal proporcionada pelo cobre permitiu que outros setores também se desenvolvessem no decorrer das últimas décadas. "Dito isso, o Chile ainda precisa diversificar sua matriz produtiva e de exportações para ser menos dependente dos ciclos das matérias-primas." A capitalização da Previdência e o aumento da pobreza O crescimento econômico, entretanto, não foi suficiente para conter os desequilíbrios do sistema de aposentadorias do país, que desde 1983 segue um modelo de capitalização gerido pelo setor privado. O principal problema do modelo chileno é o baixo valor dos benefícios. De acordo com Felipe Bruno, líder de Previdência da consultoria Mercer no Brasil, nove em cada dez aposentados no país recebe o equivalente a menos de 60% de um salário mínimo, que hoje é de cerca de US$ 450. A principal razão, segundo Guillermo Larráin, professor da Universidade do Chile, é o fato de que as contribuições feitas pelos trabalhadores - hoje de 10% do salário - não são suficientes para garantir uma renda que satisfaça as necessidades básicas dos chilenos aposentados. Pilar solidário foi instituído em 2008, no governo de Michelle Bachelet Alexandre Durão/G1 Apenas para efeito de comparação - já que o modelo brasileiro é essencialmente diferente do que vigora no vizinho -, a contribuição previdenciária paga pelos empregados no Brasil vai de 8% a 11% da remuneração, mas as empresas recolhem para o INSS o equivalente a 20% do salário do funcionário. "Quando a reforma foi feita no Chile, existia um otimismo irracional a respeito da capacidade de poupança do sistema", diz o economista. Além da questão da contribuição em si, as oscilações da economia chilena - que, como a maioria dos países do continente, alterna ciclos de crescimento com períodos de crise - prejudicaram a rentabilidade dos fundos de pensão. Ao contrário do sistema público, no sistema de contas individuais as taxas de juros são extremamente importantes, porque determinam quanto o que foi poupado vai valer no futuro e, portanto, o nível de renda dos aposentados. Felipe Bruno, da Mercer, ressalta ainda o fato de que há pouca concorrência entre gestoras de fundos de pensão no país, que cobram taxas de administração muitas vezes elevadas e que muitas vezes são pouco transparentes. O sistema já sofreu mudanças nas últimas décadas e passa novamente por uma reforma. Em 2008, lembra Andrea Repetto, foi instituído o pilar solidário, que passou a pagar benefícios assistenciais àqueles em situação de vulnerabilidade social. Nessa época foram criadas, por exemplo, a chamada Pensión Básica Solidária de Vejez (PBSV), que varia entre US$ 180 e US$ 215, e o Aporte Previsional Solidario de Vejez (APSV), subsídio pago a quem ganha menos de US$ 470, para complementar a renda. Essa mudança, diz a economista, em paralelo ao crescimento econômico, é um dos principais responsáveis pela expressiva e recente redução da pobreza no país - que, de acordo com os números do Banco Mundial, caiu de 26% no ano 2000 para cerca de 8% em 2015. Em outubro do ano passado, o presidente Sebastián Piñera propôs novas alterações na legislação para tentar elevar gradualmente o nível baixo das aposentadorias e reduzir o nível de pobreza e vulnerabilidade dos chilenos na velhice. A proposta encaminhada ao Congresso prevê um aumento gradual da alíquota previdenciária de 10% para 14%. A diferença seria paga pelas empresas, que até então só contribuíam em casos de profissões insalubres. "Sabemos que hoje as aposentadorias são muito baixas e inferiores às expectativas de nossos idosos", disse ele durante o pronunciamento. As medidas, que ainda precisam ser aprovadas pelo Legislativo chileno, preveem também um reforço do pilar solidário. A previsão é que esse tipo de gasto cresça de 0,8% para 1,12% do PIB. Em comunicado veiculado em rede nacional, Piñera ressaltou que, dos 2,8 milhões de aposentados no Chile, mais da metade - 1,5 milhão - necessitam de auxílio do pilar solidário. Do total de pessoas que dependem do pilar solidário, 62% são mulheres - que em geral têm uma participação mais intermitente no mercado de trabalho, muitas vezes interrompida pela maternidade.
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22/03 - Google afirma ter derrubado 2,3 bilhões de 'anúncios ruins' em 2018
Empresa fiscaliza anúncios que circulam pela rede do Adwords, que é utilizada por sites na internet e aplicativos de celular. O Google publica anualmente alguns números que representam os esforços da empresa para coibir os "bad ads" ("anúncios ruins", em inglês). Na soma de 2018, o Google diz ter bloqueado 2,3 bilhões desses anúncios em sua rede de publicidade, o Adwords (ou Adsense, para os donos dos sites). A categoria de anúncios ruins inclui uma série de práticas tidas como nocivas pelo Google: são peças publicitárias que levam internautas para páginas clonadas que roubam dados, que aplicam outros tipos de golpes, que conseguem realizar "cliques" em si próprios e anúncios com conteúdo restrito. Em outras palavras, esses anúncios podem prejudicar não só internautas, mas também outros anunciantes e os donos dos sites que veiculam essa publicidade. A cifra significa que o Google bloqueou uma média de seis milhões de anúncios por dia em 2018. Embora seja menor que o número de 2017, de 3,2 bilhões, o Google revelou que realizou quase o dobro de bloqueios totais de contas em 2018, banindo 1 milhão de anunciantes. Como há anúncios bloqueados apenas por causa de erros acidentais ou desconhecimento das regras, o bloqueio total de uma conta é uma medida mais extrema e um indício de que o único objetivo do anunciante era burlar as regras e realizar fraudes. O Google não detalhou todos os tipos de anúncios removidos, mas destacou que removeu 58,8 milhões de anúncios de phishing (páginas falsas). Anúncio malicioso que circulou na rede do Google em 2018 e levava internautas para site falso ligado a criptomoedas Talos Intelligence/Cisco/Reprodução A empresa também passou a bloquear anúncios envolvendo ofertas de pagamento de fiança ("bail bond"), em que um segurador garante a fiança em nome de quem não tem condições de pagá-la. Pela lei americana, desde que o acusado apareça para as audiências, o dinheiro da fiança é devolvido — assim, o segurador fica com o dinheiro da fiança, mais o prêmio pago pelo contratante. Segundo o Google, algumas empresas estavam se aproveitando de "comunidades vulneráveis", o que levou a empresa a optar pelo bloqueio da publicidade desses serviços. O Google destacou ainda sua colaboração com autoridades, incluindo o FBI, para derrubar uma rede de publicidade fraudulenta chamada "3ve". A rede utilizou mais de 10 mil endereços de internet falsos, chegando a gerar solicitações para a impressão de 3 milhões de anúncios em um único dia. Essas redes fraudam os anunciantes, que pagam pela impressão desses anúncios em uma página que nunca será vista por um internauta ou que não estará acompanhada de um conteúdo relevante como o anunciante espera. A rede do 3ve foi em parte construída com a ajuda de vírus, segundo o Google, e oito suspeitos respondem a acusações de falsidade ideológica e lavagem de dinheiro, entre outros. Remoção de anúncios em sites de conteúdo falso A rede de publicidade do Google é formada de dois produtos: o Adwords, para anunciantes, e o Adsense, para donos de sites e aplicativos que desejam exibir os anúncios publicados na rede do Adwords. Do lado do Adsense, o Google diz ter eliminado 734 mil parceiros responsáveis por sites ou aplicativos e baniu os anúncios de 1,5 milhão de aplicativos. A publicidade também foi bloqueada em 28 milhões de páginas que não seguiam as regras do Google. Segundo o relatório, 1,2 milhão dessas páginas, 22 mil aplicativos e 15 mil sites foram removidos do programa por conta das políticas contra conteúdo de ódio e de "baixa qualidade", que inclui conteúdo falso. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Selo Altieres Rohr Ilustração: G1
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22/03 - IR 2019: como deduzir gastos com domésticos
Dedução é limitada a um empregado doméstico e só é possível na declaração completa. Arte G1 O contribuinte pode deduzir no Imposto de Renda o valor do INSS patronal que ele recolheu do empregado doméstico no ano passado. A dedução é limitada a um empregado doméstico e só é possível na declaração completa. A Receita Federal espera receber 30,5 milhões de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) em 2019, relativas ao ano-base 2018, dentro do prazo legal, que começou em 7 de março e vai até 30 de abril. SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2019 Segundo Sandro Rodrigues, contabilista e economista da Attend Assessoria Consultoria e Auditoria, o declarante deve apurar o que foi pago sobre o salário mensal, 13º salário e remuneração adicional de férias (1/3 de férias) entre os meses de dezembro de 2017 e novembro de 2018, observado o valor máximo a ser deduzido que é de R$ 1.200,32. O valor do INSS patronal a ser deduzido deve ser calculado em cima de um salário mínimo e deve-se considerar o percentual dos encargos previdenciários patronais sobre o valor do salário mínimo no período apurado. Isso significa que, ainda que tenha pagado um valor maior, o declarante deverá seguir o salário mínimo vigente no período para calcular o gasto a ser deduzido; entretanto, deverá lançar o valor total pago a esse título e a diferença em parcela não dedutível. Em dezembro de 2017, o salário mínimo era de R$ 932. Com o INSS patronal de 8%, o declarante poderá deduzir R$ 98,49, referente a janeiro de 2018. Para os meses de fevereiro a dezembro de 2018, quando o salário mínimo era de R$ 954, o declarante poderá deduzir R$ 100,28, para cada mês no período. Se o doméstico teve férias, o empregador poderá deduzir a contribuição previdenciária patronal sobre a remuneração de um terço de férias. A contribuição sobre a remuneração referente ao 13º salário pago em 2018 também é dedutível. Segundo Rodrigues, o declarante só poderá informar um empregado doméstico, exceto se houve sua saída e nova admissão para a mesma função, ainda que a declaração seja em conjunto. Além disso, o mesmo empregado não pode ser declarado em duas declarações diferentes, no caso de cônjuges que declaram em separado. Rodrigues informa ainda que é obrigatória a entrega do informe ao trabalhador doméstico - o empregador tem total responsabilidade pela emissão e entrega do Informe de Rendimentos ao doméstico ativo durante o ano calendário 2018, mesmo que o doméstico tenha sido demitido. Diaristas e faxineiras sem registro não estão incluídas nessa dedução - o desconto é válido apenas para o recolhimento de INSS de empregado doméstico com vínculo empregatício (CLT), ou seja, que trabalha de forma permanente e com carteira registrada. As despesas serão deduzidas indicando o valor total recolhido em 2018 na ficha Pagamentos Efetuados. Há o código específico para contribuição patronal. É necessário informar nome do empregado, CPF e o Número de Inscrição do Trabalhador (NIT) ou o Número do Programa de Integração Social (PIS). Benefício vai acabar Este será o último ano em que haverá a possibilidade de dedução do valor de contribuições pagas ao INSS por patrões de empregados domésticos com carteira assinada. A medida foi aprovada pela primeira vez em 2006 para incentivar a formalização dos empregados domésticos. Se não for prorrogado pelo Congresso Nacional, e sancionado pelo Executivo, o benefício não será mais válido na próxima declaração. Veja algumas questões para prestar atenção na hora de declarar o IR: A dedução está limitada a apenas um empregado doméstico por declaração, inclusive no caso da declaração em conjunto. Se o contribuinte tiver dois empregados domésticos, ele só poderá fazer a dedução de um. No entanto, se houver outro contribuinte na família que declare o Imposto de Renda, é possível fazer a dedução do segundo empregado. Só é aceita a dedução se o contribuinte comprovar que o empregado doméstico é registrado e que contribui para a Previdência Social.
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22/03 - Governo leiloa quatro áreas portuárias nesta sexta-feira
Áreas portuárias são destinadas à movimentação e armazenagem de combustíveis. Portos estão localizados na Paraíba (PB) e no Espírito Santo (ES). O governo vai leiloar nesta sexta-feira (22) quatro áreas portuárias. Três delas são no Porto de Cabedelo, na Paraíba (PB), e uma no Porto de Vitória, no Espírito Santo (ES). As quatro áreas são destinadas à movimentação e armazenagem de combustíveis. O leilão será às 10h, na sede da B3, em São Paulo. É o segundo leilão do governo do presidente Jair Bolsonaro, mas o arrendamento das áreas portuárias foi anunciado ainda no governo do ex-presidente Michel Temer. Na semana passada, foram leiloados 12 aeroportos. Vencerá o leilão quem oferecer o maior valor a ser pago à União, em cima da outorga mínima, que foi fixada em R$ 1,00. O prazo do arrendamento portuário, uma espécie de concessão para áreas em portos, é de 25 anos. Segundo o Ministério da Infraestrutura, os investimentos previstos nos quatro terminais são de R$ 199 milhões. As três áreas do Porto de Cabedelo já existem, mas devem receber melhorias de quem vencer o leilão. Já no Porto de Vitória, a área não existe, o que significa que o empreendedor terá que construir o terminal. No dia 5 de abril o governo licitará outras seis áreas portuárias, dessa vez no Pará (PA). Contestação judicial O arrendamento das três áreas de Cabedelo chegou a ser suspenso pela Justiça. Na quarta-feira (20) o Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região decidiu pela liberação do leilão. A disputa havia sido suspensa após uma empresa de distribuição de combustíveis judicializar a nova cessão dos terminais por não concordar com os termos do edital do leilão.
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22/03 - CCR tem prejuízo de R$ 307,1 milhões no quarto trimestre
Resultado da empresa foi afetado por acordo de leniência e greve dos caminhoneiros. A CCR teve prejuízo no quarto trimestre, refletindo os efeitos combinados de despesas extraordinárias devido a um acordo de leniência e a pressão nas receitas por causa dos efeitos da greve dos caminhoneiros. A empresa de concessões de infraestrutura anunciou nesta quinta-feira (21) que teve prejuízo líquido de R$ 307,1 milhões no período, ante lucro de R$ 329,1 milhões um ano antes. Em bases comparáveis, excluindo novos negócios, a CCR teve lucro de R$ 356,9 milhões, recuo anual de 21,1%. CCR prometeu pagar 750 milhões de reais até 2021 em acordo de leniência. CCR RodoNorte A companhia teve as receitas impactadas pelos efeitos da decisão do governo de isentar eixos suspensos de caminhões da cobrança de pedágio, como consequência da greve dos caminhoneiros, em maio passado, que paralisou o país. A receita líquida total subiu 10,5%, a R$ 2,23 bilhões, com inclusão de novos negócios. Na mesma base, a receita subiu 3,1%, para R$ 2,08 bilhões. O tráfego consolidado das rodovias administradas pela empresa subiu 0,4%, excluindo os efeitos das isenções dos eixos suspensos. De acordo com a companhia, essa trajetória de lenta recuperação seguiu no começo de 2019, refletindo a gradual recuperação da economia brasileira. Segundo o diretor financeiro e de relações com investidores da CCR, Arthur Piotto Filho, discussões sobre um reequilíbrio contratual para uma compensação às concessionárias devido à perda de receita com a isenção estão em andamento com o governo, mas ainda não há previsão de quando acontecerá. Além disso, a CCR teve aumento do endividamento em parte devido a maiores investimentos. No trimestre, foram investidos R$ 539,7 milhões em concessões atuais, além de consumo de caixa para pagar outorga de concessões que venceu no período. O resultado operacional da companhia medido pelo Ebitda (lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização, na sigla em inglês) ajustado diminuiu 56,8% ano a ano, para R$ 535,3 milhões. E o Ebitda em bases comparáveis subiu 3,6%, para R$ 1,28 bilhão. A CCR fechou 2018 com alavancagem financeira medida pela relação dívida líquida/Ebitda de 2,8 vezes, acima do índice de 2,3 vezes um ano antes. Segundo Piotto Filho, embora a empresa esteja atenta ao calendário de leilões de infraestrutura e a oportunidades de compras de ativos, incluindo de gestão de rodovias, aeroportos e mobilidade urbana, o cenário base para 2019 é de redução dos níveis de endividamento da CCR. A empresa participou sem sucesso do leilão de aeroportos na sexta-feira passada, quando foram arrematadas as concessões de 12 terminais. A CCR disputou o lote Nordeste, vencido pela espanhola Aena. E o lote Sudeste foi vencido pela Zurich. O executivo disse ainda que a CCR não vai disputar o leilão de concessão da ferrovia Norte-Sul, previsto para acontecer no dia 28 de março. A CCR também fechou em março acordo de leniência com Ministério Público Federal no Paraná, no âmbito da investigação de denúncias de que uma subsidiária da empresa, a Rodonorte, pagou propina ao governo paranaense para obter ajustes contratuais. A CCR prometeu pagar 750 milhões de reais até 2021.
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22/03 - Após prisão de Temer, Eletrobras diz que pode avaliar medida para ressarcimento
Estatal disse que acompanha as ações decorrentes da Operação Lava Jato. A Eletrobras informou nesta quinta-feira (21) que pode avaliar se tomará medidas para recuperar eventuais perdas em razão das investigações sobre supostas propinas ligadas a contratos nas obras de Angra 3, após a prisão do ex-presidente Michel Temer. Sede da Eletrobras no Rio Reuters Em comunicado, a empresa dona do projeto da usina nuclear, cuja construção está inacabada, disse que está acompanhando as ações decorrentes da operação Lava Jato, "para avaliar se deve adotar alguma medida adicional, visando o ressarcimento de perdas". Paralisadas, obras de Angra 3 são alvo de denúncias de corrupção e superfaturamento A Eletrobras reiterou que os contratos relacionados à construção da usina de Angra 3 foram objeto de análise no curso da investigação independente conduzida pela empresa, desde o início de 2015 até o final de 2018. "Todos os atos ilícitos referentes à Angra 3 identificados na investigação foram objeto das medidas administrativas cabíveis, como encerramento de contratos e exoneração de executivos envolvidos, bem como foi efetuado o registro de perdas na ordem de R$ 141,3 milhão", destacou a empresa. Temer foi preso nesta quinta-feira por suspeita de desvios de recursos nas obras da usina nuclear Angra 3, sendo apontado pelos investigadores como líder de uma organização criminosa que praticou desvios e recebeu propina. O ex-presidente Michel Temer é levado preso após ser abordado pela Polícia Federal no meio de uma via em São Paulo. Ele é suspeito de comandar uma organização criminosa para desvios de dinheiro público Mariana Mendez/Band TV via AFP Além de Temer, também foi preso o ex-ministro Moreira Franco, aliado de longa data do ex-presidente e que ocupou os ministérios de Minas e Energia e da Secretaria-Geral da Presidência durante o governo do emedebista. Initial plugin text
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21/03 - PIB da Argentina recua 2,5% em 2018
No quarto trimestre do ano passado, queda da atividade foi de 6,2% em relação ao mesmo período de 2017. O Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina caiu 2,5% em 2018, após registrar alta de 2,7% no ano anterior, informou nesta quinta-feira (21) o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec). Em comunicado, o Indec indicou que a queda registrada no quarto trimestre do ano passado em relação ao mesmo período de 2017 foi de 6,2%. Além disso, foi o terceiro trimestre consecutivo de queda da economia, mantendo o país tecnicamente em recessão. Governo de Maurício Macri prevê mais um ano de recessão em 2019 REUTERS/Agustin Marcarian A Argentina foi afetada por uma forte crise cambial, que começou em abril, e teve que lidar com uma grave seca que atrapalhou o desempenho do setor agropecuário, um de seus motores econômicos. Entenda a crise na Argentina Por que as medidas de Macri não estão funcionando? Para 2018, a lei orçamentária previa uma expansão de 3,5% do PIB, mas a projeção foi descartada no segundo trimestre do ano, quando já estavam bastante claros os sinais de deterioração econômica. O relatório divulgado nesta quinta-feira pelo Indec mostra que as importações do país caíram 26,1% no ano passado. Por outro lado, as exportações de bens e serviços cresceram 10,4%. O consumo interno também caiu nos últimos 12 meses, segundo o Indec. No setor público, a queda foi de 5,1%. Já o das famílias foi 9,5% menor do que o registrado pelo órgão em 2017. Para 2019, o governo de Mauricio Macri prevê uma nova retração econômica, de 0,5%. No entanto, o mercado já projeta uma queda de 1,5% no PIB do país para este ano.
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21/03 - Postagens sobre 'golden shower' somem de rede social de Bolsonaro
Planalto disse que não comentaria a exclusão da postagem de um vídeo pornográfico, que foi criticada e causou polêmica na semana do Carnaval. Postagem do presidente Jair Bolsonaro em rede social mostra conteúdo impróprio e causa polêmica Reprodução/TV Globo Duas postagens feitas pelo presidente Jair Bolsonaro durante o Carnaval sumiram de sua página em uma rede social. Ambas as postagens foram alvo de grande polêmica por conta do conteúdo pornográfico. O presidente havia compartilhado na terça-feira (5) de carnaval um vídeo de um bloco de rua em que dois homens dançam e em determinado momento um deles coloca o dedo no ânus se abaixa para outro urinar nele. Posteriormente, a visualização do vídeo foi restringida, com alerta de conteúdo sensível, mas seguia disponível. Ao postar o vídeo, o presidente escreveu: "Não me sinto confortável em mostrar, mas temos que expor a verdade para a população ter conhecimento e sempre tomar suas prioridades. É isto que tem virado muitos blocos de rua no carnaval brasileiro. Comentem e tirem suas conslusões (sic)". A polêmica cena foi gravada no desfile do Blocu, em São Paulo, na segunda-feira (4). No dia seguinte, na Quarta-feira de Cinzas, Bolsonaro postou mensagem com a pergunta "O que é golden shower?". "Golden shower" significa "ducha dourada" (em tradução literal). É um termo em inglês usado para definir relações sexuais envolvendo o ato de urinar no(a) parceiro(a). Não se sabe se as postagens foram apagadas por vontade do próprio presidente ou se a rede social removeu o conteúdo por conta do grande número de denúncias — à época das postagens, muitas pessoas pediram que as imagens fossem denunciadas. Desde outubro do ano passado, o Twitter adotou a política de deixar um aviso no lugar de um tuíte que foi apagado por violar as regras da rede social. Esse aviso, segundo divulgou a empresa na época, é exibido por 14 dias tanto na postagem deletada quanto no feed do perfil do usuário. Perguntado pelo G1 se este foi o caso dos tuítes que sumiram da página de Bolsonaro, o Twitter disse que não vai comentar. Segundo a BBC News Brasil, a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência disse que não comentaria o caso.
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21/03 - Governo propõe endurecer cobrança de quem tem dívida acima de R$ 15 milhões
Projeto de lei encaminhado ao Congresso prevê que contribuinte seja impedido de receber benefício fiscal por 10 anos se ficar comprovada atuação para burlar pagamento de dívida. O governo federal encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei que pretende endurecer a cobrança a devedores da União. A proposta fecha o cerco em torno do "devedor contumaz", caracterizado como o contribuinte que acumula dívida maior do que R$ 15 milhões por mais de um ano, segundo o governo. Na mensagem encaminhada ao Congresso junto com o projeto, o Ministério da Economia informa que a dívida ativa da União soma cerca de R$ 2,2 trilhões, correspondente a débitos de 4,6 milhões de contribuintes. Deste total, R$ 1,4 trilhão é devido por 16 mil devedores com dívidas superiores a R$ 15 milhões. No documento, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirma que o devedor contumaz "extrapola os limites da inadimplência e se situa no campo da ilicitude, com graves prejuízos a toda sociedade". "Esse tipo de devedor, diferentemente de um devedor eventual, tem por principal estratégia de negócio burlar as obrigações tributárias", diz o texto. Regras do projeto De acordo com a proposta do governo, contribuintes podem ficar impedidos de receber qualquer benefício fiscal por 10 anos ou aderir a programas de parcelamento de dívidas, caso fique comprovado que houve atuação do devedor para burlar o pagamento do débito (por exemplo, ocultando bens e receitas ou criando empresa para enganar os mecanismos de cobrança de débitos fiscais). Além disso, a pessoa jurídica pode ter o cadastro fiscal cancelado, caso constatado que a atuação do devedor acarretou desequilíbrio concorrencial. O projeto de lei foi entregue nesta quarta-feira (20), junto com a proposta que reestrutura a carreira dos militares e muda as regras de assistência social das Forças Armadas. As medidas fazem parte do “pacote” que o governo federal tem chamado de “Nova Previdência”, do qual também fazem parte a PEC da Previdência e a medida provisória (MP) 871, que fará um “pente-fino” nos benefícios previdenciários. Cobrança de débitos A proposta também permite que a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) conceda um desconto de até 50% na dívida de contribuintes que tenham débitos classificados como “irrecuperáveis ou de difícil recuperação”, desde que não tenham cometido ilícitos. O pagamento poderá ser parcelado em até 60 vezes. No primeiro ano da medida em vigor, o governo pretende arrecadar R$ 2,182 bilhões. Atualmente, cerca de R$ 1,3 trilhão, devidos por 1,7 milhões de devedores, são considerados de difícil recuperação pelo governo. “Esta medida acarretará redução do estoque desses créditos, incrementará a arrecadação e desestimulará a prática comprovadamente sensível de criação periódica de parcelamentos especiais, com concessão de prazos e descontos excessivos a todos aqueles que se enquadram na norma, mesmo que disponham de plena capacidade de pagamento integral da dívida”, diz o ministro Paulo Guedes na mensagem encaminhada ao Congresso. Caso o devedor atrase mais de três parcelas, terá o benefício cancelado imediatamente e a PGFN poderá ajuizar ação de falência contra a empresa.
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21/03 - Líder do partido de Bolsonaro diz que governo precisa explicar reestruturação da carreira militar
Reestruturação foi incluída no projeto sobre aposentadoria de militares. Economia prevista pelo governo com reforma é de R$ 97 bilhões, e restruturação gera custo de R$ 86 bilhões. O líder do PSL na Câmara, deputado Delegado Waldir (GO) Cleia Viana / Câmara dos Deputados O líder do PSL na Câmara, deputado Delegado Waldir (GO), afirmou nesta quinta-feira (21) que na opinião dele o governo precisa explicar a proposta de reestruturação da carreira militar. Nesta quarta (20), o presidente Jair Bolsonaro entregou ao Congresso a proposta de reforma da aposentadoria dos militares. O texto também prevê a reestruturação. Pelas estimativas do governo, a reforma pode gerar economia de R$ 97,3 bilhões em dez anos, enquanto a reestruturação, custo de R$ 86,6 bilhões no mesmo período, resultando em uma economia líquida de R$ 10,4 bilhões em dez anos. "Quem tem que vir aqui na Casa [Câmara], trazer a proposta e dizer o que eles fizeram com essa reforma é o ministro da Economia, é o governo federal. E nós estamos esperando isso", afirmou o deputado. Bolsonaro entrega ao Congresso projeto de aposentadoria dos militares Para o líder do partido de Bolsonaro, divergências entre os parlamentares sobre o texto dos militares podem dificultar a escolha do relator da proposta de emenda à Constituição (PEC) que trata da reforma da Previdência Social. A PEC foi enviada em fevereiro e trata dos trabalhadores civis. O texto está em análise na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, depois seguirá para uma comissão especial e, por fim, irá ao plenário. "Em razão, sem dúvida nenhuma, dessa reestruturação ter chegado sem os requisitos pré-acordados, com certeza dificulta que se aceite que qualquer parlamentar queira colocar sua digital nessa reforma da Previdência", declarou o deputado. De acordo com a colunista do G1 e da GloboNews Cristiana Lôbo, a equipe econômica quer que o deputado Eduardo Cury (PSDB-SP) seja o relator. 'Subordinação' Segundo o líder do PSL, o Congresso é independente e não é "subordinado" ao ministro Paulo Guedes ou a Bolsonaro. “Nós não vamos nos acovardar aqui. O Parlamento é uma casa independente e nós não somos subordinados ao ministro da Economia, ao presidente da República. Nós somos parlamentares independentes e nós temos que aqui cuidar primeiro do cidadão brasileiro, do nosso mandato. Nós somos fiscais do cidadão. Quem está nas redes sociais neste momento respondendo às provocações e os questionamentos é o parlamentar, não é o Executivo", declarou.
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21/03 - Governo anuncia novos membros de Fórum de CEOs Brasil-EUA, e quer reunião no 2º semestre
Criado em 2007, o fórum busca a formulação de recomendações conjuntas para os governos a partir da reunião entre líderes empresariais. O Ministério da Economia anunciou nesta quinta-feira (21) os empresários que integram a nova composição do Fórum de CEOs Brasil-Estados Unidos e afirmou que os governos dos dois países querem convocar uma reunião do colegiado para o segundo semestre. Criado em 2007, o fórum busca a formulação de recomendações conjuntas para os governos a partir da reunião entre líderes empresariais, para fomentar o incremento do comércio e investimentos bilaterais. O governo do presidente Jair Bolsonaro já havia dito que tinha intenção de retomar essa sistemática após o último encontro do fórum ter ocorrido em junho de 2015. Em nota, a Economia informou que a nova composição foi acertada após reunião entre o ministro Paulo Guedes e o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Wilbur Ross, no âmbito de visita da delegação brasileira aos EUA nesta semana. A seleção de novos CEOs segue em curso tanto no Brasil quanto nos EUA, acrescentou a nota. Veja os empresários anunciados pelo governo: BRASIL Roberto Castello Branco, CEO, Petrobras João Paulo Brotto Gonçalves Ferreira, CEO, Natura João Miranda, CEO, Votorantim Fernando Galletti de Queiroz, CEO, Minerva Foods Gustavo Werneck, Presidente & CEO, Gerdau Harry Schmelzer Jr., Presidente & CEO, WEG Paulo Cesar de Souza e Silva, Presidente & CEO, Embraer Marco Stefanini, Fundador & CEO, Stefanini IT Solutions EUA José (Joe) Almeida, Chairman, Presidente & CEO, Baxter International Jason Andringa, Presidente & CEO, Vermeer Corporation Andres Gluski, Presidente and CEO, The AES Corporation Joc O’Rourke, Presidente & CEO, The Mosaic Company Larry Schwartz, Chairman & CEO, Seaborn Networks Holdings Mark Sutton, Chairman & CEO, International Paper Jabali Wells, Co-Fundador & Sócio Administrador, Amicus Capital Partners James Wertz, Presidente & CEO, Microcosm, Inc. Dow Wilson, CEO, Varian Medical Systems
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21/03 - Distrital apresenta projeto que reserva 20% das vagas em concursos do DF para negros
Proposta é da deputada Arlete Sampaio. Documento foi protocolado nesta quinta-feira, Dia Internacional Contra Discriminação Racial. Fachada da Câmara Legislativa do Distrito Federal Álvaro Costa/TV Globo A deputada distrital Arlete Sampaio (PT) protocolou, nesta quinta-feira (21) – Dia Internacional contra a Discriminação Racial –, um projeto de lei para garantir que 20% das vagas dos concursos públicos do Distrital Federal sejam reservadas para negros. “Espero com isso estar contribuindo, de fato, com ações afirmativas para combater a discriminação racial”, disse a parlamentar. Antes de ser encaminhado para apreciação no plenário da Câmara Legislativa, o assunto ainda terá de ser discutido nas comissões de Constituição e Justiça, de Defesa Direitos Humanos e de Assuntos Sociais. Ao fim da tramitação, o projeto pode ser vetado total ou parcialmente pelo governador Ibaneis Rocha (MDB). Na justificativa da proposta (veja detalhes abaixo), Arlete escreveu que dados do Ministério Público do DF mostram que, nos últimos anos, "os casos de racismo aumentaram 1.190%". "Logo no primeiro semestre de 2018, tivemos 211 casos de racismo registrados, inúmeros ataques criminosos deixam em clima de terror os terreiros de religiões de matriz africana e, no mês de outubro, chegamos a um caso inadmissível em que modelos negras foram xingadas de 'escravas'", afirmou a deputada. Deputada Distrital Arlete Sampaio (PT) apresenta projeto que reserva 20% das vagas em concursos do DF para negros Fred Brasiliense/Divulgação O caso mencionado pela parlamentar ocorreu após um concurso de moda em um shopping de Taguatinga. Mulheres negras foram alvos de ofensas racistas em um grupo de WhatsApp. As mensagens, escritas por três homens, foram fotografadas e publicadas na internet. A Polícia Civil identificou os suspeitos. Eles vão responder por "praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito" em função de "raça ou cor". A pena prevista para esse tipo de crime é de um a três anos de prisão, além de multa. Em grupo de Whatsapp, homens ofendem mulheres que participavam de concurso de desfile em shopping do Distrito Federal Reprodução Entenda a proposta Segundo o projeto da distrital, a reserva de vagas deverá valer para o preenchimento de cargos nos órgãos da administração direta do GDF, nas autarquias, nas fundações e empresas públicas e nas sociedades de economia mista – como o Metrô, e a Codeplan. O documento prevê que esse quantitativo será aplicado sempre que o número de vagas oferecidas no certame for igual ou superior a três. Vão poder concorrer os candidatos que se autodeclararem pretos ou pardos no ato da inscrição do curso levando em conta o quesito cor ou raça usado pelo IBGE. Para verificar a autenticidade da autodeclaração, o projeto estabelece a criação de uma comissão avaliadora. A composição dessa comissão deverá atender ao critério da diversidade, com seus integrantes distribuídos por gênero, cor e, preferencialmente, naturalidade. Caso a comissão constate que um candidato deu uma declaração falsa, o concorrente será eliminado. Se ele já tiver sido nomeado, poderá perder o posto após a instauração de um processo administrativo. O projeto pode equilibrar uma diferença entre a legislação federal e a distrital. Apesar dos concursos nacionais garantirem a reserva de vagas (leia abaixo), no DF não tinha nenhuma lei que amparasse as cotas. Concursos federais Candidatos fazem prova de concurso público em Belém Camila Lima/O Liberal Desde 2014, a lei 12.990 prevê a reserva aos candidatos negros de 20% das vagas oferecidas em concursos públicos da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União. Em 2017, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a lei 12.990 era constitucional e que poderia haver a utilização de mecanismos, além da autodeclaração, para evitar fraudes pelos candidatos. Na decisão, o STF citou a heteroidentificação, com a presença perante a comissão do concurso, “desde que respeitada a dignidade da pessoa humana e garantidos o contraditório e a ampla defesa”. Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
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21/03 - Ford contrata executivo que foi da Amazon e do Snapchat para comandar finanças
É a primeira vez em 70 anos alguém de fora da empresa assume o cargo. Montadora está no meio de uma reestruturação para aumentar lucro. A Ford nomeou nesta quinta-feira (21) o veterano da Amazon, Tim Stone, como vice-presidente financeiro mundial. É a primeira contratação externa da montadora para o cargo em 70 anos. Stone, de 52 anos, ocupou vários cargos na gigante do comércio online por duas décadas. Até 2 meses atrás, comandava as finanças da dona do aplicativo de mensagens Snapchat, a Snap. Foi a segunda pessoa a deixar a empresa em 1 ano, desde a criticada reformulação do aplicativo. Tim Stone, ex-Amazon e Snapchat, será vice-presidente de finanças da Ford Divulgação Ele assumirá seu posto na Ford em 1º de junho, substituindo Bob Shanks, que vai se aposentar após 42 anos na montadora. A fabricante de veículos passa por uma reestruturação para aumentar lucro. Para isso, anunciou cortes nos Estados Unidos, na Europa e na China. No Brasil, anunciou no mês passado o o fechamento da fábrica de São Bernardo do Campo (SP), a mais antiga da montadora no Brasil. Com ela, encerrará a produção de caminhões na América do Sul, o que a empresa justificou como "um importante marco no retorno à lucratividade sustentável de suas operações" na região.
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21/03 - Tesla acusa ex-funcionário de roubar de dados antes de ir para rival chinesa
Segundo a ação, engenheiro copiou código-fonte de sua tecnologia de piloto automático. Elon Musk, CEO da Tesla, e Ying Yong, prefeito de Xangai, no anúncio da primeira fábrica da montadora na China, em janeiro último Aly Song/Reuters A Tesla entrou com uma ação nesta quinta-feira (21) contra um ex-engenheiro da empresa, alegando que ele roubou dados antes de entrar para uma startup chinesa de carros autônomos em janeiro. Segundo a montadora, Guangzhi Cao copiou mais de 300 mil arquivos relacionados ao código-fonte do sistema de "piloto automático" da empresa, chamado AutoPilot, enquanto se preparava para se juntar à Xiaopeng Motors. A chinesa lançou um veículo elétrico em Las Vegas, no ano passado, e conta com o grupo Alibaba e a Foxconn entre seus investidores. Também conhecida como Xpeng Motors, ela emprega pelo menos cinco ex-funcionários da Tesla, ainda de acordo com o que diz a montadora norte-americana na ação judicial. A Tesla está construindo uma fábrica na China que a coloca em competição direta com a Xiaopeng e outras empresas daquele país, o maior mercado de veículos elétricos do mundo.
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